Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 27/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PRIO3 R$ 53,69 0,03%
2 MBRF3 R$ 20,69 0,02%
3 USIM5 R$ 7,01 0,01%
4 RECV3 R$ 12,38 0,01%
5 BRKM5 R$ 9,57 0,01%
6 VIVT3 R$ 43,21 0,01%
7 BRAV3 R$ 18,72 0,01%
8 BBDC3 R$ 18,38 0,01%
9 BBDC4 R$ 21,12 0,01%
10 RENT3 R$ 50,76 0,01%

1º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 53,69 ↑ 2,58%

Descrição: A PRIO3 liderou o ranking de valorização do dia, encerrando a sessão cotada a R$ 53,69, o que representa um avanço sólido de 2,58% ou R$ 1,35 por ação em relação ao fechamento anterior de R$ 52,34. Durante o pregão, o ativo demonstrou volatilidade controlada, com mínima de R$ 52,13 e máxima de R$ 53,88. O volume de ações negociadas atingiu 13.274.000 unidades, resultando em um montante financeiro expressivo de R$ 712.681.060,00. Ao observarmos o histórico de 52 semanas, a ação opera próxima ao seu topo histórico de R$ 56,05, mantendo-se distante da mínima anual de R$ 32,68. Esse desempenho reflete a forte geração de caixa da companhia e sua eficiência operacional no setor de óleo e gás. A Prio S.A. é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás natural do Brasil, focada na revitalização de campos maduros. Recentemente, a empresa reportou um aumento significativo na sua produção diária média no Campo de Frade, impulsionando o otimismo dos investidores.

2º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 20,69 ↑ 2,22%

Descrição: A Marfrig apresentou uma performance robusta, ocupando a segunda posição com uma alta de 2,22% (R$ 0,45), fechando o dia a R$ 20,69. O papel oscilou entre a mínima de R$ 20,00 e a máxima de R$ 21,00, demonstrando força compradora ao longo do dia. O volume negociado foi de 6.755.200 ações, movimentando R$ 139.765.088,00 no total. Comparado ao seu fechamento anterior de R$ 20,24, o ativo mostra uma trajetória de recuperação, embora ainda esteja abaixo da máxima de 52 semanas, que é de R$ 26,83. A mínima do ano foi registrada em R$ 12,07. A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína animal do mundo, com forte presença no mercado de carne bovina. Uma notícia relevante para a companhia foi a recente elevação de seu rating de crédito por agências globais, motivada pela redução de sua alavancagem financeira após a venda de ativos para a Minerva.

3º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 7,01 ↑ 1,45%

Descrição: O ativo USIM5 encerrou o dia com uma valorização de 1,45%, atingindo o patamar de R$ 7,01. Com uma variação nominal de R$ 0,10 sobre o fechamento anterior de R$ 6,91, a ação teve uma máxima de R$ 7,13 e mínima de R$ 6,86. O volume operacional foi elevado, com 15.026.200 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 105.333.662,00. No acumulado de 52 semanas, a ação está em um ponto médio, tendo como mínima R$ 3,90 e máxima R$ 7,15, o que indica que o papel está testando resistências importantes próximas ao topo anual. A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e possui um complexo siderúrgico de grande relevância em Ipatinga. No campo das notícias, a empresa anunciou investimentos na modernização do Alto-Forno 3, visando aumentar a eficiência produtiva nos próximos trimestres.

4º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 12,38 ↑ 0,98%

Descrição: A PetroRecôncavo registrou uma leve alta de 0,98%, fechando a R$ 12,38, um incremento de R$ 0,12 frente aos R$ 12,26 anteriores. A movimentação diária variou entre a mínima de R$ 12,19 e a máxima de R$ 12,40, com um volume de 2.588.700 ações e giro financeiro de R$ 32.048.106,00. Em termos anuais, o ativo está operando em uma faixa consolidada, longe da mínima de R$ 9,43 e abaixo da máxima de R$ 14,63. O volume financeiro moderado reflete uma postura mais cautelosa dos investidores neste ticker específico comparado às gigantes do setor. A PetroRecôncavo é uma operadora independente focada na revitalização de campos de petróleo e gás em bacias terrestres (onshore). Recentemente, a empresa assinou um novo contrato de venda de gás natural com a Bahiagás, garantindo maior previsibilidade de receita para o longo prazo.

5º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,57 ↑ 0,95%

Descrição: A Braskem fechou o dia cotada a R$ 9,57, uma variação positiva de 0,95% ou R$ 0,09. O ativo abriu e operou com relativa estabilidade, atingindo mínima de R$ 9,40 e máxima de R$ 9,62, partindo de um fechamento prévio de R$ 9,48. O volume de ações foi de 1.820.400, com volume financeiro total de R$ 17.421.228,00. Ao analisar a janela de 52 semanas, a ação demonstra estar em um patamar depreciado, consideravelmente abaixo da máxima de R$ 12,59 e mais próxima da mínima de R$ 6,11. A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder global na produção de biopolímeros. A última notícia de impacto para a petroquímica envolve as negociações em curso sobre a venda da participação da Novonor, processo que continua atraindo a atenção de fundos internacionais de investimento.

6º – TELEFÔNICA BRASIL S.A. (VIVT3) | R$ 43,21 ↑ 0,91%

Descrição: As ações da Vivo (Telefônica) encerraram o pregão com alta de 0,91%, cotadas a R$ 43,21, após subirem R$ 0,39 em relação ao fechamento de R$ 42,82. A mínima do dia foi de R$ 42,21 e a máxima tocou os R$ 43,47. Com um volume robusto de 7.248.500 ações negociadas, a companhia movimentou R$ 313.207.685,00. Vale notar que a máxima de hoje coincidiu com a máxima de 52 semanas (R$ 43,47), sugerindo um momento de forte valorização, bem distante da mínima anual de R$ 22,96. A Telefônica Brasil é a principal operadora de telecomunicações do país, atuando sob a marca Vivo. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua rede de fibra óptica para novas cidades, reforçando sua estratégia de liderança em banda larga de alta velocidade.

7º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,72 ↑ 0,81%

Descrição: A Brava Energia fechou em alta de 0,81%, com o preço da ação fixado em R$ 18,72. O incremento foi de R$ 0,15 sobre o fechamento anterior de R$ 18,57. Durante as negociações, o papel variou entre R$ 18,50 e R$ 18,79. O volume de ações movimentadas foi de 5.709.400, gerando um valor financeiro de R$ 106.879.968,00. No horizonte de 52 semanas, a ação apresenta-se em um nível intermediário, tendo oscilado entre R$ 13,29 e R$ 23,70. A Brava Energia é uma companhia do setor de petróleo resultante de integrações estratégicas no mercado brasileiro de energia. Uma notícia importante para os investidores foi a aprovação, por órgãos reguladores, da continuidade de seus projetos de exploração na Bacia de Campos, o que deve aumentar suas reservas provadas.

8º – Banco Bradesco S.A. (BBDC3) | R$ 18,38 ↑ 0,71%

Descrição: As ações ordinárias do Bradesco registraram alta de 0,71%, encerrando a R$ 18,38. A variação foi de R$ 0,13 em comparação ao fechamento anterior de R$ 18,25. O ativo teve oscilação entre a mínima de R$ 18,16 e a máxima de R$ 18,98. O volume de negociação somou 6.533.100 ações, totalizando R$ 120.078.378,00 em volume financeiro. Comparado ao histórico anual, o preço atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 18,98) e bem acima da mínima de R$ 9,37. O Bradesco é um dos maiores conglomerados financeiros do Brasil, oferecendo uma vasta gama de serviços bancários e de seguros. Recentemente, o banco anunciou uma reestruturação em seu plano estratégico para focar na transformação digital e na recuperação da rentabilidade do ROE.

9º – Banco Bradesco S.A. (BBDC4) | R$ 21,12 ↑ 0,67%

Descrição: As ações preferenciais do Bradesco fecharam o dia em R$ 21,12, com alta de 0,67% (R$ 0,14). Foi o maior volume financeiro da lista analisada, movimentando astronômicos R$ 1.190.612.544,00 com a negociação de 56.373.700 ações. O ativo flutuou entre R$ 21,12 e R$ 21,90, partindo de um fechamento anterior de R$ 20,98. Na perspectiva anual, as PN do Bradesco mostram consistência, estando próximas da máxima de R$ 22,12 e distantes da mínima de R$ 10,26. O Bradesco mantém sua relevância como um player defensivo e pagador de proventos no mercado brasileiro. A última notícia relevante foi a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) anunciada aos acionistas, reafirmando sua política de remuneração de capital.

10º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 50,76 ↑ 0,61%

Descrição: Fechando o top 10, a Localiza teve alta de 0,61%, cotada a R$ 50,76. A variação nominal foi de R$ 0,31 sobre os R$ 50,45 do pregão anterior. A ação registrou mínima de R$ 50,55 e máxima de R$ 52,38, com um volume de 13.982.700 ações negociadas e volume financeiro de R$ 709.761.852,00. O papel opera no meio de sua faixa anual, que tem mínima de R$ 24,46 e máxima de R$ 53,00, sugerindo que a empresa está recuperando valor de mercado após períodos de volatilidade no setor de seminovos. A Localiza é a maior rede de aluguel de carros e gestão de frotas da América Latina. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua parceria com plataformas de mobilidade urbana para facilitar o aluguel de veículos para motoristas de aplicativo.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 CSAN3 R$ 6,31 -0,05%
2 NATU3 R$ 9,16 -0,05%
3 RAIL3 R$ 15,98 -0,04%
4 VBBR3 R$ 29,73 -0,03%
5 UGPA3 R$ 25,80 -0,03%
6 RAIZ4 R$ 0,63 -0,03%
7 CXSE3 R$ 17,97 -0,03%
8 SANB11 R$ 33,42 -0,03%
9 VIVA3 R$ 31,46 -0,03%
10 CPFE3 R$ 50,23 -0,03%

1º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 6,31 ↓4,97%

Descrição: A Cosan (CSAN3) liderou as movimentações do dia com uma queda expressiva de 4,97%, fechando cotada a R$ 6,31. O ativo demonstrou volatilidade ao oscilar entre a mínima de R$ 6,27 e a máxima de R$ 6,66, distanciando-se do fechamento anterior de R$ 6,64. Com um volume expressivo de 25.428.200 ações negociadas, o montante financeiro movimentado atingiu R$ 160.451.942,00. Ao observar o horizonte de 52 semanas, a ação encontra-se em um patamar intermediário, considerando sua mínima de R$ 4,92 e máxima de R$ 8,78 no período. O recuo acentuado no pregão de hoje coloca o papel sob vigilância dos investidores que buscam suportes técnicos. A liquidez do ativo permanece robusta, sendo a principal queda percentual da nossa lista de acompanhamento, o que reflete um ajuste severo frente às expectativas do mercado ou fatores macroeconômicos setoriais que pressionaram as cotações desde a abertura.

A Cosan é um dos maiores conglomerados econômicos do Brasil, com investimentos nos setores de energia, logística, infraestrutura e gestão agrícola, operando marcas como Raízen e Rumo. Última notícia: Recentemente, a empresa tem focado na desalavancagem financeira e na otimização de seu portfólio de ativos para enfrentar o cenário de juros elevados.


2º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,16 ↓4,68%

Descrição: As ações da Natura (NATU3) apresentaram um recuo de 4,68%, encerrando o dia em R$ 9,16. Durante a sessão, o papel atingiu a mínima de R$ 9,09 e a máxima de R$ 9,61, valor que coincidia com o fechamento anterior, indicando que a pressão vendedora dominou desde o início do pregão. Foram negociadas 10.975.900 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 100.539.244,00. No acumulado de 52 semanas, a NATU3 transita entre R$ 7,13 e R$ 13,72. A queda de hoje retira parte do valor de mercado da companhia, sendo acompanhada de perto por analistas fundamentalistas que avaliam o impacto das reestruturações globais da marca na última linha do balanço. A variação negativa de R$ 0,45 por cota reforça um momento de cautela para o setor de varejo e cosméticos, que sofre com a sensibilidade da renda disponível e custos operacionais logísticos.

A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos, higiene e perfumaria, reconhecida globalmente por suas práticas de sustentabilidade e modelo de venda direta. Última notícia: A companhia concluiu recentemente a venda da The Body Shop e da Aesop, focando agora na integração total da Natura e Avon na América Latina.


3º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 15,98 ↓3,91%

Descrição: A Rumo (RAIL3) fechou a sessão em queda de 3,91%, com suas ações cotadas a R$ 15,98. O movimento de retração foi consistente, partindo de um fechamento anterior de R$ 16,63 e registrando uma máxima de R$ 16,54 durante o dia, sem forças para superar a marca prévia. A mínima atingida foi de R$ 15,92. O volume de ações trocadas foi de 7.301.500, gerando um giro financeiro de R$ 116.677.970,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o papel está mais próximo de sua mínima (R$ 13,31) do que de sua máxima (R$ 19,68), o que sugere um período de desafio estrutural ou precificação de riscos logísticos. A variação nominal negativa de R$ 0,65 impacta diretamente os investidores institucionais que possuem grande exposição ao setor de transporte ferroviário, monitorando gargalos no escoamento de safras e custos de concessões ferroviárias.

A Rumo é a maior operadora ferroviária do Brasil, oferecendo serviços logísticos de transporte por ferrovias, elevação portuária e armazenagem, sendo vital para o agronegócio. Última notícia: A empresa tem investido na expansão da Ferrovia de Integração Estadual em Mato Grosso, visando aumentar a capacidade de transporte de grãos.


4º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 29,73 ↓3,47%

Descrição: A Vibra Energia (VBBR3) encerrou o dia com uma desvalorização de 3,47%, atingindo o preço de R$ 29,73. O papel teve um desempenho volátil, com a máxima do dia em R$ 30,60 e a mínima em R$ 29,47, contra um fechamento anterior de R$ 30,80. O volume de negócios foi robusto, com 10.650.900 ações movimentando um total de R$ 316.651.257,00, o maior volume financeiro entre as ações analisadas nesta lista. Este alto giro indica uma forte liquidez e interesse de grandes players no papel, mesmo em dia de queda. No intervalo de 52 semanas, a ação demonstra uma performance sólida, estando próxima de sua máxima histórica de R$ 32,23 e bem distante da mínima de R$ 14,00. A variação negativa de R$ 1,07 reflete um ajuste de curto prazo após períodos de valorização acentuada no setor de distribuição de combustíveis.

A Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, é a líder no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis e lubrificantes, além de atuar fortemente no setor de energia renovável. Última notícia: A Vibra anunciou recentemente a renovação de contratos estratégicos e parcerias em eletromobilidade para diversificar sua matriz de faturamento.


5º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 25,80 ↓3,37%

Descrição: As ações da Ultrapar (UGPA3) fecharam em queda de 3,37%, negociadas a R$ 25,80. O ativo registrou uma variação nominal negativa de R$ 0,90 em relação ao fechamento anterior de R$ 26,70. Durante o pregão, a máxima alcançada foi de R$ 26,64 e a mínima de R$ 25,77. O volume de ações movimentadas somou 5.838.400 unidades, totalizando R$ 150.630.720,00 em negócios. No contexto de 52 semanas, a UGPA3 mostra resiliência, mantendo-se perto da máxima de R$ 28,00 e significativamente acima da mínima de R$ 14,32. A desvalorização de hoje pode ser lida como um movimento técnico de realização de lucros, dado que o papel acumulou ganhos expressivos no último ano. Investidores atentos ao setor de óleo e gás observam como a eficiência operacional das subsidiárias, como a Ipiranga, influencia a manutenção desses patamares de preço em momentos de estresse.

A Ultrapar é um dos principais grupos empresariais do país, atuando na distribuição de combustíveis (Ipiranga), soluções em pagamentos (Abastece aí) e armazenagem de granéis líquidos (Ultracargo). Última notícia: A holding tem focado na melhoria das margens da Ipiranga e na expansão logística da Ultracargo em portos estratégicos.


6º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,63 ↓3,08%

Descrição: A Raízen (RAIZ4) apresentou uma queda de 3,08%, encerrando o dia cotada a R$ 0,63. O valor nominal da ação é baixo, o que torna qualquer variação de centavos (neste caso, R$ 0,02) significativa em termos percentuais. O papel operou em uma faixa estreita, com mínima de R$ 0,63 e máxima de R$ 0,65, mesmo valor do fechamento anterior. Foram negociadas 15.125.200 ações, mas devido ao baixo preço unitário, o volume financeiro foi o menor da lista, totalizando R$ 9.528.876,00. No histórico de 52 semanas, a situação é preocupante para o investidor de longo prazo, com o preço atual fixado exatamente na mínima do período (R$ 0,58) e muito distante da máxima de R$ 2,23. Este cenário indica uma forte tendência de baixa ou uma precificação severa de desafios operacionais no setor sucroenergético e de distribuição.

A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, sendo referência global em bioenergia e a maior produtora de açúcar e etanol do Brasil, além de operar postos Shell. Última notícia: A empresa inaugurou recentemente novas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), reforçando sua estratégia de transição energética.


7º – Caixa Seguridade Participações S.A (CXSE3) | R$ 17,97 ↓3,07%

Descrição: As ações da Caixa Seguridade (CXSE3) registraram recuo de 3,07%, fechando a R$ 17,97. O ativo teve uma variação de R$ 0,57 em comparação ao fechamento anterior de R$ 18,54. Durante o dia, a cotação flutuou entre a mínima de R$ 17,75 e a máxima de R$ 18,65. O volume de negócios foi de 10.959.500 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 196.942.215,00. No acumulado de um ano, a CXSE3 demonstra solidez, tendo atingido sua máxima de 52 semanas (R$ 18,65) muito recentemente, enquanto a mínima do período foi de R$ 12,62. A queda de hoje parece ser um ajuste após o papel testar níveis recordes de preço. O setor de seguros é frequentemente buscado por investidores focados em dividendos, e movimentos de retração como este podem atrair compradores interessados no “yield” projetado, caso os fundamentos operacionais da companhia permaneçam intactos.

A Caixa Seguridade é a empresa que consolida as participações da Caixa Econômica Federal no setor de seguros, previdência, capitalização e consórcios. Última notícia: A companhia reportou lucros crescentes em seus últimos balanços, impulsionados pela forte comercialização de seguros de vida e habitacional.


8º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 33,42 ↓2,93%

Descrição: O Santander Brasil (SANB11) encerrou a sessão com queda de 2,93%, cotado a R$ 33,42. A unidade do banco viu seu valor recuar R$ 1,01 frente ao fechamento anterior de R$ 34,43. A mínima registrada foi de R$ 33,41, muito próxima do preço de fechamento, enquanto a máxima tocou R$ 34,27. O volume de 3.210.000 units negociadas gerou um movimento de R$ 107.278.200,00. Olhando para o gráfico de 52 semanas, a ação transita em um ponto médio, com mínima de R$ 23,01 e máxima de R$ 37,83. O desempenho do setor bancário costuma ser sensível às projeções de inadimplência e à política monetária do Banco Central. A retração de hoje coloca o Santander em uma posição de observação, especialmente em relação à manutenção de suas margens financeiras e à qualidade da carteira de crédito em um ambiente de juros voláteis.

O Santander Brasil é a subsidiária do Grupo Santander espanhol, sendo um dos maiores bancos privados do país com forte atuação no varejo e atacado. Última notícia: O banco tem investido pesado na digitalização de seus serviços e na expansão da oferta de crédito para o setor de agronegócios.


9º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 31,46 ↓2,75%

Descrição: As ações da Vivara (VIVA3) fecharam em baixa de 2,75%, com preço de R$ 31,46. A desvalorização nominal foi de R$ 0,89 sobre o fechamento anterior de R$ 32,35. No decorrer do pregão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 31,41 e a máxima de R$ 32,44. Com um volume de 6.313.900 ações, a movimentação financeira alcançou R$ 198.635.294,00. No histórico de 52 semanas, a VIVA3 apresenta uma variação entre R$ 15,44 e R$ 35,89, indicando que, apesar da queda pontual de hoje, o ativo ainda mantém boa parte dos ganhos acumulados no último ano. Empresas de consumo discricionário de luxo, como a Vivara, tendem a sofrer em dias de maior aversão ao risco no mercado local, mas o volume financeiro expressivo demonstra que há uma troca de mãos ativa e interesse contínuo dos investidores institucionais na tese de crescimento da rede de joalherias.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com uma trajetória de expansão focada tanto na marca principal quanto na marca Life, voltada para um público mais jovem. Última notícia: A recente mudança em sua governança corporativa e diretoria executiva gerou volatilidade, mas a empresa mantém seu plano de abertura de lojas.


10º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 50,23 ↓2,75%

Descrição: A CPFL Energia (CPFE3) registrou uma queda de 2,75%, encerrando o dia a R$ 50,23. O ativo perdeu R$ 1,42 em valor nominal comparado ao fechamento anterior de R$ 51,65. A mínima do dia foi de R$ 50,05 e a máxima de R$ 51,13. O volume negociado foi o menor em quantidade de ações da lista, com 1.366.200 papéis, mas o valor de face elevado resultou em um volume financeiro de R$ 68.624.226,00. No intervalo de 52 semanas, a CPFE3 demonstra uma trajetória de valorização consistente, operando perto de sua máxima de R$ 56,35, longe da mínima de R$ 32,32. A queda de hoje pode ser vista como um movimento atípico para um setor considerado defensivo (utilidade pública), possivelmente influenciado por questões regulatórias ou ajustes técnicos de carteiras que buscam proteção em ativos de energia elétrica.

A CPFL Energia é uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro, atuando nos segmentos de distribuição, geração, transmissão e comercialização. Última notícia: A empresa segue com um plano de investimentos bilionário focado na modernização da rede de distribuição e em ativos de energia renovável.

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