Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,98 | 5,28% |
| 2 | CLIN11 | R$ 92,32 | 4,91% |
| 3 | HGPO11 | R$ 151,99 | 3,25% |
| 4 | GZIT11 | R$ 48,35 | 2,87% |
| 5 | WHGR11 | R$ 9,48 | 2,49% |
| 6 | XPCI11 | R$ 87,34 | 2,39% |
| 7 | HSML11 | R$ 94,03 | 2,34% |
| 8 | RBRX11 | R$ 8,54 | 2,28% |
| 9 | BRCR11 | R$ 50,56 | 1,67% |
| 10 | BBIG11 | R$ 7,65 | 1,46% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%
Descrição: O Kinea Creditas (KCRE11) apresentou o desempenho mais expressivo do pregão, consolidando-se no topo do ranking. O ativo fechou cotado a R$ 8,98, o que representa a máxima do dia, partindo de um fechamento anterior de R$ 8,53. A variação nominal positiva foi de R$ 0,45. Durante a sessão, o fundo demonstrou resiliência, mantendo sua mínima diária exatamente no valor do fechamento anterior (R$ 8,53), antes de escalar para o topo. O volume de cotas negociadas atingiu 58.005 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 520.884,90. Embora os dados de 52 semanas não tenham sido reportados nesta base, o comportamento intradiário sugere uma forte pressão compradora, com o preço de fechamento encostando no limite superior da banda de negociação do dia (R$ 9,00). Este movimento indica um otimismo pontual dos investidores em relação à carteira de crédito do fundo.
O KCRE11 é um fundo de papel que foca em operações de crédito imobiliário, fruto da parceria entre a Kinea e a fintech Creditas. Recentemente, o fundo tem sido observado de perto pelo mercado devido à sua estratégia de alocação em CRIs com garantias residenciais robustas e taxas de retorno competitivas frente ao cenário de juros.
2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 92,32 ↑ 4,91%
Descrição: O CLIN11 ocupou a segunda posição em valorização, encerrando o dia a R$ 92,32. O ativo teve uma variação positiva de R$ 4,32 em relação ao fechamento anterior de R$ 88,00. Um dado curioso da sessão é que o fundo operou de forma extremamente linear, com a mínima e a máxima registradas no mesmo valor do fechamento (R$ 92,32), sugerindo uma concentração de liquidez em um patamar específico de preço ou uma negociação em bloco. O volume de negociação foi expressivo, somando R$ 1.816.211,36 para um total de 19.673 cotas movimentadas. A ausência de dados históricos de 52 semanas na planilha limita a análise de tendência de longo prazo, mas o salto de quase 5% em uma única sessão coloca o fundo em destaque no setor de títulos e valores mobiliários. O spread entre o fechamento anterior e o atual mostra uma recuperação rápida de valor de mercado.
Este fundo é gerido pela Clave Capital e possui uma estratégia voltada para ativos de renda fixa imobiliária atrelados a índices de preços (como o IPCA). Em notícias recentes, a gestora tem reforçado a diversificação de seu portfólio de CRIs para mitigar riscos de crédito em setores mais expostos à volatilidade econômica.
3º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 151,99 ↑ 3,25%
Descrição: O HGPO11, um dos principais players do segmento de lajes corporativas, apresentou uma valorização sólida de 3,25%, fechando o dia a R$ 151,99. O fundo teve uma oscilação relevante, com mínima de R$ 145,88 e máxima atingindo o valor final de fechamento. O volume financeiro movimentado foi de R$ 647.021,43, com 4.257 cotas trocando de mãos. Um ponto de extrema relevância para o investidor é que o valor de R$ 151,99 representa a máxima das últimas 52 semanas, indicando que o fundo está em seu melhor momento de preço no último ano, superando significativamente a mínima de R$ 124,58 registrada no período. A variação nominal foi de R$ 4,79 sobre o fechamento de R$ 147,20. Esse movimento reafirma a confiança na recuperação do setor de escritórios premium em regiões nobres.
O HGPO11 foca em edifícios corporativos de alto padrão (Triple A) na cidade de São Paulo, especialmente na região da Faria Lima e Vila Olímpia. Recentemente, o fundo esteve sob os holofotes devido a propostas de aquisição total de seu portfólio por outros players do mercado, o que tem gerado valorização nas cotas.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑ 2,87%
Descrição: O GZIT11 registrou uma alta de 2,87%, encerrando a sessão a R$ 48,35. O fundo partiu de um fechamento anterior de R$ 47,00, acumulando um ganho nominal de R$ 1,35 por cota. Assim como outros ativos da lista, sua mínima e máxima do dia convergiram para o valor de fechamento (R$ 48,35), indicando uma estabilização de preço ao fim do pregão. O volume de ações movimentadas foi de 21.664 cotas, gerando um giro financeiro de R$ 1.047.454,40, o que demonstra uma liquidez saudável para o ativo. O fundo ocupa a quarta posição no ranking de performance do dia. A consistência no volume negociado acima de um milhão de reais reflete o interesse institucional e de varejo no segmento de shoppings, que busca capturar a melhora no consumo das famílias.
O Gazit Malls é controlado pela multinacional Gazit-Globe e detém participações em shoppings centers de relevância, como o Shopping Cidade São Paulo. A última notícia relevante do grupo envolve a estratégia de reciclagem de portfólio e foco em ativos dominantes em grandes centros urbanos.
5º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%
Descrição: Ocupando o meio da tabela, o WHGR11 fechou o dia a R$ 9,48, com uma variação positiva de 2,49% ou R$ 0,23 nominais. O fundo abriu o dia próximo à sua mínima de R$ 9,42 e escalou até o fechamento na máxima diária. Foram negociadas 27.804 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 263.581,92. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,25, o ativo demonstra uma trajetória de recuperação gradual. Apesar de possuir o menor volume financeiro entre os cinco primeiros colocados, a baixa volatilidade intradiária (apenas R$ 0,06 entre mínima e máxima) aponta para uma negociação controlada e sem grandes sobressaltos, o que pode atrair investidores com perfil mais conservador dentro da renda variável imobiliária.
O WHGR11 é um fundo híbrido gerido pela Wealth High Governance (WHG), com mandato para investir tanto em CRIs quanto em participações diretas em ativos imobiliários. A gestora recentemente destacou em relatório mensal sua cautela com a alocação de caixa diante da incerteza macroeconômica brasileira.
6º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 87,34 ↑ 2,39%
Descrição: O XPCI11 apresentou um desempenho robusto com alta de 2,39%, fechando a R$ 87,34. O fundo teve uma amplitude de negociação considerável, saindo de uma mínima de R$ 84,83 para atingir a máxima no fechamento. O volume financeiro foi um dos maiores do relatório, alcançando R$ 3.520.326,04, com 40.306 cotas negociadas. Analisando o histórico de 52 semanas fornecido, o valor atual de R$ 87,34 está muito próximo da máxima anual de R$ 88,00, e bem distante da mínima de R$ 62,25. Isso mostra que o ativo acumulou uma valorização expressiva ao longo do último ano. O ganho nominal do dia foi de R$ 2,04 em relação ao fechamento anterior de R$ 85,30, reforçando o apetite do mercado por fundos de papel com gestão ativa.
O XPCI11 é gerido pela XP Asset Management e foca primordialmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Recentemente, o fundo anunciou uma nova distribuição de dividendos alinhada com as expectativas do mercado, mantendo o dividend yield atrativo para os cotistas.
7º – HSI MALLS FI IMOBILIARIO ETF (HSML11) | R$ 94,03 ↑ 2,34%
Descrição: O HSML11 registrou um volume financeiro impressionante de R$ 6.522.390,95, o maior entre todos os ativos analisados nesta lista. O fundo fechou a R$ 94,03, uma valorização de 2,34% (R$ 2,15 nominais). Durante o dia, a cotação variou entre R$ 92,23 e R$ 94,03. É importante destacar que o fechamento de hoje representa exatamente a máxima das últimas 52 semanas, consolidando um ciclo de alta muito forte para o ativo, que já chegou a custar R$ 64,80 no último ano. Com 69.365 cotas negociadas, a liquidez do HSML11 é um diferencial para investidores institucionais. O fechamento anterior foi de R$ 91,88, evidenciando que o mercado aceitou pagar prêmio para entrar ou aumentar posição no setor de varejo físico.
O HSML11 é um fundo de tijolo focado em shoppings centers, gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos). A notícia mais recente sobre o fundo envolve a conclusão da aquisição de participação em novos ativos, expandindo sua presença geográfica e diversificando a base de lojistas.
8º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,54 ↑ 2,28%
Descrição: O RBRX11 apresentou o maior volume de cotas individuais negociadas, com 570.808 papéis trocando de mãos. O fundo fechou a R$ 8,54, uma alta de 2,28% (R$ 0,19). A estabilidade foi a marca do dia, com mínima de R$ 8,51 e máxima de R$ 8,54. O volume financeiro total foi de R$ 4.874.700,32, mostrando uma liquidez extremamente alta para um fundo com valor de cota abaixo de dez reais. Partindo de um fechamento anterior de R$ 8,35, o ativo conseguiu sustentar sua valorização ao longo de toda a sessão. A estratégia de multiestratégia parece atrair um grande número de investidores que buscam diversificação em um único veículo, o que explica o alto giro de cotas observado no pregão.
Este fundo da RBR Asset atua com uma estratégia flexível, podendo investir em CRIs, outros FIIs e projetos de desenvolvimento. Em comunicados recentes, a gestão ressaltou o foco em ativos “alpha”, buscando retornos acima da média de mercado através de oportunidades pontuais em Real Estate.
9º – FDO INV IMOB BTG PACTUAL CORP F REIT (BRCR11) | R$ 50,56 ↑ 1,67%
Descrição: O BRCR11, um dos fundos mais tradicionais da indústria, fechou cotado a R$ 50,56, representando uma alta de 1,67% (R$ 0,83). O fundo operou entre a mínima de R$ 49,50 e a máxima de R$ 50,66, fechando ligeiramente abaixo do topo do dia. O volume financeiro foi de R$ 2.876.762,88 para 56.898 cotas. Comparando com o histórico, o valor atual de R$ 50,56 é o pico das últimas 52 semanas, uma recuperação notável para quem acompanhou a mínima anual de R$ 34,75. O volume negociado mostra que o ativo continua sendo peça-chave na carteira de muitos investidores, apesar da maior sensibilidade do setor de lajes corporativas às taxas de juros de longo prazo.
O BRCR11 é gerido pelo BTG Pactual e possui um portfólio diversificado de edifícios corporativos de alto padrão. Recentemente, a gestão tem focado na redução da vacância de seus imóveis e na renegociação de contratos de aluguel para aumentar a distribuição de rendimentos.
10º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 7,65 ↑ 1,46%
Descrição: Fechando o “Top 10”, o BBIG11 registrou uma alta de 1,46%, com a cota finalizando o dia a R$ 7,65. O fundo teve uma variação nominal de R$ 0,11 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,54. Durante o pregão, o ativo transitou entre R$ 7,50 e R$ 7,70. O volume negociado foi expressivo em termos de quantidade, com 187.080 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 1.431.162,00. Assim como outros destaques do dia, o fechamento de R$ 7,65 coloca o fundo muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 7,70), consolidando uma tendência de alta consistente se comparada à mínima de R$ 5,40 no mesmo período. É um desempenho sólido para um fundo de varejo, mantendo-se atrativo mesmo sendo a menor valorização percentual deste ranking seletivo.
O BBIG11 é um fundo focado em shoppings centers com a chancela de gestão do BB Asset Management. A última notícia relevante sobre o fundo trata da sua recente Assembleia Geral, que discutiu novas diretrizes para a expansão do portfólio e a otimização das despesas operacionais dos imóveis.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,84 | -4,12% |
| 2 | CACR11 | R$ 81,27 | -3,15% |
| 3 | TGAR11 | R$ 75,39 | -2,77% |
| 4 | HTMX11 | R$ 138,91 | -2,63% |
| 5 | KORE11 | R$ 72,25 | -2,52% |
| 6 | HABT11 | R$ 76,34 | -2,45% |
| 7 | KFOF11 | R$ 84,10 | -2,44% |
| 8 | MFII11 | R$ 78,02 | -2,24% |
| 9 | GARE11 | R$ 8,79 | -2,12% |
| 10 | OUJP11 | R$ 86,40 | -2,11% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,84 ↓4,12%
Descrição: O fundo SPXS11 liderou as perdas do dia, registrando uma desvalorização acentuada de 4,12%. O ativo encerrou o pregão cotado a R$ 8,84, representando uma queda nominal de R$ 0,38 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,22. Durante a sessão, o fundo demonstrou baixíssima volatilidade intradiária, operando estritamente no valor de fechamento, sem oscilações entre mínima e máxima registradas no relatório. O volume de negociação foi de 91.758 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 811.140,72. É importante notar que o ativo carece de dados históricos de 52 semanas nesta base, sugerindo uma listagem recente ou ajuste estrutural. A pressão vendedora foi constante, posicionando-o no topo do ranking de desvalorização.
A SPX SYN é um fundo imobiliário de estratégia híbrida, focado na gestão ativa de portfólio para ganho de capital e renda. Recentemente, a gestão vem trabalhando na alocação de recursos em ativos de logística e escritórios. Uma notícia relevante para os cotistas foi a aprovação, em assembleias recentes, de novas diretrizes para a diversificação de ativos, buscando mitigar riscos de vacância em seus imóveis core.
2º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 81,27 ↓3,15%
Descrição: O CACR11 apresentou uma performance negativa de 3,15%, fechando o dia a R$ 81,27. O recuo financeiro foi de R$ 2,64 por cota, partindo de um fechamento anterior de R$ 83,91. O fundo atingiu uma mínima de R$ 81,06 e máxima de R$ 83,49 durante o pregão, evidenciando uma tentativa de recuperação frustrada ao longo do dia. O volume de ações negociadas foi de 34.937, totalizando um giro financeiro de R$ 2.839.329,99. Ao observarmos a janela de 52 semanas, o fundo ainda opera consideravelmente acima de sua mínima anual (R$ 59,13), mas se distanciou da máxima de R$ 92,54. O volume negociado reflete uma liquidez moderada para o perfil do fundo de papel.
O Supernova (CACR11) é um fundo de recebíveis imobiliários (FII de papel), que investe primordialmente em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de rendimentos referentes ao último mês, mantendo o patamar de prêmio sobre o CDI, apesar da deflação pontual em alguns índices de preços que corrigem seus ativos.
3º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 75,39 ↓2,77%
Descrição: O TGAR11, um dos fundos mais ativos do setor de desenvolvimento, registrou queda de 2,77%, fechando a R$ 75,39. A variação negativa foi de R$ 2,15 em relação ao preço anterior de R$ 77,54. O ativo movimentou um volume expressivo de 347.022 cotas, resultando em um volume financeiro robusto de R$ 26.161.988,58, o maior entre os três primeiros colocados. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 74,51 e a máxima de R$ 76,85. No acumulado de 52 semanas, o fundo encontra-se em uma zona intermediária, longe da mínima de R$ 65,64, mas sob pressão em relação à máxima de R$ 94,50, indicando um momento de correção técnica ou realização de lucros por parte dos investidores institucionais.
O TG Ativo Real (TGAR11) foca em empreendimentos imobiliários em diversas fases, desde o desenvolvimento até a geração de renda. Uma notícia de destaque para o fundo foi a conclusão de etapas de obras em loteamentos no Centro-Oeste, o que deve impactar positivamente o fluxo de caixa para as próximas distribuições de dividendos, segundo o último relatório gerencial.
4º – FDO INV IMOB FII HOTEL MAXINVEST CF (HTMX11) | R$ 138,91 ↓2,63%
Descrição: O HTMX11 encerrou a sessão com queda de 2,63%, cotado a R$ 138,91. A redução nominal foi de R$ 3,75 frente ao fechamento de R$ 142,66. Durante o dia, o fundo testou a resistência de R$ 141,61, mas acabou fechando na sua mínima diária de R$ 138,91. O volume de negociação foi relativamente baixo, com 15.537 cotas trocando de mãos, somando R$ 2.158.244,67 em volume financeiro. No histórico de 52 semanas, o ativo mostra resiliência, operando bem acima da mínima de R$ 124,53, embora tenha recuado da máxima histórica recente de R$ 150,53. A queda de hoje pode ser atribuída a uma volatilidade específica do setor hoteleiro, que costuma reagir a dados macroeconômicos de consumo.
O Maxinvest é um fundo especializado no setor de hotelaria, com foco principal na cidade de São Paulo. Recentemente, a gestão reportou um aumento na taxa de ocupação média e no RevPAR (receita por quarto disponível), refletindo a retomada vigorosa dos eventos corporativos e do turismo de negócios na capital paulista.
5º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 72,25 ↓2,52%
Descrição: O KORE11 registrou uma desvalorização de 2,52%, fechando o pregão em R$ 72,25. O recuo financeiro foi de R$ 1,87 por cota comparado ao fechamento anterior de R$ 74,12. O ativo apresentou uma volatilidade considerável, com mínima de R$ 70,38 e máxima de R$ 73,80. O volume negociado foi de 189.808 cotas, gerando um movimento financeiro de R$ 13.713.628,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, o fundo está operando próximo de sua mínima anual (R$ 59,11) e afastado da máxima de R$ 78,85. Este movimento sugere que o investidor está precificando riscos de crédito ou ajustes na carteira de ativos de oportunidade que o fundo carrega, resultando em uma pressão vendedora relevante.
Gerido pela Kinea Investimentos, o KORE11 busca oportunidades em diversas classes de ativos imobiliários, incluindo dívida e equity. Uma notícia relevante para o mercado foi o anúncio da Kinea sobre a reestruturação de alguns ativos de crédito em sua carteira imobiliária, visando otimizar o carrego de longo prazo e reduzir a exposição a setores de maior volatilidade.
6º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 76,34 ↓2,45%
Descrição: O HABT11 fechou o dia em queda de 2,45%, estabelecendo o preço de R$ 76,34. A variação negativa foi de R$ 1,92 em relação ao valor de R$ 78,26 do dia anterior. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 76,26 e a máxima de R$ 78,00. O volume de negociação foi de 19.951 cotas, movimentando R$ 1.523.059,34. No histórico de um ano, o fundo mostra uma trajetória descendente em relação à sua máxima de R$ 80,06, aproximando-se da zona de suporte de R$ 60,07 registrada nos últimos 12 meses. A baixa liquidez diária comparada a outros pares pode ter acentuado a queda percentual diante de ordens de venda pontuais de maiores volumes.
O Habitat II é um fundo que investe em CRIs com foco em projetos residenciais e multipropriedade. Recentemente, a gestão publicou uma nota aos cotistas esclarecendo o status de adimplência de sua carteira, reforçando que, apesar do cenário de juros altos, os recebíveis mantêm garantias robustas e o fluxo de pagamentos segue dentro da normalidade esperada.
7º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 84,10 ↓2,44%
Descrição: O KFOF11 apresentou um recuo de 2,44%, encerrando a R$ 84,10. A queda em reais foi de R$ 2,10 frente ao fechamento anterior de R$ 86,20. O ativo registrou mínima de R$ 83,04 e máxima de R$ 84,96 durante a sessão. O volume de cotas negociadas atingiu 63.055, totalizando R$ 5.302.925,50 em volume financeiro. No panorama de 52 semanas, o fundo mantém uma posição estável, operando na faixa superior entre a mínima de R$ 58,79 e a máxima de R$ 87,68. Por ser um fundo de fundos (FoF), seu desempenho reflete a média ponderada das quedas sofridas por outros FIIs que compõem sua carteira, justificando o movimento de correção em linha com o mercado.
O Kinea FII (KFOF11) funciona como um Fundo de Fundos, investindo em cotas de outros FIIs para oferecer diversificação ao investidor. Recentemente, o fundo comunicou uma alteração estratégica em sua composição, aumentando a exposição a fundos de papel em detrimento de fundos de tijolo, visando captar a manutenção das taxas de juros em patamares elevados.
8º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 78,02 ↓2,24%
Descrição: O MFII11 registrou desvalorização de 2,24%, fechando a R$ 78,02. O decréscimo nominal foi de R$ 1,79 em relação ao preço de R$ 79,81. O fundo apresentou mínima de R$ 77,50 e máxima de R$ 79,53 no dia. Com um volume de 31.682 cotas negociadas, o montante financeiro totalizou R$ 2.471.829,64. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, percebe-se que o ativo está operando próximo de sua máxima anual de R$ 81,25, o que torna a queda de hoje um movimento natural de realização de lucros após um período de valorização, mantendo-se distante da mínima histórica de R$ 62,77.
O Mérito Desenvolvimento (MFII11) é um fundo focado em projetos de incorporação imobiliária. A última notícia de impacto para o fundo foi a venda de uma participação em um empreendimento residencial em São Paulo, o que deve gerar um ganho de capital extraordinário a ser distribuído aos cotistas nos próximos meses, conforme fato relevante divulgado.
9º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,79 ↓2,12%
Descrição: O GARE11 fechou o pregão com queda de 2,12%, cotado a R$ 8,79. A variação negativa foi de R$ 0,19 frente ao fechamento anterior de R$ 8,98. O ativo teve um dos maiores volumes de negociação da lista, com 1.966.504 cotas movimentadas, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 17.285.570,16. Durante o dia, a oscilação foi mínima, com mínima de R$ 8,78 e máxima de R$ 8,80, indicando que o preço encontrou um forte suporte na casa dos R$ 8,79 após a queda inicial. Assim como o líder da lista, este fundo carece de dados de 52 semanas no relatório, impossibilitando uma análise comparativa de longo prazo, mas o alto volume indica forte interesse do mercado.
O Guardian Logística (GARE11) investe em galpões logísticos e imóveis de renda urbana. Recentemente, o fundo anunciou a aquisição de um novo portfólio de imóveis locados para grandes redes de varejo, consolidando sua estratégia de expansão e aumentando sua presença em estados estrategicamente localizados para a malha logística nacional.
10º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 86,40 ↓2,11%
Descrição: O OUJP11 encerrou a lista dos 10 destaques negativos com queda de 2,11%, fixando seu preço em R$ 86,40. A redução nominal foi de R$ 1,86 comparado ao fechamento de R$ 88,26. O ativo variou entre R$ 86,26 (mínima) e R$ 89,00 (máxima) durante a sessão. O volume de negociação foi o mais baixo do ranking, com apenas 5.317 cotas negociadas, totalizando R$ 459.388,80. Apesar da queda diária, o fundo permanece em um patamar elevado no histórico de 52 semanas, estando mais próximo da máxima de R$ 91,47 do que da mínima de R$ 55,90. A baixa liquidez pode ter exacerbado a variação percentual com poucos negócios realizados no final do pregão.
O Ourinvest JPP (OUJP11) é um fundo de papel focado em CRIs de alta qualidade creditícia (High Grade). Em sua última comunicação ao mercado, o fundo destacou que o indexador IPCA continua sendo o principal motor de seus rendimentos, e que a carteira permanece 100% adimplente, com garantias que superam o valor de face das dívidas.