Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | WHGR11 | R$ 9,53 | 2,47% |
| 2 | KCRE11 | R$ 8,66 | 1,52% |
| 3 | VGIP11 | R$ 80,58 | 1,04% |
| 4 | VRTA11 | R$ 77,62 | 0,96% |
| 5 | LIFE11 | R$ 8,90 | 0,91% |
| 6 | KNIP11 | R$ 91,34 | 0,84% |
| 7 | RBRR11 | R$ 85,13 | 0,76% |
| 8 | RBFM11 | R$ 11,19 | 0,72% |
| 9 | BRCR11 | R$ 48,25 | 0,69% |
| 10 | KNSC11 | R$ 8,82 | 0,68% |
1º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,53 ↑ 2,47%
Descrição: O WHG Real Estate (WHGR11) liderou a sessão com a maior valorização percentual entre os ativos analisados. O fundo registrou um fechamento em R$ 9,53, o que representa um aumento nominal de R$ 0,23 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,30. Durante o pregão, o ativo demonstrou baixa volatilidade pontual, mantendo sua mínima e máxima no mesmo patamar de R$ 9,53, sugerindo uma concentração de liquidez no topo do dia. O volume de cotas negociadas foi de 24.385, gerando um volume financeiro total de R$ 232.389,05. É importante notar que não foram fornecidos dados históricos de 52 semanas, indicando que o ativo pode ser de listagem recente ou possuir dados específicos ainda em processamento. A performance de 2,47% coloca o fundo em uma posição de destaque frente aos seus pares de setor imobiliário.
O WHGR11 é um fundo imobiliário gerido pela WHG (Wealth High Governance), focado em ativos de renda urbana e desenvolvimento imobiliário. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos aos cotistas.
2º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,66 ↑ 1,52%
Descrição: O Kinea Creditas (KCRE11) apresentou um desempenho sólido com uma alta de 1,52%. O preço da cota encerrou o dia em R$ 8,66, subindo R$ 0,13 frente ao valor anterior de R$ 8,53. O fundo teve uma movimentação intensa, com 273.429 cotas trocando de mãos, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 2.367.895,14. A oscilação diária foi pequena, variando entre a mínima de R$ 8,66 e a máxima de R$ 8,71. Assim como o líder do ranking, este ativo não apresenta dados consolidados de mínima e máxima de 52 semanas na base fornecida. A valorização acima de 1,5% é considerada significativa para o segmento de fundos de papel ou crédito, refletindo possivelmente uma percepção favorável do mercado quanto ao carrego de sua carteira de recebíveis.
O KCRE11 é um fundo de papel gerido pela Kinea Investimentos em parceria com a fintech Creditas, investindo primordialmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) lastreados em empréstimos com garantia de imóvel (home equity). Em notícias recentes, a Kinea anunciou a conclusão de novas alocações que visam manter o dividend yield acima da média do mercado.
3º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 80,58 ↑ 1,04%
Descrição: O VGIP11 fechou o dia cotado a R$ 80,58, registrando uma variação positiva de 1,04% (R$ 0,83). O ativo mostrou uma amplitude de negociação interessante, com mínima de R$ 78,95 e máxima de R$ 80,60, indicando que houve força compradora ao longo do dia para recuperar o patamar acima dos oitenta reais. O volume financeiro foi robusto, totalizando R$ 2.718.608,04, com 33.738 cotas negociadas. No histórico de 52 semanas, o fundo encontra-se em um patamar elevado, próximo à sua máxima de R$ 84,86 e bem distante da mínima de R$ 68,40. Esse posicionamento reforça a resiliência do fundo em cenários de inflação persistente, dado que sua carteira é indexada predominantemente a índices de preços como o IPCA.
O Valora CRI Índice de Preço é um fundo imobiliário que investe em títulos de dívida imobiliária. A última notícia relevante sobre o fundo refere-se ao anúncio de seus proventos mensais, que continuam atraindo investidores focados em renda passiva e proteção contra a inflação.
4º – FATOR VERITA FDO INV IMOB OF (VRTA11) | R$ 77,62 ↑ 0,96%
Descrição: O Fator Veritá (VRTA11) encerrou a sessão com uma valorização de 0,96%, atingindo o preço de R$ 77,62. O incremento financeiro por cota foi de R$ 0,74 em comparação aos R$ 76,88 do fechamento anterior. Durante as negociações, o fundo oscilou entre R$ 76,75 e R$ 77,95. O volume de negociação foi de 36.779 cotas, movimentando R$ 2.854.785,98 no total. Ao analisar o horizonte de um ano, o VRTA11 demonstra estabilidade, operando atualmente mais perto do topo de sua faixa de 52 semanas (R$ 80,61) do que do piso (R$ 67,66). O volume financeiro diário superior a 2,8 milhões de reais demonstra a liquidez relevante que o fundo possui no mercado secundário da B3.
O VRTA11 é um dos fundos de papel mais tradicionais do mercado, focado na aquisição de CRIs com foco em ativos residenciais e comerciais. Recentemente, a gestão divulgou relatório mensal destacando a qualidade do crédito da carteira e a ausência de inadimplência relevante.
5º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,90 ↑ 0,91%
Descrição: O fundo LIFE11 apresentou uma alta de 0,91%, fechando em R$ 8,90, o que representa um ganho de R$ 0,08 por cota. O ativo operou em uma faixa estreita entre R$ 8,75 e R$ 8,90. O volume de cotas negociadas foi de 76.784, gerando um volume financeiro de R$ 683.377,60. Um ponto de destaque técnico é que o fechamento atual em R$ 8,90 está extremamente próximo da máxima registrada nas últimas 52 semanas, que é de R$ 8,96. Isso sugere um momento de forte otimismo ou pressão compradora para o ativo. A mínima anual de R$ 6,94 mostra que o fundo percorreu uma trajetória de recuperação ou valorização consistente ao longo do último ano fiscal.
O LIFE11 é gerido pela Life Capital Partners e atua com foco em ativos de crédito imobiliário. Notícias recentes indicam que o fundo está buscando novas captações via emissão de cotas para expandir seu patrimônio e diversificar os emissores de sua carteira de CRIs.
6º – KINEA INDICES DE PRECOS FDO INV IMOB CF (KNIP11) | R$ 91,34 ↑ 0,84%
Descrição: O KNIP11, um dos maiores fundos da indústria em patrimônio líquido, registrou alta de 0,84%, encerrando a R$ 91,34. A variação nominal foi de R$ 0,76. O volume financeiro foi o maior da lista até o momento, atingindo R$ 7.596.839,14, com 83.171 cotas negociadas, o que reflete sua alta liquidez e importância institucional. O ativo flutuou entre R$ 90,71 e R$ 91,34. Com uma máxima de 52 semanas em R$ 92,34, o KNIP11 está operando com um pequeno desconto em relação ao seu topo histórico recente. A mínima do ano foi de R$ 79,68, evidenciando uma valorização acumulada substancial para um fundo de perfil “High Grade”.
O KNIP11 é um fundo de papel da Kinea voltado para investidores qualificados, com carteira majoritariamente em CRIs indexados ao IPCA. A última notícia do fundo destaca o impacto positivo da manutenção de taxas de juros reais elevadas na rentabilidade de seus ativos indexados à inflação.
7º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 85,13 ↑ 0,76%
Descrição: O RBRR11 apresentou uma valorização de 0,76%, fechando o pregão em R$ 85,13. O aumento foi de R$ 0,64 em relação ao fechamento de R$ 84,49. O volume de ações (cotas) negociadas foi de 39.012, totalizando um giro financeiro de R$ 3.321.091,56. O ativo tocou a mínima de R$ 84,24 e a máxima de R$ 85,23 durante o dia. No acumulado de 52 semanas, o fundo possui uma máxima de R$ 89,52 e uma mínima de R$ 70,69. A cotação atual demonstra que o fundo mantém uma trajetória de recuperação após períodos de maior estresse no mercado de crédito, mantendo-se como uma opção de menor risco (High Grade) dentro do portfólio de muitos investidores.
O RBRR11 é gerido pela RBR Asset Management e foca em CRIs de baixo risco de crédito com garantias reais localizadas em regiões nobres. Recentemente, a RBR anunciou a liquidação de alguns ativos com ganho de capital, o que deve impactar positivamente as próximas distribuições.
8º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 11,19 ↑ 0,72%
Descrição: O RBFM11, que funciona como um ETF que replica o desempenho de uma carteira de FIIs, subiu 0,72% para fechar em R$ 11,19. O ganho por cota foi de R$ 0,08. O volume financeiro foi de R$ 254.236,80, com 22.720 cotas negociadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 11,09 e a máxima de R$ 11,40. É interessante notar que o fechamento em R$ 11,19 está próximo da sua máxima anual de R$ 11,70, tendo se valorizado consideravelmente desde a mínima de R$ 8,08. Como este ativo é um fundo de índice, sua performance reflete a média ponderada dos principais fundos imobiliários do mercado brasileiro.
O RBFM11 é um ETF gerido pela Rio Bravo que busca replicar o Índice Teórico do IFIX-L. A última notícia relevante sobre este produto é a sua crescente adoção por investidores iniciantes que buscam diversificação automática no setor imobiliário sem a necessidade de escolher fundos individuais.
9º – FDO INV IMOB BTG PACTUAL CORP F REIT (BRCR11) | R$ 48,25 ↑ 0,69%
Descrição: O BRCR11, um dos fundos de lajes corporativas mais conhecidos do mercado, fechou em alta de 0,69%, cotado a R$ 48,25. O avanço foi de R$ 0,33. O volume financeiro movimentado foi de R$ 1.002.249,00, com 20.772 cotas negociadas. O fundo teve mínima de R$ 47,85 e máxima de R$ 48,36. No contexto de 52 semanas, o BRCR11 opera abaixo da sua máxima de R$ 50,73, mas bem acima da mínima de R$ 35,16 registrada em momentos de maior incerteza sobre o setor de escritórios. O volume diário na casa de 1 milhão de reais reforça sua presença constante nas carteiras de investimento, apesar dos desafios estruturais do segmento de lajes.
O BRCR11 (BTG Pactual Corporate Office Fund) investe em edifícios de escritórios de alto padrão, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a renovação de contratos de locação importantes, o que ajuda a reduzir a vacância física do portfólio.
10º – KINEA SECURITIES FDO DE INV IMOB CF (KNSC11) | R$ 8,82 ↑ 0,68%
Descrição: Encerrando a lista dos 10 destaques, o KNSC11 registrou alta de 0,68%, terminando o dia em R$ 8,82. A variação positiva foi de R$ 0,06. Este ativo chamou a atenção pelo elevadíssimo volume de cotas negociadas: 605.104 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 5.337.017,28, o segundo maior desta lista. O fundo oscilou entre R$ 8,76 e R$ 8,83. No histórico anual, o preço de R$ 8,82 está mais próximo da máxima de R$ 9,17 do que da mínima de R$ 7,51. A alta liquidez e a valorização constante indicam que o mercado vê com bons olhos a estratégia de gestão de crédito e a composição do portfólio de recebíveis do fundo.
O KNSC11 é um fundo de papel da Kinea que possui uma carteira híbrida, investindo em CRIs indexados tanto ao IPCA quanto ao CDI. Em notícia recente, a gestão destacou que a flexibilidade de indexação permitiu ao fundo navegar com sucesso pelas recentes oscilações na curva de juros brasileira.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,48 | -4,07% |
| 2 | GZIT11 | R$ 45,10 | -4,04% |
| 3 | VINO11 | R$ 5,04 | -4,00% |
| 4 | GARE11 | R$ 8,35 | -2,57% |
| 5 | KORE11 | R$ 74,00 | -2,18% |
| 6 | CLIN11 | R$ 92,09 | -1,85% |
| 7 | TRBL11 | R$ 77,50 | -1,71% |
| 8 | XPIN11 | R$ 67,59 | -1,69% |
| 9 | TGAR11 | R$ 76,40 | -1,55% |
| 10 | DEVA11 | R$ 23,73 | -1,45% |
1º – SPX SYN MULTIESTRATEGIA (SPXS11) | R$ 8,48 ↓ 4,07%
Descrição: O fundo SPXS11 liderou as perdas do levantamento, encerrando o dia cotado a R$ 8,48. Durante a sessão, o ativo tocou sua mínima diária exatamente no valor de fechamento, com uma variação negativa nominal de R$ 0,36 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,84. O volume de cotas negociadas foi de 38.111, gerando um giro financeiro de R$ 323.181,28. Observa-se que o fundo operou em uma banda estreita entre R$ 8,48 e R$ 8,49, demonstrando forte pressão vendedora. Este fundo é classificado como um FII multiestratégia, gerido pela SPX Gestão de Recursos, focando em uma carteira híbrida que pode envolver CRIs e outros FIIs. A última notícia relevante do fundo envolve a divulgação de seu relatório gerencial mensal, onde a gestão detalhou a alocação de ativos em meio ao cenário de juros elevados.
2º – GAZIT MALLS FII (GZIT11) | R$ 45,10 ↓ 4,04%
Descrição: O GZIT11 apresentou uma desvalorização acentuada de 4,04%, com o preço da cota recuando de R$ 47,00 para R$ 45,10. O volume financeiro movimentado foi expressivo, somando R$ 1.025.258,30, fruto da negociação de 22.733 cotas. O ativo manteve-se estagnado em sua mínima durante as operações registradas, indicando falta de suporte comprador no patamar de preço anterior. Este fundo é focado no setor de Shopping Centers e possui em seu portfólio participações em empreendimentos administrados pela Gazit Brasil, subsidiária da multinacional Gazit-Globe. A empresa tem focado na reciclagem de portfólio e eficiência operacional de seus ativos. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado ajustes na distribuição de dividendos conforme o fluxo de caixa proveniente das locações nos shoppings.
3º – VINCI OFFICES (VINO11) | R$ 5,04 ↓ 4,00%
Descrição: Com um volume de negociação robusto de 216.564 cotas, o VINO11 encerrou o dia a R$ 5,04, uma queda de exatos 4,00%. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 5,03 e a máxima de R$ 5,29, demonstrando alta volatilidade intradiária. O volume financeiro totalizou R$ 1.091.482,56. Vale notar que o preço atual está próximo da mínima de 52 semanas (R$ 4,31). O Vinci Offices é um fundo que investe primordialmente em lajes corporativas de alto padrão, buscando renda através de aluguéis. A última notícia de impacto para o fundo foi a conclusão da venda de participações em ativos específicos para redução de alavancagem financeira, visando melhorar o perfil de endividamento e a distribuição de proventos aos cotistas.
4º – GUARDIAN LOGISTICA (GARE11) | R$ 8,35 ↓ 2,57%
Descrição: O GARE11 registrou o maior volume de cotas negociadas entre os listados, com 2.700.771 papéis trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 22.551.437,85. O valor recuou de R$ 8,57 para R$ 8,35, representando uma queda de 2,57%. O fundo operou próximo de sua máxima diária de R$ 8,35, sugerindo que houve liquidez abundante apesar da desvalorização. O fundo é gerido pela Guardian Gestora e foca em ativos logísticos e de renda urbana com contratos atípicos de longo prazo. Recentemente, a empresa anunciou a aquisição de um novo portfólio de imóveis logísticos, reforçando sua estratégia de expansão geográfica e diversificação de locatários.
5º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE (KORE11) | R$ 74,00 ↓ 2,18%
Descrição: O KORE11 fechou o pregão cotado a R$ 74,00, uma variação negativa de R$ 1,65 em comparação ao fechamento anterior de R$ 75,65. O fundo movimentou R$ 2.961.110,00, com 40.015 cotas negociadas. O preço de fechamento coincidiu com a mínima do dia, enquanto a máxima atingiu R$ 75,80. No horizonte de 52 semanas, o ativo ainda se mantém distante de sua mínima de R$ 60,29. Este é um fundo gerido pela Kinea (Itaú), focado em ativos de desenvolvimento e renda em diversos segmentos imobiliários. A notícia mais recente destaca o sucesso na captação de recursos em sua última emissão de cotas, destinada a novos investimentos em projetos imobiliários residenciais e comerciais.
6º – CLAVE INDICES DE PRECOS (CLIN11) | R$ 92,09 ↓ 1,85%
Descrição: O CLIN11 apresentou uma queda de 1,85%, encerrando o dia a R$ 92,09. O fundo teve uma liquidez mais reduzida em comparação aos pares, com 8.703 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 801.459,27. A variação nominal foi de R$ 1,74 negativos. O ativo oscilou muito pouco durante o dia, mantendo-se colado à mínima de R$ 92,07. O CLIN11 é um fundo de papel (CRI) gerido pela Clave Capital, com foco em títulos de dívida imobiliária indexados à inflação (IPCA). Recentemente, o fundo anunciou a manutenção do patamar de dividendos, beneficiado pela recente aceleração dos índices de preços, o que atrai investidores em busca de proteção inflacionária.
7º – SDI LOGISTICA RIO (TRBL11) | R$ 77,50 ↓ 1,71%
Descrição: O TRBL11 recuou para R$ 77,50, uma queda de 1,71% sobre o preço anterior de R$ 78,85. O volume de negócios atingiu R$ 2.762.487,50 através da movimentação de 35.645 cotas. O fundo demonstrou volatilidade, com máxima de R$ 78,68 e mínima de R$ 76,62. O preço atual está bem posicionado acima da mínima de 52 semanas de R$ 48,29. Gerido pela SDI Gestão, o fundo foca em galpões logísticos de alto padrão, principalmente na região do Rio de Janeiro. A última notícia relevante foi a renovação antecipada de contratos de locação em seu principal ativo logístico, garantindo estabilidade de fluxo de caixa para os próximos anos.
8º – XP INDUSTRIAL (XPIN11) | R$ 67,59 ↓ 1,69%
Descrição: O XPIN11 fechou o dia a R$ 67,59, representando uma desvalorização de 1,69%. O volume financeiro foi de R$ 1.238.924,70, com 18.330 cotas negociadas. O fundo teve uma oscilação considerável, saindo de uma mínima de R$ 66,20 para uma máxima de R$ 68,75. O valor de fechamento ficou abaixo do anterior (R$ 68,75). Este fundo da XP Vista foca em galpões industriais e logísticos, com ativos concentrados no interior de São Paulo. A última notícia do XPIN11 trata da redução da vacância física em um de seus condomínios logísticos, após a assinatura de um novo contrato de locação com uma empresa do setor de e-commerce.
9º – TG ATIVO REAL (TGAR11) | R$ 76,40 ↓ 1,55%
Descrição: O TGAR11 encerrou a sessão a R$ 76,40, uma queda de 1,55%. O fundo registrou um volume financeiro expressivo de R$ 5.592.938,40, com 73.206 cotas negociadas. Durante o dia, o ativo chegou a bater R$ 77,87, mas fechou em sua mínima. O histórico de 52 semanas mostra que o fundo já atingiu a máxima de R$ 92,80, indicando que o preço atual está descontado. Gerido pela TG Core, o fundo é pioneiro na estratégia de desenvolvimento imobiliário (equity), investindo diretamente em canteiros de obras. Recentemente, a empresa divulgou o cronograma de entrega de diversos empreendimentos residenciais, o que deve impactar positivamente o lucro contábil nos próximos trimestres.
10º – DEVANT RECEBIVEIS (DEVA11) | R$ 23,73 ↓ 1,45%
Descrição: O DEVA11 fecha a lista com uma queda de 1,45%, cotado a R$ 23,73. O volume negociado foi de 45.466 cotas, totalizando R$ 1.078.908,18. O fundo oscilou entre R$ 23,69 e R$ 24,19. O ativo tem enfrentado um período desafiador, estando consideravelmente abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 30,84. O DEVA11 é um fundo de papel focado em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) de maior risco e retorno (High Yield). A última notícia relevante envolve a reestruturação de algumas dívidas presentes na carteira, visando normalizar o fluxo de pagamentos e mitigar a inadimplência que afetou o rendimento nos meses anteriores.