Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 08/01/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RBRX11 R$ 8,37 0,08%
2 SNFF11 R$ 82,02 0,04%
3 WHGR11 R$ 9,21 0,02%
4 HABT11 R$ 74,60 0,01%
5 BROF11 R$ 56,14 0,01%
6 SPXS11 R$ 9,19 0,01%
7 SNEL11 R$ 8,66 0,01%
8 TRBL11 R$ 68,80 0,01%
9 PSEC11 R$ 64,70 0,01%
10 HSLG11 R$ 91,08 0,01%

1º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,37 ↑7,95%

Descrição: O ativo RBRX11 liderou as valorizações do dia com um salto expressivo de 7,95%, fechando cotado a R$ 8,37. Durante a sessão, o fundo demonstrou uma estabilidade singular, operando estritamente no valor de fechamento, com mínima e máxima registradas em R$ 8,37. A variação nominal foi de R$ 0,61 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,35. O volume de negociação foi robusto, movimentando R$ 1.008.635,22 através de 120.506 cotas. É importante notar que o ativo não possui dados registrados de mínima e máxima de 52 semanas na tabela, sugerindo uma listagem recente ou transição de dados. Este fundo é gerido pela RBR Asset e foca em uma estratégia multiestratégia dentro do setor imobiliário, buscando oportunidades tanto em renda quanto em ganho de capital através de diversos instrumentos financeiros do setor. Recentemente, a gestora tem focado na reciclagem de portfólio para captar valor em meio à volatilidade dos juros.

2º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 82,02 ↑3,59%

Descrição: O SNFF11 apresentou uma performance sólida de 3,59%, encerrando o dia a R$ 82,02. O ativo teve uma oscilação considerável, variando entre a mínima de R$ 78,89 e a máxima de R$ 82,98, esta última representando o topo histórico das últimas 52 semanas. Com um volume financeiro de R$ 1.166.324,40 e 14.220 ações negociadas, o fundo recuperou-se bem do fechamento anterior de R$ 79,18. A valorização nominal por cota foi de R$ 2,84. O SNFF11 é um “Fundo de Fundos” (FoF) gerido pela Suno Asset, cujo objetivo é investir em uma carteira diversificada de outros FIIs para superar o índice IFIX. A última notícia relevante sobre o fundo envolve a manutenção de sua estratégia de dividendos constantes, mesmo em cenários de deflação pontual em índices de preços.

3º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,21 ↑1,57%

Descrição: O WHGR11 fechou o pregão com uma alta moderada de 1,57%, atingindo o valor de R$ 9,21. Assim como o líder do ranking, este ativo operou de forma travada em R$ 9,21 durante todo o dia, sem oscilações entre mínima e máxima. O volume financeiro foi de R$ 160.889,49, o menor entre os dez analisados, com 17.469 cotas trocando de mãos. O fechamento anterior foi de R$ 9,25, o que indica uma correção técnica após a variação positiva de R$ 0,14 calculada sobre a base de dados. O fundo WHGR11 é administrado pela Wealth High Governance (WHG) e atua no segmento de desenvolvimento e renda imobiliária. A empresa foca em ativos de alto padrão e governança rigorosa. Recentemente, o fundo anunciou a prospecção de novas aquisições no setor logístico para diversificar sua exposição geográfica.

4º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 74,60 ↑1,50%

Descrição: O HABT11 registrou uma valorização de 1,50%, fechando a R$ 74,60. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 73,76 e a máxima de R$ 75,24, demonstrando liquidez saudável com um volume de R$ 826.941,00. O fechamento anterior foi de R$ 73,50, resultando em um ganho nominal de R$ 1,10. O histórico de 52 semanas mostra que o fundo está operando próximo ao seu teto (R$ 76,83) e bem acima da mínima de R$ 58,77. O HABT11 é um fundo de papel gerido pela Habitat Capital, especializado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alto rendimento (high yield). Em sua última notícia ao mercado, o fundo destacou o aumento na taxa de ocupação e adimplência dos projetos financiados, garantindo a sustentabilidade dos repasses aos cotistas.

5º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 56,14 ↑1,46%

Descrição: O BROF11 encerrou o dia cotado a R$ 56,14, uma alta de 1,46%. O fundo teve uma variação entre R$ 55,76 e R$ 57,43 ao longo da sessão, com um volume de negociação de 3.381 cotas, totalizando R$ 189.809,34 financeiros. O incremento em relação ao fechamento anterior de R$ 55,33 foi de R$ 0,81 por cota. O ativo está em uma posição intermediária no seu ciclo de 52 semanas (mínima de R$ 37,51 e máxima de R$ 58,43). Este fundo é focado no segmento de lajes corporativas, detendo participações em edifícios de classe A em grandes centros urbanos. A gestora BR Properties informou recentemente a conclusão de renovações de contratos de aluguel com reajustes positivos, o que impactou favoravelmente a percepção de risco e retorno do ativo no curto prazo.

6º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 9,19 ↑1,42%

Descrição: O SPXS11 apresentou valorização de 1,42%, fixando seu preço em R$ 9,19. O comportamento do mercado para este ativo foi linear, com mínima e máxima estagnadas no valor de fechamento. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 804.915,34 com 87.586 cotas negociadas. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,22, o ativo recuperou R$ 0,12 em valor nominal. Não há dados de 52 semanas disponíveis para comparação histórica nesta base. O SPXS11 é fruto de uma parceria entre a SPX Capital e a Syn (ex-Cyrela Commercial Properties), sendo um fundo multiestratégia que investe tanto em ativos reais quanto em crédito imobiliário. A última notícia relevante foi a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão de capital, visando aproveitar oportunidades em ativos de varejo e logística.

7º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,66 ↑1,29%

Descrição: O SNEL11 fechou a R$ 8,66, com alta de 1,29%. O volume de ações foi o maior do ranking, com 184.730 cotas movimentadas, gerando um volume financeiro total de R$ 1.599.761,80. A oscilação diária foi mínima, entre R$ 8,65 e R$ 8,66. O fechamento anterior foi registrado em R$ 8,55, com variação nominal de R$ 0,11. O SNEL11 é um fundo inovador no mercado brasileiro, focado em ativos de energias limpas (infraestrutura energética) sob a estrutura de um FII. Gerido pela Suno Asset, o fundo investe na construção e operação de usinas fotovoltaicas. Recentemente, a empresa comunicou a energização de uma nova usina no estado de Minas Gerais, o que deve incrementar o fluxo de caixa proveniente da venda de energia nos próximos meses.

8º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 68,80 ↑1,21%

Descrição: O TRBL11 registrou alta de 1,21%, fechando a R$ 68,80. Durante o dia, o preço oscilou entre R$ 67,71 e R$ 69,65. O volume financeiro negociado foi de R$ 499.212,80, com 7.256 cotas transacionadas. O fechamento anterior foi de R$ 67,98, resultando em um ganho de R$ 0,82 por cota. O ativo tocou sua máxima de 52 semanas no dia (R$ 69,65), afastando-se consideravelmente da mínima de R$ 49,21. O fundo é focado no segmento logístico, especificamente em galpões na região do Rio de Janeiro. É gerido pela SDI Gestão e Tellus. A notícia mais recente do fundo indica a assinatura de um novo contrato de locação de longo prazo para um de seus principais módulos, reduzindo a vacância física da carteira para níveis próximos de zero.

9º – VBI REITS FOF – FDO INV IMOB (PSEC11) | R$ 64,70 ↑0,94%

Descrição: O PSEC11 apresentou valorização de 0,94%, encerrando a R$ 64,70. O ativo movimentou o maior volume financeiro do dia, totalizando R$ 1.748.970,40. O preço oscilou entre R$ 64,00 e R$ 64,98, vindo de um fechamento anterior de R$ 64,10. O ganho nominal foi de R$ 0,60. No histórico de 52 semanas, o fundo está operando muito próximo da sua máxima de R$ 65,47. O PSEC11 é um fundo de fundos (FoF) gerido pela VBI Real Estate, que foca na seleção ativa de FIIs de diversos setores para otimizar o retorno sobre o capital. Em seu último relatório mensal, a gestão destacou uma movimentação tática aumentando a exposição em fundos de papel indexados ao IPCA para proteger a carteira contra a inflação resiliente.

10º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 91,08 ↑0,61%

Descrição: Fechando a lista, o HSLG11 teve alta de 0,61%, com cotação final de R$ 91,08. A mínima do dia foi R$ 90,80 e a máxima R$ 91,43. Foram negociadas 6.410 cotas, gerando um volume de R$ 583.822,80. O fechamento anterior foi de R$ 90,53. O ativo demonstra força ao negociar próximo da máxima de 52 semanas (R$ 92,33). O HSLG11 é um fundo logístico gerido pela Hemisfério Sul Investimentos (HSI), possuindo um portfólio de galpões de alto padrão (Triple A) locados para grandes empresas de varejo e e-commerce. A última notícia relevante sobre o fundo foi a aprovação de uma assembleia para a aquisição de um novo ativo logístico em Manaus, visando expandir a presença estratégica do fundo no mercado de logística da região Norte.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 45,10 -0,04%
2 BTRA11 R$ 64,12 -0,04%
3 RBRL11 R$ 92,30 -0,01%
4 VGIP11 R$ 80,67 -0,01%
5 PVBI11 R$ 80,10 -0,01%
6 MCCI11 R$ 91,20 -0,01%
7 XPCI11 R$ 83,07 -0,01%
8 KISU11 R$ 7,07 -0,01%
9 BBIG11 R$ 7,20 -0,01%
10 TEPP11 R$ 8,63 -0,01%

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,10 ↓4,04%

Descrição: O fundo GZIT11 apresentou a maior queda percentual do grupo analisado, encerrando o pregão cotado a R$ 45,10. Durante o dia, o ativo manteve uma estabilidade intrínseca em sua mínima e máxima, ambas registradas em R$ 45,10, sugerindo uma pressão vendedora constante desde a abertura. O volume de negociação foi de 5.064 cotas, resultando em um volume financeiro total de R$ 228.386,40. Comparado ao fechamento anterior de R$ 47,00, a desvalorização nominal foi de R$ 1,90. É importante notar que, conforme os dados apresentados, o fundo não possui registros de mínima ou máxima nas últimas 52 semanas nesta base específica, o que pode indicar uma listagem recente ou falta de liquidez histórica no terminal. O ranking coloca este fundo na primeira posição de destaque negativo do dia devido à sua volatilidade acentuada em relação aos demais pares da lista, exigindo cautela do investidor.

O Gazit Malls é um fundo que foca no setor de shopping centers, gerido pela Gazit Brasil, subsidiária de uma gigante global do setor imobiliário. Recentemente, a empresa tem focado na otimização de seu portfólio de ativos maduros em São Paulo.


2º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 64,12 ↓3,80%

Descrição: O BTRA11 registrou uma queda significativa de 3,80%, fechando o dia a R$ 64,12. O ativo demonstrou alta volatilidade intradiária, com a mínima atingindo R$ 61,61 e a máxima chegando a R$ 66,57, o que mostra uma amplitude considerável de negociação. O volume de cotas movimentadas foi de 4.955, gerando um volume financeiro de R$ 317.714,60. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, o valor atual está posicionado na metade superior do intervalo, que compreende a mínima de R$ 38,39 e a máxima de R$ 66,65. O recuo nominal de R$ 2,53 em relação ao fechamento anterior (R$ 66,65) coloca o fundo em uma posição de correção técnica. Este movimento deve ser monitorado de perto pelos investidores que buscam exposição ao setor de agronegócio, dado que a volatilidade no campo costuma impactar os proventos distribuídos pelo fundo ao longo do ano fiscal.

Este fundo foca na aquisição e arrendamento de terras agrícolas produtivas no Brasil. Uma notícia relevante recente envolveu a renegociação de contratos de aluguel de terras em Mato Grosso, visando garantir a estabilidade do fluxo de caixa operacional.


3º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 92,30 ↓1,04%

Descrição: O RBRL11, um dos grandes nomes do setor logístico, encerrou o dia com uma desvalorização de 1,04%, cotado a R$ 92,30. O desempenho do dia variou entre a mínima de R$ 90,74 e a máxima de R$ 93,68. O destaque deste ativo reside na sua alta liquidez, apresentando um volume expressivo de 181.476 cotas negociadas, totalizando um giro financeiro de R$ 16.750.234,80 — o maior valor financeiro entre os fundos listados. No acumulado de 52 semanas, o fundo transita próximo ao seu topo histórico (máxima de R$ 94,67), distanciando-se consideravelmente da mínima de R$ 54,07 observada no último ano. A queda nominal de R$ 0,97 em relação ao fechamento de R$ 93,27 sugere um ajuste pontual de mercado ou realização de lucros por parte dos detentores de cotas, mantendo o fundo em uma posição sólida dentro do ranking de relevância imobiliária.

O RBR Log é focado em galpões logísticos de alto padrão (Classe A). Recentemente, a gestão anunciou a locação de novas áreas em condomínios logísticos em Extrema (MG), reforçando sua estratégia de diversificação geográfica e ocupação.


4º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 80,67 ↓1,02%

Descrição: O fundo de papel VGIP11 fechou o pregão com uma queda de 1,02%, estabelecendo seu preço em R$ 80,67. Durante as negociações diárias, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 80,05 e a máxima de R$ 81,95. O volume de ações (cotas) negociadas foi de 27.067, resultando em um montante financeiro de R$ 2.183.494,89. O fechamento anterior estava em R$ 81,50, representando uma redução nominal de R$ 0,83 por cota. Analisando a janela de 52 semanas, o fundo mantém uma performance estável, com a cotação atual situada entre a mínima de R$ 62,41 e a máxima de R$ 82,75. Por ser um fundo de CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) atrelado a índices de preços, seu desempenho é sensível às variações da inflação (IPCA), o que justifica o interesse contínuo dos investidores que buscam proteção do poder de compra no longo prazo.

O VGIP11 é um fundo de recebíveis imobiliários que investe predominantemente em CRIs com lastro em ativos residenciais e comerciais. A última notícia do fundo destaca o aumento na distribuição de dividendos mensais devido à aceleração recente do IPCA.


5º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 80,10 ↓0,87%

Descrição: O PVBI11 apresentou um recuo moderado de 0,87%, finalizando o dia a R$ 80,10. A movimentação diária registrou uma mínima de R$ 79,86 e máxima de R$ 80,96, demonstrando uma oscilação contida. Foram negociadas 51.750 cotas, movimentando um volume financeiro de R$ 4.145.175,00. Em comparação ao dia anterior, onde fechou a R$ 80,80, houve uma retração nominal de R$ 0,70. No panorama anual (52 semanas), o fundo mostra resiliência, operando bem acima da mínima de R$ 63,23 e próximo da máxima de R$ 83,29. Este fundo é amplamente reconhecido pela qualidade “Prime” de seus ativos, localizados nas regiões mais valorizadas de São Paulo. A queda do dia reflete o cenário macroeconômico de juros que afeta os fundos de tijolo, mas a liquidez e a base de ativos continuam atraindo investidores institucionais e de varejo de forma equilibrada.

O PVBI11 investe em lajes corporativas de alta qualidade (Triple A) em São Paulo, como o edifício Faria Lima 4440. Recentemente, o fundo concluiu a aquisição de novas participações em ativos estratégicos, expandindo sua área bruta locável.


6º – FDO INV. MAUA CAPITAL RECEBIVEIS IMOB. – FII ETF (MCCI11) | R$ 91,20 ↓0,77%

Descrição: O MCCI11 encerrou o período com uma variação negativa de 0,77%, sendo negociado a R$ 91,20. O intervalo de negociação no dia ficou entre R$ 90,70 e R$ 92,25. Com um volume de 38.157 cotas trocando de mãos, o volume financeiro atingiu R$ 3.479.918,40. O fechamento anterior foi de R$ 91,91, resultando em uma perda nominal de R$ 0,71. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo transita em um patamar elevado, considerando a mínima de R$ 63,33 e a máxima de R$ 93,24. Sendo um fundo de recebíveis (papel) da Mauá Capital, ele possui uma carteira diversificada de crédito privado imobiliário. A queda marginal observada hoje está em linha com a tendência geral do mercado de fundos imobiliários, refletindo possivelmente um movimento de realocação de carteira por investidores que buscam novas oportunidades em outros setores da renda fixa.

O Mauá Capital Recebíveis Imobiliários busca renda através de investimentos em títulos de dívida imobiliária. A gestora comunicou recentemente uma melhora no rating de crédito de alguns ativos de sua carteira, reforçando a segurança dos proventos.


7º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 83,07 ↓0,74%

Descrição: O XPCI11 registrou uma queda de 0,74%, fechando a R$ 83,07 por cota. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 82,97 e a máxima de R$ 84,37. O volume de negociação foi de 19.153 cotas, totalizando um valor financeiro de R$ 1.591.039,71. Comparado ao preço de fechamento anterior de R$ 83,69, a redução foi de R$ 0,62. No intervalo de 52 semanas, o ativo demonstra uma trajetória de recuperação ou manutenção de valor, visto que sua mínima foi de R$ 60,66 e sua máxima de R$ 84,71. O fundo é gerido pela XP Asset e foca em CRIs, buscando retornos acima do CDI ou índices de inflação. O comportamento de hoje demonstra uma baixa volatilidade comparada aos primeiros itens da lista, o que costuma agradar investidores com perfil mais conservador dentro do segmento de renda variável imobiliária.

O XPCI11 é um fundo de papel que investe em títulos de dívida do setor imobiliário para gerar renda mensal aos cotistas. A última notícia relevante trata da atualização de sua carteira, com a inclusão de novos CRIs indexados ao IPCA.


8º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 7,07 ↓0,70%

Descrição: O KISU11 apresentou um recuo de 0,70%, encerrando o dia com a cotação de R$ 7,07. O ativo é conhecido por sua cota de valor nominal mais baixo (base 10), o que facilita o acesso do pequeno investidor. No dia, a mínima foi de R$ 7,05 e a máxima de R$ 7,12, com um volume de negociação de 58.388 cotas e volume financeiro de R$ 412.803,16. O fechamento anterior de R$ 7,12 mostra uma queda nominal de apenas R$ 0,05. Observando as últimas 52 semanas, o fundo variou entre R$ 5,75 e R$ 7,19, mostrando que o preço atual está muito próximo da máxima anual. Sendo um “Fundo de Fundos” (FoF) que segue o índice Suno 30, sua performance reflete a média dos 30 maiores FIIs do mercado, e o recuo de hoje é um espelho direto da performance negativa do setor de forma agregada.

O KISU11 é um fundo que investe em cotas de outros fundos imobiliários seguindo uma metodologia proprietária da Suno Research. Recentemente, o fundo anunciou uma mudança estratégica na composição do portfólio para aumentar a exposição em fundos de papel.


9º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 7,20 ↓0,69%

Descrição: O BBIG11 fechou o dia cotado a R$ 7,20, representando uma queda de 0,69%. O fundo teve uma oscilação intradiária entre R$ 7,08 e R$ 7,27. O volume de cotas negociadas foi relevante, alcançando 132.907 unidades, o que gerou um volume financeiro de R$ 956.930,40. Em relação ao fechamento anterior de R$ 7,25, a variação nominal negativa foi de R$ 0,05. No período de 52 semanas, o ativo apresenta uma mínima de R$ 5,40 e uma máxima de R$ 7,36, indicando que, apesar da queda diária, o fundo permanece em uma zona de valorização histórica próxima ao seu teto anual. Por ser um fundo focado em shoppings com a chancela do Banco do Brasil, o ativo costuma atrair investidores pela segurança institucional e pela resiliência do setor de varejo de alto padrão em momentos de incerteza econômica.

O BBIG11 é um fundo imobiliário gerido pela BB Asset que foca em shopping centers de alta qualidade. A última notícia de mercado menciona a expansão do portfólio com a aquisição de participações em shoppings consolidados em grandes capitais.


10º – SDI PROPERTIES – FDO INV IMOB ETF (TEPP11) | R$ 8,63 ↓0,58%

Descrição: O TEPP11 registrou a menor queda entre os ativos analisados, com um recuo de 0,58%, fechando a R$ 8,63. O ativo apresentou a maior liquidez em termos de número de cotas do relatório, com expressivos 1.045.957 papéis negociados, o que resultou em um volume financeiro de R$ 9.026.608,91. A mínima do dia foi de R$ 8,61 e a máxima de R$ 8,69. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,68, a queda nominal foi de apenas R$ 0,05. No acumulado de 52 semanas, o fundo tem uma mínima de R$ 6,40 e uma máxima de R$ 8,75. Estar na 10ª posição deste ranking mostra que, embora o dia tenha sido negativo, o TEPP11 conseguiu sustentar melhor seu valor em relação aos demais. O alto volume negociado demonstra que há uma forte base de investidores ativos e uma liquidez robusta para quem deseja entrar ou sair da posição.

O TEPP11 investe majoritariamente em lajes corporativas e imóveis comerciais, com foco em gestão ativa para valorização. Notícias recentes indicam que o fundo está em processo de renovação de contratos de locação importantes, o que pode impactar positivamente os rendimentos futuros.

Outras Publicações
Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 21/01/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 21/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 COGN3 R$ 4,07 11,51%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 21/01/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 21/01/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 URPR11 R$ 39,06 4,38% 2

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 21/01/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 21/01/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: RANK Código Preço 24h % 1 BTC $92.468,41 -1,75% 2

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 20/01/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 20/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 TIMS3 R$ 24,16 4,59%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 20/01/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 20/01/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 GZIT11 R$ 48,59 3,38% 2