Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 12/02/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 8,98 0,05%
2 CLIN11 R$ 94,44 0,05%
3 RBRX11 R$ 8,70 0,04%
4 GZIT11 R$ 48,35 0,03%
5 WHGR11 R$ 9,48 0,02%
6 CACR11 R$ 78,96 0,02%
7 LIFE11 R$ 8,82 0,01%
8 RCRB11 R$ 140,74 0,01%
9 HFOF11 R$ 6,83 0,01%
10 KORE11 R$ 73,45 0,01%

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑5,28%

Descrição: O Kinea Creditas encerrou a sessão como o principal destaque de valorização, atingindo o preço de R$ 8,98. Com uma variação nominal de R$ 0,45, o fundo demonstrou forte pressão compradora, oscilando entre a mínima de R$ 8,98 e a máxima de R$ 9,00 durante o dia. O volume de negociação em cotas foi de 58.005 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 520.884,90. É importante notar que o fechamento anterior estava em R$ 8,53, o que configura um salto considerável para a métrica de um único pregão. O fundo não apresenta dados registrados de mínima e máxima para as últimas 52 semanas nesta planilha, sugerindo uma listagem recente ou ajuste de base. O giro financeiro moderado indica que a alta foi impulsionada por ordens específicas que encontraram pouca resistência no book de ofertas.

O KCRE11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela Kinea, focado em operações de crédito estruturadas em parceria com a plataforma Creditas. Recentemente, o fundo tem sido acompanhado de perto pelo mercado devido à sua estratégia de alocação em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) com garantias residenciais, buscando surfar a estabilidade do setor de crédito privado.

2º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑4,91%

Descrição: O fundo CLIN11 registrou uma das maiores altas do dia, fechando cotado a R$ 94,44. A variação positiva foi de R$ 4,32 em relação ao fechamento anterior de R$ 93,83. Curiosamente, a mínima e a máxima do dia permaneceram travadas no valor de fechamento (R$ 94,44), o que pode indicar baixa liquidez intra-diária ou uma execução de lote único no final do pregão. O volume de ações movimentadas foi de 11.937 cotas, gerando um montante financeiro de R$ 1.127.330,28. Este volume financeiro é robusto considerando a quantidade de cotas, o que demonstra o alto valor nominal do ativo. A ausência de dados históricos de 52 semanas na planilha reforça um cenário de consolidação de dados para este ticker específico. A performance de quase 5% em um único dia é atípica para fundos de índice de preço, chamando a atenção dos analistas.

O CLIN11 é gerido pela Clave Capital e atua no segmento de títulos e valores mobiliários, com foco em ativos indexados à inflação (IPCA+). A última notícia relevante sobre o fundo envolve a divulgação de seu relatório gerencial mensal, onde a gestão destacou a manutenção da qualidade de crédito da carteira e a estratégia de reciclagem de ativos para manter o dividend yield competitivo.

3º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,70 ↑4,19%

Descrição: O RBRX11 apresentou um desempenho sólido, encerrando o dia a R$ 8,70, uma valorização de R$ 0,35 por cota. O fundo movimentou um volume expressivo de 640.669 cotas, sendo um dos mais líquidos da lista em termos de quantidade de papéis trocados. O volume financeiro total negociado atingiu a marca de R$ 5.573.820,30, o maior valor financeiro entre os cinco primeiros colocados deste ranking. A mínima e a máxima do dia ficaram estagnadas no valor de fechamento, R$ 8,70, sugerindo que o ativo encontrou um ponto de equilíbrio logo na abertura ou através de negociações em bloco. Partindo de um fechamento anterior de R$ 8,35, a subida de 4,19% consolida o otimismo dos investidores quanto à estratégia multiestratégia do fundo no atual cenário macroeconômico brasileiro.

O RBRX11 é um fundo imobiliário do tipo “Multiestratégia” da RBR Asset, que possui flexibilidade para investir tanto em CRIs quanto em outros FIIs e ativos de tijolo. Em notícias recentes, o fundo anunciou a conclusão de uma nova chamada de capital, visando aproveitar oportunidades de aquisição em ativos de logística e escritórios de alto padrão que apresentam desconto patrimonial.

4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑2,87%

Descrição: No setor de shoppings, o GZIT11 registrou um fechamento a R$ 48,35, representando um ganho de 2,87% ou R$ 1,35 nominalmente. O fundo teve 21.664 cotas negociadas durante o dia, totalizando um volume financeiro de R$ 1.047.454,40. O preço de fechamento anterior era de R$ 47,00, e o ativo manteve-se estável em sua máxima de R$ 48,35 ao longo das operações registradas. Este movimento indica uma recuperação interessante para o segmento de varejo físico. O volume negociado mostra que há uma liquidez saudável para investidores de médio porte. Sem dados de 52 semanas disponíveis no relatório, a análise foca no curto prazo, onde o fundo conseguiu superar a barreira dos R$ 48,00 com relativa facilidade, sustentado pelo fluxo de caixa proveniente dos aluguéis de seus empreendimentos.

O GZIT11 é administrado pela Gazit Brasil e detém participações em shoppings centers de relevância, como o Morumbi Town em São Paulo. Recentemente, a empresa controladora Gazit-Globe mencionou em relatórios operacionais o aumento do fluxo de visitantes em seus empreendimentos, o que impacta diretamente na distribuição de dividendos do fundo.

5º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑2,49%

Descrição: O WHGR11 fechou a sessão cotado a R$ 9,48, com uma valorização percentual de 2,49%. O incremento nominal foi de R$ 0,23 por cota, com o ativo variando entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48. Foram negociadas 27.804 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 263.581,92, o menor valor financeiro desta lista, indicando uma liquidez mais restrita no dia. O fechamento anterior foi de R$ 9,25. Mesmo com um volume financeiro menor, o fundo conseguiu manter uma trajetória ascendente consistente. A proximidade entre a mínima e a máxima do dia demonstra uma baixa volatilidade intradiária, o que pode ser visto como um sinal de estabilidade para os detentores das cotas que buscam renda recorrente e menor exposição a oscilações bruscas de preço.

O WHGR11 é um fundo imobiliário gerido pela Wealth High Group (WHG), focado em uma carteira diversificada que mistura crédito imobiliário e participações em ativos reais. Uma notícia de destaque recente foi a aprovação, em assembleia, de novas diretrizes de investimento que permitem ao fundo alocar capital em projetos de desenvolvimento residencial e comercial de forma mais agressiva.

6º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 78,96 ↑1,88%

Descrição: O fundo CACR11 registrou um avanço de 1,88%, encerrando o dia a R$ 78,96. Com uma variação nominal de R$ 1,46, o ativo apresentou uma oscilação considerável, tocando a mínima de R$ 77,50 e a máxima de R$ 80,00. O volume de negociação foi de 20.696 cotas, totalizando R$ 1.634.156,16 em transações financeiras. Diferente dos primeiros colocados, este fundo possui histórico de 52 semanas, com mínima de R$ 58,30 e máxima de R$ 91,24, o que coloca o preço atual em uma zona intermediária de recuperação. O fechamento anterior coincidiu com a mínima do dia (R$ 77,50), mostrando que o fundo ganhou tração positiva logo após o início do pregão, mantendo-se firme acima dos R$ 78,00.

O CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) é focado em CRIs de maior risco (High Yield), buscando retornos acima da média de mercado. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de proventos referentes ao último mês, mantendo um patamar de rendimento mensal que atraiu a atenção de investidores focados em geração de renda passiva.

7º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,82 ↑1,50%

Descrição: O LIFE11 fechou o dia com valorização de 1,50%, sendo negociado a R$ 8,82. A variação em Reais foi de R$ 0,13. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,71 e a máxima de R$ 8,99, demonstrando uma volatilidade de quase 3% entre os extremos do dia. O volume de cotas negociadas foi relevante, alcançando 141.640 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 1.249.264,80. O fechamento anterior estava em R$ 8,69. Observando o histórico de 52 semanas, o fundo operou perto de sua máxima anual (R$ 8,99), estando bem distante da mínima de R$ 6,94. Isso indica que o ativo vive um momento de forte otimismo e valorização patrimonial no mercado secundário.

O LIFE11 é um fundo de recebíveis imobiliários que busca retorno através de investimentos em títulos de dívida. A última notícia relevante sobre o fundo foi a conclusão de um processo de estruturação de novos CRIs para compor sua carteira, visando aumentar a diversificação geográfica dos devedores.

8º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 140,74 ↑1,35%

Descrição: O RCRB11, um dos ativos de maior valor nominal da lista, encerrou a R$ 140,74, uma alta de 1,35%. O ganho nominal foi de R$ 1,87 por cota. O fundo apresentou uma amplitude de negociação entre R$ 138,30 e R$ 141,00. O volume foi de 8.147 cotas, gerando um montante financeiro de R$ 1.146.608,78. O fechamento anterior foi de R$ 138,87. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, com mínima de R$ 104,91 e máxima de R$ 145,17, operando atualmente próximo ao topo histórico recente. A baixa quantidade de cotas negociadas em comparação ao volume financeiro reflete o perfil de investidores institucionais e de alta renda que compõem a base deste fundo corporativo.

O RCRB11 (Rio Bravo Renda Corporativa) é um fundo de tijolo focado em lajes corporativas de alto padrão em São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, a Rio Bravo Investimentos, gestora do fundo, comunicou a renovação antecipada de contratos de aluguel em seu principal ativo, o que garante previsibilidade de caixa para os próximos anos.

9º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,83 ↑1,04%

Descrição: O HFOF11 registrou uma alta moderada de 1,04%, fechando o pregão a R$ 6,83. A variação nominal foi de apenas R$ 0,07, mas o volume de negociação foi massivo, com 361.975 cotas trocando de mãos. Isso resultou em um volume financeiro de R$ 2.472.289,25. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,75 e a máxima de R$ 6,87 durante o dia, partindo de um fechamento anterior de R$ 6,76. No histórico de 52 semanas, o fundo apresenta mínima de R$ 4,55 e máxima de R$ 6,99, o que mostra que o ativo está testando resistências importantes próximas ao seu teto anual. Por ser um Fundo de Fundos (FoF), seu desempenho reflete a melhora generalizada do IFIX.

O HFOF11 é gerido pela Hedge Investments e investe primordialmente em cotas de outros fundos imobiliários. A notícia mais recente do fundo envolve a estratégia de desinvestimento em alguns fundos de logística para aumentar a exposição em fundos de shopping, visando capturar o aumento nos dividendos deste último setor.

10º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 73,45 ↑0,89%

Descrição: Fechando o ranking, o KORE11 apresentou uma valorização de 0,89%, encerrando a R$ 73,45. O ganho nominal foi de R$ 0,65. O fundo teve uma movimentação intensa, com a mínima em R$ 72,60 e a máxima em R$ 73,49. O volume de cotas foi de 45.642, resultando no segundo maior volume financeiro da lista: R$ 3.352.404,90. O fechamento anterior foi de R$ 72,80. Nas últimas 52 semanas, o fundo variou entre R$ 58,63 e R$ 78,22. O expressivo volume financeiro negociado hoje demonstra que, apesar da alta percentual tímida, o mercado possui um interesse profundo no ativo, possivelmente devido à sua gestão premium e portfólio de ativos reais.

O KORE11 é um fundo de “Oportunidades” da Kinea que busca ganhos de capital através da aquisição, reforma e venda de imóveis comerciais (estratégia de valor agregado). Recentemente, o mercado repercutiu a notícia de que o fundo está avaliando a venda de um de seus ativos em São Paulo com um potencial lucro imobiliário relevante para os cotistas.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SPXS11 R$ 8,82 -0,04%
2 CCME11 R$ 9,11 -0,03%
3 XPIN11 R$ 75,60 -0,02%
4 VGIP11 R$ 78,59 -0,02%
5 RBFM11 R$ 10,53 -0,02%
6 ICRI11 R$ 93,45 -0,02%
7 BROF11 R$ 60,00 -0,02%
8 HGPO11 R$ 148,57 -0,02%
9 RZAT11 R$ 90,54 -0,01%
10 VGRI11 R$ 8,01 -0,01%

1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,82 ↓4,34%

Descrição: O ativo SPXS11 encerrou o pregão cotado a R$ 8,82, registrando a maior queda percentual entre os ativos analisados, com um recuo de 4,34%, o que equivale a uma desvalorização nominal de R$ 0,40 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,22. Durante o dia, o fundo demonstrou baixa volatilidade intra-day, mantendo-se estagnado na mínima e máxima de R$ 8,82, sugerindo uma pressão vendedora constante ou ajuste pontual de valor de face. O volume de ações movimentadas foi de 59.923 unidades, resultando em um montante financeiro negociado de R$ 528.520,86. É importante notar que não foram disponibilizados dados sobre as máximas e mínimas das últimas 52 semanas para este ticker específico no conjunto atual, o que limita a análise de tendência de longo prazo, mas o posiciona no topo do ranking de desvalorização diária devido à intensidade da queda percentual.

Este fundo é gerido pela SPX Capital em parceria com a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties) e foca em uma estratégia multiestratégia dentro do setor imobiliário, buscando oportunidades em diferentes segmentos. Recentemente, o mercado tem acompanhado a estratégia de reciclagem de portfólio da SYN e como isso impacta a distribuição de rendimentos do SPXS11.


2º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 9,11 ↓3,09%

Descrição: O fundo CCME11 apresentou uma retração de 3,09%, fechando o dia a R$ 9,11, o que representa uma queda de R$ 0,29 frente ao fechamento anterior de R$ 9,40. O ativo operou em uma faixa entre a mínima de R$ 9,04 e a máxima de R$ 9,40, demonstrando que houve tentativa de manutenção do preço anterior antes da queda consolidada. O volume negociado somou R$ 457.686,40, com 50.240 cotas trocando de mãos. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o valor atual de R$ 9,11 está consideravelmente próximo da máxima do período (R$ 9,65) e bem acima da mínima de R$ 6,66. Isso indica que, apesar da queda diária expressiva, o fundo ainda preserva boa parte dos ganhos acumulados no último ano, situando-se em um patamar de preço elevado em comparação ao seu histórico de 12 meses.

O Canuma Capital Multiestratégia é um FII que possui flexibilidade para investir em diversos ativos do setor imobiliário, incluindo CRIs e outros fundos. Uma notícia relevante recente para os cotistas foi a movimentação da gestão para otimizar a carteira de crédito diante da estabilidade da taxa Selic, visando manter o dividend yield competitivo.


3º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 75,60 ↓2,39%

Descrição: O XPIN11 encerrou o dia com uma desvalorização de 2,39%, sendo negociado a R$ 75,60, uma redução de R$ 1,85 por cota. O volume financeiro foi robusto, atingindo R$ 1.791.795,60, com 23.701 ações negociadas. O comportamento do preço variou entre R$ 69,85 (mínima) e R$ 77,45 (máxima), mostrando uma amplitude significativa de negociação durante a sessão. O fechamento anterior estava em R$ 77,45, o que significa que o papel abriu e fechou abaixo da sua referência anterior. Comparando com as janelas de 52 semanas, o fundo está operando em um nível intermediário, distante da mínima de R$ 55,41 e abaixo da máxima de R$ 81,26. A queda atual pode ser vista como um movimento de realização de lucros ou ajuste de mercado dentro do setor logístico e industrial, que compõe a base deste fundo.

O XP Industrial é um fundo focado em ativos de logística e plantas industriais, com um portfólio que abrange galpões em localizações estratégicas. Recentemente, a XP Asset anunciou a renovação de contratos de locação importantes em seu complexo logístico em Extrema-MG, garantindo previsibilidade de fluxo de caixa para os próximos períodos.


4º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 78,59 ↓2,18%

Descrição: O ativo VGIP11 registrou uma queda de 2,18%, encerrando a R$ 78,59, com uma variação nominal negativa de R$ 1,75. O pregão foi marcado por uma movimentação financeira expressiva de R$ 2.511.972,17, uma das maiores do grupo analisado, fruto da negociação de 31.963 cotas. O preço oscilou entre a mínima de R$ 78,58 e a máxima de R$ 79,46. O fechamento anterior foi de R$ 80,34. Analisando o intervalo anual, o valor de R$ 78,59 coloca o fundo em uma posição confortável acima da mínima de 52 semanas (R$ 65,39), mas sinaliza um distanciamento da máxima de R$ 85,54. Como se trata de um fundo de “papel” (CRI), essas variações costumam estar atreladas às expectativas de inflação e ajustes na curva de juros, refletindo diretamente no valor patrimonial e de mercado das cotas.

Gerido pela Valora Investimentos, o VGIP11 investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao IPCA. A notícia mais recente do fundo destaca o aumento da exposição em ativos de crédito high grade, visando proteger a carteira contra inadimplências em cenários macroeconômicos mais voláteis.


5º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,53 ↓2,05%

Descrição: O ETF RBFM11 fechou o dia em R$ 10,53, apresentando uma desvalorização de 2,05%, ou R$ 0,22 em termos absolutos. O volume de negociação atingiu R$ 455.211,90, com 43.230 cotas movimentadas. O ativo teve sua mínima do dia em R$ 10,51 e máxima em R$ 10,85, tendo fechado o dia anterior a R$ 10,75. Este ETF, que busca replicar o desempenho do índice IFIX, reflete o sentimento geral do mercado de fundos imobiliários. Observando as 52 semanas, o RBFM11 está sendo negociado muito próximo de sua máxima histórica do período (R$ 11,06) e bem acima da mínima (R$ 7,83). Portanto, a queda de 2,05% pode ser interpretada como uma correção técnica natural após um longo período de valorização, acompanhando a volatilidade do índice de referência que engloba os principais FIIs da bolsa brasileira.

O RBFM11 é um fundo de índice gerido pela Rio Bravo que oferece ao investidor uma exposição diversificada aos FIIs que compõem o IFIX. Recentemente, a gestora destacou em relatório a resiliência do índice frente às oscilações dos juros futuros, mencionando que a diversificação do ETF ajuda a mitigar riscos específicos de vacância em ativos de tijolo.


6º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 93,45 ↓1,90%

Descrição: O ICRI11 registrou uma queda de 1,90%, terminando o dia a R$ 93,45, o que representa uma redução de R$ 1,81 por cota. O fundo movimentou um volume expressivo de R$ 2.919.378,00, o maior entre os dez ativos listados, indicando alta liquidez no pregão. Durante o dia, o preço variou entre R$ 93,00 e R$ 95,10, após um fechamento anterior de R$ 95,26. No panorama de 52 semanas, o ativo demonstra uma tendência de alta no longo prazo, pois seu valor atual de R$ 93,45 está muito próximo da máxima anual de R$ 95,33 e distante da mínima de R$ 70,20. Este comportamento sugere que o fundo tem sido bem demandado pelo mercado, possivelmente devido à sua indexação ao IPCA, e que a queda de hoje não compromete a estrutura de valorização acumulada ao longo do ano.

Este fundo é um veículo do Itaú Asset Management focado em crédito imobiliário com correção monetária pelo IPCA. A notícia recente mais impactante foi a divulgação do relatório mensal onde a gestão confirmou o aumento da alocação em CRIs do setor de varejo alimentício, buscando garantias mais robustas para o portfólio.


7º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 60,00 ↓1,61%

Descrição: O fundo BROF11 apresentou um recuo de 1,61%, fechando a R$ 60,00 cravados. A variação nominal foi de R$ 0,98 negativos. O volume de negociação foi relativamente baixo, com R$ 171.780,00 movimentados através de 2.863 cotas. O preço oscilou pouco durante o dia, entre R$ 59,39 e R$ 60,98, partindo de um fechamento anterior de R$ 60,98. Em uma análise de 52 semanas, o fundo encontra-se em um patamar de preço elevado, com a máxima do período sendo R$ 61,51 e a mínima R$ 40,59. Estar cotado a R$ 60,00 indica que o ativo está operando próximo ao seu teto histórico recente, sugerindo que o mercado absorveu bem as vacâncias ou renegociações de aluguel em seu portfólio de lajes corporativas, apesar da leve correção negativa registrada nesta data.

O BROF11 (BR Properties Corporate Offices) é especializado em lajes corporativas de alto padrão (Triple A). Recentemente, a empresa reportou ao mercado a conclusão da venda de ativos não-estratégicos, o que resultou em uma distribuição de dividendos extraordinária para os cotistas, mantendo o interesse institucional no fundo.


8º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 148,57 ↓1,57%

Descrição: O HGPO11, um dos fundos com maior valor nominal de cota, fechou a R$ 148,57, com queda de 1,57% (R$ 2,37 a menos por cota). O volume financeiro foi o menor do grupo, com R$ 126.581,64 e apenas 852 cotas negociadas, o que evidencia uma liquidez mais restrita no dia. O ativo oscilou entre R$ 147,68 e R$ 149,47, vindo de um fechamento anterior de R$ 150,94. No acumulado de 52 semanas, o valor atual reflete uma performance sólida, estando próximo da máxima de R$ 151,99 e bem acima da mínima de R$ 125,50. A baixa liquidez diária pode acentuar variações percentuais mesmo com poucas ordens, mas o patamar de preço sinaliza que os ativos de lajes corporativas Prime mantêm sua atratividade para o investidor focado em qualidade de ativos em São Paulo.

Gerido pela Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), o HGPO11 possui um portfólio ultra-seletivo de edifícios de escritórios. A notícia recente gira em torno da proposta de aquisição de todo o portfólio do fundo por investidores externos, o que tem gerado especulação e mantido o preço da cota próximo ao valor patrimonial.


9º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 90,54 ↓1,37%

Descrição: O RZAT11 encerrou a sessão com queda de 1,37%, cotado a R$ 90,54, o que representa uma redução de R$ 1,26. O volume negociado foi de R$ 771.310,26, com um total de 8.519 cotas. A variação intra-day ocorreu entre R$ 90,02 e R$ 91,98, após fechar o dia anterior em R$ 91,80. Ao analisar o horizonte de um ano, o fundo demonstra estar em sua melhor fase de preço, com a mínima em R$ 68,97 e a máxima em R$ 92,20. O preço de fechamento atual está a menos de 2% de sua máxima de 52 semanas, indicando que o mercado de crédito High Yield (maior risco e maior retorno) tem sido recompensado, e a queda de hoje parece ser apenas uma oscilação pontual dentro de uma tendência de alta consistente.

O RZAT11 é um fundo gerido pela Riza Asset que busca retornos acima da média através de crédito imobiliário estruturado. Recentemente, a gestora informou a inclusão de novos ativos de crédito no agronegócio dentro da carteira do fundo, visando diversificar as fontes de receita e aumentar o spread sobre o CDI.


10º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 8,01 ↓1,35%

Descrição: O VGRI11 fechou a lista com uma queda de 1,35%, sendo negociado a R$ 8,01, uma variação de R$ 0,11 negativos. Apesar de ser o último no ranking de quedas, apresentou um volume de ações muito alto, com 177.722 cotas movimentadas, gerando um volume financeiro de R$ 1.423.553,22. O preço oscilou entre a mínima de R$ 7,84 e a máxima de R$ 8,14, vindo de um fechamento anterior de R$ 8,12. No histórico de 52 semanas, o papel mostra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 5,69, embora esteja abaixo da máxima de R$ 8,68. O alto volume negociado sugere uma troca de mãos importante entre grandes players, mantendo o ativo com excelente liquidez no mercado secundário de FIIs de menor valor nominal.

O VGRI11 é outro fundo da prateleira da Valora, com foco em ativos residenciais e de renda urbana. A última notícia do fundo destaca o avanço das obras em empreendimentos que compõem o seu portfólio de desenvolvimento, o que promete gerar ganhos de capital para o fundo no momento das vendas das unidades.

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