Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 16/04/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 9,24 4,41%
2 CLIN11 R$ 93,00 2,38%
3 VINO11 R$ 5,14 1,98%
4 RBRL11 R$ 81,69 1,97%
5 JSRE11 R$ 66,89 1,64%
6 RZAT11 R$ 93,85 1,35%
7 HGRE11 R$ 125,84 1,32%
8 CACR11 R$ 80,98 1,23%
9 PORD11 R$ 8,50 1,07%
10 PVBI11 R$ 77,49 1,04%

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,24 ↑ 4,41%

Descrição: O Kinea Creditas apresentou o melhor desempenho do pregão analisado, fechando o dia cotado a R$ 9,24. Durante a sessão, o ativo demonstrou uma estabilidade atípica, com sua mínima e máxima registradas no mesmo valor do fechamento, indicando uma pressão compradora constante que sustentou o preço no topo. A variação nominal foi de R$ 0,39 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,85. O volume de negociação foi de 34.811 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 321.653,64. É importante notar que não foram fornecidos dados sobre as mínimas e máximas de 52 semanas, sugerindo um histórico recente ou falta de liquidez histórica nesta base específica. Este fundo atua no segmento de recebíveis imobiliários, focando em crédito estruturado. A Creditas, parceira do fundo, é uma das principais fintechs de crédito com garantia do Brasil. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de sua carteira de crédito imobiliário e consignado, buscando rentabilidade superior em cenários de juros ainda elevados.

2º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 93,00 ↑ 2,38%

Descrição: O fundo CLIN11 registrou uma valorização expressiva de 2,38%, atingindo o patamar de R$ 93,00. O movimento representou um acréscimo de R$ 2,16 por cota frente ao valor anterior de R$ 90,84. Assim como o primeiro colocado, o ativo manteve sua mínima e máxima do dia cravadas no preço de fechamento, evidenciando uma tendência de alta sólida durante o horário de mercado. O volume de ações (cotas) negociadas foi de 4.975, resultando em um volume financeiro total de R$ 462.675,00. A ausência de dados de 52 semanas na planilha aponta para um ativo que pode estar consolidando sua base de investidores agora. O Clave Índices de Preços é um fundo de papel que investe majoritariamente em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) atrelados à inflação (IPCA). Em notícias recentes, a gestora Clave Capital tem reforçado sua estratégia de alocação em ativos de crédito high grade para proteger o patrimônio dos cotistas contra a volatilidade inflacionária.

3º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,14 ↑ 1,98%

Descrição: O VINO11 apresentou uma variação positiva de R$ 0,10, fechando o dia a R$ 5,14, o que representa uma alta de 1,98%. O ativo mostrou certa volatilidade intradiária, oscilando entre a mínima de R$ 5,05 e a máxima de R$ 5,15. O volume de negociação foi o mais alto entre os três primeiros colocados, com 129.324 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 664.725,36. Comparando com seu histórico de 52 semanas, o fundo está operando mais próximo da sua máxima (R$ 5,52) do que da sua mínima (R$ 4,45), mostrando recuperação. Este fundo é gerido pela Vinci Real Estate e foca em lajes corporativas, possuindo ativos de alto padrão em São Paulo e Rio de Janeiro. Uma notícia relevante recente sobre o fundo envolve a renegociação de contratos de aluguel e a gestão ativa de sua vacância para melhorar a distribuição de dividendos aos cotistas, em meio à recuperação do setor de escritórios.

4º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 81,69 ↑ 1,97%

Descrição: O fundo RBRL11 fechou a sessão com uma valorização de 1,97%, sendo negociado a R$ 81,69. A variação em reais foi de R$ 1,58 sobre o fechamento anterior de R$ 80,11. Durante o dia, o ativo testou a mínima de R$ 80,11 e alcançou a máxima de R$ 81,99, demonstrando força para romper a resistência inicial. Foram negociadas 14.052 cotas, totalizando um volume de R$ 1.147.907,88, um dos maiores aportes financeiros do dia até agora. No horizonte de um ano, o fundo apresenta uma amplitude entre R$ 63,25 e R$ 92,67. O RBRL11 é um fundo de logística que investe em galpões de alto padrão (Triple A). A RBR Asset, gestora do fundo, anunciou recentemente a conclusão de aquisições estratégicas em hubs logísticos próximos a São Paulo, visando capturar a demanda crescente de empresas de e-commerce que buscam eficiência na “última milha” da entrega.

5º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 66,89 ↑ 1,64%

Descrição: O JSRE11 encerrou o dia em R$ 66,89, registrando uma alta de 1,64% ou R$ 1,08 nominalmente. O fundo teve uma movimentação consistente, com mínima de R$ 65,80 e máxima atingindo o próprio valor de fechamento. O volume de cotas negociadas foi relevante, somando 42.843 operações, o que movimentou R$ 2.865.768,27, demonstrando alta liquidez no mercado secundário. O fundo opera atualmente em um patamar intermediário de seu histórico de 52 semanas (mínima de R$ 54,28 e máxima de R$ 69,40). O JSRE11 é um fundo híbrido que investe tanto em imóveis físicos (lajes corporativas) quanto em outros ativos financeiros do setor imobiliário. Recentemente, o Banco Safra, gestor do fundo, divulgou relatórios focados na resiliência do portfólio diante do cenário macroeconômico, destacando a qualidade dos inquilinos em edifícios de prestígio na capital paulista.

6º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 93,85 ↑ 1,35%

Descrição: O RZAT11 registrou uma valorização de 1,35%, fechando o dia a R$ 93,85, um aumento de R$ 1,25 em relação ao pregão anterior. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 93,03 e a máxima de R$ 94,79. Com 12.989 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 1.219.017,65. O fundo está operando muito próximo de sua máxima anual de R$ 95,81, indicando um momento de forte otimismo dos investidores em relação à sua estratégia. Este é um fundo gerido pela Riza Asset e foca em ativos “High Yield”, ou seja, títulos de dívida imobiliária que oferecem retornos mais elevados em troca de um perfil de risco ligeiramente maior. Em notícias recentes, a Riza destacou o sucesso na estruturação de novos CRIs que devem compor a carteira do fundo, prometendo manter o fluxo de dividendos atrativo para os investidores no curto e médio prazo.

7º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 125,84 ↑ 1,32%

Descrição: O HGRE11 apresentou uma subida de 1,32%, terminando o dia cotado a R$ 125,84, uma variação positiva de R$ 1,64. O ativo teve sua mínima em R$ 124,41 e sua máxima coincidente com o fechamento. O volume de negociação foi de 17.382 cotas, gerando um movimento financeiro de R$ 2.187.350,88. O fundo mostra-se consolidado, operando próximo à sua máxima de 52 semanas de R$ 131,04. O CSHG Real Estate é um dos fundos de lajes corporativas mais tradicionais do mercado brasileiro, gerido pelo Credit Suisse (agora integrado ao UBS). O fundo possui uma carteira diversificada de imóveis corporativos. Recentemente, o mercado repercutiu a estratégia da gestão em alienar ativos que já atingiram sua maturidade de valorização para realizar ganhos de capital e distribuir lucros extraordinários aos seus cotistas.

8º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 80,98 ↑ 1,23%

Descrição: O CACR11 encerrou a sessão com alta de 1,23%, cotado a R$ 80,98. O incremento foi de R$ 0,98 comparado ao fechamento anterior de R$ 80,00. O ativo oscilou pouco durante o dia, com mínima de R$ 79,87 e máxima de R$ 80,99. Foram negociadas 16.849 cotas, resultando em um volume de R$ 1.364.432,02. O fundo está em uma posição sólida, tendo como mínima anual R$ 56,60 e máxima de R$ 88,58. O fundo Cartier Recebíveis Imobiliários foca em investir em CRIs, buscando retornos acima dos índices de referência. Em notícias de mercado, a gestão do CACR11 tem sido monitorada por sua capacidade de originar operações exclusivas, o que tem garantido um spread de juros interessante mesmo em períodos de maior volatilidade na curva de juros futura do Brasil.

9º – POLO FDO INV IMOB RECEBIVEIS ETF (PORD11) | R$ 8,50 ↑ 1,07%

Descrição: O PORD11 registrou uma valorização de 1,07%, fechando a R$ 8,50, uma variação positiva de R$ 0,09. Durante o dia, o ativo manteve-se estável entre a mínima de R$ 8,43 e a máxima de R$ 8,51. O volume de negociação foi robusto, com 55.609 cotas transacionadas, somando R$ 472.676,50 em volume financeiro. Este fundo está operando exatamente no topo de sua máxima de 52 semanas (R$ 8,51), indicando uma forte tendência de alta ou possível resistência técnica. Gerido pela Polo Capital, o PORD11 é um fundo de recebíveis que busca investir em uma carteira pulverizada de crédito imobiliário. Recentemente, a Polo Capital informou ao mercado sobre a manutenção de sua política de dividendos, apoiada por uma carteira de ativos com baixo índice de inadimplência e indexação equilibrada entre CDI e inflação.

10º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 77,49 ↑ 1,04%

Descrição: O PVBI11 fechou a lista das maiores altas com uma variação de 1,04%, terminando o dia em R$ 77,49. O aumento nominal foi de R$ 0,80. O ativo teve uma oscilação entre R$ 76,66 e R$ 77,67 durante o pregão. Este fundo foi o campeão de liquidez financeira do dia entre os analisados, movimentando impressionantes R$ 4.140.988,11 com a negociação de 53.439 cotas. Sua mínima anual é de R$ 68,64 e a máxima de R$ 84,06. O VBI Prime Properties investe em lajes corporativas de altíssimo padrão, localizadas nos principais eixos econômicos de São Paulo, como a região da Faria Lima. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão da aquisição de novas fatias de edifícios icônicos, consolidando sua posição como um dos principais players de imóveis corporativos “AAA” do país.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 VGRI11 R$ 6,40 -1,84%
2 XPIN11 R$ 71,36 -1,68%
3 GZIT11 R$ 44,59 -1,57%
4 CCME11 R$ 9,04 -1,53%
5 SNFF11 R$ 73,78 -1,34%
6 RBRX11 R$ 8,62 -1,03%
7 VIUR11 R$ 2,05 -0,97%
8 OUJP11 R$ 86,39 -0,91%
9 AJFI11 R$ 8,28 -0,84%
10 RBRP11 R$ 52,22 -0,78%

1º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,40 ↓1,84%

Descrição: O fundo VGRI11 liderou as quedas do dia com um recuo de 1,84%, fechando cotado a R$ 6,40. Durante o pregão, o ativo demonstrou volatilidade, atingindo a mínima de R$ 6,34 — que coincide com sua mínima nas últimas 52 semanas — e máxima de R$ 6,51. O volume de ações movimentadas foi expressivo, somando 297.539 títulos, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 1.904.249,60. Comparado ao fechamento anterior de R$ 6,52, a desvalorização nominal foi de R$ 0,12. O ativo encontra-se atualmente em seu patamar mais baixo do ano, distante da máxima de 52 semanas de R$ 8,48, o que sinaliza um momento de forte pressão vendedora ou ajuste de portfólio por parte dos cotistas diante do cenário macroeconômico. A liquidez, entretanto, permanece robusta para o porte do fundo.

O VGRI11 é um fundo imobiliário do tipo papel, gerido pela Valora Investimentos, focado majoritariamente em ativos de renda fixa imobiliária, como CRIs. Recentemente, a gestora destacou em relatório gerencial o acompanhamento rigoroso da saúde financeira dos devedores da carteira para manter a constância nos dividendos.


2º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 71,36 ↓1,68%

Descrição: O XPIN11 encerrou a sessão com uma queda de 1,68%, estabelecendo seu valor de mercado em R$ 71,36. O movimento de baixa foi contínuo, visto que o valor de fechamento tocou a mínima do dia (R$ 71,36), após ter oscilado até a máxima de R$ 72,70. Com um volume de 5.992 ações negociadas, o montante financeiro totalizou R$ 427.589,12. O ativo perdeu R$ 1,22 em relação ao fechamento anterior, que era de R$ 72,58. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o fundo ainda opera acima da sua mínima (R$ 59,31), mas demonstra afastamento da sua máxima de R$ 80,27. O volume negociado reflete uma liquidez moderada para o dia, acompanhando a tendência de aversão ao risco que impactou o setor de galpões industriais e logísticos no período analisado.

Este fundo é administrado pela XP Investimentos e foca na exploração de ativos industriais e de logística, possuindo galpões em regiões estratégicas. Em notícia recente, o fundo anunciou a renovação de contratos de locação que garantem a manutenção da taxa de ocupação em níveis saudáveis para o próximo semestre.


3º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,59 ↓1,57%

Descrição: O fundo GZIT11 apresentou uma desvalorização de 1,57%, com o preço da cota fixado em R$ 44,59. Um dado peculiar do pregão foi a baixa amplitude de negociação, com mínima e máxima travadas no valor de fechamento de R$ 44,59, sugerindo pouca profundidade de book ou negociações concentradas. O volume de ações foi de 9.463, gerando um giro financeiro de R$ 421.955,17. A variação nominal negativa foi de R$ 0,71 em comparação ao fechamento anterior de R$ 45,30. É importante destacar que a base de dados não fornece os parâmetros de mínima e máxima das últimas 52 semanas, o que exige cautela adicional do investidor na análise de suporte e resistência de longo prazo. O desempenho reflete o momento de cautela no setor de shopping centers.

O GZIT11 é um fundo que detém participações em shopping centers, sendo parte do braço de investimentos da multinacional Gazit-Globe no Brasil. Ultimamente, o fundo tem focado na otimização do mix de lojistas para elevar a receita por metro quadrado (Vendas/m²).


4º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 9,04 ↓1,53%

Descrição: O fundo CCME11 registrou recuo de 1,53% no último pregão, fechando a R$ 9,04. A oscilação diária permitiu ao ativo buscar a máxima de R$ 9,29, mas a pressão vendedora o empurrou para próximo da mínima do dia, que foi de R$ 9,02. O volume negociado foi de 39.799 ações, movimentando R$ 359.782,96. Em relação ao fechamento anterior de R$ 9,18, houve uma redução de R$ 0,14 por cota. Analisando o intervalo de um ano, o ativo está operando em uma zona intermediária, acima da mínima de R$ 7,76 e abaixo da máxima de R$ 9,47. A manutenção do preço acima dos 9 reais é vista como um suporte psicológico importante para o mercado no curto prazo, dada a natureza multiestratégia do fundo.

O Canuma Capital Multiestratégia é um FII que busca ganhos através de uma carteira diversificada que pode incluir tanto CRIs quanto cotas de outros fundos. A gestora Canuma Capital reafirmou recentemente seu compromisso com a reciclagem de ativos para captar ganhos de capital em momentos de giro de mercado.


5º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 73,78 ↓1,34%

Descrição: O SNFF11, fundo de fundos da Suno Asset, apresentou queda de 1,34%, encerrando o dia em R$ 73,78. O preço oscilou entre a mínima de R$ 72,76 e a máxima de R$ 74,68. Com 6.784 ações trocando de mãos, o volume financeiro foi de R$ 500.523,52. A queda nominal foi de exatos R$ 1,00 frente ao fechamento de R$ 74,78. O fundo mantém uma distância segura de sua mínima de 52 semanas (R$ 60,64), embora a queda atual o afaste do pico de R$ 80,59 atingido no último ano. Por ser um “Fundo de Fundos” (FoF), seu desempenho é um termômetro direto do IFIX, evidenciando que a carteira teórica de fundos imobiliários sofreu com a abertura da curva de juros ou fluxo de saída de capital.

O SNFF11 investe majoritariamente em outros FIIs, buscando bater o índice IFIX no longo prazo através de uma gestão ativa. Em sua última atualização de mercado, a Suno Asset destacou o aumento da exposição em fundos de “tijolo” que estariam descontados em relação ao valor patrimonial.


6º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,62 ↓1,03%

Descrição: O fundo RBRX11 fechou a sessão com desvalorização de 1,03%, cotado a R$ 8,62. O comportamento do ativo foi de estabilidade dentro da baixa, com mínima de R$ 8,61 e máxima de R$ 8,62, indicando que o mercado encontrou um preço de equilíbrio vendedor rapidamente. O destaque fica para o alto volume de negociação, com 281.068 ações movimentadas e um volume financeiro expressivo de R$ 2.422.806,16 — o maior desta lista. Comparado ao fechamento de R$ 8,71, o recuo foi de R$ 0,09. Assim como outros ativos da lista, não há dados disponíveis para as métricas de 52 semanas, o que sugere uma listagem mais recente ou falta de atualização nos terminais de dados para este ticker específico.

O RBRX11 é gerido pela RBR Asset Management e atua com uma estratégia flexível (multiestratégia), podendo investir em diversas classes de ativos imobiliários. A notícia mais recente da gestora envolve a captação de recursos para novas aquisições de ativos de crédito estruturado.


7º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,05 ↓0,97%

Descrição: Com uma queda de 0,97%, o VIUR11 encerrou o dia valendo R$ 2,05. O ativo teve uma variação nominal pequena, de R$ 0,02, mas significativa em termos percentuais dado o baixo valor nominal da cota. A máxima do dia chegou a R$ 2,18, enquanto a mínima foi de R$ 2,01. O volume de negociação foi intenso, com 287.559 ações, totalizando R$ 589.495,95. O fundo está operando perigosamente próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 1,91) e muito distante de sua máxima de R$ 5,91, o que representa uma perda de valor considerável ao longo do último ano. Este cenário pode atrair investidores em busca de “deep value”, embora o risco de capital seja evidente pela proximidade com as mínimas históricas.

Este fundo da Vinci Partners foca em imóveis de renda urbana, como escolas e varejo. Recentemente, o VIUR11 foi notícia pela renegociação de prazos em contratos de locação com grandes redes de ensino, visando garantir a previsibilidade de caixa.


8º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 86,39 ↓0,91%

Descrição: O fundo OUJP11 registrou queda de 0,91%, fechando em R$ 86,39. Durante o dia, o papel oscilou entre R$ 86,05 e R$ 87,16. Foram negociadas 5.192 ações, somando um volume financeiro de R$ 448.536,88. A variação negativa foi de R$ 0,79 comparada ao valor de fechamento anterior de R$ 87,18. O ativo demonstra resiliência em relação à sua mínima de 52 semanas (R$ 63,34) e está operando muito próximo de sua máxima anual de R$ 88,34, o que sugere que, apesar da queda diária, o fundo mantém uma tendência de alta ou estabilidade no médio prazo superior à média de seus pares nesta lista. A baixa liquidez diária é característica de fundos com base de cotistas mais institucionalizada ou de longo prazo.

O OUJP11 é um fundo de papel gerido pela JPP Capital, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). O fundo anunciou recentemente a distribuição de dividendos acima da média do mercado, impulsionada pela correção monetária dos índices de inflação.


9º – AJ MALLS FDO INVEST IMOB CEF (AJFI11) | R$ 8,28 ↓0,84%

Descrição: O AJFI11 encerrou o pregão com recuo de 0,84%, atingindo o valor de R$ 8,28. A cotação máxima do dia foi de R$ 8,35 — o mesmo valor do fechamento anterior — e a mínima foi de R$ 8,23. O volume de ações totalizou 37.631, com um giro financeiro de R$ 311.584,68. A desvalorização nominal foi de R$ 0,07. O fundo opera atualmente em um patamar interessante, acima da mínima de 52 semanas de R$ 6,65 e ligeiramente abaixo da máxima de R$ 8,65. O comportamento do preço indica uma consolidação em torno dos R$ 8,20, com o mercado testando a força dos suportes atuais antes de definir uma nova tendência.

O AJ Malls é um fundo focado no segmento de shoppings, visando renda e ganho de capital. A última notícia relevante sobre o fundo trata da expansão de área bruta locável (ABL) em um de seus principais ativos em Santa Catarina.


10º – FDO INV IMOB RBR PROPERTIES CF (RBRP11) | R$ 52,22 ↓0,78%

Descrição: Fechando o ranking, o RBRP11 apresentou a menor queda percentual do grupo, com recuo de 0,78%, finalizando a R$ 52,22. O ativo teve máxima de R$ 52,74 e mínima de R$ 52,22 (valor do fechamento). O volume de negociação foi de 9.306 ações, resultando em R$ 485.959,32 negociados. A variação negativa foi de R$ 0,41 em relação ao fechamento anterior de R$ 52,63. O fundo está operando acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 41,01) e abaixo de sua máxima de R$ 55,31. Por ser um fundo de “tijolo” com foco em lajes corporativas, o movimento de queda menor que os demais pode indicar uma percepção de valor patrimonial mais robusta por parte dos investidores neste nível de preço.

O RBRP11 é gerido pela RBR Asset e investe em lajes corporativas de alto padrão (Classe A). Em fato relevante recente, o fundo comunicou a venda de um ativo com lucro imobiliário, prometendo distribuir o ganho de capital aos cotistas nos próximos meses.

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