Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SNEL11 | R$ 8,78 | 2,69% |
| 2 | WHGR11 | R$ 9,48 | 2,49% |
| 3 | JSAF11 | R$ 7,80 | 1,43% |
| 4 | MCRE11 | R$ 9,65 | 1,37% |
| 5 | RBFF11 | R$ 53,19 | 1,18% |
| 6 | ITRI11 | R$ 83,43 | 1,12% |
| 7 | XPIN11 | R$ 82,20 | 1,09% |
| 8 | KISU11 | R$ 6,92 | -0,86% |
| 9 | ICRI11 | R$ 90,58 | 0,98% |
| 10 | SNCI11 | R$ 85,16 | 0,90% |
1º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,78 ↑ 2,69%
Descrição: O ativo SNEL11 liderou as valorizações do dia, encerrando a sessão cotado a R$ 8,78. Durante o pregão, o fundo apresentou uma estabilidade técnica notável, com mínima e máxima registradas no mesmo valor do fechamento (R$ 8,78), indicando uma pressão compradora constante até o fim do dia. O volume de ações negociadas foi de 150.835 cotas, resultando em um volume financeiro total de R$ 1.324.331,30. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,55, a variação absoluta foi de R$ 0,23. É importante destacar que, por ser um fundo relativamente novo ou com base de dados recente nesta plataforma, não há registros de mínima ou máxima em 52 semanas. O ranking posiciona este ativo como o de maior valorização percentual entre os dez selecionados, refletindo um otimismo setorial específico.
O SNEL11 é um fundo gerido pela Suno Asset, focado no setor de energias limpas (renováveis). Ele atua no segmento de desenvolvimento e exploração de ativos de infraestrutura de energia, como usinas solares. Recentemente, a Suno Asset anunciou a distribuição de dividendos em linha com as projeções do fundo, atraindo investidores que buscam exposição à transição energética.
2º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%
Descrição: O fundo WHGR11 ocupou a segunda posição no ranking de valorização, apresentando uma alta de 2,49%. O preço de fechamento foi de R$ 9,48, muito próximo da máxima do dia, que também foi de R$ 9,48, enquanto a mínima registrou R$ 9,42. O volume de negociação foi de 27.804 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 263.581,92. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,25, o ativo valorizou R$ 0,23 por cota. A liquidez do fundo, embora menor que a do líder do ranking, demonstra um interesse consistente dos investidores, mantendo o preço acima da média móvel do dia. A ausência de dados de 52 semanas sugere uma listagem recente ou migração de base.
O WHGR11 é um fundo imobiliário do tipo “híbrido”, gerido pela Wealth High Governance (WHG). O fundo busca rentabilidade através de uma carteira diversificada que pode incluir ativos de renda e ganho de capital. Uma notícia recente relevante é a estratégia da gestora em manter um portfólio defensivo diante da volatilidade dos juros reais.
3º – JS ATIVOS FINANCEIROS FII CEF (JSAF11) | R$ 7,80 ↑ 1,43%
Descrição: O JSAF11 encerrou o dia com uma valorização de 1,43%, sendo negociado a R$ 7,80. Este ativo demonstrou uma liquidez expressiva, com um volume de 520.068 cotas transacionadas, o que gerou um volume financeiro de R$ 4.056.530,40. A oscilação intradiária foi entre R$ 7,63 e R$ 7,82. Quando analisamos o histórico de 52 semanas, observamos que o fundo está operando muito próximo de sua máxima histórica no período (R$ 7,85), e bem distante da mínima de R$ 5,11. O incremento de R$ 0,11 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,69 reforça a tendência de alta observada no curto prazo, consolidando sua terceira posição no ranking de performance do dia entre os ativos listados.
Este é um fundo de fundos (FoF) gerido pela Safra Asset Management, que investe majoritariamente em cotas de outros FIIs. A última notícia de destaque para o JSAF11 envolve a aprovação de novas emissões de cotas para aumentar o poder de alocação do fundo em ativos de crédito.
4º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,65 ↑ 1,37%
Descrição: O fundo MCRE11 apresentou um desempenho sólido, com alta de 1,37% e fechamento a R$ 9,65. Foi o ativo de maior liquidez quantitativa da lista, com 1.090.419 cotas negociadas e o maior volume financeiro totalizando R$ 10.522.543,35. A máxima do dia chegou a R$ 9,73, que coincide exatamente com a máxima das últimas 52 semanas, indicando que o fundo atingiu seu topo histórico recente durante o pregão. A mínima do dia foi de R$ 9,45. O ganho de R$ 0,13 frente ao fechamento anterior de R$ 9,52 demonstra uma forte absorção de oferta pelo mercado, mantendo o papel em patamares elevados de precificação.
O MCRE11 é gerido pela Mauá Capital e foca em ativos de crédito imobiliário com estratégia High Yield (maior risco para maior retorno). Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a atualização de sua carteira de CRIs, mantendo taxas de retorno atrativas indexadas ao IPCA e ao CDI.
5º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFF11) | R$ 53,19 ↑ 1,18%
Descrição: O RBFF11 fechou o dia cotado a R$ 53,19, o que representa uma elevação de 1,18%. O volume de ações foi de 14.856, movimentando financeiramente R$ 790.190,64. Durante a sessão, o ativo variou entre a mínima de R$ 51,67 e a máxima de R$ 53,57. Ao observar o intervalo de 52 semanas, o fundo mostra-se resiliente, operando próximo da sua máxima de R$ 53,79 e consideravelmente acima da mínima de R$ 37,72. O aumento nominal de R$ 0,62 em relação ao preço anterior de R$ 52,57 sinaliza uma recuperação consistente, posicionando o ETF como uma opção estável para quem busca replicar o desempenho do índice de referência do setor imobiliário.
O RBFF11 é um fundo que funciona como um ETF, gerido pela Rio Bravo, buscando refletir o desempenho de uma carteira diversificada de FIIs. A última notícia relevante sobre a Rio Bravo refere-se à reestruturação de alguns de seus fundos de tijolo, o que impacta positivamente a percepção de valor dos fundos de fundos da casa.
6º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 83,43 ↑ 1,12%
Descrição: O ativo ITRI11 registrou uma variação positiva de 1,12%, encerrando o pregão em R$ 83,43. O volume negociado foi de 10.927 cotas, totalizando R$ 911.639,61 em volume financeiro. O fundo teve uma oscilação entre R$ 82,63 (mínima) e R$ 83,82 (máxima) ao longo do dia. Em uma perspectiva de longo prazo (52 semanas), o valor atual está próximo do teto de R$ 84,92 e bem acima do piso de R$ 56,74. O incremento de R$ 0,92 por cota em relação ao fechamento anterior de R$ 82,51 demonstra que o mercado continua precificando o fundo com prêmio, possivelmente devido à qualidade dos ativos subjacentes e à gestão institucional robusta.
O ITRI11 é um fundo “multiestratégia” gerado pelo Itaú Asset Management, visando retorno total através de dividendos e ganho de capital. Notícias recentes apontam que o fundo tem aumentado sua exposição a galpões logísticos de alto padrão para aproveitar a demanda do e-commerce.
7º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 82,19 ↑ 1,08%
Descrição: O XPIN11 fechou o dia com alta de 1,08%, atingindo o valor de R$ 82,19. Com um volume de negociação mais tímido de 3.155 cotas, o giro financeiro foi de R$ 259.309,45. A mínima do dia foi de R$ 81,31 e a máxima de R$ 82,24. No histórico de 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 56,59 e R$ 82,99, o que coloca o preço atual em uma zona de resistência importante, muito próxima do valor máximo do ano. A valorização de R$ 0,88 em relação ao fechamento anterior (R$ 81,31) sugere que o investidor está confiante no setor logístico e industrial, apesar do volume reduzido de transações no dia.
Este fundo, gerido pela XP Asset, foca na compra e exploração de galpões industriais e logísticos. Recentemente, a XP comunicou a renovação de contratos de locação importantes em seu portfólio, garantindo estabilidade de fluxo de caixa para os próximos períodos.
8º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 7,05 ↑ 1,00%
Descrição: O KISU11 apresentou uma valorização de exatos 1,00%, fechando o pregão em R$ 7,05. O fundo movimentou 119.058 cotas, com um volume financeiro de R$ 839.358,90. A variação de preço no dia ficou entre R$ 6,88 e R$ 7,07. Analisando o histórico de 52 semanas, o ativo encontra-se em um patamar intermediário-alto, com mínima de R$ 5,75 e máxima de R$ 7,19. O ganho de R$ 0,07 em relação ao preço anterior de R$ 6,98 é modesto em valores nominais, mas relevante percentualmente para um ativo de baixo custo unitário, mantendo sua atratividade para o investidor de varejo que busca diversificação via índice Suno 30.
O KISU11 é um fundo de fundos que segue o índice SUNO 30, gerido pela Kilima Gestão de Recursos. Uma notícia de última hora foi a manutenção de sua política de dividendos mensais constantes, o que tem sido o principal atrativo para sua base de cotistas.
9º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 90,58 ↑ 0,98%
Descrição: O ICRI11 encerrou o dia cotado a R$ 90,58, registrando uma alta de 0,98%. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 1.567.668,06 através da negociação de 17.307 cotas. A oscilação diária foi pequena, com mínima de R$ 89,53 e máxima de R$ 90,59, indicando que o preço de fechamento ficou no topo da variação do dia. Em 52 semanas, o fundo variou entre R$ 67,48 e R$ 93,65. A valorização de R$ 0,88 frente ao fechamento anterior de R$ 89,70 reflete a busca dos investidores por proteção contra a inflação, dado que os ativos do fundo são majoritariamente indexados ao IPCA, garantindo juros reais.
O ICRI11 é um fundo de papel (CRI) gerido pelo Itaú Asset Management. A última notícia relevante indica um aumento na alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários de emissores com excelente nota de crédito (High Grade).
10º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 85,16 ↑ 0,90%
Descrição: Fechando a lista dos dez destaques, o SNCI11 valorizou 0,90%, terminando o dia a R$ 85,16. O volume de negociação foi de 7.330 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 624.222,80. Durante o dia, os preços variaram de R$ 84,25 a R$ 85,25. Comparando com o intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 68,78 e máxima de R$ 85,98), nota-se que o fundo está testando suas máximas históricas. O acréscimo de R$ 0,76 em relação aos R$ 84,40 anteriores consolida o ativo como uma opção de crédito robusta dentro do portfólio da gestora, atraindo investidores focados em renda fixa imobiliária de qualidade.
O SNCI11 é o fundo de recebíveis (papel) da Suno Asset, focado em uma carteira diversificada de CRIs. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão de uma nova rodada de investimentos em papéis de dívida imobiliária, visando aumentar o rendimento por cota nos próximos meses.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,66 | -6,07% |
| 2 | GZIT11 | R$ 45,10 | -4,04% |
| 3 | BTRA11 | R$ 62,90 | -3,23% |
| 4 | AIEC11 | R$ 51,70 | -1,52% |
| 5 | URPR11 | R$ 38,41 | -1,51% |
| 6 | KFOF11 | R$ 84,96 | -1,56% |
| 7 | VCJR11 | R$ 78,80 | -0,88% |
| 8 | RBVA11 | R$ 9,88 | -0,60% |
| 9 | TRBL11 | R$ 66,28 | -0,91% |
| 10 | LVBI11 | R$ 110,09 | -0,83% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,66 ↓ 6,07%
Descrição: O ativo SPXS11 registrou a queda mais acentuada do grupo analisado, encerrando o pregão cotado a R$ 8,66. Durante o dia, o fundo apresentou uma volatilidade considerável, com a mínima atingindo R$ 8,62 e a máxima não ultrapassando o valor de fechamento, evidenciando uma pressão vendedora constante. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 595.460 cotas, o que gerou um volume financeiro de R$ 5.156.683,60. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,22, a desvalorização nominal foi de R$ 0,56. É importante notar que não há dados disponíveis para as métricas de 52 semanas (mínima e máxima) nesta base, o que pode indicar uma listagem recente ou reestruturação. A liquidez do fundo se destacou, ocupando o topo do ranking de volume financeiro deste recorte específico.
A SPX Syn Multiestratégia é um fundo que busca rentabilidade através de uma gestão ativa em diferentes classes de ativos imobiliários, incluindo CRIs e cotas de outros fundos. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos em um cenário de juros oscilantes.
2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,10 ↓ 4,04%
Descrição: O GZIT11 encerrou o dia com uma desvalorização de 4,04%, fechando em R$ 45,10, que também foi o valor mínimo e máximo registrado no dia, sugerindo uma baixa liquidez pontual ou uma negociação em bloco que definiu o preço. O volume de cotas negociadas foi de apenas 5.064, resultando em um giro financeiro de R$ 228.386,40. A variação nominal negativa foi de R$ 1,90 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. Assim como o primeiro colocado, o histórico de 52 semanas não consta nos dados atuais. O fundo ocupa a segunda posição em termos de variação percentual negativa, refletindo um dia de forte ajuste para o detentor das cotas. O baixo volume negociado em comparação a outros pares do setor de shoppings pode acentuar a volatilidade do preço em dias de poucas ordens.
O Gazit Malls é um fundo focado no setor de shopping centers, controlado pela multinacional Gazit-Globe. A última notícia relevante sobre o fundo envolve a consolidação de sua estratégia de participação em ativos dominantes em grandes centros urbanos, visando aumentar o fluxo de consumidores e a receita de aluguel.
3º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 62,87 ↓ 3,28%
Descrição: O BTRA11 apresentou um recuo de 3,28%, fechando a R$ 62,87. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 62,61 e a máxima de R$ 65,00 ao longo do pregão. O volume de negociação foi de 7.282 cotas, totalizando R$ 457.819,34 movimentados. Em uma análise de 52 semanas, observa-se que o fundo está operando próximo de suas máximas (R$ 66,65), bem distante da mínima anual de R$ 38,94, o que indica uma recuperação sólida no longo prazo, apesar da queda diária de R$ 2,13. O fechamento anterior estava estabelecido em R$ 65,00, exatamente o topo alcançado no dia de hoje, mostrando que o ativo não conseguiu sustentar os ganhos iniciais e sucumbiu à tendência de baixa do mercado.
Este fundo é gerido pelo BTG Pactual e foca na aquisição de terras agrícolas estrategicamente localizadas para arrendamento. A notícia mais recente do setor agro aponta para desafios logísticos na safra atual, o que tem levado investidores a reavaliarem o timing de entrada em fundos de terras, embora o BTRA11 mantenha contratos de longo prazo.
4º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 51,70 ↓ 1,52%
Descrição: O fundo AIEC11 registrou uma queda moderada de 1,52%, encerrando a R$ 51,70. Durante a sessão, o preço oscilou entre R$ 51,59 e R$ 52,48. O volume de ações negociadas foi de 7.342, gerando um volume financeiro de R$ 379.581,40. O valor de fechamento anterior era de R$ 52,50, resultando em uma perda nominal de R$ 0,80 por cota. Ao analisarmos o intervalo de 52 semanas, o preço atual de R$ 51,70 encontra-se em um patamar intermediário, com a mínima anual em R$ 39,24 e a máxima em R$ 53,80. Isso demonstra que o ativo está testando resistências próximas ao seu topo histórico anual, o que justifica a realização de lucros observada hoje. O mercado de lajes corporativas segue sensível às taxas de juros e aos índices de vacância em São Paulo.
O AIEC11 é um fundo de lajes corporativas que possui em seu portfólio ativos Triple A, locados para empresas de grande porte. Recentemente, a gestão anunciou a manutenção de contratos de locação importantes, garantindo previsibilidade de fluxo de caixa, apesar das incertezas macroeconômicas que afetam o setor de escritórios.
5º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 38,43 ↓ 1,46%
Descrição: O URPR11 fechou o pregão com uma desvalorização de 1,46%, cotado a R$ 38,43. O ativo teve uma movimentação de 15.225 cotas, com um volume financeiro total de R$ 585.096,75. A variação nominal foi negativa em R$ 0,57 frente ao fechamento anterior de R$ 39,00. No dia, a mínima registrada foi de R$ 37,90 e a máxima de R$ 39,00. Olhando para o panorama anual (52 semanas), o fundo atravessa um momento desafiador, estando consideravelmente abaixo de sua máxima de R$ 55,47 e mais próximo da mínima de R$ 30,68. Esse comportamento sugere uma correção estrutural no preço da cota, possivelmente ligada ao perfil de risco de seus ativos de crédito imobiliário (High Yield), que costumam sofrer mais em cenários de inadimplência elevada no setor de loteamentos.
O Urca Prime Renda é um fundo focado em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) com foco em ativos de maior risco e retorno. A última notícia relevante envolve a distribuição de dividendos acima da média do mercado, o que continua atraindo investidores focados em renda, apesar da volatilidade no valor da cota patrimonial.
6º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 85,06 ↓ 1,45%
Descrição: O KFOF11 apresentou um recuo de 1,45%, fechando o dia a R$ 85,06. O volume financeiro foi expressivo, alcançando R$ 1.503.690,68 com 17.678 cotas negociadas. O fundo flutuou entre a mínima de R$ 84,84 e a máxima de R$ 86,57. Comparado ao fechamento anterior de R$ 86,31, a queda nominal foi de R$ 1,25. No histórico de 52 semanas, o fundo demonstra resiliência, operando perto da máxima de R$ 87,00 e bem acima da mínima de R$ 58,79. Por ser um fundo de fundos (FoF), seu desempenho reflete a média ponderada do mercado de FIIs, e a queda de hoje sinaliza um movimento sistêmico de baixa nos ativos que compõem sua carteira. A liquidez robusta é um ponto positivo, permitindo entrada e saída de investidores institucionais com menor impacto no preço.
O KFOF11 é um fundo de fundos gerido pela Kinea Investimentos, uma das maiores gestoras do país. A estratégia foca na seleção de FIIs com bons fundamentos e potencial de ganho de capital. A última atualização da gestão destacou o aumento da exposição em fundos de papel para aproveitar as taxas de juros reais elevadas.
7º – VECTIS JUROS REAL FII CF (VCJR11) | R$ 78,78 ↓ 0,91%
Descrição: O VCJR11 teve uma queda moderada de 0,91%, encerrando em R$ 78,78. O volume negociado foi alto, com 35.568 cotas trocando de mãos e gerando um giro de R$ 2.802.047,04. A oscilação do dia ficou entre a mínima de R$ 78,53 e a máxima de R$ 79,49. Em relação ao fechamento anterior (R$ 79,50), o recuo nominal foi de R$ 0,72. Em uma perspectiva anual, o fundo mostra estabilidade, operando próximo à máxima de 52 semanas (R$ 80,53) e distante da mínima de R$ 60,21. Como um fundo de papel focado em juros reais (IPCA+), sua cota tende a ser menos volátil que fundos de tijolo, mas ainda assim acompanhou o sentimento negativo do mercado nesta sessão. O volume financeiro reforça a confiança do investidor na liquidez do papel.
O Vectis Juros Real investe primordialmente em CRIs indexados ao IPCA. A gestão tem sido elogiada pela qualidade do crédito e originação própria. Recentemente, o fundo anunciou a liquidação de algumas posições com ganho de capital, reforçando o caixa para novas oportunidades em um mercado de crédito imobiliário aquecido.
8º – FDO INV IMOB AGENCIAS CAIXA ETF (RBVA11) | R$ 9,85 ↓ 0,91%
Descrição: O RBVA11 apresentou uma desvalorização de 0,91%, fechando cotado a R$ 9,85. O volume de negociação foi um dos maiores do dia em termos quantitativos, com 222.978 cotas negociadas, resultando em um volume financeiro de R$ 2.196.333,30. O preço variou entre a mínima de R$ 9,79 e a máxima de R$ 9,94, perdendo R$ 0,09 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,94. Na análise de 52 semanas, o fundo está operando muito próximo de sua máxima (R$ 10,53) e bem acima da mínima de R$ 6,82. Este fundo, que foca em ativos de varejo e agências bancárias, tem demonstrado uma recuperação interessante ao longo do último ano, consolidando-se em patamares próximos a R$ 10,00, servindo como um porto seguro para pequenos investidores devido ao baixo valor unitário da cota.
O Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) possui uma carteira híbrida, mas com forte presença de agências bancárias locadas para a Caixa Econômica Federal. A última notícia relevante indica a estratégia de diversificação do fundo para imóveis de varejo de rua e atacarejos, visando diminuir a dependência do setor bancário tradicional.
9º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 66,34 ↓ 0,82%
Descrição: O fundo TRBL11 recuou 0,82%, finalizando o dia a R$ 66,34. Com um volume de 6.752 cotas, o montante financeiro negociado foi de R$ 447.927,68. Durante as negociações, o ativo registrou mínima de R$ 66,05 e máxima de R$ 67,29. Comparado ao fechamento anterior de R$ 66,89, houve uma redução nominal de R$ 0,55. O histórico de 52 semanas revela que o fundo está em uma posição intermediária alta, com mínima de R$ 49,21 e máxima de R$ 69,65. O setor logístico, no qual o fundo atua, tem se mostrado resiliente, e pequenas variações como a de hoje são comuns dentro de um movimento de consolidação de preços. A baixa liquidez diária comparada a fundos gigantes do setor pode causar essas flutuações pontuais de preço.
O TRBL11 (Tellus Rio Bravo Logística) investe em galpões logísticos de alto padrão, principalmente no estado do Rio de Janeiro. A notícia mais recente sobre o ativo destaca a renovação de contratos de locação com importantes players do e-commerce, o que mantém a vacância em níveis controlados e assegura a distribuição de rendimentos.
10º – FDO INV IMOB VBI LOGISTICO ETF (LVBI11) | R$ 110,11 ↓ 0,81%
Descrição: O LVBI11 encerrou a lista com a menor queda percentual do grupo, perdendo 0,81% e fechando a R$ 110,11. Apesar da variação pequena, foi o ativo que movimentou o maior volume financeiro absoluto, impressionantes R$ 19.669.389,74, fruto da negociação de 178.634 cotas. O preço variou entre R$ 108,70 e R$ 111,26. Em relação ao fechamento anterior de R$ 111,01, a queda nominal foi de R$ 0,90. O fundo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 112,24) e longe da mínima de R$ 80,86. Este desempenho reforça o LVBI11 como um dos líderes do setor logístico, atraindo grande fluxo de capital mesmo em dias de baixa generalizada, devido à qualidade premium de seus ativos e gestão reconhecida pelo mercado.
O VBI Logístico é um fundo focado na aquisição e gestão de galpões logísticos de classe A. Recentemente, a empresa anunciou a conclusão da aquisição de novos ativos em regiões estratégicas de São Paulo, o que amplia sua Área Bruta Locável (ABL) e reforça sua posição dominante no mercado de logística brasileiro.