Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 09/02/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 8,98 0,05%
2 CLIN11 R$ 94,44 0,05%
3 RBRX11 R$ 8,70 0,04%
4 GZIT11 R$ 48,35 0,03%
5 WHGR11 R$ 9,48 0,02%
6 KNIP11 R$ 91,14 0,01%
7 TEPP11 R$ 9,06 0,01%
8 LIFE11 R$ 8,68 0,01%
9 RBFM11 R$ 10,69 0,01%
10 KORE11 R$ 73,40 0,01%

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑5,28%

Descrição: O Kinea Creditas FII (KCRE11) apresentou uma performance robusta na sessão, encerrando o dia com uma valorização expressiva de 5,28%, o que representa um aumento nominal de R$ 0,45 por cota. O fechamento em R$ 8,98 situou-se no teto da máxima do dia, demonstrando uma pressão compradora constante frente à mínima registrada de R$ 8,98. O volume de ações negociadas foi de 58.005 unidades, movimentando um montante financeiro total de R$ 520.884,90. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,53, o ativo consolidou sua posição de liderança no ranking de variação percentual do dia. Vale destacar que, embora o relatório aponte ausência de dados para as janelas de 52 semanas em alguns campos, a liquidez e o interesse recente mostram-se resilientes para a estratégia do fundo.

O KCRE11 é um fundo imobiliário do tipo papel, gerido pela Kinea Investimentos, com foco em uma carteira de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) originados em parceria com a Creditas. A última notícia relevante do fundo aponta para a manutenção de uma remuneração média atrativa de IPCA + 9,90% a.a. em sua parcela alocada em inflação, conforme relatório gerencial de janeiro de 2026.


2º – CLAVE ÍNDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑4,91%

Descrição: Ocupando a segunda posição em valorização, o CLIN11 fechou a sessão cotado a R$ 94,44, refletindo uma alta de 4,91% (ou R$ 4,32 nominais). O comportamento do papel foi marcado por uma estabilidade absoluta entre a abertura e o fechamento, mantendo-se no patamar de R$ 94,44 durante todo o pregão. Com um volume negociado de R$ 1.127.330,28 e 11.937 cotas transacionadas, o fundo demonstra uma liquidez saudável. O preço de fechamento superou significativamente os R$ 93,83 da sessão anterior. Este movimento de alta ocorre em um contexto onde o mercado busca ativos indexados a índices de preços como proteção inflacionária, fator que impulsiona a demanda por veículos de investimento com a tese de crédito imobiliário estruturado.

O CLIN11 é gerido pela Clave Capital e foca em ativos de crédito imobiliário, principalmente CRIs, com o objetivo de entregar retornos reais atrelados à inflação. Recentemente, em fevereiro de 2026, o fundo ganhou destaque em portais financeiros pela regularidade no pagamento de seus dividendos, mantendo-se como um dos principais players do setor de papel em termos de Dividend Yield.


3º – RBR PLUS MULTIESTRATÉGIA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,70 ↑4,19%

Descrição: O RBRX11 registrou uma valorização de 4,19% no pregão, com o preço da cota subindo R$ 0,35 para encerrar em R$ 8,70. O fundo apresentou um dos maiores volumes operacionais da lista, com 640.669 ações negociadas, totalizando um giro financeiro de R$ 5.573.820,30. Assim como outros ativos da lista, a cota oscilou dentro de uma margem nula entre mínima e máxima do dia, fixando-se em R$ 8,70, acima do fechamento anterior de R$ 8,35. Essa movimentação sólida de volume sugere uma entrada institucional ou um rebalanceamento de carteiras focado no setor multiestratégia. O ranking coloca o fundo na terceira posição, evidenciando o otimismo do mercado em relação à flexibilidade da gestão da RBR em alocar capital em diferentes segmentos do mercado imobiliário.

Este fundo tem como objetivo auferir ganhos de capital e rendas mediante o investimento em uma gama variada de ativos, incluindo CRIs, ações imobiliárias e outros FIIs. Uma notícia recente de grande impacto para o veículo foi a conclusão da integração de sua gestão sob a plataforma do Pátria Investimentos, que assumiu e renomeou os fundos da RBR para otimizar as operações de Real Estate da casa.


4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑2,87%

Descrição: O Gazit Malls FII (GZIT11) encerrou o dia com uma valorização de 2,87%, alcançando o preço de R$ 48,35. A variação nominal positiva foi de R$ 1,35 por cota em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. O volume financeiro movimentado superou a marca de R$ 1 milhão (R$ 1.047.454,40), com a negociação de 21.664 cotas. O ativo manteve-se estável em R$ 48,35 durante o período de negociação reportado. Sendo um fundo focado no setor de shoppings, esse crescimento reflete a confiança dos investidores na recuperação do fluxo de consumo e na qualidade dos ativos físicos detidos pelo fundo, que historicamente apresentam resiliência operacional e boas taxas de ocupação.

O GZIT11 detém participações em shoppings centers de alta performance localizados em grandes centros urbanos, sob a administração da Gazit Brasil. No final de janeiro de 2026, o fundo anunciou o pagamento de rendimentos no valor de R$ 0,78 por cota, reforçando sua estratégia de distribuição de proventos estável e acima da média do IFIX para o segmento híbrido.


5º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑2,49%

Descrição: O WHGR11 apresentou uma alta de 2,49% na sessão, com a cota finalizando a R$ 9,48. O aumento nominal foi de R$ 0,23. O fundo registrou uma leve oscilação intradiária, com mínima de R$ 9,42 e máxima de R$ 9,48, o que indica uma sustentação do preço próximo ao teto diário. Foram negociadas 27.804 cotas, resultando em um volume de R$ 263.581,92. O fechamento anterior foi de R$ 9,25. Este desempenho coloca o fundo no meio do ranking de valorização entre as dez empresas analisadas, refletindo um interesse estável por parte dos investidores de varejo em ativos com exposição ao setor imobiliário sob gestão da WHG.

O WHG Real Estate é um fundo imobiliário híbrido que busca renda e ganho de capital através de investimentos em diversas frentes do setor, incluindo ativos de tijolo e papel. Notícias recentes indicam que o fundo pagará cerca de R$ 0,10 por cota em dividendos no mês de fevereiro de 2026, mantendo um Dividend Yield atrativo de aproximadamente 1,03% para o período.


6º – KINEA ÍNDICES DE PREÇOS FII (KNIP11) | R$ 91,14 ↑1,26%

Descrição: O KNIP11, um dos maiores e mais líquidos fundos do mercado brasileiro, registrou uma valorização de 1,26% (R$ 1,13 nominal), encerrando a R$ 91,14. O pregão foi marcado por um volume financeiro massivo, atingindo R$ 10.009.177,08, o maior entre os dez ativos analisados, com 109.822 cotas trocando de mãos. O preço oscilou entre a mínima de R$ 90,02 e a máxima de R$ 91,49, mostrando uma volatilidade maior que seus pares de menor liquidez, porém com tendência de alta consolidada sobre o fechamento anterior de R$ 90,01. A máxima de 52 semanas registrada em R$ 91,82 está muito próxima do valor atual, sugerindo que o fundo testa níveis de resistência importantes.

O KNIP11 é um fundo de papel exclusivo para investidores qualificados, gerido pela Kinea, com carteira focada em CRIs indexados à inflação (IPCA). Recentemente, o mercado repercutiu que o lucro do fundo teve um salto significativo, impactando positivamente a distribuição de dividendos prevista para o início de 2026, mantendo o protagonismo dos fundos de papel no portfólio dos investidores.


7º – SDI PROPERTIES – FDO INV IMOB ETF (TEPP11) | R$ 9,06 ↑1,12%

Descrição: O TEPP11 registrou uma elevação de 1,12% no dia, fechando em R$ 9,06. O incremento nominal foi de R$ 0,10 por cota. O ativo apresentou movimentação intensa, com 414.422 ações negociadas e um volume total de R$ 3.754.663,32. A oscilação diária variou entre R$ 8,89 e R$ 9,12, indicando que o mercado encontrou equilíbrio no patamar dos nove reais. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,96, o fundo mantém uma trajetória ascendente. Um ponto de atenção é a proximidade do valor de fechamento atual com a máxima de 52 semanas de R$ 9,12, sinalizando um período de renovação de topos para o ativo.

O TEPP11 é um fundo imobiliário que investe em lajes corporativas, focado na gestão ativa de edifícios de escritórios em São Paulo. De acordo com análises setoriais recentes de fevereiro de 2026, o fundo se beneficia de um novo ciclo de valorização nas lajes corporativas, com avanços na ocupação e revisões contratuais positivas que têm fortalecido seu fluxo de caixa operacional.


8º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,68 ↑1,05%

Descrição: Com uma valorização de 1,05%, o LIFE11 encerrou a sessão cotado a R$ 8,68, uma alta de R$ 0,09 nominal. O fundo operou entre a mínima de R$ 8,55 e a máxima de R$ 8,68, atingindo o fechamento no ponto mais alto do dia. O volume de ações foi de 61.948, com um montante transacionado de R$ 537.708,64. O valor superou o fechamento prévio de R$ 8,59. Embora figure na oitava posição do ranking de valorização, o fundo mantém uma constância técnica importante, situando-se perto da sua máxima de 52 semanas (R$ 8,88) e bem acima da mínima anual de R$ 6,94, o que denota uma tendência de valorização consistente no médio prazo.

O LIFE11 é gerido pela LCP e tem foco em ativos de crédito imobiliário destinados ao desenvolvimento urbano e loteamentos. A última notícia relevante sobre o fundo confirma a distribuição de rendimentos de R$ 0,12 por cota referente ao exercício de janeiro de 2026, consolidando um Dividend Yield de aproximadamente 1,34% em relação ao preço de fechamento da data-base.


9º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,69 ↑1,04%

Descrição: O RBFM11 fechou o dia com uma valorização de 1,04%, atingindo R$ 10,69 por cota, o que representa um aumento de R$ 0,11. O volume negociado foi de 48.847 ações, totalizando R$ 522.174,43. A mínima do dia coincidiu com o preço de fechamento anterior em R$ 10,58, enquanto a máxima tocou R$ 10,71. O fundo demonstra uma performance estável, operando próximo à sua máxima de 52 semanas de R$ 11,06. Por se tratar de um ETF que replica o índice IFIX, seu desempenho está intrinsecamente ligado à média de mercado dos fundos imobiliários, servindo como um termômetro para o sentimento geral do setor imobiliário na bolsa brasileira.

O RBFM11 busca replicar a rentabilidade do IFIX, investindo em uma carteira diversificada de fundos imobiliários. Recentemente, a Rio Bravo Investimentos, gestora responsável, anunciou mudanças estratégicas em seus fundos de fundos para migrar para modelos multiestratégia, visando capturar maior potencial de valorização em relação ao valor patrimonial dos ativos investidos.


10º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 73,40 ↑0,99%

Descrição: Fechando a lista dos dez ativos analisados, o KORE11 registrou alta de 0,99%, com o preço da cota fixado em R$ 73,40 (alta nominal de R$ 0,72). O pregão teve uma amplitude entre R$ 72,68 e R$ 73,50, movimentando R$ 2.498.536,00 com 34.040 cotas negociadas. O valor de fechamento superou os R$ 72,68 da sessão anterior. Atualmente, o ativo encontra-se em uma faixa intermediária entre sua mínima anual (R$ 58,63) e sua máxima (R$ 78,22), demonstrando um comportamento de consolidação. Apesar da décima posição, o volume negociado indica que o ativo possui liquidez relevante para investidores de diferentes portes, mantendo o interesse institucional vivo na tese de oportunidades imobiliárias da Kinea.

O KORE11 é um fundo de tijolo focado em oportunidades de investimento em escritórios de alto padrão nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Em notícia publicada no início de fevereiro de 2026, o fundo confirmou a distribuição de R$ 0,60 por cota em rendimentos mensais, mantendo sua estratégia de alocação em ativos premium para geração de aluguel.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SPXS11 R$ 8,82 -0,04%
2 DEVA11 R$ 24,51 -0,02%
3 RCRB11 R$ 141,10 -0,02%
4 URPR11 R$ 37,00 -0,02%
5 RECR11 R$ 81,10 -0,02%
6 MFII11 R$ 77,00 -0,01%
7 XPCI11 R$ 83,73 -0,01%
8 VGIP11 R$ 81,02 -0,01%
9 OUJP11 R$ 83,56 -0,01%
10 JSRE11 R$ 67,13 -0,01%

1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,82 ↓4,34%

Descrição: No pregão analisado, o fundo SPXS11 liderou as movimentações com uma queda acentuada de 4,34%, o que representa uma desvalorização nominal de R$ 0,40 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,22. O ativo encerrou o dia exatamente em sua cotação mínima (R$ 8,82), não demonstrando força de recuperação durante a sessão, visto que sua máxima também foi registrada em R$ 8,82. Com um volume de 59.923 ações negociadas, o montante financeiro movimentado atingiu R$ 528.520,86. É importante notar que, diferentemente de outros ativos da lista, este fundo não apresenta dados consolidados para as mínimas e máximas de 52 semanas no relatório fornecido. O comportamento de fechamento na mínima do dia acende um alerta de volatilidade para os detentores das cotas no curto prazo, exigindo uma análise mais profunda sobre o portfólio de ativos subjacentes.

Este é um Fundo de Investimento Imobiliário de gestão ativa, focado em uma estratégia multiestratégia para alocação em diferentes ativos do setor. Recentemente, a gestão tem trabalhado na consolidação de seu portfólio híbrido, buscando equilibrar renda e ganho de capital em um cenário de juros oscilantes no Brasil.


2º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 24,51 ↓2,35%

Descrição: O DEVA11 registrou uma queda de 2,35%, fechando a R$ 24,51. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 23,86 e a máxima de R$ 25,00, mostrando uma volatilidade intraday considerável. O volume de negociações foi robusto, com 106.236 cotas trocando de mãos, resultando em um volume financeiro de R$ 2.603.844,36. Comparando com seu histórico de 52 semanas, o valor atual de R$ 24,51 está perigosamente próximo da mínima anual de R$ 22,18 e muito distante da máxima de R$ 31,59. A variação negativa de R$ 0,59 por cota reflete o pessimismo do mercado frente aos ativos de crédito imobiliário no momento. O alto volume negociado indica que houve liquidez, mas com predominância da força vendedora, mantendo o ativo sob pressão técnica abaixo das médias históricas recentes.

O DEVA11 é um fundo de “papel”, investindo majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A última notícia relevante sobre o fundo envolve a reestruturação de alguns ativos de seu portfólio que enfrentaram problemas de inadimplência, o que tem impactado o valor das cotas e a distribuição de dividendos.


3º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 141,10 ↓2,01%

Descrição: O fundo RCRB11 apresentou um recuo de 2,01%, encerrando o dia cotado a R$ 141,10, uma redução de R$ 2,90 em relação ao fechamento anterior de R$ 144,00. O volume de ações foi de 8.444, gerando um volume financeiro de R$ 1.191.448,40. Interessante observar que, apesar da queda diária, o fundo ainda opera em um patamar elevado quando olhamos o horizonte de 52 semanas, onde a mínima registrada foi de R$ 104,91 e a máxima de R$ 145,17. O fechamento atual está muito próximo do topo histórico do ano, sugerindo que a queda de hoje pode ser uma realização de lucros técnica. A mínima do dia foi de R$ 140,05 e a máxima de R$ 142,97. A manutenção de preços próximos à máxima de 52 semanas indica uma resiliência maior deste ativo em comparação aos seus pares de crédito.

O Rio Bravo Renda Corporativa é um dos fundos de lajes corporativas mais tradicionais do mercado, com foco em imóveis de alto padrão em São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, o fundo anunciou a renovação de contratos de locação importantes, o que garante previsibilidade de fluxo de caixa para os próximos períodos.


4º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 37,00 ↓1,88%

Descrição: Com uma desvalorização de 1,88%, o URPR11 fechou o pregão a R$ 37,00, o que representou uma queda nominal de R$ 0,71. O ativo testou sua mínima do dia no próprio valor de fechamento (R$ 37,00) e teve sua máxima em R$ 38,20. O volume de negociação foi de 25.794 cotas, totalizando um giro financeiro de R$ 954.378,00. No acumulado de 52 semanas, o fundo apresenta uma amplitude que vai de R$ 30,40 a R$ 54,97. O valor de fechamento atual mostra que o fundo está sofrendo uma compressão de valor considerável em relação ao seu pico anual. O comportamento de fechamento na mínima do dia sugere que a pressão vendedora não encontrou suporte relevante na região dos 37 reais, podendo sinalizar novos testes de suporte caso o cenário macroeconômico para fundos de recebíveis não apresente melhora imediata.

O URPR11 é um fundo focado em CRIs de maior risco (High Yield), buscando retornos mais agressivos através de operações estruturadas. A notícia mais recente do fundo trata da sua estratégia de diversificação geográfica para mitigar riscos de crédito em regiões específicas do mercado imobiliário brasileiro.


5º – FDO INV IMOB – FII UBS (BR) RECEB IMOB ETF (RECR11) | R$ 81,10 ↓1,57%

Descrição: O RECR11 encerrou o dia com uma variação negativa de 1,57%, sendo negociado a R$ 81,10. A queda nominal foi de R$ 1,29 comparado ao fechamento de R$ 82,39 do dia anterior. Este ativo apresentou um dos maiores volumes financeiros da lista, com R$ 4.239.259,20 movimentados através de 52.272 cotas. A máxima do dia foi de R$ 82,23, enquanto a mínima tocou os R$ 80,85. Ao observar a janela de 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 61,84 e R$ 83,75. O preço de fechamento atual situa-se na parte superior desta faixa, indicando que, apesar da queda diária, o fundo mantém uma tendência de médio prazo saudável. O alto volume financeiro reforça a importância deste fundo no IFIX, sendo um termômetro relevante para o setor de recebíveis imobiliários indexados ao IPCA e CDI.

Gerido pela UBS-Hedge Investments, o RECR11 é um fundo de recebíveis imobiliários com foco em ativos de alta qualidade creditícia. Uma notícia recente de destaque foi o aumento na distribuição de dividendos mensais, impulsionado pelo carrego das taxas de juros e pela correção monetária dos títulos do portfólio.


6º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 77,00 ↓1,36%

Descrição: O fundo MFII11 registrou queda de 1,36%, fechando a R$ 77,00. A variação em Reais foi de R$ 1,06 negativos. Durante a sessão, o ativo atingiu a máxima de R$ 78,10 e a mínima de R$ 76,13. O volume de ações negociadas foi de 26.634, resultando em um montante de R$ 2.050.818,00. Na análise das últimas 52 semanas, o fundo tem sua mínima em R$ 61,95 e máxima em R$ 80,19. O fechamento a R$ 77,00 mostra que o ativo está operando perto de sua resistência anual, indicando uma possível pressão de topo. A queda de hoje pode ser interpretada como uma correção técnica natural após o ativo ter se aproximado de sua máxima histórica recente. O volume financeiro acima de 2 milhões de reais garante uma boa liquidez para investidores institucionais e de varejo.

O MFII11 atua no segmento de desenvolvimento imobiliário, investindo diretamente em projetos de construção para posterior venda. Recentemente, a Mérito Investimentos divulgou o encerramento de um de seus empreendimentos com margens de lucro acima do esperado, impactando positivamente o valor patrimonial.


7º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 83,73 ↓1,35%

Descrição: O XPCI11 apresentou uma retração de 1,35%, com fechamento a R$ 83,73. A variação nominal negativa foi de R$ 1,15 em relação aos R$ 84,88 anteriores. Com 38.938 cotas negociadas, o fundo movimentou R$ 3.260.278,74. O dia foi marcado por uma oscilação entre R$ 83,23 (mínima) e R$ 85,21 (máxima). Em 52 semanas, o fundo variou entre R$ 62,00 e R$ 87,34. Atualmente, o preço se encontra consolidado na região superior de preços do último ano. O volume financeiro relevante demonstra que o fundo continua sendo uma escolha popular entre os investidores de crédito privado. A queda moderada reflete o ajuste de expectativas quanto aos índices de inflação, que impactam diretamente a remuneração dos CRIs que compõem a carteira deste fundo gerido pela XP Vista.

O XPCI11 é um fundo de papel gerido pela XP Asset, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários. A última notícia do mercado aponta para uma nova emissão de cotas em estudo pela gestão, visando captar recursos para aproveitar oportunidades de taxas de juros mais elevadas no mercado secundário de dívida.


8º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 81,02 ↓1,32%

Descrição: O fundo VGIP11 fechou o dia cotado a R$ 81,02, registrando uma queda de 1,32% ou R$ 1,08 em termos nominais. O ativo encerrou na sua mínima do dia (R$ 81,02), tendo alcançado a máxima de R$ 82,90 durante o pregão. O volume de ações negociadas foi de 21.662, com volume financeiro totalizando R$ 1.755.055,24. No histórico de 52 semanas, o fundo apresenta uma mínima de R$ 65,39 e uma máxima de R$ 85,54. O fechamento na mínima do dia sugere que houve uma pressão vendedora constante até o final da sessão. O fundo está posicionado no terço superior de sua faixa de negociação anual, o que demonstra uma valorização consistente ao longo dos últimos 12 meses, apesar do revés pontual registrado no relatório de hoje.

O VGIP11 é gerido pela Valora Investimentos e investe em CRIs, com foco principal em ativos indexados ao IPCA. A notícia mais recente indica que o fundo superou a marca de 100 mil cotistas, consolidando-se como um dos fundos de papel mais pulverizados e líquidos do mercado brasileiro.


9º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 83,56 ↓1,12%

Descrição: O OUJP11 registrou uma queda de 1,12%, fechando a R$ 83,56, o que representa uma redução de R$ 0,95 sobre o fechamento anterior de R$ 84,51. O volume de negociação foi o menor da lista, com apenas 5.812 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 485.650,72. O ativo variou entre a mínima de R$ 83,52 e a máxima de R$ 85,97. Em 52 semanas, o fundo transitou entre a mínima de R$ 55,60 e a máxima de R$ 90,38. A baixa liquidez do dia pode ter contribuído para a dificuldade de sustentação do preço acima dos R$ 84,00. Mesmo assim, o fundo permanece bem acima de sua mínima anual, preservando parte dos ganhos acumulados pelos investidores de longo prazo que entraram em patamares inferiores de preço.

O fundo Ourinvest JPP é um FII de títulos e valores mobiliários. Ele se destaca pela gestão ativa em crédito imobiliário. Recentemente, a gestão divulgou um relatório detalhando a redução de exposição em ativos de maior risco, buscando proteger o patrimônio dos cotistas diante da incerteza do cenário de crédito.


10º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 67,13 ↓0,96%

Descrição: Encerrando a lista, o JSRE11 apresentou a menor queda percentual do grupo, com recuo de 0,96%, fechando a R$ 67,13. A variação nominal foi de R$ 0,65 negativos. Com um volume expressivo de 61.463 cotas e um volume financeiro de R$ 4.126.011,19, o fundo mostrou grande liquidez no mercado. A máxima do dia foi de R$ 68,23 e a mínima de R$ 66,65. Ao longo das últimas 52 semanas, o papel oscilou entre R$ 46,71 e R$ 70,40. O preço atual está muito próximo da máxima anual, indicando que o mercado vê valor nas propriedades físicas do fundo. O JSRE11 é conhecido por sua resiliência e a pequena queda de hoje, acompanhada de alto volume financeiro, sugere uma troca de mãos saudável e manutenção da tendência de alta principal.

O JSRE11 é um fundo híbrido, mas com forte peso em lajes corporativas de altíssimo padrão (Triple A). A última notícia relevante é a conclusão da venda de uma fração ideal de um de seus edifícios em São Paulo, gerando um ganho de capital extraordinário que será distribuído aos cotistas nos próximos meses.

Outras Publicações
Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 09/02/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 09/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 MGLU3 R$ 10,97 0,08%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 09/02/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 09/02/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 KCRE11 R$ 8,98 0,05% 2

Boletim Focus 09/02/2026: Inflação Cai, Selic e Câmbio estável.

Boletim Focus 09/02/2026: Inflação Cai, Selic e Câmbio estável.

O que o último Boletim Focus Projeta para o Brasil O Boletim Focus de 9 de fevereiro de 2026 reforça

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 09/02/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 09/02/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: Rank Código Preço 24h % 1 BTC $70.729,16 -0,52% 2

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 08/02/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 08/02/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: RANK Código Preço 24h % 1 BTC $70.695,11 +1,57% 2