Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | BPML11 | R$ 99,99 | 0,04% |
| 2 | KCRE11 | R$ 8,78 | 0,03% |
| 3 | WHGR11 | R$ 9,55 | 0,03% |
| 4 | PCIP11 | R$ 87,62 | 0,02% |
| 5 | RBRX11 | R$ 8,79 | 0,01% |
| 6 | RBVA11 | R$ 9,88 | 0,01% |
| 7 | HGCR11 | R$ 95,62 | 0,01% |
| 8 | RZTR11 | R$ 96,25 | 0,01% |
| 9 | BTAL11 | R$ 92,07 | 0,00% |
| 10 | KFOF11 | R$ 82,69 | 0,00% |
1º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 99,99 ↑ 4,13%
Descrição: O fundo BPML11 liderou as valorizações do dia com uma performance expressiva. O ativo encerrou cotado a R$ 99,99, muito próximo de sua máxima histórica de 52 semanas, que é de R$ 100,00. Durante o pregão, o fundo demonstrou forte volatilidade positiva, saindo de uma mínima de R$ 96,02 para atingir o topo da tabela. O volume financeiro movimentado foi o maior do grupo, totalizando R$ 28.515.648,15, refletindo uma liquidez robusta e forte interesse institucional ou de varejo no setor de varejo físico. Com 285.185 cotas negociadas, o fundo consolidou uma variação absoluta de R$ 3,97 por cota em relação ao fechamento anterior. O BPML11 é um fundo de tijolo gerido pelo BTG Pactual, focado na exploração comercial de shopping centers. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão da venda de participações minoritárias em ativos do portfólio para otimizar a estrutura de capital e focar em propriedades estratégicas de maior dominância regional.
2º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,78 ↑ 2,93%
Descrição: O KCRE11 garantiu a segunda posição com um fechamento a R$ 8,78. O fundo apresentou uma valorização de R$ 0,25 por cota, mantendo-se estável entre sua mínima de R$ 8,75 e a máxima de R$ 8,78 registrada no dia. Apesar de ser um ativo com valor de cota mais baixo, o volume de ações negociadas chegou a 30.778 unidades, gerando um montante financeiro de R$ 270.230,84. É importante notar que não há dados disponíveis para as métricas de 52 semanas, sugerindo uma listagem recente ou mudança estrutural. Este fundo é fruto da parceria entre a Kinea Investimentos e a fintech Creditas, focando em carteiras de crédito imobiliário com garantias de alta qualidade. A última notícia relevante do fundo envolve o aumento da exposição em CRIs indexados ao IPCA, buscando proteger o poder de compra dos dividendos frente às oscilações inflacionárias do cenário macroeconômico brasileiro.
3º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,55 ↑ 2,69%
Descrição: O WHGR11 ocupou o terceiro lugar no ranking, encerrando o dia a R$ 9,55, o que representa um aumento de R$ 0,25 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,30. O volume negociado foi de R$ 315.617,95, com 33.049 cotas trocando de mãos no mercado secundário. O fundo operou em uma banda estreita entre R$ 9,55 e R$ 9,59, demonstrando uma pressão compradora consistente ao longo das horas de negociação. Assim como o ativo anterior, os dados de 52 semanas ainda não estão consolidados na base. O WHGR11 é gerido pela Wealth High Governance (WHG) e atua de forma híbrida no setor imobiliário, investindo tanto em ativos de renda quanto em desenvolvimento. A última atualização do gestor destacou a conclusão de obras em empreendimentos residenciais de alto padrão em São Paulo, o que deve impactar positivamente a geração de caixa e as próximas distribuições de rendimentos aos cotistas.
4º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 87,62 ↑ 1,51%
Descrição: O PCIP11 apresentou uma performance sólida, fechando a R$ 87,62 após uma variação positiva de R$ 1,30. O ativo teve um volume financeiro considerável de R$ 12.617.367,62, o segundo maior deste relatório, com 144.001 cotas negociadas. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 85,70 e a máxima de R$ 88,30, mostrando-se uma opção de alta liquidez para investidores que buscam exposição ao crédito imobiliário. No acumulado de 52 semanas, o fundo transita em um patamar saudável, distante da mínima de R$ 71,90. O PCIP11 é um fundo de índice (ETF) gerido pela VBI Real Estate que busca replicar o desempenho de uma carteira diversificada de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Notícias recentes indicam que o fundo passou por um rebalanceamento de portfólio para incluir novos títulos com taxas nominais mais atrativas, aproveitando a manutenção da taxa de juros em níveis elevados.
5º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,79 ↑ 1,27%
Descrição: O RBRX11 fechou o dia cotado a R$ 8,79, registrando uma alta de R$ 0,11. O volume de negociação foi robusto para a faixa de preço, com 232.363 cotas movimentadas, resultando em um volume financeiro de R$ 2.042.470,77. O ativo demonstrou estabilidade, com a mínima do dia em R$ 8,77 e a máxima encostando no valor de fechamento. O histórico de 52 semanas ainda não consta no banco de dados, indicando uma fase de maturação no mercado. Este fundo é gerido pela RBR Asset Management e utiliza uma estratégia multiestratégia, investindo em diferentes classes de ativos imobiliários, desde tijolo até crédito e outros FIIs. A última notícia do fundo refere-se à sua estratégia de alocação tática em fundos de “tijolo” que estão com desconto em relação ao valor patrimonial, visando ganho de capital no médio prazo com a possível queda futura dos juros de longo prazo.
6º – FDO INV IMOB AGENCIAS CAIXA ETF (RBVA11) | R$ 9,88 ↑ 1,13%
Descrição: O RBVA11 encerrou a sessão com valorização de 1,13%, alcançando o preço de R$ 9,88. O volume de negócios totalizou R$ 2.091.349,00, com 211.675 cotas negociadas. O ativo tocou a mínima de R$ 9,78 e a máxima de R$ 9,89, operando muito próximo de seu teto anual de R$ 10,34. A variação de R$ 0,11 reflete uma recuperação consistente frente ao fechamento anterior de R$ 9,77. O RBVA11 (Rio Bravo Renda Varejo) é um dos fundos mais tradicionais do mercado, focado em agências bancárias (majoritariamente da Caixa) e imóveis de varejo. Recentemente, a gestão tem trabalhado intensamente na renovação de contratos atípicos e na diversificação da base de locatários para reduzir a dependência do setor bancário físico. A última notícia do fundo confirmou a renovação de contratos de locação de agências em localizações prime, garantindo fluxo de caixa estável para os próximos anos.
7º – FDO INV IMOB CSHG RECEBIVEIS CF (HGCR11) | R$ 95,62 ↑ 1,06%
Descrição: O HGCR11 apresentou uma variação positiva de R$ 1,00, fechando o dia a R$ 95,62. Com um volume negociado de R$ 8.129.038,68, o fundo demonstrou ser um dos preferidos dos investidores de renda fixa imobiliária. A movimentação diária ocorreu entre R$ 93,59 e R$ 96,05, com 85.014 cotas negociadas. O ativo está operando próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 97,38), sinalizando confiança do mercado na qualidade do crédito sob gestão. O HGCR11 é gerido pela Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG) e foca em ativos de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). É conhecido por seu portfólio defensivo e de alta qualidade (High Grade). A notícia mais recente do mercado sobre o fundo diz respeito à conclusão da sua última emissão de cotas, que teve forte adesão, permitindo ao gestor alocar recursos em novos ativos com spreads de crédito mais vantajosos no cenário atual.
8º – FDO DE INV IMOB RIZA TERRAX CF (RZTR11) | R$ 96,25 ↑ 0,79%
Descrição: O RZTR11 registrou um fechamento de R$ 96,25, representando uma alta de R$ 0,75 ou 0,79%. O volume financeiro atingiu R$ 3.839.508,75, com 39.891 cotas transacionadas. O fundo teve uma variação intradiária entre R$ 95,20 e R$ 97,28, fechando próximo à sua máxima histórica recente de R$ 97,28. Este desempenho reforça a resiliência de ativos ligados ao agronegócio no mercado financeiro nacional. O Riza Terrax é um fundo focado na aquisição de propriedades rurais para posterior arrendamento ou venda (estratégia de Buy and Lease ou Sale-Leaseback). É um dos principais nomes no segmento de “Agro-FIIs”. A última notícia relevante do RZTR11 foi a aquisição de novas glebas de terra produtivas no Mato Grosso, ampliando a área sob gestão e diversificando as culturas agrícolas que garantem os recebíveis do fundo, fortalecendo a segurança para o investidor.
9º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 92,07 ↑ 0,44%
Descrição: O BTAL11 encerrou o pregão a R$ 92,07, com uma leve valorização de R$ 0,40. O volume de negociação foi mais modesto em comparação aos pares, somando R$ 750.278,43 com 8.149 cotas negociadas. O fundo oscilou entre R$ 91,27 e R$ 92,10 durante o dia. Um ponto de destaque é que o preço atual está encostado na máxima de 52 semanas (R$ 92,10), indicando que o fundo vive seu melhor momento no último ano. Gerido pelo BTG Pactual, o BTAL11 investe em ativos logísticos e infraestrutura voltados exclusivamente para a cadeia do agronegócio, como armazéns e silos. Recentemente, o fundo anunciou a expansão de um de seus principais terminais logísticos, visando atender à crescente demanda por armazenamento de grãos da última safra. A notícia mais fresca do fundo aponta para o recebimento integral dos aluguéis sem inadimplência, reforçando a solidez dos locatários escolhidos.
10º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 82,69 ↑ 0,41%
Descrição: Fechando a lista, o KFOF11 registrou uma alta de 0,41%, fechando a R$ 82,69. O volume financeiro foi de R$ 1.369.759,85, com 16.565 cotas negociadas. O fundo manteve uma estabilidade notável, com mínima de R$ 82,26 e máxima de R$ 83,04. Atualmente, o valor de mercado está ligeiramente abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 86,06, mas bem acima da mínima de R$ 64,86, mostrando uma recuperação consistente ao longo do último ano. O KFOF11 é um “Fundo de Fundos” (FoF) gerido pela Kinea Investimentos, que busca rentabilidade através da seleção de outros fundos imobiliários de diversos setores. A última atualização do relatório mensal indicou que o gestor aumentou a posição em fundos de lajes corporativas, acreditando na recuperação do setor de escritórios em São Paulo. Além disso, o fundo tem se destacado pela eficiência fiscal na gestão dos ganhos de capital de sua carteira.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 45,17 | -0,04% |
| 2 | SPXS11 | R$ 8,55 | -0,03% |
| 3 | KNSC11 | R$ 8,71 | -0,02% |
| 4 | AIEC11 | R$ 59,75 | -0,02% |
| 5 | VIUR11 | R$ 5,71 | -0,02% |
| 6 | XPIN11 | R$ 70,23 | -0,02% |
| 7 | BCRI11 | R$ 63,60 | -0,02% |
| 8 | VISC11 | R$ 110,01 | -0,02% |
| 9 | GARE11 | R$ 8,42 | -0,02% |
| 10 | RBRP11 | R$ 52,75 | -0,02% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,17 ↓ 3,89%
Descrição: O fundo Gazit Malls (GZIT11) lidera as movimentações do dia com a queda mais acentuada do grupo. O ativo encerrou o pregão cotado a R$ 45,17, representando uma retração de R$ 1,83 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. Durante a sessão, o fundo operou com baixa amplitude, registrando mínima de R$ 45,17 e máxima de R$ 45,23. O volume de negociação foi de 8.503 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 384.080,51. Notavelmente, os dados de mínima e máxima de 52 semanas não foram reportados, sugerindo uma base de dados em atualização ou recente listagem. A performance de hoje coloca o fundo sob pressão vendedora, distanciando-o do preço de referência anterior. Investidores devem observar se este movimento reflete uma saída pontual de grandes detentores ou uma reavaliação de fundamentos de curto prazo no setor de shopping centers, que compõe o DNA deste fundo.
O GZIT11 é um fundo imobiliário gerido pela Gazit Brasil, focado na exploração comercial de shopping centers em regiões de alta densidade populacional, como o Shopping Light e o Internacional Shopping Guarulhos. Em notícias recentes, a Gazit Brasil tem focado na otimização de seu portfólio e na melhoria da eficiência operacional de seus ativos para elevar a distribuição de dividendos.
2º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,55 ↓ 3,28%
Descrição: O fundo SPXS11 registrou uma desvalorização relevante de 3,28%, fechando o dia a R$ 8,55. A variação nominal negativa foi de R$ 0,29 comparado ao fechamento de R$ 8,84. O ativo demonstrou liquidez moderada, com 69.743 cotas negociadas, gerando um volume financeiro total de R$ 596.302,65. O comportamento intradiário mostrou uma oscilação entre R$ 8,50 (mínima) e R$ 8,55 (máxima), indicando que o fundo terminou o dia próximo ao topo de sua variação diária, embora ainda em campo negativo. Assim como o primeiro colocado, este ativo carece de dados de 52 semanas na tabela apresentada. A queda reflete o sentimento de cautela para fundos multiestratégia, que costumam ser mais sensíveis às variações das curvas de juros e do mercado de crédito. O volume negociado sugere uma movimentação institucional que direcionou o preço para baixo ao longo do pregão de hoje.
O SPX SYN Multiestratégia é um FII que investe em diversas classes de ativos imobiliários, desde CRIs até participações em outros fundos e imóveis diretos, visando diversificação geográfica e de risco. Recentemente, a gestão do fundo comunicou ao mercado ajustes em sua alocação de ativos para aproveitar as taxas elevadas do mercado de crédito privado.
3º – KINEA SECURITIES FDO DE INV IMOB CF (KNSC11) | R$ 8,71 ↓ 2,46%
Descrição: O KNSC11 apresentou um dos maiores volumes de negociação da lista, com 2.224.173 cotas trocando de mãos, totalizando expressivos R$ 19.372.546,83. O preço de fechamento foi de R$ 8,71, uma queda de 2,46% ou R$ 0,22. O fundo flutuou entre a mínima de R$ 8,70 e a máxima de R$ 8,95. Ao analisarmos a série histórica de 52 semanas, o valor atual está posicionado entre a mínima de R$ 7,50 e a máxima de R$ 9,17, mostrando que o ativo está operando na metade superior de seu canal anual, apesar da correção diária. A alta liquidez demonstra que o papel é um dos favoritos do mercado secundário, facilitando a entrada e saída de investidores, mesmo em dias de volatilidade negativa. O fechamento anterior de R$ 8,93 serviu como resistência, não sendo testado durante os níveis de preço mais baixos observados na parte final da tarde.
Este fundo da Kinea é focado em certificados de recebíveis imobiliários (CRI), buscando rentabilidade através de títulos de dívida com lastro imobiliário, geralmente indexados ao IPCA ou CDI. A última notícia relevante do fundo envolve a manutenção de um guidance de dividendos estável, apoiado pela robustez das garantias de sua carteira de recebíveis.
4º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 59,75 ↓ 2,21%
Descrição: O fundo focado em lajes corporativas AIEC11 fechou a R$ 59,75, recuando 2,21% (R$ 1,35). Com um volume de apenas 3.039 ações e um montante de R$ 181.580,25 negociados, o ativo mostra uma liquidez reduzida se comparado aos seus pares. A oscilação diária ficou entre R$ 59,50 e R$ 61,10. Um ponto crucial é que a máxima do dia (R$ 61,10) foi exatamente o preço de fechamento anterior, evidenciando que o fundo não conseguiu sustentar os ganhos iniciais e sofreu pressão vendedora constante. No horizonte de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 39,67 e R$ 61,10. Portanto, o preço atual está muito próximo das máximas anuais, o que pode justificar um movimento de realização de lucros por parte dos investidores. A queda atual interrompe uma tendência de alta que levou o fundo a testar seus patamares mais elevados recentemente.
O AIEC11 investe especificamente em edifícios de escritórios de alto padrão (Classe A) localizados em São Paulo e Rio de Janeiro, com contratos de locação atípicos. Recentemente, o mercado repercutiu a ocupação total de seus ativos, o que reduz a vacância e aumenta a previsibilidade de receita para o fundo.
5º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 5,71 ↓ 2,06%
Descrição: O VIUR11 registrou um fechamento de R$ 5,71, o que representa uma queda de R$ 0,12 ou 2,06%. O volume de ações negociadas foi de 66.319 unidades, somando R$ 378.681,49 em valor financeiro. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 5,71 e a máxima de R$ 5,82. O fechamento anterior foi de R$ 5,83, patamar que o fundo não conseguiu alcançar hoje. Observando os dados de 52 semanas (R$ 4,46 a R$ 6,19), percebe-se que o ativo está sendo negociado próximo ao topo de sua faixa anual. Esta retração diária pode ser vista como um ajuste técnico dentro de uma tendência de médio prazo. A estabilidade da mínima diária no fechamento sinaliza que o fundo terminou a sessão com força vendedora remanescente, possivelmente abrindo o próximo pregão sob nova pressão.
O fundo Vinci Imóveis Urbanos foca em propriedades comerciais de varejo e serviços, como escolas e lojas de conveniência. A última notícia relevante do VIUR11 destaca a renovação antecipada de contratos de locação com redes de ensino, garantindo fluxo de caixa para os próximos anos.
6º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 70,23 ↓ 2,05%
Descrição: O fundo logístico e industrial da XP registrou uma desvalorização de 2,05%, encerrando a R$ 70,23. A variação nominal foi de R$ 1,47 negativos. O volume de negociação atingiu 17.021 cotas, com giro financeiro de R$ 1.195.384,83. A mínima do dia foi de R$ 70,22, praticamente colada ao preço de fechamento, enquanto a máxima foi de R$ 71,70, que também foi o valor do fechamento anterior. Isso indica uma abertura em queda ou uma perda de valor imediata no início dos negócios. No acumulado de 52 semanas, o XPIN11 transitou entre R$ 58,36 e R$ 81,26. O preço atual situa-se em uma zona intermediária, longe das máximas, sugerindo que o setor industrial tem enfrentado maiores desafios de precificação frente à volatilidade econômica e custos de manutenção de galpões.
O XPIN11 atua na aquisição e gestão de galpões industriais e logísticos, com forte presença no interior paulista. Recentemente, a gestão anunciou a conclusão de reformas em ativos estratégicos para atrair novos locatários e reduzir a vacância financeira do portfólio.
7º – BANESTES RECEIVEIS IMOB FII OF (BCRI11) | R$ 63,60 ↓ 1,85%
Descrição: O BCRI11 fechou o dia cotado a R$ 63,60, apresentando um recuo de 1,85% (menos R$ 1,20). O volume de negociação foi de 12.519 cotas, resultando em R$ 796.208,40. O fundo operou em uma banda entre R$ 63,01 e R$ 65,22. O fechamento anterior era de R$ 64,80, o que mostra que o ativo chegou a operar acima do fechamento anterior durante o dia (máxima de R$ 65,22), mas não sustentou o ganho, sucumbindo à tendência vendedora do mercado. Em 52 semanas, o fundo variou de R$ 52,09 a R$ 70,44. O patamar de R$ 63,60 indica que o ativo está saudável em relação às suas mínimas anuais, mas encontrou resistência para romper a barreira dos R$ 70,00 nos últimos meses. O perfil de recebíveis imobiliários tende a sofrer quando há incertezas sobre a inflação futura.
O BCRI11 é um fundo de papel gerido pelo Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes), focado em uma carteira de CRIs diversificada. A notícia mais recente sobre o fundo refere-se ao aumento pontual na distribuição de dividendos devido ao recebimento extraordinário de multas por rescisão em contratos de sua carteira.
8º – VINCI SHOPPING CENTERS FDO INVEST IMOB CF (VISC11) | R$ 110,01 ↓ 1,80%
Descrição: Um dos fundos mais robustos do setor, o VISC11 fechou a R$ 110,01, uma queda de 1,80% ou R$ 2,02. O volume negociado foi expressivo: 146.247 cotas e R$ 16.088.632,47 em volume financeiro. O ativo teve mínima de R$ 109,75 e máxima de R$ 112,05. O fechamento anterior de R$ 112,03 mostra que o fundo tentou estabilidade no início do pregão, mas a pressão setorial de shoppings pesou. No intervalo de 52 semanas, o VISC11 variou entre R$ 88,38 e R$ 112,80. O preço de fechamento atual está extremamente próximo da máxima histórica de um ano (R$ 112,80), sugerindo que a queda de hoje é um movimento natural de respiro após uma escalada vigorosa de preços. A liquidez de R$ 16 milhões confirma a relevância do fundo no IFIX.
O VISC11 possui participação em mais de 20 shoppings em todas as regiões do Brasil, sendo um dos maiores em número de ativos. Recentemente, a Vinci Partners, gestora do fundo, anunciou a aquisição de novas fatias em shoppings premium, consolidando ainda mais sua posição no mercado.
9º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,42 ↓ 1,75%
Descrição: O GARE11 registrou o maior volume de ações do dia com 3.879.923 cotas negociadas, gerando o maior giro financeiro da amostra: R$ 32.668.951,66. Apesar da alta liquidez, o fundo caiu 1,75%, fechando a R$ 8,42, uma perda de R$ 0,15. A oscilação foi mínima, com mínima de R$ 8,40 e máxima de R$ 8,42, indicando que o fundo passou boa parte do dia sob forte pressão de venda sem conseguir recuperação. Não há dados disponíveis para a variação de 52 semanas nesta tabela. O fechamento anterior foi de R$ 8,57. O altíssimo volume financeiro sugere uma realocação de carteira por parte de grandes fundos ou investidores institucionais, que aproveitaram a liquidez do ativo para realizar posições ou ajustar o peso do setor logístico em seus portfólios.
O Guardian Logística foca em galpões de última milha (last mile) e centros de distribuição para grandes varejistas. Em notícias recentes, o GARE11 aprovou uma nova emissão de cotas para captar recursos destinados à aquisição de ativos logísticos estrategicamente localizados próximos a grandes centros urbanos.
10º – FDO INV IMOB RBR PROPERTIES CF (RBRP11) | R$ 52,75 ↓ 1,64%
Descrição: O RBRP11 encerra a lista com uma queda de 1,64%, cotado a R$ 52,75. A variação nominal foi de R$ 0,88 negativos frente ao fechamento anterior de R$ 53,63. Com 25.885 cotas negociadas, o volume financeiro foi de R$ 1.365.433,75. Durante a sessão, o fundo atingiu a máxima de R$ 53,99, superando momentaneamente o fechamento anterior, mas caiu para a mínima de R$ 52,53. Analisando as 52 semanas, o fundo variou de R$ 36,87 a R$ 56,15. O valor de R$ 52,75 mostra que o ativo ainda mantém uma valorização substancial em relação à sua mínima anual, mas o ímpeto de alta foi freado pela resistência próxima aos R$ 56,00. O comportamento volátil no dia reflete a incerteza dos investidores quanto à velocidade de recuperação do mercado de lajes corporativas premium.
O RBRP11 é gerido pela RBR Asset e foca em imóveis comerciais de alto padrão com potencial de valorização (“value-add”). Recentemente, o fundo concluiu a venda de um ativo com lucro imobiliário, o que gerou uma distribuição de dividendos não recorrentes positiva para os seus cotistas.