Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 09/04/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 VIUR11 R$ 2,41 0,18%
2 KCRE11 R$ 9,09 0,03%
3 CLIN11 R$ 93,08 0,02%
4 ITRI11 R$ 87,08 0,01%
5 BTAL11 R$ 90,15 0,01%
6 KNSC11 R$ 9,14 0,01%
7 BROF11 R$ 61,81 0,01%
8 KISU11 R$ 7,05 0,01%
9 XPML11 R$ 110,47 0,01%
10 MCRE11 R$ 9,60 0,01%

1º – VINCI IMÓVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,41 ↑18,14%

Descrição: O fundo VIUR11 apresentou uma performance atípica e extremamente agressiva no pregão, liderando o ranking com uma valorização expressiva de 18,14%. O preço atual de R$ 2,41 reflete uma variação nominal positiva de R$ 0,37 em relação ao fechamento anterior de R$ 2,04. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 2,29 e a máxima de R$ 2,50, demonstrando uma volatilidade elevada. O volume de ações negociadas atingiu 309.345 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 745.521,45. É importante notar que a mínima das últimas 52 semanas foi registrada justamente no valor de R$ 2,29, enquanto a máxima do período se mantém em R$ 6,19, indicando que, apesar da alta de hoje, o fundo ainda opera em patamares baixos historicamente. Esta movimentação sugere uma forte pressão compradora após o ativo testar seus níveis de suporte mais baixos do ano.

O VIUR11 é um fundo imobiliário de gestão ativa gerido pela Vinci Real Estate, focado em ativos de renda urbana, como imóveis de varejo, educação e serviços. Recentemente, o fundo tem estado sob o radar do mercado devido ao seu processo de desinvestimento em certos ativos para redução de alavancagem e otimização do portfólio.

2º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,09 ↑2,71%

Descrição: O KCRE11 garantiu a segunda posição do dia com uma valorização sólida de 2,71%, fechando cotado a R$ 9,09. O incremento nominal foi de R$ 0,24 sobre o fechamento anterior de R$ 8,85. O fundo operou com uma amplitude de preço muito estreita, com mínima de R$ 9,08 e máxima de R$ 9,09, indicando uma estabilidade no topo do canal durante a sessão. O volume de negociação foi de 11.659 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 105.980,31. Por se tratar de um fundo relativamente recente ou com dados específicos em atualização, não foram registrados valores para as janelas de 52 semanas na planilha fornecida. A liquidez do ativo hoje foi moderada, mas suficiente para sustentar a tendência de alta. O fechamento no valor máximo do dia sinaliza um otimismo residual para a abertura do próximo pregão.

O KCRE11 é um fundo de papel (recebíveis imobiliários) fruto de uma parceria entre a Kinea Investimentos e a fintech Creditas, focado em CRIs lastreados em empréstimos com garantia imobiliária. A última notícia relevante da gestora aponta para a manutenção de dividendos resilientes em linha com a taxa CDI.

3º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 93,08 ↑2,47%

Descrição: O CLIN11 registrou uma alta relevante de 2,47%, encerrando o dia com o preço por cota de R$ 93,08. O ganho por ação foi de R$ 2,24 em comparação ao fechamento de R$ 90,84 do dia anterior. O comportamento do ativo foi consistente, variando entre a mínima de R$ 93,08 e a máxima de R$ 93,24. O volume negociado foi de 7.517 ações, movimentando o montante de R$ 699.682,36. Assim como o fundo anterior, os dados de mínima e máxima de 52 semanas não constam na base, sugerindo um foco na performance de curto prazo. A valorização acima de 2% coloca o fundo em destaque entre os “players” de recebíveis que buscam proteção contra a inflação, refletindo possivelmente um ajuste nas expectativas dos índices de preços (IPCA/IGP-M) aos quais o portfólio está atrelado.

Este fundo é gerido pela Clave Capital e foca prioritariamente na aquisição de ativos financeiros do setor imobiliário indexados a índices de preços. Recentemente, a Clave Capital anunciou a conclusão de novas alocações em CRIs de crédito corporativo para aumentar o yield médio da carteira.

4º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 87,08 ↑1,26%

Descrição: O ITRI11 apresentou uma valorização moderada de 1,26%, fechando a R$ 87,08. O aumento nominal foi de R$ 1,08 em relação aos R$ 86,00 do dia anterior. O fundo teve uma movimentação equilibrada, com mínima de R$ 86,61 e máxima de R$ 87,11. O volume de cotas transacionadas foi de 6.060, gerando um volume financeiro de R$ 527.704,80. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observa-se que o fundo está operando próximo de sua máxima histórica de R$ 88,52, e bem acima de sua mínima de R$ 63,46. Esse posicionamento próximo ao teto do ano reflete a confiança dos investidores na estratégia de “Total Return” do Itaú, que combina ganho de capital com distribuição de proventos de forma eficiente.

O ITRI11 é um fundo “multiestratégia” gerido pelo Itaú Asset Management, que busca investir em diversos segmentos do mercado imobiliário. Uma notícia recente destaca que o fundo tem aumentado sua exposição ao setor logístico para aproveitar a resiliência do e-commerce.

5º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 90,15 ↑0,97%

Descrição: O fundo focado em logística do agronegócio, BTAL11, subiu 0,97%, fechando o dia a R$ 90,15. A variação nominal positiva foi de R$ 0,87 frente ao fechamento de R$ 89,28. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 89,58 e a máxima de R$ 90,44. O volume negociado foi de 6.317 cotas, com movimentação financeira de R$ 569.477,55. O fundo mantém uma trajetória sólida, operando no quartil superior da sua faixa anual (mínima de R$ 62,93 e máxima de R$ 91,51). A proximidade com a máxima de 52 semanas indica que o mercado precifica positivamente os ativos logísticos ligados à cadeia de suprimentos do agro, setor que continua sendo o motor do PIB brasileiro.

O BTAL11 é administrado pelo BTG Pactual e investe em imóveis destinados ao armazenamento e logística da cadeia do agronegócio. Em fato relevante recente, o fundo comunicou a renovação antecipada de contratos de locação em terminais de transbordo.

6º – KINEA SECURITIES FDO DE INV IMOB CF (KNSC11) | R$ 9,14 ↑0,88%

Descrição: O KNSC11 registrou uma alta de 0,88%, encerrando o pregão a R$ 9,14, um ganho de R$ 0,08 sobre o valor anterior de R$ 9,06. O ativo demonstrou alta liquidez, com um expressivo volume de 692.565 cotas negociadas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 6.330.044,10, um dos maiores do ranking. A oscilação diária ficou entre R$ 9,03 e R$ 9,18. Vale destacar que a máxima atingida hoje (R$ 9,18) coincide exatamente com a máxima das últimas 52 semanas, indicando que o fundo está em seu ponto de maior valorização anual. A mínima do período de um ano foi de R$ 7,45. Este desempenho reflete a robustez da carteira de CRIs da Kinea em um cenário de juros ainda elevados.

O KNSC11 é um fundo de papel da Kinea que busca diversificar entre ativos atrelados ao IPCA e ao CDI. A última notícia do fundo menciona a conclusão bem-sucedida de sua última emissão de cotas, captando recursos para novas aquisições de títulos.

7º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 61,81 ↑0,72%

Descrição: O fundo de lajes corporativas BROF11 fechou o dia com alta de 0,72%, cotado a R$ 61,81. A valorização nominal foi de R$ 0,44 em relação ao fechamento de R$ 61,37. O volume de negócios foi reduzido, com apenas 3.787 cotas trocando de mãos, totalizando R$ 234.074,47. O preço variou entre a mínima de R$ 61,37 e a máxima de R$ 61,81. O fundo opera em um patamar intermediário em relação ao seu histórico de 52 semanas (mínima de R$ 41,22 e máxima de R$ 63,35). A recuperação do setor de escritórios premium após o período de incertezas do trabalho remoto parece estar sustentando a cotação próxima de seus picos anuais.

O BROF11 investe em edifícios de escritórios de alto padrão (Classe A) e é gerido pela Brookfield. Recentemente, a gestora reportou uma queda na vacância física em seus principais ativos localizados em eixos comerciais de São Paulo.

8º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 7,05 ↑0,71%

Descrição: O KISU11, fundo de fundos que segue o índice Suno 30, subiu 0,71%, atingindo R$ 7,05. O aumento foi de R$ 0,05 sobre os R$ 7,00 anteriores. Com um volume de 101.862 ações, o fundo movimentou R$ 718.127,10. A cota flutuou entre R$ 6,99 e R$ 7,08. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 5,95 e próximo da máxima de R$ 7,27. Por ser um FOF (Fundo de Fundos), seu desempenho é um reflexo direto da média ponderada dos 30 maiores e mais líquidos FIIs do mercado, indicando um dia de otimismo generalizado no setor.

O KISU11 é gerido pela Kilima Asset e tem como objetivo replicar o índice Suno 30 FII. A última notícia relevante envolve o rebalanceamento trimestral de sua carteira para se adequar às novas ponderações do índice.

9º – XP MALLS FDO INV IMOB FII ETF (XPML11) | R$ 110,47 ↑0,66%

Descrição: Um dos maiores fundos do setor de shoppings, o XPML11, avançou 0,66%, fechando a R$ 110,47. A variação foi de R$ 0,72 sobre o fechamento de R$ 109,75. O ativo registrou uma liquidez massiva, com 96.435 cotas negociadas e o maior volume financeiro da lista: R$ 10.653.174,45. A oscilação diária ocorreu entre R$ 109,80 e R$ 110,47. O fundo está operando muito próximo da sua máxima de 52 semanas (R$ 111,24) e longe da mínima (R$ 89,26), confirmando o excelente momento do setor de shopping centers, impulsionado pelo aumento nas vendas e revisão de aluguéis.

O XPML11 é gerido pela XP Asset Management e possui participação em diversos shoppings de grande porte pelo Brasil. Recentemente, o fundo anunciou a aquisição de participações adicionais em ativos do portfólio da Syn (ex-Cyrela Commercial Properties).

10º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,60 ↑0,63%

Descrição: Encerrando o Top 10, o MCRE11 subiu 0,63%, fechando a R$ 9,60. A alta nominal foi de apenas R$ 0,06 sobre o valor de R$ 9,54. O fundo teve um volume operacional robusto de 352.276 ações, com um montante financeiro de R$ 3.381.849,60. Os preços flutuaram entre a mínima de R$ 9,51 e a máxima de R$ 9,61. O fundo apresenta uma performance sólida no ano, estando próximo da máxima de R$ 9,65 e bem acima da mínima de R$ 7,13 registrada no período de 52 semanas. O perfil “High Yield” atrai investidores que buscam retornos maiores, aceitando um risco de crédito ligeiramente mais elevado em sua carteira de recebíveis.

O MCRE11 é gerido pela Mauá Capital e foca em ativos imobiliários de crédito com taxas de retorno diferenciadas. A última notícia do mercado destaca a estratégia da Mauá em manter um portfólio com ativos de curta duração para mitigar riscos de mercado.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RBRL11 R$ 84,20 -0,03%
2 DEVA11 R$ 23,43 -0,02%
3 GARE11 R$ 8,30 -0,02%
4 SPXS11 R$ 8,32 -0,02%
5 GZIT11 R$ 44,52 -0,02%
6 HCTR11 R$ 19,80 -0,02%
7 TGAR11 R$ 70,47 -0,01%
8 BCIA11 R$ 91,92 -0,01%
9 ARRI11 R$ 6,20 -0,01%
10 LIFE11 R$ 8,66 -0,01%

1º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 84,20 ↓2,55%

Descrição: O fundo RBRL11 apresentou a maior queda percentual do grupo analisado, encerrando a sessão cotado a R$ 84,20. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 83,54 e a máxima de R$ 86,29, demonstrando uma volatilidade relevante frente ao fechamento anterior de R$ 86,40. O volume de negociação registrou 52.328 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 4.406.017,60. Ao observar a janela de 52 semanas, o fundo mantém-se distante de sua mínima de R$ 63,35, mas abaixo do pico de R$ 93,47. A variação nominal negativa foi de R$ 2,20 por cota. Este movimento de retração coloca o fundo no topo do ranking de desvalorização do dia, exigindo atenção do investidor quanto ao suporte de preço próximo aos R$ 83,00. O giro financeiro robusto indica que houve forte pressão vendedora superando a ponta compradora neste pregão específico.

O RBRL11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo focado no segmento logístico, gerido pela RBR Asset Management, que busca renda através do aluguel de galpões de alto padrão. Recentemente, a gestão vem trabalhando na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos.


2º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 23,43 ↓2,13%

Descrição: O DEVA11 fechou o dia com uma desvalorização de 2,13%, sendo negociado a R$ 23,43. O fundo teve uma variação negativa de R$ 0,51 em relação ao fechamento anterior de R$ 23,94. O volume de ações (cotas) negociadas foi de 45.673, resultando em um volume financeiro total de R$ 1.070.118,39. O ativo operou em um intervalo estreito entre R$ 23,35 e R$ 23,85. É importante notar que o fundo está operando muito próximo da sua mínima de 52 semanas, que é de R$ 21,65, refletindo o cenário desafiador para fundos de papel com maior perfil de risco. A máxima do ano atingiu R$ 30,84, evidenciando uma queda estrutural considerável no valor de mercado. A liquidez se manteve estável, mas a tendência de curto prazo permanece de baixa, acompanhando o sentimento de aversão a risco em ativos de crédito privado imobiliário de maior yield.

O DEVA11 é um fundo de papel gerido pela Devant Asset, investindo predominantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A notícia mais recente do fundo envolve a reestruturação de dívidas de alguns de seus devedores no setor de multipropriedade, o que tem impactado a percepção de risco e o valor das cotas.


3º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,30 ↓2,12%

Descrição: O GARE11 registrou uma queda de 2,12%, encerrando o dia a R$ 8,30. Apesar da queda percentual, o fundo se destacou pelo volume massivo de negociação, com 5.043.425 cotas trocando de mãos, o que gerou um volume financeiro expressivo de R$ 41.860.427,50. A variação nominal foi de R$ 0,18 negativos. O preço oscilou minimamente entre R$ 8,28 e R$ 8,30, sugerindo que o fechamento ocorreu no topo da banda de negociação do dia, mas ainda bem abaixo do fechamento anterior de R$ 8,48. Não foram fornecidos dados de mínima e máxima de 52 semanas no conjunto de dados, mas o volume negociado indica que o ativo possui altíssima liquidez, sendo um dos preferidos para operações de giro rápido ou montagem de posição institucional. A pressão vendedora foi constante, mas encontrou liquidez suficiente para absorver a oferta sem colapsar o preço abaixo dos R$ 8,20.

O GARE11 é um fundo que investe em imóveis logísticos e de renda urbana, conhecido anteriormente como GALG11, focado em contratos atípicos de longo prazo. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão da aquisição de um portfólio de ativos da bandeira de supermercados Grupo Mateus, visando diversificar sua base de locatários.


4º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,32 ↓1,77%

Descrição: O fundo SPXS11 encerrou a sessão com recuo de 1,77%, cotado a R$ 8,32. A variação nominal negativa foi de R$ 0,15 frente ao fechamento anterior de R$ 8,47. Durante o pregão, o ativo testou a mínima de R$ 8,29 e atingiu a máxima de R$ 8,32, mostrando que o encerramento se deu no melhor preço do dia após a queda inicial. O volume de cotas negociadas foi de 93.818, movimentando R$ 780.565,76 no total. Trata-se de um fundo com liquidez moderada em comparação aos pares do setor logístico. A ausência de dados históricos de 52 semanas sugere uma listagem mais recente ou mudança de ticker que limita a análise de longo prazo. Contudo, o comportamento intra-day revela uma tentativa de recuperação de preços próximo ao fechamento, embora não tenha sido suficiente para anular a perda de valor acumulada no dia.

O SPXS11 é um fundo multiestratégia fruto da parceria entre a SPX Capital e a Syn (ex-Cyrela Commercial Properties), que investe tanto em ativos reais quanto em ativos financeiros do setor imobiliário. A notícia recente foca na estratégia de alocação de caixa em novos CRIs para aproveitar as taxas de juros elevadas.


5º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,52 ↓1,72%

Descrição: O GZIT11 apresentou uma queda de 1,72%, fechando o dia exatamente na sua mínima de R$ 44,52. Este comportamento é tecnicamente preocupante, pois indica que não houve força compradora no final do pregão para elevar o preço, fechando no patamar mais baixo do dia. O fechamento anterior era de R$ 45,30, resultando em uma perda nominal de R$ 0,78. O volume de negociação foi baixo, com apenas 8.028 cotas e um volume financeiro de R$ 357.406,56. Essa baixa liquidez pode acentuar movimentos de queda, pois poucos vendedores conseguem deslocar o preço rapidamente. O investidor deve monitorar se este valor de R$ 44,52 servirá como um novo suporte técnico ou se a baixa liquidez continuará pressionando o ativo nos próximos dias de negociação.

O GZIT11 é um fundo focado em Shopping Centers, detendo participações em ativos geridos pela Gazit Brasil, subsidiária de uma gigante global do setor. Uma notícia relevante recente é a melhora nos indicadores de vendas e fluxo de pedestres em seus shoppings, o que pode impactar positivamente a distribuição de rendimentos futura.


6º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 19,80 ↓1,59%

Descrição: O HCTR11 registrou uma desvalorização de 1,59%, encerrando a R$ 19,80. O fundo operou entre a mínima de R$ 19,74 e a máxima de R$ 20,00, com uma variação negativa de R$ 0,32 sobre o fechamento de R$ 20,12. O volume de negociação foi de 69.748 cotas, totalizando R$ 1.381.010,40. O fundo atravessa um momento histórico de baixa, estando relativamente próximo da sua mínima de 52 semanas de R$ 17,23 e muito distante da máxima de R$ 22,73. Esse estreitamento de banda mostra uma tentativa de estabilização em patamares baixos. A movimentação financeira indica que ainda há interesse especulativo no ativo, dado o seu histórico de alta volatilidade e as recentes incertezas sobre o recebimento de cupons de sua carteira de Certificados de Recebíveis Imobiliários.

O HCTR11 é um fundo de papel focado em títulos de dívida imobiliária de maior risco (High Yield). Recentemente, o fundo tem estado no centro das atenções do mercado devido a atrasos nos pagamentos de juros de CRIs ligados a empreendimentos turísticos, o que gerou cortes significativos em seus dividendos mensais.


7º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 70,47 ↓1,30%

Descrição: O TGAR11 fechou o dia cotado a R$ 70,47, representando uma queda de 1,30%. A variação negativa em reais foi de R$ 0,93 comparado ao fechamento anterior de R$ 71,40. O fundo demonstrou uma oscilação entre R$ 70,47 e R$ 71,40, terminando o dia na mínima. O volume de cotas negociadas atingiu 56.741, com um volume financeiro de R$ 3.998.538,27. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, mantendo-se acima da mínima de R$ 69,45, embora tenha sofrido uma correção expressiva em relação à máxima de R$ 91,86. O volume financeiro diário de quase R$ 4 milhões atesta a boa liquidez do ativo, sendo um dos maiores em termos de movimentação financeira nesta lista, o que facilita a entrada e saída de investidores institucionais.

O TGAR11 é um fundo de desenvolvimento imobiliário gerido pela TG Core, que investe tanto em equity (participação direta em projetos) quanto em dívida imobiliária. A última notícia do fundo destaca o avanço das obras em diversos loteamentos no interior do Brasil, o que garante o fluxo de caixa para as distribuições recorrentes.


8º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 91,92 ↓1,15%

Descrição: O fundo BCIA11 encerrou com queda de 1,15%, cotado a R$ 91,92. A variação nominal foi de R$ 1,07 negativos frente aos R$ 92,99 do dia anterior. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 91,91 e a máxima de R$ 93,19. Com 19.384 cotas negociadas, o volume financeiro foi de R$ 1.781.777,28. O fundo apresenta uma performance sólida em 52 semanas, operando bem acima da mínima de R$ 71,52 e aproximando-se da máxima de R$ 97,16 registrada no período. Esta queda pontual parece ser um movimento de realização de lucros ou ajuste de mercado, visto que o ativo preserva boa parte dos ganhos anuais. A liquidez de quase R$ 1,8 milhão é considerada saudável para um fundo de sua categoria (Fundo de Fundos – FoF).

O BCIA11 é um “Fundo de Fundos” (FoF) gerido pelo Bradesco, que investe em uma carteira diversificada de outros fundos imobiliários. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado uma alteração em sua política de investimentos para permitir uma maior alocação direta em CRIs, buscando aumentar a rentabilidade da carteira.


9º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,20 ↓1,12%

Descrição: O ARRI11 apresentou uma retração de 1,12%, com fechamento a R$ 6,20. O ativo variou R$ 0,07 para baixo em relação ao fechamento de R$ 6,27. Durante as negociações, o preço oscilou entre a mínima de R$ 6,16 e a máxima de R$ 6,27. O volume de cotas foi de 50.947, com movimentação financeira total de R$ 315.871,40. Na visão de 52 semanas, o fundo está operando em um canal intermediário, acima da mínima de R$ 5,91 e abaixo da máxima de R$ 6,95. Por ser um fundo com valor de cota baixo (próximo de R$ 10,00), variações de poucos centavos representam percentuais relevantes, o que atrai pequenos investidores em busca de acessibilidade. A liquidez financeira é a menor do ranking, o que exige cautela em ordens de compra e venda maiores.

O ARRI11 é um fundo de papel focado em recebíveis imobiliários com foco em ativos de “high grade” (menor risco). A notícia mais recente do fundo indica a manutenção de sua taxa de distribuição de dividendos, apesar da deflação pontual registrada em alguns meses anteriores que afetou o indexador IPCA.


10º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,66 ↓0,92%

Descrição: O fundo LIFE11 registrou a menor queda entre os dez ativos analisados, recuando 0,92% para fechar em R$ 8,66. A variação nominal foi de apenas R$ 0,08 negativos sobre o fechamento de R$ 8,74. O ativo teve uma movimentação estável, com mínima de R$ 8,66 e máxima de R$ 8,75. O volume de cotas negociadas foi de 140.969, totalizando um volume financeiro de R$ 1.220.791,54. O comportamento de 52 semanas mostra que o fundo está operando próximo de sua máxima de R$ 8,88 e bem acima da mínima de R$ 7,20, indicando uma tendência de alta ou estabilidade no longo prazo que foi pouco afetada pela volatilidade do dia. O volume financeiro acima de R$ 1 milhão demonstra que há uma base de investidores ativa e recorrente.

O LIFE11 é um fundo imobiliário de papel que busca retornos através de uma carteira diversificada de crédito imobiliário. Notícias recentes apontam que o fundo tem focado na aquisição de recebíveis com lastro em operações residenciais e comerciais, visando manter a regularidade nos proventos mensais aos seus cotistas.

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