Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | URPR11 | R$ 23.37 | 0.047512 |
| 2 | PVBI11 | R$ 72.8 | 0.025208 |
| 3 | BBIG11 | R$ 6.59 | 0.015408 |
| 4 | XPCI11 | R$ 83.59 | 0.011985 |
| 5 | CLIN11 | R$ 91.94 | 0.01033 |
| 6 | CCME11 | R$ 8.93 | 0.010181 |
| 7 | TRBL11 | R$ 61.98 | 0.00994 |
| 8 | KNRI11 | R$ 156.6 | 0.009932 |
| 9 | AIEC11 | R$ 60.66 | 0.009318 |
| 10 | BPML11 | R$ 90 | 0.008403 |
1º – URCA PRIME RENDA FII (URPR11) | R$ 23,37 ↑4,75%
Descrição: O URPR11 apresentou um desempenho de destaque no período, consolidando-se no topo do ranking entre os ativos selecionados. Com uma valorização expressiva de 4,75%, o fundo demonstrou forte atratividade, encerrando o dia cotado a R$ 23,37, muito próximo da sua máxima diária de R$ 23,47. O volume de negociações atingiu 24.207 cotas, evidenciando uma liquidez robusta para o patamar atual de preço. Observa-se que a cotação está significativamente distante da mínima em 52 semanas (R$ 22,06), porém ainda longe da máxima do mesmo período (R$ 41,82), o que sugere um espaço de recuperação técnica consolidado por uma gestão que busca otimizar os retornos em um cenário de juros ainda desafiador. A consistência nos dividendos continua sendo um ponto focal para os investidores deste ativo, que monitoram de perto a qualidade dos créditos imobiliários que compõem sua carteira.
O URCA Prime Renda é um fundo imobiliário focado principalmente em ativos de crédito (papel), buscando rentabilidade através de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Recentemente, o mercado de fundos de papel tem sido alvo de análises sobre a sustentabilidade dos pagamentos diante da oscilação da inflação e taxas de juros.
2º – FII VBI PRIME PROPERTIES (PVBI11) | R$ 72,80 ↑2,52%
Descrição: Mantendo uma trajetória de valorização consistente, o PVBI11 fechou o pregão cotado a R$ 72,80, operando no limite superior do dia. Com uma alta de 2,52%, o fundo reflete a confiança do mercado na qualidade de seu portfólio de ativos “prime”. O volume de 55.395 cotas reforça a alta liquidez deste ativo, que é um dos preferidos por investidores institucionais e de varejo qualificado. A cotação atual mostra uma resiliência notável, mantendo-se distante da mínima de 52 semanas (R$ 67,91). A gestão ativa tem sido fundamental para manter a ocupação e o valor dos aluguéis, fatores cruciais para a manutenção da distribuição de dividendos em patamares estáveis. Com um volume negociado total de mais de R$ 4 milhões no dia, o fundo demonstra ser um dos pilares de liquidez no segmento de lajes corporativas.
O PVBI11 é um fundo de tijolo focado em escritórios de alto padrão localizados em regiões nobres, especialmente em São Paulo. Recentemente, o fundo confirmou a distribuição de R$ 0,40 por cota para junho de 2026, mantendo a previsibilidade de sua receita.
3º – BB PREMIUM MALLS FII (BBIG11) | R$ 6,59 ↑1,54%
Descrição: O BBIG11 registrou uma valorização de 1,54%, encerrando o dia a R$ 6,59. Este ativo, que possui um valor nominal por cota mais acessível, movimentou um volume considerável de 111.226 cotas, destacando-se como um dos mais líquidos da lista apresentada. A oscilação diária foi contida, entre R$ 6,53 e R$ 6,60, indicando um mercado comprador consciente e sem grandes euforias. O fundo opera em uma faixa próxima à sua mínima de 52 semanas (R$ 6,11), o que pode ser interpretado por alguns analistas como um ponto de entrada atrativo, considerando a resiliência do setor de shopping centers em momentos de retomada do consumo. A gestão, alinhada à estratégia do Banco do Brasil, foca na eficiência operacional dos ativos, buscando maximizar o NOI (Receita Operacional Líquida) e controlar custos condominiais.
O BB Premium Malls é um fundo voltado para o setor de varejo, especificamente shopping centers de alta qualidade. O fundo adota uma estratégia de gestão ativa visando tanto a geração de renda recorrente quanto o ganho de capital através da valorização das participações em seu portfólio.
4º – XP CRÉDITO IMOBILIÁRIO REIT (XPCI11) | R$ 83,59 ↑1,20%
Descrição: Com um fechamento a R$ 83,59, o XPCI11 demonstrou força ao registrar alta de 1,20% em um dia de negociações ativas. O fundo, que é uma referência no segmento de CRIs, movimentou 51.926 cotas, refletindo o interesse constante dos investidores por ativos de crédito de alta qualidade e com garantias robustas. A cotação do dia flutuou entre R$ 82,80 e R$ 83,92, mostrando que os investidores estão precificando o ativo próximo ao topo das últimas sessões. O volume financeiro negociado superou R$ 4,3 milhões, evidenciando que o XPCI11 permanece como um ativo central em diversas carteiras de renda. A gestão da XP mantém um rigoroso controle de risco, essencial para lidar com a volatilidade dos indexadores que compõem a carteira de crédito (principalmente IPCA e CDI), garantindo estabilidade na distribuição de dividendos aos cotistas.
O XPCI11 é um FII de papel que investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários. O mercado tem acompanhado de perto o desempenho da carteira diante das projeções de inflação e da curva de juros para o segundo semestre de 2026.
5º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII (CLIN11) | R$ 91,94 ↑1,03%
Descrição: O CLIN11 apresentou valorização de 1,03%, encerrando o dia a R$ 91,94, praticamente no valor máximo atingido durante o pregão (R$ 91,95). Embora o volume de cotas tenha sido mais modesto, com 5.887 unidades, o ativo mantém sua relevância dentro da estratégia de alocação baseada em índices de preços. A cotação mostra-se estável em relação ao fechamento anterior de R$ 91,00, sugerindo uma base de investidores fiel e menos propensa a oscilações de curto prazo. A gestão focada em ativos atrelados à inflação proporciona uma proteção importante ao poder de compra do capital investido, tornando-o um componente estratégico em carteiras que buscam mitigação dos efeitos da alta de preços no longo prazo. O valor total negociado foi de R$ 541 mil, mantendo a liquidez dentro da normalidade para este fundo específico.
O CLIN11 tem como objetivo principal investir em ativos financeiros de base imobiliária, priorizando títulos que ofereçam proteção contra a inflação. Recentemente, o fundo manteve o pagamento de proventos em patamares recorrentes, conforme demonstrado em comunicados oficiais de maio de 2026.
6º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 8,93 ↑1,02%
Descrição: O CCME11 encerrou o dia a R$ 8,93, registrando uma variação positiva de 1,02%. Com um volume negociado de 20.178 cotas, o ativo demonstrou uma dinâmica de mercado positiva, mantendo-se em uma faixa de preço que oscilou entre a mínima de R$ 8,83 e a máxima de R$ 8,93. Este valor encontra-se bem posicionado em relação à mínima de 52 semanas (R$ 7,69), indicando uma tendência de valorização gradual ao longo do tempo. O volume financeiro de R$ 180 mil denota um perfil de investidor que busca diversificação em fundos de base multiestratégia. A gestão do Canuma Capital tem buscado otimizar o portfólio para capturar oportunidades em diferentes nichos do setor, visando tanto o yield mensal quanto a valorização da cota no médio prazo.
O CCME11 é um fundo classificado como “híbrido”, permitindo que o gestor transite entre diferentes classes de ativos imobiliários, desde imóveis físicos até papéis. Essa flexibilidade é um dos diferenciais que atrai investidores interessados em uma gestão mais dinâmica.
7º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO (TRBL11) | R$ 61,98 ↑0,99%
Descrição: O TRBL11 fechou o pregão em R$ 61,98, com uma valorização de 0,99%. O fundo negociou 16.142 cotas, demonstrando uma liquidez consistente para o setor logístico. Durante o dia, o ativo oscilou entre R$ 61,65 e R$ 62,26, o que revela um mercado em busca de um patamar de preço um pouco mais elevado, mas ainda cauteloso. Comparado à sua mínima de 52 semanas (R$ 46,62), o fundo apresenta uma trajetória de recuperação sólida. O volume financeiro negociado de R$ 1 milhão reforça que o ativo possui relevância para o mercado. O setor de logística, onde o TRBL11 atua, continua sendo um dos mais resilientes devido à demanda estrutural por armazenagem e distribuição rápida, impulsionada pelo crescimento do comércio eletrônico e mudanças na cadeia de suprimentos.
O TRBL11 é um fundo focado em galpões logísticos. Recentemente, ganhou destaque no mercado por ter liderado a performance entre vários fundos imobiliários em 2026, com investidores atentos aos novos contratos de locação que garantem a estabilidade dos fluxos de caixa.
8º – FDO INV IMOB KINEA RENDA IMOBILIÁRIA (KNRI11) | R$ 156,60 ↑0,99%
Descrição: O KNRI11, um dos maiores e mais tradicionais fundos da indústria, fechou o dia a R$ 156,60, apresentando uma valorização de 0,99%. O volume negociado de 51.968 cotas destaca a grande liquidez e a preferência dos investidores institucionais por este ativo “blue chip” do setor. Operando no topo da cotação do dia, o fundo mostra força compradora. Com um volume financeiro expressivo de mais de R$ 8 milhões, o KNRI11 continua sendo a referência de diversificação entre lajes corporativas e centros logísticos. A gestão Kinea é reconhecida pela transparência e pelo rigor na seleção dos ativos, garantindo uma vacância controlada e contratos de aluguel longos, o que se traduz em uma distribuição de dividendos previsível e robusta, fator fundamental para investidores focados em renda passiva.
O KNRI11 possui um dos portfólios mais diversificados do mercado, composto por 19 ativos entre prédios comerciais e galpões. Confirmou recentemente a manutenção dos proventos de R$ 1,10 por cota para junho de 2026, reafirmando sua política de consistência.
9º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII (AIEC11) | R$ 60,66 ↑0,93%
Descrição: O AIEC11 encerrou o pregão em R$ 60,66, com um avanço de 0,93%. O volume de negociação foi de 3.152 cotas, refletindo um mercado mais seletivo para este fundo de lajes corporativas. A oscilação diária esteve contida entre R$ 59,50 e R$ 60,66. Embora esteja acima da sua mínima de 52 semanas (R$ 40,29), ainda há um caminho relevante a percorrer para alcançar o topo desse período (R$ 62,45). O volume financeiro de R$ 191 mil sugere um ativo de nicho, frequentemente monitorado por investidores em busca de oportunidades com margem de valorização em relação ao valor patrimonial. A gestão tem trabalhado intensamente na renegociação de contratos e na busca por novos inquilinos para reduzir a vacância, ponto que tem sido o principal foco das análises recentes sobre o fundo.
O AIEC11 (anteriormente Autonomy) é um fundo focado em escritórios de alto padrão. O mercado segue acompanhando de perto o impacto das recentes locações anunciadas pela gestora no início de 2026 para a melhora do resultado recorrente.
10º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS (BPML11) | R$ 90,00 ↑0,84%
Descrição: O BPML11 fechou o dia a R$ 90,00, registrando uma valorização de 0,84%. Com 9.085 cotas negociadas, o fundo mostrou um comportamento de mercado estável, atingindo justamente o teto de R$ 90,00 no fechamento. O volume financeiro totalizou R$ 817 mil. Este fundo atua em um segmento que tem sido resiliente frente à economia real, com a performance dos shopping centers se recuperando de forma consistente ao longo dos últimos meses. A gestão BTG Pactual busca otimizar a composição do portfólio para capturar tanto a receita de aluguéis quanto o crescimento da economia varejista. Para o investidor, o ativo representa uma exposição direta ao consumo, sendo um instrumento importante para compor carteiras diversificadas que buscam proteção contra a inflação e participação no crescimento do setor de serviços.
O BPML11 é um fundo focado no setor de shopping centers. As análises recentes apontam uma estabilidade na geração de caixa, com os cotistas atentos à política de dividendos e aos indicadores de ocupação das lojas nos empreendimentos do fundo.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RBRX11 | R$ 8.33 | -0.043628 |
| 2 | CACR11 | R$ 24.65 | -0.037109 |
| 3 | TGAR11 | R$ 54.78 | -0.027862 |
| 4 | ARRI11 | R$ 4.47 | -0.024017 |
| 5 | VGRI11 | R$ 5.88 | -0.02 |
| 6 | HCTR11 | R$ 16.29 | -0.018675 |
| 7 | VGHF11 | R$ 5.88 | -0.018364 |
| 8 | RBRR11 | R$ 82.62 | -0.012667 |
| 9 | PATL11 | R$ 64.15 | -0.012621 |
| 10 | GARE11 | R$ 8.22 | -0.012019 |
1º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,33 ↓4,36%
Descrição: O RBRX11 apresentou um movimento de queda acentuada nesta sessão, encerrando o pregão cotado a R$ 8,33, o que representa uma variação negativa de 4,36% em relação ao fechamento anterior. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,31 e a máxima de R$ 8,35, evidenciando uma pressão vendedora constante ao longo das horas de negociação. Com um volume de ações transacionado de 529.428 unidades, o fundo movimentou um total financeiro de R$ 4.410.135,24. A ausência de dados consolidados sobre as mínimas e máximas em 52 semanas sugere que o ativo pode estar em um período de reajuste ou que o histórico de cotação não permite ainda uma análise de longo prazo consolidada no formato usual. Investidores devem monitorar a capacidade do fundo de reverter essa tendência de curto prazo e analisar a consistência dos pagamentos de dividendos frente à volatilidade apresentada hoje.
Este é um Fundo de Investimento Imobiliário criado com o objetivo de investir em diversos ativos do mercado imobiliário, focando em uma carteira multiestratégia. Recentemente, a gestão do fundo reforçou o compromisso com a alocação em ativos de qualidade para garantir a perenidade dos rendimentos.
2º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 24,65 ↓3,71%
Descrição: O CACR11 encerrou o dia com uma desvalorização de 3,71%, cotado a R$ 24,65. O intervalo de negociação da sessão compreendeu uma mínima de R$ 24,56 e uma máxima de R$ 25,81. O volume de negociação foi relativamente baixo, com 30.103 ações negociadas, resultando em um volume financeiro de R$ 742.038,95. Comparado ao fechamento anterior de R$ 25,60, a pressão vendedora superou o interesse comprador, resultando na variação negativa observada. No horizonte de 52 semanas, o ativo apresenta um intervalo entre R$ 22,21 e R$ 87,73, o que denota uma amplitude de variação histórica significativa. Para o investidor atento, a análise deste fundo deve passar pela composição da carteira de recebíveis e pela sensibilidade dos seus indexadores perante o cenário macroeconômico atual, que influencia diretamente a precificação de fundos de papel desta natureza.
O CACR11 é um fundo imobiliário do tipo papel, destinado a investir prioritariamente em títulos de dívida imobiliária, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Em um comunicado recente, o fundo destacou a manutenção da estratégia de alocação em ativos com garantias robustas para mitigar riscos de crédito.
3º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 54,78 ↓2,79%
Descrição: O TGAR11 fechou o pregão em R$ 54,78, registrando uma queda de 2,79% frente ao fechamento anterior de R$ 56,35. A oscilação intraday mostrou uma mínima de R$ 54,72 e uma máxima de R$ 56,71. Com um volume de 172.750 ações, o montante financeiro negociado alcançou R$ 9.463.245,00, o que indica uma liquidez razoável e a presença de investidores institucionais atuando na ponta compradora e vendedora. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 54,72 e R$ 89,80. Esta desvalorização hoje coloca o ativo próximo ao limite inferior de seu intervalo anual, o que pode atrair investidores que buscam entrada em preços mais descontados, mas reforça a necessidade de cautela quanto à tese de desenvolvimento imobiliário que rege a carteira do fundo em momentos de mercado volátil.
O TGAR11 é um Fundo de Investimento Imobiliário que busca proporcionar rendimentos aos cotistas mediante a distribuição de lucros e a valorização das cotas, advindos da exploração de ativos imobiliários de renda e, primordialmente, de desenvolvimento. A gestão reafirmou recentemente o foco na entrega de projetos em fases avançadas de conclusão.
4º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 4,47 ↓2,40%
Descrição: O ARRI11 apresentou uma variação negativa de 2,40% no dia, encerrando a cotação em R$ 4,47, ante o fechamento anterior de R$ 4,58. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 4,45 e a máxima de R$ 4,67, com um volume de 66.514 ações e um volume financeiro total de R$ 297.317,58. Observando a variação histórica de 52 semanas, o ativo flutuou entre R$ 4,45 e R$ 6,77. A queda de hoje aproxima o ativo de sua mínima anual, um sinal que merece atenção técnica dos investidores para compreender se existe um suporte consolidado nesse nível de preço ou se a tendência de queda possui fundamentos adicionais. O volume negociado, embora modesto, é representativo para a base de cotistas, e a volatilidade requer uma gestão de risco apurada no acompanhamento deste papel.
O ARRI11 é um fundo imobiliário que tem como objetivo principal investir em títulos de renda fixa imobiliária, com foco em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Não houve anúncios significativos de mudanças estruturais na carteira do fundo durante este mês.
5º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 5,88 ↓2,00%
Descrição: O VGRI11 registrou uma queda de 2,00% hoje, fechando a sessão no valor de R$ 5,88. O ativo, que havia fechado anteriormente em R$ 6,00, teve uma oscilação entre R$ 5,81 (mínima) e R$ 6,07 (máxima). O volume de negociação atingiu 98.428 ações, gerando um giro financeiro de R$ 578.756,64. No intervalo de 52 semanas, o fundo apresentou variação entre R$ 5,81 e R$ 8,29. Esta performance reflete a cautela do mercado em relação ao setor de recebíveis neste momento, com o ativo trabalhando próximo aos níveis mínimos anuais. Investidores devem considerar a estratégia de alocação da gestão da Valora e a exposição da carteira a diferentes riscos de crédito. A análise da taxa interna de retorno da carteira de CRIs do fundo é essencial para entender se os patamares atuais de preço oferecem uma margem de segurança interessante frente ao risco incorrido.
O VGRI11 é um fundo imobiliário do segmento de recebíveis imobiliários, gerido pela Valora Gestão de Investimentos. O fundo tem mantido um histórico de distribuição de proventos consistente, conforme observado nos recentes comunicados ao mercado.
6º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 16,29 ↓1,87%
Descrição: O HCTR11 encerrou o pregão cotado a R$ 16,29, uma desvalorização de 1,87% em comparação ao fechamento anterior de R$ 16,60. Durante o dia, a mínima atingida foi de R$ 16,26 e a máxima de R$ 16,84. O volume negociado foi de 47.087 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 767.047,23. Olhando para o histórico de 52 semanas, o ativo variou de R$ 16,16 a R$ 22,13. O comportamento de hoje mostra uma continuidade na pressão vendedora, mantendo o ativo próximo de sua mínima anual. O investidor deve avaliar com rigor a composição dos CRIs na carteira deste fundo, considerando o perfil de risco frequentemente associado a esta classe de ativos, especialmente em períodos de instabilidade econômica, onde a reavaliação de garantias e taxas de juros impacta diretamente a cotação.
O HCTR11 é um fundo de investimento imobiliário (FII) de papel, o que significa que seu portfólio é composto predominantemente por títulos de renda fixa atrelados ao setor imobiliário. O mercado aguarda novas divulgações sobre a recuperação de créditos específicos que compõem o portfólio do fundo.
7º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 5,88 ↓1,84%
Descrição: O VGHF11 apresentou queda de 1,84%, fechando o pregão em R$ 5,88, frente ao fechamento de R$ 5,99. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 5,85 e a máxima de R$ 6,04. Com um volume expressivo de 519.537 ações negociadas, o ativo movimentou R$ 3.054.877,56. No histórico de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 5,54 e R$ 7,15. O alto volume negociado demonstra que, apesar da queda, o ativo mantém liquidez elevada, permitindo a entrada e saída de investidores com maior facilidade. O fundo, por sua característica “hedge fund”, possui uma dinâmica de portfólio diferenciada, o que exige do investidor a compreensão de que a volatilidade da cota pode ser influenciada por diferentes estratégias de alocação da gestão além dos tradicionais CRIs.
O VGHF11 é um fundo do tipo hedge fund imobiliário, gerido pela Valora, com foco em uma estratégia flexível que permite investimentos em diversos ativos imobiliários, incluindo CRIs, FIIs e outros. Recentemente, o fundo realizou o pagamento de dividendos que atraiu novamente o interesse dos cotistas.
8º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 82,62 ↓1,27%
Descrição: O RBRR11 fechou o pregão em R$ 82,62, o que representa uma retração de 1,27% em relação ao fechamento anterior de R$ 83,68. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 82,60 e a máxima de R$ 83,76. O volume de negociação foi de 40.830 ações, totalizando R$ 3.373.374,60 em transações financeiras. Analisando o intervalo de 52 semanas, o fundo registrou oscilação entre R$ 77,13 e R$ 87,83. A cotação atual encontra-se em patamar intermediário dentro desse intervalo anual, sugerindo um comportamento mais estável quando comparado a outros ativos da mesma classe. A estratégia “high grade” do fundo costuma oferecer menor risco de crédito, o que atrai investidores conservadores, apesar de as variações pontuais de mercado, como a de hoje, serem esperadas devido à marcação a mercado dos títulos da carteira.
O RBRR11 é um fundo imobiliário de recebíveis com a estratégia “High Grade”, focando na aquisição de CRIs com maior qualidade de crédito. A gestão tem mantido a política de diversificação de indexadores para proteger a carteira de oscilações inflacionárias e de juros.
9º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓1,26%
Descrição: O PATL11 finalizou o dia cotado a R$ 64,15, uma queda de 1,26% frente ao fechamento anterior de R$ 64,97. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 64,04 e a máxima de R$ 64,93. O volume de 51.942 ações movimentou R$ 3.332.079,30. Olhando para o histórico de 52 semanas, o fundo teve variação entre R$ 42,44 e R$ 67,33. É importante destacar que o ativo está operando próximo às suas máximas anuais, o que justifica, em parte, a realização de lucros por parte de alguns investidores na sessão de hoje. A tese de investimento deste fundo baseia-se na exploração de galpões logísticos de alto padrão, um segmento resiliente, que tem atraído interesse dado o crescimento do e-commerce e da demanda por centros de distribuição bem localizados.
O PATL11 é um fundo do tipo tijolo, focado no segmento logístico, gerido pela VBI Real Estate. O fundo segue focado na gestão ativa de seus galpões, visando a vacância reduzida e a maximização da receita por locação.
10º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,22 ↓1,20%
Descrição: O GARE11 encerrou a sessão com desvalorização de 1,20%, cotado a R$ 8,22, em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,32. A mínima do dia foi de R$ 8,21 e a máxima foi de R$ 8,22. Este ativo apresentou o maior volume de ações negociadas da lista, totalizando 1.419.651 unidades, o que gerou um volume financeiro de R$ 11.669.531,22. A alta liquidez do ativo indica uma forte presença de investidores institucionais e alta rotatividade da cota no mercado. Assim como ocorre com o RBRX11, não há dados consolidados de 52 semanas para este ativo. A queda de hoje parece refletir uma acomodação de preço diante de uma negociação intensa, e o investidor deve observar o comportamento desse fundo, dado o seu papel relevante no volume total transacionado nesta lista de fundos.
O GARE11 é um fundo imobiliário de tijolo com foco no segmento de Renda Urbana, possuindo imóveis físicos que geram renda através de aluguéis. Recentemente, o fundo tem sido destaque pela manutenção da sua distribuição de dividendos, atraindo grande volume de investidores que buscam renda passiva.