Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 12/05/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 VGHF11 R$ 5,80 2,65%
2 RZTR11 R$ 90,46 2,21%
3 BRCO11 R$ 117,19 2,05%
4 XPML11 R$ 108,05 1,68%
5 PSEC11 R$ 58,20 1,48%
6 RBFM11 R$ 10,54 1,44%
7 RBRL11 R$ 83,98 1,25%
8 MFII11 R$ 56,21 1,24%
9 CPTS11 R$ 7,66 1,06%
10 HGCR11 R$ 96,60 0,96%

1º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 5,80 ↑ 2,65%

Descrição: O ativo VGHF11 encerrou o dia cotado a R$ 5,80, apresentando uma valorização nominal de R$ 0,15, o que representa um aumento percentual de 2,65% em relação ao fechamento anterior de R$ 5,65. Durante a sessão, o fundo demonstrou volatilidade controlada, com a mínima registrada em R$ 5,60 e a máxima atingindo R$ 5,84. O volume de cotas negociadas foi expressivo, somando 1.121.419 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 6.504.230,20. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo operou próximo à sua mínima de R$ 5,60, mantendo-se distante da máxima anual de R$ 7,23. Este desempenho coloca o ativo na primeira posição do ranking analisado, refletindo uma forte liquidez e interesse dos investidores no preço atual. A variação positiva indica uma recuperação frente aos patamares mínimos do ano, consolidando um suporte relevante na região dos R$ 5,60 conforme observado nos dados operacionais da jornada.

O VGHF11 é um fundo imobiliário do tipo papel, gerido pela Valora Investimentos, com foco em uma carteira diversificada que inclui CRIs, FIIs e outros ativos financeiros do setor imobiliário. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos em cenários de juros elevados.

2º – FDO DE INV IMOB RIZA TERRAX CF (RZTR11) | R$ 90,46 ↑ 2,21%

Descrição: O fundo RIZA TERRAX (RZTR11) registrou uma alta de 2,21% no pregão, com o preço atual fixado em R$ 90,46. Esta movimentação corresponde a um acréscimo de R$ 1,96 sobre o valor de fechamento anterior, que era de R$ 88,50. Ao longo do dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 88,94 e a máxima de R$ 90,46, fechando exatamente no topo do canal diário. O volume de negociação registrou 51.561 ações, movimentando o montante total de R$ 4.664.208,06. Em uma perspectiva de longo prazo, o fundo está posicionado em uma zona intermediária de sua amplitude anual, cuja mínima é de R$ 79,82 e a máxima de R$ 95,19. O fechamento na máxima do dia sugere uma pressão compradora robusta, impulsionando o ativo para a segunda colocação deste relatório e demonstrando resiliência técnica dentro de sua estratégia de investimento em terras agrícolas e ativos do agronegócio.

O RZTR11 é um fundo focado no setor de agronegócio, especificamente na aquisição de propriedades rurais para arrendamento e posterior venda (estratégia Sale-Leaseback). Uma notícia recente relevante envolve o anúncio de novas aquisições de fazendas no Centro-Oeste, visando expandir a área produtiva sob gestão do fundo.

3º – BRESCO LOGISTICA – FDO INV IMOB (BRCO11) | R$ 117,19 ↑ 2,05%

Descrição: O BRCO11 apresentou um desempenho sólido, encerrando cotado a R$ 117,19, o que equivale a uma alta de 2,05%. O ganho nominal por cota foi de R$ 2,35 em comparação ao fechamento prévio de R$ 114,84. Durante as negociações, o fundo tocou a mínima de R$ 115,33 e alcançou a máxima de R$ 117,24, demonstrando uma tendência de alta consistente ao longo das horas de mercado. O volume operacional foi de 65.680 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 7.697.039,20. No período de 52 semanas, o ativo demonstra força ao negociar próximo à sua máxima histórica de R$ 121,56, distanciando-se significativamente da mínima de R$ 97,80. Ocupando a terceira posição, o fundo destaca-se pela liquidez e pela valorização de capital, refletindo o otimismo do mercado em relação ao setor logístico e à qualidade dos ativos que compõem sua carteira imobiliária.

O Bresco Logística é um dos FIIs de logística mais respeitados do mercado, possuindo galpões de alto padrão (Classe A) alugados para grandes empresas como Amazon e Magazine Luiza. A última notícia do fundo refere-se à renovação antecipada de contratos de locação, garantindo previsibilidade de receita para os próximos anos.

4º – XP MALLS FDO INV IMOB FII ETF (XPML11) | R$ 108,05 ↑ 1,68%

Descrição: O XPML11 encerrou o dia com valorização de 1,68%, atingindo o preço de R$ 108,05. O incremento financeiro foi de R$ 1,79 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 106,26. A movimentação diária foi marcada por uma mínima de R$ 106,75 e uma máxima de R$ 108,05, terminando o dia em seu ponto mais alto. O ativo apresentou um dos maiores volumes financeiros do grupo, totalizando R$ 19.589.032,80 com 181.296 cotas negociadas. Nos últimos 12 meses, o fundo flutuou entre R$ 91,74 e R$ 111,84, indicando que a cotação atual está em patamares elevados de valorização. Esta performance garante ao fundo a quarta posição no ranking. A combinação de alta liquidez e fechamento na máxima reforça o papel do ativo como um termômetro para o setor de shoppings no mercado brasileiro, atraindo investidores institucionais e de varejo.

O XPML11 é gerido pela XP Vista e foca no investimento em participações em shopping centers. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão de uma nova emissão de cotas que captou recursos substanciais para a aquisição de fatias adicionais em shoppings premium já consolidados em sua carteira.

5º – VBI REITS FOF – FDO INV IMOB (PSEC11) | R$ 58,20 ↑ 1,48%

Descrição: O PSEC11 registrou um fechamento em R$ 58,20, representando uma alta percentual de 1,48%. A variação absoluta positiva foi de R$ 0,85 sobre o fechamento de R$ 57,35. Curiosamente, a mínima do dia coincidiu exatamente com o fechamento anterior de R$ 57,35, enquanto a máxima atingiu R$ 58,20. O volume de ações transacionadas foi de 65.847, resultando em um volume financeiro de R$ 3.832.295,40. Em relação ao intervalo de 52 semanas, o fundo se mantém acima da mínima de R$ 55,29 e abaixo da máxima de R$ 63,70. Na quinta posição do relatório, o ativo demonstra uma recuperação técnica estável, operando com spreads curtos entre a abertura e o fechamento. O volume financeiro moderado indica uma negociação saudável para um fundo de fundos (FOF), refletindo a busca dos investidores por diversificação indireta através da gestão ativa da VBI Real Estate.

O PSEC11 é um “Fundo de Fundos”, investindo predominantemente em cotas de outros FIIs. A última notícia relevante sobre o fundo trata do rebalanceamento de sua carteira, com o aumento de exposição em fundos de papel indexados ao IPCA para proteger o portfólio contra a inflação.

6º – RIO BRAVO IFIX FDO DE INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,54 ↑ 1,44%

Descrição: O ETF RBFM11 fechou a sessão cotado a R$ 10,54, o que representa um ganho de 1,44%. O aumento nominal foi de R$ 0,15 em relação ao valor anterior de R$ 10,39. Durante o dia, a cotação mínima registrada foi de R$ 10,27 e a máxima de R$ 10,54. Foram negociadas 30.684 cotas, somando um volume financeiro de R$ 323.409,36. Ao analisar o desempenho anual, o ativo encontra-se próximo à sua máxima de R$ 11,47, mantendo uma distância segura da mínima de R$ 8,43 registrada nas últimas 52 semanas. Ocupando a sexta posição, o desempenho do RBFM11 é particularmente relevante por ser um ETF que busca replicar o índice IFIX, sugerindo que o movimento de alta foi acompanhado pelo mercado de fundos imobiliários como um todo. O baixo volume financeiro comparado aos demais ativos reflete sua natureza de nicho, mas a variação percentual indica um bom momentum de curto prazo.

O RBFM11 é um ETF gerido pela Rio Bravo que visa replicar a performance do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX). Como notícia recente, a gestora destacou a resiliência do índice frente às oscilações da curva de juros, o que favoreceu a captação de novos investidores para este veículo de investimento passivo.

7º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 83,98 ↑ 1,25%

Descrição: O fundo RBRL11 alcançou o valor de R$ 83,98 em seu fechamento, com uma variação positiva de 1,25%. A diferença em reais foi de R$ 1,04 comparado ao fechamento de R$ 82,94. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 83,11 e a máxima de R$ 84,00 durante o pregão. O volume de negociação foi reduzido, com apenas 5.402 cotas trocando de mãos, totalizando R$ 453.659,96. No panorama de 52 semanas, o fundo apresenta uma máxima de R$ 92,01 e uma mínima de R$ 68,48. Na sétima posição do ranking, o RBRL11 mostra-se como um ativo de menor liquidez imediata no dia analisado, porém com uma valorização percentual consistente. O fechamento próximo à máxima sugere que, apesar do baixo volume, a demanda superou a oferta, mantendo a trajetória ascendente iniciada desde os níveis de suporte anuais observados anteriormente.

O RBRL11 é o braço logístico da RBR Asset Management, focado em ativos de galpões logísticos em localizações estratégicas. A última notícia do fundo menciona a assinatura de um novo contrato de locação em um de seus principais ativos no estado de São Paulo, reduzindo a vacância física da carteira para níveis mínimos.

8º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 56,21 ↑ 1,24%

Descrição: O MFII11 registrou uma valorização de 1,24%, encerrando o pregão a R$ 56,21. O ganho nominal foi de R$ 0,69 em relação ao fechamento de R$ 55,52. Durante a sessão de mercado, o ativo variou entre R$ 54,99 (mínima) e R$ 56,60 (máxima). O volume de ações negociadas foi de 40.435 unidades, gerando um movimento financeiro de R$ 2.272.851,35. Em um horizonte de um ano, o fundo operou entre a mínima de R$ 54,99 (tocada no dia) e a máxima de R$ 76,86. Posicionado em oitavo lugar, o MFII11 mostra uma tentativa de recuperação a partir de sua mínima de 52 semanas, indicando que o preço atual pode estar sendo visto como uma oportunidade de entrada por investidores focados em valor. A amplitude entre a cotação atual e a máxima anual reflete os desafios recentes do setor de desenvolvimento imobiliário, mas o fechamento positivo traz um fôlego momentâneo.

O MFII11 é um fundo de desenvolvimento imobiliário gerido pela Mérito Investimentos, atuando na construção de empreendimentos residenciais e comerciais. Uma notícia recente importante foi a entrega de um empreendimento de grande porte, o que deve impactar positivamente o fluxo de caixa do fundo nos próximos trimestres através da venda das unidades.

9º – CAPITANIA SECURITIES II FII CF (CPTS11) | R$ 7,66 ↑ 1,06%

Descrição: O ativo CPTS11 fechou cotado a R$ 7,66, registrando uma alta de 1,06%. Esta variação representa um acréscimo de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior de R$ 7,58. O fundo apresentou grande atividade diária, com mínima de R$ 7,57 e máxima de R$ 7,70. Destaca-se pelo volume massivo de cotas negociadas: 2.439.719 unidades, o maior entre todos os ativos listados, resultando em R$ 18.688.247,54 em volume negociado. No período de 52 semanas, o ativo variou entre R$ 6,30 e R$ 8,06. Na nona posição, o CPTS11 evidencia sua altíssima liquidez, sendo um dos favoritos do investidor de varejo devido ao valor nominal baixo da cota. O fechamento positivo, embora percentualmente menor que os líderes do ranking, é significativo dado o volume financeiro envolvido, mostrando estabilidade em uma faixa de preço próxima ao topo anual.

O CPTS11 é um fundo de recebíveis imobiliários (papel) gerido pela Capitania Investimentos, com carteira predominantemente indexada ao IPCA. Recentemente, o fundo anunciou uma mudança estratégica em sua política de investimentos para aumentar a exposição em crédito de alta qualidade (High Grade).

10º – FDO INV IMOB CSHG RECEBIVEIS CF (HGCR11) | R$ 96,60 ↑ 0,96%

Descrição: Encerrando a lista na décima posição, o HGCR11 apresentou uma valorização de 0,96%, com preço atual de R$ 96,60. O ganho em reais foi de R$ 0,92 comparado ao fechamento de R$ 95,68. A mínima do dia foi de R$ 95,76 e a máxima chegou a R$ 96,97. O volume negociado foi de 33.231 cotas, totalizando R$ 3.210.114,60. No histórico de 52 semanas, o fundo mantém-se em uma faixa sólida, com mínima de R$ 80,59 e máxima de R$ 99,12. Apesar de ser a menor variação percentual deste relatório, o HGCR11 mantém uma cotação robusta e próxima de suas máximas anuais. A consistência do ativo no setor de recebíveis imobiliários é refletida pela baixa volatilidade e pelo volume financeiro constante, características valorizadas por investidores que buscam proteção e renda fixa imobiliária em períodos de incerteza econômica.

O HGCR11 é um fundo de papel gerido pela Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A última notícia relevante sobre o fundo destaca a manutenção de seu guidance de dividendos, baseada na sólida performance de sua carteira de recebíveis indexados ao CDI e IPCA.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 41,80 -7,73%
2 CACR11 R$ 38,00 -5,00%
3 HFOF11 R$ 6,52 -2,98%
4 VILG11 R$ 98,50 -2,91%
5 GTWR11 R$ 80,98 -2,49%
6 BRCR11 R$ 46,19 -2,24%
7 TRBL11 R$ 69,14 -2,23%
8 URPR11 R$ 27,35 -2,08%
9 ITRI11 R$ 84,35 -1,75%
10 VGRI11 R$ 6,34 -1,71%

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 41,80 ↓7,73%

Descrição: O ativo GZIT11 apresentou o desempenho mais volátil do pregão analisado, fechando a R$ 41,80, o que representa uma desvalorização acentuada de 7,73% em relação ao fechamento anterior de R$ 45,30. Durante o dia, o fundo operou em uma faixa estreita, com mínima de R$ 41,80 e máxima de R$ 41,98. O volume de ações movimentadas foi de 6.430 unidades, gerando um volume financeiro de R$ 268.774,00. É importante notar que os dados de mínima e máxima das últimas 52 semanas não constam no registro atual. A queda nominal de R$ 3,50 posiciona o fundo no topo do ranking de variações negativas deste relatório. Investidores devem atentar para a liquidez do ativo, que se mostrou reduzida comparada a outros fundos da lista, refletindo possivelmente um movimento de ajuste pontual ou baixa demanda no período observado.

A Gazit Malls é um fundo que foca em shopping centers, sendo controlado pela multinacional Gazit-Globe. Recentemente, a empresa tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos aos cotistas.

2º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 38,00 ↓5,00%

Descrição: O fundo CACR11 encerrou a sessão cotado a R$ 38,00, registrando uma queda expressiva de 5,00%, ou R$ 2,00 em termos nominais. O ativo abriu o dia próximo ao fechamento anterior de R$ 40,00, atingindo uma máxima de R$ 40,00 e uma mínima de R$ 36,63. O volume negociado foi relevante, com 80.695 ações trocando de mãos, resultando em um giro financeiro de R$ 3.066.410,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo mostra uma volatilidade considerável, com mínima de R$ 30,03 e máxima de R$ 88,58. O fechamento atual situa-se abaixo da média do ano, indicando uma pressão vendedora no curto prazo. Este movimento pode estar atrelado à percepção de risco de crédito do portfólio de recebíveis imobiliários do fundo, que exige monitoramento constante por parte do investidor de renda variável.

O Supernova FII (CACR11) é um fundo de papel focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Uma notícia recente do setor aponta que o fundo manteve sua estratégia de pulverização de ativos para mitigar riscos de inadimplência.

3º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,52 ↓2,98%

Descrição: O HFOF11, um fundo de fundos (FoF), fechou o dia a R$ 6,52, apresentando uma redução de 2,98% em seu valor de mercado. A variação nominal negativa foi de R$ 0,20 comparada ao fechamento anterior de R$ 6,72. Durante o pregão, o ativo alcançou a máxima de R$ 6,73 e a mínima de R$ 6,52. O destaque fica para a alta liquidez, com 1.107.516 ações negociadas e um volume financeiro robusto de R$ 7.221.004,32. No intervalo de 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 5,17 e R$ 6,95. O fechamento atual está próximo da máxima anual, apesar da correção diária. Como um FoF, o desempenho do HFOF11 reflete diretamente a saúde do mercado de FIIs como um todo, servindo como um termômetro para o sentimento do investidor em relação ao setor imobiliário brasileiro e às taxas de juros.

O HFOF11 é gerido pela Hedge Investments e busca rendimentos através da aquisição de cotas de outros fundos imobiliários. Notícias recentes indicam que a gestão tem buscado aumentar a exposição em fundos de logística para capturar ganhos de capital.

4º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 98,50 ↓2,91%

Descrição: O fundo logístico VILG11 registrou um fechamento de R$ 98,50, o que equivale a uma queda de 2,91% (redução nominal de R$ 2,95). O preço de fechamento anterior era de R$ 101,45. A movimentação diária variou entre a mínima de R$ 98,50 e a máxima de R$ 101,23. Foram negociadas 27.752 cotas, totalizando R$ 2.733.572,00 em volume financeiro. Em uma perspectiva de 52 semanas, o ativo demonstra resiliência, com mínima de R$ 73,59 e máxima de R$ 103,50, indicando que, apesar da queda no dia, o fundo permanece operando em patamares elevados. A queda diária pode ser interpretada como um movimento de realização de lucros, dado que o ativo se aproxima de sua resistência histórica anual. Investidores focados em logística devem observar a vacância dos galpões que compõem o portfólio deste fundo.

O Vinci Logística (VILG11) é um dos maiores fundos do segmento, investindo em galpões de alto padrão. Recentemente, a Vinci Partners anunciou a renovação antecipada de contratos de locação importantes, garantindo fluxo de caixa estável.

5º – FDO INV IMOB GREEN TOWERS REIT (GTWR11) | R$ 80,98 ↓2,49%

Descrição: O GTWR11 fechou a sessão a R$ 80,98, assinalando uma variação negativa de 2,49% (R$ 2,07 abaixo do fechamento anterior de R$ 83,05). O comportamento intradiário mostrou uma mínima de R$ 79,99 e uma máxima de R$ 83,44. O volume de ações transacionadas foi de 54.024, gerando um movimento financeiro de R$ 4.374.863,52. O histórico anual revela uma mínima de R$ 61,98 e uma máxima de R$ 86,77. O ativo mantém uma posição sólida dentro do seu canal de negociação, embora a queda do dia tenha quebrado a tendência de estabilidade observada em sessões anteriores. O volume negociado sugere que há interesse institucional no papel, mesmo em dias de desvalorização. A análise dos fundamentos imobiliários do Green Towers é crucial para entender se esta queda é estrutural ou apenas ruído de mercado.

O GTWR11 detém participação no complexo de escritórios Green Towers Brasília. Uma notícia relevante para o fundo é a ocupação total do empreendimento pelo Banco do Brasil, o que confere alta previsibilidade de renda.

6º – FDO INV IMOB BTG PACTUAL CORP F REIT (BRCR11) | R$ 46,19 ↓2,24%

Descrição: O fundo de lajes corporativas BRCR11 encerrou o dia a R$ 46,19, uma queda de 2,24% em relação aos R$ 47,25 do fechamento anterior. A variação nominal foi de R$ 1,06. O ativo registrou mínima de R$ 45,50 e máxima de R$ 47,10 durante o pregão. Este foi um dos ativos mais ativos da lista em termos financeiros, com um volume de R$ 12.533.286,98 resultante da negociação de 271.342 cotas. No acumulado de 52 semanas, os preços variaram de R$ 36,58 a R$ 49,85. O volume elevado indica uma liquidez robusta, permitindo grandes entradas e saídas de capital sem impacto excessivo no preço médio. A desvalorização atual coloca o fundo em uma zona de suporte importante, que deve ser monitorada por analistas técnicos para identificar possíveis pontos de reversão.

O BC Fund (BRCR11) é gerido pelo BTG Pactual e é um dos fundos imobiliários mais antigos da bolsa brasileira. Notícias recentes destacam o esforço da gestão em renegociar aluguéis e reduzir a vacância em edifícios de São Paulo.

7º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 69,14 ↓2,23%

Descrição: O TRBL11 fechou cotado a R$ 69,14, representando uma desvalorização de 2,23% ou R$ 1,58 nominais frente ao fechamento de R$ 70,72. No dia, a mínima registrada foi de R$ 69,00 e a máxima de R$ 72,00. Foram negociadas 39.883 cotas, somando R$ 2.757.510,62 em volume financeiro. Analisando o período de 52 semanas, o fundo apresenta uma amplitude de R$ 47,22 a R$ 87,99. A cotação atual reflete um momento de consolidação após períodos de forte volatilidade. O setor logístico no Rio de Janeiro, foco deste fundo, enfrenta desafios específicos de infraestrutura e segurança, o que pode influenciar o prêmio de risco exigido pelos investidores. A queda atual acompanha o movimento de baixa generalizado do setor de FIIs observado nos dados extraídos de image_83103a.png.

O TRBL11 foca em ativos logísticos estrategicamente localizados. A última atualização do fundo mencionou a expansão de um dos seus principais galpões para atender à demanda crescente de e-commerce na região metropolitana do Rio.

8º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 27,35 ↓2,08%

Descrição: O URPR11 terminou o pregão a R$ 27,35, com uma queda percentual de 2,08%. A variação nominal foi de R$ 0,58 negativos em comparação ao preço anterior de R$ 27,93. Durante o dia, o ativo tocou a mínima de R$ 27,30 e a máxima de R$ 27,99. O volume de negociação foi de 18.131 cotas, totalizando R$ 495.882,85. O histórico anual mostra que o fundo atingiu uma mínima de R$ 27,30 (tocada hoje) e uma máxima de R$ 44,18. Estar na mínima das últimas 52 semanas acende um sinal de alerta para os investidores, indicando uma tendência de baixa persistente. O URPR11 é conhecido por sua estratégia de crédito imobiliário de maior risco (High Yield), e a queda acentuada ao longo do ano pode estar refletindo reajustes nas taxas de inflação ou aumento nos índices de inadimplência de seus ativos.

O Urca Prime Renda foca em certificados de recebíveis com lastro imobiliário. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado uma alteração na periodicidade de distribuição de proventos para melhor se alinhar ao fluxo de caixa dos ativos.

9º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 84,35 ↓1,75%

Descrição: O ITRI11 fechou o dia a R$ 84,35, registrando uma queda de 1,75%. A diferença nominal em relação ao fechamento anterior de R$ 85,85 foi de R$ 1,50. A oscilação diária ficou entre R$ 84,01 e R$ 86,34, com 28.292 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 2.386.430,20. No intervalo das últimas 52 semanas, o ativo variou entre R$ 68,06 e R$ 90,13. O fechamento atual mostra que o fundo está mantendo uma performance defensiva superior à média dos outros ativos analisados nesta lista. A gestão do Itaú é vista como um fator de mitigação de risco, o que explica a queda menos acentuada comparada a fundos de maior volatilidade. O volume negociado é condizente com a média histórica do papel, demonstrando estabilidade na base de cotistas.

O ITRI11 é um fundo de gestão ativa que investe em diversos segmentos do mercado imobiliário. A última notícia relevante indica que o fundo aumentou sua participação em títulos de dívida imobiliária (CRI) visando proteger o patrimônio contra a inflação.

10º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,34 ↓1,71%

Descrição: O fundo VGRI11 encerrou o pregão a R$ 6,34, apresentando a menor queda percentual da lista, com recuo de 1,71%. A variação nominal foi de apenas R$ 0,11 comparado aos R$ 6,45 do fechamento anterior. O ativo teve mínima de R$ 6,32 e máxima de R$ 6,47 ao longo do dia. Foram movimentadas 72.854 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 461.894,36. Nas últimas 52 semanas, o preço oscilou entre R$ 6,27 e R$ 8,39. O ativo está operando próximo de suas mínimas anuais, o que pode sugerir uma exaustão do movimento vendedor ou uma precificação mais conservadora por parte do mercado. Sendo um fundo de valor unitário baixo (fundo de base 10), pequenas variações centesimais provocam mudanças percentuais significativas, exigindo atenção redobrada do investidor quanto aos custos de corretagem.

O Valora Renda Imobiliária foca em ativos residenciais e corporativos. Notícias do setor indicam que a Valora tem buscado diversificar seu portfólio para reduzir a exposição a centros urbanos que sofrem com alta vacância.

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Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 CACR11 R$ 40,00 0,22% 2