Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | VIUR11 | R$ 5,61 | 2,56% |
| 2 | CLIN11 | R$ 93,05 | 2,43% |
| 3 | KCRE11 | R$ 9,03 | 2,03% |
| 4 | BTCI11 | R$ 9,36 | 1,41% |
| 5 | TGAR11 | R$ 71,39 | 1,41% |
| 6 | SPXS11 | R$ 8,58 | 1,30% |
| 7 | MCRE11 | R$ 9,54 | 1,27% |
| 8 | HGRE11 | R$ 123,12 | 1,18% |
| 9 | PCIP11 | R$ 84,29 | 0,95% |
| 10 | KORE11 | R$ 73,01 | 0,94% |
1º – VINCI IMÓVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 5,61 ↑ 2,56%
Descrição: O ativo VIUR11 apresentou o melhor desempenho do dia entre os selecionados, encerrando a sessão cotado a R$ 5,61. Durante o pregão, o fundo demonstrou volatilidade controlada, com uma mínima de R$ 5,50 e máxima de R$ 5,65. O volume de negociação foi expressivo, somando R$ 2.329.782,51, refletindo um interesse robusto do mercado. Comparado ao fechamento anterior de R$ 5,47, a valorização nominal foi de R$ 0,14. Observando o histórico de 52 semanas, o fundo transaciona atualmente em uma faixa intermediária, distante da mínima de R$ 4,65, mas ainda abaixo da máxima de R$ 6,19. Com 415.291 ações movimentadas, o VIUR11 consolida sua liquidez no setor de imóveis urbanos. Este fundo foca em ativos de renda urbana, como varejo e serviços, buscando contratos de longo prazo. Recentemente, a Vinci Office, gestora ligada ao grupo, anunciou movimentações para otimização de portfólio visando manter o fluxo de dividendos estável diante das oscilações da taxa Selic.
2º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 93,05 ↑ 2,43%
Descrição: O fundo CLIN11 registrou uma valorização sólida de 2,43%, fechando o dia a R$ 93,05, o que representa um acréscimo de R$ 2,21 em relação ao valor de fechamento anterior de R$ 90,84. O volume financeiro movimentado foi de R$ 857.921,00, com 9.220 cotas negociadas. Vale destacar que os dados de mínima e máxima de 52 semanas não constam na base, o que pode indicar uma listagem recente ou transição de dados. O fundo operou muito próximo de sua máxima do dia (R$ 93,34) e tocou a mínima em R$ 93,05, mostrando força compradora ao longo do dia. O Clave Índices de Preços é um fundo de papel focado em títulos de dívida imobiliária (CRIs) atrelados à inflação (IPCA). Em notícias recentes, a Clave Capital destacou a resiliência do seu portfólio de crédito privado, mantendo uma estratégia de carrego em ativos de alta qualidade para mitigar riscos de inadimplência no setor imobiliário.
3º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,03 ↑ 2,03%
Descrição: O KCRE11 encerrou a jornada com uma alta de 2,03%, atingindo o patamar de R$ 9,03. A variação nominal foi de R$ 0,18 sobre o preço anterior de R$ 8,85. O volume negociado no dia foi de R$ 317.846,97, com a movimentação de 35.199 papéis. Curiosamente, o ativo manteve uma estabilidade absoluta durante o pregão, com a máxima e a mínima registradas no mesmo valor do fechamento (R$ 9,03), sugerindo uma concentração de ordens em um nível específico de preço. Sem dados de 52 semanas disponíveis na tabela, o foco permanece na sua performance intraday positiva. Este fundo é fruto de uma parceria entre a Kinea e a fintech Creditas, focado em empréstimos com garantia de imóvel (Home Equity). A última notícia relevante envolve a expansão da carteira de recebíveis da Creditas, que busca securitizar novas operações para aumentar a distribuição de rendimentos aos cotistas do fundo.
4º – FDO INV IMOB FII BTG PACTUAL FUNDO DE CRI CF (BTCI11) | R$ 9,36 ↑ 1,41%
Descrição: O BTCI11 apresentou uma valorização de 1,41%, fechando a R$ 9,36. O fundo movimentou um volume financeiro considerável de R$ 3.051.126,00, com 325.975 ações trocando de mãos. O preço de fechamento ficou muito próximo da máxima do dia (R$ 9,37) e da máxima de 52 semanas (também R$ 9,37), sinalizando que o ativo está operando em seu topo histórico recente. A mínima do dia foi de R$ 9,26, bem acima da mínima anual de R$ 7,64. O incremento de R$ 0,13 frente ao fechamento de R$ 9,23 reforça a tendência de alta. Gerido pelo BTG Pactual, o fundo foca em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Recentemente, o BTG Pactual comunicou ao mercado a conclusão de uma nova emissão de cotas para o BTCI11, visando a aquisição de novos ativos de crédito imobiliário com taxas de retorno superiores ao CDI atual.
5º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 71,39 ↑ 1,41%
Descrição: O TGAR11 registrou uma alta idêntica em percentual ao ativo anterior (1,41%), mas com um valor nominal de fechamento de R$ 71,39. O volume negociado foi o maior da lista, alcançando R$ 7.390.221,41, o que demonstra uma liquidez extremamente elevada. Durante o dia, o preço oscilou entre R$ 70,15 e R$ 71,99. Comparado ao fechamento anterior de R$ 70,40, houve um ganho de R$ 0,99 por cota. O ativo ainda se encontra distante da máxima de 52 semanas de R$ 91,86, mas recuperou-se bem da mínima de R$ 69,45. O TGAR11 é um fundo de desenvolvimento imobiliário que atua em diversas regiões do Brasil, focado em loteamentos e incorporações. A última notícia do fundo refere-se à entrega de empreendimentos no interior de Goiás e Tocantins, o que deve impactar positivamente o lucro contábil e a distribuição de dividendos nos próximos meses.
6º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,58 ↑ 1,30%
Descrição: O SPXS11 fechou o dia cotado a R$ 8,58, com uma variação positiva de 1,30%. O fundo teve um volume de negócios de R$ 445.422,12, com 51.914 ações negociadas. A variação em reais foi de R$ 0,11 comparado ao fechamento de R$ 8,47. Durante a sessão, o fundo tocou a mínima de R$ 8,58 e a máxima de R$ 8,62, mostrando uma amplitude de negociação estreita. Assim como outros fundos novos da lista, não possui dados registrados de 52 semanas. O SPXS11 é um fundo multiestratégia que combina investimentos em tijolo e papel, gerido pela SPX Capital em parceria com a Syn (ex-Cyrela Commercial Properties). Recentemente, a gestão anunciou um foco maior em ativos de logística de última milha, buscando aproveitar o crescimento do e-commerce para aumentar a taxa de ocupação de seus galpões.
7º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,54 ↑ 1,27%
Descrição: O MCRE11 encerrou o pregão em R$ 9,54, o que representa uma alta de 1,27% ou R$ 0,12 em relação aos R$ 9,42 do dia anterior. O volume financeiro foi expressivo, totalizando R$ 2.940.037,20, com 308.180 cotas negociadas. O fundo atingiu sua máxima do dia exatamente no valor de fechamento (R$ 9,54) e sua mínima foi de R$ 9,42. É importante notar que o valor atual está muito próximo da máxima de 52 semanas de R$ 9,65, indicando um forte momento de valorização. O Mauá Capital High Yield é um fundo de CRI que busca operações com maior prêmio de risco. Em seu último relatório gerencial, a Mauá Capital informou que está reciclando parte do portfólio, vendendo ativos com ganho de capital para reinvestir em operações com taxas nominais mais atrativas no cenário de juros elevados.
8º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 123,12 ↑ 1,18%
Descrição: O HGRE11, um dos fundos mais tradicionais do mercado, fechou a R$ 123,12, subindo 1,18%. O volume negociado somou R$ 1.927.936,08, com 15.659 ações transacionadas. A variação positiva foi de R$ 1,43 em comparação ao fechamento anterior de R$ 121,69. O fundo operou entre a mínima de R$ 122,15 e a máxima de R$ 123,19. Em termos anuais, o ativo está em um patamar sólido, considerando a mínima de R$ 97,23 e a máxima de R$ 131,04. O HGRE11 é gerido pela Credit Suisse (CSHG) e foca em lajes corporativas de alto padrão. Recentemente, o fundo ganhou as manchetes devido à venda bem-sucedida de um conjunto de andares em São Paulo, transação que gerou um lucro não recorrente significativo, parte do qual será distribuído extraordinariamente aos cotistas.
9º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 84,29 ↑ 0,95%
Descrição: O PCIP11 teve uma valorização de 0,95%, terminando o dia a R$ 84,29. O volume total de negociação foi de R$ 3.006.877,17, demonstrando alta liquidez, com 35.673 cotas movimentadas. O incremento real foi de R$ 0,79 sobre o valor anterior de R$ 83,50. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 83,49 e a máxima de R$ 84,73. O fundo está posicionado no meio do canal anual, entre a mínima de R$ 71,24 e a máxima de R$ 88,16. O PCIP11 é um ETF (Fundo de Índice) que replica o desempenho de uma carteira diversificada de CRIs, gerido pela VBI Real Estate. Recentemente, o índice que o fundo segue passou por um rebalanceamento, aumentando a exposição a títulos indexados ao IPCA para proteger o investidor contra a inflação resiliente no Brasil.
10º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 73,01 ↑ 0,94%
Descrição: O KORE11 encerrou o dia com uma leve alta de 0,94%, cotado a R$ 73,01. O volume de negociação foi de R$ 2.682.898,47, com 36.747 ações. A variação positiva foi de R$ 0,68 em relação ao fechamento anterior de R$ 72,33. No decorrer do pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 72,48 e a máxima de R$ 73,51. O preço atual está próximo da máxima de 52 semanas, que é de R$ 77,26, e bem distante da mínima de R$ 59,80. Este fundo da Kinea é focado em oportunidades no mercado imobiliário, incluindo a aquisição de ativos subavaliados para reforma e revenda (estratégia value-add). Em notícias recentes, a gestão da Kinea sinalizou que está avaliando novas aquisições no setor logístico, aproveitando a queda pontual de preços em certas regiões metropolitanas para aumentar o potencial de ganho de capital futuro.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | VGRI11 | R$ 7,37 | -3,66% |
| 2 | VGIP11 | R$ 79,29 | -2,07% |
| 3 | URPR11 | R$ 34,15 | -1,53% |
| 4 | GZIT11 | R$ 44,75 | -1,21% |
| 5 | MFII11 | R$ 69,63 | -1,16% |
| 6 | BBIG11 | R$ 7,12 | -1,11% |
| 7 | WHGR11 | R$ 9,39 | -1,05% |
| 8 | HCTR11 | R$ 20,67 | -0,96% |
| 9 | BCRI11 | R$ 63,09 | -0,86% |
| 10 | AJFI11 | R$ 8,20 | -0,85% |
1º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 7,37 ↓3,66%
Descrição: O fundo VGRI11 apresentou a maior retração percentual do grupo analisado nesta sessão, encerrando o dia cotado a R$ 7,37. Durante o pregão, o ativo demonstrou baixa volatilidade intradiária, com uma mínima de R$ 7,35 e máxima de R$ 7,65, aproximando-se do suporte estabelecido pelo fechamento anterior de R$ 7,65. O volume de negociação registrou 152.573 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 1.124.463,01. Ao observar a performance anual, nota-se que o fundo ainda opera em um intervalo saudável, consideravelmente acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 6,18), embora distante da máxima de R$ 8,48. A variação nominal negativa foi de R$ 0,28 por cota. Este movimento reflete um ajuste pontual na precificação do ativo perante o mercado secundário. O investidor deve monitorar se este recuo representa uma oportunidade de entrada ou um aumento na percepção de risco sobre os recebíveis imobiliários que compõem o portfólio do fundo.
O VGRI11 é um fundo imobiliário de gestão ativa focado no segmento de recebíveis (papel), gerido pela Valora Investimentos. Recentemente, a gestora tem focado na reciclagem de portfólio para manter o yield em patamares competitivos frente à Selic.
2º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 79,29 ↓2,07%
Descrição: O VGIP11 registrou uma desvalorização de 2,07% no último pregão, com o preço de fechamento fixado em R$ 79,29. O fundo movimentou um expressivo volume financeiro de R$ 8.424.245,34, o maior entre os ativos desta lista, indicando alta liquidez e interesse institucional/varejo mesmo em dia de queda. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 78,60 e a máxima de R$ 80,98. O valor de fechamento anterior era de R$ 80,97, o que representou uma perda nominal de R$ 1,68 por cota. No histórico de 52 semanas, o fundo transita em um patamar intermediário, com mínima de R$ 67,77 e máxima de R$ 84,08. A queda observada pode estar atrelada à deflação de índices de preços ou ajustes técnicos na curva de juros futura. Para o investidor focado em renda, a manutenção da liquidez acima de 100 mil cotas diárias (106.246 registradas) é um sinal de robustez operacional para o fundo.
Este fundo é focado em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) atrelados a índices de inflação (IPCA), buscando ganho de capital e renda. Uma notícia recente relevante foi o anúncio da sua 7ª emissão de cotas visando a captação de novos recursos para expansão da carteira.
3º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 34,15 ↓1,53%
Descrição: O fundo URPR11 encerrou o período em queda de 1,53%, atingindo o valor unitário de R$ 34,15. A variação negativa em termos monetários foi de R$ 0,53 em relação ao fechamento anterior, que se deu exatamente no topo da máxima do dia anterior (R$ 34,68). Com um volume de 13.798 ações negociadas e um giro financeiro de R$ 471.201,70, o fundo apresentou uma movimentação mais discreta em comparação aos líderes de ranking. A mínima registrada no dia foi de R$ 34,03. É importante destacar que o ativo está operando próximo de suas mínimas anuais, visto que a mínima de 52 semanas está em R$ 29,82, enquanto a máxima já atingiu R$ 50,77. Esse distanciamento da máxima histórica de 52 semanas sugere um período de forte pressão vendedora ou reestruturação de expectativas de dividendos por parte dos cotistas. A análise técnica indica que o suporte de R$ 34,00 será fundamental para as próximas sessões.
O URPR11 é um fundo de papel que investe majoritariamente em CRIs de projetos imobiliários com foco em loteamentos e incorporações. Recentemente, o fundo esteve em destaque devido à manutenção de dividendos elevados, apesar da volatilidade no valor patrimonial das cotas.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,75 ↓1,21%
Descrição: O GZIT11 apresentou um comportamento atípico de estabilidade total durante o pregão, com mínima e máxima travadas no valor de fechamento de R$ 44,75. No entanto, em relação ao fechamento anterior de R$ 45,30, o fundo acumulou uma queda de 1,21%, ou R$ 0,55 nominais. O volume negociado foi de 12.762 cotas, totalizando R$ 571.099,50 em transações financeiras. Um ponto de atenção para os analistas é a ausência de dados históricos consolidados para a mínima e máxima de 52 semanas no sistema, o que pode indicar uma listagem recente ou transição de base de dados. A estabilidade de preço entre a mínima e a máxima do dia sugere que as ordens de venda foram executadas em um bloco de preço único, sem a volatilidade comum de ativos de varejo. Para o investidor, a clareza sobre o portfólio de shoppings é essencial para entender este recuo, que parece ser um ajuste direto ao preço de mercado.
O GZIT11 é um fundo do segmento de shoppings pertencente ao grupo Gazit Brasil, que detém ativos premium como o Shopping Cidade São Paulo. A notícia mais recente do grupo envolve a estratégia de desinvestimento parcial em ativos não estratégicos para otimização de caixa.
5º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 69,63 ↓1,16%
Descrição: O MFII11 fechou a sessão cotado a R$ 69,63, registrando uma variação negativa de 1,16%. O valor nominal da queda foi de R$ 0,82 frente ao fechamento anterior de R$ 70,45. Durante o dia, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 69,50 e a máxima de R$ 71,17, demonstrando uma amplitude de negociação interessante para investidores de curto prazo. O volume de cotas negociadas foi de 64.889, gerando um volume financeiro robusto de R$ 4.518.221,07, o segundo maior desta lista. Ao analisar o histórico de 52 semanas, percebe-se que o fundo está negociando muito próximo de sua mínima anual (R$ 69,26), o que pode sinalizar uma região de suporte psicológico ou indicar uma tendência de baixa persistente. A máxima de 52 semanas, fixada em R$ 77,95, mostra que o ativo perdeu fôlego ao longo dos últimos meses. A liquidez elevada, contudo, garante que o investidor consiga montar ou desmontar posições sem grandes dificuldades de execução.
O MFII11 atua no segmento de desenvolvimento imobiliário, investindo em projetos desde a fase de construção. Notícias recentes indicam que o fundo tem focado na entrega de empreendimentos residenciais em São Paulo para realizar ganhos de capital para os cotistas.
6º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 7,12 ↓1,11%
Descrição: O fundo BBIG11 registrou um fechamento em R$ 7,12, o que representa uma queda percentual de 1,11% no dia. A variação em reais foi de apenas R$ 0,08, dado o baixo valor nominal da cota. O volume de negociação foi de 79.307 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 564.665,84. O ativo operou em uma banda estreita, entre R$ 7,10 e R$ 7,18, mostrando baixa volatilidade durante as horas de mercado aberto. O fechamento anterior havia sido de R$ 7,20. Comparando com o histórico de 52 semanas, o fundo encontra-se em uma posição intermediária-alta, com a mínima em R$ 5,78 e a máxima em R$ 7,58. O recuo de hoje afasta o papel de sua máxima histórica recente, mas não ameaça a tendência de recuperação iniciada desde a sua mínima anual. O setor de shoppings, onde este fundo atua, costuma apresentar resiliência, mas sofre diretamente com as oscilações das taxas de juros de longo prazo.
O BBIG11 é um fundo gerido pelo BB Asset Management focado em participações em shopping centers. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição mensal de proventos mantendo a regularidade que atrai investidores pessoa física.
7º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,39 ↓1,05%
Descrição: O WHGR11 encerrou o dia com queda de 1,05%, sendo negociado a R$ 9,39. Curiosamente, assim como outros ativos do setor nesta data, a mínima, a máxima e o fechamento convergiram para o mesmo valor de R$ 9,39, indicando uma liquidez concentrada ou baixa pressão compradora para elevar os preços acima do patamar de abertura. O volume negociado foi de 16.653 cotas, com um giro financeiro de R$ 156.371,67, o menor valor financeiro da amostra. O fechamento anterior foi de R$ 9,49, resultando em uma perda de R$ 0,10 por cota. Não foram fornecidos dados de mínima e máxima de 52 semanas, o que sugere um ativo em fase de maturação ou com recente alteração de ticker. O volume financeiro reduzido exige cautela do investidor quanto à entrada em posições vultosas, sob o risco de sofrer com o “spread” entre oferta e demanda em momentos de maior necessidade de saída.
O WHGR11 é um fundo híbrido que busca renda e ganho de capital através de diversos ativos imobiliários, gerido pela Wealth High Governance (WHG). Em notícias recentes, a gestora destacou o foco na diversificação de ativos para mitigar riscos de vacância.
8º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 20,67 ↓0,96%
Descrição: O HCTR11, um dos fundos mais comentados do mercado de “High Yield”, fechou a sessão em R$ 20,67, uma queda de 0,96%. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 0,20. Durante o pregão, o fundo demonstrou certa volatilidade, com mínima de R$ 20,50 e máxima de R$ 20,95. O volume de ações (cotas) movimentadas foi de 53.184, gerando um volume financeiro de R$ 1.099.313,28. Ao olhar para o quadro anual, a situação do HCTR11 é de cautela: o preço atual está muito próximo da mínima de 52 semanas (R$ 17,23) e extremamente distante da máxima de R$ 22,73, considerando o histórico de desvalorização severa que o fundo enfrentou no passado. O fechamento anterior foi de R$ 20,87. A estabilização em torno dos 20 reais sugere que o mercado encontrou um preço de equilíbrio temporário, enquanto aguarda novos fatos relevantes sobre a saúde financeira dos CRIs que compõem sua carteira.
O HCTR11 é conhecido por investir em certificados de recebíveis de alto risco e retorno. Recentemente, o fundo esteve no centro das atenções devido a renegociações de dívidas de seus principais devedores, impactando diretamente o valor das cotas.
9º – BANESTES RECEBIVEIS IMOB FII OF (BCRI11) | R$ 63,09 ↓0,86%
Descrição: O fundo BCRI11 registrou uma queda moderada de 0,86%, encerrando o dia a R$ 63,09. A variação nominal foi de R$ 0,55 negativos em relação ao fechamento de R$ 63,64. O ativo movimentou apenas 9.834 cotas, o menor volume quantitativo da lista, com um volume financeiro de R$ 620.427,06. O intervalo de negociação no dia ficou entre R$ 62,81 e R$ 64,41, evidenciando uma volatilidade que permitiu ao investidor vender acima do fechamento anterior no pico do dia. No acumulado de 52 semanas, o fundo apresenta uma performance sólida, estando bem acima de sua mínima (R$ 54,99) e não muito distante de sua máxima (R$ 69,62). Esse comportamento reflete uma gestão mais conservadora e um perfil de cotista que busca menor volatilidade. A baixa liquidez diária é o principal ponto de atenção para investidores que necessitam de agilidade na movimentação de grandes capitalizações.
O BCRI11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pelo Banestes Asset Management. Uma notícia relevante para o fundo foi a recente atualização de seu portfólio com ativos de maior rating de crédito (High Grade).
10º – AJ MALLS FDO INVEST IMOB CEF (AJFI11) | R$ 8,20 ↓0,85%
Descrição: Encerrando o ranking, o AJFI11 apresentou a menor variação negativa do grupo, com recuo de 0,85%, fechando a R$ 8,20. A variação nominal foi de R$ 0,07 em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,27. Durante a sessão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 8,12 e a máxima de R$ 8,27, com um volume de 73.786 cotas negociadas e volume financeiro de R$ 605.045,20. Historicamente, o fundo está em uma posição favorável no gráfico anual, negociando mais próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 8,70) do que de sua mínima (R$ 6,65). Esse recuo de menos de 1% sinaliza uma realização de lucros natural após períodos de alta. O volume de negociação é considerado saudável para o tamanho do fundo, garantindo uma fluidez adequada no mercado secundário. O setor de shoppings continua atraindo investidores pela previsibilidade de fluxo de caixa e reajuste de aluguéis.
O AJFI11 é um fundo focado no segmento de shoppings e varejo. Notícias recentes apontam que o fundo tem se beneficiado do aumento do fluxo de consumidores em seus centros comerciais, refletindo positivamente na ocupação das lojas.