Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 27/05/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 USIM5 R$ 10,23 5,90%
2 RAIZ4 R$ 0,42 5,00%
3 RADL3 R$ 18,50 2,72%
4 CMIN3 R$ 4,63 2,66%
5 EMBJ3 R$ 73,50 1,55%
6 ASAI3 R$ 9,25 1,54%
7 CPFE3 R$ 44,18 1,35%
8 EGIE3 R$ 32,63 1,18%
9 KLBN11 R$ 16,78 1,02%
10 SUZB3 R$ 42,09 0,98%

1º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 10,23 ↑5,90%

Descrição: O encerramento do pregão na B3 apontou uma forte valorização de 5,90% nas ações ordinárias da Usiminas, estabelecendo o preço atual de fecho em R$ 10,23 por unidade. Esta movimentação representou um ganho nominal expressivo de R$ 0,57 em relação ao fechamento anterior, que estava fixado em R$ 9,66. Ao longo do dia, o ativo demonstrou elevada volatilidade e liquidez de mercado, transitando entre a cotação mínima diária de R$ 9,66 e a máxima de R$ 10,30. O volume de ações movimentado pelos investidores foi substancial, somando 24.368.600 papéis negociados no mercado secundário. Sob a perspetiva do horizonte das últimas 52 semanas, o papel operou substancialmente acima da sua mínima anual de R$ 3,90 e muito próximo da sua cotação máxima de R$ 10,48. O volume negociado financeiro totalizou o montante robusto de R$ 249.290.778,00, consolidando a liderança absoluta do ativo no ranking de rentabilidade diária da tabela apresentada.

A Usiminas é um dos maiores complexos siderúrgicos da América Latina, atuando de forma integrada em toda a cadeia de valor do aço, desde a extração de minério de ferro até à transformação industrial e distribuição de produtos siderúrgicos planos de alto valor agregado. A companhia possui unidades industriais estrategicamente localizadas e atende a setores estruturais como a indústria automóvel, de bens de capital e a construção civil brasileira. Em relação aos acontecimentos mais recentes envolvendo a empresa, a Usiminas destacou no seu último balanço trimestral uma recuperação consistente nas margens operacionais de suas usinas, impulsionada pelo aumento da eficiência térmica dos seus altos-fornos reativados e pelo esforço contínuo de otimização de despesas gerais, o que elevou as recomendações de compra por parte de analistas institucionais de risco.

2º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,42 ↑5,00%

Descrição: As ações preferenciais da Raízen S.A. fecharam a sessão de negócios com uma valorização de 5,00%, cotadas no patamar atual de R$ 0,42 por ação. Em termos nominais, o ganho registado na jornada foi de R$ 0,02 frente ao encerramento anterior, que marcava o valor estável de R$ 0,40. Durante o andamento das operações diárias, o ativo estabeleceu a sua cotação mínima intradiária em R$ 0,39 e a sua máxima em R$ 0,42, demonstrando forte pressão compradora na reta final do pregão. O volume de ações movimentado na mesa foi expressivo devido ao baixo valor nominal do papel, totalizando 14.537.800 títulos transacionados. No painel histórico das últimas 52 semanas, observa-se que o ativo flutua muito próximo de sua mínima anual registrada em R$ 0,38 e exibe um recuo técnico agudo em relação à máxima histórica do período de R$ 2,23. O volume negociado financeiramente somou R$ 6.105.876,00.

A Raízen S.A. é uma empresa de energia de referência global, constituída como uma joint venture entre a Cosan e a Shell, figurando como a maior produtora mundial de açúcar e etanol derivados da cana-de-açúcar, além de operar uma das maiores redes de distribuição e refinação de combustíveis sob a marca Shell no Brasil e na Argentina. A companhia destaca-se fortemente pelo desenvolvimento e exportação de biocombustíveis avançados, como o etanol de segunda geração (E2G). Na esfera jornalística de relevância recente, a Raízen anunciou o início das operações de uma nova planta industrial dedicada exclusivamente à produção em larga escala de biocombustíveis sustentáveis voltados para o setor de aviação internacional, um marco corporativo que reforça o posicionamento estratégico do grupo na transição energética globalizada.

3º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 18,50 ↑2,72%

Descrição: O pregão diário registou um desempenho positivo consistente para as ações ordinárias da Raia Drogasil S/A, que encerraram precificadas ao valor atual de R$ 18,50, perfazendo um avanço de 2,72% na sessão. Esta variação representou um incremento absoluto de R$ 0,49 sobre o preço de fechamento anterior de R$ 18,01. O papel demonstrou liquidez elevada e regularidade comercial, com o volume de ações totalizando 14.427.800 papéis negociados no balcão da B3. No monitoramento técnico intradiário, a cotação mínima estabelecida fixou-se em R$ 18,03, enquanto a máxima testada bateu em R$ 18,63. Quando analisados os extremos das últimas 52 semanas, o preço atual situa-se acima da mínima anual de R$ 12,62 e mantém uma distância de segurança técnica da máxima de R$ 27,31. A movimentação financeira gerada nas transações alcançou a expressiva cifra de R$ 266.914.300,00, assegurando o terceiro lugar geral.

A Raia Drogasil S/A, que opera sob a marca corporativa RD Saúde, é a maior rede varejista de farmácias e comércio de produtos de saúde e beleza do Brasil, possuindo milhares de lojas físicas distribuídas capilarmente por todos os estados federais, além de uma plataforma integrada de e-commerce e serviços digitais. A instituição é reconhecida pela sua solidez operacional e capacidade de expansão orgânica constante. Em relação às manchetes econômicas recentes, a Raia Drogasil divulgou dados consolidados sobre a expansão do seu ecossistema de clínicas de atendimento básico integrado dentro das suas filiais físicas, um projeto de investimento estratégico estruturado para fidelizar clientes corporativos e expandir de maneira sustentável as margens brutas de prestação de serviços não regulados.

4º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,63 ↑2,66%

Descrição: As ações ordinárias da CSN Mineração S.A. concluíram a sessão de bolsa cotadas ao valor exato de R$ 4,63, acumulando uma variação percentual positiva de 2,66% no encerramento das atividades diárias. O ajuste nominal positivo perfez o montante de R$ 0,12 em comparação com o fecho anterior, que havia sido estabelecido em R$ 4,51. Ao longo do pregão, o ativo apresentou oscilações compreendidas entre a cotação mínima diária de R$ 4,46 e a máxima de R$ 4,66, atraindo investidores focados no segmento de commodities minerais metálicas. O volume de ações registou a liquidação de 10.260.900 contratos financeiros trocados no pregão. Na avaliação histórica correspondente às últimas 52 semanas na B3, o preço atual estabilizou-se ligeiramente acima da mínima anual de R$ 4,08 e abaixo da cotação máxima anual de R$ 6,37. O volume negociado financeiramente encerrou fixado em R$ 47.507.967,00.

A CSN Mineração S.A. é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, controlada pelo grupo Companhia Siderúrgica Nacional, operando minas de altíssimo teor de ferro situadas no quadrilátero ferrífero de Minas Gerais, além de deter uma infraestrutura logística própria que engloba ferrovias e terminais de exportação portuária dedicados. No noticiário setorial corporativo de destaque recente, a companhia informou o mercado a respeito da assinatura de novos contratos plurianuais de fornecimento com grandes siderúrgicas da Ásia e da Europa, garantindo a venda antecipada de volumes de pelotas de alta qualidade tecnológica e blindando o fluxo de caixa operacional contra as oscilações pontuais do preço do minério físico.

5º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 73,50 ↑1,55%

Descrição: O fechamento do mercado acionário consolidou para as ações ordinárias da Embraer S.A. uma valorização estável de 1,55%, com os papéis precificados no valor atual de R$ 73,50. Esta flutuação de curva positiva adicionou o ganho nominal de R$ 1,12 por cota sobre o fechamento anterior, que indicava R$ 72,38. A dinâmica das transações intradiárias revelou que a cotação mínima do papel fixou-se em R$ 72,80, ao passo que a máxima alcançou o expressivo patamar de R$ 74,70. O volume de ações movimentado na B3 alcançou a cifra de 3.890.800 títulos liquidados. Diante do histórico acumulado no intervalo das últimas 52 semanas, o preço atual encontra-se em patamar acentuadamente elevado, operando muito acima da mínima anual de R$ 63,38 e aproximando-se da máxima histórica de R$ 105,48. O volume negociado financeiramente somou a vultosa quantia de R$ 285.973.800,00.

A Embraer S.A. é uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo, atuando na fabricação de aeronaves comerciais, executivas, de defesa e segurança, além de sistemas agrícolas, possuindo unidades fabris, centros de engenharia e bases de suporte logístico espalhadas pelas Américas, Europa e Ásia. A companhia detém posição de liderança mundial no segmento de jatos comerciais regionais de até 130 assentos. Na esfera jornalística de mercado recente, a Embraer celebrou a homologação internacional e a entrega bem-sucedida de novas aeronaves cargueiras militares KC-390 para forças armadas de nações parceiras da OTAN, expandindo substancialmente a sua carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) e garantindo uma sólida entrada de receitas cambiais dolarizadas de longo prazo.

6º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,25 ↑1,54%

Descrição: Rompendo com volatilidades anteriores, as ações ordinárias da Sendas Distribuidora (Assaí Atacadista) registaram uma alta de 1,54%, finalizando o pregão cotadas ao preço atual estável de R$ 9,25 por ação. Nominalmente, o ativo avançou R$ 0,14 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,11. O papel registou uma liquidez espetacular e agressiva no pregão, anotando o maior volume de ações de toda a listagem analisada, com expressivos 28.327.400 papéis transacionados no mercado secundário da bolsa de valores. Durante a sessão de negócios, a cotação mínima intradiária registou R$ 9,10, enquanto a máxima diária atingiu o montante de R$ 9,39. Olhando para a retrospectiva de 52 semanas, a cotação mínima anotada foi de R$ 6,91 e a máxima anual chegou a atingir R$ 11,88. O volume negociado financeiro total movimentado na sessão somou o montante de R$ 262.028.450,00.

A Sendas Distribuidora S.A., operando sob a marca comercial Assaí Atacadista, é uma das maiores redes de comércio de atacado de autosserviço (cash and carry) do Brasil, atendendo de forma massiva a clientes de microempresas, transformadores de alimentos e consumidores finais em busca de economia de escala. A empresa possui presença em todas as regiões brasileiras através de lojas modernas de grande formato. Em termos de notícias corporativas de destaque recente, o Assaí anunciou a conclusão bem-sucedida do processo de conversão e maturação de antigos pontos comerciais hipermercados adquiridos, o que resultou em um avanço real nas vendas consolidadas do grupo e em uma desalavancagem financeira mais rápida do que a prevista pelo mercado.

7º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 44,18 ↑1,35%

Descrição: O encerramento do mercado financeiro apontou uma trajetória ascendente e defensiva para as ações ordinárias da CPFL Energia S.A., que fecharam a sessão com uma alta de 1,35%, precificadas no valor atual de R$ 44,18 por cota. Nominalmente, houve um acréscimo de R$ 0,59 por papel frente ao valor de fechamento anterior de R$ 43,59. No andamento das operações na bolsa, o ativo oscilou de forma controlada entre a cotação mínima diária de R$ 43,52 e a máxima diária de R$ 44,30, atraindo fundos institucionais focados em dividendos setoriais estáveis. O volume de ações intermediado na sessão totalizou a marca de 2.321.400 papéis negociados. No histórico das últimas 52 semanas, constata-se que o fundo de ações operou distante de sua cotação mínima anual de R$ 34,28 e abaixo de sua cotação máxima registrada de R$ 52,99. O volume negociado financeiramente gerou o expressivo montante de R$ 102.559.452,00.

A CPFL Energia S.A. é uma holding do setor elétrico brasileiro, controlada pelo grupo internacional State Grid Corporation of China, que atua de forma proeminente nos segmentos de distribuição, geração, comercialização e serviços de energia elétrica, servindo a milhões de consumidores nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. A companhia é reconhecida pelo alto nível de eficiência das suas redes e previsibilidade de caixa. Na mídia econômica recente, a CPFL ganhou destaque devido ao anúncio de novos aportes de investimentos focados na modernização de subestações de energia e em redes inteligentes de distribuição de alta tensão, visando mitigar perdas técnicas operacionais e suportar o crescimento da demanda industrial regulada.

8º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 32,63 ↑1,18%

Descrição: As ações ordinárias da Engie Brasil Energia S.A. apresentaram desempenho positivo com valorização estável de 1,18%, encerrando o dia de negociações no valor atual de R$ 32,63 por papel de tela. O incremento nominal diário perfez a importância de R$ 0,38 acima do fechamento anterior estabelecido em R$ 32,25. A liquidez do ativo foi atendida de maneira equilibrada, registrando um volume de ações de 2.148.100 papéis movimentados ao longo de todo o pregão diário. Os negócios intradiários oscilaram de forma estreita entre a cotação mínima de R$ 32,25 e a máxima de R$ 32,97, indicando consistência na trajetória de suporte. Na janela temporal das últimas 52 semanas na B3, o ativo transitou a partir de uma cotação mínima anual de R$ 26,72 até atingir a cotação máxima de R$ 38,81. O volume negociado em dinheiro somou R$ 70.092.503,00, situando o papel no oitavo lugar.

A Engie Brasil Energia S.A. é a maior produtora privada de energia elétrica do país, operando uma vasta e diversificada matriz geradora composta por usinas hidroelétricas, eólicas, solares e biomassa, além de possuir uma relevante atuação no segmento de infraestrutura de transporte de gás natural através da TAG. A empresa destaca-se fortemente pelo seu modelo de governança e compromisso de descarbonização de ativos. A última notícia associada diretamente à companhia envolve a assinatura de novos contratos de venda de energia a longo prazo no Ambiente de Contratação Livre (ACL) com grandes complexos industriais de tecnologia, consolidando a estabilidade das receitas futuras do grupo e reforçando a sua política robusta de distribuição de proventos.

9º – KLABIN UNT (KLBN11) | R$ 16,78 ↑1,02%

Descrição: As units da Klabin registraram valorização de 1,02% no encerramento das operações acionárias diárias na B3, finalizando o pregão cotadas ao preço atual estável de R$ 16,78 por lote de ações. O ganho nominal apurado ao fim da sessão foi de R$ 0,17 em comparação com o encerramento da véspera, que estava estabelecido em R$ 16,61. O ativo demonstrou uma liquidez regular e contínua, movimentando um volume de ações de 6.362.700 papéis transacionados na mesa de negócios. Durante o monitoramento intradiário, o painel de cotações indicou que a mínima diária fixou-se em R$ 16,71, enquanto a máxima alcançou o patamar de R$ 17,13. Avaliando os limites consolidados no intervalo histórico das últimas 52 semanas, nota-se que o papel flutua próximo de sua cotação mínima anual de R$ 16,01 e exibe recuo em relação à cotação máxima de R$ 21,25. O volume negociado financeiramente totalizou R$ 106.766.106,00.

A Klabin S.A. é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens e embalagens de papel do Brasil, sendo a única companhia do país a oferecer ao mercado soluções integradas em celulose de fibra curta, fibra longa e celulose fluff. Fundada de maneira pioneira, opera com florestas plantadas certificadas e possui alta autossuficiência energética nas suas unidades fabris integradas. No noticiário econômico corporativo recente, a Klabin estampou as manchetes devido à conclusão do plano de expansão do Projeto Puma II, atingindo recordes operacionais de produção de papel cartão de alta resistência e atraindo a atenção de compradores internacionais do bloco europeu para embalagens sustentáveis de base biológica.

10º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 42,09 ↑0,98%

Descrição: Concluindo a listagem de monitoramento de mercado das dez ações avaliadas na tabela, as ações ordinárias da Suzano S.A. apuraram uma variação percentual positiva de 0,98%, encerrando o pregão cotadas ao preço atual exato de R$ 42,09 por cota. Nominalmente, o avanço registado na jornada perfez o montante sutil de R$ 0,41 acima do preço de fechamento anterior de R$ 41,68. O fundo de ações da companhia movimentou um fluxo financeiro muito vigoroso, totalizando um volume de ações de 7.293.800 papéis intermediados entre compradores e vendedores. No painel intradiário das telas, o ativo estabeleceu a sua cotação mínima em R$ 41,94 e registrou a cotação máxima no patamar de R$ 42,86. Diante do histórico das últimas 52 semanas de pregão, o ativo operou acima da cotação mínima de R$ 40,97 e abaixo da máxima anual de R$ 59,64. O volume negociado financeiro fechou na vultosa cifra de R$ 306.996.042,00.

A Suzano S.A. é uma empresa de base florestal integrada de referência global e figura como a maior produtora mundial de celulose de eucalipto, além de ser uma das maiores fabricantes de papel da América Latina, exportando os seus produtos industriais para mais de uma centena de países espalhados pelos continentes globais. A corporação destaca-se pela sua robusta eficiência logística florestal e portuária em terminais especializados do país. A última notícia de grande relevância jornalística corporativa aponta que a Suzano concluiu com pleno sucesso a emissão pública internacional de títulos verdes de dívida (Green Bonds), captando recursos corporativos destinados ao financiamento das suas metas plurianuais de conservação ambiental de ecossistemas nativos e redução de pegada hídrica.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CSAN3 R$ 4,01 -6,31%
2 NATU3 R$ 9,97 -4,13%
3 BRKM5 R$ 11,32 -3,08%
4 B3SA3 R$ 16,43 -3,01%
5 MRVE3 R$ 5,97 -2,93%
6 PRIO3 R$ 62,98 -2,73%
7 VBBR3 R$ 31,02 -2,67%
8 AMOB3 R$ 14,12 -2,49%
9 CSNA3 R$ 6,55 -2,09%
10 RENT3 R$ 42,82 -2,01%

1º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 4,01 ↓6,31%

Descrição: O pregão encerrou com as ações ordinárias da Cosan S.A. liderando as perdas do dia, registrando uma desvalorização acentuada de 6,31% e fechando precificadas no valor atual de R$ 4,01 por unidade. Essa movimentação representou um recuo nominal de R$ 0,27 em comparação com o encerramento anterior, que havia sido de R$ 4,28. Durante a sessão, o ativo demonstrou altíssima volatilidade e forte pressão vendedora, atingindo a sua cotação mínima diária exatamente no valor de fechamento de R$ 4,01, enquanto a máxima do dia não passou de R$ 4,37. O volume de ações movimentado pelos investidores no mercado secundário foi muito expressivo, totalizando 48.802.300 papéis negociados. No que tange ao comportamento histórico das últimas 52 semanas, o preço atual igualou-se à cotação mínima anual de R$ 4,01, distanciando-se severamente da cotação máxima do período, que foi de R$ 8,78. O volume financeiro negociado acumulado na jornada somou o montante robusto de R$ 195.697.223,00, consolidando a primeira posição no ranking de perdas.

A Cosan S.A. é um dos maiores conglomerados econômicos do Brasil, atuando como uma holding com investimentos focados em setores estratégicos e de infraestrutura de base, como energia, logística, refino e distribuição de combustíveis e lubrificantes, além de mineração. O grupo gerencia portfólios robustos que incluem participações em grandes companhias como a Raízen, a Compass Gás e Energia, a Moove e a Rumo Logística. Em relação aos acontecimentos mais recentes envolvendo a holding, a Cosan comunicou ao mercado a consolidação dos resultados contábeis de suas controladas, destacando que, apesar do forte fluxo de caixa operacional reportado na área de logística, as pressões financeiras decorrentes da variação das taxas de juros futuras e o endividamento estrutural do grupo pesaram sobre o balanço líquido consolidadado, gerando uma onda técnica de realização de lucros por parte de investidores institucionais na B3.

2º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,97 ↓4,13%

Descrição: As ações ordinárias da Natura Cosméticos S.A. fecharam a rodada financeira em queda expressiva de 4,13%, cotadas no patamar atual de R$ 9,97 por ação. Em termos nominais, o decréscimo registado na jornada foi de R$ 0,43 frente ao encerramento anterior, que marcava o valor de R$ 10,40. Durante o andamento das operações diárias na bolsa de valores, o ativo estabeleceu a sua cotação mínima intradiária em R$ 9,88, enquanto a máxima do dia atingiu R$ 10,56. O volume de ações movimentado na mesa de operações somou 10.713.200 títulos transacionados entre compradores e vendedores no mercado secundário. No painel histórico das últimas 52 semanas, observa-se que as ações da varejista flutuam acima de sua mínima anual registrada em R$ 7,13, mas exibem um recuo técnico em relação à máxima do período de R$ 11,30. O volume negociado financeiramente ao longo do pregão totalizou a expressiva cifra de R$ 106.810.604,00, conferindo ao papel o segundo lugar no ranking de baixas.

A Natura Cosméticos S.A. é uma empresa multinacional brasileira do setor de higiene e cosméticos, reconhecida mundialmente pelo seu modelo de vendas diretas e por sua forte governança voltada à sustentabilidade ambiental. A companhia foca na comercialização de produtos de cuidados pessoais através de consultoras e de uma ampla malha de lojas físicas e e-commerce integrados. Uma das últimas notícias vinculadas à companhia envolve a aceleração de seu plano estratégico de reestruturação operacional na América Latina, com foco total na integração das marcas do grupo e na otimização de suas margens comerciais de varejo após a conclusão do desinvestimento de suas antigas operações deficitárias de marcas globais no exterior.

3º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 11,32 ↓3,08%

Descrição: O pregão diário registrou um desempenho negativo para as ações preferenciais da Braskem S.A., que encerraram precificadas ao valor atual de R$ 11,32, perfazendo um recuo de 3,08% na sessão acionária. Esta variação representou um decréscimo absoluto de R$ 0,36 sobre o preço de fechamento anterior de R$ 11,68. O papel demonstrou liquidez moderada, com o volume de ações totalizando 3.543.600 papéis negociados na B3. No monitoramento técnico intradiário, a cotação mínima estabelecida fixou-se em R$ 11,16, enquanto a máxima testada atingiu R$ 11,93. Quando analisados os extremos das últimas 52 semanas de histórico na bolsa, o preço atual situa-se acima da mínima anual de R$ 6,11 e mantém uma distância considerável da máxima do período, que foi de R$ 13,78. A movimentação financeira gerada nas transações de tela alcançou o montante de R$ 40.113.552,00, assegurando a terceira posição geral.

A Braskem S.A. é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das principais indústrias petroquímicas globais, operando dezenas de unidades industriais localizadas estrategicamente no Brasil, nos Estados Unidos, na Alemanha e no México. A companhia fabrica insumos químicos essenciais para diversos setores industriais, como plásticos, embalagens e construção civil. No noticiário econômico e setorial recente, a Braskem estampou as manchetes devido ao avanço das negociações de acordos de indenização e mitigação geológica em suas antigas frentes de extração de sal-gema em Alagoas, enquanto o mercado acompanha com cautela as discussões corporativas acerca de potenciais mudanças em sua estrutura de controle acionário por parte de seus principais controladores.

4º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 16,43 ↓3,01%

Descrição: As ações ordinárias da operadora da bolsa de valores brasileira encerraram o pregão cotadas ao valor de R$ 16,43, registrando uma baixa percentual de 3,01% na sessão. Essa performance representou uma redução nominal de R$ 0,51 em comparação com o fechamento anterior, que havia sido estabelecido em R$ 16,94. O ativo manteve um ritmo de negócios altamente aquecido e regular, movimentando um expressivo volume de ações de 22.397.300 papéis ao longo do dia. No monitoramento intradiário, a cotação mínima anotada foi de R$ 16,42, muito próxima do valor final de fecho, enquanto a máxima alcançou o patamar de R$ 17,28. No horizonte histórico das últimas 52 semanas, os registros apontam que o fundo de ações operou acima de sua cotação mínima anual de R$ 11,67 e abaixo de sua cotação máxima de R$ 20,33. A movimentação financeira total gerada na jornada alcançou a marca de R$ 367.987.639,00, o maior volume financeiro nominal do grupo, consolidando o ativo na 4ª colocação.

A B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão é uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo, atuando de forma exclusiva na negociação, registro, compensação e liquidação de ativos de renda variável, renda fixa, derivativos e moedas no mercado brasileiro. A companhia também oferece serviços integrados de balcão corporativo e sistemas de financiamento e registro de veículos. Na imprensa especializada recente, a B3 anunciou dados sobre o fluxo de capitais e o volume médio diário de negociações (ADTV), revelando uma retração pontual na participação de investidores estrangeiros no segmento de ações locais devido ao cenário macroeconômico global de aversão ao risco, o que impactou diretamente a precificação de seus múltiplos de mercado.

5º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 5,97 ↓2,93%

Descrição: O fundo de ações da MRV Engenharia e Participações S.A. terminou o pregão cotado ao preço atual de R$ 5,97 por cota ordinária, apurando uma desvalorização percentual de 2,93%. Nominalmente, a variação vendedora foi de R$ 0,18 face ao encerramento da véspera, que marcava R$ 6,15. Operando com forte fluxo de negócios na data, a construtora registrou um volume de ações de 10.598.900 papéis transacionados no mercado secundário. O intervalo de oscilação do dia apresentou uma cotação mínima diária de R$ 5,93 e uma máxima de R$ 6,34 por ativo. Quando analisado o histórico acumulado das últimas 52 semanas na bolsa de valores, constata-se que o fundo operou próximo de sua cotação mínima anual de R$ 5,04 e manteve um recuo técnico expressivo em relação à sua cotação máxima de R$ 10,53. O volume negociado em termos financeiros somou o montante de R$ 63.275.433,00, deixando o ativo na 5ª posição da tabela.

A MRV Engenharia e Participações S.A. é a maior construtora e incorporadora do Brasil no segmento de imóveis residenciais voltados para a baixa renda, destacando-se historicamente por sua forte atuação ligada a programas federais de habitação popular, como o Minha Casa, Minha Vida. O grupo expandiu suas operações criando subsidiárias de locação residencial e atuando no mercado imobiliário dos Estados Unidos por meio da AHS Residential (Resia). A última notícia de relevância relacionada à construtora aponta para a publicação de suas prévias operacionais de lançamentos e vendas líquidas, indicando uma melhora operacional na queima de caixa e no ticket médio das unidades comercializadas, embora analistas monitorem de perto a compressão de margens brutas gerada pelo reajuste nos custos globais de materiais de construção civil.

6º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 62,98 ↓2,73%

Descrição: As cotas ordinárias da petrolífera PRIO S.A. finalizaram as transações de mercado apresentando uma queda de 2,73%, com o seu preço atual estabelecido em R$ 62,98 por papel. A oscilação resultou em um recuo nominal de R$ 1,77 em relação ao patamar do fechamento anterior, que estava fixado em R$ 64,75. A liquidez diária do papel foi robusta e agressiva, estruturada em um volume de ações de 9.292.500 papéis transacionados no pregão. O preço das cotas flutuou entre a cotação mínima diária de R$ 62,41 e a máxima de R$ 64,15. Sob a ótica retrospectiva das últimas 52 semanas na B3, o ativo marcou sua cotação mínima anual no valor de R$ 34,18 e registrou a cotação máxima no patamar de R$ 72,98, evidenciando resiliência estrutural de longo prazo. O volume negociado financeiro fechou a sessão no montante vultoso de R$ 585.241.650,00, o maior volume total em dinheiro da lista, fixando o fundo de ações na 6ª posição.

A PRIO S.A. (antiga PetroRio) é a maior empresa independente de produção de petróleo e gás natural do Brasil, especializada no gerenciamento, revitalização e aumento da eficiência de campos maduros de petróleo localizados em águas profundas na Bacia de Campos, como Frade e Albacora Leste. A companhia foca em estratégias de baixo custo de extração (lifting cost) e forte excelência operacional. Em termos de fatos jornalísticos recentes, a PRIO divulgou dados consolidados sobre a sua produção diária de barris de óleo equivalente, que registrou novos recordes operacionais devido à interconexão de novos poços produtores, atraindo a atenção de analistas de mercado que avaliam positivamente a sua capacidade de geração de caixa mesmo em dias de volatilidade do preço internacional do barril de petróleo tipo Brent.

7º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 31,02 ↓2,67%

Descrição: As negociações das ações ordinárias da Vibra Energia S.A. na bolsa de valores encerraram com os papéis precificados no patamar atual de R$ 31,02, indicando um decréscimo percentual de 2,67% no dia de hoje. O recuo nominal apurado ao fim do pregão foi de R$ 0,85 frente ao fechamento anterior registrado de R$ 31,87. O volume de ações movimentado na sessão alcançou a marca de 6.392.800 papéis intermediados. No acompanhamento intradiário das transações de tela, a cotação mínima da rodada fixou-se em R$ 30,82, enquanto a máxima diária registrou o valor de R$ 32,28. No histórico consolidado das últimas 52 semanas de negociação, o ativo transitou a partir de uma cotação mínima de R$ 17,27 até atingir a sua cotação máxima de R$ 34,20, demonstrando proximidade com o topo de sua banda anual. O volume negociado em termos financeiros globais perfez a expressiva cifra de R$ 198.044.656,00, garantindo o 7º lugar no ranking de performance.

A Vibra Energia S.A. é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil, líder de mercado através da icônica rede de postos com a bandeira Petrobras, além de atuar fortemente na comercialização de energia e no fornecimento de combustíveis de aviação corporativa. A companhia foi privatizada e opera como uma corporação de capital pulverizado com foco em eficiência logística e expansão de margens de conveniência. Na mídia econômica de destaque recente, a Vibra anunciou a assinatura de parcerias estratégicas com grandes redes de varejo alimentício para expandir suas lojas de conveniência nos postos de combustíveis, além de avançar na infraestrutura de recarga rápida de veículos elétricos, alinhando suas metas operacionais às novas demandas globais de transição logística.

8º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 14,12 ↓2,49%

Descrição: O fundo de ações da Automob Participações S.A. apresentou uma desvalorização de 2,49% no fechamento do mercado acionário, sendo negociado ao preço atual de R$ 14,12 por cota ordinária. Nominalmente, a perda diária perfez a importância de R$ 0,36 abaixo do fechamento anterior estabelecido em R$ 14,48. O ativo demonstrou uma liquidez operacional extremamente contida e de baixa densidade no pregão de hoje, registrando um volume de ações de apenas 16.800 papéis transacionados na mesa da B3. O preço da cota flutuou entre a cotação mínima diária de R$ 14,12, onde encerrou a sessão, e a máxima diária de R$ 14,95. No escopo retrospectivo das últimas 52 semanas, o fundo de ações transitou entre a sua cotação mínima de R$ 10,00 e alcançou uma cotação máxima de R$ 15,76. O volume negociado financeiramente gerou o modesto montante de R$ 237.216,00, conferindo à empresa a 8ª posição no ranking.

A Automob Participações S.A., empresa controlada pelo Grupo Simpar, é uma das maiores redes de concessionárias de veículos leves e comerciais do país, atuando de forma integrada na comercialização de veículos novos, seminovos, peças de reposição física e serviços de manutenção mecânica de grandes montadoras globais. A companhia segue uma estratégia agressiva de consolidação de mercado por meio de aquisições corporativas regionais de redes de concessionárias. A última notícia de destaque do grupo envolve a integração operacional de suas últimas marcas de luxo adquiridas e a expansão de seus canais de vendas digitais para veículos seminovos, visando capturar sinergias de custos logísticos administrativos e melhorar o giro de estoques de veículos em suas lojas físicas ao longo do atual ano fiscal de balanço.

9º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 6,55 ↓2,09%

Descrição: A rodada de negociações da B3 registrou para as ações ordinárias da Companhia Siderúrgica Nacional S.A. (CSN) uma desvalorização de 2,09% no preço atual de fechamento das cotas, que se estabeleceu no montante de R$ 6,55. O recuo nominal observado foi de R$ 0,14 perante o fechamento anterior, que marcava R$ 6,69. O volume de ações movimentado pelos investidores na data de hoje perfez 12.595.900 papéis liquidados na mesa de operações de mercado. Durante o dia, as cotações das ações ordinárias da siderúrgica oscilaram entre a mínima registrada de R$ 6,50 e a máxima alcançada de R$ 6,87 por cota. Observando o intervalo histórico de 52 semanas, nota-se que o fundo de ações operou próximo de sua cotação mínima anual de R$ 5,66 e manteve forte recuo de sua cotação máxima de R$ 11,32. O volume negociado em valores monetários encerrou em expressivos R$ 82.503.145,00, posicionando a empresa na 9ª colocação geral.

A Companhia Siderúrgica Nacional S.A. (CSN) é um dos maiores conglomerados siderúrgicos integrados da América Latina, operando na produção de aço plano e longo, mineração de ferro de alta qualidade, cimento, energia e logística ferroviária e portuária integrada. A Usina Presidente Vargas, localizada em Volta Redonda, figura como o coração produtivo do grupo. Na imprensa especializada recente, a CSN divulgou dados sobre a emissão de novos bônus de dívida corporativa internacional e informou sobre as estratégias adotadas para atenuar o impacto da entrada de aço importado no mercado brasileiro, buscando otimizar o mix de vendas industriais e expandir a rentabilidade de suas operações de cimentos e mineração associadas.

10º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 42,82 ↓2,01%

Descrição: Concluindo a listagem de monitoramento de mercado do pregão, as ações ordinárias da Localiza Rent a Car S.A. apuraram uma variação percentual negativa de 2,01%, encerrando a sessão com o seu preço atual fixado em R$ 42,82. Nominalmente, o recuo registrado na jornada de hoje perfez o montante de R$ 0,88 abaixo do preço de fechamento anterior de R$ 43,70. O fundo de ações da companhia movimentou um fluxo financeiro muito vigoroso, totalizando um volume de ações de 5.486.500 papéis intermediados entre compradores e vendedores no mercado secundário da B3. No painel intradiário das telas, o ativo estabeleceu a sua cotação mínima em R$ 42,72 e registrou a cotação máxima no patamar de R$ 44,89. Diante do histórico das últimas 52 semanas de pregão, o ativo operou acima da cotação mínima de R$ 30,36 e abaixo da máxima anual de R$ 53,35. O volume negociado financeiro fechou na vultosa cifra de R$ 234.931.930,00, atribuindo ao ativo a 10ª posição no ranking consolidado.

A Localiza Rent a Car S.A. é a maior plataforma de soluções de mobilidade da América Latina, atuando de maneira consolidada e destacada no segmento de aluguel de carros (Rent a Car), gestão e terceirização de grandes frotas corporativas de longo prazo, além de deter uma robusta infraestrutura de lojas físicas especializadas para a venda direta de veículos seminovos. A companhia possui forte eficiência e escala operacional que garantem liderança de mercado. A última notícia corporativa de relevância jornalística aponta que a Localiza concluiu uma emissão pública e bem-sucedida de debêntures no mercado doméstico, captando recursos substanciais destinados à preservação de liquidez do caixa e continuidade do plano estratégico plurianual de renovação sustentável de sua frota operacional de veículos.

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