Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 28/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 1,05 16,67%
2 USIM5 R$ 6,97 6,57%
3 IRBR3 R$ 60,20 4,46%
4 MGLU3 R$ 10,05 4,25%
5 CMIN3 R$ 6,41 3,72%
6 ASAI3 R$ 8,96 3,23%
7 CSAN3 R$ 6,05 3,95%
8 PETR4 R$ 37,36 3,40%
9 BRAV3 R$ 18,86 3,23%
10 PRIO3 R$ 50,44 2,92%

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 1,06 ↑17,78%

Descrição: A Raízen liderou as valorizações do dia com uma performance expressiva de 17,78%, fechando cotada a R$ 1,06. Durante a sessão, o papel demonstrou forte volatilidade, oscilando entre a mínima de R$ 0,92 e a máxima de R$ 1,08. O volume de negociação foi massivo, totalizando 116.166.000 ações, o que gerou um montante financeiro de R$ 123.135.960,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 0,90, o avanço nominal foi de R$ 0,16. No contexto de 52 semanas, a ação ainda opera distante de sua máxima de R$ 2,23, mas se afasta consideravelmente da mínima anual de R$ 0,79. Este movimento sugere uma forte pressão compradora pontual, possivelmente motivada por fatores setoriais ou fluxos de recuperação de ativos “penny stocks”.

A Raízen é uma das maiores empresas de energia do Brasil, uma joint venture entre Cosan e Shell, atuando na produção de açúcar, etanol e distribuição de combustíveis. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando a transição energética global.

2º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,98 ↑6,73%

Descrição: O papel USIM5 apresentou uma sólida alta de 6,73%, encerrando o dia a R$ 6,98. A variação nominal positiva foi de R$ 0,44 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,54. A movimentação do dia foi marcada por uma estabilidade ascendente, batendo a máxima de R$ 7,15, que curiosamente coincide com a sua máxima das últimas 52 semanas, indicando um momento de rompimento de resistência técnica. O volume financeiro movimentado superou os R$ 203 milhões, com 29,1 milhões de ações trocando de mãos. A mínima do dia foi registrada em R$ 6,62, evidenciando que o papel não testou níveis inferiores ao fechamento do dia anterior. Este desempenho coloca a siderúrgica em uma posição de destaque no setor de materiais básicos.

A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos, com operações que abrangem desde a mineração até a transformação do aço. Uma notícia relevante recente envolve o investimento da companhia na reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, visando aumentar a eficiência operacional e reduzir custos no longo prazo.

3º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 60,18 ↑4,42%

Descrição: A IRBR3 registrou uma valorização de 4,42%, alcançando o patamar de R$ 60,18. O ganho nominal por ação foi de R$ 2,55. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 57,79 e a máxima de R$ 60,43, fechando muito próximo do topo do dia e também de sua máxima anual de R$ 60,43. O volume de ações negociadas foi de 1.189.000, resultando em um giro financeiro de R$ 71.554.020,00. Este desempenho reforça a trajetória de recuperação do ressegurador, que tem trabalhado na limpeza de sua carteira de sinistros. Vale notar que a mínima de 52 semanas está em R$ 42,58, o que demonstra uma valorização consistente de médio prazo.

O IRB Brasil RE atua no setor de resseguros, servindo como a “seguradora das seguradoras”, com operações no Brasil e no exterior. Recentemente, a empresa reportou lucros mensais positivos, o que trouxe otimismo aos investidores quanto à sustentabilidade de seu turnaround financeiro.

4º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,02 ↑3,94%

Descrição: A varejista Magazine Luiza fechou o pregão com alta de 3,94%, sendo negociada a R$ 10,02. O aumento de R$ 0,38 em relação ao fechamento anterior (R$ 9,64) levou o papel de volta ao patamar psicológico dos dois dígitos. O volume financeiro foi robusto, somando R$ 200.247.696,00, com quase 20 milhões de ações negociadas. A variação intradiária ficou entre R$ 9,68 e R$ 10,06. Apesar da alta, a ação ainda se encontra abaixo de sua máxima de 52 semanas (R$ 11,55), mas bem acima da mínima de R$ 5,82. A movimentação de hoje reflete um apetite maior por ativos cíclicos domésticos, sensíveis às expectativas de taxas de juros e consumo interno.

O Magalu é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do país, integrando lojas físicas e e-commerce de forma agressiva. Recentemente, a companhia celebrou uma parceria estratégica com o AliExpress para a venda mútua de produtos em seus respectivos marketplaces, visando ampliar o catálogo e a base de clientes.

5º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 6,41 ↑3,72%

Descrição: A CMIN3 encerrou o dia com uma valorização de 3,72%, cotada a R$ 6,41. O papel oscilou entre a mínima de R$ 6,20 e a máxima de R$ 6,42, atingindo hoje seu ponto mais alto das últimas 52 semanas. Foram negociadas 9.888.100 ações, gerando um volume financeiro de R$ 63.382.721,00. A variação nominal foi de R$ 0,23 frente ao fechamento anterior de R$ 6,18. Este desempenho acompanha a dinâmica dos preços do minério de ferro no mercado internacional, favorecendo empresas com baixo custo de extração. O ativo demonstra resiliência ao se manter distante da sua mínima anual de R$ 4,55.

A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, operando minas de alto teor de ferro em Minas Gerais. Notícias recentes indicam que a empresa está avançando em seus projetos de descaracterização de barragens e ampliação da capacidade de beneficiamento de minério a seco.

6º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,99 ↑3,57%

Descrição: As ações do Assaí (ASAI3) subiram 3,57%, fechando a R$ 8,99. Com uma variação positiva de R$ 0,31, o ativo movimentou um volume expressivo de R$ 222.856.706,00 através de 24,7 milhões de ações. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 8,67 e a máxima de R$ 9,03. O fechamento de hoje mostra uma recuperação interessante frente à mínima de 52 semanas (R$ 6,03), embora ainda esteja distante da máxima de R$ 11,88. A dinâmica reflete o posicionamento defensivo de investidores no setor de varejo alimentar, que costuma apresentar maior previsibilidade de fluxo de caixa em períodos de inflação persistente.

O Assaí Atacadista é uma rede brasileira de atacado de autosserviço (cash & carry). Em notícias corporativas recentes, a empresa comunicou que continua focada na desalavancagem financeira após o intenso ciclo de conversão de lojas que pertenciam ao Extra Hiper, visando reduzir as despesas financeiras.

7º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 6,02 ↑3,44%

Descrição: A holding Cosan registrou alta de 3,44%, encerrando a sessão a R$ 6,02. A valorização nominal foi de R$ 0,20. O ativo apresentou um volume financeiro de R$ 285.161.380,00, com 47,3 milhões de ações negociadas, evidenciando grande liquidez. A faixa de preço do dia variou entre R$ 5,86 e R$ 6,11. Historicamente, o papel oscilou entre R$ 4,92 e R$ 8,78 no último ano. O fechamento atual indica uma tentativa de afastamento das mínimas anuais, possivelmente impulsionado pelo desempenho positivo de suas subsidiárias, como a Raízen, que também figurou no topo das altas do dia.

A Cosan é um dos maiores conglomerados econômicos do país, com ativos nos setores de energia, logística (Rumo), lubrificantes (Moove) e gás (Compass). Uma notícia de destaque foi a movimentação em torno do IPO da sua subsidiária Moove na bolsa de Nova York, o que pode destravar valor para a holding.

8º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 37,36 ↑3,40%

Descrição: A Petrobras (PETR4) fechou em alta de 3,40%, a R$ 37,36. Foi a ação com o maior volume financeiro da lista, movimentando impressionantes R$ 1.531.621.768,00. A variação nominal foi de R$ 1,23. O papel atingiu hoje a sua máxima de 52 semanas (R$ 37,44), demonstrando uma força compradora inabalável. A mínima do dia foi de R$ 36,50. Com mais de 40,9 milhões de ações negociadas, o ativo continua sendo o principal termômetro do mercado brasileiro. O distanciamento da mínima anual de R$ 27,30 reflete tanto a valorização do petróleo tipo Brent quanto a política de distribuição de dividendos que atrai o investidor focado em renda.

A Petrobras é uma empresa de capital aberto cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil, atuando na exploração e produção de óleo e gás. Recentemente, a companhia anunciou o seu novo Plano Estratégico para os próximos cinco anos, com foco no aumento de investimentos em exploração na Margem Equatorial.

9º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,86 ↑3,23%

Descrição: A Brava Energia registrou alta de 3,23%, fechando o pregão cotada a R$ 18,86. A variação foi de R$ 0,59 sobre o preço de R$ 18,27. O papel teve uma máxima de R$ 18,97 e mínima de R$ 18,39. O volume negociado somou R$ 174.221.136,00, com 9,2 milhões de ações trocando de mãos. O ativo encontra-se em uma zona intermediária de sua variação anual, entre R$ 13,29 (mínima) e R$ 23,70 (máxima). O desempenho de hoje sugere uma recuperação técnica após períodos de volatilidade, acompanhando o otimismo do setor de petróleo e gás que impulsionou outras gigantes do segmento no mesmo dia.

A Brava Energia (fruto da fusão entre 3R Petroleum e Enauta) é uma das principais operadoras independentes de campos de petróleo e gás no Brasil. Recentemente, a companhia finalizou processos de integração operacional que visam capturar sinergias e reduzir o lifting cost de seus ativos.

10º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 50,47 ↑2,98%

Descrição: Encerrando o ranking, a PRIO3 subiu 2,98%, fixando-se em R$ 50,47. O ganho nominal foi de R$ 1,46. Durante o dia, o papel atingiu sua máxima de 52 semanas em R$ 50,72, após uma mínima de R$ 49,09. O volume financeiro foi expressivo, totalizando R$ 631.006.222,00, com 12,5 milhões de ações negociadas. A trajetória da empresa é de forte crescimento, saindo de uma mínima de R$ 32,68 em um ano para o topo atual. O interesse institucional no papel permanece elevado devido à sua eficiência operacional na revitalização de campos maduros de petróleo, sendo uma das favoritas para investidores que buscam exposição direta à commodity com gestão privada.

A PRIO (antiga PetroRio) é a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, especializada na gestão de reservatórios e campos em produção. Uma notícia relevante de última hora foi a autorização para o início da produção em novos poços no Campo de Frade, o que deve elevar a produção diária da companhia.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 EMBJ3 R$ 99,69 -3,61%
2 CPFE3 R$ 53,00 -2,93%
3 WEGE3 R$ 51,41 -2,45%
4 MBRF3 R$ 19,07 -2,31%
5 BRKM5 R$ 9,70 -2,51%
6 TAEE11 R$ 43,34 -1,86%
7 VIVA3 R$ 27,35 -1,23%
8 HAPV3 R$ 13,78 -0,65%
9 RADL3 R$ 24,65 -1,08%
10 ISAE4 R$ 28,36 -1,05%

1º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 99,83 ↓3,47%

Descrição: A Embraer lidera o ranking de volume financeiro e também a maior queda percentual do grupo analisado. O papel encerrou o pregão cotado a R$ 99,83, após uma variação negativa de R$ 3,59. Durante o dia, a volatilidade foi acentuada, com a máxima atingindo R$ 104,79 e a mínima tocando R$ 97,53, aproximando-se da resistência psicológica dos cem reais. O volume de negociação foi robusto, com 6.664.500 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 665.317.035,00. É importante notar que, apesar da queda diária, a ação permanece muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 105,50), indicando uma tendência de alta de longo prazo, visto que a mínima no mesmo período foi de R$ 56,65. O fechamento anterior de R$ 103,42 serviu como teto não superado nas negociações de hoje.

A Embraer é uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, com foco em aviação comercial, executiva e defesa. Recentemente, a empresa ganhou destaque internacional com o anúncio da expansão de sua linha de produção de jatos E2 para atender à demanda crescente de companhias aéreas europeias e asiáticas por aeronaves mais eficientes.

2º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 53,05 ↓2,84%

Descrição: As ações da CPFL Energia registraram uma desvalorização de R$ 1,55, fechando o dia a R$ 53,05. O ativo apresentou um comportamento de recuo consistente em relação ao fechamento anterior de R$ 54,60. A máxima do dia não ultrapassou os R$ 55,09, enquanto a mínima chegou a R$ 52,39. Com um volume de 3.608.800 ações, a companhia movimentou R$ 191.446.840,00 no mercado secundário. Observando o histórico de 52 semanas, a ação opera em um patamar elevado, considerando que sua mínima anual foi de R$ 30,49 e a máxima de R$ 56,35. Este movimento pode ser interpretado como uma realização de lucros por parte dos investidores institucionais após o papel testar níveis de resistência recentes.

A CPFL Energia atua nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica no Brasil. A última notícia relevante da companhia envolve o plano plurianual de investimentos bilionários em modernização da rede de distribuição para mitigar impactos de eventos climáticos extremos.

3º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 51,49 ↓2,30%

Descrição: A gigante de bens de capital WEG apresentou uma queda de 2,30%, fechando a R$ 51,49. A variação nominal negativa foi de R$ 1,21 por ação. O papel teve um dia de alta liquidez, com 11.206.400 ações negociadas, o que resultou em um volume financeiro expressivo de R$ 577.017.536,00. A amplitude do dia ficou entre a mínima de R$ 50,72 e a máxima de R$ 53,00, partindo de um fechamento prévio de R$ 52,70. No acumulado das últimas 52 semanas, o ativo demonstra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 33,92 e flertando com a máxima de R$ 53,78 registrada no período, o que reforça o perfil defensivo e de crescimento contínuo da empresa no setor industrial.

A WEG é reconhecida globalmente como uma das principais fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos, motores e transformadores. Recentemente, a companhia anunciou uma nova parceria estratégica para o fornecimento de sistemas de armazenamento de energia em larga escala (BESS) nos Estados Unidos.

4º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 19,08 ↓2,25%

Descrição: O frigorífico Marfrig fechou a sessão em queda de 2,25%, cotado a R$ 19,08, representando um decréscimo de R$ 0,44 em relação ao fechamento anterior de R$ 19,52. O papel demonstrou uma volatilidade típica do setor de proteína animal, variando entre a mínima de R$ 18,54 e a máxima de R$ 19,83. O volume de ações negociadas foi o mais alto da lista, com 15.780.600 papéis, gerando um volume financeiro de R$ 301.093.848,00. Comparando com o intervalo de 52 semanas, a ação encontra-se em um patamar intermediário, tendo oscilado entre R$ 11,97 (mínima) e R$ 26,83 (máxima), refletindo as incertezas macroeconômicas e os custos de insumos que impactam o setor.

A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo e a maior produtora de hambúrgueres global. Em notícias recentes, a empresa reforçou seu compromisso com a sustentabilidade ao anunciar que 100% de seus fornecedores diretos no bioma Amazônia já são monitorados via satélite.

5º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,73 ↓2,21%

Descrição: A petroquímica Braskem encerrou o dia valendo R$ 9,73, uma retração de 2,21% ou R$ 0,22 negativos. O ativo abriu abaixo do fechamento anterior de R$ 9,95 e manteve-se em tendência de queda, batendo a mínima de R$ 9,59. A máxima do dia foi de R$ 10,26. Com 4.659.700 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 45.338.881,00. O papel atravessa um momento desafiador, operando muito próximo de sua mínima de 52 semanas, que é de R$ 6,11, e longe da máxima de R$ 15,12. Esse comportamento reflete as pressões sobre as margens petroquímicas globais e incertezas jurídicas enfrentadas pela companhia.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. A última notícia de destaque refere-se ao andamento das negociações para a resolução definitiva de passivos geológicos em Maceió e a reestruturação societária envolvendo seus principais acionistas.

6º – TRANSMISSORA ALIANÇA UNT (TAEE11) | R$ 43,35 ↓1,83%

Descrição: As units da Taesa fecharam em queda de 1,83%, sendo negociadas a R$ 43,35. A variação negativa foi de R$ 0,81 sobre o fechamento de R$ 44,16. O papel registrou uma máxima de R$ 44,57 e uma mínima de R$ 42,77 durante o pregão. Foram movimentadas 2.627.400 unidades, totalizando R$ 113.897.790,00 em volume financeiro. Para o investidor focado em proventos, a ação demonstra estabilidade ao longo do ano, mantendo-se na metade superior de seu canal de 52 semanas, que varia de R$ 29,15 a R$ 45,45. A queda pontual não descaracteriza a robustez do ativo no setor elétrico.

A Taesa é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil em termos de receita anual permitida. Recentemente, a empresa reportou um sólido resultado trimestral, mantendo sua política de distribuição de dividendos atrativa para os acionistas.

7º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 27,25 ↓1,59%

Descrição: A rede de joalherias Vivara fechou a R$ 27,25, apresentando uma desvalorização de 1,59% ou R$ 0,44. O fechamento anterior havia sido de R$ 27,69. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 27,00 e a máxima de R$ 27,99. A liquidez foi mantida com 6.156.400 ações negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 167.761.900,00. No contexto anual, a ação demonstra recuperação frente à mínima de R$ 15,44, mas ainda busca retomar o patamar da máxima de 52 semanas, que foi de R$ 35,89. O recuo de hoje sugere uma acomodação do preço após períodos de valorização recente.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com um modelo de negócio verticalizado. A notícia mais recente da companhia foca na expansão de suas lojas físicas, especialmente da marca Life, visando capturar um público mais jovem e aumentar a penetração de mercado.

8º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,72 ↓1,08%

Descrição: A operadora de saúde Hapvida registrou uma queda moderada de 1,08%, encerrando o pregão a R$ 13,72. A variação nominal negativa foi de R$ 0,15 sobre o valor anterior de R$ 13,87. O ativo teve uma máxima de R$ 14,10 e mínima de R$ 13,46. O volume de negociação foi intenso, com 8.287.500 ações e um montante financeiro de R$ 113.704.500,00. No quadro de 52 semanas, a ação mostra-se comprimida entre a mínima de R$ 12,77 e a máxima de R$ 44,85. Este cenário de preços próximos às mínimas anuais reflete os desafios do setor de saúde suplementar com a sinistralidade elevada e reajustes de planos.

A Hapvida NotreDame Intermédica é o maior sistema de saúde suplementar do Brasil. A última notícia relevante da empresa destaca os esforços de integração operacional pós-fusão para otimizar custos e melhorar a eficiência do atendimento em sua rede própria.

9º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 24,67 ↓1,00%

Descrição: As ações da Raia Drogasil recuaram 1,00%, fechando o dia a R$ 24,67. A variação negativa foi de R$ 0,25 em relação ao fechamento de ontem, que foi de R$ 24,92. O ativo apresentou alta liquidez, com 11.148.000 ações negociadas, resultando em um giro de R$ 275.021.160,00. A amplitude do dia variou entre R$ 24,34 (mínima) e R$ 25,09 (máxima). No acumulado de 52 semanas, a RADL3 opera muito próxima de sua máxima histórica no período (R$ 26,25), demonstrando ser um dos papéis de varejo mais resilientes do Ibovespa, visto que sua mínima foi de R$ 12,67.

A Raia Drogasil é a líder no varejo farmacêutico brasileiro, operando as bandeiras Droga Raia e Drogasil. A última notícia da companhia informa sobre o fortalecimento de seu ecossistema digital de saúde, que já representa uma parcela significativa do faturamento total do grupo.

10º – ISA ENERGIA BRASIL S.A. (ISAE4) | R$ 28,38 ↓0,98%

Descrição: Encerrando o ranking, a ISA Energia Brasil teve a menor queda do grupo, com recuo de 0,98%, fechando a R$ 28,38. O ativo desvalorizou R$ 0,28 comparado ao fechamento anterior de R$ 28,66. A cotação máxima do dia foi de R$ 28,82, que coincide exatamente com a máxima das últimas 52 semanas, indicando que o papel testou o topo histórico recente antes de recuar levemente. A mínima do dia foi de R$ 28,07. Com um volume de 3.013.200 ações, a companhia movimentou R$ 85.514.616,00. O suporte de 52 semanas em R$ 20,28 mostra o forte movimento de valorização que o papel vem entregando aos acionistas nos últimos meses.

A ISA Energia Brasil, anteriormente conhecida como ISA CTEEP, é a maior transmissora privada de energia elétrica do país. Recentemente, a empresa anunciou a conclusão de novos projetos de transmissão que deverão incrementar sua Receita Anual Permitida (RAP) nos próximos ciclos.

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