As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | PRIO3 | R$ 51,47 | 0,02% |
| 2 | PETR4 | R$ 37,81 | 0,01% |
| 3 | BEEF3 | R$ 6,21 | 0,01% |
| 4 | BRAV3 | R$ 19,01 | 0,01% |
| 5 | PETR3 | R$ 40,40 | 0,01% |
| 6 | B3SA3 | R$ 16,64 | 0,01% |
| 7 | WEGE3 | R$ 51,91 | 0,01% |
| 8 | VALE3 | R$ 87,50 | 0,01% |
| 9 | SMTO3 | R$ 15,64 | 0,00% |
| 10 | MULT3 | R$ 32,66 | 0,00% |
1º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 51,47 ↑ 1,92%
Descrição: A PRIO3 encerrou a sessão com uma valorização expressiva de 1,92%, atingindo o preço atual de R$ 51,47. Durante o pregão, o ativo demonstrou força ao registrar a máxima de R$ 51,98, valor que também representa o teto das últimas 52 semanas, indicando que a empresa está operando em seu nível histórico mais alto do ano. A mínima do dia foi de R$ 50,70, enquanto o fechamento anterior havia sido de R$ 50,50. O volume de ações movimentadas foi de 16.254.500 unidades, resultando em um montante financeiro negociado de expressivos R$ 836.619.115,00. Analisando o intervalo anual, a ação subiu consideravelmente desde sua mínima de R$ 32,68. Esse desempenho coloca a companhia em uma posição de destaque no setor petrolífero, atraindo investidores que buscam crescimento em ativos de exploração de campos maduros. A eficiência operacional tem sido o grande driver dessa valorização consistente nos últimos meses.
A PRIO S.A., antiga PetroRio, é a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, focada na revitalização e exploração de campos de petróleo já em produção. Recentemente, a empresa ganhou as manchetes ao anunciar dados de produção operacional robustos, reforçando sua capacidade de extração e redução de custos nos campos de Albacora Leste e Frade.
2º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 37,81 ↑ 1,26%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) registraram uma alta de 1,26%, fechando a R$ 37,81. O ativo movimentou um volume massivo de 55.157.200 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 2.085.493.732,00, o maior entre os dez ativos analisados. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 37,56 e a máxima de R$ 38,58. É importante notar que a máxima do dia atingiu exatamente o patamar da máxima das últimas 52 semanas (R$ 38,58), sinalizando uma forte pressão compradora e otimismo do mercado quanto à geração de caixa da estatal. O fechamento anterior foi de R$ 37,34. No acumulado de um ano, o papel mostra uma recuperação sólida frente à mínima de R$ 27,30. A liquidez do ativo permanece como um dos principais pilares para fundos institucionais e investidores estrangeiros que buscam exposição ao setor de energia brasileiro.
A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua de forma integrada na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural. Uma notícia recente que impactou o mercado foi a discussão sobre a nova política de dividendos e os investimentos previstos no Plano Estratégico da companhia para os próximos cinco anos.
3º – Minerva S.A (BEE3) | R$ 6,21 ↑ 0,98%
Descrição: O ativo BEE3, da Minerva Foods, apresentou um avanço de 0,98%, sendo cotado a R$ 6,21 no fechamento. O volume negociado no dia foi de 11.763.600 ações, somando um valor financeiro de R$ 73.051.956,00. A ação teve uma mínima diária de R$ 6,11 e uma máxima de R$ 6,24, aproximando-se do preço médio observado no período recente. O fechamento anterior de R$ 6,15 foi superado, indicando uma recuperação leve. No horizonte de 52 semanas, a ação transitou entre a mínima de R$ 3,65 e a máxima de R$ 7,37, mostrando que, apesar da alta atual, o papel ainda possui espaço para recuperar o fôlego em relação ao pico anual. O setor de proteína animal enfrenta desafios cíclicos, mas o volume de exportações tem mantido o interesse do investidor no curto prazo, especialmente com a abertura de novos mercados internacionais.
A Minerva Foods é líder na exportação de carne bovina na América do Sul e atua também no segmento de processados. Recentemente, a empresa concluiu a aquisição de ativos da Marfrig em diversos países, um movimento estratégico que visa consolidar sua liderança regional e expandir sua capacidade produtiva.
4º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 19,01 ↑ 0,96%
Descrição: As ações da Brava Energia fecharam o dia em R$ 19,01, registrando uma valorização de 0,96%. O volume de ações trocadas entre investidores foi de 9.175.800, gerando um volume financeiro de R$ 174.431.958,00. A mínima registrada durante o pregão foi de R$ 18,71 e a máxima chegou a R$ 19,39. Comparado ao fechamento anterior de R$ 18,83, o desempenho foi positivo, embora a ação esteja operando abaixo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 23,70. Por outro lado, o papel está bem acima da mínima anual de R$ 13,29, demonstrando uma tendência de recuperação após períodos de maior volatilidade. O mercado observa atentamente a capacidade de execução operacional da companhia em seus campos de produção, o que justifica a movimentação financeira estável observada nesta última sessão.
A Brava Energia é fruto da fusão estratégica entre a 3R Petroleum e a Enauta, criando uma das maiores operadoras independentes de óleo e gás do Brasil. A notícia mais recente sobre a empresa envolve a integração dos ativos após a fusão, visando capturar sinergias operacionais e otimizar a extração no Campo de Papa-Terra.
5º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 40,40 ↑ 0,90%
Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) acompanharam o movimento positivo do setor e das suas correlatas preferenciais, subindo 0,90% para fechar em R$ 40,40. O volume negociado foi expressivo, com 19.163.600 papéis trocando de mãos, totalizando R$ 774.209.440,00. A volatilidade do dia viu o preço variar entre R$ 40,05 e R$ 41,26. Assim como PETR4, a máxima do dia coincidiu com a máxima das últimas 52 semanas (R$ 41,26), reforçando o momento técnico altista do ativo. O fechamento anterior foi de R$ 40,04. A mínima anual registrada foi de R$ 29,34, o que demonstra uma valorização acumulada significativa. Os investidores de PETR3 geralmente focam no direito a voto e na paridade de dividendos, mantendo a ação como um dos pilares de qualquer portfólio focado em blue chips no mercado brasileiro.
A Petrobras (ordinárias) representa o capital votante da estatal, sendo fundamental para o controle da companhia pelo Governo Federal. Recentemente, a empresa anunciou investimentos significativos em projetos de descarbonização e energia renovável, sinalizando uma transição gradual em sua matriz de produção de longo prazo.
6º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 16,64 ↑ 0,79%
Descrição: A B3SA3 encerrou o dia com alta de 0,79%, cotada a R$ 16,64. O volume de ações foi extremamente alto, com 109.391.400 unidades negociadas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 1.820.272.896,00. Esta alta liquidez é característica do papel, que serve como termômetro para o mercado de capitais brasileiro. A mínima do dia foi de R$ 16,22 e a máxima de R$ 16,82. Este valor máximo diário também é a máxima de 52 semanas, indicando que a B3 está vivendo seu melhor momento de preço no último ano. O fechamento anterior foi de R$ 16,51. Considerando a mínima de 52 semanas em R$ 9,73, a valorização acumulada é impressionante, refletindo o aumento do volume médio diário de negociação (ADTV) e a resiliência do mercado financeiro local mesmo diante de juros elevados.
A B3 é a única bolsa de valores em operação no Brasil, detendo um monopólio no mercado de balcão organizado e compensação. Uma notícia recente importante foi o lançamento de novos produtos, como futuros de Bitcoin e opções sobre ETFs, visando diversificar as receitas da companhia e atrair investidores de varejo.
7º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 51,91 ↑ 0,66%
Descrição: Referência em eficiência e crescimento, a WEGE3 teve alta de 0,66%, fechando a R$ 51,91. Foram negociadas 7.529.700 ações, somando um montante de R$ 390.866.727,00. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 51,59 e a máxima de R$ 53,39 durante o pregão. Vale destacar que a máxima das últimas 52 semanas está em R$ 53,48, o que coloca o preço atual muito próximo do topo histórico recente. O fechamento anterior foi de R$ 51,57. Ao olharmos para a mínima anual de R$ 33,92, percebemos a solidez desta “growth stock” brasileira. O mercado continua premiando a WEG pela sua diversificação geográfica e por sua exposição a setores de energia renovável e mobilidade elétrica, fatores que garantem margens operacionais saudáveis e previsibilidade de lucros para os acionistas.
A WEG é uma multinacional brasileira fabricante de equipamentos eletroeletrônicos, atuando principalmente no setor de bens de capital. Recentemente, a empresa anunciou a aquisição de uma fábrica de transformadores nos Estados Unidos, visando ampliar sua participação no mercado norte-americano de infraestrutura elétrica.
8º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 87,50 ↑ 0,61%
Descrição: A gigante da mineração VALE3 registrou valorização de 0,61%, encerrando a R$ 87,50. Com 39.017.600 ações negociadas, o volume financeiro atingiu expressivos R$ 3.414.040.000,00, liderando o ranking em valores absolutos financeiros. A mínima do dia foi de R$ 86,81 e a máxima atingiu R$ 89,50. Curiosamente, esta máxima diária também representa a máxima de 52 semanas, sugerindo um forte otimismo com a demanda por minério de ferro e a eficiência da companhia. O fechamento anterior foi de R$ 86,97. Comparado à mínima anual de R$ 44,77, o papel praticamente dobrou de valor no período, refletindo a recuperação dos preços das commodities e a gestão focada em retorno de capital. A Vale permanece como o ativo preferencial para quem busca exposição ao cenário macroeconômico global e à economia chinesa.
A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, com foco principal na produção de minério de ferro e níquel. A última notícia relevante da companhia refere-se ao acordo definitivo de indenização relacionado ao rompimento da barragem de Mariana, trazendo maior previsibilidade jurídica e financeira para os investidores.
9º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,64 ↑ 0,32%
Descrição: As ações da São Martinho (SMTO3) tiveram uma alta moderada de 0,32%, fechando em R$ 15,64. O volume negociado foi de 2.594.700 ações, totalizando R$ 40.581.108,00. Durante o dia, o preço variou entre a mínima de R$ 15,45 e a máxima de R$ 15,90. O fechamento anterior havia sido de R$ 15,59. No contexto anual, o ativo está em um patamar intermediário, com mínima de R$ 12,91 e máxima de R$ 22,97 nas últimas 52 semanas. O setor sucroenergético tem enfrentado oscilações devido aos preços globais do açúcar e do etanol, além das condições climáticas que afetam a moagem. No entanto, a São Martinho é reconhecida por sua eficiência técnica e baixo custo de produção, o que sustenta o interesse de investidores focados em agronegócio mesmo em momentos de menor volatilidade.
A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, processando cana-de-açúcar para a produção de açúcar, etanol e bioenergia. Recentemente, a empresa divulgou resultados operacionais que destacaram o aumento da produção de etanol de milho, uma estratégia de diversificação para reduzir a dependência da safra de cana.
10º – Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (MULT3) | R$ 32,66 ↑ 0,18%
Descrição: Fechando a lista, a MULT3 apresentou uma leve alta de 0,18%, com valor final de R$ 32,66. O volume de negociação foi de 4.501.900 ações, gerando um movimento financeiro de R$ 147.032.054,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 32,15 e a máxima de R$ 33,18. É notável que a máxima do dia (R$ 33,18) também é a máxima das últimas 52 semanas, mostrando que o setor de shopping centers premium está resiliente. O fechamento anterior foi de R$ 32,60. Com a mínima anual em R$ 19,74, a Multiplan demonstra uma trajetória de recuperação sólida, impulsionada pelo aumento das vendas nas lojas e pela gestão ativa de seu portfólio de propriedades. O ativo é muito visado por investidores que buscam proteção em ativos reais com fluxos de caixa estáveis e distribuição de proventos.
A Multiplan é uma das maiores empresas de shopping centers do Brasil, com foco em empreendimentos de alta renda. Uma notícia recente que movimentou o papel foi a recompra de ações por parte da companhia, sinalizando que a administração acredita que o valor de mercado ainda não reflete totalmente o potencial dos ativos físicos.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CVCB3 | R$ 2,23 | -0,16% |
| 2 | GOAU4 | R$ 9,98 | -0,05% |
| 3 | USIM5 | R$ 6,66 | -0,04% |
| 4 | GGBR4 | R$ 22,71 | -0,04% |
| 5 | SUZB3 | R$ 49,56 | -0,04% |
| 6 | CMIN3 | R$ 6,16 | -0,04% |
| 7 | RAIZ4 | R$ 1,04 | -0,04% |
| 8 | MGLU3 | R$ 9,75 | -0,03% |
| 9 | CSNA3 | R$ 10,54 | -0,03% |
| 10 | RDOR3 | R$ 42,76 | -0,03% |
1º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,23 ↓15,53%
Descrição: A CVCB3 lidera as perdas do dia com uma desvalorização expressiva de 15,53%, encerrando cotada a R$ 2,23. Durante a sessão, o ativo demonstrou alta volatilidade, atingindo a mínima de R$ 2,18 e a máxima de R$ 2,67, evidenciando uma pressão vendedora acentuada após abrir consideravelmente abaixo do fechamento anterior de R$ 2,64. O volume de ações negociadas foi substancial, totalizando 46.048.700 papéis, o que gerou um volume financeiro de R$ 102.688.601,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, o papel se aproxima perigosamente da sua mínima (R$ 1,64), estando distante da máxima de R$ 2,79. Essa movimentação brusca sugere uma reação do mercado a fatores macroeconômicos ou específicos do setor de turismo que impactaram a percepção de risco. A empresa é a maior operadora de turismo do Brasil, atuando na intermediação de serviços de viagens e hotelaria. Recentemente, a companhia tem focado em reperfilar sua dívida e fortalecer sua estrutura de capital para retomar o crescimento sustentável.
2º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,98 ↓5,22%
Descrição: O ativo GOAU4 registrou uma queda de 5,22%, fechando o pregão a R$ 9,98, valor que coincidiu com a mínima do dia, indicando que não houve força compradora no encerramento. A máxima registrada foi de R$ 10,61, partindo de um fechamento anterior de R$ 10,53. Com 17.151.900 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 171.175.962,00. No acumulado de um ano, a ação transita entre R$ 5,55 e R$ 10,68, mostrando que, apesar da queda atual, o papel ainda se sustenta próximo ao topo de sua variação anual. A Metalúrgica Gerdau é a holding que detém o controle da Gerdau S.A., sendo um veículo de investimento no setor de siderurgia e produção de aços longos. Uma notícia relevante recente envolve o anúncio de pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio pela companhia, mantendo seu histórico de boa pagadora de proventos aos acionistas.
3º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,66 ↓4,45%
Descrição: A Usiminas (USIM5) encerrou o dia com desvalorização de 4,45%, cotada a R$ 6,66. O movimento intradia variou entre R$ 6,64 e R$ 7,15, partindo de um fechamento prévio de R$ 6,97. O volume de negociação foi de 18.237.900 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 121.464.414,00. O desempenho coloca a ação em uma posição intermediária em relação ao seu histórico de 52 semanas, onde a mínima foi de R$ 3,90 e a máxima de R$ 7,15. A queda de hoje reflete a sensibilidade do ativo ao preço das commodities e à demanda industrial interna. A Usiminas é um complexo siderúrgico líder na produção de aços planos no Brasil, atendendo setores como automotivo e construção civil. Recentemente, a empresa concluiu a reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, um investimento crucial para aumentar a eficiência operacional e a produtividade da planta no longo prazo.
4º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 22,71 ↓4,30%
Descrição: A Gerdau S.A. (GGBR4) apresentou uma queda de 4,30%, com o preço de fechamento em R$ 22,71. O papel oscilou entre a mínima de R$ 22,67 e a máxima de R$ 24,03, vindo de um fechamento anterior de R$ 23,73. O volume financeiro foi um dos maiores da lista, alcançando R$ 381.659.718,00, com 16.805.800 ações trocando de mãos. O ativo opera próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 24,08), sugerindo uma correção técnica após períodos de valorização. A Gerdau é uma das maiores fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. A companhia informou recentemente que está otimizando suas operações na América do Sul, buscando focar em mercados com maior rentabilidade e eficiência logística para enfrentar a concorrência global do aço.
5º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 49,56 ↓4,25%
Descrição: A Suzano (SUZB3) fechou a R$ 49,56, representando uma queda de 4,25% em relação ao fechamento anterior de R$ 51,76. A variação do dia ocorreu entre a mínima de R$ 49,24 e a máxima de R$ 51,80. Foram negociadas 8.243.800 ações, totalizando um volume financeiro expressivo de R$ 408.562.728,00. No intervalo de 52 semanas, a ação atingiu a mínima de R$ 45,48 e a máxima de R$ 62,16. O desempenho de hoje acompanha a flutuação dos preços da celulose no mercado internacional e o câmbio. A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e referência global em bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto. Recentemente, a Suzano anunciou o início operacional do Projeto Cerrado, no Mato Grosso do Sul, que é a maior linha única de produção de celulose do mundo.
6º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 6,16 ↓4,05%
Descrição: As ações CMIN3 recuaram 4,05%, finalizando o dia a R$ 6,16. O ativo teve como mínima R$ 6,15 e máxima R$ 6,56, contra o fechamento anterior de R$ 6,42. O volume negociado foi de 8.196.800 ações, com volume financeiro de R$ 50.492.288,00. Curiosamente, a máxima do dia (R$ 6,56) igualou a máxima de 52 semanas, sugerindo que o ativo encontrou uma forte resistência nesse patamar antes de corrigir. A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, operando minas de alta qualidade em Minas Gerais. Notícias recentes indicam que a empresa segue em negociações para a venda de uma fatia minoritária na companhia, visando reduzir a alavancagem da sua holding controladora, a CSN (CSNA3).
7º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 1,04 ↓3,70%
Descrição: A Raízen (RAIZ4) registrou queda de 3,70%, encerrando cotada a R$ 1,04. O papel navegou entre a mínima de R$ 1,00 e a máxima de R$ 1,13, após um fechamento anterior de R$ 1,08. Houve uma movimentação muito alta de papéis, com 82.579.200 ações negociadas, gerando R$ 85.882.368,00 em volume financeiro. A ação está muito próxima da sua mínima anual de R$ 0,79, refletindo o momento desafiador para o setor de açúcar e álcool. A Raízen é uma joint venture entre Shell e Cosan, sendo a maior produtora mundial de açúcar e etanol de cana-de-açúcar. Uma notícia importante da empresa é o avanço na produção de Etanol de Segunda Geração (E2G), consolidando sua estratégia de liderança em energia renovável e transição energética global.
8º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,75 ↓3,27%
Descrição: O Magazine Luiza (MGLU3) recuou 3,27%, fechando a R$ 9,75. A ação variou entre R$ 9,48 e R$ 10,44 durante o dia, comparado ao fechamento anterior de R$ 10,08. Com 26.968.300 ações negociadas, o volume financeiro somou R$ 262.940.925,00. A cotação atual está bem situada entre a mínima de 52 semanas (R$ 5,97) e a máxima (R$ 11,55). O varejo segue pressionado pela curva de juros, o que justifica a retração do dia. O Magalu é uma das maiores redes de varejo do Brasil, com forte presença no e-commerce e ecossistema digital. Recentemente, a companhia celebrou uma parceria estratégica com o AliExpress para a venda de produtos internacionais em seu marketplace, visando expandir a variedade de SKUs e atrair novos consumidores.
9º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 10,54 ↓3,21%
Descrição: A CSN (CSNA3) encerrou o pregão em queda de 3,21%, a R$ 10,54. O intervalo de negociação no dia foi de R$ 10,49 a R$ 11,17, partindo de R$ 10,89 no fechamento anterior. O volume de ações foi de 12.541.900, resultando em um montante financeiro de R$ 132.191.626,00. O papel encontra-se em uma zona de preço intermediária, considerando a mínima anual de R$ 6,72 e a máxima de R$ 11,32. A CSN é um grupo siderúrgico integrado com atuação em mineração, logística e energia. A última notícia relevante da companhia refere-se aos esforços contínuos de desalavancagem e à análise de possíveis IPOs de suas subsidiárias para destravar valor para o acionista controlador.
10º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 42,76 ↓3,15%
Descrição: A Rede D’Or (RDOR3) apresentou baixa de 3,15%, fechando o dia a R$ 42,76. A ação oscilou entre a mínima de R$ 42,30 e a máxima de R$ 44,58, frente ao fechamento anterior de R$ 44,15. Foram negociadas 4.968.600 ações, com volume financeiro de R$ 212.457.336,00. No acumulado de 52 semanas, a ação demonstra resiliência, operando perto da máxima de R$ 45,10, bem distante da mínima de R$ 23,62. A Rede D’Or é a maior rede integrada de cuidados em saúde no Brasil, possuindo hospitais de alta complexidade e operações em seguros de saúde (SulAmérica). Recentemente, a empresa reportou um crescimento sólido no lucro líquido consolidado, impulsionado pela sinergia com a SulAmérica e o aumento na taxa de ocupação de seus leitos hospitalares.