Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,98 | 0,05% |
| 2 | CLIN11 | R$ 94,44 | 0,05% |
| 3 | RBRX11 | R$ 8,70 | 0,04% |
| 4 | GZIT11 | R$ 48,35 | 0,03% |
| 5 | WHGR11 | R$ 9,48 | 0,02% |
| 6 | CACR11 | R$ 78,96 | 0,02% |
| 7 | LIFE11 | R$ 8,82 | 0,01% |
| 8 | RCRB11 | R$ 140,74 | 0,01% |
| 9 | HFOF11 | R$ 6,83 | 0,01% |
| 10 | KORE11 | R$ 73,45 | 0,01% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑5,28%
Descrição: O Kinea Creditas encerrou a sessão como o principal destaque de valorização, atingindo o preço de R$ 8,98. Com uma variação nominal de R$ 0,45, o fundo demonstrou forte pressão compradora, oscilando entre a mínima de R$ 8,98 e a máxima de R$ 9,00 durante o dia. O volume de negociação em cotas foi de 58.005 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 520.884,90. É importante notar que o fechamento anterior estava em R$ 8,53, o que configura um salto considerável para a métrica de um único pregão. O fundo não apresenta dados registrados de mínima e máxima para as últimas 52 semanas nesta planilha, sugerindo uma listagem recente ou ajuste de base. O giro financeiro moderado indica que a alta foi impulsionada por ordens específicas que encontraram pouca resistência no book de ofertas.
O KCRE11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela Kinea, focado em operações de crédito estruturadas em parceria com a plataforma Creditas. Recentemente, o fundo tem sido acompanhado de perto pelo mercado devido à sua estratégia de alocação em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) com garantias residenciais, buscando surfar a estabilidade do setor de crédito privado.
2º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑4,91%
Descrição: O fundo CLIN11 registrou uma das maiores altas do dia, fechando cotado a R$ 94,44. A variação positiva foi de R$ 4,32 em relação ao fechamento anterior de R$ 93,83. Curiosamente, a mínima e a máxima do dia permaneceram travadas no valor de fechamento (R$ 94,44), o que pode indicar baixa liquidez intra-diária ou uma execução de lote único no final do pregão. O volume de ações movimentadas foi de 11.937 cotas, gerando um montante financeiro de R$ 1.127.330,28. Este volume financeiro é robusto considerando a quantidade de cotas, o que demonstra o alto valor nominal do ativo. A ausência de dados históricos de 52 semanas na planilha reforça um cenário de consolidação de dados para este ticker específico. A performance de quase 5% em um único dia é atípica para fundos de índice de preço, chamando a atenção dos analistas.
O CLIN11 é gerido pela Clave Capital e atua no segmento de títulos e valores mobiliários, com foco em ativos indexados à inflação (IPCA+). A última notícia relevante sobre o fundo envolve a divulgação de seu relatório gerencial mensal, onde a gestão destacou a manutenção da qualidade de crédito da carteira e a estratégia de reciclagem de ativos para manter o dividend yield competitivo.
3º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,70 ↑4,19%
Descrição: O RBRX11 apresentou um desempenho sólido, encerrando o dia a R$ 8,70, uma valorização de R$ 0,35 por cota. O fundo movimentou um volume expressivo de 640.669 cotas, sendo um dos mais líquidos da lista em termos de quantidade de papéis trocados. O volume financeiro total negociado atingiu a marca de R$ 5.573.820,30, o maior valor financeiro entre os cinco primeiros colocados deste ranking. A mínima e a máxima do dia ficaram estagnadas no valor de fechamento, R$ 8,70, sugerindo que o ativo encontrou um ponto de equilíbrio logo na abertura ou através de negociações em bloco. Partindo de um fechamento anterior de R$ 8,35, a subida de 4,19% consolida o otimismo dos investidores quanto à estratégia multiestratégia do fundo no atual cenário macroeconômico brasileiro.
O RBRX11 é um fundo imobiliário do tipo “Multiestratégia” da RBR Asset, que possui flexibilidade para investir tanto em CRIs quanto em outros FIIs e ativos de tijolo. Em notícias recentes, o fundo anunciou a conclusão de uma nova chamada de capital, visando aproveitar oportunidades de aquisição em ativos de logística e escritórios de alto padrão que apresentam desconto patrimonial.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑2,87%
Descrição: No setor de shoppings, o GZIT11 registrou um fechamento a R$ 48,35, representando um ganho de 2,87% ou R$ 1,35 nominalmente. O fundo teve 21.664 cotas negociadas durante o dia, totalizando um volume financeiro de R$ 1.047.454,40. O preço de fechamento anterior era de R$ 47,00, e o ativo manteve-se estável em sua máxima de R$ 48,35 ao longo das operações registradas. Este movimento indica uma recuperação interessante para o segmento de varejo físico. O volume negociado mostra que há uma liquidez saudável para investidores de médio porte. Sem dados de 52 semanas disponíveis no relatório, a análise foca no curto prazo, onde o fundo conseguiu superar a barreira dos R$ 48,00 com relativa facilidade, sustentado pelo fluxo de caixa proveniente dos aluguéis de seus empreendimentos.
O GZIT11 é administrado pela Gazit Brasil e detém participações em shoppings centers de relevância, como o Morumbi Town em São Paulo. Recentemente, a empresa controladora Gazit-Globe mencionou em relatórios operacionais o aumento do fluxo de visitantes em seus empreendimentos, o que impacta diretamente na distribuição de dividendos do fundo.
5º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑2,49%
Descrição: O WHGR11 fechou a sessão cotado a R$ 9,48, com uma valorização percentual de 2,49%. O incremento nominal foi de R$ 0,23 por cota, com o ativo variando entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48. Foram negociadas 27.804 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 263.581,92, o menor valor financeiro desta lista, indicando uma liquidez mais restrita no dia. O fechamento anterior foi de R$ 9,25. Mesmo com um volume financeiro menor, o fundo conseguiu manter uma trajetória ascendente consistente. A proximidade entre a mínima e a máxima do dia demonstra uma baixa volatilidade intradiária, o que pode ser visto como um sinal de estabilidade para os detentores das cotas que buscam renda recorrente e menor exposição a oscilações bruscas de preço.
O WHGR11 é um fundo imobiliário gerido pela Wealth High Group (WHG), focado em uma carteira diversificada que mistura crédito imobiliário e participações em ativos reais. Uma notícia de destaque recente foi a aprovação, em assembleia, de novas diretrizes de investimento que permitem ao fundo alocar capital em projetos de desenvolvimento residencial e comercial de forma mais agressiva.
6º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 78,96 ↑1,88%
Descrição: O fundo CACR11 registrou um avanço de 1,88%, encerrando o dia a R$ 78,96. Com uma variação nominal de R$ 1,46, o ativo apresentou uma oscilação considerável, tocando a mínima de R$ 77,50 e a máxima de R$ 80,00. O volume de negociação foi de 20.696 cotas, totalizando R$ 1.634.156,16 em transações financeiras. Diferente dos primeiros colocados, este fundo possui histórico de 52 semanas, com mínima de R$ 58,30 e máxima de R$ 91,24, o que coloca o preço atual em uma zona intermediária de recuperação. O fechamento anterior coincidiu com a mínima do dia (R$ 77,50), mostrando que o fundo ganhou tração positiva logo após o início do pregão, mantendo-se firme acima dos R$ 78,00.
O CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) é focado em CRIs de maior risco (High Yield), buscando retornos acima da média de mercado. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de proventos referentes ao último mês, mantendo um patamar de rendimento mensal que atraiu a atenção de investidores focados em geração de renda passiva.
7º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,82 ↑1,50%
Descrição: O LIFE11 fechou o dia com valorização de 1,50%, sendo negociado a R$ 8,82. A variação em Reais foi de R$ 0,13. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,71 e a máxima de R$ 8,99, demonstrando uma volatilidade de quase 3% entre os extremos do dia. O volume de cotas negociadas foi relevante, alcançando 141.640 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 1.249.264,80. O fechamento anterior estava em R$ 8,69. Observando o histórico de 52 semanas, o fundo operou perto de sua máxima anual (R$ 8,99), estando bem distante da mínima de R$ 6,94. Isso indica que o ativo vive um momento de forte otimismo e valorização patrimonial no mercado secundário.
O LIFE11 é um fundo de recebíveis imobiliários que busca retorno através de investimentos em títulos de dívida. A última notícia relevante sobre o fundo foi a conclusão de um processo de estruturação de novos CRIs para compor sua carteira, visando aumentar a diversificação geográfica dos devedores.
8º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 140,74 ↑1,35%
Descrição: O RCRB11, um dos ativos de maior valor nominal da lista, encerrou a R$ 140,74, uma alta de 1,35%. O ganho nominal foi de R$ 1,87 por cota. O fundo apresentou uma amplitude de negociação entre R$ 138,30 e R$ 141,00. O volume foi de 8.147 cotas, gerando um montante financeiro de R$ 1.146.608,78. O fechamento anterior foi de R$ 138,87. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, com mínima de R$ 104,91 e máxima de R$ 145,17, operando atualmente próximo ao topo histórico recente. A baixa quantidade de cotas negociadas em comparação ao volume financeiro reflete o perfil de investidores institucionais e de alta renda que compõem a base deste fundo corporativo.
O RCRB11 (Rio Bravo Renda Corporativa) é um fundo de tijolo focado em lajes corporativas de alto padrão em São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, a Rio Bravo Investimentos, gestora do fundo, comunicou a renovação antecipada de contratos de aluguel em seu principal ativo, o que garante previsibilidade de caixa para os próximos anos.
9º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,83 ↑1,04%
Descrição: O HFOF11 registrou uma alta moderada de 1,04%, fechando o pregão a R$ 6,83. A variação nominal foi de apenas R$ 0,07, mas o volume de negociação foi massivo, com 361.975 cotas trocando de mãos. Isso resultou em um volume financeiro de R$ 2.472.289,25. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,75 e a máxima de R$ 6,87 durante o dia, partindo de um fechamento anterior de R$ 6,76. No histórico de 52 semanas, o fundo apresenta mínima de R$ 4,55 e máxima de R$ 6,99, o que mostra que o ativo está testando resistências importantes próximas ao seu teto anual. Por ser um Fundo de Fundos (FoF), seu desempenho reflete a melhora generalizada do IFIX.
O HFOF11 é gerido pela Hedge Investments e investe primordialmente em cotas de outros fundos imobiliários. A notícia mais recente do fundo envolve a estratégia de desinvestimento em alguns fundos de logística para aumentar a exposição em fundos de shopping, visando capturar o aumento nos dividendos deste último setor.
10º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 73,45 ↑0,89%
Descrição: Fechando o ranking, o KORE11 apresentou uma valorização de 0,89%, encerrando a R$ 73,45. O ganho nominal foi de R$ 0,65. O fundo teve uma movimentação intensa, com a mínima em R$ 72,60 e a máxima em R$ 73,49. O volume de cotas foi de 45.642, resultando no segundo maior volume financeiro da lista: R$ 3.352.404,90. O fechamento anterior foi de R$ 72,80. Nas últimas 52 semanas, o fundo variou entre R$ 58,63 e R$ 78,22. O expressivo volume financeiro negociado hoje demonstra que, apesar da alta percentual tímida, o mercado possui um interesse profundo no ativo, possivelmente devido à sua gestão premium e portfólio de ativos reais.
O KORE11 é um fundo de “Oportunidades” da Kinea que busca ganhos de capital através da aquisição, reforma e venda de imóveis comerciais (estratégia de valor agregado). Recentemente, o mercado repercutiu a notícia de que o fundo está avaliando a venda de um de seus ativos em São Paulo com um potencial lucro imobiliário relevante para os cotistas.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,82 | -0,04% |
| 2 | CCME11 | R$ 9,11 | -0,03% |
| 3 | XPIN11 | R$ 75,60 | -0,02% |
| 4 | VGIP11 | R$ 78,59 | -0,02% |
| 5 | RBFM11 | R$ 10,53 | -0,02% |
| 6 | ICRI11 | R$ 93,45 | -0,02% |
| 7 | BROF11 | R$ 60,00 | -0,02% |
| 8 | HGPO11 | R$ 148,57 | -0,02% |
| 9 | RZAT11 | R$ 90,54 | -0,01% |
| 10 | VGRI11 | R$ 8,01 | -0,01% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,82 ↓4,34%
Descrição: O ativo SPXS11 encerrou o pregão cotado a R$ 8,82, registrando a maior queda percentual entre os ativos analisados, com um recuo de 4,34%, o que equivale a uma desvalorização nominal de R$ 0,40 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,22. Durante o dia, o fundo demonstrou baixa volatilidade intra-day, mantendo-se estagnado na mínima e máxima de R$ 8,82, sugerindo uma pressão vendedora constante ou ajuste pontual de valor de face. O volume de ações movimentadas foi de 59.923 unidades, resultando em um montante financeiro negociado de R$ 528.520,86. É importante notar que não foram disponibilizados dados sobre as máximas e mínimas das últimas 52 semanas para este ticker específico no conjunto atual, o que limita a análise de tendência de longo prazo, mas o posiciona no topo do ranking de desvalorização diária devido à intensidade da queda percentual.
Este fundo é gerido pela SPX Capital em parceria com a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties) e foca em uma estratégia multiestratégia dentro do setor imobiliário, buscando oportunidades em diferentes segmentos. Recentemente, o mercado tem acompanhado a estratégia de reciclagem de portfólio da SYN e como isso impacta a distribuição de rendimentos do SPXS11.
2º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 9,11 ↓3,09%
Descrição: O fundo CCME11 apresentou uma retração de 3,09%, fechando o dia a R$ 9,11, o que representa uma queda de R$ 0,29 frente ao fechamento anterior de R$ 9,40. O ativo operou em uma faixa entre a mínima de R$ 9,04 e a máxima de R$ 9,40, demonstrando que houve tentativa de manutenção do preço anterior antes da queda consolidada. O volume negociado somou R$ 457.686,40, com 50.240 cotas trocando de mãos. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o valor atual de R$ 9,11 está consideravelmente próximo da máxima do período (R$ 9,65) e bem acima da mínima de R$ 6,66. Isso indica que, apesar da queda diária expressiva, o fundo ainda preserva boa parte dos ganhos acumulados no último ano, situando-se em um patamar de preço elevado em comparação ao seu histórico de 12 meses.
O Canuma Capital Multiestratégia é um FII que possui flexibilidade para investir em diversos ativos do setor imobiliário, incluindo CRIs e outros fundos. Uma notícia relevante recente para os cotistas foi a movimentação da gestão para otimizar a carteira de crédito diante da estabilidade da taxa Selic, visando manter o dividend yield competitivo.
3º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 75,60 ↓2,39%
Descrição: O XPIN11 encerrou o dia com uma desvalorização de 2,39%, sendo negociado a R$ 75,60, uma redução de R$ 1,85 por cota. O volume financeiro foi robusto, atingindo R$ 1.791.795,60, com 23.701 ações negociadas. O comportamento do preço variou entre R$ 69,85 (mínima) e R$ 77,45 (máxima), mostrando uma amplitude significativa de negociação durante a sessão. O fechamento anterior estava em R$ 77,45, o que significa que o papel abriu e fechou abaixo da sua referência anterior. Comparando com as janelas de 52 semanas, o fundo está operando em um nível intermediário, distante da mínima de R$ 55,41 e abaixo da máxima de R$ 81,26. A queda atual pode ser vista como um movimento de realização de lucros ou ajuste de mercado dentro do setor logístico e industrial, que compõe a base deste fundo.
O XP Industrial é um fundo focado em ativos de logística e plantas industriais, com um portfólio que abrange galpões em localizações estratégicas. Recentemente, a XP Asset anunciou a renovação de contratos de locação importantes em seu complexo logístico em Extrema-MG, garantindo previsibilidade de fluxo de caixa para os próximos períodos.
4º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 78,59 ↓2,18%
Descrição: O ativo VGIP11 registrou uma queda de 2,18%, encerrando a R$ 78,59, com uma variação nominal negativa de R$ 1,75. O pregão foi marcado por uma movimentação financeira expressiva de R$ 2.511.972,17, uma das maiores do grupo analisado, fruto da negociação de 31.963 cotas. O preço oscilou entre a mínima de R$ 78,58 e a máxima de R$ 79,46. O fechamento anterior foi de R$ 80,34. Analisando o intervalo anual, o valor de R$ 78,59 coloca o fundo em uma posição confortável acima da mínima de 52 semanas (R$ 65,39), mas sinaliza um distanciamento da máxima de R$ 85,54. Como se trata de um fundo de “papel” (CRI), essas variações costumam estar atreladas às expectativas de inflação e ajustes na curva de juros, refletindo diretamente no valor patrimonial e de mercado das cotas.
Gerido pela Valora Investimentos, o VGIP11 investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao IPCA. A notícia mais recente do fundo destaca o aumento da exposição em ativos de crédito high grade, visando proteger a carteira contra inadimplências em cenários macroeconômicos mais voláteis.
5º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,53 ↓2,05%
Descrição: O ETF RBFM11 fechou o dia em R$ 10,53, apresentando uma desvalorização de 2,05%, ou R$ 0,22 em termos absolutos. O volume de negociação atingiu R$ 455.211,90, com 43.230 cotas movimentadas. O ativo teve sua mínima do dia em R$ 10,51 e máxima em R$ 10,85, tendo fechado o dia anterior a R$ 10,75. Este ETF, que busca replicar o desempenho do índice IFIX, reflete o sentimento geral do mercado de fundos imobiliários. Observando as 52 semanas, o RBFM11 está sendo negociado muito próximo de sua máxima histórica do período (R$ 11,06) e bem acima da mínima (R$ 7,83). Portanto, a queda de 2,05% pode ser interpretada como uma correção técnica natural após um longo período de valorização, acompanhando a volatilidade do índice de referência que engloba os principais FIIs da bolsa brasileira.
O RBFM11 é um fundo de índice gerido pela Rio Bravo que oferece ao investidor uma exposição diversificada aos FIIs que compõem o IFIX. Recentemente, a gestora destacou em relatório a resiliência do índice frente às oscilações dos juros futuros, mencionando que a diversificação do ETF ajuda a mitigar riscos específicos de vacância em ativos de tijolo.
6º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 93,45 ↓1,90%
Descrição: O ICRI11 registrou uma queda de 1,90%, terminando o dia a R$ 93,45, o que representa uma redução de R$ 1,81 por cota. O fundo movimentou um volume expressivo de R$ 2.919.378,00, o maior entre os dez ativos listados, indicando alta liquidez no pregão. Durante o dia, o preço variou entre R$ 93,00 e R$ 95,10, após um fechamento anterior de R$ 95,26. No panorama de 52 semanas, o ativo demonstra uma tendência de alta no longo prazo, pois seu valor atual de R$ 93,45 está muito próximo da máxima anual de R$ 95,33 e distante da mínima de R$ 70,20. Este comportamento sugere que o fundo tem sido bem demandado pelo mercado, possivelmente devido à sua indexação ao IPCA, e que a queda de hoje não compromete a estrutura de valorização acumulada ao longo do ano.
Este fundo é um veículo do Itaú Asset Management focado em crédito imobiliário com correção monetária pelo IPCA. A notícia recente mais impactante foi a divulgação do relatório mensal onde a gestão confirmou o aumento da alocação em CRIs do setor de varejo alimentício, buscando garantias mais robustas para o portfólio.
7º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 60,00 ↓1,61%
Descrição: O fundo BROF11 apresentou um recuo de 1,61%, fechando a R$ 60,00 cravados. A variação nominal foi de R$ 0,98 negativos. O volume de negociação foi relativamente baixo, com R$ 171.780,00 movimentados através de 2.863 cotas. O preço oscilou pouco durante o dia, entre R$ 59,39 e R$ 60,98, partindo de um fechamento anterior de R$ 60,98. Em uma análise de 52 semanas, o fundo encontra-se em um patamar de preço elevado, com a máxima do período sendo R$ 61,51 e a mínima R$ 40,59. Estar cotado a R$ 60,00 indica que o ativo está operando próximo ao seu teto histórico recente, sugerindo que o mercado absorveu bem as vacâncias ou renegociações de aluguel em seu portfólio de lajes corporativas, apesar da leve correção negativa registrada nesta data.
O BROF11 (BR Properties Corporate Offices) é especializado em lajes corporativas de alto padrão (Triple A). Recentemente, a empresa reportou ao mercado a conclusão da venda de ativos não-estratégicos, o que resultou em uma distribuição de dividendos extraordinária para os cotistas, mantendo o interesse institucional no fundo.
8º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 148,57 ↓1,57%
Descrição: O HGPO11, um dos fundos com maior valor nominal de cota, fechou a R$ 148,57, com queda de 1,57% (R$ 2,37 a menos por cota). O volume financeiro foi o menor do grupo, com R$ 126.581,64 e apenas 852 cotas negociadas, o que evidencia uma liquidez mais restrita no dia. O ativo oscilou entre R$ 147,68 e R$ 149,47, vindo de um fechamento anterior de R$ 150,94. No acumulado de 52 semanas, o valor atual reflete uma performance sólida, estando próximo da máxima de R$ 151,99 e bem acima da mínima de R$ 125,50. A baixa liquidez diária pode acentuar variações percentuais mesmo com poucas ordens, mas o patamar de preço sinaliza que os ativos de lajes corporativas Prime mantêm sua atratividade para o investidor focado em qualidade de ativos em São Paulo.
Gerido pela Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), o HGPO11 possui um portfólio ultra-seletivo de edifícios de escritórios. A notícia recente gira em torno da proposta de aquisição de todo o portfólio do fundo por investidores externos, o que tem gerado especulação e mantido o preço da cota próximo ao valor patrimonial.
9º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 90,54 ↓1,37%
Descrição: O RZAT11 encerrou a sessão com queda de 1,37%, cotado a R$ 90,54, o que representa uma redução de R$ 1,26. O volume negociado foi de R$ 771.310,26, com um total de 8.519 cotas. A variação intra-day ocorreu entre R$ 90,02 e R$ 91,98, após fechar o dia anterior em R$ 91,80. Ao analisar o horizonte de um ano, o fundo demonstra estar em sua melhor fase de preço, com a mínima em R$ 68,97 e a máxima em R$ 92,20. O preço de fechamento atual está a menos de 2% de sua máxima de 52 semanas, indicando que o mercado de crédito High Yield (maior risco e maior retorno) tem sido recompensado, e a queda de hoje parece ser apenas uma oscilação pontual dentro de uma tendência de alta consistente.
O RZAT11 é um fundo gerido pela Riza Asset que busca retornos acima da média através de crédito imobiliário estruturado. Recentemente, a gestora informou a inclusão de novos ativos de crédito no agronegócio dentro da carteira do fundo, visando diversificar as fontes de receita e aumentar o spread sobre o CDI.
10º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 8,01 ↓1,35%
Descrição: O VGRI11 fechou a lista com uma queda de 1,35%, sendo negociado a R$ 8,01, uma variação de R$ 0,11 negativos. Apesar de ser o último no ranking de quedas, apresentou um volume de ações muito alto, com 177.722 cotas movimentadas, gerando um volume financeiro de R$ 1.423.553,22. O preço oscilou entre a mínima de R$ 7,84 e a máxima de R$ 8,14, vindo de um fechamento anterior de R$ 8,12. No histórico de 52 semanas, o papel mostra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 5,69, embora esteja abaixo da máxima de R$ 8,68. O alto volume negociado sugere uma troca de mãos importante entre grandes players, mantendo o ativo com excelente liquidez no mercado secundário de FIIs de menor valor nominal.
O VGRI11 é outro fundo da prateleira da Valora, com foco em ativos residenciais e de renda urbana. A última notícia do fundo destaca o avanço das obras em empreendimentos que compõem o seu portfólio de desenvolvimento, o que promete gerar ganhos de capital para o fundo no momento das vendas das unidades.