Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
| 1 | VGHF11 | R$ 6,23 | 3,49% |
| 2 | VINO11 | R$ 4,95 | 3,13% |
| 3 | MFII11 | R$ 54,36 | 2,18% |
| 4 | HFOF11 | R$ 6,61 | 1,69% |
| 5 | SNCI11 | R$ 87,20 | 1,56% |
| 6 | PVBI11 | R$ 75,43 | 1,38% |
| 7 | TEPP11 | R$ 8,62 | 1,17% |
| 8 | XPCI11 | R$ 83,27 | 1,12% |
| 9 | PSEC11 | R$ 58,63 | 1,09% |
| 10 | KNRI11 | R$ 160,31 | 0,98% |
1º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 6,23 ↑ 3,49%
Descrição: O Valora Hedge Fund FDO DE INV IMOB CF encerrou a última sessão de negociações cotado a R$ 6,23, registrando uma valorização expressiva de 3,49%, o que representou um aumento absoluto de R$ 0,21 em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 6,02. Durante o pregão, o ativo demonstrou forte movimentação, atingindo a mínima diária de R$ 6,01 e a máxima de R$ 6,26. O volume operacional de ações negociadas alcançou a marca de 739.062 papéis. No acumulado das últimas 52 semanas, o fundo estabeleceu sua cotação mínima em R$ 5,60 e a máxima em R$ 7,23. O desempenho financeiro consolidado do ativo refletiu-se em um expressivo volume total negociado de R$ 4.604.356,26, o que conferiu ao fundo a 1ª posição no ranking de liquidez e movimentação financeira apresentado no período avaliado.
O VGHF11 é um fundo imobiliário de perfil híbrido (frequentemente classificado como Hedge Fund), gerido pela Valora Investimentos, cujo objetivo principal é investir em uma ampla gama de ativos imobiliários, incluindo Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), cotas de outros FIIs e FIDICs. A última notícia relacionada ao fundo aponta que a gestão manteve a sua estratégia de reciclagem de carteira em ativos de crédito de alta qualidade, assegurando a regularidade na distribuição de dividendos mensais aos seus cotistas mesmo diante da volatilidade dos índices de inflação.
2º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 4,95 ↑ 3,13%
Descrição: O Vinci Offices FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF apresentou um desempenho sólido no pregão, fechando cotado a R$ 4,95. O ativo registrou uma variação positiva de 3,13%, o que equivale a um ganho nominal de R$ 0,15 frente ao fechamento anterior estabelecido em R$ 4,80. Ao longo do dia, a oscilação das cotas variou entre a mínima de R$ 4,84 e a máxima de R$ 4,95, demonstrando forte pressão compradora no encerramento. O volume de ações transacionadas totalizou 132.976 papéis. Ao analisar o histórico de médio prazo, o fundo acumulou uma mínima de R$ 4,48 e uma máxima de R$ 5,47 nas últimas 52 semanas. O volume financeiro total negociado na sessão somou R$ 658.231,20, posicionando o ativo no 2º lugar do ranking geral.
O VINO11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo focado no segmento de lajes corporativas e escritórios comerciais de alto padrão, sob a gestão da Vinci Real Estate, com propriedades localizadas em regiões premium de grandes centros urbanos. A última notícia relacionada a essa empresa indica que o fundo firmou um novo acordo comercial para ocupação de módulos vagos em seu portfólio, reduzindo a vacância física global e melhorando as projeções de receitas de locação para os próximos meses.
3º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 54,36 ↑ 2,18%
Descrição: O Merito Desenvolvimento Imobiliário I ETF encerrou o dia cotado a R$ 54,36, registrando um avanço percentual de 2,18%, o que representa uma alta de R$ 1,16 em comparação com o preço de fechamento anterior de R$ 53,20. O ativo operou em um canal estreito durante o pregão, anotando a mínima de R$ 53,28 e alcançando a máxima de R$ 54,60. Foram negociados um total de 16.236 papéis na sessão. Em relação ao comportamento do ativo no horizonte de longo prazo, a mínima registrada nas últimas 52 semanas foi de R$ 51,71, enquanto a máxima atingiu R$ 76,86. O volume financeiro total movimentado pelos investidores somou R$ 882.588,96, garantindo ao ativo a 3ª colocação no ranking de movimentação de mercado.
O MFII11 é um fundo imobiliário focado no segmento de desenvolvimento, gerido pela Mérito Investimentos, que aloca capital diretamente na construção de empreendimentos residenciais e comerciais para auferir lucros com a venda futura das unidades. A última notícia relacionada a essa empresa destaca que o fundo concluiu o aporte financeiro programado para as obras de seus residenciais na região metropolitana de São Paulo, mantendo o cronograma de engenharia rigorosamente em dia.
4º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,61 ↑ 1,69%
Descrição: O Hedge Top FOFII 3 FDO INV IMOB CF obteve um resultado positivo na última sessão, fechando cotado a R$ 6,61. Essa marca representa uma valorização de 1,69%, com um ganho de R$ 0,11 em relação ao valor de fechamento anterior de R$ 6,50. A atividade do mercado situou a mínima diária do papel em R$ 6,47 e a máxima em R$ 6,61. O volume de ações movimentadas foi expressivo, somando 525.620 papéis negociados. Avaliando os extremos das últimas 52 semanas, o fundo transitou entre a mínima de R$ 5,17 e a máxima de R$ 6,95. O volume total financeiro negociado no pregão atingiu a robusta marca de R$ 3.474.348,20, consolidando o fundo imobiliário na 4ª posição do ranking de liquidez do relatório.
O HFOF11 é classificado como um Fundo de Fundos (FoF), administrado e gerido pela Hedge Investments, estruturado para gerar rendimentos por meio da aquisição de uma carteira diversificada de cotas de outros fundos imobiliários do mercado. A última notícia relacionada a essa empresa informa que a gestão realizou lucros táticos em sua carteira de recebíveis e aumentou a exposição em fundos de tijolo de logística para aproveitar o desconto patrimonial do setor.
5º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 87,20 ↑ 1,56%
Descrição: O Suno Recebíveis Imob FII CEF registrou um desempenho altista no pregão avaliado, encerrando suas operações cotado a R$ 87,20. O ativo obteve uma variação positiva de 1,56%, o que significou um incremento de R$ 1,34 sobre o preço de fechamento anterior, estabelecido em R$ 85,86. Durante o dia, a cotação mínima registrada foi de R$ 86,41, enquanto a máxima do dia atingiu exatamente o valor do fechamento de R$ 87,20. O volume de ações transacionadas foi de 7.473 papéis. No monitoramento das últimas 52 semanas, o fundo registrou a cotação mínima de R$ 73,63 e a máxima de R$ 91,42. O volume financeiro total negociado totalizou R$ 651.645,60, posicionando o ativo no 5º lugar do ranking geral.
O SNCI11 é um fundo imobiliário do tipo papel, sob a gestão da Suno Asset, focado em investimentos de renda fixa do setor imobiliário, principalmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com boa classificação de risco. A última notícia relacionada a essa empresa menciona que o conselho de gestão do SNCI11 aprovou a alocação de novos recursos em títulos de crédito privado IPCA+, visando blindar o poder de compra dos rendimentos contra oscilações inflacionárias.
6º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 75,43 ↑ 1,38%
Descrição: O FII VBI Prime Properties CF encerrou a última sessão com valorização, atingindo o preço de fechamento de R$ 75,43. O movimento consolidou uma alta de 1,38%, representando um acréscimo nominal de R$ 1,03 perante o fechamento anterior, que havia sido de R$ 74,40. A oscilação do preço ao longo do dia fixou a mínima em R$ 74,16 e a máxima na casa dos R$ 75,43. A quantidade total de papéis negociados somou 43.310 ações. No intervalo correspondente às últimas 52 semanas, o ativo demonstrar uma cotação mínima de R$ 68,28 e uma máxima de R$ 83,62. Com forte apelo entre investidores institucionais, o volume financeiro total negociado na sessão atingiu R$ 3.266.873,30, conferindo ao fundo a 6ª posição no ranking de movimentação.
O PVBI11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo focado no segmento de lajes corporativas premium (padrão Triple A), sob a gestão da VBI Real Estate, detendo participação direta em edifícios corporativos icônicos localizados nas regiões mais valorizadas de São Paulo. A última notícia relacionada a essa empresa revela a formalização de um aditivo contratual que estendeu o prazo de locação de um inquilino financeiro de grande porte, assegurando receitas estáveis de longo prazo.
7º – SDI PROPERTIES – FDO INV IMOB ETF (TEPP11) | R$ 8,62 ↑ 1,17%
Descrição: O SDI Properties – FDO INV IMOB ETF apresentou valorização em seu preço de fechamento, finalizando o pregão cotado a R$ 8,62. O ativo registrou um avanço percentual de 1,17%, traduzindo-se em uma elevação de R$ 0,10 sobre o valor do fechamento anterior de R$ 8,52. No decorrer do dia de negócios, o papel flutuou entre a mínima de R$ 8,53 e a máxima de R$ 8,64. O volume total de ações negociadas atingiu o montante de 164.472 papéis. Avaliando a performance histórica do fundo no período das últimas 52 semanas, os dados apontam uma cotação mínima de R$ 7,12 e um teto máximo de R$ 9,00. O volume financeiro total movimentado pelo mercado somou R$ 1.417.748,64, alocando o fundo no 7º lugar do ranking de liquidez.
O TEPP11 é um fundo imobiliário de tijolo voltado para o investimento em escritórios corporativos, gerido pela Tellus (antiga SDI Gestão), que adota uma postura ativa na modernização de seus ativos imobiliários para atração de locatários de alta qualidade. A última notícia relacionada a essa empresa aponta que a gestão concluiu benfeitorias estruturais e de eficiência energética em suas torres comerciais, elevando o valor patrimonial estimado de suas propriedades em auditorias recentes.
8º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 83,27 ↑ 1,12%
Descrição: O XP Credito Imobiliario REIT encerrou as negociações no mercado secundário cotado a R$ 83,27. O resultado final apontou para uma valorização de 1,12%, traduzida em um ganho nominal de R$ 0,92 perante o fechamento anterior, estabelecido em R$ 82,35. Ao longo do pregão diário, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 82,28 e a máxima de R$ 83,78. O volume total de ações negociadas somou 35.740 papéis. Na análise técnica de longo prazo das últimas 52 semanas, os registros apontam que a mínima do fundo foi de R$ 68,04, ao passo que a máxima atingiu R$ 85,77. O volume financeiro negociado no pregão alcançou expressivos R$ 2.976.069,80, garantindo o 8º lugar na classificação geral de desempenho financeiro do período.
O XPCI11 é um fundo imobiliário de papel estruturado e gerido pela XP Asset Management, cuja tese operacional consiste no investimento e carregamento de títulos de dívida imobiliária, tais como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A última notícia relacionada a essa empresa indica que a carteira do fundo passou por um rebalanceamento de indexadores, ampliando marginalmente os títulos atrelados ao CDI para aproveitar as taxas de juros domésticas elevadas.
9º – VBI REITS FOF – FDO INV IMOB (PSEC11) | R$ 58,63 ↑ 1,09%
Descrição: O VBI Reits FOF – FDO INV IMOB fechou a sessão cotado a R$ 58,63, apresentando um ganho percentual de 1,09%, o que representou uma variação nominal de R$ 0,63 acima do valor do fechamento anterior registrado em R$ 58,00. Os negócios do dia estabeleceram a cotação mínima do ativo em R$ 57,96 e a máxima em R$ 58,65. O volume total de ações movimentadas na bolsa atingiu 61.049 papéis. O acompanhamento do comportamento histórico ao longo das últimas 52 semanas evidenciou que o fundo teve sua cotação mínima em R$ 54,77 e seu preço teto máximo estabelecido em R$ 63,09. O volume total financeiro movimentado na sessão somou expressivos R$ 3.579.302,87, alocando o ativo na 9ª posição do ranking de liquidez.
O PSEC11 é um fundo imobiliário estruturado na modalidade Fundo de Fundos (FoF), gerido pela VBI Real Estate, focado em montar posições estratégicas em cotas de outros fundos imobiliários com foco em renda e valorização de capital. A última notícia relacionada a essa empresa relata que o fundo elevou o seu nível de liquidez em caixa para aproveitar oportunidades pontuais de ofertas públicas restritas no mercado secundário de fundos de tijolo.
10º – FDO INV IMOB KINEA RENDA IMOBILIARIA CF (KNRI11) | R$ 160,31 ↑ 0,98%
Descrição: O FDO INV IMOB KINEA RENDA IMOBILIARIA CF encerrou a sessão cotado a R$ 160,31, registrando um avanço percentual de 0,98%. Em valores absolutos, esse crescimento significou uma alta de R$ 1,56 em comparação com o fechamento anterior de R$ 158,75. Durante o dia de negociação, o ativo anotou a mínima de R$ 159,01 e atingiu a máxima de R$ 160,48. O volume de ações transacionadas contabilizou 39.389 papéis. Olhando para a janela das últimas 52 semanas, o fundo tradicional de tijolo registrou sua cotação mínima em R$ 128,94 e a máxima histórica no período em R$ 170,33. O volume financeiro total negociado na bolsa alcançou a expressiva liderança financeira nominal de R$ 6.314.450,59, colocando o fundo no 10º lugar em ordenação geral de ativos do relatório.
O KNRI11 é um dos maiores e mais antigos fundos imobiliários do Brasil, de perfil híbrido (tijolo), gerido pela Kinea Investimentos, composto por um portfólio robusto de edifícios corporativos e grandes galpões logísticos de alto padrão. A última notícia relacionada a essa empresa revela que o fundo assinou a renovação contratual de locação de longo prazo com um de seus maiores inquilinos logísticos no estado de Minas Gerais, reduzindo o risco de vacância futura do portfólio.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
| 1 | GZIT11 | R$ 41,96 | -7,37% |
| 2 | RBRX11 | R$ 8,43 | -3,21% |
| 3 | VGRI11 | R$ 6,30 | -2,17% |
| 4 | URPR11 | R$ 26,00 | -2,07% |
| 5 | TRBL11 | R$ 65,30 | -2,01% |
| 6 | BLMG11 | R$ 31,19 | -1,76% |
| 7 | XPIN11 | R$ 65,40 | -1,51% |
| 8 | CLIN11 | R$ 91,68 | -1,42% |
| 9 | KORE11 | R$ 67,99 | -1,29% |
| 10 | PATL11 | R$ 64,15 | -1,26% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 41,96 ↓ -7,37%
Descrição: O fundo Gazit Malls FII CF registrou um encerramento de sessão em forte queda, com a sua cota precificada no valor de R$ 41,96. Esse resultado consolidou uma retração de 7,37% no pregão, correspondendo a uma desvalorização de R$ 3,34 em termos nominais perante o fechamento anterior, que havia sido de R$ 45,30. Durante a jornada de negociações na bolsa, o ativo oscilou de forma muito estreita, estabelecendo a sua mínima diária em R$ 41,96 e a máxima tocando o patamar de R$ 42,00. O volume diário totalizou 4.470 ações movimentadas pelos investidores. No que concerne aos parâmetros de longo prazo, o banco de dados da bolsa consta como “SEM DADOS” para os campos de mínima e máxima no intervalo das últimas 52 semanas. Apesar disso, o fundo movimentou um volume financeiro consolidado de R$ 187.561,20 na data, o que o posicionou no 1º lugar do ranking setorial verificado nesta amostragem.
O GZIT11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo focado estrategicamente na aquisição, gestão e exploração comercial de shopping centers em grandes centros urbanos. O controle e a gestão de suas propriedades são ligados ao grupo internacional Gazit Globe, conhecido pela expertise global no setor de varejo de grande porte. A última notícia relacionada a essa empresa indica que a administração do fundo vem mantendo conversas ativas para a otimização do mix de lojas de seus principais empreendimentos na capital paulista, buscando mitigar os efeitos da sazonalidade econômica e elevar a receita operacional por metro quadrado.
2º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,43 ↓ -3,21%
Descrição: O RBR Plus Multiestra Real Estate FII finalizou os negócios do pregão cotado a R$ 8,43 por cota, o que traduziu uma queda percentual de 3,21% no dia. Essa variação representou um decréscimo absoluto de R$ 0,28 por papel em relação ao preço de fechamento anterior, que estava estipulado em R$ 8,71. Ao longo do dia, a flutuação de preço operou em um intervalo mínimo, anotando a cotação mínima de R$ 8,43 e a máxima de R$ 8,44. O volume de ações negociadas foi altamente expressivo, totalizando 284.636 papéis transacionados no mercado secundário. O relatório oficial aponta a ausência de registros históricos para os indicadores de mínima em 52 semanas e máxima em 52 semanas, ambos marcados como “SEM DADOS”. Contudo, a liquidez financeira do ativo mostrou-se muito robusta, alcançando o montante negociado de R$ 2.399.481,48, garantindo ao fundo a 2ª colocação no ranking geral.
O RBRX11 é um fundo imobiliário de perfil multiestratégia, sob a gestão especializada e qualificada da RBR Asset Management, estruturado para alocar capital de forma dinâmica tanto em ativos de tijolo quanto em títulos de crédito imobiliário, conforme as assimetrias vigentes no mercado. A última notícia relacionada a essa empresa mostra que a gestora realizou um movimento tático de reciclagem de portfólio, aumentando a liquidez em caixa para aproveitar oportunidades futuras em leilões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alto rendimento.
3º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,30 ↓ -2,17%
Descrição: O Valora RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF apresentou um desempenho negativo na última sessão, fechando cotado a R$ 6,30. O ativo registrou uma desvalorização percentual de 2,17%, o que significou uma perda nominal de R$ 0,14 diante do fechamento anterior estabelecido em R$ 6,44. Durante o andamento das operações na B3, as cotações oscilaram entre a mínima de R$ 6,30 e a máxima de R$ 6,44. O volume total de ações que mudaram de mãos no mercado somou 57.050 papéis. Quando avaliado o panorama de médio prazo referente às últimas 52 semanas, o fundo apresenta uma cotação mínima histórica de R$ 6,22 e uma máxima de R$ 8,39. O volume total financeiro movimentado na sessão somou R$ 359.415,00, alocando o ativo na 3ª posição do ranking de liquidez do relatório.
O VGRI11 é um fundo imobiliário focado no segmento de recebíveis imobiliários (papel), sob a gestão da Valora Investimentos, cuja carteira é composta majoritariamente por títulos de dívida corporativa estruturados para o setor imobiliário, com indexadores atrelados à inflação e à taxa do CDI. A última notícia relacionada a essa empresa informa que o fundo manteve o seu cronograma estável de repasse de juros aos cotistas, ressaltando o bom cumprimento das obrigações financeiras por parte das empresas devedoras de seus certificados de recebíveis.
4º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 26,00 ↓ -2,07%
Descrição: O Urca Prime Renda FII CF encerrou a última rodada de negociações cotado a R$ 26,00, registrando uma variação negativa de 2,07%. Esse ajuste no preço de tela representou uma retração de R$ 0,55 por cota frente ao valor de fechamento anterior, que havia se consolidado em R$ 26,55. No decorrer da sessão diária, o papel flutuou entre a mínima de R$ 25,80 e atingiu a cotação máxima de R$ 26,70. A movimentação de papéis registrou um volume de ações de 23.711 títulos negociados. No acompanhamento dos extremos das últimas 52 semanas, o fundo estabeleceu a sua cotação mínima em R$ 25,80 e o teto máximo em R$ 44,18. O volume financeiro total negociado no pregão somou o montante de R$ 616.486,00, o que posicionou o ativo imobiliário no 4º lugar da listagem geral de mercado.
O URPR11 é um fundo imobiliário do tipo papel que atua no segmento de crédito com foco em ativos high yield, sendo gerido pela Urca Capital Partners. A estratégia central do fundo consiste em estruturar e investir em CRIs que financiam loteamentos, incorporações residenciais e projetos imobiliários com taxas de retorno elevadas. A última notícia relacionada a essa empresa aponta que o fundo passou por um processo de auditoria de carteira interna para reforçar as garantias reais de seus recebíveis pulverizados, visando resguardar a previsibilidade de sua receita operacional futura.
5º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 65,30 ↓ -2,01%
Descrição: O FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF computou perdas no encerramento da sessão diária, com seu preço de fechamento definido em R$ 65,30. O resultado final expôs uma desvalorização de 2,01%, significando um recuo de R$ 1,34 em relação ao fechamento anterior verificado em R$ 66,64. Ao longo da jornada de negócios da bolsa, o ativo oscilou entre a cotação mínima de R$ 64,92 e a máxima diária de R$ 66,97. O volume operacional de ações movimentou o total de 30.054 papéis. Sob o aspecto temporal das últimas 52 semanas, o histórico de mercado aponta que o fundo transitou entre a mínima de R$ 47,22 e a máxima de R$ 87,99. Com elevado interesse por parte de investidores do setor logístico, o volume financeiro total negociado atingiu R$ 1.962.526,20, conferindo ao fundo a 5ª posição no ranking.
O TRBL11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo voltado especificamente para o segmento logístico e industrial, contando com gestão ativa focada no desenvolvimento e locação de galpões logísticos de alto padrão, notadamente localizados em eixos rodoviários estratégicos. A última notícia relacionada a essa empresa detalha que o fundo celebrou a renovação contratual antecipada de uma de suas principais áreas locáveis para um grande operador do setor de e-commerce, mantendo a vacância física sob rígido controle e assegurando um fluxo de caixa estável.
6º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 31,19 ↓ -1,76%
Descrição: O BlueMacaw Logistica FII CF finalizou os trabalhos da última sessão de mercado cotado a R$ 31,19. O fundo amargou uma variação negativa de 1,76%, equivalendo a uma redução de R$ 0,56 sobre o preço de fechamento anterior, que havia sido de R$ 31,75. O monitoramento intradia dos preços estabeleceu a mínima das cotações em R$ 31,10 e a máxima alcançando R$ 31,74. O volume de ações transacionadas na bolsa registrou a movimentação de 13.259 papéis. Na verificação da série histórica correspondente às últimas 52 semanas, o ativo demonstrou a sua cotação mínima situada em R$ 27,97 e a máxima de longo prazo em R$ 36,30. O volume financeiro total negociado no dia alcançou o montante de R$ 413.548,21, o que garantiu ao fundo a 6ª colocação na tabela geral de movimentações.
O BLMG11 é um fundo imobiliário de tijolo focado na exploração de galpões logísticos classe A, gerido pela BlueMacaw, possuindo ativos distribuídos estrategicamente em regiões metropolitanas de grande relevância industrial. A última notícia relacionada a essa empresa aponta que o fundo vem renegociando índices de reajuste com locatários de seus galpões, buscando equilibrar o rendimento mensal face às variações recentes dos indicadores de inflação de curto prazo.
7º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 65,40 ↓ -1,51%
Descrição: O XP Industrial FII CF encerrou o pregão do dia em queda, fixando o seu valor de fechamento em R$ 65,40. O ativo registrou uma diminuição percentual de 1,51% na sessão, representando uma perda nominal de R$ 1,00 por cota perante o fechamento anterior de R$ 66,40. Durante o dia de negócios, a volatilidade fixou a cotação mínima em R$ 65,20 e a máxima diária atingiu o valor de R$ 66,13. O volume de ações negociadas alcançou a soma de 15.980 papéis. Ao estender o período de observação para a janela de 52 semanas, observa-se que a cotação mínima do fundo foi de R$ 59,56, enquanto a máxima registrou R$ 79,32. O volume financeiro total negociado pelos participantes de mercado somou R$ 1.045.092,00, alocando o ativo imobiliário no 7º lugar do ranking geral de liquidez.
O XPIN11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo focado no segmento industrial e de galpões, sob a gestão da XP Asset Management. O portfólio do ativo é majoritariamente composto por condomínios industriais e módulos logísticos voltados para indústrias e empresas de distribuição regional. A última notícia relacionada a essa empresa indica que a equipe de gestão concluiu obras de infraestrutura e melhorias de acessibilidade em um de seus complexos industriais no interior do estado de São Paulo, visando valorizar o patrimônio para locações futuras.
8º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 91,68 ↓ -1,42%
Descrição: O Clave Indices de Precos FII CF fechou a sessão do pregão cotado a R$ 91,68 por papel, o que determinou uma queda de 1,42% em sua performance diária. Essa retração provocou um decréscimo nominal de R$ 1,32 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 93,00. Um fato notável no comportamento intradia foi que tanto a mínima do dia quanto a máxima do dia permaneceram estagnadas exatamente no mesmo valor do fechamento de R$ 91,68. O volume de ações totalizou 12.115 papéis movimentados. Com relação ao histórico de preços em prazos maiores, o sistema da bolsa registrou o indicador de “SEM DADOS” para os campos de mínima e máxima em 52 semanas. O volume financeiro total negociado totalizou R$ 1.110.703,20, o que assegurou ao ativo a 8ª posição na classificação geral de desempenho financeiro.
O CLIN11 é um fundo imobiliário de papel que foca na aquisição de títulos de crédito privado ligados ao setor imobiliário, gerenciado pela Clave Capital. A tese central de investimentos do fundo prioriza papéis que possuam proteção e indexação direta a índices de preços de inflação, como IPCA e IGP-M. A última notícia relacionada a essa empresa destaca a emissão bem-sucedida de um relatório de alocação de ativos, confirmando que os novos recursos em caixa foram direcionados a CRIs de infraestrutura urbana de baixo risco de inadimplência.
9º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 67,99 ↓ -1,29%
Descrição: O Kinea Oportunidades Real Estate FII encerrou as transações de mercado cotado a R$ 67,99, registrando uma baixa de 1,29% na sessão. Em termos monetários brutos, o recuo foi de R$ 0,89 por cota quando comparado ao fechamento anterior de R$ 68,88. A atividade diária do mercado precificou a cotação mínima do papel em R$ 67,99 e a máxima atingindo R$ 68,88. O volume operacional somou 29.265 ações transacionadas entre investidores institucionais e de varejo. Na análise técnica de longo prazo cobrindo as últimas 52 semanas, o fundo imobiliário registrou uma cotação mínima de R$ 59,31 e o teto máximo de R$ 76,63. O volume financeiro total negociado no pregão acumulou robustos R$ 1.989.727,35, garantindo ao ativo o 9º lugar no ranking de volume transacionado no período.
O KORE11 é um fundo de perfil híbrido administrado e gerido pela Kinea Investimentos, uma das maiores gestoras de ativos imobiliários do país. O foco do veículo de investimento está na alocação de recursos em oportunidades táticas e estratégicas dentro do mercado imobiliário residencial e comercial, capturando ganho de capital. A última notícia relacionada a essa empresa revela que o fundo concluiu a desmobilização parcial de um ativo residencial de alta renda, gerando ganho de capital que deverá ser distribuído de forma linear aos cotistas nos próximos balanços.
10º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓ -1,26%
Descrição: O Patria Logistica FDO DE INV IMOB CF fechou a última sessão de negócios cotado a R$ 64,15, registrando uma variação negativa de 1,26%. Essa oscilação representou uma desvalorização de R$ 0,82 por cota em relação ao fechamento anterior, que havia se consolidado em R$ 64,97. Durante a movimentação do pregão na bolsa, o preço mínimo negociado foi de R$ 64,04, ao passo que a máxima do dia atingiu R$ 64,93. O volume de ações movimentadas na B3 alcançou a marca de 51.942 papéis negociados. Olhando para a janela temporal ampla das últimas 52 semanas, o fundo estabeleceu a sua cotação mínima em R$ 42,44 e a máxima alcançou R$ 67,33. O volume financeiro total negociado na bolsa registrou a liderança nominal em liquidez nesta amostragem com R$ 3.332.079,30, posicionando o fundo no 10º lugar da ordenação global.
O PATL11 é um fundo imobiliário do segmento de tijolo com foco em galpões logísticos de alto padrão, sob a gestão qualificada do Pátria Investimentos. A carteira imobiliária do fundo é composta por imóveis modernos focados no atendimento da cadeia de suprimentos e distribuição de grandes varejistas do país. A última notícia relacionada a essa empresa aponta que o fundo firmou novos contratos de locação que zeraram a vacância de um de seus principais condomínios logísticos localizado em Minas Gerais, reforçando a solidez das receitas imobiliárias para o restante do ano corporativo.