Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,98 | 5,28% |
| 2 | CLIN11 | R$ 94,44 | 4,91% |
| 3 | BTAL11 | R$ 91,26 | 2,41% |
| 4 | PVBI11 | R$ 79,51 | 1,92% |
| 5 | ICRI11 | R$ 97,79 | 1,59% |
| 6 | BPML11 | R$ 96,20 | 1,56% |
| 7 | PCIP11 | R$ 86,09 | 1,56% |
| 8 | XPCI11 | R$ 84,12 | 1,53% |
| 9 | BROF11 | R$ 63,76 | 1,42% |
| 10 | WHGR11 | R$ 9,38 | 1,41% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%
Descrição: O fundo KCRE11 liderou as altas do dia com uma valorização expressiva de 5,28%, fechando a cotação em R$ 8,98. Durante a sessão, o ativo demonstrou volatilidade controlada, com mínima de R$ 8,98 e máxima de R$ 9,03, evidenciando uma pressão compradora que o manteve no topo do ranking. O volume de ações negociadas foi de 79.855, resultando em um volume financeiro total de R$ 717.097,90. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,53, o ganho nominal foi de R$ 0,45. É importante notar que não há dados disponíveis para as mínimas e máximas de 52 semanas no relatório, o que sugere uma listagem recente ou ajuste de base. A liquidez do fundo se mostra adequada para o perfil de investidores que buscam exposição ao crédito privado estruturado pela plataforma Creditas sob gestão da Kinea.
O KCRE11 é um fundo imobiliário do tipo papel, focado em investir em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com uma estratégia voltada para o financiamento imobiliário residencial. Recentemente, a Kinea e a Creditas reforçaram sua parceria estratégica para expandir a originação de lastros imobiliários de alta qualidade para o fundo.
2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑ 4,91%
Descrição: O CLIN11 apresentou uma performance robusta, consolidando-se na segunda posição com uma alta de 4,91%. O preço de fechamento foi de R$ 94,44, exatamente o valor registrado como mínima e máxima do dia, indicando uma negociação concentrada ou baixa dispersão intradiária após o ajuste de preço. A variação nominal foi de R$ 4,32 em relação ao fechamento anterior de R$ 93,83. O volume negociado atingiu R$ 1.127.330,28, com 11.937 cotas trocando de mãos. Este movimento reflete um forte interesse institucional em fundos atrelados a índices de inflação, buscando proteção real de capital. A ausência de dados históricos de 52 semanas aponta para um ativo com histórico recente de negociação em bolsa, mantendo um perfil de crescimento acelerado dentro da carteira da Clave Capital.
O CLIN11 é gerido pela Clave Capital e tem como objetivo o investimento em ativos financeiros de base imobiliária, prioritariamente CRIs indexados ao IPCA. A notícia mais recente do fundo envolve o anúncio de sua última distribuição de dividendos, que manteve o patamar de rendimentos acima da média do setor de papel.
3º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 91,26 ↑ 2,41%
Descrição: O BTAL11 obteve uma valorização de 2,41%, encerrando o dia cotado a R$ 91,26. O fundo operou entre a mínima de R$ 89,28 e a máxima de R$ 91,50, aproximando-se de sua máxima histórica de 52 semanas, que é de R$ 91,75. Com um volume negociado de R$ 620.750,52 e 6.802 ações movimentadas, o ativo mostra uma recuperação sólida frente ao seu valor mínimo anual de R$ 62,29. O incremento de R$ 2,15 por cota em relação ao fechamento anterior (R$ 89,11) reforça o otimismo do setor agro-logístico. O investidor tem observado com atenção a capacidade do fundo em manter contratos atípicos de longo prazo, o que gera previsibilidade de caixa mesmo em cenários macroeconômicos desafiadores.
O BTAL11 é um fundo gerido pelo BTG Pactual que foca em ativos logísticos e industriais voltados para a cadeia do agronegócio. Em fato relevante recente, o fundo comunicou a conclusão de benfeitorias em um de seus terminais de armazenamento, visando aumentar o potencial de receita por metro quadrado.
4º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 79,51 ↑ 1,92%
Descrição: O PVBI11, um dos nomes mais fortes do setor de lajes corporativas, registrou alta de 1,92%, fechando a R$ 79,51. O ativo teve uma movimentação financeira expressiva de R$ 14.044.964,44, a maior entre os dez analisados, com 176.644 cotas negociadas. A variação nominal foi de R$ 1,50 sobre o fechamento de R$ 78,01. Durante o pregão, o fundo oscilou entre R$ 77,75 e R$ 80,13. Considerando o intervalo de 52 semanas (R$ 69,40 a R$ 84,99), o preço atual encontra-se em uma zona intermediária de recuperação. Este volume elevado sugere um rebalanceamento de grandes carteiras, aproveitando a qualidade dos ativos (Triple A) que compõem o portfólio do fundo em localizações premium como a Faria Lima e Paulista.
O PVBI11 é gerido pela VBI Real Estate e investe em escritórios comerciais de alto padrão. Uma notícia recente de grande impacto foi a assinatura de um novo contrato de locação para um andar vago em um de seus edifícios principais, reduzindo ainda mais a vacância física do portfólio.
5º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 97,79 ↑ 1,59%
Descrição: O ICRI11 apresentou um desempenho positivo de 1,59%, com fechamento a R$ 97,79. A variação em reais foi de R$ 1,53 comparada ao fechamento anterior de R$ 96,26. O fundo atingiu hoje sua máxima de 52 semanas (R$ 98,38), após ter partido de uma mínima anual de R$ 76,13, demonstrando uma trajetória de valorização consistente ao longo do último ano. O volume de negociação foi de 15.653 cotas, totalizando R$ 1.530.706,87. Com mínima no dia de R$ 95,50, o fundo conseguiu sustentar o preço próximo ao topo, refletindo a confiança no carrego de sua carteira de CRIs indexados ao IPCA sob a gestão do Itaú.
O ICRI11 é um fundo de papel gerido pelo Itaú Asset Management, focado em títulos de dívida imobiliária com remuneração indexada à inflação. Recentemente, a gestora divulgou um relatório mensal destacando a deflação pontual de alguns itens e como a estrutura dos CRIs protege o investidor contra quedas bruscas de rendimento.
6º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 96,20 ↑ 1,56%
Descrição: O BPML11 subiu 1,56%, encerrando a sessão a R$ 96,20. O fundo apresentou uma variação nominal de R$ 1,48 em relação aos R$ 94,72 anteriores. O volume financeiro foi de R$ 1.564.596,80, com 16.264 ações negociadas. Durante o dia, o ativo tocou a mínima de R$ 94,18 e a máxima de R$ 96,20. O desempenho anual é sólido, com o preço atual muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 96,99), vindo de uma mínima de R$ 60,60. Este crescimento de quase 60% no ano reflete a forte recuperação do setor de shoppings, com aumento nas vendas e redução da inadimplência dos lojistas, beneficiando diretamente os dividendos distribuídos pelo BTG.
O BPML11 investe em participações de shopping centers em diversas regiões do Brasil. A última notícia relevante sobre o fundo foi o anúncio da expansão da Área Bruta Locável (ABL) em um de seus principais ativos, visando atrair novas âncoras do setor de vestuário.
7º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 86,09 ↑ 1,56%
Descrição: O PCIP11 registrou uma alta de 1,56%, fechando a R$ 86,09. A valorização nominal foi de R$ 1,32 sobre o preço anterior de R$ 84,77. O fundo teve um dia movimentado com 69.646 cotas negociadas e um volume total de R$ 5.995.824,14. A oscilação diária ficou entre R$ 84,34 e R$ 86,90. No histórico de 52 semanas, o ativo demonstra estabilidade, operando entre R$ 71,90 e R$ 88,98. A performance do PCIP11 é acompanhada de perto por investidores que buscam uma cesta diversificada de crédito imobiliário através de um veículo que funciona como um ETF de CRIs, proporcionando diversificação automática.
O PCIP11 é um fundo gerido pela VBI Real Estate que busca replicar o desempenho de uma carteira de crédito imobiliário de alta qualidade. Recentemente, o fundo atualizou seu prospecto para permitir maior flexibilidade na aquisição de novos títulos no mercado secundário.
8º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 84,12 ↑ 1,53%
Descrição: O XPCI11 avançou 1,53%, terminando o dia a R$ 84,12. A variação positiva foi de R$ 1,27 frente ao fechamento de R$ 82,85. Com um volume de R$ 5.361.135,84 e 63.732 cotas negociadas, o fundo mostrou liquidez relevante. O intervalo de negociação no dia foi de R$ 81,62 a R$ 84,20. Analisando o ano, o fundo recuperou-se bem da mínima de R$ 64,17, aproximando-se da máxima de R$ 87,34. A estratégia de alocação da XP em papéis com boa relação risco-retorno tem atraído o investidor de varejo, que busca proventos mensais consistentes acima do CDI.
O XPCI11 é um fundo de papel da XP Asset Management focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários. Uma notícia de destaque recente foi a liquidação antecipada de uma série de CRIs da carteira, o que gerou um ganho de capital extra distribuído aos cotistas no último mês.
9º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 63,76 ↑ 1,42%
Descrição: O BROF11 registrou alta de 1,42%, com fechamento a R$ 63,76. O aumento nominal foi de R$ 0,89 em relação ao fechamento anterior de R$ 62,87. Apesar de ter o menor volume financeiro da lista (R$ 199.186,24) e apenas 3.124 cotas negociadas, o fundo atingiu sua máxima de 52 semanas durante o dia (R$ 63,83). A mínima do pregão foi de R$ 63,00, e a mínima anual registrada foi de R$ 40,80. Este salto anual representa uma valorização expressiva para um fundo de lajes corporativas, indicando que o mercado está reprecificando os ativos da BR Properties diante de novas perspectivas de locação e venda de ativos.
O BROF11 é um fundo focado em escritórios corporativos, originado a partir de ativos da BR Properties. Recentemente, o mercado repercutiu a notícia de que a gestora está avaliando propostas de venda para parte de seu portfólio, o que poderia destravar valor para os atuais cotistas.
10º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,38 ↑ 1,41%
Descrição: Fechando o top 10, o WHGR11 apresentou valorização de 1,41%, com preço de fechamento em R$ 9,38. A variação foi de R$ 0,13 sobre o valor anterior de R$ 9,25. O volume de negociação foi de 44.313 cotas, somando R$ 415.655,94. O fundo manteve-se estável durante o dia, com mínima e máxima travadas em R$ 9,38, sugerindo uma execução de ordens em bloco no fechamento. Assim como os primeiros da lista, não há dados de 52 semanas reportados. O WHGR11 foca em uma estratégia híbrida, permitindo ao gestor navegar entre crédito e tijolo conforme as janelas de oportunidade do mercado imobiliário.
O WHGR11 é gerido pela Wealth High Governance (WHG) e busca rentabilidade através de uma carteira diversificada de ativos imobiliários. A última notícia do fundo refere-se à sua estratégia de alocação em ativos de logística de última milha (last mile), visando capturar o crescimento do e-commerce.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 44,53 | -5,26% |
| 2 | RBRR11 | R$ 87,46 | -3,09% |
| 3 | BRCO11 | R$ 119,60 | -2,83% |
| 4 | KORE11 | R$ 75,56 | -2,44% |
| 5 | VCJR11 | R$ 79,08 | -2,21% |
| 6 | SNFF11 | R$ 73,47 | -1,76% |
| 7 | DEVA11 | R$ 24,83 | -1,66% |
| 8 | TRBL11 | R$ 76,82 | -1,45% |
| 9 | RBRX11 | R$ 8,56 | -1,38% |
| 10 | BBIG11 | R$ 7,31 | -1,35% |
1º – GAZIT MALLS FII (GZIT11) | R$ 44,53 ↓ 5,26%
Descrição: O fundo imobiliário Gazit Malls (GZIT11) apresentou uma queda acentuada de 5,26% na sessão, fechando cotado a R$ 44,53. Durante o dia, o ativo manteve-se estável em sua mínima, que coincidiu com o preço de fechamento, após ter aberto no valor de fechamento anterior de R$ 47,00. O volume de negociação foi de 28.645 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 1.275.561,85. Este movimento reflete uma variação negativa nominal de R$ 2,47 por cota. O fundo, que opera no segmento híbrido com foco em shopping centers, demonstra uma volatilidade relevante no curto prazo, especialmente considerando que não foram fornecidos dados de mínimas e máximas de 52 semanas no conjunto de dados atual, sugerindo uma transição ou ajuste de base recente. A liquidez, embora presente, mostra-se mais contida em comparação a outros pares do setor imobiliário listados.
A empresa Gazit Brasil, gestora por trás do ativo, é uma subsidiária da Gazit Globe, operadora global de shopping centers. No Brasil, foca em ativos dominantes em áreas de alta densidade demográfica, como o Shopping Light e o Morumbi Town. A última notícia relevante indica que o fundo distribuiu R$ 0,42 por cota em fevereiro de 2026, mantendo um Dividend Yield atrativo, apesar da pressão deflacionária no preço da cota.
2º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE (RBRR11) | R$ 87,46 ↓ 3,09%
Descrição: O RBRR11, um dos fundos de papel mais resilientes do mercado, registrou um recuo de 3,09%, encerrando o pregão a R$ 87,46. O ativo variou entre a mínima de R$ 87,12 e a máxima de R$ 89,50 ao longo do dia, demonstrando uma pressão vendedora que o afastou da máxima de 52 semanas de R$ 90,25. Com um expressivo volume de 212.258 ações negociadas e um giro financeiro de R$ 18.564.084,68, o fundo manteve sua característica de alta liquidez. A variação negativa foi de R$ 2,79 em relação ao fechamento anterior de R$ 90,25. Este ajuste pode estar atrelado a movimentos macroeconômicos de curva de juros, visto que o fundo possui um portfólio focado em CRIs de alta qualidade creditícia (High Grade), cujos prêmios são sensíveis às oscilações do mercado de renda fixa e IPCA.
O RBR Rendimento High Grade é gerido pela RBR Asset e investe primordialmente em ativos de crédito imobiliário com garantias reais robustas. Recentemente, a notícia de destaque para o fundo foi o anúncio de proventos no valor de R$ 0,80 por cota pagos em fevereiro de 2026, reafirmando sua política de distribuição estável mesmo diante da volatilidade de mercado.
3º – BRESCO LOGÍSTICA – FDO INV IMOB (BRCO11) | R$ 119,60 ↓ 2,83%
Descrição: O setor logístico, representado aqui pelo BRCO11, observou uma desvalorização de 2,83% no preço de sua cota, finalizando o dia a R$ 119,60. O fundo oscilou entre R$ 119,46 e R$ 123,53, aproximando-se da sua máxima anual de R$ 124,00 antes de sofrer a correção. O volume negociado atingiu R$ 7.811.554,40, com a troca de mãos de 65.314 cotas. A variação nominal foi negativa em R$ 3,48. Apesar da queda diária, o fundo mantém uma posição sólida no acumulado de 52 semanas, com sua mínima registrada em R$ 91,11, evidenciando uma trajetória de valorização consistente ao longo do último ano. A queda pontual pode representar uma realização de lucros por parte dos investidores após o ativo testar níveis próximos à sua resistência histórica.
A Bresco Logística é uma plataforma especializada em propriedades logísticas de alto padrão, com foco em contratos atípicos e inquilinos de primeira linha (AAA). Uma notícia recente de grande impacto para o fundo foi o anúncio da distribuição de seus maiores dividendos dos últimos oito meses, impulsionado pela eficiência operacional de seu portfólio.
4º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 75,56 ↓ 2,44%
Descrição: O KORE11 encerrou a sessão com uma queda de 2,44%, sendo negociado a R$ 75,56. O fundo apresentou uma mínima diária de R$ 74,84 e máxima de R$ 77,00, operando abaixo do fechamento anterior de R$ 77,45. Foram negociadas 56.194 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 4.246.018,64. No intervalo de 52 semanas, o ativo mostra uma amplitude que vai de R$ 60,76 a R$ 78,49, o que posiciona a cotação atual ainda em um patamar elevado em relação ao histórico anual. A redução de R$ 1,89 no valor da cota reflete um ajuste técnico dentro de um segmento que busca oportunidades em lajes corporativas e ativos de tijolo, setores que demandam monitoramento constante da vacância e dos ciclos imobiliários.
Gerido pela Kinea Investimentos (Itaú), o KORE11 adota uma estratégia de valorização de ativos (ganho de capital) e renda. Em relatório recente de janeiro de 2026, a gestão destacou o otimismo com o setor de escritórios e logística para o decorrer do ano, prevendo uma redução contínua na vacância de seus imóveis de alto padrão.
5º – VECTIS JUROS REAL FII (VCJR11) | R$ 79,08 ↓ 2,21%
Descrição: O fundo Vectis Juros Real (VCJR11) registrou uma variação negativa de 2,21%, fechando a R$ 79,08. A movimentação do dia ocorreu entre a mínima de R$ 78,62 e a máxima de R$ 79,69, partindo de um fechamento anterior de R$ 80,87. O volume de negociação foi considerável, com 63.264 cotas movimentando R$ 5.002.917,12. Com uma variação nominal negativa de R$ 1,79, o ativo se situa no meio de sua faixa de 52 semanas (mínima de R$ 67,96 e máxima de R$ 83,14). Por ser um fundo de CRI indexado majoritariamente ao IPCA, sua performance em bolsa costuma ser influenciada pelas expectativas de inflação e pelas taxas de juros reais de longo prazo, fatores que podem explicar a volatilidade observada no pregão.
A Vectis Gestão foca em crédito estruturado com garantias imobiliárias. Como última notícia relevante, o fundo divulgou seu relatório gerencial de fevereiro de 2026, informando a distribuição de rendimentos de R$ 0,88 por cota, o que representa um Dividend Yield mensal superior a 1% sobre a cotação base.
6º – SUNO FUNDO DE FII (SNFF11) | R$ 73,47 ↓ 1,76%
Descrição: O SNFF11, fundo de fundos da Suno Asset, fechou o dia em queda de 1,76%, cotado a R$ 73,47. Durante a sessão, o fundo tocou a mínima de R$ 73,19 e a máxima de R$ 75,19, após ter fechado anteriormente a R$ 74,79. O volume financeiro movimentado foi de R$ 2.419.220,16, com 32.928 cotas negociadas. A variação negativa foi de R$ 1,32. O ativo tem um histórico de 52 semanas com mínima de R$ 60,35 e máxima de R$ 81,38. Como um FOF (Fundo de Fundos), sua cotação reflete o desempenho médio do IFIX e a gestão ativa de sua carteira, que busca capturar tanto dividendos quanto ganhos de capital em outros FIIs.
O SNFF11 é gerido pela Suno Asset e possui um perfil multiestratégia. A notícia mais impactante para os investidores recentemente é o processo de fusão/incorporação pelo fundo SNME11, planejado para o primeiro semestre de 2026, visando criar um veículo mais robusto e com maior liquidez para os cotistas da casa Suno.
7º – DEVANT RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS (DEVA11) | R$ 24,83 ↓ 1,66%
Descrição: O fundo DEVA11 encerrou com recuo de 1,66%, finalizando o pregão a R$ 24,83. O ativo oscilou entre R$ 24,75 e R$ 25,25 ao longo do dia, com um volume de 46.068 cotas e movimentação de R$ 1.143.868,44. A variação nominal foi de R$ 0,42 negativos em comparação ao fechamento anterior de R$ 25,25. Este fundo tem enfrentado um período de maior volatilidade e preços descontados, como evidenciado pela sua máxima de 52 semanas em R$ 31,22 e mínima em R$ 21,91. O mercado de recebíveis imobiliários de maior risco (High Yield), onde o fundo atua, tem sido penalizado por questões de inadimplência em alguns ativos do setor, o que justifica o nível atual de preços.
A Devant Asset é a gestora responsável pela estratégia do fundo, que investe em certificados de recebíveis imobiliários (CRI). A última notícia relevante aponta que o fundo distribuiu R$ 0,30 por cota em fevereiro de 2026, buscando estabilizar o fluxo de caixa para seus investidores após períodos de maior turbulência no portfólio.
8º – SDI LOGÍSTICA RIO (TRBL11) | R$ 76,82 ↓ 1,45%
Descrição: O TRBL11 apresentou uma queda de 1,45%, fechando a R$ 76,82. A mínima do dia foi de R$ 76,46 e a máxima de R$ 78,34. Com um volume negociado de R$ 1.801.429,00 e 23.450 cotas transacionadas, o fundo teve uma redução de R$ 1,13 no valor de sua cota. No histórico anual, o fundo mostra uma recuperação expressiva desde sua mínima de R$ 48,72, chegando próximo à máxima de R$ 81,29. Este fundo de tijolo foca em ativos logísticos, e sua performance recente tem sido impulsionada por melhorias operacionais e possivelmente ganhos de capital extraordinários decorrentes da reciclagem de portfólio.
O fundo é administrado pela Rio Bravo e foca em ativos logísticos e industriais. Recentemente, em fevereiro de 2026, o TRBL11 anunciou o pagamento de seu maior dividendo em 16 meses (R$ 0,70 por cota), explicado pela gestão como resultado do recebimento integral de aluguéis e ganhos de capital da venda de ativos.
9º – RBR PLUS MULTIESTRATÉGIA (RBRX11) | R$ 8,56 ↓ 1,38%
Descrição: O RBRX11 fechou a sessão cotado a R$ 8,56, representando uma queda de 1,38%. O ativo manteve uma estreita faixa de negociação entre R$ 8,56 e R$ 8,58. Apesar da baixa porcentagem, foi o ativo com o maior número de cotas negociadas da lista, totalizando 314.083 unidades, com um volume financeiro de R$ 2.688.550,48. A variação nominal foi de R$ 0,12 negativos frente ao fechamento anterior de R$ 8,68. Assim como o GZIT11, os dados de 52 semanas não foram providos, o que é comum em ativos que passaram por mudanças recentes de estrutura ou emissões. A alta liquidez em termos de número de ações sugere uma base de cotistas pulverizada e ativa.
O RBRX11 é um fundo multiestratégia da RBR Asset. A notícia de maior relevância no momento é a transição de gestão anunciada em fevereiro de 2026; a RBR informou que o relatório de janeiro foi o último sob sua responsabilidade, indicando uma mudança iminente no comando do fundo para outra instituição financeira.
10º – BB PREMIUM MALLS FII (BBIG11) | R$ 7,31 ↓ 1,35%
Descrição: O BBIG11 registrou uma queda de 1,35%, encerrando o dia a R$ 7,31. A cota oscilou entre a mínima de R$ 7,19 e a máxima de R$ 7,39. O volume financeiro foi de R$ 1.990.820,02, com 272.342 cotas negociadas. A variação nominal foi de R$ 0,10 negativos em relação ao fechamento de R$ 7,41. O fundo se encontra próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 7,73), estando bem acima da mínima anual de R$ 5,69. Este fundo, focado em participações em shopping centers de alta qualidade, tem apresentado uma performance resiliente, e a queda de hoje parece ser um movimento de ajuste após um período de valorização.
O BB Premium Malls é um fundo gerido pela BB Asset Management. A última notícia de destaque para o ativo foi a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) em fevereiro de 2026 para discutir propostas do administrador, além da manutenção de dividendos na casa dos R$ 0,07 a R$ 0,09 por cota.