Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,98 | 5,28% |
| 2 | CLIN11 | R$ 94,44 | 4,91% |
| 3 | VGIP11 | R$ 80,51 | 3,09% |
| 4 | GZIT11 | R$ 48,35 | 2,87% |
| 5 | WHGR11 | R$ 9,48 | 2,49% |
| 6 | BROF11 | R$ 61,18 | 2,09% |
| 7 | BTAL11 | R$ 91,70 | 1,85% |
| 8 | HABT11 | R$ 76,94 | 1,75% |
| 9 | BTRA11 | R$ 69,60 | 1,64% |
| 10 | ICRI11 | R$ 96,06 | 1,59% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%
Descrição: O Kinea Creditas (KCRE11) liderou as valorizações do dia com um salto expressivo de 5,28%. O ativo encerrou cotado a R$ 8,98, muito próximo da sua máxima diária de R$ 9,00, demonstrando uma forte pressão compradora ao longo da sessão. Com um volume de 58.005 cotas negociadas, o fundo movimentou aproximadamente R$ 520.884,90. É importante notar que o preço de fechamento anterior era de R$ 8,53, o que configura uma variação nominal positiva de R$ 0,45 por cota. Embora não tenhamos dados consolidados de 52 semanas nesta tabela, o comportamento de hoje sugere uma recuperação ou reação a fatos relevantes recentes. O volume de ações é o maior entre os dez primeiros do ranking, indicando uma liquidez saudável para o porte do fundo no dia de hoje. Investidores devem observar se essa valorização se sustenta acima do suporte dos R$ 8,50 nas próximas sessões.
Este fundo é gerido pela Kinea Investimentos e foca em ativos de crédito imobiliário, especialmente em parceria com a fintech Creditas. A última notícia relevante do setor envolve a estratégia da Kinea em expandir sua carteira de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) para aproveitar o cenário de juros estruturais no Brasil.
2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑ 4,91%
Descrição: O CLIN11 apresentou um desempenho robusto, fechando a R$ 94,44 com uma alta de 4,91%. O dado curioso deste pregão é que o valor de mínima, máxima e fechamento coincidiram em R$ 94,44, o que pode indicar uma negociação em bloco ou uma estabilização de preço em patamar elevado após a abertura. O volume financeiro totalizou R$ 1.127.330,28, proveniente da negociação de 11.937 cotas. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 93,83, o ganho real foi de R$ 4,32 por cota. Este fundo de papel, focado em índices de preços (geralmente IPCA), mostra resiliência em momentos onde a inflação demanda proteção por parte dos investidores de renda fixa imobiliária. A variação percentual o coloca como o segundo melhor desempenho da lista, reforçando o interesse por ativos de crédito privado de alta qualidade.
O CLIN11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela Clave Capital, focado em montar uma carteira de CRIs com indexação predominante ao IPCA. Recentemente, a Clave Capital anunciou a conclusão de novas alocações em seu portfólio, visando aumentar o dividend yield projetado para os próximos meses.
3º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 80,51 ↑ 3,09%
Descrição: Ocupando a terceira posição, o VGIP11 fechou o dia a R$ 80,51, registrando uma variação positiva de 3,09%. O ativo navegou entre a mínima de R$ 77,65 e a máxima de R$ 80,61, mostrando volatilidade intraday, mas terminando próximo do topo do canal diário. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 3.579.313,58, o maior valor financeiro entre os ativos listados, o que demonstra alta liquidez e confiança do mercado. Ao todo, 44.458 cotas mudaram de mãos. Comparando com a mínima de 52 semanas de R$ 65,49, o fundo está operando em uma zona de recuperação, embora ainda abaixo da máxima anual de R$ 84,86. O ganho nominal por cota foi de R$ 2,41 em relação ao fechamento de R$ 78,10 do dia anterior.
O VGIP11 é um fundo de papel da Valora Investimentos que investe primordialmente em CRIs indexados ao IPCA. A gestora comunicou recentemente ao mercado um ajuste na distribuição de dividendos, refletindo o carrego das taxas de juros reais da carteira.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑ 2,87%
Descrição: O GZIT11, fundo focado no setor de shopping centers, encerrou a R$ 48,35, uma alta de 2,87%. Assim como o segundo colocado, este ativo teve sua mínima e máxima travadas no valor de fechamento (R$ 48,35), com um volume de 21.664 cotas e movimentação financeira de R$ 1.047.454,40. O acréscimo de R$ 1,35 por cota em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00 sinaliza um otimismo com o setor de consumo e varejo físico. O setor de shoppings tem se beneficiado da recuperação do fluxo de pessoas e das vendas nas lojas físicas, o que impacta diretamente na receita de aluguéis e, consequentemente, nos dividendos distribuídos. Para o investidor, o GZIT11 se apresenta como uma opção de tijolo em um patamar de preço abaixo de muitos pares do setor, o que justifica o interesse demonstrado hoje.
O Gazit Malls é gerido pela Gazit Brasil, braço de uma multinacional focada em centros comerciais. A última notícia do grupo envolve a estratégia de desinvestimento em ativos não core para focar em empreendimentos de alto padrão localizados em áreas nobres de São Paulo.
5º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%
Descrição: O WHGR11 fechou a sessão cotado a R$ 9,48, o que representa uma valorização de 2,49%. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48, mantendo uma trajetória ascendente consistente. Com 27.804 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 263.581,92. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,25, o avanço foi de R$ 0,23 por cota. Por ser um fundo com valor de cota próximo a R$ 10,00 (conhecido como “fundo de base 10”), ele atrai muitos investidores iniciantes pela facilidade de aporte. O desempenho de hoje reforça a tendência de busca por ativos que misturam estratégias de crédito e participação imobiliária, características do portfólio da WHG.
Este é um fundo imobiliário híbrido gerido pela Wealth High Governance (WHG), que busca ganhos tanto em recebíveis quanto em ativos de tijolo. Recentemente, a WHG divulgou um relatório gerencial destacando a redução da vacância em seus ativos de logística e escritórios.
6º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 61,18 ↑ 2,09%
Descrição: O BROF11 encerrou o dia em R$ 61,18, subindo 2,09%. O fundo de lajes corporativas teve um dia de negociações entre R$ 59,76 e R$ 61,96, mostrando que, apesar de fechar em alta, houve uma leve realização de lucros em relação à máxima do dia. O volume foi de 4.684 cotas, totalizando R$ 286.567,12. Um ponto de atenção é que o valor atual está encostado na máxima de 52 semanas (R$ 61,96), indicando que o fundo está testando resistências históricas. O fechamento anterior foi de R$ 59,93, garantindo um ganho de R$ 1,25 por cota. Setores de escritórios corporativos em São Paulo e Rio de Janeiro continuam sob análise minuciosa devido ao modelo de trabalho híbrido, mas ativos de alta qualidade (Triple A) como os deste fundo mantêm sua atratividade.
O BROF11 é gerido pela BR Properties, uma das gigantes do setor imobiliário comercial. A última notícia relevante foi a movimentação da empresa em recomprar cotas no mercado, sinalizando que a gestão acredita que o valor patrimonial ainda está acima do preço de tela.
7º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 91,70 ↑ 1,85%
Descrição: O BTAL11 registrou um fechamento a R$ 91,70, alta de 1,85%. O fundo transitou entre a mínima de R$ 90,05 e a máxima de R$ 92,75, esta última coincidindo com a máxima de 52 semanas do ativo. Isso mostra que o agronegócio continua sendo um porto seguro e um motor de valorização para o mercado imobiliário logístico voltado ao campo. O volume financeiro foi robusto, com R$ 1.464.815,80 negociados através de 15.974 cotas. Em relação ao fechamento de R$ 90,03, o ganho nominal foi de R$ 1,67. O investidor de BTAL11 foca no longo prazo e na estabilidade dos contratos atípicos que o fundo possui com grandes players do setor sucroenergético e de grãos.
Gerido pelo BTG Pactual, o BTAL11 foca em infraestrutura logística para o agronegócio. Notícias recentes apontam que o fundo concluiu a aquisição de novos terminais de transbordo, aumentando sua capilaridade nas regiões de expansão agrícola.
8º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 76,94 ↑ 1,75%
Descrição: O HABT11 encerrou o dia a R$ 76,94, com alta de 1,75%. O ativo oscilou entre R$ 75,80 e R$ 76,95, demonstrando consistência. O volume de negociação foi de 8.962 cotas, gerando um giro de R$ 689.536,28. O fechamento anterior de R$ 75,62 foi superado em R$ 1,32. Ao observar a máxima de 52 semanas de R$ 79,10, percebe-se que o fundo ainda tem espaço para valorização antes de atingir seu topo anual. O HABT11 é conhecido por sua carteira de CRIs com taxas de retorno mais elevadas (high yield), o que geralmente atrai investidores dispostos a um pouco mais de risco em troca de dividendos acima da média do mercado.
O HABT11 é gerido pela Habitat Capital Partners e investe em ativos de crédito imobiliário, com foco em loteamentos e multipropriedade. A gestora publicou recentemente que a taxa de inadimplência de sua carteira segue sob controle, apesar do cenário macroeconômico desafiador.
9º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 69,60 ↑ 1,64%
Descrição: O BTRA11 fechou cotado a R$ 69,60, apresentando uma valorização de 1,64%. Durante o dia, o preço variou entre a mínima de R$ 69,03 e a máxima de R$ 71,00. O volume negociado foi de 9.920 cotas, resultando em R$ 690.432,00 em volume financeiro. Comparado ao fechamento anterior de R$ 68,48, houve um ganho de R$ 1,12 por cota. É relevante notar que o preço atual ainda está distante da máxima de 52 semanas de R$ 73,98, mas bem acima da mínima de R$ 41,01, o que mostra uma forte recuperação de valor ao longo do último ano. O foco em terras agrícolas oferece uma proteção real contra a inflação e exposição direta ao PIB do agro.
Este fundo também está sob a gestão do BTG Pactual e foca na aquisição e arrendamento de propriedades rurais. A última notícia do BTRA11 envolve a renegociação de contratos de arrendamento em propriedades no Mato Grosso, visando garantir a rentabilidade dos cotistas.
10º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 96,06 ↑ 1,59%
Descrição: Fechando o “Top 10”, o ICRI11 registrou alta de 1,59%, encerrando a R$ 96,06. O fundo teve uma oscilação entre R$ 94,55 e R$ 96,86. Este último valor (R$ 96,86) é a máxima de 52 semanas, atingida durante o pregão de hoje, o que sinaliza um momento de “bull run” para o ativo. Com 20.532 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 1.972.303,92, o fundo demonstra excelente liquidez. Em relação ao fechamento anterior de R$ 94,56, a valorização foi de R$ 1,50. Sendo um fundo gerido por um dos maiores bancos do país, a confiança institucional reflete-se na estabilidade e no volume de negociação observado.
O ICRI11 é o fundo de recebíveis imobiliários do Itaú Asset Management, indexado majoritariamente ao IPCA. Recentemente, o Itaú anunciou que o fundo manterá sua estratégia de diversificação em CRIs de setores como shoppings e logístico, aproveitando o fechamento da curva de juros.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,82 | -4,34% |
| 2 | XPIN11 | R$ 73,25 | -1,57% |
| 3 | TRBL11 | R$ 77,32 | -1,13% |
| 4 | RBFM11 | R$ 10,80 | -0,92% |
| 5 | RBRX11 | R$ 8,61 | -0,81% |
| 6 | RBRL11 | R$ 90,41 | -0,54% |
| 7 | TVRI11 | R$ 99,79 | -0,54% |
| 8 | SNEL11 | R$ 8,55 | -0,47% |
| 9 | FATN11 | R$ 86,88 | -0,42% |
| 10 | RBRP11 | R$ 53,87 | -0,39% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,82 ↓ 4,34%
Descrição: O ativo SPXS11 apresentou a maior variação negativa do grupo analisado nesta sessão, fechando cotado a R$ 8,82. Durante o pregão, o fundo demonstrou baixa volatilidade intra-day, com a mínima e a máxima convergindo no mesmo valor do fechamento (R$ 8,82), o que sugere uma forte pressão vendedora sem recuperação ao longo do dia. O volume de ações movimentadas foi de 59.923 unidades, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 528.520,86. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,22, a desvalorização de R$ 0,40 impactou significativamente o patrimônio dos detentores no curto prazo. Como o relatório aponta “Sem Dados” para as métricas de 52 semanas, infere-se que o ativo pode ter passado por ajustes recentes ou possui listagem recente que limita a análise histórica comparativa de longo prazo neste terminal específico.
O SPXS11 é um fundo imobiliário de estratégia multiestratégia, gerido pela SPX Gestão de Recursos, focado em adquirir ativos que gerem renda e ganho de capital através de diferentes segmentos do mercado imobiliário. Recentemente, a SPX tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos em cenários de juros elevados.
2º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 73,25 ↓ 1,57%
Descrição: O XPIN11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,57%, sendo negociado a R$ 73,25. O fundo mostrou oscilação entre a mínima de R$ 72,20 e a máxima de R$ 74,42, indicando que houve tentativa de manutenção de preço acima do fechamento anterior (R$ 74,42), porém sem sucesso. Com um volume de 13.037 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 954.960,25. É importante notar que o preço atual está posicionado em uma faixa intermediária em relação às métricas de 52 semanas, onde a mínima registrada foi de R$ 56,26 e a máxima de R$ 81,26. A variação nominal negativa foi de R$ 1,17 por cota, refletindo um movimento de correção técnica no setor logístico/industrial.
Este fundo é gerido pela XP Asset Management e focado em galpões industriais e logísticos. Sua tese de investimento baseia-se na locação de espaços para grandes empresas. Uma notícia relevante recente envolve a renovação de contratos de locação em condomínios logísticos no interior de São Paulo, visando reduzir a vacância física.
3º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 77,32 ↓ 1,13%
Descrição: O TRBL11 registrou um fechamento de R$ 77,32, representando uma queda de 1,13% em relação ao dia anterior (R$ 78,20). O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 2.796.973,68, com 36.174 cotas trocando de mãos. O ativo atingiu a máxima de R$ 78,99, mas perdeu fôlego, aproximando-se da mínima do dia de R$ 76,81. Ao analisarmos a janela de 52 semanas, observamos que o fundo opera próximo de sua máxima histórica do período (R$ 81,29) e muito acima da mínima (R$ 48,72), demonstrando uma trajetória de recuperação sólida no último ano. A variação negativa de R$ 0,88 nesta sessão pontual pode ser interpretada como um movimento de realização de lucros por parte dos investidores institucionais.
O fundo SDI Logística Rio foca na exploração de imóveis de uso logístico e industrial, predominantemente em localizações estratégicas. A última notícia relevante do fundo trata da conclusão de obras de melhoria em seus ativos no Rio de Janeiro, visando atrair novos locatários do setor de e-commerce.
4º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,80 ↓ 0,92%
Descrição: O RBFM11, um ETF que busca replicar o índice IFIX, fechou o dia cotado a R$ 10,80, uma variação negativa de 0,92%. O volume de ações foi de 27.031, totalizando um volume negociado de R$ 291.934,80. Durante a sessão, o ativo oscilou entre R$ 10,74 e R$ 10,90. Este ETF é um termômetro do mercado de FIIs como um todo; sua queda reflete o sentimento pessimista generalizado do setor no dia. No acumulado de 52 semanas, o ativo mostra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 7,83 e muito próximo da máxima de R$ 11,06. A diferença de R$ 0,10 em relação ao fechamento anterior sinaliza uma volatilidade controlada, típica de produtos diversificados por índice.
O RBFM11 é um ETF gerido pela Rio Bravo que oferece exposição diversificada aos principais fundos imobiliários da bolsa brasileira. Recentemente, a gestora destacou em relatório mensal a importância da diversificação do ETF para mitigar riscos de crédito privado no setor imobiliário.
5º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,61 ↓ 0,81%
Descrição: O RBRX11 apresentou um dos maiores volumes de negociação em quantidade de cotas, com 515.221 unidades negociadas, resultando em um montante financeiro de R$ 4.436.052,81. O valor de fechamento foi de R$ 8,61, queda de 0,81%. O fundo operou em uma banda estreita, com máxima de R$ 8,64 e mínima de R$ 8,61, indicando que o mercado encontrou um suporte no preço de fechamento. Em relação ao fechamento anterior de R$ 8,68, houve uma redução nominal de R$ 0,07. A ausência de dados históricos de 52 semanas na planilha sugere um período de observação incompleto para análise de tendência de longo prazo, mas o alto volume financeiro atesta a liquidez relevante do ativo no mercado secundário.
Este fundo da RBR Asset atua com uma estratégia multiestratégia (Hedge Fund Imobiliário), investindo em CRIs, cotas de outros FIIs e ativos diretos. A notícia mais recente do fundo aponta para um aumento na alocação em títulos de dívida imobiliária indexados ao IPCA, visando proteger a rentabilidade contra a inflação.
6º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 90,41 ↓ 0,54%
Descrição: O RBRL11 encerrou a sessão a R$ 90,41, apresentando uma desvalorização moderada de 0,54%. O volume negociado foi de R$ 2.765.009,03, com 30.583 cotas movimentadas. O ativo tocou a máxima de R$ 91,54, mas acabou fechando na mínima do dia (R$ 90,41), o que pode sinalizar uma continuidade de movimento corretivo para a próxima abertura. Comparando com o histórico de 52 semanas, o preço atual está mais próximo da máxima (R$ 94,24) do que da mínima (R$ 54,83), sugerindo que o fundo atravessa um momento de valorização estrutural, apesar da queda pontual de R$ 0,49 em relação ao fechamento de R$ 90,90.
O RBRL11 é um fundo de logística focado em ativos “Last Mile” e galpões de alto padrão (Triple A). Recentemente, o fundo anunciou a assinatura de um novo contrato de locação de longo prazo para um de seus ativos em Cajamar-SP, fortalecendo o fluxo de caixa para os próximos meses.
7º – FDO INV IMOB BB PROGRESSIVO II ETF (TVRI11) | R$ 99,79 ↓ 0,54%
Descrição: O TVRI11 apresentou um recuo de 0,54%, fechando o pregão a R$ 99,79. Com um volume de 12.067 cotas e movimentação financeira de R$ 1.204.165,93, o ativo demonstrou estabilidade relativa. A máxima do dia chegou a R$ 100,80, ultrapassando o fechamento anterior de R$ 100,33, mas a pressão vendedora levou o preço para perto da mínima de R$ 99,72. No horizonte de um ano, o ativo se mantém em uma zona saudável, entre a mínima de R$ 72,11 e a máxima de R$ 103,91. A variação nominal negativa de R$ 0,54 reflete o ajuste de expectativas quanto aos proventos ou oscilações normais de mercado para ativos de maior valor nominal.
O fundo BB Progressivo II é um FII de agências bancárias, detentor de imóveis locados para o Banco do Brasil. A última notícia relevante envolve as discussões sobre a renovação antecipada de contratos de aluguel e a estratégia de desinvestimento em algumas unidades físicas para otimização do portfólio.
8º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,55 ↓ 0,47%
Descrição: O SNEL11 fechou a R$ 8,55, com uma queda de 0,47%. Apesar da desvalorização percentual pequena, o volume de cotas negociadas foi massivo, atingindo 465.407 unidades, totalizando R$ 3.979.229,85 em volume financeiro. O fundo operou sem volatilidade intra-day, mantendo a máxima e a mínima em R$ 8,55, o que indica um preço de equilíbrio rígido durante a sessão. A queda nominal foi de apenas R$ 0,04 frente ao fechamento anterior de R$ 8,59. A falta de dados de 52 semanas impossibilita uma análise técnica de suporte e resistência de longo prazo, mas o volume negociado sugere alta aceitação e liquidez entre os investidores de varejo.
O SNEL11 é um fundo inovador focado em energias limpas (geração distribuída), investindo em usinas fotovoltaicas. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado o início da operação comercial de novas usinas solares em Minas Gerais, o que deve impactar positivamente a geração de receita futura.
9º – FDO DE INVEST IMOB ATHENA I CF (FATN11) | R$ 86,88 ↓ 0,42%
Descrição: O FATN11 registrou fechamento a R$ 86,88, uma retração de 0,42%. O volume financeiro movimentado foi de R$ 2.489.807,04, com a negociação de 28.658 cotas. O ativo variou entre a mínima de R$ 86,79 e a máxima de R$ 87,40, demonstrando baixa amplitude de movimento. Comparado ao fechamento anterior de R$ 87,25, a perda foi de R$ 0,37. Observando o desempenho anual, o fundo está em um patamar elevado, considerando que a mínima de 52 semanas foi de R$ 66,43 e a máxima de R$ 90,00. Esse posicionamento indica que, embora tenha ocorrido uma queda diária, o ativo mantém uma tendência de médio prazo de consolidação em níveis altos.
Este fundo imobiliário possui uma carteira diversificada com foco em renda. A última notícia associada ao Athena I refere-se à distribuição de dividendos acima da média do mercado, impulsionada pelo recebimento antecipado de aluguéis e pela gestão ativa de sua carteira de recebíveis imobiliários.
10º – FDO INV IMOB RBR PROPERTIES CF (RBRP11) | R$ 53,87 ↓ 0,39%
Descrição: O RBRP11 apresentou a menor queda percentual do ranking analisado, com recuo de 0,39%, encerrando a R$ 53,87. O volume de cotas negociadas foi de 36.257, totalizando R$ 1.953.164,59. O ativo mostrou certa volatilidade, com máxima de R$ 54,24 e mínima de R$ 53,60. O fechamento anterior foi de R$ 54,08, representando uma queda nominal de R$ 0,21. Na análise de 52 semanas, o fundo operou significativamente acima de sua mínima de R$ 35,40 e muito próximo de sua máxima de R$ 56,15. Esse comportamento sugere uma estabilidade maior em relação aos pares do ranking, sendo o ativo que melhor preservou o valor de face nesta sessão.
O RBRP11 é um fundo de lajes corporativas da RBR Asset, focado em edifícios comerciais de alta qualidade em São Paulo. Recentemente, o fundo foi notícia devido à renegociação bem-sucedida de contratos de locação na região da Avenida Faria Lima, reduzindo a vacância financeira do portfólio.