Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 07/04/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 VIUR11 R$ 5,86 4,46%
2 CLIN11 R$ 93,11 2,50%
3 BCRI11 R$ 63,90 1,28%
4 XPIN11 R$ 71,11 1,22%
5 KCRE11 R$ 8,94 1,02%
6 HGRE11 R$ 124,11 0,80%
7 SNFF11 R$ 74,15 0,75%
8 VGIP11 R$ 79,84 0,69%
9 RCRB11 R$ 141,75 0,60%
10 BROF11 R$ 61,74 0,60%

1º – VINCI IMÓVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 5,86 ↑ 4,46%

Descrição: O fundo VIUR11 apresentou o desempenho mais expressivo do pregão, liderando o ranking com uma valorização de R$ 0,25 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,61. Durante o dia, o ativo demonstrou volatilidade positiva, atingindo a mínima de R$ 5,56 e encerrando na máxima de R$ 5,86. O volume de negociação foi robusto, com 311.347 ações trocando de mãos, resultando em um volume financeiro total de R$ 1.824.493,42. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo encontra-se próximo de sua máxima (R$ 6,19), distanciando-se consideravelmente da mínima de R$ 4,65 registrada no período. Este movimento sugere um forte apetite dos investidores por ativos de renda urbana neste ciclo.

O VIUR11 é um fundo imobiliário de gestão ativa gerido pela Vinci Real Estate, focado na aquisição e gestão de imóveis de uso urbano, como escolas e varejo. Recentemente, a Vinci Logística (VILG11), do mesmo grupo, anunciou a venda de ativos para otimização de portfólio, o que mantém o mercado atento à estratégia de desinvestimento e reciclagem de capital da gestora.

2º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 93,11 ↑ 2,50%

Descrição: O fundo CLIN11 ocupou a segunda posição em valorização, registrando uma alta de R$ 2,27 por cota. O preço de fechamento de R$ 93,11 representou praticamente a máxima do dia, enquanto a mínima ficou em R$ 93,11, indicando uma pressão compradora constante durante as poucas operações realizadas. O volume de ações foi de 4.400, com um giro financeiro de R$ 409.684,00. É importante notar que o fundo não possui dados registrados de mínima e máxima para 52 semanas na base fornecida, o que pode indicar uma listagem recente ou baixa liquidez histórica. Comparado ao fechamento anterior de R$ 90,84, o salto de 2,50% coloca o ativo em destaque no setor de recebíveis atrelados à inflação.

Este é um fundo de papel (CRI) gerido pela Clave Capital, que busca rentabilidade através de ativos de crédito imobiliário indexados principalmente ao IPCA. Em relatórios recentes, a gestora destacou a manutenção de uma carteira defensiva com foco em operações de crédito estruturado de alta qualidade (High Grade).

3º – BANESTES RECEBÍVEIS IMOB FII OF (BCRI11) | R$ 63,90 ↑ 1,28%

Descrição: O BCRI11 registrou uma valorização de R$ 0,81 no dia, encerrando a R$ 63,90 após ter aberto o pregão próximo à mínima de R$ 62,86. O volume financeiro movimentado foi de R$ 340.970,40, com a negociação de 5.336 cotas. O fechamento anterior estava na casa dos R$ 63,09. Ao olhar para o horizonte de um ano, o fundo opera em um patamar intermediário, com mínima de 52 semanas em R$ 54,99 e máxima em R$ 69,62. A variação percentual de 1,28% demonstra uma recuperação consistente, refletindo a estabilidade buscada pelos investidores de fundos de papel sob gestão do Banco do Estado do Espírito Santo.

O BCRI11 é um dos fundos de recebíveis mais tradicionais do mercado, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A última notícia relevante sobre o fundo envolve a distribuição periódica de rendimentos, que tem se mantido estável apesar das oscilações dos índices de inflação, atraindo investidores focados em dividendos.

4º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 71,11 ↑ 1,22%

Descrição: O XPIN11 apresentou um dia de alta sólida, fechando a R$ 71,11, o que representa um incremento de R$ 0,86 sobre os R$ 70,25 do fechamento anterior. O ativo navegou entre a mínima de R$ 69,78 e a máxima de R$ 71,34. Com 25.007 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 1.778.247,77, mostrando boa liquidez para o segmento industrial e logístico. Em termos de performance anual, o fundo ainda opera abaixo de sua máxima de 52 semanas (R$ 80,27), mas bem acima da mínima de R$ 58,83, sugerindo uma consolidação de preços na faixa atual de mercado.

Gerido pela XP Vista Asset Management, o fundo investe majoritariamente em condomínios logísticos e industriais de alto padrão. Uma notícia recente que impactou o fundo foi a revisão do seu guidance de dividendos e a gestão de vacância em ativos específicos no interior de São Paulo.

5º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,94 ↑ 1,02%

Descrição: Com uma variação positiva de R$ 0,09, o KCRE11 fechou o dia cotado a R$ 8,94, um aumento de 1,02%. O ativo manteve-se estável durante o pregão, com mínima e máxima registradas no mesmo valor do fechamento (R$ 8,94), sugerindo baixa volatilidade intradia ou concentração de ordens no fechamento. O volume de ações foi de 53.330, gerando um volume financeiro de R$ 476.770,20. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,85, o desempenho foi positivo. Assim como outros fundos recentes, não constam dados de 52 semanas na tabela, indicando a necessidade de cautela na análise de longo prazo.

Este fundo é fruto de uma parceria entre a Kinea Investimentos e a fintech Creditas, focando no financiamento imobiliário via crédito privado. Recentemente, a Kinea anunciou a integração de novos CRIs à carteira do fundo para diversificar o risco de crédito dos mutuários finais.

6º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 124,11 ↑ 0,80%

Descrição: O HGRE11 encerrou o dia com uma alta de R$ 0,99, alcançando os R$ 124,11. O fundo teve uma variação positiva de 0,80% em relação ao fechamento anterior de R$ 123,12. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 122,79 e a máxima de R$ 124,78. O volume de negociação foi significativo, totalizando R$ 1.831.739,49 com 14.759 cotas operadas. O fundo está operando próximo à sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 131,04, demonstrando a confiança do investidor no segmento de lajes corporativas de alto padrão.

O HGRE11, gerido pela CSHG (Credit Suisse Hedging-Griffo), é um dos maiores fundos de escritórios do Brasil. A notícia mais recente do fundo envolve a conclusão da venda bem-sucedida de ativos não estratégicos (como o Edifício Martiniano), visando reduzir a alavancagem e distribuir ganho de capital aos cotistas.

7º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 74,15 ↑ 0,75%

Descrição: O SNFF11 registrou uma valorização de R$ 0,55, fechando a R$ 74,15, um aumento de 0,75%. O fundo navegou em uma banda estreita, com mínima de R$ 73,12 e máxima de R$ 74,20. O volume negociado foi de 5.818 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 431.404,70. O preço de fechamento anterior era de R$ 73,60. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 59,76 e buscando retornar aos níveis da máxima de R$ 80,59 registrados no último ano.

O SNFF11 é um “Fundo de Fundos” (FoF) gerido pela Suno Asset, que investe em uma carteira diversificada de outros FIIs. Recentemente, a gestão do fundo publicou uma nota reforçando a estratégia de aumentar a exposição em fundos de tijolo, aproveitando o desconto patrimonial do setor frente à queda projetada dos juros.

8º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 79,84 ↑ 0,69%

Descrição: O VGIP11 fechou o dia com uma alta de 0,69%, terminando em R$ 79,84. O valor subiu R$ 0,55 em relação ao fechamento anterior de R$ 79,29. O volume de negociação foi um dos mais altos da lista, com 27.493 cotas e um volume financeiro expressivo de R$ 2.195.041,12. O ativo variou entre R$ 79,05 e R$ 79,85 ao longo do dia. O fundo está em uma posição sólida em relação ao seu histórico anual, tendo uma mínima de R$ 67,77 e uma máxima de R$ 84,08 nas últimas 52 semanas.

O VGIP11 é gerido pela Valora Investimentos e investe majoritariamente em CRIs indexados ao IPCA. A última notícia de mercado sobre o VGIP11 destaca a sua capacidade de manter dividendos acima da média do mercado, mesmo em cenários de deflação pontual, devido à sua estruturação de taxas reais elevadas.

9º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 141,75 ↑ 0,60%

Descrição: O RCRB11 registrou um acréscimo de R$ 0,85 no valor de sua cota, encerrando em R$ 141,75. A variação foi de 0,60% sobre o fechamento de R$ 140,90. O fundo operou entre R$ 140,77 e R$ 141,80, com um volume de 4.235 ações e R$ 600.311,25 negociados. Este fundo de lajes corporativas está operando muito próximo de sua máxima histórica de 52 semanas (R$ 143,88), refletindo a valorização dos aluguéis em regiões prime de São Paulo, como a Faria Lima e Paulista.

O Rio Bravo Renda Corporativa é um fundo focado em escritórios de alto padrão. Recentemente, a Rio Bravo anunciou a renovação de contratos de locação importantes com reajustes reais acima da inflação, o que deve impactar positivamente o fluxo de caixa nos próximos semestres.

10º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 61,74 ↑ 0,60%

Descrição: Fechando a lista dos 10 melhores desempenhos, o BROF11 teve uma alta de R$ 0,37, terminando o pregão a R$ 61,74. O volume financeiro foi de R$ 472.990,14, com 7.661 cotas negociadas. O ativo registrou mínima de R$ 60,04 e máxima de R$ 61,89. O fundo apresenta uma volatilidade anual curiosa, com mínima de R$ 41,22 e máxima de R$ 63,35, o que indica que o valor atual está testando resistências importantes próximas ao topo do ano. O fechamento anterior foi de R$ 61,37.

O BROF11 é um fundo de lajes corporativas que surgiu a partir de ativos da BR Properties. Uma notícia recente relevante é a movimentação da gestora para atrair novos inquilinos para o complexo de escritórios em Brasília e São Paulo, buscando reduzir a vacância física que pressionou o fundo nos trimestres anteriores.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 44,52 -1,72%
2 TGAR11 R$ 70,35 -1,46%
3 BLMG11 R$ 32,48 -1,43%
4 BBIG11 R$ 7,03 -1,26%
5 MFII11 R$ 68,75 -1,26%
6 RBRX11 R$ 8,60 -1,26%
7 HSLG11 R$ 90,44 -1,14%
8 VGRI11 R$ 7,29 -1,09%
9 WHGR11 R$ 9,39 -1,05%
10 KFOF11 R$ 83,04 -0,97%

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,52 ↓ 1,72%

Descrição: O fundo GZIT11 encerrou o pregão com uma desvalorização de 1,72%, sendo a maior queda percentual do grupo analisado. O preço atual fixou-se em R$ 44,52, exatamente no valor da mínima do dia, o que demonstra uma pressão vendedora constante ao longo da sessão, sem conseguir atingir patamares superiores ao fechamento anterior de R$ 45,30. O volume de negociação financeira foi de R$ 357.406,56, com um total de 8.028 cotas transacionadas. É importante observar que, para este ativo, os dados de máxima e mínima das últimas 52 semanas não estavam disponíveis na base, sugerindo uma listagem recente ou vacância de dados históricos específicos. A variação nominal negativa foi de R$ 0,78 por cota.

Este fundo é gerido pela Gazit Brasil e foca estrategicamente na aquisição e gestão de participações em shopping centers de alto padrão, principalmente em regiões densamente povoadas. Recentemente, a Gazit Brasil, controladora do fundo, anunciou a conclusão da venda de sua participação no Shopping Cidade Jardim para a JHSF, uma movimentação estratégica para reciclagem de portfólio e foco em ativos core.


2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 70,35 ↓ 1,46%

Descrição: O TGAR11 apresentou um recuo de 1,46%, fechando a R$ 70,35. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 70,35 e a máxima de R$ 71,81, mostrando uma volatilidade intra-diária relevante. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 6.108.631,20, o maior entre os dez ativos listados, refletindo sua alta liquidez com 86.832 ações/cotas negociadas. O fechamento anterior foi de R$ 71,39. Ao analisar o histórico de 52 semanas, o fundo encontra-se próximo à sua mínima (R$ 69,45) e distante da máxima de R$ 91,86, indicando um período desafiador para o preço do papel. A variação negativa nominal foi de R$ 1,04.

O TG Ativo Real é um fundo imobiliário de desenvolvimento, focado em equity e crédito imobiliário em diversas regiões do Brasil, buscando valorização de capital através de empreendimentos residenciais e loteamentos. Em notícia recente, o fundo anunciou a distribuição de dividendos referentes ao último mês, mantendo a consistência de repasses aos cotistas mesmo diante da oscilação do valor de mercado das cotas.


3º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 32,48 ↓ 1,43%

Descrição: O fundo BLMG11 fechou o dia cotado a R$ 32,48, representando uma queda de 1,43%. O volume de ações negociadas foi de 12.235, gerando um montante financeiro de R$ 397.392,80. O ativo operou em um intervalo estreito, com mínima de R$ 32,45 e máxima de R$ 33,11, abaixo do fechamento anterior de R$ 32,95. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra que já operou em níveis bem superiores, com máxima de R$ 37,19, embora esteja acima da mínima anual de R$ 27,00. A desvalorização em reais nesta sessão foi de R$ 0,47 por cota, acompanhando o movimento de correção do setor logístico na data observada.

Este fundo imobiliário foca no segmento logístico e industrial, detendo ativos que servem como centros de distribuição para grandes operações de e-commerce e varejo. Uma das notícias mais recentes que impactaram o fundo foi a renegociação de contratos de locação em seus galpões, visando reduzir a vacância e garantir a previsibilidade do fluxo de caixa para os próximos períodos.


4º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 7,03 ↓ 1,26%

Descrição: O BBIG11 registrou uma queda de 1,26%, encerrando o dia a R$ 7,03. O ativo teve uma movimentação de 74.799 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 525.836,97. O fechamento anterior de R$ 7,12 não foi superado em nenhum momento do dia, já que a máxima atingiu apenas R$ 7,10 e a mínima tocou os R$ 7,02. No histórico das últimas 52 semanas, o ativo demonstra resiliência, mantendo-se mais próximo da sua máxima de R$ 7,58 do que da mínima de R$ 5,78. A variação nominal negativa foi de R$ 0,09, em um dia marcado pela baixa procura por ativos de shopping na carteira da BB Asset.

O BBIG11 é um fundo gerido pela BB Asset Management que investe em uma carteira diversificada de participações em shopping centers brasileiros de grande porte. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a atualização anual do valor de seus ativos imobiliários, o que gerou um ajuste contábil positivo no valor patrimonial da cota, apesar da oscilação negativa no mercado secundário.


5º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 68,75 ↓ 1,26%

Descrição: O MFII11 fechou a sessão com queda de 1,26%, cotado a R$ 68,75. O volume negociado em reais foi de R$ 2.826.037,50, com a movimentação de 41.106 cotas. O ativo iniciou o dia sob pressão, vindo de um fechamento anterior de R$ 69,63. Durante o pregão, a máxima foi de R$ 69,97, enquanto a mínima chegou a R$ 68,50. Olhando para a janela de um ano, o papel está operando em seu patamar inferior, visto que a mínima de 52 semanas é de R$ 68,50 e a máxima atingiu R$ 77,95. A redução nominal no preço foi de R$ 0,88 por unidade de negociação.

O Mérito Desenvolvimento Imobiliário é um fundo que atua no financiamento e desenvolvimento de projetos residenciais, focado em gerar ganho de capital através da construção e venda de imóveis. A última notícia relevante do fundo trata da entrega de unidades em um de seus principais empreendimentos, o que deve impactar positivamente o reconhecimento de lucros nos próximos trimestres.


6º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,60 ↓ 1,26%

Descrição: O RBRX11 apresentou desvalorização de 1,26%, finalizando o dia a R$ 8,60. Este ativo teve o maior volume de ações transacionadas da lista, com 330.670 unidades trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 2.843.762,00. O fechamento anterior foi de R$ 8,71 e, durante a sessão, o fundo não conseguiu se recuperar, atingindo a máxima de apenas R$ 8,61 e a mínima de R$ 8,57. Não constam dados de máxima e mínima para as últimas 52 semanas no relatório. A variação em reais foi de R$ 0,11 negativos, refletindo uma liquidez alta para um valor de cota nominalmente baixo.

Gerido pela RBR Asset, o fundo adota uma estratégia multiestratégia (Hedge Fund imobiliário), podendo investir em CRIs, outros FIIs e ativos diretos para maximizar o retorno. Recentemente, a gestão divulgou um relatório detalhando o aumento da alocação em títulos de crédito privado indexados ao IPCA, visando proteger a carteira contra a inflação.


7º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 90,44 ↓ 1,14%

Descrição: O HSLG11 fechou o pregão em R$ 90,44, com uma queda percentual de 1,14%. O volume negociado foi de 8.872 cotas, totalizando R$ 802.383,68 em transações financeiras. O fechamento anterior era de R$ 91,48, e o ativo oscilou entre a mínima de R$ 90,41 e a máxima de R$ 91,76. Na análise anual, o fundo apresenta uma performance sólida, estando bem acima da mínima de 52 semanas (R$ 71,13) e relativamente próximo da máxima de R$ 96,18. A variação negativa nominal do dia foi de R$ 1,04, uma das maiores em termos de valor absoluto, dada a cotação mais elevada do papel.

Este fundo é focado na aquisição e gestão de galpões logísticos de alto padrão técnico (classe A), com foco em localizações estratégicas. Em notícia recente, a HSI Logística informou a renovação antecipada de um contrato de locação com um grande player de logística, garantindo a ocupação de longo prazo em um de seus principais ativos em São Paulo.


8º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 7,29 ↓ 1,09%

Descrição: O VGRI11 registrou uma retração de 1,09%, encerrando a R$ 7,29. Com um volume de ações de 118.967, o fundo movimentou R$ 867.269,43. O comportamento do ativo foi de queda consistente em relação ao fechamento anterior de R$ 7,37, com a máxima do dia batendo R$ 7,42 e a mínima descendo a R$ 7,25. No histórico de 52 semanas, o valor atual situa-se em uma zona intermediária, entre a mínima de R$ 6,18 e a máxima de R$ 8,48. A variação nominal negativa foi de R$ 0,08 por cota, mantendo a tendência de baixa que atingiu a maioria dos fundos de crédito e recebíveis na data.

O Valora RI é um fundo que investe primordialmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), buscando renda através de juros e correção monetária. A última atualização relevante do fundo destacou a resiliência do seu portfólio de crédito, que não apresentou inadimplência mesmo diante de um cenário de taxas de juros elevadas por tempo prolongado.


9º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,39 ↓ 1,05%

Descrição: O WHGR11 apresentou uma queda de 1,05%, com fechamento a R$ 9,39. Curiosamente, o ativo manteve-se estático durante suas negociações, com mínima e máxima registradas no mesmo valor de R$ 9,39, o que indica uma baixa dispersão de preços nas ordens executadas. O volume totalizou 16.653 cotas e um montante financeiro de R$ 156.371,67. O fechamento anterior foi de R$ 9,49. Assim como outros ativos da lista, não possui dados registrados de 52 semanas no conjunto fornecido. A variação nominal negativa foi de R$ 0,10, em uma sessão de baixa volatilidade interna mas tendência clara de desvalorização frente ao dia anterior.

O WHGR11 é um fundo imobiliário de estratégia híbrida, sob gestão da WHG, que busca oportunidades tanto em renda urbana quanto em crédito imobiliário. Recentemente, a gestora comunicou a alocação de novos recursos captados em uma emissão anterior, focando em ativos de renda urbana com contratos atípicos de longo prazo.


10º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 83,04 ↓ 0,97%

Descrição: O KFOF11, um fundo de fundos (FoF), encerrou com a menor queda do grupo, perdendo 0,97% e fechando a R$ 83,04. O volume financeiro foi de R$ 292.466,88, com apenas 3.522 cotas negociadas, evidenciando uma liquidez menor nesta sessão específica. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 83,00 e a máxima de R$ 83,85, o que foi insuficiente para superar o fechamento anterior de R$ 83,85. Na perspectiva anual, o fundo está operando próximo às suas máximas (R$ 85,24), bem distante da mínima de 52 semanas de R$ 64,24. A variação nominal negativa foi de R$ 0,81.

O Kinea FII (KFOF11) atua comprando cotas de outros fundos imobiliários, permitindo ao investidor uma diversificação instantânea através de uma única cota sob a gestão profissional da Kinea. Uma notícia de destaque recente foi a divulgação do aumento da exposição do fundo em FIIs de “papel” (CRI), aproveitando as taxas de juros reais elevadas no mercado brasileiro.

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