Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | TGAR11 | R$ 53.54 | 0.038603 |
| 2 | URPR11 | R$ 23.29 | 0.023736 |
| 3 | VGHF11 | R$ 6.00 | 0.018676 |
| 4 | BTCI11 | R$ 9.17 | 0.009912 |
| 5 | RZTR11 | R$ 89.00 | 0.008956 |
| 6 | PVBI11 | R$ 72.50 | 0.008485 |
| 7 | VCJR11 | R$ 76.60 | 0.007895 |
| 8 | BRCR11 | R$ 43.33 | 0.00627 |
| 9 | KNCR11 | R$ 106.41 | 0.004911 |
| 10 | RBRR11 | R$ 82.49 | 0.00475 |
1º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 53,54 ↑3,86%
Descrição: O ativo TGAR11 apresentou um desempenho de destaque na sessão, fechando a R$ 53,54, o que representa uma variação positiva expressiva de 3,86% em relação ao fechamento anterior de R$ 51,55. A máxima do dia atingiu R$ 54,77, enquanto a mínima registrada foi de R$ 51,00, exatamente no piso da mínima das últimas 52 semanas, indicando uma recuperação técnica importante a partir desse patamar. O volume de ações transacionadas foi de 247.835, resultando em um volume financeiro robusto de R$ 13.269.085,90, o que demonstra alta liquidez e interesse comprador. Comparado ao seu topo histórico de 52 semanas (R$ 89,80), o fundo ainda apresenta espaço para valorização, refletindo o sentimento dos investidores em relação aos ativos que compõem sua carteira de desenvolvimento.
O TGAR11 é um fundo de investimento imobiliário que foca preponderantemente em ativos de desenvolvimento e renda em diversos segmentos, como residencial e multipropriedade. A gestão do fundo busca capturar valor através do ciclo de desenvolvimento imobiliário. Recentemente, notícias indicaram que o fundo mantém sua estratégia de reciclagem de portfólio para otimizar os rendimentos distribuídos aos cotistas.
2º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 23,29 ↑2,37%
Descrição: O URPR11 registrou uma valorização sólida de 2,37%, encerrando o pregão cotado a R$ 23,29, partindo de um fechamento anterior de R$ 22,75. Durante o período de negociação, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 22,65 e a máxima de R$ 23,39. Com um volume de 22.618 ações e um volume financeiro total de R$ 526.773,22, o fundo demonstra uma liquidez moderada, mas suficiente para investidores institucionais e de varejo. Observando a série de 52 semanas, nota-se que a máxima atingida foi de R$ 41,82 e a mínima de R$ 22,06, sinalizando um período de consolidação recente próximo à sua base de suporte anual. Este movimento de alta no dia pode ser interpretado como um sinal de confiança do mercado frente aos ativos de renda prime que compõem a tese de investimento deste FII.
Este fundo tem como objetivo principal auferir rendimentos através da aquisição de ativos imobiliários de renda e papéis. A estratégia é voltada para a geração de dividendos recorrentes. O mercado tem acompanhado de perto as movimentações da carteira do fundo em busca de garantias mais sólidas para seus ativos de crédito.
3º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 6,00 ↑1,87%
Descrição: Com um volume elevado de negociações, o VGHF11 movimentou 428.670 ações, totalizando R$ 2.572.020,00 no dia. O preço de fechamento situou-se em R$ 6,00, consolidando uma alta de 1,87% frente ao fechamento anterior de R$ 5,89. O ativo operou em um intervalo estreito entre R$ 5,89 (mínima) e R$ 6,03 (máxima), indicando baixa volatilidade intradiária, o que é característico de fundos com preços por cota menores e maior pulverização. Em relação ao histórico de 52 semanas, o fundo mantém uma trajetória equilibrada entre sua mínima de R$ 5,54 e sua máxima de R$ 7,15. A performance positiva de hoje reforça a preferência dos investidores por este veículo, dada a sua agilidade em girar carteira e adaptar-se às mudanças nas taxas de juros.
O VGHF11 é um fundo de estratégia híbrida, que investe tanto em ativos de papel quanto em cotas de outros fundos e ativos imobiliários. Sua gestão ativa busca aproveitar as ineficiências do mercado. Recentemente, a administradora reforçou o compromisso com a diversificação para mitigar riscos de crédito no cenário atual.
4º – FDO INV IMOB FII BTG PACTUAL FUNDO DE CRI CF (BTCI11) | R$ 9,17 ↑0,99%
Descrição: O BTCI11 fechou o dia cotado a R$ 9,17, uma variação positiva de 0,99% em relação ao dia anterior (R$ 9,08). A amplitude de oscilação foi bastante contida, variando apenas entre R$ 9,10 e R$ 9,18, o que evidencia uma tendência de estabilidade. O ativo registrou um volume significativo de 468.114 ações e um giro financeiro de R$ 4.292.605,38, consolidando-o como um dos ativos com maior liquidez do grupo analisado. Comparando com seu horizonte de 52 semanas, o fundo negocia próximo à sua máxima anual de R$ 9,44, distanciando-se consideravelmente da mínima de R$ 7,73. Este cenário reflete um forte apetite comprador por ativos de crédito de qualidade sob gestão robusta, buscando proteção em um contexto de manutenção ou flutuação de juros.
Este é um FII de “papel”, focado majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A gestão é feita pela renomada equipe do BTG Pactual, garantindo rigor na análise de crédito. Não houve anúncios significativos de alteração na política de distribuição de rendimentos recentemente.
5º – FDO DE INV IMOB RIZA TERRAX CF (RZTR11) | R$ 89,00 ↑0,90%
Descrição: O RZTR11 encerrou o pregão em R$ 89,00, apresentando uma valorização de 0,90% face aos R$ 88,21 do fechamento anterior. A máxima do dia chegou a R$ 89,20, com a mínima igualando-se ao fechamento do dia anterior (R$ 88,21). O volume de ações foi de 34.485, gerando um montante financeiro de R$ 3.069.165,00. Analisando o período de 52 semanas, o fundo apresenta uma variação entre R$ 78,94 e R$ 94,14, situando o preço atual em uma zona intermediária, porém com viés de alta. A valorização modesta, mas consistente, sugere que o mercado está precificando positivamente a exposição do fundo ao setor de terras, que atua como uma proteção real em períodos de incerteza econômica.
O RZTR11 é um fundo com tese diferenciada, focado na aquisição de terras rurais para arrendamento e venda, buscando valorização do ativo real. É uma opção para investidores que buscam baixa correlação com o mercado imobiliário urbano tradicional.
6º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 72,50 ↑0,85%
Descrição: Com um fechamento a R$ 72,50 e uma variação de 0,85%, o PVBI11 demonstrou estabilidade operacional, partindo de um fechamento anterior de R$ 71,89. O dia foi marcado pela ausência de oscilação além da mínima de R$ 71,50 e máxima que atingiu o próprio valor de fechamento de R$ 72,50. Foram negociadas 42.921 ações, totalizando um volume de R$ 3.111.772,50. Olhando para o histórico de 52 semanas, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 67,91 e a máxima de R$ 83,16, posicionando o ativo em um patamar de recuperação interessante. O comportamento do fundo hoje mostra confiança na ocupação dos seus imóveis prime, mantendo a atratividade do ativo em carteiras de longo prazo que priorizam qualidade construtiva.
O PVBI11 foca em imóveis corporativos de alto padrão (AAA) localizados em regiões nobres. A qualidade dos inquilinos e a localização são os pilares da sua tese. Recentemente, a gestão reportou a redução da vacância em um de seus principais edifícios.
7º – VECTIS JUROS REAL FII CF (VCJR11) | R$ 76,60 ↑0,79%
Descrição: O VCJR11 finalizou o pregão a R$ 76,60, avançando 0,79% sobre o fechamento de R$ 76,00. A amplitude do dia ficou entre R$ 76,10 (mínima) e R$ 77,18 (máxima). O volume de 31.189 ações resultou em R$ 2.389.077,40 negociados. No acumulado de 52 semanas, o ativo apresenta uma trajetória entre R$ 68,70 e R$ 79,60, indicando que o fundo tem se mantido resiliente e próximo às suas máximas anuais. O volume de negócios demonstra que o ativo possui liquidez satisfatória, permitindo o rebalanceamento de carteiras sem grandes impactos no preço. A alta de hoje reforça a busca dos investidores por fundos que oferecem proteção contra a inflação, sendo uma peça fundamental para a alocação em cenários de incerteza inflacionária.
Fundo de papel focado em CRIs, com estratégia de atrelar rendimentos a índices de inflação (juros reais). É um veículo voltado para a preservação de poder de compra do capital investido.
8º – FDO INV IMOB BTG PACTUAL CORP F REIT (BRCR11) | R$ 43,33 ↑0,63%
Descrição: O BRCR11 apresentou alta de 0,63%, fechando a R$ 43,33, vindo de um fechamento anterior de R$ 43,06. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 43,06 e a máxima de R$ 43,50, mantendo-se dentro de um intervalo de negociação bastante estreito, o que demonstra estabilidade. Foram negociadas 24.194 ações, movimentando R$ 1.048.326,02. Analisando a janela de 52 semanas, o ativo ainda está longe de sua máxima de R$ 49,85, porém mostra resiliência ao se manter acima da mínima anual de R$ 36,58. A performance indica que o fundo está em um processo de reestruturação de percepção de valor pelo mercado, sendo acompanhado por investidores que buscam ativos consolidados com potencial de reprecificação futura diante de uma possível melhora do setor corporativo.
O BRCR11 é um dos fundos mais tradicionais de lajes corporativas do mercado. Possui um portfólio diversificado, mas enfrenta o desafio de ocupar espaços vagos e melhorar a rentabilidade.
9º – FDO INV IMOB KINEA RENDIMENTOS ETF (KNCR11) | R$ 106,41 ↑0,49%
Descrição: Com um volume expressivo de R$ 21.173.248,98 e 198.978 ações negociadas, o KNCR11 destaca-se pela alta liquidez. O preço de fechamento foi R$ 106,41, uma valorização de 0,49% sobre os R$ 105,89 do fechamento anterior. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 105,90 e a máxima de R$ 106,79. É importante ressaltar que o preço atual está extremamente próximo da máxima em 52 semanas (R$ 106,99), enquanto a mínima neste período foi de R$ 88,49, o que demonstra uma valorização contínua e forte confiança dos investidores no ativo. Esta performance sólida reafirma a posição do fundo como referência no segmento, atraindo tanto investidores que buscam renda passiva constante quanto aqueles que buscam a segurança de uma gestão experiente e conservadora.
O KNCR11 é um dos maiores fundos de CRI do país, sob gestão da Kinea Investimentos. A estratégia foca em ativos de alta qualidade e baixo risco de crédito. O fundo é amplamente reconhecido por sua previsibilidade na distribuição de dividendos.
10º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 82,49 ↑0,48%
Descrição: O RBRR11 fechou o dia cotado a R$ 82,49, registrando uma variação positiva de 0,48% em relação ao dia anterior (R$ 82,10). A mínima registrada foi de R$ 82,21 e a máxima atingiu R$ 82,74, indicando baixa volatilidade. O volume de ações foi de 33.349, com giro financeiro de R$ 2.750.959,01. No histórico de 52 semanas, o ativo apresenta uma variação contida entre R$ 77,13 e R$ 87,83, sugerindo que o fundo negocia em uma faixa de preço madura. O desempenho positivo de hoje, ainda que modesto, reflete a estabilidade da carteira de CRIs do fundo, que segue com foco em emissores de alta qualidade (“high grade”), garantindo aos cotistas uma segurança maior em cenários econômicos complexos.
O RBRR11 é um fundo de papel que prioriza CRIs de baixo risco, emitidos por devedores com sólida saúde financeira. Recentemente, a gestão destacou a manutenção da qualidade do crédito da carteira.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | OUJP11 | R$ 73.75 | -0.042208 |
| 2 | CACR11 | R$ 22.70 | -0.036093 |
| 3 | DEVA11 | R$ 17.30 | -0.03352 |
| 4 | MFII11 | R$ 47.00 | -0.023275 |
| 5 | RBRX11 | R$ 8.19 | -0.021505 |
| 6 | SPXS11 | R$ 8.20 | -0.02148 |
| 7 | KFOF11 | R$ 78.35 | -0.020625 |
| 8 | BLMG11 | R$ 31.00 | -0.018677 |
| 9 | KCRE11 | R$ 9.08 | -0.018378 |
| 10 | VGRI11 | R$ 5.40 | -0.018182 |
1º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 73,75 ↓4,22%
Descrição: O fundo imobiliário OUJP11 apresentou um desempenho de mercado desafiador nesta sessão, registrando uma queda significativa de 4,22% em relação ao fechamento anterior de R$ 77,00. O ativo oscilou entre uma mínima de R$ 73,70 e uma máxima de R$ 77,00 durante o pregão, demonstrando pressão vendedora ao longo do dia. Com um volume de 25.544 ações negociadas, o montante financeiro total movimentado atingiu R$ 1.883.870,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo possui um piso de R$ 65,98 e um teto de R$ 88,21, indicando que o preço atual encontra-se mais próximo da parte inferior desse espectro de negociação anual. O volume financeiro expressivo reflete a liquidez do ativo, que mesmo sob desvalorização, mantém a atenção dos investidores institucionais e pessoa física que acompanham o setor.
A Ourinvest é uma tradicional gestora brasileira com forte atuação no mercado de capitais e estruturação de fundos imobiliários, focada em ativos de qualidade. Recentemente, a gestora tem buscado otimizar a composição da carteira do fundo para enfrentar o atual cenário de taxas de juros.
2º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 22,70 ↓3,61%
Descrição: O CACR11 encerrou o dia cotado a R$ 22,70, representando uma retração de 3,61% comparado ao valor de R$ 23,55 verificado no fechamento anterior. Durante o período de negociação, o ativo atingiu a mínima de R$ 22,63 e a máxima de R$ 23,97, evidenciando uma volatilidade intra-dia condizente com o cenário de incertezas do setor. Foram negociadas 51.284 ações, consolidando um volume financeiro de R$ 1.164.146,80. Observando os indicadores de longo prazo, o fundo apresenta uma mínima de R$ 22,21 e uma máxima de R$ 87,73 em 52 semanas. A atual cotação, situada próxima à mínima anual, sugere um momento de cautela por parte dos cotistas, que observam atentamente a capacidade de geração de renda do fundo frente à volatilidade observada no mercado de recebíveis imobiliários nos últimos meses.
O Supernova FII é um fundo de recebíveis imobiliários que busca rentabilidade através da exposição a dívidas lastreadas em imóveis de diferentes segmentos. Não foram reportadas notícias relevantes sobre alterações estruturais na carteira de crédito do fundo na última semana.
3º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 17,30 ↓3,35%
Descrição: Em uma sessão marcada pela aversão ao risco no setor de recebíveis, o DEVA11 fechou o pregão com desvalorização de 3,35%, sendo negociado a R$ 17,30, contra o fechamento anterior de R$ 17,90. A amplitude de negociação do ativo foi notável, registrando mínima de R$ 16,80 e máxima de R$ 18,11. O volume de negociação foi bastante significativo, totalizando 78.999 ações que geraram um giro financeiro de R$ 1.366.682,70. Analisando o histórico anual de 52 semanas, o fundo operou dentro da faixa de R$ 16,80 a R$ 30,04, indicando que o preço atual está testando patamares de suporte importantes. A alta liquidez e o volume financeiro demonstram que, apesar da queda, o ativo permanece no radar de investidores que buscam pontos de entrada em momentos de correção acentuada no mercado de fundos imobiliários.
A Devant Asset é conhecida por gerir carteiras de crédito estruturado focadas no mercado imobiliário nacional. A empresa tem reportado esforços contínuos na gestão ativa de seus créditos para mitigar riscos de inadimplência em cenários macroeconômicos adversos.
4º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 47,00 ↓2,33%
Descrição: O ativo MFII11 apresentou uma retração de 2,33% nesta data, fechando o pregão cotado a R$ 47,00, abaixo do valor de R$ 48,12 registrado no fechamento anterior. A oscilação diária variou entre R$ 46,07 e R$ 48,53, sinalizando um ajuste de preço ao longo do dia. O volume negociado alcançou 32.203 ações, totalizando R$ 1.513.541,00 em volume financeiro movimentado. Em termos de histórico de 52 semanas, o ativo apresenta variações entre a mínima de R$ 46,07 e a máxima de R$ 75,57. Este comportamento mostra que o preço atual está operando na parte inferior da banda anual, refletindo os desafios intrínsecos ao segmento de desenvolvimento imobiliário, que sofre diretamente o impacto dos custos de construção e da taxa de juros elevada no país.
O Mérito Desenvolvimento Imobiliário é um fundo que se propõe a investir no desenvolvimento de projetos imobiliários visando a valorização do capital. O fundo continua monitorando o andamento de suas obras para garantir a entrega conforme o cronograma ajustado.
5º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,19 ↓2,15%
Descrição: O fundo RBRX11 encerrou o dia em território negativo, com desvalorização de 2,15%, cotado a R$ 8,19 frente ao fechamento anterior de R$ 8,37. A variação intradiária foi estreita, oscilando entre R$ 8,14 e R$ 8,20. O ativo se destacou pelo elevado volume de ações negociadas, alcançando 260.154 unidades, o que resultou em um volume financeiro expressivo de R$ 2.130.661,26, o maior entre os dez ativos analisados neste relatório. Para o período de 52 semanas, não há dados disponíveis para mínima e máxima, o que sugere um ativo relativamente novo ou com histórico de listagem incompleto na amostra. Este alto volume de negociação indica uma base de investidores ativa, que busca liquidez imediata, embora o preço venha sofrendo pressão vendedora compatível com o comportamento geral do setor na sessão.
A RBR Asset é uma das gestoras mais relevantes do mercado brasileiro, com expertise em diversas estratégias de investimento. A gestora mantém o foco em ativos resilientes para a composição de seus fundos de multimercado imobiliário.
6º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,20 ↓2,15%
Descrição: O SPXS11 acompanhou a tendência negativa do setor, registrando queda de 2,15% e fechando a R$ 8,20, comparado aos R$ 8,38 do fechamento anterior. O ativo apresentou baixa volatilidade durante a sessão, operando praticamente estável entre R$ 8,20 e R$ 8,21. O volume de transações atingiu 32.576 ações, gerando um volume financeiro de R$ 267.123,20. Similar ao caso do RBRX11, não constam dados de mínima e máxima em 52 semanas para este ativo. A estabilidade de preço durante o pregão, apesar da desvalorização inicial em relação ao fechamento anterior, sugere um mercado de comprador e vendedor em compasso de espera, sem grandes catalisadores para movimentos bruscos de preço neste dia de negociação.
O fundo SPXS11 é gerido por uma equipe focada em estratégias multimercado imobiliário. A estratégia tem sido ajustada para buscar retorno em diferentes ciclos econômicos do setor imobiliário brasileiro.
7º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 78,35 ↓2,06%
Descrição: O KFOF11 registrou queda de 2,06% nesta sessão, encerrando o dia cotado a R$ 78,35, frente ao fechamento anterior de R$ 80,00. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 78,32 e a máxima de R$ 79,99. Com um volume de 23.226 ações, o montante financeiro movimentado totalizou R$ 1.819.757,10. O histórico de 52 semanas mostra uma variação entre R$ 68,76 e R$ 84,85. O preço atual se posiciona acima da mínima anual, mas distanciado da máxima, refletindo uma correção que acompanha a volatilidade dos fundos que compõem sua carteira. A liquidez do ativo permanece robusta, permitindo que os investidores realizem ajustes em suas posições conforme a evolução do cenário econômico e a performance dos ativos subjacentes.
A Kinea Investimentos, parte do grupo Itaú, é uma das maiores gestoras de fundos imobiliários do Brasil. Recentemente, a gestora divulgou resultados operacionais focados na diversificação de sua carteira de fundos de fundos.
8º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 31,00 ↓1,87%
Descrição: O fundo BLMG11 fechou o pregão a R$ 31,00, apresentando uma desvalorização de 1,87% em comparação ao fechamento anterior de R$ 31,59. O ativo teve baixa volatilidade, negociando durante todo o tempo no valor da mínima de R$ 31,00 e atingindo a máxima de R$ 31,93. O volume de ações negociadas foi o menor entre os ativos analisados, totalizando 1.327 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 41.137,00. Analisando o período de 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 27,97 e R$ 35,62. A baixa liquidez observada na sessão sugere um momento de menor interesse por parte dos investidores no curto prazo ou uma forte retenção das cotas pelos detentores, que aguardam por melhores oportunidades de saída ou consolidação do preço.
A BlueMacaw é uma gestora com forte presença no segmento de galpões logísticos. A empresa continua focada na gestão ativa de seus ativos, buscando manter taxas de ocupação elevadas em seus condomínios logísticos.
9º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,08 ↓1,84%
Descrição: O KCRE11 encerrou o dia com uma queda de 1,84%, cotado a R$ 9,08, contra o fechamento anterior de R$ 9,25. O ativo apresentou comportamento estável durante o pregão, mantendo-se em R$ 9,08 tanto na mínima quanto na máxima do dia. Foram negociadas 32.936 ações, movimentando um volume financeiro de R$ 299.058,88. Para este ativo, não há dados de mínima e máxima em 52 semanas disponíveis. A cotação estável ao longo do dia, apesar da desvalorização, indica um mercado com pouca pressão de compra e venda imediata, resultando em pouca volatilidade intradiária. Os investidores parecem estar aguardando novos desdobramentos de mercado ou fatos relevantes para definir uma nova tendência de preço para este fundo de crédito.
O KCRE11, fruto da parceria entre Kinea e Creditas, foca em crédito estruturado. Não houve notícias novas de destaque envolvendo a gestão direta do fundo nesta última semana.
10º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 5,40 ↓1,82%
Descrição: O VGRI11 fechou o pregão a R$ 5,40, registrando uma variação negativa de 1,82% em relação ao fechamento anterior de R$ 5,50. Durante a sessão, o ativo variou entre R$ 5,31 (mínima do dia) e R$ 5,59 (máxima do dia). Com um volume expressivo de 107.534 ações, o volume financeiro movimentado alcançou R$ 580.683,60. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo possui uma mínima de R$ 5,31 e uma máxima de R$ 8,29. O preço de fechamento atual encontra-se exatamente no mesmo nível da mínima anual, o que demanda atenção redobrada dos investidores, pois o ativo está testando um suporte crucial, podendo indicar tanto uma zona de exaustão de venda quanto um risco de rompimento para novos patamares de mínima.
A Valora Investimentos é uma gestora focada em estratégias de crédito e renda fixa. O fundo tem mantido sua estratégia de alocação em ativos visando a preservação de capital e a geração de renda consistente aos cotistas.