Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 30/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 CVCB3 R$ 2,56 0,15%
2 VIVA3 R$ 28,26 0,03%
3 PCAR3 R$ 3,83 0,02%
4 YDUQ3 R$ 14,53 0,01%
5 NATU3 R$ 8,80 0,01%
6 SBSP3 R$ 141,40 0,01%
7 MULT3 R$ 33,00 0,01%
8 PSSA3 R$ 50,09 0,01%
9 KLBN11 R$ 19,20 0,01%
10 MGLU3 R$ 9,80 0,01%

1º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,56 ↑ 14,80%

Descrição: O ativo CVCB3 apresentou a performance mais expressiva do pregão, com uma valorização robusta de 14,80%, fechando a R$ 2,56. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 2,26 e a máxima de R$ 2,63, demonstrando uma forte pressão compradora que elevou o preço significativamente acima do fechamento anterior de R$ 2,23. O volume de ações movimentadas foi de 76.148.500, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 194.940.160,00. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, observa-se que o papel está se recuperando da sua mínima de R$ 1,64, embora ainda esteja ligeiramente abaixo da máxima anual de R$ 2,79. Este movimento sugere um renovado apetite ao risco por parte dos investidores no setor de turismo, possivelmente impulsionado por expectativas macroeconômicas favoráveis ou reestruturação interna. A CVC é a maior operadora de turismo do Brasil, atuando na intermediação de serviços de viagens e pacotes turísticos. Recentemente, a empresa tem focado na redução de seu endividamento e no fortalecimento de sua estrutura de capital, o que tem atraído a atenção do mercado financeiro.

2º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 28,26 ↑ 3,40%

Descrição: A Vivara (VIVA3) consolidou a segunda posição em valorização no relatório, com uma alta de 3,40%, encerrando o dia cotada a R$ 28,26. A variação nominal foi de R$ 0,93 em relação ao fechamento anterior de R$ 27,33. O papel demonstrou resiliência, operando entre a mínima de R$ 27,10 e a máxima de R$ 28,29. Com um volume de 5.431.000 ações negociadas, o montante financeiro movimentado alcançou R$ 153.480.060,00. Comparando com o histórico de 52 semanas, o ativo encontra-se em uma posição intermediária, distante da mínima de R$ 15,44, mas ainda com margem para buscar a máxima de R$ 35,89 registrada no período. A consistência operacional da empresa reflete-se na liquidez dos papéis. A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, detendo marcas como Vivara e Life by Vivara. Em notícias recentes, a empresa anunciou a expansão de sua capacidade fabril em Manaus para suportar o crescimento das vendas esperado para os próximos trimestres.

3º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,83 ↑ 1,59%

Descrição: As ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registraram uma valorização de 1,59%, fechando o pregão a R$ 3,83. O movimento diário foi contido, variando entre R$ 3,71 e R$ 3,84, com um incremento nominal de R$ 0,06 por ação. O volume de negociação somou 7.095.300 papéis, gerando um volume financeiro de R$ 27.174.999,00. Apesar da alta no dia, o ativo permanece operando próximo aos níveis inferiores de seu histórico de 52 semanas, cuja faixa varia entre R$ 2,35 e R$ 4,95. O mercado segue monitorando os esforços de desalavancagem da companhia e a performance de suas unidades de negócio após a cisão com o Éxito. A Companhia Brasileira de Distribuição é uma das maiores empresas de varejo alimentar do país, operando as bandeiras Pão de Açúcar e Mercado Extra. Recentemente, a empresa concluiu a venda de ativos imobiliários não essenciais para reforçar seu caixa e otimizar a estrutura operacional.

4º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 14,53 ↑ 1,47%

Descrição: A YDUQS (YDUQ3) apresentou uma alta de 1,47%, com o preço de fechamento estabelecido em R$ 14,53. A oscilação intradiária foi estreita, com mínima de R$ 14,20 e máxima de R$ 14,60, refletindo uma estabilidade relativa no setor de educação durante a sessão. O volume negociado foi de 2.983.100 ações, totalizando R$ 43.344.443,00 em volume financeiro. No acumulado de 52 semanas, o papel mostra uma recuperação consistente a partir da mínima de R$ 8,50, embora ainda esteja abaixo do pico de R$ 16,99. O setor educacional tem reagido a mudanças nas políticas de financiamento estudantil e ao crescimento do ensino à distância. A YDUQS é uma das maiores organizações educacionais do Brasil, proprietária de instituições como Estácio e Ibmec. Uma notícia relevante recente foi o anúncio de fortes resultados no segmento de Medicina, que continua sendo o principal driver de rentabilidade da companhia.

5º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,80 ↑ 1,38%

Descrição: As ações da Natura (NATU3) registraram valorização de 1,38%, atingindo R$ 8,80 ao fim do pregão. O ativo iniciou o dia acima do fechamento anterior de R$ 8,68 e atingiu a máxima de R$ 8,83, com mínima registrada em R$ 8,58. Foram negociadas 6.388.600 ações, movimentando um volume financeiro de R$ 56.219.680,00. No contexto anual (52 semanas), o papel está posicionado acima da mínima de R$ 7,13, mas sofreu uma retração considerável desde a máxima de R$ 14,34, evidenciando os desafios enfrentados na integração de operações globais e reestruturação do grupo. A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos, conhecida por sua forte presença em vendas diretas e sustentabilidade. Em fatos recentes, a empresa concluiu a venda da marca The Body Shop para o grupo Aurelius, como parte de sua estratégia de simplificação do negócio e foco na marca Natura na América Latina.

6º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 141,40 ↑ 1,27%

Descrição: A Sabesp (SBSP3) apresentou um avanço de 1,27%, fechando cotada a R$ 141,40. O ativo demonstrou solidez ao longo do dia, com mínima de R$ 139,74 e máxima de R$ 141,89. O volume financeiro foi um dos maiores do ranking, totalizando R$ 434.918.120,00, com 3.075.800 ações trocando de mãos. O preço de fechamento atual está extremamente próximo da máxima de 52 semanas (R$ 143,15), o que indica um forte otimismo do mercado em relação ao processo de privatização da companhia. A variação de R$ 1,77 em relação ao fechamento anterior confirma a tendência de alta técnica do papel. A Sabesp é a concessionária de serviços de saneamento básico do estado de São Paulo, sendo uma das maiores do mundo em faturamento. A última notícia de grande impacto envolve a aprovação do modelo de privatização pela Câmara Municipal de São Paulo, pavimentando o caminho para a oferta de ações no mercado.

7º – Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (MULT3) | R$ 33,00 ↑ 1,07%

Descrição: O ativo MULT3 encerrou o dia com valorização de 1,07%, atingindo o patamar de R$ 33,00. A movimentação diária foi caracterizada por uma mínima de R$ 32,36 e uma máxima de R$ 33,30. Com um volume de ações de 5.729.400, a companhia movimentou R$ 189.070.200,00 financeiramente. É notável que o fechamento atual de R$ 33,00 coincide com a máxima de 52 semanas (R$ 33,30), sugerindo que o papel está testando níveis de resistência históricos. A valorização de R$ 0,35 por ação reflete a confiança no setor de shopping centers de alta renda, que tem mostrado resiliência operacional. A Multiplan é uma das maiores empresas de shopping centers do Brasil, administrando ativos icônicos como o MorumbiShopping. Recentemente, a empresa reportou um aumento significativo nas vendas dos lojistas, superando os níveis pré-pandemia e elevando a distribuição de dividendos aos acionistas.

8º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 50,09 ↑ 1,07%

Descrição: As ações da Porto Seguro (PSSA3) registraram alta de 1,07%, fechando a R$ 50,09. O ativo variou entre R$ 49,31 e R$ 50,39 durante a sessão, com um volume de negociação de 2.004.200 ações e giro financeiro de R$ 100.390.378,00. A companhia mantém uma performance sólida no ano, estando mais próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 55,97) do que da mínima (R$ 34,75). A variação positiva de R$ 0,53 em relação ao fechamento de R$ 49,56 reforça a percepção de estabilidade do setor de seguros frente à volatilidade econômica. A Porto Seguro é um grupo segurador líder no Brasil, com forte atuação em seguros de automóveis e diversificação crescente em serviços financeiros e saúde. Em notícias recentes, a Porto anunciou o lançamento de novos produtos digitais focados no público jovem, visando expandir sua base de clientes e modernizar sua jornada de atendimento.

9º – KLABIN UNT (KLBN11) | R$ 19,20 ↑ 1,05%

Descrição: As units da Klabin (KLBN11) apresentaram valorização de 1,05%, encerrando o dia em R$ 19,20. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,20, operando entre a mínima de R$ 19,01 e a máxima de R$ 19,31. O volume de ações negociadas foi de 5.755.500, resultando em um montante de R$ 110.505.600,00. No período de 52 semanas, o papel tem oscilado entre R$ 16,01 e R$ 20,62, o que coloca o preço atual em uma zona de consolidação. A Klabin beneficia-se da exposição ao mercado de celulose e embalagens, setores que possuem correlação com o câmbio e a demanda global. A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, com gestão integrada de florestas. Recentemente, a empresa iniciou a operação da segunda fase do Projeto Puma II, aumentando significativamente sua capacidade produtiva de celulose e papel cartão.

10º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,80 ↑ 0,82%

Descrição: Fechando o top 10, o Magazine Luiza (MGLU3) registrou uma alta moderada de 0,82%, com preço de fechamento em R$ 9,80. O ativo apresentou volatilidade, oscilando entre R$ 9,58 e R$ 10,00. O volume de ações foi robusto, com 18.343.600 papéis negociados, totalizando R$ 179.767.280,00. Apesar da alta marginal no dia, o papel ainda enfrenta desafios de longo prazo, considerando que a máxima de 52 semanas foi de R$ 11,55 e a mínima de R$ 5,97. O setor de varejo eletrônico continua sensível às taxas de juros e ao poder de compra das famílias. O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil. Em notícias de última hora, a companhia anunciou uma parceria estratégica com o AliExpress para a venda mútua de produtos em seus respectivos marketplaces, visando ampliar a oferta de itens internacionais e aumentar o tráfego em sua plataforma.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 USIM5 R$ 6,27 -0,05%
2 CSNA3 R$ 10,04 -0,05%
3 VALE3 R$ 84,27 -0,04%
4 BRAP4 R$ 23,79 -0,03%
5 CMIN3 R$ 5,93 -0,03%
6 B3SA3 R$ 16,17 -0,03%
7 HAPV3 R$ 13,07 -0,03%
8 EGIE3 R$ 32,71 -0,02%
9 TOTS3 R$ 44,76 -0,02%
10 BRKM5 R$ 9,29 -0,02%

1º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,27 ↓5,43%

Descrição: A Usiminas liderou as perdas do grupo analisado, encerrando o pregão cotada a R$ 6,27. O ativo apresentou uma volatilidade significativa, operando entre a mínima de R$ 6,22 e a máxima de R$ 6,64. Com um volume de 23.142.300 ações negociadas, a empresa movimentou um montante financeiro de R$ 145.102.221,00. O recuo de R$ 0,36 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,63 coloca o papel em uma posição de cautela, embora ainda esteja consideravelmente acima de sua mínima de 52 semanas, que é de R$ 3,90. A pressão vendedora refletiu o sentimento negativo do setor siderúrgico no dia. A Usiminas é uma das maiores produtoras de aço plano do Brasil, com forte atuação nos setores automotivo e de bens de capital. Recentemente, a empresa tem focado na reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, uma obra crucial para a sua eficiência operacional e redução de custos a longo prazo.

2º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 10,04 ↓4,56%

Descrição: A CSN registrou uma queda acentuada de 4,56%, fechando o dia a R$ 10,04, muito próxima de sua mínima intradiária de R$ 9,94. O volume de negociação foi robusto, com 12.986.200 papéis trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 130.381.448,00. A variação nominal negativa foi de R$ 0,48 frente ao fechamento anterior de R$ 10,52. O desempenho anual mostra que a ação está distante da sua máxima de 52 semanas (R$ 11,32), sugerindo um período de consolidação ou tendência de baixa no curto prazo para a gigante do setor de base. A CSN é um grupo siderúrgico integrado que atua também nos segmentos de mineração, logística, cimento e energia. Uma notícia relevante recente envolve a estratégia de desalavancagem da companhia, com o mercado acompanhando de perto as negociações para a venda de uma fatia minoritária da CSN Cimentos para fortalecer o caixa do grupo.

3º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 84,27 ↓3,59%

Descrição: A Vale, peso-pesado do índice, sofreu uma desvalorização de R$ 3,14 por ação, encerrando o dia a R$ 84,27. O volume financeiro foi o maior da lista, alcançando impressionantes R$ 3.049.099.275,00, com 36.182.500 ações negociadas. Durante o dia, o papel oscilou entre R$ 84,01 e R$ 87,90. Apesar da queda no dia, a Vale negocia perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 89,50), demonstrando resiliência estrutural em comparação à sua mínima de um ano, que foi de R$ 44,77. O recuo de 3,59% acompanhou a flutuação dos preços do minério de ferro no mercado internacional. A Vale S.A. é uma das maiores mineradoras do mundo e líder na produção de minério de ferro e níquel. A última grande notícia da companhia refere-se à definição de sua nova política de dividendos e recompras, que continua sendo um dos principais atrativos para os acionistas que buscam renda passiva.

4º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 23,79 ↓3,33%

Descrição: A Bradespar, holding que detém participação relevante na Vale, acompanhou o movimento da mineradora e recuou 3,33%, fechando a R$ 23,79. O ativo teve uma variação negativa de R$ 0,82, com um volume de ações de 2.873.900 e giro financeiro de R$ 68.370.081,00. A cotação máxima do dia foi de R$ 24,67, enquanto a mínima tocou os R$ 23,69. No acumulado de 52 semanas, o papel mostra uma amplitude que vai de R$ 13,28 a R$ 25,46, indicando que, apesar da queda pontual, o ativo sustenta um patamar elevado de preço histórico recente. A Bradespar é uma companhia de investimentos que tem na Vale seu principal ativo gerador de valor, funcionando frequentemente como um veículo para investidores acessarem os resultados da mineradora com diferentes dinâmicas de desconto. Recentemente, o mercado repercutiu o anúncio de pagamento de dividendos intercalares pela holding, reforçando sua característica de boa pagadora de proventos.

5º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,93 ↓3,26%

Descrição: A subsidiária de mineração da CSN fechou o pregão a R$ 5,93, representando uma queda de 3,26%. O volume negociado foi de 9.593.500 ações, resultando em um movimento financeiro de R$ 56.889.455,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 5,86 e a máxima de R$ 6,12 ao longo da sessão. Comparado ao fechamento anterior de R$ 6,13, a perda nominal foi de R$ 0,20. O ativo encontra-se em uma zona intermediária de seu histórico de 52 semanas, onde a mínima registrada foi de R$ 4,55 e a máxima de R$ 6,56, sinalizando uma estabilidade relativa frente aos pares siderúrgicos. A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil. Notícias recentes destacam o avanço de seus projetos de expansão de capacidade (Itabirito P15), que visam aumentar a qualidade e a quantidade da produção nos próximos anos.

6º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 16,17 ↓3,06%

Descrição: A B3 sofreu uma retração de 3,06%, encerrando as negociações a R$ 16,17. Com o segundo maior volume de ações do relatório (47.364.100 unidades), a companhia movimentou R$ 765.877.497,00. A variação negativa de R$ 0,51 refletiu o menor apetite ao risco no mercado local. O papel flutuou entre R$ 16,04 e R$ 16,90, fechando próximo da mínima. É notável que a cotação atual está muito próxima da máxima de 52 semanas (R$ 16,90), o que sugere que, apesar da queda do dia, o ativo vem de uma trajetória de forte valorização anual, partindo de uma mínima de R$ 9,73. A B3 é a bolsa de valores oficial do Brasil, operando em um modelo de negócio diversificado que inclui listagem, negociação, custódia e serviços de dados. A notícia mais recente sobre a empresa envolve a aprovação de um novo programa de recompra de ações, sinalizando confiança da diretoria no valor intrínseco da companhia.

7º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,07 ↓2,68%

Descrição: As ações da Hapvida fecharam o dia cotadas a R$ 13,07, uma queda de 2,68% ou R$ 0,36 em termos nominais. O volume de negociação atingiu 9.213.400 ações, com um volume financeiro de R$ 120.419.138,00. Durante o pregão, o papel tocou a mínima de R$ 12,86 e a máxima de R$ 13,50. Um dado alarmante para o investidor de longo prazo é a comparação com a máxima de 52 semanas, que chegou a R$ 44,85, evidenciando uma desvalorização severa do ativo ao longo do último ano, embora o preço atual esteja ligeiramente acima da mínima anual de R$ 12,77. A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde suplementar do país, com foco especial nas regiões Norte e Nordeste. Recentemente, a empresa tem focado na integração de suas operações após grandes fusões, buscando eficiência de custos e melhora na sinistralidade, tema que dominou o último relatório de resultados.

8º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 32,71 ↓2,45%

Descrição: A Engie Brasil apresentou um recuo de 2,45%, terminando o dia a R$ 32,71. O volume de negociação foi um dos menores da lista, com 1.386.000 ações, totalizando R$ 45.336.060,00. A ação variou entre R$ 32,64 e R$ 33,52 durante a sessão, perdendo R$ 0,82 em relação ao fechamento anterior. O papel demonstra ser um ativo de menor volatilidade histórica, com uma faixa de 52 semanas entre R$ 24,22 e R$ 34,27, indicando que a cotação atual ainda se mantém próxima aos níveis recordes do ano, apesar da correção diária. A Engie Brasil é a maior produtora privada de energia elétrica do país, atuando em geração, comercialização e transmissão. A última notícia relevante da empresa foi a conclusão da venda de sua participação na transportadora de gás TAG, um movimento estratégico para focar totalmente em energia renovável e transmissão.

9º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 44,76 ↓2,38%

Descrição: A gigante de tecnologia Totvs fechou o pregão a R$ 44,76, uma desvalorização de 2,38%. O movimento financeiro somou R$ 145.299.912,00, com 3.246.200 ações negociadas. A oscilação diária foi de R$ 44,28 na mínima a R$ 46,37 na máxima. O fechamento anterior era de R$ 45,85, representando uma queda nominal de R$ 1,09. A Totvs mantém um desempenho sólido no ano, com sua cotação atual bem situada dentro do intervalo de 52 semanas (R$ 30,00 a R$ 48,22), refletindo a resiliência do setor de software e serviços. A Totvs é a líder absoluta no mercado de sistemas de gestão (ERP) no Brasil. Notícias recentes apontam para o crescimento acelerado de sua divisão de “Business Performance”, que engloba soluções de marketing digital e vendas, diversificando as receitas além do software tradicional.

10º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,29 ↓2,31%

Descrição: A Braskem encerrou a lista das dez maiores variações com uma queda de 2,31%, cotada a R$ 9,29. O volume negociado foi de 2.770.900 ações, com giro financeiro de R$ 25.741.661,00. O papel teve mínima de R$ 9,11 e máxima de R$ 9,58 no dia. A situação da petroquímica é delicada sob a ótica anual, com a cotação atual aproximando-se da mínima de 52 semanas (R$ 6,11) e muito distante da máxima de R$ 14,72. A variação de R$ 0,22 no dia acentuou a tendência de baixa que o ativo vem enfrentando devido a incertezas setoriais e geológicas. A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. A última notícia de grande impacto envolve as negociações sobre a venda da participação da Novonor (antiga Odebrecht) na empresa, processo que segue em análise por diversos players internacionais, mantendo a ação sob constante especulação.

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