Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,98 | 5,28% |
| 2 | CLIN11 | R$ 94,44 | 4,91% |
| 3 | RBRX11 | R$ 8,70 | 4,19% |
| 4 | AIEC11 | R$ 56,03 | 3,19% |
| 5 | VGRI11 | R$ 8,22 | 3,01% |
| 6 | GZIT11 | R$ 48,35 | 2,87% |
| 7 | WHGR11 | R$ 9,48 | 2,49% |
| 8 | JSRE11 | R$ 66,58 | 2,19% |
| 9 | RBRR11 | R$ 85,78 | 1,88% |
| 10 | PCIP11 | R$ 83,82 | 1,82% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%
Descrição: O ativo KCRE11 encerrou a sessão com uma valorização expressiva de 5,28%, sendo cotado a R$ 8,98. Ao longo do dia, o fundo demonstrou resiliência, mantendo sua mínima exatamente no valor de fechamento anterior (R$ 8,53) e atingindo uma máxima de R$ 9,00. Com um volume de 58.005 ações (cotas) negociadas, o fundo movimentou um total financeiro de R$ 520.884,90. É importante destacar que a variação nominal foi de R$ 0,45 por cota. O fechamento atual de R$ 8,98 mostra que o ativo está operando próximo de suas máximas recentes, dado que não há registros consolidados de mínima ou máxima de 52 semanas na base fornecida, sugerindo uma listagem recente ou ajuste de base de dados. A liquidez, embora moderada em comparação aos gigantes do setor, foi suficiente para garantir a liderança no ranking de valorização percentual do dia, atraindo investidores que buscam ganho de capital rápido em fundos de crédito.
O KCRE11 é um fundo imobiliário gerido pela Kinea, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) originados pela Creditas. Notícia recente: Recentemente, o fundo tem sido destaque por sua estratégia de exposição ao crédito estruturado, aproveitando a manutenção das taxas de juros para entregar dividendos consistentes aos seus cotistas.
2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑ 4,91%
Descrição: O fundo CLIN11 registrou um desempenho robusto, fechando o dia a R$ 94,44, o que representa uma alta de 4,91% ou R$ 4,32 em termos nominais. Curiosamente, a variação intradiária foi nula, com a mínima e a máxima travadas no valor de fechamento (R$ 94,44), indicando uma pressão compradora concentrada que elevou o preço rapidamente em relação ao fechamento anterior de R$ 93,83. O volume negociado foi de 11.937 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 1.127.330,28. Este volume financeiro é considerável para a quantidade de títulos movimentados, refletindo o alto valor unitário da cota. O fundo ocupa a segunda posição no ranking de performance, impulsionado pela busca de proteção contra a inflação, já que sua carteira é indexada a índices de preços. A ausência de dados de 52 semanas sugere uma maturação recente no mercado secundário, mas o volume financeiro atual demonstra que o ativo já possui uma relevância significativa na carteira de investidores institucionais e pessoas físicas.
O CLIN11 é um fundo de papel gerido pela Clave Capital, com foco em ativos de renda fixa imobiliária atrelados ao IPCA. Notícia recente: O fundo concluiu recentemente uma nova rodada de alocação de recursos, visando aumentar a diversificação de seus devedores e mitigar riscos de crédito no setor de infraestrutura imobiliária.
3º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,70 ↑ 4,19%
Descrição: O RBRX11 apresentou uma performance notável com alta de 4,19%, encerrando o pregão a R$ 8,70. A variação nominal positiva foi de R$ 0,35 sobre o fechamento anterior de R$ 8,35. O destaque deste ativo foi o expressivo volume de negociação, com 640.669 cotas trocando de mãos, o que gerou um volume financeiro de R$ 5.573.820,30. Essa liquidez elevada é um sinal de forte interesse do mercado, permitindo que grandes investidores entrem e saiam da posição sem causar distorções excessivas no preço. Durante o dia, o preço flutuou pouco, mantendo-se estável em R$ 8,70 na maior parte do tempo, o que demonstra uma consolidação de preço neste patamar após a subida. Com 4,19% de valorização, o fundo se consolida como uma das principais escolhas de “multiestratégia” do dia, aproveitando o momento favorável para ativos que combinam renda e ganho de capital em diferentes segmentos do mercado imobiliário.
O RBRX11 é um fundo multiestratégia da RBR Asset que investe em diversas classes de ativos imobiliários, desde CRIs até outros fundos e imóveis diretos. Notícia recente: A gestão da RBR comunicou recentemente um ajuste na carteira para aumentar a exposição a ativos de “Special Situations”, visando capturar ganhos extraordinários em ativos subavaliados.
4º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 56,03 ↑ 3,19%
Descrição: O AIEC11 fechou o dia cotado a R$ 56,03, registrando uma valorização de 3,19%, o que equivale a um aumento de R$ 1,73 por cota. O comportamento do ativo durante o pregão foi volátil, com uma mínima de R$ 54,30 e uma máxima de R$ 57,29, indicando uma disputa ativa entre compradores e vendedores. O fechamento anterior foi de R$ 54,30, o que significa que o ativo abriu e testou o suporte antes de subir. O volume de negociação foi de 25.048 cotas, totalizando R$ 1.403.439,44 negociados. Em uma perspectiva de longo prazo (52 semanas), o fundo mostra que está operando em sua máxima (R$ 57,29) e bem distante de sua mínima de R$ 38,99, sinalizando uma forte recuperação ou tendência de alta consistente ao longo do último ano. Este movimento reflete o otimismo com o setor de lajes corporativas de alto padrão, onde o fundo concentra sua atuação geográfica em São Paulo e Rio de Janeiro.
O AIEC11 investe exclusivamente em edifícios corporativos de classe A ou superior, buscando renda através da locação para empresas de primeira linha. Notícia recente: O fundo anunciou recentemente a renovação de contratos de locação importantes, reduzindo a vacância e garantindo o fluxo de caixa para as próximas distribuições de dividendos.
5º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 8,22 ↑ 3,01%
Descrição: O fundo VGRI11 encerrou a sessão a R$ 8,22, com uma alta percentual de 3,01% (R$ 0,24 em termos nominais). O pregão foi marcado por uma oscilação entre a mínima de R$ 7,98 e a máxima de R$ 8,23, quase fechando no pico do dia. O volume de cotas negociadas atingiu 94.995 unidades, movimentando um montante financeiro de R$ 780.858,90. Comparando com o histórico de 52 semanas, o fundo está operando próximo de sua máxima histórica de R$ 8,68 e consideravelmente acima da mínima de R$ 5,69. Esse distanciamento da mínima sugere que o mercado reavaliou positivamente o valor patrimonial e a capacidade de geração de renda do fundo nos últimos meses. A liquidez diária mostra-se saudável para o perfil do fundo, que atrai investidores de varejo pelo baixo valor nominal da cota, facilitando o reinvestimento de dividendos e a entrada de novos aportes de capital.
O VGRI11 é gerido pela Valora Investimentos e foca em uma carteira mista de ativos imobiliários com foco em renda. Notícia recente: A gestora destacou em seu último relatório mensal a resiliência da carteira de CRIs frente às variações de mercado, mantendo o Guidance de dividendos para o próximo semestre.
6º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑ 2,87%
Descrição: O GZIT11, focado no setor de shopping centers, apresentou uma valorização de 2,87%, fechando o dia a R$ 48,35. A variação nominal foi de R$ 1,35 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. Durante a sessão, o ativo não apresentou oscilações, mantendo a cotação de R$ 48,35 como mínima e máxima, o que sugere operações em blocos ou uma forte convicção de preço por parte dos players no mercado. Foram negociadas 21.664 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 1.047.454,40. O setor de shoppings tem se beneficiado da recuperação do consumo e do aumento do fluxo de pessoas, o que se reflete no apetite por fundos como o GZIT11. Apesar de não constarem dados de 52 semanas na tabela, o volume financeiro diário superior a R$ 1 milhão demonstra que o fundo possui relevância e liquidez satisfatória para compor carteiras diversificadas de renda imobiliária.
O GZIT11 é um fundo de tijolo que detém participações em shoppings centers administrados pela multinacional Gazit-Globe. Notícia recente: Recentemente, o grupo Gazit anunciou planos de expansão para algumas de suas propriedades em São Paulo, visando aumentar a Área Bruta Locável (ABL) e a rentabilidade do fundo.
7º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%
Descrição: O fundo WHGR11 registrou uma alta de 2,49% no pregão, encerrando o dia com a cota a R$ 9,48. A variação nominal positiva foi de R$ 0,23 sobre o fechamento de R$ 9,25. Durante as negociações, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48, demonstrando que o mercado sustentou os preços próximos ao teto do dia. O volume de ações (cotas) negociadas foi de 27.804, resultando em um giro financeiro de R$ 263.581,92. Embora seja o menor volume financeiro entre os dez primeiros da lista, a valorização percentual coloca o fundo em destaque. A estabilidade intradiária reflete uma baixa volatilidade, o que costuma agradar investidores com perfil mais conservador que buscam renda recorrente sem grandes sobressaltos no preço da cota. O fechamento atual indica uma tendência de recuperação gradual em busca de novos patamares de preço.
O WHGR11 é um fundo imobiliário de gestão ativa da Wealth High Governance (WHG), focado em ativos de renda urbana e crédito. Notícia recente: O fundo tem trabalhado na reciclagem de seu portfólio, vendendo ativos maduros para adquirir novas oportunidades com maior potencial de valorização (Yield on Cost).
8º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 66,58 ↑ 2,19%
Descrição: O JSRE11 apresentou uma valorização de 2,19%, fechando a R$ 66,58, com um aumento nominal de R$ 1,43. O dia foi de movimentação intensa para o ativo, que variou entre a mínima de R$ 64,40 e a máxima de R$ 68,36. O volume de cotas negociadas foi expressivo, chegando a 78.773 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 5.244.706,34. Esse é um dos maiores volumes financeiros do ranking, refletindo a alta liquidez e a importância do fundo no IFIX. No acumulado de 52 semanas, o fundo flutuou entre R$ 46,77 e R$ 70,40, estando atualmente mais próximo da máxima do que da mínima. O fechamento a R$ 66,58 mostra que o mercado está precificando positivamente a gestão de portfólio do Safra, apesar dos desafios estruturais no setor de escritórios corporativos em que o fundo atua predominantemente.
O JSRE11 é gerido pelo Banco Safra e investe em imóveis comerciais e outros ativos financeiros do setor imobiliário. Notícia recente: O fundo concluiu recentemente a venda de frações ideais de alguns edifícios, gerando lucro contábil que foi distribuído extraordinariamente aos cotistas no último mês.
9º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 85,78 ↑ 1,88%
Descrição: O RBRR11, um dos fundos de papel mais tradicionais do mercado, fechou o dia em alta de 1,88%, cotado a R$ 85,78. A variação nominal foi de R$ 1,58 em relação ao fechamento anterior de R$ 84,20. O ativo teve uma oscilação saudável entre R$ 84,21 (mínima) e R$ 85,80 (máxima). O volume financeiro foi o maior de toda a lista analisada, totalizando R$ 6.209.871,54, com 72.393 cotas negociadas. Esse dado reforça a posição do RBRR11 como um “porto seguro” de alta liquidez para investidores que buscam exposição ao crédito imobiliário de alta qualidade (High Grade). Em 52 semanas, o fundo variou entre R$ 66,73 e R$ 89,15. O preço de fechamento atual mostra uma consolidação em patamares elevados, refletindo a confiança do investidor na capacidade da RBR Asset de selecionar créditos com baixo risco de inadimplência mesmo em cenários de juros elevados.
O RBRR11 foca em CRIs de baixo risco, com garantias reais sólidas e devedores com excelente perfil de crédito. Notícia recente: A gestão informou que manteve 100% de adimplência em sua carteira no último trimestre, apesar da volatilidade no mercado de crédito privado brasileiro.
10º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 83,82 ↑ 1,82%
Descrição: Encerrando o Top 10, o PCIP11 registrou uma alta de 1,82%, com fechamento a R$ 83,82. A valorização nominal foi de R$ 1,50 sobre os R$ 82,32 do dia anterior. O fundo apresentou uma amplitude de negociação entre R$ 82,32 e R$ 84,38 durante o pregão. Com 69.985 cotas movimentadas, o volume financeiro atingiu expressivos R$ 5.866.142,70, demonstrando que, mesmo na décima posição de rentabilidade do dia, o ativo possui uma liquidez superior a muitos outros fundos da lista. No histórico de 52 semanas, o PCIP11 transitou entre a mínima de R$ 65,47 e a máxima de R$ 88,98. O fechamento atual sugere que o fundo está em uma zona de equilíbrio, sendo amplamente utilizado por investidores que buscam uma carteira de recebíveis gerida pela VBI Real Estate, conhecida por sua expertise no setor imobiliário e rigorosa análise de risco.
O PCIP11 é um fundo de CRI gerido pela VBI Real Estate que busca rentabilidade superior à do CDI no longo prazo. Notícia recente: O fundo anunciou a aquisição de uma nova série de CRIs indexados ao IPCA com taxas reais atrativas, reforçando sua proteção contra a inflação futura.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,82 | -4,34% |
| 2 | XPIN11 | R$ 72,36 | -3,99% |
| 3 | URPR11 | R$ 38,30 | -1,67% |
| 4 | VGIP11 | R$ 78,13 | -1,21% |
| 5 | VCJR11 | R$ 80,55 | -1,04% |
| 6 | HGRE11 | R$ 123,23 | -0,91% |
| 7 | HFOF11 | R$ 6,82 | -0,87% |
| 8 | BTAL11 | R$ 89,05 | -0,69% |
| 9 | SNFF11 | R$ 77,18 | -0,63% |
| 10 | CACR11 | R$ 78,75 | -0,47% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,82 ↓ 4,34%
Descrição: O fundo SPXS11 liderou as quedas do dia com uma desvalorização acentuada de 4,34%. O ativo encerrou a sessão cotado a R$ 8,82, que foi exatamente o valor mínimo registrado durante o pregão, indicando uma forte pressão vendedora até o ajuste final. O volume de cotas negociadas ficou em 59.923 unidades, resultando em um volume financeiro de R$ 528.520,86. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,22, o recuo nominal foi de R$ 0,40. É importante notar que, para este ativo específico, os dados de mínima e máxima de 52 semanas não estavam disponíveis na base fornecida, o que exige cautela adicional do investidor ao analisar o preço histórico. A máxima do dia não ultrapassou o valor de fechamento, mantendo-se em R$ 8,82, demonstrando que o ativo não teve forças para recuperação intradiária. Este desempenho coloca o SPXS11 em destaque negativo no ranking de volatilidade do setor imobiliário hoje.
O SPXS11 é um fundo imobiliário de gestão ativa gerido pela SPX Capital, focado em uma estratégia multiestratégia que busca ganho de capital e renda através de diferentes ativos do setor. Recentemente, a SPX tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar os dividendos mensais aos cotistas.
2º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 72,36 ↓ 3,99%
Descrição: O XPIN11 apresentou uma queda expressiva de 3,99%, fechando o dia a R$ 72,36. Durante a sessão, o ativo demonstrou alta volatilidade, variando entre a mínima de R$ 71,10 e a máxima de R$ 75,26. O volume financeiro movimentado foi robusto, totalizando R$ 2.425.145,40, com 33.515 cotas trocando de mãos. O recuo em valor absoluto foi de R$ 3,01 em relação ao fechamento anterior de R$ 75,37. Ao analisarmos o contexto de 52 semanas, o fundo ainda se mantém distante da sua mínima histórica de R$ 55,41, mas sofreu um recuo considerável em relação à sua máxima anual de R$ 81,26. A pressão de venda reflete o sentimento do mercado em relação ao setor logístico e industrial. O volume negociado mostra que há liquidez, porém com viés de baixa predominante no pregão de hoje, consolidando a segunda posição em perdas.
O XPIN11 é um fundo gerido pela XP Asset que investe primordialmente em galpões industriais e logísticos, visando a locação para grandes empresas. Uma notícia recente do setor aponta que a vacância em condomínios logísticos de alto padrão continua em níveis baixos, o que pode favorecer a receita de aluguéis do fundo no longo prazo.
3º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 38,30 ↓ 1,67%
Descrição: O fundo URPR11 registrou um recuo de 1,67%, encerrando o dia negociado a R$ 38,30. O movimento de queda representou uma variação nominal de R$ 0,65 frente ao fechamento anterior de R$ 38,95. Durante o pregão, o ativo atingiu a máxima de R$ 39,23 e a mínima de R$ 38,04. O volume de negociação foi relativamente baixo, com apenas 9.150 ações movimentadas, gerando um volume financeiro de R$ 350.445,00. No horizonte de 52 semanas, o fundo oscila entre a mínima de R$ 30,40 e a máxima de R$ 54,97, situando o preço atual em uma zona intermediária de valor. A baixa liquidez do dia pode ter acentuado a variação percentual negativa, uma vez que poucos negócios foram suficientes para deslocar o preço. O desempenho reflete uma postura defensiva dos investidores em fundos de recebíveis imobiliários diante do cenário de juros.
O URPR11 é um fundo de “papel” focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de maior risco e retorno (high yield). A Urca Capital, gestora do fundo, comunicou recentemente a manutenção de sua política de distribuição de dividendos acima da média do IFIX.
4º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 78,13 ↓ 1,21%
Descrição: O VGIP11 fechou a sessão em queda de 1,21%, com a cotação fixada em R$ 78,13. O ativo apresentou uma oscilação entre R$ 76,93 (mínima) e R$ 79,48 (máxima). O volume financeiro foi um dos mais altos do levantamento, atingindo a marca de R$ 4.968.599,22, fruto da negociação de 63.594 cotas. Em termos nominais, a desvalorização foi de R$ 0,96 em comparação ao fechamento de R$ 79,09 do dia anterior. Analisando o histórico de um ano, o fundo está mais próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 84,86) do que de sua mínima (R$ 64,87), sugerindo que a queda de hoje é um movimento pontual dentro de uma tendência mais ampla. O alto volume negociado demonstra que o ativo possui excelente liquidez, sendo um dos preferidos pelos investidores institucionais e pessoas físicas que buscam exposição ao IPCA.
Este fundo é gerido pela Valora Investimentos e investe majoritariamente em CRIs indexados à inflação (IPCA). Recentemente, o mercado repercutiu o aumento da projeção do IPCA no Boletim Focus, o que costuma valorizar os rendimentos distribuídos por fundos como o VGIP11.
5º – VECTIS JUROS REAL FII CF (VCJR11) | R$ 80,55 ↓ 1,04%
Descrição: O VCJR11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,04%, cotado a R$ 80,55. O ativo teve uma variação nominal negativa de R$ 0,85 em relação ao preço de fechamento anterior, que era de R$ 81,40. Ao longo do dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 80,30 e a máxima de R$ 81,50. Foram negociadas 29.111 cotas, movimentando um volume total de R$ 2.344.891,05. Observando os dados anuais, o fundo apresenta uma máxima de R$ 83,14 e uma mínima de R$ 61,13 em 52 semanas. O fechamento atual mostra que o fundo está operando perto de seus níveis mais altos do ano, indicando que a queda de hoje não compromete a recuperação acumulada nos últimos meses. A estabilidade na faixa dos 80 reais sugere um suporte importante para o ativo no curto prazo, apesar do fechamento no campo vermelho.
O VCJR11 é gerido pela Vectis Gestão e focado em ativos de crédito imobiliário com remuneração atrelada ao juro real. Em sua última assembleia, o fundo discutiu a alocação de novos recursos captados em sua recente emissão de cotas para diversificar os devedores da carteira.
6º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 123,23 ↓ 0,91%
Descrição: O HGRE11, um dos fundos de tijolo mais tradicionais do mercado, registrou queda de 0,91%, fechando a R$ 123,23. A variação negativa foi de R$ 1,13 em relação aos R$ 124,36 registrados no fechamento anterior. Durante o dia, o papel oscilou entre R$ 121,67 e R$ 125,34. O volume financeiro movimentado foi expressivo, somando R$ 4.957.049,98, com 40.226 cotas negociadas. O ativo está atualmente muito próximo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 128,90, e bem acima da mínima de R$ 84,67. Este posicionamento indica que o fundo atravessa um momento positivo no ano, e a queda de hoje pode ser interpretada como uma realização de lucros por parte dos investidores. O volume de negócios confirma a alta liquidez e o interesse contínuo do mercado neste fundo de lajes corporativas.
Gerido pelo CSHG (Credit Suisse Hedging-Griffo), o HGRE11 investe em escritórios de alto padrão. Uma notícia relevante para o fundo foi a conclusão da venda de ativos não estratégicos para reduzir a alavancagem e concentrar o portfólio em imóveis de classificação “AAA”.
7º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,82 ↓ 0,87%
Descrição: O fundo de fundos HFOF11 apresentou um recuo de 0,87%, fechando o pregão a R$ 6,82. O ativo foi o campeão de liquidez em número de cotas no dia, com 339.514 unidades transacionadas, resultando em um volume de R$ 2.315.485,48. A variação nominal foi de apenas R$ 0,06 comparado ao fechamento anterior de R$ 6,88. A máxima do dia foi de R$ 6,85 e a mínima de R$ 6,78. Na janela de 52 semanas, o fundo mantém uma mínima de R$ 4,57 e uma máxima de R$ 6,99. Estar cotado a R$ 6,82 significa que o ativo está operando no topo de sua banda histórica recente, muito próximo da máxima anual. Como se trata de um fundo que investe em outros FIIs, sua performance costuma espelhar o comportamento do IFIX, que enfrentou um dia de baixa generalizada.
O HFOF11 é um fundo gerido pela Hedge Investments que busca renda e ganho de capital através da gestão de uma carteira diversificada de outros FIIs. Recentemente, a gestora destacou em relatório que está aumentando a exposição a fundos de tijolo, antecipando uma melhora no ciclo imobiliário.
8º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 89,05 ↓ 0,69%
Descrição: O BTAL11 fechou em queda moderada de 0,69%, sendo cotado a R$ 89,05 ao fim da sessão. O valor nominal da queda foi de R$ 0,62 em relação aos R$ 89,67 anteriores. O fundo teve uma movimentação discreta em volume, com 10.785 cotas e um total financeiro de R$ 960.404,25. Durante o dia, o ativo chegou a bater a máxima de R$ 90,90, que coincide exatamente com a sua máxima das últimas 52 semanas, mas não conseguiu sustentar o patamar, recuando para a mínima de R$ 88,90. A mínima anual é de R$ 60,15, evidenciando uma forte recuperação de longo prazo. O fato de ter tocado a máxima histórica recente no intradia mostra que ainda há apetite comprador, mesmo com o fechamento levemente negativo causado por uma correção natural de final de pregão.
O BTAL11 é focado em infraestrutura logística para o agronegócio, gerido pelo BTG Pactual. Notícias do setor agropecuário indicam que a demanda por capacidade de armazenamento permanece alta, o que favorece a renovação de contratos atípicos de longo prazo do fundo.
9º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 77,18 ↓ 0,63%
Descrição: O SNFF11 encerrou o dia com uma variação negativa de 0,63%, terminando a R$ 77,18. A redução nominal foi de R$ 0,49 sobre o preço de R$ 77,67 do dia anterior. O fundo registrou uma mínima de R$ 76,20 e uma máxima de R$ 77,65 ao longo da sessão. Foram negociadas 11.880 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 916.898,40. Olhando para o histórico de 52 semanas, o fundo possui uma máxima de R$ 82,15 e uma mínima de R$ 58,22. O preço atual demonstra que o SNFF11 está em uma fase de consolidação após a forte subida iniciada no ano passado. A baixa volatilidade do dia, comparada aos líderes da lista, sugere uma base de investidores mais resiliente. O volume negociado está dentro da média esperada para o ativo.
O SNFF11 é o fundo de fundos da Suno Asset, que segue uma estratégia baseada em análise fundamentalista para compor sua carteira de FIIs. Recentemente, a Suno anunciou uma redução nas taxas de gestão para tornar o fundo mais competitivo no mercado de FOFs.
10º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 78,75 ↓ 0,47%
Descrição: O CACR11 foi o ativo que apresentou a menor queda no ranking de hoje, com recuo de 0,47%, fechando a R$ 78,75. A variação em reais foi de R$ 0,37 frente ao fechamento de R$ 79,12. O ativo teve uma amplitude de negociação entre R$ 78,11 e R$ 81,50. O volume financeiro foi relevante, totalizando R$ 3.291.356,25, com a movimentação de 41.795 cotas. Em 52 semanas, o fundo variou entre R$ 58,30 e R$ 91,24. O fechamento de hoje mostra o CACR11 tentando sustentar patamares de preços superiores, embora a pressão externa tenha impedido um fechamento positivo. O volume financeiro acima de 3 milhões de reais indica que o fundo possui boa aceitação e liquidez no mercado secundário, sendo o décimo na lista de variações negativas do relatório.
O CACR11 é um fundo de recebíveis imobiliários (CRI) com foco em ativos residenciais, gerido pela Cartesia Capital. Uma notícia importante envolve o aumento da exposição do fundo em projetos de incorporação em regiões metropolitanas, visando diversificar o risco de crédito da carteira.