Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 48,59 | 3,38% |
| 2 | KCRE11 | R$ 8,80 | 3,17% |
| 3 | CLIN11 | R$ 90,45 | 2,78% |
| 4 | WHGR11 | R$ 9,48 | 2,49% |
| 5 | ICRI11 | R$ 93,18 | 1,98% |
| 6 | SNEL11 | R$ 8,69 | 1,64% |
| 7 | CACR11 | R$ 81,40 | 1,31% |
| 8 | VGIP11 | R$ 80,68 | 1,28% |
| 9 | MFII11 | R$ 76,75 | 1,21% |
| 10 | BROF11 | R$ 56,98 | 0,97% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,59 ↑3,38%
Descrição: O GAZIT MALLS FII CF liderou as valorizações do dia com um desempenho expressivo. O fundo encerrou a sessão cotado a R$ 48,59, o que representa uma alta de R$ 1,59 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. Durante o pregão, o ativo demonstrou estabilidade ao manter sua mínima em R$ 48,57 e atingir a máxima justamente no valor de fechamento. O volume de cotas negociadas foi de 17.455 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 848.138,45. É importante notar que, por ser um fundo com dados de 52 semanas ainda não consolidados nesta planilha, sua performance atual ganha destaque pela força da variação percentual. A liquidez apresentada é condizente com fundos de médio porte, garantindo uma movimentação saudável para o investidor institucional e de varejo que busca exposição ao setor de shoppings.
O GZIT11 é um fundo imobiliário gerido pela Gazit Brasil, focado na exploração de shopping centers e centros comerciais de alto padrão. Recentemente, a Gazit Brasil tem focado na otimização de seu portfólio de ativos maduros para elevar a distribuição de dividendos aos cotistas.
2º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,80 ↑3,17%
Descrição: O fundo KINEA CREDITAS FII CF apresentou uma valorização sólida de 3,17%, terminando o dia cotado a R$ 8,80. Este valor representa um acréscimo de R$ 0,27 sobre o preço de fechamento anterior, que era de R$ 8,53. O ativo operou de forma extremamente linear, com a mínima e a máxima do dia travadas em R$ 8,80, indicando uma forte pressão compradora que sustentou o preço desde a abertura. O volume de negociação registrou 33.491 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 294.720,80. Apesar de um volume financeiro menor em comparação ao líder do ranking, a consistência na variação percentual coloca o KCRE11 em uma posição de destaque no setor de recebíveis imobiliários, refletindo a confiança do mercado na gestão da Kinea em parceria com a fintech Creditas.
Este fundo é fruto de uma parceria entre a Kinea Investimentos e a Creditas, focado predominantemente em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Uma notícia relevante recente envolve a estratégia da Creditas em expandir sua carteira de crédito com garantia imobiliária, o que impacta diretamente o lastro dos ativos do fundo.
3º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 90,45 ↑2,78%
Descrição: O CLIN11 ocupou a terceira posição no ranking de valorização, fechando o dia a R$ 90,45. A variação positiva foi de R$ 2,45, partindo de um fechamento anterior de R$ 88,00. O comportamento do ativo foi de estabilidade absoluta durante as negociações do dia, com mínima e máxima registradas no mesmo valor do fechamento. O volume de ações (cotas) negociadas foi de 9.218, totalizando um volume financeiro de R$ 833.768,10. Este fundo, que foca em ativos atrelados a índices de preços (como o IPCA), demonstra resiliência em cenários de inflação persistente. A ausência de dados de 52 semanas sugere um histórico mais recente ou uma nova fase de listagem, mas o volume financeiro próximo ao milhão de reais indica uma liquidez relevante para o porte do fundo.
O CLIN11 é gerido pela Clave Capital e investe primordialmente em ativos financeiros do setor imobiliário indexados à inflação. Recentemente, a gestora destacou em relatório gerencial a manutenção de uma carteira defensiva frente à volatilidade dos juros futuros no Brasil.
4º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑2,49%
Descrição: O fundo WHGR11 registrou uma alta de 2,49%, encerrando o dia negociado a R$ 9,48. O ganho nominal por cota foi de R$ 0,23 frente ao fechamento anterior de R$ 9,25. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48, mostrando uma tendência de alta constante durante o pregão. Foram negociadas 27.804 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 263.581,92. A performance do WHGR11 é significativa para fundos que operam na casa decimal abaixo de R$ 10,00 (conhecidos como “base 10”), onde pequenas variações nominais representam grandes saltos percentuais, atraindo investidores que buscam diversificação com baixo aporte inicial. O fechamento na máxima do dia sugere um otimismo para a abertura da próxima sessão.
Gerido pela Wealth High Governance (WHG), o fundo atua em diversas frentes do mercado imobiliário, buscando ativos de renda e ganho de capital. A notícia mais recente do grupo WHG refere-se ao fortalecimento de suas estruturas de análise macroeconômica para guiar as alocações de seus fundos imobiliários.
5º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 93,18 ↑1,98%
Descrição: O ICRI11, fundo sob gestão do Itaú, apresentou uma valorização de 1,98%, fechando a R$ 93,18. O aumento foi de R$ 1,81 em relação ao fechamento de R$ 91,37. Diferente de outros ativos do ranking, o ICRI11 teve uma amplitude maior de negociação, com mínima de R$ 91,07 e máxima de R$ 93,42, o que indica uma volatilidade saudável e presença ativa de players no mercado. O volume financeiro foi expressivo, atingindo R$ 1.929.105,54, com 20.703 cotas trocando de mãos. O fundo está próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 93,65), o que pode sinalizar uma região de resistência técnica ou um forte momento de valorização patrimonial impulsionado pelos seus ativos atrelados ao IPCA.
O ICRI11 é um fundo de papel do Itaú Asset Management que investe em CRIs de alta qualidade creditícia. Recentemente, o Itaú anunciou que suas estratégias de crédito imobiliário continuam sendo um pilar central para a rentabilidade de seus fundos de investimento em 2024 e 2025.
6º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,69 ↑1,64%
Descrição: O SNEL11, um fundo com foco em infraestrutura imobiliária de energia, fechou o dia a R$ 8,69, o que representa uma alta de 1,64% (R$ 0,14 de valorização). O destaque absoluto deste ativo vai para a sua liquidez: foi o fundo com o maior volume de cotas negociadas no ranking, totalizando 219.078 unidades. Esse alto giro resultou em um volume financeiro de R$ 1.903.787,82. O preço de fechamento foi idêntico à mínima e máxima do dia registradas no relatório, indicando uma operação concentrada. Para investidores que buscam ativos com teses ESG e foco em energias renováveis, o SNEL11 se consolida como uma opção de alta liquidez e baixo valor de entrada por cota.
O SNEL11 é o fundo da Suno Asset focado em energia solar, gerando renda através do aluguel de usinas fotovoltaicas. A última grande notícia da Suno Asset envolve a expansão de seu portfólio de usinas no Nordeste, visando aumentar a previsibilidade de dividendos.
7º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 81,40 ↑1,31%
Descrição: O CACR11 encerrou a sessão com valorização de 1,31%, cotado a R$ 81,40. O avanço foi de R$ 1,05 sobre o valor anterior de R$ 80,35. O fundo operou entre a mínima de R$ 80,43 e a máxima de R$ 81,50, demonstrando uma negociação estável dentro desse intervalo. Com 18.457 cotas negociadas, o volume financeiro alcançou R$ 1.502.399,80. Ao analisar o histórico de 52 semanas, nota-se que o fundo está em um patamar intermediário, distante da mínima de R$ 59,13 e abaixo da máxima de R$ 92,54, o que sugere uma recuperação gradual de valor ou uma estabilização de preços após períodos de maior volatilidade no mercado de crédito.
Este fundo é gerido pela Cartesia Capital e foca em operações de recebíveis imobiliários com taxas de retorno atrativas. Recentemente, a Cartesia informou ao mercado sobre a conclusão de novas aquisições de CRIs estruturados, fortalecendo o fluxo de caixa do fundo.
8º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 80,68 ↑1,28%
Descrição: O VGIP11 fechou o dia em R$ 80,68, com uma alta de 1,28% (R$ 1,02 de aumento). Este fundo apresentou o maior volume financeiro total entre todos os listados no relatório, movimentando impressionantes R$ 3.036.714,52 através da negociação de 37.639 cotas. Durante o pregão, o ativo variou entre a mínima de R$ 79,40 e a máxima de R$ 81,66. A força deste volume financeiro indica uma presença institucional maciça. O fundo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 82,03), refletindo a busca dos investidores por proteção via ativos de papel indexados à inflação, característica principal da estratégia da Valora Investimentos.
O VGIP11 é um dos fundos de papel mais tradicionais do mercado, gerido pela Valora Investimentos. Em sua última comunicação ao mercado, a Valora destacou a resiliência de sua carteira de crédito diante da manutenção das taxas de juros em patamares elevados.
9º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 76,75 ↑1,21%
Descrição: O MFII11 registrou uma valorização de 1,21%, com fechamento a R$ 76,75. O ganho por cota foi de R$ 0,92 em comparação ao fechamento anterior de R$ 75,83. O fundo teve uma oscilação diária entre R$ 75,76 (mínima) e R$ 76,84 (máxima). O volume de negociação foi de 20.782 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 1.595.018,50. Este fundo foca em desenvolvimento imobiliário, um setor que geralmente carrega maior risco, mas oferece retornos potencialmente maiores. O fato de estar negociando perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 80,10) demonstra que o mercado está precificando positivamente o andamento das obras e as vendas das unidades imobiliárias atreladas ao fundo.
O MFII11 é gerido pela Mérito Investimentos e atua no segmento de incorporação e desenvolvimento residencial. Recentemente, a Mérito anunciou a entrega de unidades em empreendimentos localizados em São Paulo, o que impulsionou o otimismo dos investidores.
10º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 56,98 ↑0,97%
Descrição: Fechando o top 10, o BROF11 apresentou alta de 0,97%, com o valor da cota em R$ 56,98. A variação nominal foi de R$ 0,55 sobre o fechamento anterior de R$ 56,43. O ativo teve pouca oscilação, com mínima de R$ 56,43 e máxima de R$ 57,07. O volume de negociação foi o menor do grupo, com 4.913 cotas e um volume financeiro de R$ 279.942,74. O fundo de lajes corporativas da Brookfield está tentando se recuperar de sua mínima de 52 semanas (R$ 39,37), mas ainda se encontra distante da máxima de R$ 58,43. O baixo volume e a variação tímida refletem a cautela dos investidores com o setor de escritórios, que ainda enfrenta desafios de vacância.
O BROF11 é o fundo de escritórios da Brookfield Brasil, detentor de imóveis de alto padrão (Triple A). A Brookfield recentemente reafirmou seu compromisso com o mercado brasileiro de Real Estate, focando na renegociação de contratos de aluguel para reduzir a vacância física de seus ativos.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,84 | -4,12% |
| 2 | BCRI11 | R$ 69,31 | -1,25% |
| 3 | RBFF11 | R$ 10,45 | -1,04% |
| 4 | SNFF11 | R$ 77,34 | -0,82% |
| 5 | DEVA11 | R$ 26,77 | -0,82% |
| 6 | RECR11 | R$ 82,09 | -0,77% |
| 7 | BCIA11 | R$ 88,80 | -0,77% |
| 8 | HSLG11 | R$ 91,04 | -0,71% |
| 9 | GGRC11 | R$ 9,97 | -0,70% |
| 10 | RECT11 | R$ 38,31 | -0,62% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,84 ↓4,12%
Descrição: O fundo SPXS11 apresentou a maior queda percentual do relatório, recuando 4,12%. O preço de fechamento foi de R$ 8,84, coincidindo exatamente com a mínima registrada no dia, o que indica uma forte pressão vendedora até o encerramento do pregão. O volume de negociação financeira atingiu R$ 811.140,72, com um giro de 91.758 cotas. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,22, a desvalorização nominal foi de R$ 0,38. O ativo não apresentou dados históricos de 52 semanas na planilha, sugerindo ser uma listagem recente ou com dados em atualização. A máxima do dia não ultrapassou o valor de abertura, mantendo-se em R$ 8,84 durante o monitoramento registrado. Este movimento acentuado coloca o fundo em destaque negativo no ranking de volatilidade do dia, exigindo atenção dos investidores quanto aos motivos específicos dessa desvalorização acentuada frente aos seus pares de mercado.
O SPXS11 é um fundo imobiliário de estratégia híbrida/multiestratégia, gerido pela SPX Gestão de Recursos, focando em diversificar portfólio entre ativos reais e títulos de dívida imobiliária. Recentemente, a SPX tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos aos cotistas.
2º – BANESTES RECEIVEIS IMOB FII OF (BCRI11) | R$ 69,31 ↓1,25%
Descrição: O BCRI11 fechou o dia cotado a R$ 69,31, representando uma queda de 1,25% ou R$ 0,88 em termos nominais. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 69,05 e a máxima de R$ 70,24, demonstrando certa volatilidade intraday. O volume de ações negociadas foi de 11.662, gerando um volume financeiro total de R$ 808.293,22. É importante notar que o fundo está operando próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 70,91), bem distante da mínima anual de R$ 48,99, o que indica uma tendência de alta consistente no longo prazo, apesar do recuo diário. O fechamento anterior estava estabelecido em R$ 70,19. O volume financeiro robusto para um fundo de recebíveis demonstra liquidez saudável. O desempenho de hoje parece ser um ajuste técnico após o ativo testar resistências próximas ao topo histórico do último ano.
O BCRI11 é um fundo de “papel” gerido pelo Banestes, focado em investimentos em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). A última notícia relevante do fundo refere-se à manutenção de sua taxa de distribuição de dividendos, que continua atrativa devido à indexação ao IPCA e ao CDI de sua carteira de crédito.
3º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFF11) | R$ 10,45 ↓1,04%
Descrição: O RBFF11, um fundo de fundos (FoF), registrou queda de 1,04%, encerrando o dia a R$ 10,45. A variação nominal negativa foi de R$ 0,11 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,56. O ativo teve uma movimentação de 47.144 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 492.654,80. Durante o pregão, o valor máximo atingido foi de R$ 10,65, enquanto a mínima tocou os R$ 10,45, nível em que encerrou as operações. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo transaciona perto de sua máxima (R$ 10,76), evidenciando que, apesar da queda pontual, o sentimento do investidor para com o ativo permanece otimista no quadro anual. A mínima de 52 semanas é de R$ 7,54, mostrando uma recuperação expressiva ao longo do último ano. Como um FoF, o desempenho do RBFF11 reflete diretamente a média ponderada das quedas observadas em outros fundos imobiliários que compõem sua carteira.
O RBFF11 é gerido pela Rio Bravo e atua comprando cotas de outros FIIs, buscando superar o índice IFIX. Recentemente, a gestora divulgou um relatório detalhando o aumento da exposição em fundos de tijolo, antecipando uma possível valorização imobiliária com a queda das taxas de juros.
4º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 77,34 ↓0,82%
Descrição: O SNFF11 encerrou o pregão cotado a R$ 77,34, o que representa uma retração de 0,82% (R$ 0,64 negativos). O volume financeiro movimentado foi de R$ 529.933,68, com 6.852 cotas trocando de mãos. O comportamento do preço foi contido, variando entre a mínima de R$ 77,21 e a máxima de R$ 78,80. O fechamento anterior era de R$ 77,98. Observando o horizonte de um ano, o fundo possui uma máxima de R$ 82,15 e uma mínima de R$ 58,22. A queda de hoje mantém o ativo em uma zona intermediária de preços, sem ameaçar o suporte anual, mas perdendo fôlego em relação aos picos recentes. A baixa liquidez em termos de quantidade de cotas (6.852) em comparação a outros ativos da lista sugere uma sessão de baixa atividade institucional para este ticker específico, com o preço sendo influenciado por ordens de menor escala no varejo.
O SNFF11 é o fundo de fundos da Suno Asset, que foca na seleção de ativos baseada em análise fundamentalista de valor. A Suno Asset anunciou recentemente que o fundo tem buscado aumentar sua liquidez e diversificar a carteira para mitigar riscos de vacância nos fundos de tijolo investidos.
5º – DEVANT RECEIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 26,77 ↓0,82%
Descrição: O DEVA11 registrou uma queda de 0,82%, fechando o dia a R$ 26,77. A variação em reais foi de R$ 0,22 negativos comparado ao fechamento anterior de R$ 26,99. O volume negociado foi expressivo em termos financeiros, totalizando R$ 804.411,73, com a negociação de 30.049 cotas. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 26,69 e a máxima de R$ 27,11. Ao analisar os extremos de 52 semanas, percebe-se que o fundo está operando em um patamar muito abaixo de sua máxima anual de R$ 31,59 e relativamente próximo da mínima de R$ 22,18. Esse posicionamento de preço sugere que o ativo ainda enfrenta desafios de recuperação de valor de mercado. A queda de hoje reforça a tendência de instabilidade que tem acompanhado o setor de CRIs de maior risco (High Yield), onde o DEVA11 possui exposição significativa em sua carteira de recebíveis.
O DEVA11 é um fundo de recebíveis que busca ganho de capital e renda através de CRIs. Recentemente, o fundo esteve no centro das atenções do mercado devido a renegociações de dívidas de alguns de seus devedores, o que impactou o valor das cotas e a distribuição de dividendos.
6º – FDO INV IMOB – FII UBS (BR) RECEB IMOB ETF (RECR11) | R$ 82,09 ↓0,77%
Descrição: O RECR11 encerrou o dia com uma desvalorização de 0,77%, cotado a R$ 82,09. Em valores nominais, a queda foi de R$ 0,64 em relação ao fechamento de R$ 82,73. Este ativo apresentou um dos maiores volumes financeiros da lista, com R$ 2.822.664,65 movimentados através de 34.385 cotas. A máxima do dia foi de R$ 82,90, enquanto a mínima registrou R$ 81,90. Um dado relevante é que o valor de R$ 82,90, atingido hoje, iguala a máxima de 52 semanas do fundo, indicando que, apesar do fechamento negativo, o papel está em seu ápice histórico recente. A mínima de 52 semanas é de R$ 60,53. O alto volume financeiro corrobora a relevância do RECR11 no mercado de capitais brasileiro, sendo um dos fundos de papel mais líquidos e acompanhados pelos investidores que buscam exposição ao crédito imobiliário de alta qualidade (High Grade).
O RECR11 é gerido pela UBS-REI e foca em uma carteira diversificada de CRIs de baixo risco. A última notícia relevante sobre o fundo é a manutenção de um fluxo constante de dividendos, impulsionado pela gestão ativa da carteira de crédito e pela correção monetária dos ativos.
7º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 88,80 ↓0,77%
Descrição: O BCIA11 apresentou uma queda de 0,77% no pregão, fechando a R$ 88,80. A redução no preço por cota foi de R$ 0,69 frente ao fechamento anterior de R$ 89,49. Com um volume de 7.387 cotas negociadas, o fundo movimentou R$ 655.965,60. A variação de preços no dia ocorreu entre R$ 88,78 (mínima) e R$ 90,48 (máxima). Interessante notar que a máxima do dia (R$ 90,48) é exatamente a máxima de 52 semanas do fundo, sinalizando que o ativo testou seu teto anual antes de recuar. A mínima anual registrada é de R$ 67,29. O comportamento do BCIA11 hoje reflete uma realização de lucros natural, dado que o ativo atingiu níveis de preço que não eram vistos há meses. A baixa quantidade de cotas negociadas sugere que o movimento de queda foi ditado por um grupo reduzido de investidores aproveitando o topo de preço.
O BCIA11 é um fundo de fundos gerido pela BRAM (Bradesco Asset Management), que investe em uma seleção diversificada de outros FIIs e letras de crédito. Recentemente, a gestão destacou em relatório mensal o foco em aumentar a exposição a fundos de logística para captar a retomada do setor.
8º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 91,04 ↓0,71%
Descrição: O HSLG11 fechou o dia em R$ 91,04, uma desvalorização de 0,71% ou R$ 0,65. O fechamento anterior foi de R$ 91,69. Foram negociadas 9.691 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 882.268,64. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 90,92 e a máxima de R$ 91,68. Comparando com o histórico de 52 semanas, o fundo está operando próximo à sua máxima anual de R$ 92,33 e bem acima da mínima de R$ 62,62. Este desempenho reforça a resiliência do setor logístico no mercado imobiliário. A queda moderada de hoje não altera a estrutura de alta de longo prazo do papel, que continua sendo um dos preferidos para investidores que buscam renda passiva através de aluguéis de galpões industriais de alto padrão. O volume de negociação está dentro da média histórica para o fundo, indicando um dia de baixa volatilidade atípica.
O HSLG11 é um fundo de tijolo gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos), focado em galpões logísticos. A notícia mais recente do fundo envolve a renovação de contratos de locação com importantes players do e-commerce, garantindo estabilidade no fluxo de caixa para os próximos anos.
9º – GGR COVEPI RENDA FDO INV IMOB CF (GGRC11) | R$ 9,97 ↓0,70%
Descrição: O GGRC11 apresentou uma queda de 0,70%, encerrando o dia cotado a R$ 9,97. A variação nominal foi de R$ 0,07 em relação ao preço anterior de R$ 10,04. Este fundo se destacou pelo altíssimo volume de cotas negociadas: 950.655 unidades, o maior volume quantitativo da lista, gerando um montante financeiro de R$ 9.478.030,35. O preço oscilou entre a mínima de R$ 9,97 e a máxima de R$ 10,03. No acumulado de 52 semanas, o fundo tocou hoje sua máxima de R$ 10,05 (quase atingida na máxima do dia de R$ 10,03), estando muito acima da mínima anual de R$ 8,05. A queda para abaixo da barreira psicológica dos R$ 10,00 pode gerar um movimento técnico de suporte nos próximos pregões. O volume financeiro massivo indica uma forte rotação de carteira por parte de investidores institucionais durante o dia.
O GGRC11 investe predominantemente em imóveis industriais e logísticos através de contratos atípicos (Built-to-Suit). Recentemente, o fundo concluiu um processo de desdobramento de cotas na proporção de 1 para 10, visando aumentar a liquidez e tornar o valor da cota mais acessível ao pequeno investidor.
10º – FII UBSOFFIC ETF (RECT11) | R$ 38,31 ↓0,62%
Descrição: O RECT11 fechou com a menor queda percentual da lista, recuando 0,62%, com cotação final de R$ 38,31. A variação nominal negativa foi de R$ 0,24 comparado ao fechamento anterior de R$ 38,55. Foram negociadas 9.378 cotas, com volume financeiro de R$ 359.271,18. O ativo oscilou pouco durante o dia, com mínima de R$ 38,31 e máxima de R$ 38,55. No contexto de 52 semanas, o RECT11 demonstra um cenário de desvalorização acentuada, operando perto da máxima de R$ 39,05, mas vindo de uma mínima de R$ 23,29. Embora pareça estar em recuperação em relação à mínima, o valor absoluto da cota ainda reflete os desafios do setor de lajes corporativas. O baixo volume financeiro em comparação aos demais fundos do relatório sugere uma postura de espera por parte dos investidores, aguardando novos fatos relevantes sobre a vacância de seus imóveis.
O RECT11 é um fundo de tijolo focado em escritórios (lajes corporativas), gerido pela UBS-REI. A última notícia relevante reportada foi o esforço da gestão em preencher espaços vagos em edifícios no Rio de Janeiro e em São Paulo, buscando reverter o impacto negativo na distribuição de proventos.