Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 28/05/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 USIM5 R$ 10,64 4,01%
2 CSNA3 R$ 6,80 3,82%
3 RADL3 R$ 18,95 2,43%
4 LWSA3 R$ 3,65 2,24%
5 TOTS3 R$ 31,75 2,16%
6 BEEF3 R$ 3,97 2,06%
7 BRAV3 R$ 20,24 1,66%
8 CMIN3 R$ 4,70 1,51%
9 CYRE3 R$ 22,50 1,35%
10 NATU3 R$ 10,10 1,30%

1º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 10,64 ↑ 4,01%

Descrição: O ativo de classe preferencial encerrou a sessão ordinária negociado ao preço atual de R$ 10,64, consolidando uma expressiva valorização diária de 4,01%, o que corresponde a um incremento nominal de R$ 0,41 por ação sobre o fechamento anterior, estabelecido em R$ 10,23. Ao longo do pregão, o papel apresentou alta liquidez e volatilidade positiva, registrando a cotação mínima do dia em R$ 10,21 e atingindo a máxima diária em R$ 10,71. O volume de ações transacionado foi robusto, totalizando 17.473.700 papéis negociados. Sob a ótica retrospectiva do mercado nas últimas 52 semanas, o ativo transitou entre o suporte mínimo de R$ 3,90 e a resistência máxima de R$ 10,71, evidenciando que o fechamento atual se posiciona no teto do seu limite anual. O volume financeiro total negociado acumulado na sessão somou expressivos R$ 185.920.168,00, alocando a companhia siderúrgica na liderança isolada do ranking de rentabilidade diária da amostra.

A Usiminas é uma das maiores empresas siderúrgicas do Brasil, operando de forma integrada na produção e comercialização de aços planos laminados, destinados majoritariamente aos setores automotivo, naval e da construção civil. Uma das últimas notícias corporativas associadas à empresa destaca o otimismo dos investidores após a divulgação de dados operacionais que indicaram maior eficiência na produção de placas de aço e melhora nos preços realizados de exportação.

2º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 6,80 ↑ 3,82%

Descrição: A siderúrgica nacional apurou um desempenho de destaque no pregão, com o preço atual de fechamento fixado em R$ 6,80 por ação ordinária. O movimento técnico impulsionou uma variação percentual positiva de 3,82%, adicionando R$ 0,25 ao valor do papel em relação ao fechamento anterior, precificado em R$ 6,55. Durante os negócios diários, a oscilação de preços registrou a cotação mínima do dia em R$ 6,40 e alcançou a máxima diária de R$ 6,88. A liquidez de mercado mostrou-se aquecida, registrando um volume de ações de 15.153.000 papéis transacionados. No histórico operacional correspondente às últimas 52 semanas, os registros apontam uma amplitude de variação entre o suporte mínimo de R$ 5,66 e a cotação máxima de R$ 11,32. A movimentação de capital consolidada gerou um volume financeiro total negociado de R$ 103.040.400,00, garantindo o segundo lugar no ranking geral de valorização da sessão.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é um complexo siderúrgico integrado que atua nos segmentos de siderurgia, mineração, cimento, logística ferroviária e energia, com forte presença no mercado global de commodities. A última notícia do setor indica que a desvalorização cambial recente frente ao dólar e o reajuste nos preços internacionais do minério de ferro impulsionaram as ações de exportadoras de commodities minerais, beneficiando diretamente os resultados e a cotação da CSNA3.

3º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 18,95 ↑ 2,43%

Descrição: As ações ordinárias da gigante do varejo farmacêutico encerraram o dia de negociações cotadas ao preço atual de R$ 18,95. O ativo registrou uma variação positiva de 2,43%, o que representou uma valorização nominal de R$ 0,45 face ao fechamento anterior ajustado em R$ 18,50. A cotação flutuou com expressiva intensidade intradia, assinalando a mínima do dia em R$ 18,47 e tocando a máxima diária de R$ 19,43. O volume de ações negociadas foi altamente significativo, atingindo a marca de 22.727.300 papéis operados. Na avaliação dos limites técnicos das últimas 52 semanas, o ativo demonstrou estabilidade ao manter-se acima da mínima de R$ 12,62 e abaixo da máxima de R$ 27,31. A forte atividade de compra e venda por parte de investidores institucionais impulsionou um expressivo volume financeiro total negociado de R$ 430.682.335,00, posicionando o papel no terceiro lugar do ranking geral.

A Raia Drogasil (RD Saúde) é a maior rede de drogarias do Brasil em número de lojas e faturamento, resultado da fusão entre duas marcas tradicionais do varejo nacional e consolidando um modelo de negócios focado em saúde e bem-estar. A última notícia relevante relacionada à companhia ressalta a expansão de sua estratégia digital e de canais omnicanal, além do anúncio do pagamento de novos juros sobre o capital próprio (JCP) aprovados em assembleia.

4º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,65 ↑ 2,24%

Descrição: O ativo de tecnologia encerrou a sessão diária de negócios sendo cotado no preço atual de R$ 3,65, consolidando um desempenho positivo com alta de 2,24%. O ganho nominal por ação foi mensurado em R$ 0,08 quando comparado diretamente ao valor do fechamento anterior estabelecido em R$ 3,57. Durante o pregão ordinário, a cotação registrou menor volatilidade absoluta, testando a mínima do dia em R$ 3,52 e alcançando a máxima diária de R$ 3,67. O volume de ações movimentado resultou em 2.838.000 papéis transacionados, refletindo liquidez mais contida em relação aos pares de maior peso. No monitoramento de longo prazo referente às últimas 52 semanas, o ativo operou entre o piso mínimo de R$ 3,28 e o teto máximo de R$ 4,80. O volume financeiro total negociado encerrou em R$ 10.358.700,00, assegurando a quarta colocação do ranking diário.

A LWSA S/A (antiga Locaweb) é uma empresa líder no setor de tecnologia, especializada em serviços de hospedagem de sites, computação em nuvem, marketing digital e soluções integradas de e-commerce para pequenas e médias empresas. A última notícia atrelada à empresa reporta o foco estratégico da diretoria executiva na otimização de margens operacionais e na integração de plataformas adquiridas recentemente para elevar a rentabilidade do ecossistema de software.

5º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 31,75 ↑ 2,16%

Descrição: O papel de tecnologia da informação fechou o dia em alta, cotado ao preço atual de R$ 31,75 por ação ordinária. A variação percentual computada na sessão foi de 2,16%, gerando um avanço nominal de R$ 0,67 por cota frente ao valor de fechamento anterior estipulado em R$ 31,08. A flutuação diária ocorreu dentro de limites operacionais estáveis, apresentando a mínima do dia em R$ 30,75 e atingindo a máxima diária de R$ 31,96. O pregão registrou robusta movimentação institucional, alcançando um volume de ações de 8.129.700 contratos transacionados. Nas últimas 52 semanas, o histórico de movimentações técnicas estabelece uma variação que vai da mínima de R$ 30,29 até a máxima anual de R$ 47,98. A atratividade do ativo mobilizou investidores a ponto de gerar um volume financeiro total negociado de R$ 258.117.975,00, garantindo o quinto lugar na tabela amostral.

A TOTVS é uma corporação multinacional brasileira de software de gestão, plataforma de produtividade, colaboração e serviços financeiros, sendo considerada a maior empresa de tecnologia sediada na América Latina. A última notícia financeira corporativa veiculada destaca o fortalecimento de sua divisão de “Techfin” através de novas parcerias de crédito e o crescimento contínuo de sua receita recorrente anual (ARR) oriunda de serviços em nuvem.

6º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 3,97 ↑ 2,06%

Descrição: As ações da produtora e exportadora de proteína animal fecharam em alta de 2,06% no pregão diário, estabelecendo o preço atual de fechamento em R$ 3,97. A variação incremental registrou ganho nominal de R$ 0,08 sobre o fechamento anterior, que estava cotado a R$ 3,89. O papel teve um dia de forte fluxo operacional, oscilando entre a mínima do dia de R$ 3,95 e a máxima diária de R$ 4,16. O volume de ações movimentadas foi altamente relevante, contabilizando 28.203.600 papéis negociados no mercado da bolsa. Sob a perspectiva das últimas 52 semanas, os dados de mercado informam que o ativo flutuou entre o valor mínimo de R$ 3,60 e o limite máximo de R$ 7,31, evidenciando uma forte tendência corretiva nos últimos meses. O volume financeiro total negociado somou R$ 111.968.292,00, situando o ativo na sexta posição do ranking.

A Minerva Foods é uma das empresas líderes na América do Sul na produção e venda de carne bovina in natura, couro e derivados, destacando-se como uma das principais exportadoras do segmento para mercados emergentes e asiáticos. Uma das últimas notícias de impacto para o negócio cita a abertura de novos mercados internacionais para plantas frigoríficas brasileiras e a melhoria dos ciclos de gado na região, favorecendo o fluxo de caixa operacional projetado.

7º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 20,24 ↑ 1,66%

Descrição: O ativo do setor petrolífero encerrou as operações financeiras cotado ao preço atual de R$ 20,24 por ação, aferindo uma valorização diária de 1,66%. O acréscimo nominal representou um ganho de R$ 0,33 em relação ao fechamento anterior de R$ 19,91. Na sessão, as cotações oscilaram de forma moderada, registrando a mínima do dia no suporte de R$ 19,73 e alcançando a máxima diária de R$ 20,46. O volume de ações atingiu o montante de 6.083.300 papéis que mudaram de titularidade ao longo do pregão. Analisando as flutuações de longo prazo correspondentes às últimas 52 semanas, verifica-se que o ativo transitou entre o patamar mínimo de R$ 13,21 e a máxima de R$ 22,15. O volume financeiro total negociado movimentou a expressiva cifra de R$ 123.125.992,00, alocando a companhia no sétimo lugar do ranking diário de valorizações.

A Brava Energia S.A. (companhia resultante da consolidação entre a 3R Petroleum e a Enauta) é uma operadora independente focada na revitalização e exploração eficiente de campos maduros de petróleo e gás em bacias terrestres e marítimas no Brasil. A última notícia de destaque do setor indica que o início da produção comercial regular em poços marítimos estratégicos adicionou otimismo sobre o atingimento das metas de produção da petroleira para o ano.

8º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,70 ↑ 1,51%

Descrição: O ativo de extração mineral encerrou o dia em terreno positivo, precificado no valor atual de R$ 4,70 por ação ordinária. O papel registrou uma taxa de valorização diária de 1,51%, o que resultou em um acréscimo financeiro nominal de R$ 0,07 em comparação direta com o fechamento anterior, cotado em R$ 4,63. No mercado intradia, a cotação variou entre a mínima do dia de R$ 4,57 e a máxima diária de R$ 4,75. Foram transacionadas 6.098.100 cotas acionárias no decorrer das negociações da sessão. No retrospecto de mercado avaliado no intervalo das últimas 52 semanas, o papel operou entre o piso mínimo de R$ 4,08 e a resistência máxima de R$ 6,37. A performance financeira diária movimentou um volume financeiro total negociado de R$ 28.661.070,00, o que garantiu ao papel de mineração o oitavo lugar na listagem avaliada.

A CSN Mineração é uma das principais produtoras integradas de minério de ferro do mundo, sendo a subsidiária de extração mineral da Companhia Siderúrgica Nacional, focada no abastecimento doméstico e nas exportações para o mercado transatlântico. A última notícia do mercado internacional destaca que dados industriais positivos vindos de portos asiáticos indicaram estabilidade nos estoques de minério de ferro de alta qualidade, servindo de gatilho de suporte para as ações CMIN3.

9º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 22,50 ↑ 1,35%

Descrição: O ativo pertencente ao segmento da incorporação imobiliária fechou cotado no preço atual de R$ 22,50, consolidando uma valorização diária de 1,35%. A variação nominal acumulada na sessão foi de R$ 0,30 por ação sobre o fechamento anterior precificado em R$ 22,20. Os negócios se desenvolveram em faixas operacionais regulares, computando a mínima do dia em R$ 21,92 e atingindo a máxima diária em R$ 22,80. Houve forte tração de liquidez com um volume de ações de 15.444.000 papéis transacionados na bolsa de valores. Diante do histórico acumulado no período de 52 semanas, o papel operou com a cotação mínima registrada em R$ 18,35 e o teto máximo posicionado em R$ 32,17. O volume financeiro total negociado atingiu expressivos R$ 347.490,000,00, alocando o ativo imobiliário na nona posição da tabela geral de desempenho.

A Cyrela Brazil Realty é uma das maiores empresas do setor de incorporação imobiliária e construção residencial do país, focada em empreendimentos de médio e alto padrão e reconhecida pela solidez financeira. A última notícia setorial aponta que, apesar dos patamares elevados das taxas de juros domésticas, o sólido desempenho operacional de lançamentos residenciais de alta renda reportado pela incorporadora tem sustentado o fluxo comprador para a CYRE3.

10º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 10,10 ↑ 1,30%

Descrição: Concluindo a seleção de ativos monitorados na sessão diária de valorizações, as ações da fabricante de produtos de beleza e higiene pessoal fecharam cotadas ao preço atual de R$ 10,10. O ativo registrou um incremento de 1,30% no pregão corrente, representando um avanço nominal de R$ 0,13 em comparação ao fechamento anterior de R$ 9,97. A movimentação diária das ações flutuou entre a mínima do dia de R$ 9,93 e a máxima diária de R$ 10,33. O volume de ações movimentado envolveu 11.601.200 papéis negociados no pregão. Avaliando as bandas históricas das últimas 52 semanas, os dados apontam que o ativo oscilou entre a mínima de R$ 7,13 e a máxima anual de R$ 11,30. O volume financeiro total negociado encerrou em R$ 117.122.120,00, posicionando a empresa na décima colocação do ranking diário e fechando o balanço consolidado de mercado.

A Natura Cosméticos S.A. é uma empresa multinacional brasileira do setor de cosméticos, higiene e perfumaria, que atua por meio do modelo de venda direta e canais de varejo com forte posicionamento em sustentabilidade. Uma das últimas notícias relevantes destaca a aceleração de seu plano de reestruturação interna focado na integração da marca com a Avon na América Latina, visando aumentar as sinergias e reduzir as despesas operacionais da holding corporativa.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,34 -19,05%
2 CVCB3 R$ 1,60 -5,33%
3 MGLU3 R$ 6,32 -4,24%
4 AZZA3 R$ 19,85 -3,87%
5 ASAI3 R$ 8,98 -2,92%
6 CPFE3 R$ 43,03 -2,60%
7 BBAS3 R$ 20,61 -2,18%
8 UGPA3 R$ 26,91 -2,07%
9 RECV3 R$ 11,58 -1,95%
10 ABEV3 R$ 16,29 -1,93%

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,34 ↓ 19,05%

Descrição: O ativo de classe preferencial liderou as baixas do pregão ao encerrar cotado no preço atual de R$ 0,34, consolidando uma severa desvalorização diária de 19,05%. O recuo nominal foi de R$ 0,08 por papel frente ao fechamento anterior estabelecido em R$ 0,42. Durante a sessão, o mercado operou sob forte pânico vendedor, com as cotações flutuando entre a mínima do dia de R$ 0,33 e a máxima diária de R$ 0,39. O volume de ações transacionado foi extraordinariamente alto, atingindo a marca de 78.129.300 papéis negociados. No comparativo de longo prazo das últimas 52 semanas, o ativo transitou entre o suporte mínimo de R$ 0,33 e o teto máximo de R$ 2,08, evidenciando que o valor atual flerta diretamente com o piso histórico do papel na bolsa de valores. A forte liquidez direcionada à liquidação de posições gerou um volume financeiro total negociado de R$ 26.563.922,00.

A Raízen S.A. é uma das maiores empresas do setor sucroenergético do Brasil, atuando de forma integrada na produção de açúcar, etanol de primeira e segunda geração (E2G), além da distribuição de combustíveis sob a bandeira Shell. A última notícia corporativa de forte impacto reporta que a companhia divulgou os termos preliminares de seu plano de recuperação extrajudicial para reestruturar uma dívida totalizada em bilhões de reais. O mercado reagiu de forma muito negativa à proposta de conversão de parte dos débitos em ações ao preço sugerido de R$ 0,25 por papel, deflagrando o forte movimento de venda generalizada observado nesta sessão.

2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,60 ↓ 5,33%

Descrição: As ações ordinárias da operadora de turismo fecharam em expressiva queda de 5,33% no pregão diário, estabelecendo o preço atual de fechamento em R$ 1,60. A variação incremental registrou um declínio nominal de R$ 0,09 sobre o valor do fechamento anterior, que estava cotado a R$ 1,69. O papel teve um dia de forte fluxo vendedor, operando de forma deprimida e oscilando entre a mínima do dia de R$ 1,60 e a máxima diária de R$ 1,70. O volume de ações movimentadas contabilizou 10.503.500 papéis negociados no mercado da bolsa brasileira. Sob a perspectiva das últimas 52 semanas, os dados de mercado informam que o ativo flutuou entre o valor mínimo de R$ 1,60 e o limite máximo de R$ 2,79, comprovando que o papel encerrou a sessão testando a sua mínima técnica anual. O volume financeiro total negociado somou R$ 16.805.600,00.

A CVC Brasil é a maior operadora e agência de viagens do país, especializada na intermediação de pacotes turísticos, passagens aéreas, reservas de hotéis e cruzeiros marítimos. A última notícia relacionada ao setor de turismo aponta que o encarecimento das passagens aéreas internacionais e o encarecimento do custo do crédito doméstico têm pressionado as margens brutas operacionais das agências de viagens, o que afasta investidores institucionais do papel no curto prazo devido ao risco de desaceleração nas reservas.

3º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 6,32 ↓ 4,24%

Descrição: O gigante do comércio eletrônico anotou um recuo de 4,24% no pregão, com o preço atual de fechamento fixado em R$ 6,32 por ação ordinária. O movimento técnico de desvalorização subtraiu R$ 0,28 do valor do papel em relação ao fechamento anterior, precificado em R$ 6,60. Durante os negócios diários, a oscilação de preços registrou a cotação mínima do dia em R$ 6,30 e alcançou a máxima diária de R$ 6,71. A liquidez de mercado mostrou-se aquecida e volumosa, registrando um volume de ações de 17.783.700 papéis transacionados na sessão. No histórico operacional correspondente às últimas 52 semanas, os registros apontam uma amplitude de variação entre o suporte mínimo de R$ 6,15 e a cotação máxima de R$ 11,44. A movimentação de capital consolidada gerou um expressivo volume financeiro total negociado de R$ 112.392.984,00.

O Magazine Luiza é uma das principais plataformas de varejo multicanal e e-commerce do Brasil, operando no comércio de eletrodomésticos, eletrônicos, móveis e utilidades por meio de lojas físicas e um robusto marketplace digital. A última notícia corporativa do setor de consumo aponta que as altas taxas de juros no varejo, somadas ao elevado endividamento das famílias brasileiras, continuam atuando como ventos contrários para o crescimento da receita líquida de bens discricionários e gerando desalavancagem operacional no balanço consolidado da companhia.

4º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 19,85 ↓ 3,87%

Descrição: O papel da varejista de moda de alta renda encerrou o dia cotado ao preço atual de R$ 19,85, apresentando uma retração percentual de 3,87%, o que representa uma variação negativa de R$ 0,80 em relação ao fechamento anterior de R$ 20,65. Durante o intervalo operacional do mercado secundário, a cotação mínima do dia alcançou R$ 19,85, enquanto a máxima diária atingiu a marca de R$ 20,79, evidenciando o fechamento na mínima. O volume de ações negociadas somou 1.292.700 cotas ao longo da sessão. Analisando o comportamento histórico do ativo em horizontes amplos de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 18,32, ao passo que a máxima anual tocou R$ 41,49. A movimentação financeira diária consolidada resultou em um volume financeiro negociado de R$ 25.660.095,00.

A Azzas 2154 S.A. é a companhia de vestuário de moda de luxo resultante da fusão corporativa entre o Grupo Arezzo e a Grupo Soma, detendo em seu portfólio de marcas consolidadas como Arezzo, Schutz, Hering, Farm, Reserva e Animale. A última notícia veiculada sobre a companhia destaca que a administração veio a público esclarecer e negar os boatos recentes de mercado sobre uma suposta cisão estratégica dos negócios entre os principais acionistas fundadores (famílias Birman e Jatahy), reforçando que a avaliação de alternativas de reestruturação operacional das marcas faz parte da governança usual do negócio.

5º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,98 ↓ 2,92%

Descrição: O ativo de varejo alimentar encerrou a sessão diária sendo cotado no preço atual de R$ 8,98, consolidando um desempenho negativo com desvalorização de 2,92%. O decréscimo nominal por ação foi mensurado em R$ 0,27 quando comparado diretamente ao valor do fechamento anterior estabelecido em R$ 9,25. Durante o pregão ordinário, a cotação flutuou registrando a mínima do dia em R$ 8,92 e alcançando a máxima diária de R$ 9,35. O volume de ações movimentado resultou em expressivos 19.606.800 papéis transacionados, refletindo forte liquidez. No monitoramento de longo prazo referente às últimas 52 semanas, o ativo operou entre o piso mínimo de R$ 6,91 e o teto máximo de R$ 11,88. O volume financeiro total negociado encerrou em expressivos R$ 176.069.064,00, assegurando a quinta colocação no ranking de perdas.

A Sendas Distribuidora S.A. (que opera comercialmente sob a marca Assaí Atacadista) é uma das maiores empresas de atacado de autosserviço (cash and carry) do Brasil, focada no atendimento de microempresas e consumidores de média e baixa renda. A última notícia corporativa destaca a contínua desalavancagem financeira da empresa após a conversão de antigas lojas de hipermercados e o esforço de sua administração em estender o perfil de vencimento das dívidas para mitigar o impacto dos juros reais elevados no lucro líquido final.

6º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 43,03 ↓ 2,60%

Descrição: O papel do setor de utilidade pública fechou o dia em baixa, cotado ao preço atual de R$ 43,03 por ação ordinária. A variação percentual computada na sessão foi negativa em 2,60%, gerando um recuo nominal de R$ 1,15 por cota frente ao valor de fechamento anterior estipulado em R$ 44,18. A flutuação diária ocorreu dentro de limites operacionais estáveis, apresentando a mínima do dia em R$ 42,94 e atingindo a máxima diária de R$ 44,35. O pregão registrou regular movimentação institucional, alcançando um volume de ações de 2.616.800 contratos transacionados. Nas últimas 52 semanas, o histórico de movimentações técnicas estabelece uma variação que vai da mínima de R$ 34,28 até a máxima anual de R$ 52,99. O volume financeiro total negociado mobilizou R$ 112.600.904,00.

A CPFL Energia é uma das maiores holdings do setor elétrico do Brasil, atuando de forma expressiva nos segmentos de distribuição, geração, comercialização de energia elétrica e serviços, controlada pelo grupo State Grid. A última notícia do setor elétrico aponta que debates regulatórios envolvendo as concessões de distribuição de energia elétrica e o aumento da aversão ao risco em empresas tradicionalmente pagadoras de dividendos motivaram um fluxo de realização de lucros de curto prazo nas ações CPFE3.

7º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 20,61 ↓ 2,18%

Descrição: O ativo do setor financeiro estatal encerrou as operações cotado ao preço atual de R$ 20,61 por ação, auferindo uma desvalorização diária de 2,18%. O decréscimo nominal representou uma perda de R$ 0,46 em relação ao fechamento anterior de R$ 21,07. Na sessão, as cotações oscilaram de forma relevante, registrando a mínima do dia no suporte de R$ 20,58 e alcançando a máxima diária de R$ 21,18. O volume de ações atingiu o expressivo montante de 19.398.700 papéis transacionados ao longo do pregão. Analisando as flutuações de longo prazo correspondentes às últimas 52 semanas, verifica-se que o ativo transitou entre o patamar mínimo de R$ 17,83 e a máxima de R$ 27,74. O expressivo volume financeiro total negociado movimentou a expressiva cifra de R$ 399.807.207,00.

O Banco do Brasil S.A. é a instituição financeira estatal mais tradicional do país, com atuação diversificada em crédito corporativo, varejo bancário e um posicionamento de liderança absoluta no financiamento do agronegócio nacional. A última notícia de destaque atrelada ao banco reporta que a instituição manteve sólida rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) em seus últimos resultados consolidados, embora provisões cautelares contra inadimplência em linhas de varejo e fatores macroeconômicos tenham limitado o desempenho das cotações na bolsa.

8º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 26,91 ↓ 2,07%

Descrição: O ativo do setor de distribuição de combustíveis encerrou o dia em terreno negativo, precificado no valor atual de R$ 26,91 por ação ordinária. O papel registrou uma taxa de desvalorização diária de 2,07%, o que resultou em um decréscimo financeiro nominal de R$ 0,57 em comparação direta com o fechamento anterior, cotado em R$ 27,48. No mercado intradia, a cotação variou entre a mínima do dia de R$ 26,90 e a máxima diária de R$ 27,68. Foram transacionadas 4.196.600 cotas acionárias no decorrer das negociações da sessão. No retrospecto de mercado avaliado no intervalo das últimas 52 semanas, o papel operou entre o piso mínimo de R$ 14,62 e a resistência máxima de R$ 30,81. A performance diária movimentou um volume financeiro total negociado de R$ 112.930.506,00.

A Ultrapar é um dos principais conglomerados empresariais do país, operando na distribuição de combustíveis por meio da rede Ipiranga, na distribuição de GLP através da Ultragaz e no segmento de infraestrutura logística de armazenamento de granéis líquidos com a Ultracargo. A última notícia relevante sobre a companhia sinaliza que a instabilidade e volatilidade recente nos preços internacionais do petróleo geraram revisões preventivas em margens de refino e de distribuição para as distribuidoras brasileiras, refletindo-se na pressão vendedora atual.

9º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 11,58 ↓ 1,95%

Descrição: O ativo pertencente ao segmento petrolífero de exploração júnior fechou cotado no preço atual de R$ 11,58, consolidando uma desvalorização diária de 1,95%. A variação nominal acumulada na sessão foi de R$ 0,23 por ação sobre o fechamento anterior precificado em R$ 11,81. Os negócios se desenvolveram em faixas operacionais regulares, computando a mínima do dia em R$ 11,53 e atingindo a máxima diária em R$ 12,01. Houve regular tração de liquidez com um volume de ações de 1.990.600 papéis transacionados na bolsa de valores brasileira. Diante do histórico acumulado no período de 52 semanas, o papel operou com a cotação mínima registrada em R$ 9,18 e o teto máximo posicionado em R$ 14,24. O volume financeiro total negociado atingiu R$ 23.051.148,00.

A PetroRecôncavo é uma petroleira independente pioneira na operação de campos maduros de petróleo e gás natural em bacias terrestres brasileiras (onshore), com forte atuação nas bacias do Recôncavo Baiano e Potiguar. A última notícia do setor de energia ressalta que o avanço operacional orgânico e os investimentos em perfuração de novos poços têm compensado parte do recuo internacional no preço do barril de petróleo tipo Brent, oferecendo suporte financeiro de médio prazo para a petroleira.

10º – Ambev S.A. (ABEV3) | R$ 16,29 ↓ 1,93%

Descrição: Concluindo a seleção de ativos monitorados na sessão diária de desvalorizações, as ações ordinárias da gigante de bebidas fecharam cotadas ao preço atual de R$ 16,29. O ativo registrou um recuo de 1,93% no pregão corrente, representando um decréscimo nominal de R$ 0,32 em comparação ao fechamento anterior de R$ 16,61. A movimentação diária das ações flutuou entre a mínima do dia de R$ 16,25 e a máxima diária de R$ 16,65. O volume de ações movimentado envolveu significativos 24.767.400 papéis negociados no pregão. Avaliando as bandas históricas das últimas 52 semanas, os dados apontam que o ativo oscilou entre a mínima de R$ 11,00 e a máxima anual de R$ 17,04. O volume financeiro total negociado encerrou em expressivos R$ 403.460.946,00.

A Ambev S.A. é a maior empresa de bebidas da América Latina e subsidiária da Anheuser-Busch InBev, atuando na produção, distribuição e comercialização de marcas de cerveja, refrigerantes e bebidas não alcoólicas de grande penetração no mercado doméstico. A última notícia corporativa da companhia aponta que, embora o volume de vendas de cervejas premium apresente crescimento consistente no Brasil, pressões de custos com commodities de embalagem e a maior agressividade competitiva no mercado de marcas populares limitaram o avanço do lucro operacional nesta virada de trimestre.

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