Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 21/01/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 URPR11 R$ 39,06 4,38%
2 GZIT11 R$ 48,59 3,38%
3 KCRE11 R$ 8,80 3,17%
4 CLIN11 R$ 90,45 2,78%
5 HABT11 R$ 78,43 2,52%
6 WHGR11 R$ 9,48 2,49%
7 SNEL11 R$ 8,69 1,64%
8 BBIG11 R$ 7,42 1,50%
9 TVRI11 R$ 101,85 1,44%
10 LIFE11 R$ 8,44 1,44%

1º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 39,06 ↑ 4,38%

Descrição: O fundo URPR11 liderou as valorizações do dia com um salto expressivo de 4,38%, fechando cotado a R$ 39,06. Durante a sessão, o ativo demonstrou forte volatilidade positiva, saindo de uma mínima de R$ 37,43 para atingir a máxima de R$ 39,40. O volume de negociação financeira somou R$ 918.964,62, com um giro de 23.527 cotas. Este movimento coloca o papel em uma posição de recuperação interessante, visto que sua mínima nas últimas 52 semanas foi de R$ 30,68, embora ainda esteja distante do teto anual de R$ 55,47. A variação nominal positiva foi de R$ 1,64 em relação ao fechamento anterior de R$ 37,42. O Urca Prime Renda é um fundo de papel focado em ativos de crédito imobiliário (CRIs) com estratégias de alto rendimento (High Yield). Recentemente, o fundo anunciou a distribuição mensal de dividendos, mantendo-se como um dos favoritos para investidores que buscam fluxos constantes de caixa.

2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,59 ↑ 3,38%

Descrição: Na segunda posição, o GZIT11 apresentou uma alta de 3,38%, terminando o dia em sua máxima histórica diária de R$ 48,59. O fundo abriu a sessão próximo de R$ 48,57 e sustentou o crescimento até o encerramento, acumulando um ganho nominal de R$ 1,59 por cota frente aos R$ 47,00 anteriores. O volume financeiro movimentado foi robusto, totalizando R$ 848.138,45, refletindo o interesse dos investidores pelo setor de shoppings. Vale destacar que, por ser um ativo mais específico, os dados de mínima e máxima de 52 semanas não foram registrados nesta base, mas a liquidez de 17.455 cotas demonstra estabilidade. O Gazit Malls é administrado pela Gazit Brasil e foca na exploração comercial de shopping centers. A última notícia relevante da empresa envolve a otimização de seu portfólio de ativos e a melhoria nos indicadores de vacância em suas unidades no estado de São Paulo.

3º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,80 ↑ 3,17%

Descrição: O KCRE11 ocupou o terceiro lugar com uma valorização de 3,17%. O ativo fechou a R$ 8,80, exatamente o mesmo valor de sua máxima e mínima do dia, o que sugere uma negociação concentrada e uma pressão compradora resiliente desde a abertura. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,53, o fundo teve um incremento de R$ 0,27 por cota. O volume de ações negociadas foi de 33.491 unidades, gerando um montante financeiro de R$ 294.720,80. Apesar de um volume financeiro menor que os líderes, o percentual de alta confirma um otimismo pontual sobre o papel. Este fundo é fruto de uma parceria entre a Kinea e a fintech Creditas, focando em carteiras de crédito imobiliário originadas pela plataforma. Recentemente, a Creditas anunciou planos de expansão de sua carteira de empréstimos com garantia de imóvel, o que impacta diretamente o lastro deste FII.

4º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 90,45 ↑ 2,78%

Descrição: O fundo CLIN11 registrou uma alta de 2,78%, encerrando o pregão cotado a R$ 90,45. Assim como outros ativos da lista, sua cotação permaneceu estável entre a mínima e a máxima do dia, demonstrando uma execução de ordens firme. O ganho nominal foi de R$ 2,45 em relação ao fechamento de R$ 88,00. O volume financeiro foi significativo, atingindo R$ 833.768,10, com a movimentação de 9.218 cotas. Este desempenho reforça a tese de fundos de papel atrelados a índices de inflação em momentos de incerteza macroeconômica. O Clave Índices de Preços é um fundo que investe predominantemente em CRIs indexados ao IPCA. A gestora Clave Capital informou em seu último relatório gerencial que está realizando uma reciclagem estratégica da carteira para aproveitar o atual cenário de juros reais elevados no Brasil.

5º – HABITAT II – FII ETF (HABT11) | R$ 78,43 ↑ 2,52%

Descrição: O HABT11 apresentou uma valorização de 2,52%, fechando a R$ 78,43. O ativo teve uma variação nominal de R$ 1,93 em relação aos R$ 76,50 do dia anterior. Durante o pregão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 76,40 e a máxima de R$ 78,57, muito próximo de seu teto de 52 semanas (R$ 78,57). O volume financeiro foi o terceiro maior da lista, com R$ 1.443.504,15 negociados através de 18.405 cotas. Isso indica uma forte convicção do mercado no potencial de valorização do fundo neste patamar de preço. O Habitat II é focado em CRIs de projetos imobiliários, frequentemente com características de “High Yield”. Notícias recentes apontam que o fundo tem mantido um cronograma rigoroso de pagamentos de dividendos, atraindo investidores focados em renda passiva, apesar da volatilidade do setor de construção.

6º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%

Descrição: Ocupando a sexta posição, o WHGR11 subiu 2,49%, atingindo o valor de R$ 9,48. O fechamento anterior foi de R$ 9,25, representando um ganho de R$ 0,23 por cota. O fundo manteve-se estável durante o dia, com mínima de R$ 9,42 e máxima de R$ 9,48. O volume de negociação foi de 27.804 cotas, totalizando R$ 263.581,92 em volume financeiro. Embora o volume seja menor em comparação aos gigantes do setor, a consistência na alta demonstra uma absorção saudável das ofertas de venda. O WHG Real Estate é um fundo híbrido que busca ganhos tanto em crédito quanto em tijolo. A última notícia relevante da WHG Asset destaca a captação de novos recursos para diversificação de portfólio, focando em ativos logísticos estrategicamente localizados para atender o e-commerce.

7º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,69 ↑ 1,64%

Descrição: O SNEL11 registrou uma elevação de 1,64%, fechando a R$ 8,69. Este fundo chamou a atenção pelo alto volume de liquidez, com 219.078 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 1.903.787,82, o maior deste ranking. O preço variou nominalmente R$ 0,14 a partir do fechamento anterior de R$ 8,55. A estabilidade entre mínima e máxima no dia (R$ 8,69) sugere que o ativo encontrou um ponto de equilíbrio com alta demanda. O Suno Energias Limpas é um fundo inovador que investe em ativos de infraestrutura de energia renovável, como usinas solares. Recentemente, a Suno Asset divulgou que o fundo concluiu a energização de novas plantas solares no Sudeste, o que deve impactar positivamente a geração de caixa e a distribuição de proventos futuros.

8º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 7,42 ↑ 1,50%

Descrição: Na oitava colocação, o BBIG11 avançou 1,50%, fechando a R$ 7,42. O ativo teve uma movimentação nominal de R$ 0,11 sobre o fechamento de R$ 7,31. Com um volume de 201.041 cotas, o fundo movimentou R$ 1.491.724,22, demonstrando ser um dos papéis mais líquidos desta seleção. O valor de fechamento ficou muito próximo da máxima das últimas 52 semanas (R$ 7,50), indicando que o fundo está testando resistências importantes. O BB Premium Malls foca em participações em shopping centers de alta renda. Recentemente, o Banco do Brasil, através de sua gestora, anunciou uma revisão nas taxas de administração para tornar o fundo mais competitivo perante os pares, o que foi bem recebido pelo mercado varejista.

9º – FDO INV IMOB BB PROGRESSIVO II ETF (TVRI11) | R$ 101,85 ↑ 1,44%

Descrição: O TVRI11 apresentou uma alta de 1,44%, encerrando o dia em R$ 101,85. O fundo mostrou volatilidade intraday, com mínima de R$ 100,23 e máxima de R$ 102,29, que também coincide com sua máxima de 52 semanas. O volume financeiro negociado foi de R$ 1.423.455,60, com 13.976 cotas trocando de mãos. O aumento nominal foi de R$ 1,45 em relação ao preço anterior de R$ 100,40. Este fundo possui um perfil de renda mais previsível, o que justifica sua cotação acima dos cem reais. O BB Progressivo II (TVRI11) é proprietário de agências bancárias e prédios administrativos locados para o Banco do Brasil. A notícia mais recente do fundo trata da renovação de contratos de locação de longo prazo, garantindo previsibilidade de receita para os cotistas pelos próximos anos.

10º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,44 ↑ 1,44%

Descrição: Fechando a lista, o LIFE11 subiu 1,44%, terminando a R$ 8,44. O fundo variou entre R$ 8,37 e R$ 8,49 durante a sessão, alcançando sua máxima de 52 semanas durante o pregão. O volume de cotas negociadas foi expressivo, com 157.178 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 1.326.582,32. A variação nominal foi de R$ 0,12 frente ao fechamento de R$ 8,32. O desempenho robusto em termos de volume sugere uma entrada de capital institucional no papel. O Life Capital Partners é um fundo de recebíveis imobiliários que busca diversificação em setores como residencial e comercial. Recentemente, a gestão comunicou ao mercado a aquisição de uma nova série de CRIs com taxas atrativas, reforçando o objetivo de manter o Dividend Yield acima da média do IFIX.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SPXS11 R$ 8,84 -4,12%
2 BTAL11 R$ 86,59 -2,24%
3 SNFF11 R$ 77,16 -1,69%
4 BTRA11 R$ 65,37 -1,57%
5 RCRB11 R$ 142,14 -0,74%
6 TRBL11 R$ 68,11 -0,70%
7 HGPO11 R$ 146,00 -0,66%
8 ICRI11 R$ 92,33 -0,60%
9 RBRX11 R$ 8,30 -0,60%
10 HSAF11 R$ 79,34 -0,58%

1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,84 ↓4,12%

Descrição: O fundo SPXS11 registrou a queda mais expressiva do dia entre os ativos analisados, com um recuo de 4,12%, o que representa uma desvalorização nominal de R$ 0,38 frente ao fechamento anterior de R$ 9,22. Durante o pregão, o ativo demonstrou baixíssima volatilidade intradiária, operando estritamente na marca de R$ 8,84, valor que se consolidou tanto como a mínima quanto como a máxima do dia. O volume de ações movimentadas foi de 91.758 papéis, gerando um volume financeiro negociado de R$ 811.140,72. É importante notar que o fundo não apresenta dados disponíveis para as mínimas e máximas de 52 semanas no conjunto de dados fornecido, o que sugere uma análise mais cautelosa sobre seu histórico de longo prazo. No entanto, sua posição no ranking de volume e variação indica um movimento de correção técnica ou ajuste de carteira por parte de grandes detentores após o fechamento anterior.

O SPXS11 é um fundo imobiliário do tipo multiestratégia (Hedge Fund), gerido pela SPX Gestão de Recursos em parceria com a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties). O fundo tem como objetivo principal auferir renda e ganho de capital através de uma carteira diversificada que inclui outros FIIs, CRIs e ativos de base imobiliária. Recentemente, a gestora destacou em relatório que o fundo mantém uma estratégia ativa de alocação para capturar oportunidades tanto em renda quanto em ganho de capital com o giro da carteira.


2º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 86,59 ↓2,24%

Descrição: O BTAL11 encerrou o dia cotado a R$ 86,59, apresentando uma variação negativa de 2,24%, o equivalente a uma redução de R$ 1,98 por cota em relação ao fechamento de R$ 88,57. Ao longo do pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 86,30 e a máxima de R$ 88,50, demonstrando uma pressão vendedora constante. O volume de negociação foi de 12.236 cotas, resultando em um montante financeiro expressivo de R$ 1.059.515,24. Ao observar a perspectiva de 52 semanas, nota-se que o valor atual está próximo de sua máxima histórica no período (R$ 91,40) e bem acima da mínima de R$ 58,72. Esse cenário indica que, apesar da queda pontual do dia, o fundo mantém uma trajetória de valorização consistente no médio prazo, sustentada por fundamentos operacionais sólidos e um volume financeiro que garante liquidez aos investidores.

O BTG Pactual Agro Logística é um fundo focado na aquisição e gestão de ativos imobiliários logísticos voltados exclusivamente para o agronegócio, como terminais de transbordo e armazéns. Uma notícia recente de grande impacto para o fundo é a movimentação da gestão para deliberar sobre a transformação do FII em FIAGRO, visando otimizar a estrutura tributária e expandir o mandato de investimento dentro da cadeia do agronegócio.


3º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 77,16 ↓1,69%

Descrição: O SNFF11, fundo de fundos gerido pela Suno Asset, apresentou um recuo de 1,69% no pregão, fechando a R$ 77,16. A variação nominal foi negativa em R$ 1,33 comparada ao fechamento anterior de R$ 78,49. O ativo teve uma oscilação entre R$ 77,08 e R$ 78,95 durante o dia, com um volume de 4.339 cotas negociadas e giro financeiro de R$ 334.797,24. Historicamente, o fundo tem operado em uma faixa saudável, considerando que sua máxima em 52 semanas foi de R$ 82,15 e a mínima de R$ 58,22. A queda observada pode estar atrelada à movimentação do IFIX ou a ajustes pontuais nos dividendos distribuídos pelas teses que compõem sua carteira. A liquidez, embora menor que os líderes do ranking, permanece estável para o perfil do investidor de varejo.

O SNFF11 é um Fundo de Fundos (FoF) que busca superar o IFIX através de uma gestão ativa de uma carteira composta por outros fundos imobiliários, selecionados com base na filosofia de “value investing”. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de dividendos no valor de R$ 0,80 por cota, mantendo um patamar de rendimento mensal atrativo para seus cotistas, conforme comunicado divulgado pela Suno Asset.


4º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 65,37 ↓1,57%

Descrição: O fundo BTRA11 fechou o dia negociado a R$ 65,37, o que representou uma queda de 1,57% ou R$ 1,04 nominais. O desempenho diário foi marcado por uma mínima de R$ 65,35 e máxima de R$ 66,79, sendo que o fechamento anterior foi exatamente no valor da máxima do dia atual (R$ 66,41). Com 2.297 cotas transacionadas, o volume financeiro atingiu R$ 150.154,89. Um ponto de destaque é que a cotação atual de R$ 65,37 está muito próxima da máxima de 52 semanas (R$ 66,79), indicando que o fundo atravessa um momento de valorização acentuada no ano, recuperando-se fortemente da mínima de R$ 40,32 registrada no período. Esse movimento sugere um otimismo do mercado quanto à tese de terras agrícolas e à capacidade de geração de renda do fundo.

O BTRA11 é um fundo imobiliário que investe em terras agrícolas produtivas, utilizando contratos de locação de longo prazo (atípicos) com produtores rurais de grande porte. A última notícia relevante sobre o ativo refere-se ao aumento de 33% no valor dos dividendos anunciados nos últimos meses, fruto da regularização de fluxos de caixa e da performance operacional das propriedades rurais do portfólio.


5º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 142,14 ↓0,74%

Descrição: O RCRB11 registrou uma queda moderada de 0,74%, encerrando o pregão a R$ 142,14. A variação negativa foi de R$ 1,06 em relação ao fechamento de R$ 143,20. O ativo demonstrou uma liquidez muito robusta, com 14.368 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 2.042.267,52, um dos maiores da lista. Durante o dia, as negociações variaram entre R$ 141,76 e R$ 144,75. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, o fundo mantém uma posição de força, operando perto da máxima de R$ 146,27 e mantendo uma distância segura da mínima de R$ 103,54. A solidez do volume financeiro diário reforça a confiança institucional no ativo, que é um dos principais nomes do setor de lajes corporativas.

O Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) é um dos fundos mais tradicionais do mercado, focado no investimento em lajes corporativas de alto padrão (Triple A) localizadas nos principais eixos comerciais de São Paulo e Rio de Janeiro. Notícias recentes indicam que o fundo pagou seu maior dividendo em 13 meses no último ciclo, impulsionado pelo aumento da ocupação e reajustes contratuais positivos em seus edifícios.


6º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 68,11 ↓0,70%

Descrição: O fundo TRBL11 apresentou uma desvalorização de 0,70% no pregão de hoje, fechando a R$ 68,11. A queda nominal foi de R$ 0,48 frente aos R$ 68,59 do dia anterior. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 68,10 e a máxima de R$ 69,48, movimentando 9.486 cotas. O volume financeiro totalizou R$ 646.091,46. O preço de fechamento atual situa-se em uma zona intermediária de valorização anual, tendo como referência a mínima de 52 semanas de R$ 49,21 e a máxima de R$ 69,65. O fato de o fechamento estar próximo da máxima anual sugere que o ativo está em tendência de alta, e a queda de hoje pode ser interpretada como um respiro técnico natural após sucessivas altas no setor logístico fluminense.

O TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) foca em galpões logísticos, com ativos estrategicamente localizados no estado do Rio de Janeiro. A empresa recentemente comunicou ao mercado a manutenção de seus dividendos em patamares estáveis (R$ 0,53 por cota), destacando a resiliência de sua base de inquilinos e o baixo índice de vacância em seu principal condomínio logístico.


7º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 146,00 ↓0,66%

Descrição: O HGPO11 encerrou o dia com uma leve queda de 0,66%, cotado a R$ 146,00. A variação nominal negativa foi de R$ 0,97 comparada ao fechamento de R$ 146,97. Foi um dia de baixíssima liquidez para o fundo, com apenas 373 cotas negociadas, gerando um volume financeiro reduzido de R$ 54.458,00. O ativo operou em uma banda estreita, entre R$ 145,80 e R$ 148,40. Apesar da baixa movimentação diária, o fundo apresenta um histórico sólido em 52 semanas, com mínima de R$ 122,01 e máxima de R$ 149,48. O valor de fechamento atual demonstra que o fundo preserva seu valor patrimonial no mercado secundário, sendo negociado muito próximo do topo histórico de preços para o período de um ano.

O HGPO11 é um fundo gerido atualmente pelo Pátria Investimentos (após aquisição da CSHG), focado em edifícios de escritórios boutique na região do Itaim Bibi, em São Paulo. Uma notícia de destaque é a recente transição de gestão para o Pátria, que vem implementando uma nova estratégia de comunicação com o mercado, mantendo a característica de ativos de altíssima qualidade e dividendos recorrentes.


8º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 92,33 ↓0,60%

Descrição: O ICRI11 registrou um recuo de 0,60%, fechando a R$ 92,33. A variação negativa foi de R$ 0,56 sobre o fechamento anterior de R$ 92,89. O fundo apresentou uma movimentação relevante, com 10.378 cotas trocando de mãos e um volume financeiro de R$ 958.200,74. No pregão, a mínima foi de R$ 91,82 e a máxima de R$ 93,36. No histórico de 52 semanas, o ativo mostra uma valorização expressiva, saindo de R$ 67,48 para atingir a máxima de R$ 93,85. O preço atual de R$ 92,33 indica que o mercado continua precificando o fundo perto de suas máximas, refletindo o cenário de inflação (IPCA) que beneficia a correção dos ativos de crédito imobiliário que compõem o portfólio do fundo gerido pelo Itaú.

O ICRI11 é um fundo de papel do Itaú Asset Management que investe primordialmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao IPCA. Recentemente, o fundo informou a distribuição de rendimentos no patamar de R$ 0,95 por cota, reforçando seu papel como um importante veículo de proteção contra a inflação com ganhos reais para o investidor.


9º – RBR PLUS MULTIESTRATÉGIA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,30 ↓0,60%

Descrição: O RBRX11 encerrou o dia a R$ 8,30, apresentando uma queda de 0,60%, ou R$ 0,05 nominais. Apesar da variação negativa ser modesta em percentual, o fundo foi o destaque absoluto em termos de volume de negociação, com 347.064 ações movimentadas, resultando no maior volume financeiro do relatório: R$ 2.880.631,20. O ativo operou sem volatilidade intradiária, com a mínima e a máxima travadas em R$ 8,30, após abrir em queda frente ao fechamento anterior de R$ 8,35. A ausência de dados de 52 semanas não permite uma análise de longo prazo, mas o altíssimo volume financeiro sugere uma liquidez excepcional, característica de fundos que passam por processos de incorporação ou emissões de larga escala.

O RBRX11 é um fundo imobiliário multiestratégia da RBR Asset que busca ganho de capital e renda através de diversas frentes do setor imobiliário, incluindo crédito e participação em outros FIIs. A última grande notícia sobre o fundo envolve a incorporação do fundo RBRF11 pelo RBRX11, uma operação estratégica para aumentar a escala, liquidez e eficiência tributária do veículo de investimento.


10º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 79,34 ↓0,58%

Descrição: O HSAF11 fechou a lista com uma variação negativa de 0,58%, sendo cotado a R$ 79,34 no encerramento do pregão. A desvalorização foi de R$ 0,46 comparada aos R$ 79,80 anteriores. O fundo teve uma oscilação entre R$ 79,11 e R$ 80,41, com 5.986 cotas negociadas e volume financeiro de R$ 474.929,24. O ativo mantém um bom desempenho histórico, considerando que sua máxima de 52 semanas foi de R$ 82,00 e a mínima de R$ 59,53. A cotação atual demonstra que o fundo recuperou boa parte do seu valor de mercado ao longo do último ano, mantendo-se estável para o investidor que busca renda mensal através de ativos de crédito imobiliário com gestão ativa.

O HSI Ativos Financeiros é um fundo imobiliário que investe em títulos de dívida imobiliária (CRIs) com foco em risco “High Grade”. Segundo o relatório gerencial mais recente, a gestão do fundo tem focado na reciclagem do portfólio para manter o dividend yield acima da média do mercado, tendo anunciado recentemente pagamentos recorrentes na casa de R$ 0,95 por cota.

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