Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,98 | 0,05% |
| 2 | CLIN11 | R$ 94,44 | 0,05% |
| 3 | ARRI11 | R$ 6,94 | 0,02% |
| 4 | WHGR11 | R$ 9,38 | 0,01% |
| 5 | TGAR11 | R$ 79,37 | 0,01% |
| 6 | KORE11 | R$ 75,40 | 0,01% |
| 7 | HGRE11 | R$ 131,36 | 0,01% |
| 8 | BRCR11 | R$ 48,51 | 0,01% |
| 9 | HGRU11 | R$ 128,75 | 0,01% |
| 10 | VGIP11 | R$ 81,75 | 0,01% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%
Descrição: O Kinea Creditas FII (KCRE11) apresentou a maior valorização do dia, fechando em R$ 8,98, o que representa uma alta expressiva de 5,28% em relação ao fechamento anterior de R$ 8,53. Durante a sessão, o ativo demonstrou solidez, com sua mínima tocando o valor de abertura (R$ 8,98) e a máxima atingindo R$ 9,03. O volume de cotas negociadas foi de 79.855, gerando um montante financeiro de R$ 717.097,90. É importante notar que, por ser um fundo relativamente novo ou em fase de ajuste de dados, não foram registrados valores para as mínimas e máximas de 52 semanas. O spread entre a mínima e a máxima do dia foi estreito, indicando uma pressão compradora constante ao longo do pregão. Este fundo foca em ativos de crédito imobiliário, capturando o spread de operações estruturadas pela Creditas.
O KCRE11 é um fundo de papel gerido pela Kinea em parceria com a fintech Creditas, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) lastreados principalmente em empréstimos com garantia de imóvel (Home Equity). Recentemente, o fundo tem sido notícia pela sua estratégia de expansão de portfólio e pela manutenção de dividendos atrativos mesmo em cenários de juros oscilantes.
2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑ 4,91%
Descrição: O fundo CLIN11 ocupou a segunda posição no ranking de valorização, com uma alta de 4,91%, elevando seu preço de fechamento para R$ 94,44. O movimento foi marcado por uma variação absoluta de R$ 4,32 por cota. Um dado curioso deste pregão foi a baixa volatilidade intradiária, com a mínima e a máxima registradas no exato valor de fechamento (R$ 94,44), sugerindo negociações em blocos ou uma estabilização rápida do preço em patamares elevados. O volume de negociação financeira ultrapassou a marca de R$ 1,12 milhão, com 11.937 cotas trocando de mãos. Assim como o primeiro colocado, o histórico de 52 semanas ainda não está disponível nos dados, o que pode indicar uma listagem recente ou migração de mercado. O CLIN11 busca proteger o poder de compra do investidor através de ativos atrelados à inflação.
Este fundo é gerido pela Clave Capital e investe primordialmente em títulos de dívida imobiliária (CRIs) indexados ao IPCA. A última notícia relevante sobre o CLIN11 envolve a conclusão de sua última emissão de cotas, que visou reforçar o caixa para aquisição de novos ativos de crédito com taxas reais acima da média do mercado.
3º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,94 ↑ 1,76%
Descrição: O ARRI11 apresentou uma valorização moderada de 1,76%, fechando o dia cotado a R$ 6,94, um incremento de R$ 0,12 frente ao fechamento anterior de R$ 6,82. O fundo operou dentro de uma banda estreita, com mínima de R$ 6,84 e máxima de R$ 6,96. O volume de cotas negociadas foi de 15.272, totalizando R$ 105.987,68 em volume financeiro negociado. Olhando para o histórico de longo prazo, o fundo está operando próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 7,00) e bem acima da mínima do mesmo período (R$ 5,97), o que demonstra uma trajetória de recuperação ou valorização consistente ao longo do último ano. O ARRI11 é conhecido por sua exposição a recebíveis imobiliários, oferecendo uma alternativa de baixo valor nominal para investidores de varejo que buscam diversificação em crédito privado.
O ARRI11 é um fundo de recebíveis gerido pela Átrio Asset Management, com foco em uma carteira diversificada de CRIs. Recentemente, a gestão comunicou ao mercado uma atualização em sua política de investimentos para permitir uma alocação mais ágil em títulos de curto prazo, visando melhorar a liquidez e o carrego da carteira.
4º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,38 ↑ 1,41%
Descrição: O WHGR11 fechou o pregão com alta de 1,41%, atingindo o valor de R$ 9,38. O ganho por cota foi de R$ 0,13 em relação aos R$ 9,25 do fechamento anterior. Durante o dia, o ativo não apresentou oscilação, mantendo os R$ 9,38 como mínima e máxima, o que reflete uma liquidez concentrada ou um ajuste pontual de preço. O volume financeiro foi robusto, somando R$ 415.655,94, com a negociação de 44.313 cotas. A ausência de dados de 52 semanas sugere que o investidor deve focar na análise do portfólio atual e nas projeções de rendimentos mensais. O fundo se posiciona como um veículo híbrido, podendo transitar entre ativos de renda e ganho de capital no setor imobiliário, sob a gestão da Wealth High Governance.
O WHGR11 é gerido pela WHG (Wealth High Governance) e possui uma estratégia “multiestratégia”, investindo em CRIs, outros FIIs e até em projetos de desenvolvimento. A notícia mais recente do fundo destaca a sua última distribuição de dividendos, que se manteve estável apesar da volatilidade do mercado de juros futuros.
5º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 79,37 ↑ 0,75%
Descrição: O TGAR11 registrou uma valorização de 0,75%, encerrando o dia a R$ 79,37. O ativo teve uma movimentação interessante, oscilando entre a mínima de R$ 78,90 e a máxima de R$ 79,62. Com um volume financeiro expressivo de R$ 4.015.010,82 e 50.586 cotas negociadas, o fundo demonstra alta liquidez, sendo um dos favoritos entre investidores que buscam exposição ao mercado de desenvolvimento imobiliário regional. No acumulado de 52 semanas, o preço atual está distante da mínima de R$ 66,60, mas ainda abaixo da máxima de R$ 92,80, indicando que há espaço para recuperação de valor patrimonial. O TGAR11 é um fundo de desenvolvimento, o que implica um perfil de risco e retorno diferente dos fundos de tijolo puramente de renda, focando no lucro da venda de unidades imobiliárias.
Gerido pela TG Core Asset, o TGAR11 foca em empreendimentos imobiliários (loteamentos e incorporações) fora do eixo Rio-São Paulo. A última notícia do fundo refere-se ao aporte em novos projetos de loteamento no estado de Goiás, reforçando sua tese de interiorização do investimento imobiliário.
6º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 75,40 ↑ 0,67%
Descrição: O KORE11 fechou o dia com uma leve alta de 0,67%, cotado a R$ 75,40. A variação positiva foi de R$ 0,50 por cota. Durante o pregão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 74,61 e a máxima de R$ 76,40, demonstrando uma volatilidade típica de fundos com gestão ativa. O volume financeiro foi o maior da lista até o momento, atingindo R$ 4.192.013,80 com 55.597 cotas negociadas. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, mantendo-se bem acima da mínima de R$ 60,29 e próximo da máxima de R$ 77,89. O KORE11 é um fundo que busca oportunidades de ganho de capital e renda em diversos segmentos do mercado imobiliário, aproveitando a expertise da Kinea em identificar ativos subavaliados ou com potencial de valorização rápida através de reformas ou reposicionamento (Retrofit).
O KORE11 é gerido pela Kinea Investimentos. Sua estratégia é focada em “oportunidades”, o que permite uma carteira bastante dinâmica. Notícias recentes indicam que o fundo está avaliando a desinvestimento de alguns ativos maduros para realizar ganho de capital e distribuir lucros extraordinários aos cotistas no próximo semestre.
7º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 131,36 ↑ 0,66%
Descrição: O HGRE11, um dos gigantes do setor de lajes corporativas, teve alta de 0,66%, fechando a R$ 131,36. A oscilação diária foi pequena, variando de R$ 131,01 a R$ 131,97. Este fundo movimentou R$ 2.326.254,24 no pregão, com 17.709 cotas negociadas. Um ponto de destaque é que a máxima alcançada hoje (R$ 131,97) é também o recorde das últimas 52 semanas, o que sinaliza um momento de forte otimismo dos investidores em relação à recuperação das lajes corporativas de alto padrão. Comparado à mínima de R$ 89,05 nas últimas 52 semanas, a valorização é notável. O HGRE11 foca em escritórios de alto padrão (Triple A) localizados em regiões nobres, buscando renda através de aluguéis de longo prazo com inquilinos de baixo risco de crédito.
O HGRE11 é gerido pelo Credit Suisse (CSHG) e é um dos fundos mais tradicionais da B3. A última notícia relevante envolve a venda de um conjunto de salas em São Paulo, operação que faz parte da estratégia de reciclagem de portfólio da gestão para focar em ativos de maior qualidade e rentabilidade.
8º – FDO INV IMOB BTG PACTUAL CORP F REIT (BRCR11) | R$ 48,51 ↑ 0,64%
Descrição: O BRCR11 registrou alta de 0,64%, encerrando a R$ 48,51. O fundo apresentou uma variação de R$ 0,31 no dia, com mínima de R$ 48,26 e máxima de R$ 48,75. O volume financeiro foi de R$ 1.278.092,97, com 26.347 cotas transacionadas. Apesar da alta recente, o valor de fechamento ainda está abaixo da máxima de 52 semanas (R$ 51,15), mas confortavelmente acima da mínima do período (R$ 35,10). O BC Fund, como é conhecido, é um dos maiores fundos de lajes corporativas do país, possuindo um portfólio diversificado em ativos de alta qualidade. O mercado tem monitorado de perto a vacância física e financeira do fundo, que vem apresentando sinais de melhora conforme as empresas retomam o trabalho presencial e os contratos de aluguel são reajustados.
O BRCR11 é gerido pelo BTG Pactual. É um fundo de tijolo focado em escritórios comerciais. Recentemente, o fundo anunciou a renovação de contratos importantes de locação em ativos no Rio de Janeiro e São Paulo, o que trouxe maior previsibilidade para o fluxo de caixa e para a distribuição de proventos.
9º – CSHG RENDA URBANA FII CF (HGRU11) | R$ 128,75 ↑ 0,60%
Descrição: O HGRU11 fechou em alta de 0,60%, atingindo R$ 128,75 por cota. Durante o dia, o preço variou entre R$ 127,86 e R$ 128,88. O volume de negociação foi robusto, somando R$ 3.417.797,50 com 26.546 cotas movimentadas. O fundo opera muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 130,67) e bem distante da mínima de R$ 103,07, refletindo a confiança do mercado em sua estratégia de “Renda Urbana”. Este modelo foca em ativos de varejo, como supermercados e centros educacionais, que possuem contratos de locação atípicos (longo prazo e com garantias fortes). A resiliência desse setor, mesmo em tempos de crise econômica, atrai investidores conservadores que buscam uma distribuição de renda mensal estável e protegida pela qualidade dos inquilinos.
Gerido pelo Credit Suisse, o HGRU11 possui imóveis locados para grandes redes como Carrefour e Big. A notícia mais recente do fundo trata da aquisição de novas unidades de varejo alimentício, continuando sua expansão geográfica e diversificação de locatários para mitigar riscos específicos de concentração.
10º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 81,75 ↑ 0,59%
Descrição: Encerrando a lista dos 10 maiores, o VGIP11 teve alta de 0,59%, fechando o dia a R$ 81,75. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 81,02 e a máxima de R$ 82,07. Com um volume financeiro de R$ 1.828.175,25 e 22.363 cotas negociadas, o fundo mantém uma liquidez saudável no mercado secundário. Em 52 semanas, o fundo atingiu a máxima de R$ 84,86 e a mínima de R$ 67,76, posicionando-se atualmente em um patamar de preço intermediário-alto. O VGIP11 é um fundo de papel focado em CRIs indexados majoritariamente ao IPCA. Sua estratégia visa entregar um rendimento real acima da inflação, sendo uma peça fundamental para carteiras que buscam proteção contra a alta dos preços no Brasil, mantendo uma gestão criteriosa de risco de crédito dos emissores.
O VGIP11 é gerido pela Valora Investimentos. A gestão foca em ativos de crédito imobiliário de boa qualidade (high grade). A última notícia sobre o VGIP11 destacou o aumento na distribuição de dividendos mensais devido ao carrego da inflação acumulada nos últimos meses, beneficiando diretamente os detentores das cotas.