Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 29/05/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,36 5,88%
2 TOTS3 R$ 33,07 4,16%
3 USIM5 R$ 11,08 4,04%
4 ENEV3 R$ 25,63 2,52%
5 EGIE3 R$ 33,10 2,41%
6 BBSE3 R$ 35,40 2,37%
7 LWSA3 R$ 3,73 2,19%
8 CXSE3 R$ 17,71 1,55%
9 EQTL3 R$ 38,55 0,92%
10 WEGE3 R$ 44,10 0,87%

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,36 ↑ 5,88%

Descrição: A ação da Raízen liderou o volume de valorização do dia, fechando em R$ 0,36 após uma alta expressiva de 5,88%. Com um volume de 36.816.200 ações negociadas, o papel oscilou entre a mínima de R$ 0,33 e a máxima de R$ 0,37. O fechamento anterior foi de R$ 0,34. Considerando sua janela de 52 semanas, o ativo apresenta uma variação significativa, com mínima de R$ 0,33 e máxima de R$ 2,06, refletindo um período de alta volatilidade e pressão sobre a cotação. O volume financeiro negociado totalizou R$ 13.253.832,00. Este movimento de recuperação ocorre em um momento de atenção elevada dos investidores quanto à estrutura de capital da empresa e suas perspectivas operacionais futuras, sendo o papel mais volátil desta lista, exigindo cautela rigorosa na gestão de risco devido ao seu atual nível de preço e contexto de mercado. A Raízen é uma empresa integrada de energia, com atuação destacada em bioenergia, distribuição de combustíveis e açúcar. Recentemente, a companhia propôs um plano de recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de R$ 65,4 bilhões em dívidas, visando assegurar a sustentabilidade financeira do negócio frente aos desafios operacionais recentes.

2º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 33,07 ↑ 4,16%

Descrição: A TOTVS apresentou um desempenho robusto, encerrando o pregão cotada a R$ 33,07, uma valorização de 4,16%. O volume de negociação foi expressivo, atingindo 106.771.100 ações, o maior volume unitário de papéis da lista, totalizando R$ 3.530.920.277,00 em movimentação financeira. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 31,40 e a máxima de R$ 33,76, partindo de um fechamento anterior de R$ 31,75. No histórico de 52 semanas, a ação demonstra resiliência, com mínima de R$ 30,29 e máxima de R$ 47,98. O mercado reagiu positivamente à liquidez e à tendência de alta intradiária, consolidando a TOTS3 como uma das favoritas em termos de giro e interesse institucional nesta sessão, refletindo um otimismo contínuo dos investidores com a dinâmica do setor de tecnologia. A TOTVS é líder no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial (ERP) na América Latina, focando em transformação digital para diversos setores. Em maio de 2026, a empresa divulgou resultados do primeiro trimestre com forte crescimento na receita recorrente anualizada (ARR), consolidando sua estratégia de expansão e foco em inteligência artificial.

3º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 11,08 ↑ 4,04%

Descrição: A USIM5 fechou o dia em R$ 11,08, registrando uma valorização consistente de 4,04%. Com um volume de 34.539.800 ações, a empresa movimentou R$ 382.700.984,00. A amplitude do dia variou entre R$ 10,60 (mínima) e R$ 11,15 (máxima), frente ao fechamento anterior de R$ 10,65. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, nota-se uma recuperação importante, com a mínima situada em R$ 3,90 e a máxima em R$ 11,15, demonstrando que o papel opera próximo às suas máximas anuais, o que atrai o interesse de investidores que buscam momentum técnico positivo. A força compradora observada hoje mantém a tendência de alta recente, com o ativo sustentando níveis de preços que superam a média dos últimos meses. A Usiminas é um dos maiores complexos siderúrgicos da América Latina, fornecendo aços planos para setores como automotivo e construção civil. Recentemente, a empresa tem sido destaque de valorização na bolsa, impulsionada por perspectivas positivas, embora analistas apontem atenção a possíveis movimentos de realização de lucros após altas acentuadas.

4º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 25,63 ↑ 2,52%

Descrição: A Eneva encerrou o pregão em R$ 25,63, alta de 2,52%, com um volume de 14.286.500 ações negociadas, totalizando um montante financeiro de R$ 366.162.995,00. O papel operou na sua máxima do dia neste nível de preço, tendo atingido a mínima de R$ 24,67. O fechamento anterior foi de R$ 25,00. No intervalo de 52 semanas, o ativo apresenta uma variação entre R$ 13,00 e R$ 28,12. Esta valorização reflete uma recepção positiva do mercado em relação ao desempenho operacional recente da companhia, que mantém uma trajetória de crescimento constante, alinhada com o interesse de investidores por empresas do setor elétrico que possuem ativos integrados e estratégicos para a segurança energética nacional. A Eneva atua no setor de energia integrada, com foco em geração térmica a gás natural e exploração e produção de gás. A companhia reportou lucro líquido de R$ 522,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, demonstrando robustez operacional e expansão do seu EBITDA frente ao mesmo período do ano anterior.

5º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 33,10 ↑ 2,41%

Descrição: A Engie fechou em R$ 33,10, uma variação positiva de 2,41%. Foram negociadas 7.482.300 ações, totalizando R$ 247.664.130,00. O dia foi de estabilidade com viés de alta, com a mínima em R$ 31,95 e a máxima em R$ 33,10, superando o fechamento anterior de R$ 32,32. No acumulado de 52 semanas, a ação variou entre R$ 26,72 e R$ 38,81. A performance da EGIE3 é reconhecida por investidores que buscam ativos com perfil mais conservador e previsibilidade de caixa. O fechamento próximo à máxima do dia sinaliza uma persistência na confiança do mercado quanto à capacidade da empresa em entregar resultados consistentes, mesmo em cenários macroeconômicos desafiadores. A Engie Brasil é uma das maiores empresas privadas de energia no país, com foco em geração renovável e transmissão. No primeiro trimestre de 2026, a empresa apresentou um recuo de 4,1% no lucro líquido ajustado, um resultado que está sendo monitorado de perto pelo mercado em suas próximas atualizações operacionais.

6º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 35,40 ↑ 2,37%

Descrição: A BB Seguridade finalizou o pregão em R$ 35,40, alta de 2,37%. Com um volume de 9.480.700 ações, a empresa movimentou R$ 335.616.780,00. O ativo operou em uma banda estreita, entre R$ 34,52 e R$ 35,40, fechando no topo. O patamar anterior era de R$ 34,58. No horizonte de 52 semanas, o papel oscilou entre R$ 28,92 e R$ 36,65. O comportamento da ação indica uma tendência de recuperação e busca pelos níveis de máxima anual, atraindo investidores focados em dividendos e estabilidade financeira, características inerentes ao modelo de negócios da companhia que se beneficia da base de clientes do Banco do Brasil. A BB Seguridade é uma holding que atua no setor de seguros, previdência e capitalização, sendo parceira estratégica de grandes instituições financeiras. O mercado segue atento às projeções para o crédito rural em 2026, que podem influenciar as provisões e o desempenho de seguradoras com forte exposição a esse segmento.

7º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,73 ↑ 2,19%

Descrição: A Locaweb fechou o dia em R$ 3,73, apresentando alta de 2,19%. Com um volume de 3.484.100 ações, o valor total movimentado foi de R$ 12.995.693,00. A cotação variou entre R$ 3,60 e R$ 3,78, partindo do fechamento de R$ 3,65. Ao observar a janela de 52 semanas, o papel mostra uma variação entre R$ 3,28 e R$ 4,80, indicando um momento de tentativa de estabilização em patamares mais baixos após um período de ajustes no valor de mercado da companhia. A ação tem sido alvo de investidores especulativos e de longo prazo que buscam empresas de tecnologia que estão em processo de reorganização operacional e foco em margens. A LWSA (antiga Locaweb) oferece serviços de internet e soluções de e-commerce para pequenas e médias empresas. A companhia obteve lucro de R$ 21,5 milhões no primeiro trimestre de 2026, reforçando o crescimento do seu segmento Commerce, mesmo diante de um setor de varejo que apresenta desafios de consumo.

8º – Caixa Seguridade Participações S.A (CXSE3) | R$ 17,71 ↑ 1,55%

Descrição: A Caixa Seguridade fechou o pregão em R$ 17,71, alta de 1,55%. O volume negociado foi de 7.987.900 ações, totalizando R$ 141.465.709,00. A variação intradiária ocorreu entre R$ 17,36 e R$ 17,71, com fechamento no topo, superando o valor de R$ 17,44 do dia anterior. No intervalo de 52 semanas, o ativo variou entre R$ 12,39 e R$ 19,76. A ação mantém um perfil sólido, sendo uma alternativa atrativa para investidores que buscam rentabilidade e distribuição de proventos. A consistência da alta de hoje reforça a percepção positiva do mercado sobre o balanço recente da companhia. A Caixa Seguridade é a holding de seguros da Caixa Econômica Federal. A companhia reportou recentemente um lucro líquido gerencial de R$ 1,14 bilhão no primeiro trimestre de 2026, além de aprovar a distribuição de R$ 1,05 bilhão em dividendos intercalares aos seus acionistas.

9º – EQUATORIAL S.A. (EQTL3) | R$ 38,55 ↑ 0,92%

Descrição: A Equatorial Energia encerrou o dia em R$ 38,55, alta moderada de 0,92%. O volume de ações negociadas foi de 17.971.100, gerando um volume financeiro de R$ 692.785.905,00. A cotação oscilou entre a mínima de R$ 37,65 e a máxima de R$ 38,55, superando os R$ 38,20 do fechamento anterior. Em 52 semanas, o papel operou entre R$ 31,80 e R$ 46,32. A Equatorial é conhecida por seu apetite de crescimento e eficiência operacional, o que justifica o interesse dos investidores mesmo em dias de ganhos mais contidos. O fechamento positivo, próximo à máxima do dia, demonstra que o ativo mantém seu apelo no setor de utilidade pública. A Equatorial é um grupo de energia com atuação em distribuição, transmissão e serviços. Em maio de 2026, a companhia superou previsões de resultados para o primeiro trimestre, ainda que tenha registrado um lucro por ação levemente abaixo do esperado, o que mantém o mercado em um tom de cautela produtiva.

10º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 44,10 ↑ 0,87%

Descrição: A WEG finalizou o pregão cotada a R$ 44,10, uma valorização de 0,87%. Com um volume de 25.787.800 ações, o montante financeiro totalizou R$ 1.137.241.980,00. O ativo oscilou entre R$ 43,10 e R$ 44,30, acima do fechamento anterior de R$ 43,72. No histórico de 52 semanas, a ação variou de R$ 33,85 a R$ 54,41. Apesar de ser um papel de alta liquidez e grande capitalização, a alta de hoje foi mais discreta. Os investidores parecem estar avaliando o ritmo de crescimento da empresa em um ano considerado de desafios operacionais e pressão cambial, refletindo uma postura de aguardo por sinais mais claros de expansão produtiva ao longo dos próximos trimestres. A WEG é uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo, com atuação global em motores, energia e automação. Recentemente, analistas do setor alertaram para uma possível desaceleração no curto prazo devido a pressões macroeconômicas, mas mantêm o otimismo com a melhora gradual da operação nos próximos períodos.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 BEEF3 R$ 3,69 -7,05%
2 CVCB3 R$ 1,50 -6,25%
3 BRKM5 R$ 10,46 -6,02%
4 MGLU3 R$ 5,98 -5,83%
5 PCAR3 R$ 1,86 -5,10%
6 GOAU4 R$ 9,80 -4,11%
7 VAMO3 R$ 3,06 -4,08%
8 UGPA3 R$ 25,87 -3,86%
9 VBBR3 R$ 29,75 -3,75%
10 CSAN3 R$ 3,80 -3,55%

1º – Minerva S.A. (BEEF3) | R$ 3,69 ↓ 7,05%

Descrição: A Minerva S.A. liderou as perdas do dia, registrando uma queda acentuada de 7,05% e encerrando o pregão em R$ 3,69. O volume de negociação foi de 25.828.300 ações, movimentando R$ 95.306.427,00. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 3,69 e a máxima de R$ 3,99, fechando no piso do dia. Comparado ao fechamento anterior de R$ 3,97, a queda evidencia uma forte pressão vendedora. Na janela de 52 semanas, o ativo apresenta uma variação significativa, com mínima de R$ 3,60 e máxima de R$ 7,31. O fechamento atual próximo à mínima anual acende um sinal de alerta para os investidores, indicando uma tendência técnica de baixa que pode persistir caso a empresa não apresente novos catalisadores positivos para reverter o sentimento negativo do mercado sobre o setor. A Minerva é um dos líderes na produção e exportação de carne bovina na América do Sul. Recentemente, a empresa tem enfrentado desafios relacionados aos preços das commodities no mercado internacional e questões logísticas, o que impactou a percepção de curto prazo dos analistas.

2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,50 ↓ 6,25%

Descrição: A CVC Brasil encerrou o dia em R$ 1,50, acumulando uma perda de 6,25%. Foram negociadas 33.594.000 ações, com um volume financeiro total de R$ 50.391.000,00. A amplitude do dia variou entre R$ 1,41 (mínima, igualando a mínima de 52 semanas) e R$ 1,59 (máxima), contra o fechamento anterior de R$ 1,60. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, a ação opera em patamares críticos, tendo atingido hoje sua mínima anual. Este comportamento reflete uma desconfiança latente por parte dos investidores quanto à capacidade da empresa em recuperar margens operacionais e reduzir seu endividamento em um cenário macroeconômico de juros elevados, que afeta diretamente o poder de consumo do seu público-alvo e o custo de capital da organização. A CVC é uma das maiores empresas de turismo e viagens no Brasil. Em notícias recentes, a companhia busca reestruturar sua operação financeira e reforçar sua presença digital para competir com novos players de tecnologia, mas ainda luta contra o peso das dívidas de exercícios anteriores.

3º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 10,46 ↓ 6,02%

Descrição: A BRASKEM fechou a sessão em R$ 10,46, recuando 6,02%. O volume de negociação foi de 4.861.500 ações, movimentando R$ 50.851.290,00. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 10,29 e a máxima de R$ 11,13, comparado ao fechamento anterior de R$ 11,13. No histórico de 52 semanas, a ação demonstra uma volatilidade considerável, com mínima de R$ 6,11 e máxima de R$ 13,78. A queda acentuada de hoje reflete preocupações setoriais que se estendem ao mercado petroquímico global, com os investidores demonstrando cautela redobrada. O fechamento abaixo de suportes técnicos importantes aumenta a probabilidade de continuidade da volatilidade no curto prazo, exigindo uma análise rigorosa dos fundamentos de longo prazo por parte dos investidores. A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. A empresa continua no radar de investidores devido a desdobramentos de processos societários e discussões sobre seu controle acionário, o que frequentemente gera oscilações bruscas no preço das ações.

4º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 5,98 ↓ 5,83%

Descrição: A Magazine Luiza fechou em R$ 5,98, após uma desvalorização de 5,83% no pregão de hoje. Foram negociadas 19.886.600 ações, movimentando R$ 118.921.868,00. A cotação variou entre R$ 5,98 (mínima do dia) e R$ 6,43 (máxima), fechando na mínima, abaixo do patamar de R$ 6,35 do fechamento anterior. No horizonte de 52 semanas, o ativo apresenta variação entre R$ 5,98 e R$ 11,44. O fechamento no piso do dia e a cotação batendo a mínima do ano revelam um momento de forte pressão sobre o setor varejista, com os investidores penalizando papéis que dependem do consumo discricionário e que possuem alta sensibilidade à curva de juros futura, consolidando uma tendência de baixa técnica persistente. A Magazine Luiza é uma das maiores redes de varejo do Brasil, com presença multicanal. Recentemente, a empresa tem buscado aprimorar sua rentabilidade e margens através de cortes de despesas e otimização da logística, visando enfrentar a concorrência acirrada de players asiáticos.

5º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 1,86 ↓ 5,10%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) encerrou em R$ 1,86, uma queda de 5,10%. O volume negociado foi de 2.849.700 ações, totalizando R$ 5.300.442,00. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 1,85 e a máxima de R$ 1,98, partindo de um fechamento anterior de R$ 1,96. Ao considerar os últimos 12 meses, a ação variou entre R$ 1,85 e R$ 4,60. O fechamento próximo à mínima das 52 semanas indica que o mercado mantém uma postura defensiva em relação à companhia, refletindo o cenário desafiador de competitividade no setor de supermercados e as pressões sobre o fluxo de caixa da empresa, resultando em um movimento de venda que desvalorizou o papel de forma contínua durante a sessão. A Companhia Brasileira de Distribuição, dona da marca Pão de Açúcar, é uma das maiores varejistas alimentares do país. A empresa tem passado por profundas mudanças estruturais em sua governança e modelo de negócio, com foco em simplificar sua operação e reduzir o nível de alavancagem financeira.

6º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,80 ↓ 4,11%

Descrição: A Metalúrgica Gerdau encerrou o dia cotada a R$ 9,80, recuando 4,11%. Foram movimentadas 12.566.100 ações, totalizando R$ 123.147.780,00. A variação intradiária ficou entre R$ 9,80 (mínima) e R$ 10,29 (máxima), frente aos R$ 10,22 registrados no fechamento anterior. No período de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 5,98 e R$ 10,55. O fechamento na mínima do dia demonstra uma forte pressão vendedora, influenciada por movimentos setoriais da siderurgia. Investidores atentos ao setor observam a volatilidade nos preços das commodities e o impacto nos resultados financeiros da companhia, que tem visto seu papel recuar após atingir patamares que testaram resistências técnicas importantes nas últimas semanas de negociação. A Metalúrgica Gerdau é uma holding que detém participação na Gerdau S.A., uma das gigantes globais do setor siderúrgico. A empresa recentemente comunicou que está monitorando a demanda internacional por aço, mantendo uma política de disciplina de capital para enfrentar a volatilidade macroeconômica global.

7º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,06 ↓ 4,08%

Descrição: A Vamos fechou o dia em R$ 3,06, uma variação negativa de 4,08%. O volume de ações negociadas atingiu 16.119.300 unidades, totalizando R$ 49.325.058,00 em movimentação. A cotação variou entre a mínima de R$ 3,06 e a máxima de R$ 3,21, partindo do fechamento anterior de R$ 3,19. No intervalo de 52 semanas, o ativo variou de R$ 2,74 a R$ 4,92. O recuo acentuado de hoje reflete o sentimento do mercado quanto ao setor de locação de ativos pesados, que enfrenta um custo de dívida mais elevado em um ambiente de juros altos. O fechamento na mínima do dia sugere que a pressão vendedora prevaleceu durante toda a sessão, mantendo a cotação pressionada. A Vamos é a líder nacional em locação de caminhões, máquinas e equipamentos, com um modelo de negócio focado em contratos de longo prazo. A empresa tem reportado expansão da frota, mas os investidores observam com cautela o impacto dos juros no serviço da dívida e na renovação dos contratos de locação.

8º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 25,87 ↓ 3,86%

Descrição: A Ultrapar finalizou o pregão em R$ 25,87, registrando queda de 3,86%. Com um volume de 10.123.700 ações, a empresa movimentou R$ 261.900.119,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 25,87 e a máxima de R$ 27,07, fechando na mínima do dia, após ter fechado anteriormente a R$ 26,91. Na janela de 52 semanas, o ativo apresentou variação entre R$ 14,62 e R$ 30,81. O movimento de queda de hoje é significativo, interrompendo uma trajetória que buscava níveis mais altos. A reação do mercado indica um ajuste de posições de investidores que buscam reduzir exposição em empresas de distribuição e logística, dado o cenário de maior incerteza sobre a margem operacional das companhias do setor. A Ultrapar é um grupo diversificado com presença no setor de distribuição de combustíveis (Ipiranga), produtos químicos (Oxiteno) e farmácias (Extrafarma). Recentemente, a empresa tem focado em ganhos de eficiência operacional e desinvestimento de ativos não essenciais para fortalecer seu balanço.

9º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 29,75 ↓ 3,75%

Descrição: A Vibra Energia encerrou o pregão em R$ 29,75, queda de 3,75%. Com 13.523.500 ações negociadas, o volume financeiro foi de R$ 402.324.125,00. O ativo variou entre a mínima de R$ 29,70 e a máxima de R$ 30,95, contra o fechamento anterior de R$ 30,91. No histórico de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 17,76 e R$ 34,20. O desempenho negativo de hoje reflete a pressão vendedora em grandes players do setor de energia e combustíveis. A cotação, embora longe das mínimas anuais, mostra um recuo importante que desaponta investidores que esperavam por uma manutenção dos ganhos recentes, levando a uma postura de maior cautela por parte dos grandes fundos. A Vibra Energia é a maior distribuidora de combustíveis do país. A empresa tem investido na transição energética e na modernização de seus postos de serviço, buscando aumentar o valor agregado de suas operações além da simples revenda de combustíveis fósseis.

10º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 3,80 ↓ 3,55%

Descrição: A Cosan fechou o dia em R$ 3,80, apresentando uma queda de 3,55%. O volume de negociação foi massivo, com 97.231.400 ações negociadas, totalizando R$ 369.479.320,00. O ativo variou entre R$ 3,75 (mínima, batendo a mínima de 52 semanas) e R$ 3,97 (máxima), fechando próximo à mínima, contra o fechamento anterior de R$ 3,94. O comportamento de 52 semanas mostra uma variação entre R$ 3,75 e R$ 8,78. O fato de o papel ter atingido hoje sua mínima anual e ter um volume de negociação extremamente elevado indica uma intensa troca de mãos entre investidores, caracterizando um cenário de estresse e possível mudança de expectativa do mercado sobre a tese de investimento no conglomerado neste momento. A Cosan é um conglomerado com investimentos em logística, energia, lubrificantes e agricultura. A empresa tem sido alvo de analistas que estudam a complexidade de sua estrutura de capital e o impacto das dívidas de suas subsidiárias, um tema recorrente nas recentes conferências de resultados.

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