Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 26/05/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 KNRI11 R$ 164,52 2,63%
2 HSAF11 R$ 81,15 1,17%
3 HGRE11 R$ 130,89 1,15%
4 GTWR11 R$ 80,98 0,73%
5 HGCR11 R$ 97,25 0,71%
6 KIVO11 R$ 62,00 0,67%
7 BTCI11 R$ 9,29 0,65%
8 JSRE11 R$ 61,15 0,58%
9 SPXS11 R$ 8,39 0,48%
10 HFOF11 R$ 6,64 0,45%

1º – FDO INV IMOB KINEA RENDA IMOBILIARIA CF (KNRI11) | R$ 164,52 ↑ 2,63%

Descrição: O ativo registrou um pregão de forte valorização, liderando o ranking analisado com uma alta expressiva de 2,63%, o que representou um ganho nominal de R$ 4,21 em relação ao fechamento anterior, que havia sido precificado em R$ 160,31. Ao longo do dia, as cotas do fundo demonstraram sólida estabilidade e oscilaram entre a mínima diária de R$ 160,03 e a máxima de R$ 165,89. Sob a ótica da liquidez e do interesse dos investidores, o volume de ações negociadas atingiu a marca de 88.128 papéis trocando de mãos. Essa intensa movimentação gerou um robusto volume financeiro negociado de R$ 14.498.818,56, consolidando a robusta tração financeira do ativo no mercado secundário. Em termos de posicionamento histórico de médio e longo prazo, o patamar de preço atual de R$ 164,52 situa-se visivelmente mais próximo de sua máxima registrada nas últimas 52 semanas, estabelecida em R$ 170,33, distanciando-se consideravelmente do piso mínimo anotado para o mesmo período anual, que foi de R$ 128,94.

O KNRI11 é um fundo imobiliário do tipo híbrido gerido pela Kinea Investimentos, focado na geração de renda previsível por meio da locação de um portfólio diversificado de prédios corporativos de alto padrão e galpões logísticos modernos. Recentemente, a Kinea comunicou ao mercado que o fundo manteve a consistência em seus proventos mensais regulados e que segue apresentando baixos índices de inadimplência em seus contratos, reflexo direto da excelente qualidade de crédito e solidez de seus inquilinos corporativos multinacionais.

2º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 81,15 ↑ 1,17%

Descrição: O fundo imobiliário garantiu a segunda posição do levantamento diário ao registrar uma variação percentual positiva de 1,17%, o que equivaleu a um incremento monetário de R$ 0,94 sobre o valor de sua cotação prévia. O preço de fechamento anterior da cota estava fixado em R$ 80,21 e, durante a vigência das negociações do dia, o ativo testou limites operacionais compreendidos entre a mínima de R$ 80,27 e a máxima de R$ 82,48. No que tange à liquidez puramente de balcão e ambiente de bolsa, o volume de ações movimentadas computou um total de 9.801 cotas transacionadas pelos investidores. Esse fluxo resultou em um volume financeiro total negociado de R$ 795.351,15. Do ponto de vista de sua perspectiva histórica recente, o valor de fechamento apurado em R$ 81,15 posiciona-se em patamar altamente otimista, visto que alcançou e igualou exatamente a sua máxima cotação das últimas 52 semanas (R$ 82,48), superando de forma muito consistente a mínima anual observada de R$ 67,70.

O HSAF11 é um fundo de investimento imobiliário administrado pela BRL Trust e gerido pela HSI (Hemisphere Shopping Centers), com mandato voltado majoritariamente para a aquisição de ativos financeiros vinculados ao setor imobiliário, tais como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Em seus relatórios gerenciais mais recentes, a gestão ressaltou que o fundo conseguiu alocar com sucesso seus recursos remanescentes em novos títulos com taxas de retorno indexadas à inflação bastante atrativas, mitigando os riscos associados à volatilidade do mercado de juros macroeconômicos atuais.

3º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 130,89 ↑ 1,15%

Descrição: O ativo apresentou um desempenho consistente no pregão, consolidando-se no terceiro lugar após apurar uma alta de 1,15%, traduzida em um avanço absoluto de R$ 1,49 por cota. O fechamento anterior havia sido estabelecido em R$ 129,40 e, no decorrer do dia, as transações variaram entre o piso de R$ 128,35 e o pico máximo de R$ 131,89. Foram negociadas um total de 50.625 ações no período, o que garantiu uma liquidez diária robusta e de fácil conversão. Esse fluxo de ordens culminou em um relevante volume financeiro total negociado de R$ 6.626.306,25. Ao avaliarmos a performance retrospectiva do fundo no acumulado das últimas 52 semanas, constata-se que o valor de tela atual, fixado em R$ 130,89, encontra-se flutuando de maneira muito próxima ao teto máximo anual da cotação, estabelecido em R$ 132,00, mantendo uma distância expressiva e confortável em relação à cotação mínima anual de R$ 99,69 registrada pelo fundo.

O HGRE11 é um fundo imobiliário de tijolo focado no segmento de lajes corporativas, sob gestão da Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), cujo portfólio é composto por edifícios de escritórios localizados prioritariamente nas principais regiões comerciais e corporativas de São Paulo. A gestora informou ao mercado recentemente sobre as novas tratativas comerciais para a renovação antecipada de contratos de locação importantes e a redução contínua da vacância física de seus ativos imobiliários, o que deve impactar positivamente a distribuição futura de dividendos aos cotistas.

4º – FDO INV IMOB GREEN TOWERS REIT (GTWR11) | R$ 80,98 ↑ 0,73%

Descrição: O fundo imobiliário encerrou o pregão posicionado em quarto lugar no ranking de variações positivas, registrando uma valorização discreta, porém firme, de 0,73%. Esse avanço representou um incremento de R$ 0,59 sobre a cotação aferida no fechamento anterior, que havia sido de R$ 80,39. O ativo operou em uma banda de preços bastante estreita e controlada durante todo o dia, anotando a sua mínima diária em R$ 80,20 e a sua máxima em R$ 81,00. Quanto à dinâmica de mercado de bolsa, o fundo registrou um volume de ações movimentadas equivalente a 4.544 cotas, indicando um ritmo de negociação mais brando em comparação com os líderes do setor. Essa atividade gerou um volume financeiro total negociado de R$ 367.973,12 no encerramento das operações. Em relação aos extremos históricos das últimas 52 semanas, o preço atual de R$ 80,98 situa-se em patamar intermediário, ligeiramente abaixo de sua máxima anual registrada em R$ 86,77 e bem acima de sua mínima anual de R$ 66,36.

O GTWR11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo focado exclusivamente no segmento corporativo, detentor de participação majoritária nas torres de alto padrão do complexo Green Towers Brasília, locadas integralmente para o Banco do Brasil por meio de contratos atípicos de longo prazo. Em fato relevante recente emitido pela administração do fundo, foi reiterada a estabilidade operacional do ativo e a adimplência integral dos aluguéis por parte do locatário, garantindo segurança ao fluxo de caixa projetado para o próximo semestre.

5º – FDO INV IMOB CSHG RECEIVEIS CF (HGCR11) | R$ 97,25 ↑ 0,71%

Descrição: O fundo garantiu o quinto lugar no ranking de valorização diária ao encerrar as negociações cotado a R$ 97,25, registrando uma variação percentual positiva de 0,71%. Em termos absolutos, esse movimento representou uma alta de R$ 0,69 sobre o preço de fechamento anterior do ativo, que estava em R$ 96,56. Os negócios foram efetuados dentro de margens operacionais que registraram uma cotação mínima diária de R$ 95,82 e alcançaram a máxima exatamente no teto de R$ 97,25. A liquidez do pregão foi assegurada por um volume de ações negociadas de 23.263 papéis, gerando um resultado financeiro expressivo, com volume financeiro total negociado computado em R$ 2.262.326,75. Analisando as métricas de precificação histórica de longo prazo, correspondentes às últimas 52 semanas, o valor atual de fechamento do fundo demonstra solidez ao se situar de forma aproximada ao teto de sua máxima anual de R$ 99,12, e bem acima do patamar de preço mínimo anual de R$ 80,59.

O HGCR11 é um fundo imobiliário de papel também gerido pela tradicional CSHG, que investe prioritariamente em uma carteira bem selecionada de ativos de renda fixa lastreados no setor imobiliário, com forte concentração em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A última notícia divulgada pela sua gestão detalhou a aquisição secundária de novos papéis de crédito privado imobiliário com taxas prefixadas vantajosas e prazos alongados, visando maximizar os retornos gerados para a base de cotistas com riscos devidamente controlados.

6º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 62,00 ↑ 0,67%

Descrição: O ativo encerrou o último pregão na sexta posição da nossa listagem, performando uma alta controlada de 0,67%. O ganho nominal apurado foi de R$ 0,41 por cota, tomando como referência base o fechamento anterior, que estava precificado em R$ 61,59. No decorrer do dia de mercado aberto, as cotas do fundo foram transacionadas flutuando entre a mínima diária de R$ 60,33 e atingindo uma máxima de R$ 62,48. No aspecto da atratividade e liquidez diária, o volume de ações movimentadas registrou a marca de 29.473 cotas operadas no ambiente de negociação da B3. Consequentemente, essa movimentação de papéis gerou um volume financeiro total negociado de R$ 1.827.326,00. Em termos de análise técnica retrospectiva baseada nas últimas 52 semanas, o valor final de fechamento fixado em R$ 62,00 demonstra que o ativo opera em patamar mediano para o período, mantendo-se abaixo de sua máxima histórica anual registrada em R$ 66,32, mas defendendo com folga a sua cotação mínima anual de R$ 53,51.

O KIVO11 é um fundo imobiliário pertencente ao segmento de títulos e valores mobiliários (fundo de papel) gerido pela Kilima Gestão de Recursos, com foco voltado para investimentos em títulos de crédito do setor imobiliário, sobretudo CRIs estruturados com garantias reais robustas. Em seu relatório mensal aos investidores, a Kilima informou que as correções de juros atreladas aos ativos da carteira seguiram o comportamento esperado, sem ocorrências de inadimplência, mantendo o patamar de distribuição de rendimentos estável perante o mercado de capitais.

7º – FDO INV IMOB FII BTG PACTUAL FUNDO DE CRI CF (BTCI11) | R$ 9,29 ↑ 0,65%

Descrição: O fundo imobiliário de base dez assegurou o sétimo lugar na tabela ao registrar uma evolução percentual positiva de 0,65% no encerramento das operações. Numericamente, a variação absoluta positiva foi de R$ 0,06 por cota frente ao patamar de fechamento anterior, que havia sido medido em R$ 9,23. O ativo oscilou dentro de uma faixa de preços muito restrita e característica de papéis mais acessíveis, estabelecendo a sua mínima diária em R$ 9.19 e sua máxima diária em R$ 9,29. Devido ao seu baixo valor nominal por cota, o fundo apresentou uma liquidez física notável, somando um expressivo volume de ações negociadas de 355.971 papéis movimentados ao longo do pregão. Este intenso giro resultou em um volume financeiro total negociado de R$ 3.306.970,59. Avaliando os horizontes de preço relativos às últimas 52 semanas, a cotação de R$ 9,29 mostra-se muito fortalecida, operando na vizinhança direta de sua máxima anual de R$ 9,44, e bem distante de sua mínima anual de R$ 7,73.

O BTCI11 é um fundo imobiliário gerido pelo banco BTG Pactual, especializado no investimento em ativos financeiros de crédito imobiliário, focando principalmente em portfólios diversificados de CRIs de alta qualidade (High Grade). O BTG Pactual divulgou recentemente que o fundo realizou com sucesso a reciclagem parcial de sua carteira de recebíveis, vendendo títulos com prêmio no mercado secundário para realocar os recursos em operações com taxas reais de retorno ainda mais competitivas.

8º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 61,15 ↑ 0,58%

Descrição: O fundo imobiliário encerrou o último período de negócios na oitava posição do levantamento setorial, computando uma alta moderada de 0,58%. A variação nominal apurada foi positiva em R$ 0,35 ao comparar com o patamar estabelecido no fechamento anterior, que estava precificado em R$ 60,80. Durante a sessão, o fundo demonstrar estabilidade com flutuações discretas, marcando a sua cotação mínima diária em R$ 60,43 e a sua máxima diária em R$ 61,44. No que tange à liquidez de pregão, o ativo registrou um volume de ações movimentadas muito expressivo, totalizando 82.354 cotas transacionadas pelos agentes de mercado. Essa expressiva quantidade física deu origem a um volume financeiro total negociado de R$ 5.035.947,10. Ao analisarmos a retrospectiva de preços das últimas 52 semanas, nota-se que o fechamento atual de R$ 61,15 posiciona-se em patamar intermediário baixo, ainda distante de sua máxima anual registrada em R$ 68,88, porém sustentando-se acima de sua cotação mínima anual de R$ 56,90.

O JSRE11 é um fundo imobiliário do tipo híbrido gerido pelo Banco J.Safra, que investe tanto de forma direta em ativos imobiliários corporativos (lajes de escritórios prêmio) quanto em cotas de outros fundos imobiliários e títulos de crédito do setor. Nos informativos operacionais mais recentes liberados ao mercado, o J.Safra ressaltou que segue atuando ativamente na gestão de ativos para a atração de novos inquilinos e na otimização dos custos operacionais das propriedades que compõem o patrimônio do fundo.

9º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,39 ↑ 0,48%

Descrição: O fundo garantiu o nono lugar no levantamento diário ao apurar uma sutil valorização de 0,48%, o que representou em termos absolutos um acréscimo de R$ 0,04 por cota. O fechamento anterior estava consolidado em R$ 8,35 e, devido a um comportamento de estabilidade extrema ao longo do dia, o preço diário operou sem desvios, fixando tanto a sua cotação mínima diária quanto a sua cotação máxima diária rigorosamente no mesmo patamar de fechamento de R$ 8,39. O volume de ações movimentadas na bolsa totalizou 22.697 cotas operadas no pregão. Essa liquidez física moderada impulsionou a realização de um volume financeiro total negociado de R$ 190.427,83. Um dado de extrema importância técnica a ser sublinhado para o investidor é que, para os campos de mínima em 52 semanas e máxima em 52 semanas, os registros constam como “SEM DADOS” na planilha oficial divulgada, impedindo o cálculo comparativo de intervalos históricos anuais.

O SPXS11 é um fundo imobiliário de estratégia multimercado estruturado pela SPX Capital em parceria com a Syn Proptech, possuindo um mandato flexível voltado à exploração de valor tanto em crédito imobiliário quanto em participações diretas em ativos reais ou fundos do setor. Recentemente, a SPX Capital informou ao mercado financeiro que o fundo concluiu a sua chamada de capital mais recente, direcionando o caixa disponível para a diversificação de ativos estratégicos focados na geração de dividendos recorrentes de médio prazo.

10º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,64 ↑ 0,45%

Descrição: O fundo imobiliário encerrou os negócios ocupando a décima posição do ranking ao registrar uma variação positiva contida de 0,45%. Nominalmente, o avanço diário foi de R$ 0,03 por cota, tendo como patamar de referência o preço do fechamento anterior estabelecido em R$ 6,61. Ao longo do horário operacional do pregão, as negociações testaram limites situados entre a cotação mínima diária de R$ 6,57 e a cotação máxima diária de R$ 6,64. Com relação ao engajamento do mercado e liquidez, o fundo registrou a maior movimentação física de papéis de toda a lista, com um volume de ações negociadas alcançando 372.802 cotas transacionadas. Esse altíssimo giro físico produziu um relevante volume financeiro total negociado de R$ 2.475.405,28. No escopo da avaliação histórica das últimas 52 semanas, a precificação de fechamento atualizada em R$ 6,64 indica proximidade à sua máxima cotação anual registrada em R$ 6,95, afastando-se com margem considerável da cotação mínima anual de R$ 5,17.

O HFOF11 é um fundo imobiliário do tipo Fundo de Fundos (FoF), gerido pela Hedge Investments, cuja finalidade principal é adquirir e gerir uma carteira diversificada de cotas de outros fundos imobiliários do mercado, lucrando com proventos e ganho de capital. Em sua mais recente carta gerencial, a Hedge Investments pontuou que a estratégia de arbitragem em fundos imobiliários de tijolo gerou resultados extraordinários no período, contribuindo de forma muito decisiva para a manutenção do fluxo recorrente de distribuição aos seus cotistas.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 41,96 -7,37%
2 CACR11 R$ 33,50 -6,69%
3 RBRX11 R$ 8,33 -4,36%
4 TGAR11 R$ 58,31 -2,78%
5 PVBI11 R$ 73,53 -2,52%
6 KISU11 R$ 6,67 -2,20%
7 BPML11 R$ 85,90 -1,96%
8 DEVA11 R$ 19,25 -1,79%
9 RBFM11 R$ 10,49 -1,78%
10 VINO11 R$ 4,87 -1,62%

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 41,96 ↓ 7,37%

Descrição: O fundo imobiliário liderou as perdas do pregão atual ao registrar uma desvalorização acentuada de 7,37%, o que representou uma perda nominal expressiva de R$ 3,34 por cota. O ativo iniciou o dia pressionado, vindo de um preço de fechamento anterior fixado em R$ 45,30. Durante a sessão, o valor das cotas oscilou de forma muito estreita na ponta vendedora, registrando a cotação mínima diária de R$ 41,96 e alcançando uma máxima diária de apenas R$ 42,00. No ambiente de negociação da B3, o volume de ações movimentadas totalizou 4.470 cotas trocando de mãos, evidenciando uma liquidez física reduzida diante do movimento de forte correção. Essa dinâmica de baixa gerou um volume financeiro total negociado de R$ 187.561,20 no encerramento das operações. Um ponto técnico importante para o investidor é que os indicadores de mínima em 52 semanas e máxima em 52 semanas constam como “SEM DADOS”, o que impede análises comparativas em horizontes temporais mais alargados.

O GZIT11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo focado no segmento de shoppings centers, sob a gestão e administração de ativos imobiliários comerciais de grande porte. Em seu último relatório gerencial divulgado ao mercado, a administração informou que continua trabalhando ativamente na reciclagem de seu portfólio e na otimização do mix de lojistas dos empreendimentos, buscando mitigar os efeitos da sazonalidade econômica e assegurar a sustentabilidade do fluxo de caixa e a distribuição de proventos futuros.

2º – SUPERNOVA FII – RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 33,50 ↓ 6,69%

Descrição: O ativo figurou na segunda posição do ranking de desvalorização ao apurar uma queda expressiva de 6,69% no encerramento do pregão. Essa retração equivaleu a um decréscimo absoluto de R$ 2,40 em relação ao fechamento anterior, que havia sido precificado em R$ 35,90. No decorrer do dia de negociações abertas, as cotas demonstraram considerável volatilidade intradia, flutuando entre a cotação mínima diária de R$ 32,50 e atingindo a máxima diária de R$ 36,45. A liquidez do papel mostrou-se aquecida, registrando um volume de ações movimentadas de 81.847 cotas negociadas pelos agentes de mercado. O forte fluxo vendedor impulsionou o volume financeiro total negociado para a cifra de R$ 2.741.874,50. Sob a ótica do posicionamento de longo prazo, o preço de fechamento atual de R$ 33,50 situa-se em patamar intermediário baixo, consideravelmente distante de sua máxima em 52 semanas registrada em R$ 88,58, embora ainda preserve sustentação acima da mínima anual de R$ 30,03.

O CACR11 é um fundo de investimento imobiliário que atua predominantemente no segmento de títulos e valores mobiliários, focando a composição de seu patrimônio líquido em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de diversas tipologias. Recentemente, a instituição responsável pela gestão comunicou aos seus cotistas que o portfólio de recebíveis segue apresentando garantias sólidas e que as novas alocações estão focadas em ativos High Yield para recompor a taxa média de retorno do fundo diante das recentes variações dos índices de inflação.

3º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,33 ↓ 4,36%

Descrição: O fundo encerrou o período de negócios posicionado em terceiro lugar após registrar um recuo percentual de 4,36% em sua cotação de tela. Numericamente, a variação absoluta representou uma baixa de R$ 0,38 sobre o preço de fechamento anterior, o qual estava estabelecido em R$ 8,71. Ao longo do horário operacional do mercado, o ativo apresentou um comportamento de negociação linear e bastante contido, registrando a sua cotação mínima diária em R$ 8,31 e a sua máxima diária em R$ 8,35. No quesito atratividade e liquidez de balcão, o fundo demonstrou forte movimentação, somando um volume de ações de 216.657 cotas transacionadas no pregão. Esse expressivo giro físico de papéis resultou em um volume financeiro total negociado de R$ 1.804.752,81 no fechamento. Assim como observado no líder do ranking, as métricas de mínima em 52 semanas e máxima em 52 semanas operam “SEM DADOS”, limitando avaliações técnicas retroativas.

O RBRX11 é um fundo imobiliário de perfil multiestratégia sob a gestão da RBR Asset Management, estruturado para investir de forma flexível em uma combinação de contratos de dívida imobiliária (CRIs), cotas de outros FIIs e ativos reais de tijolo. A gestora ressaltou em sua última nota mensal ao mercado que a alocação tática do fundo permanece defensiva e focada em ativos de elevada liquidez, permitindo capturar distorções de preços no mercado secundário e gerar ganhos de capital no médio prazo.

4º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 58,31 ↓ 2,78%

Descrição: O ativo encerrou o dia posicionado na quarta colocação do ranking de maiores quedas, registrando uma desvalorização de 2,78%. A perda nominal apurada foi de R$ 1,67 por cota, tomando como referência o preço de fechamento anterior que estava consolidado em R$ 59,98. Durante a sessão, as negociações do fundo ocorreram dentro de limites operacionais que anotaram uma cotação mínima diária de R$ 57,69 e alcançaram a máxima diária de R$ 60,44. A liquidez do pregão foi um dos grandes destaques do dia, registrando um expressivo volume de ações movimentadas de 213.669 cotas operadas. Essa intensa troca de titularidade gerou um expressivo volume financeiro total negociado de R$ 12.459.039,39, a maior cifra financeira de toda a listagem de perdas. Analisando o histórico de 52 semanas, o valor de fechamento atual de R$ 58,31 coincide exatamente com o piso de sua mínima anual (R$ 57,69), evidenciando forte pressão vendedora e distanciamento de sua máxima anual de R$ 90,89.

O TGAR11 é um fundo imobiliário do tipo híbrido com foco no desenvolvimento imobiliário residencial e loteamentos (segmento de equity), gerido pela TG Core Asset. Em fato relevante publicado recentemente, a gestão detalhou o andamento das obras de seus principais empreendimentos parceiros e reiterou que o cronograma de recebimentos e repasses financeiros segue em conformidade com as projeções, assegurando a continuidade das distribuições mensais de rendimentos aos investidores.

5º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 73,53 ↓ 2,52%

Descrição: O fundo imobiliário de tijolo garantiu o quinto lugar no levantamento de perdas ao fechar precificado em R$ 73,53, apresentando uma retração percentual de 2,52%. A variação absoluta foi negativa em R$ 1,90 quando comparada ao preço verificado no fechamento anterior, que era de R$ 75,43. No decorrer do pregão, as cotações do ativo testaram extremos delimitados pela cotação mínima diária de R$ 73,53 e pela máxima diária de R$ 75,23, fechando na mínima do dia. Quanto à dinâmica de mercado e liquidez de tela, foram registradas 60.262 cotas movimentadas pelos investidores, demonstrando um fluxo de ordens constante. O giro financeiro decorrente dessas transações alcançou um volume financeiro total negociado de R$ 4.431.064,86. Sob a ótica retrospectiva das últimas 52 semanas, o valor atual de R$ 73,53 coloca o fundo em patamar de teste de suporte, aproximando-se de sua mínima anual de R$ 68,28 e afastando-se de sua máxima anual registrada em R$ 83,62.

O PVBI11 é um fundo imobiliário focado no segmento de lajes corporativas premium (AAA), administrado pela VBI Real Estate, cujo portfólio engloba edifícios corporativos icônicos localizados nos principais eixos financeiros da cidade de São Paulo. A última notícia divulgada pela sua gestão destacou o fechamento bem-sucedido de um novo contrato de locação de longo prazo com um inquilino institucional de primeira linha, o que ajuda a manter a vacância do fundo em níveis historicamente baixos e controlados.

6º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 6,67 ↓ 2,20%

Descrição: O fundo de índice encerrou as negociações do pregão na sexta posição, registrando um recuo de 2,20% em seu valor de mercado. Essa variação gerou uma perda nominal de R$ 0,15 por papel frente ao preço de fechamento anterior, que havia sido estabelecido em R$ 6,82. Durante a sessão, os negócios flutuaram de forma muito ajustada dentro de uma faixa de preços característica de papéis de base dez, anotando a cotação mínima diária de R$ 6,66 e a máxima diária de R$ 6,83. A movimentação física de cotas foi robusta, registrando um volume de ações movimentadas de 189.199 papéis transacionados, impulsionada pelo perfil do ativo na busca por liquidez diária. Esse volume de transações gerou um volume financeiro total negociado de R$ 1.261.957,33. Avaliando as métricas históricas das últimas 52 semanas, o preço atual de R$ 6,67 situa-se em uma zona intermediária de equilíbrio, ligeiramente acima de sua mínima anual de R$ 5,91 e abaixo de sua máxima anual medida em R$ 7,20.

O KISU11 é um fundo imobiliário estruturado na modalidade de Fundo de Fundos (FoF) que adota uma estratégia de gestão passiva para replicar o Índice Suno 30 FII, composto por uma carteira ponderada dos principais fundos imobiliários do mercado. Em seu relatório gerencial mensal mais recente, a Kilima Gestão de Recursos apresentou o rebalanceamento periódico dos ativos da carteira, pontuando que o fundo permanece diversificado e focado na maximização do dividendo ponderado gerado pelo índice de referência.

7º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 85,90 ↓ 1,96%

Descrição: O ativo garantiu a sétima colocação no ranking de perdas diárias após registrar um recuo de 1,96% na B3. A perda nominal observada foi de R$ 1,72 por cota, tomando como base de comparação o preço de fechamento anterior de R$ 87,62. Ao longo do dia, o fundo imobiliário operou flutuando entre a cotação mínima diária de R$ 85,55 e a máxima diária de R$ 87,80. No aspecto operacional de mercado e liquidez, registrou-se um volume de ações movimentadas equivalente a 27.709 cotas negociadas pelos participantes, indicando um fluxo mais cadenciado de ordens. Essa atividade gerou um volume financeiro total negociado de R$ 2.380.203,10 no encerramento da sessão. No âmbito da avaliação técnica do histórico das últimas 52 semanas, o valor de fechamento de R$ 85,90 situa-se em região intermediária alta, defendendo com folga considerável a sua cotação mínima anual de R$ 66,97, mas registrando desconto perante a sua máxima anual de R$ 97,06.

O BPML11 é um fundo imobiliário de tijolo pertencente ao portfólio do BTG Pactual, com mandato focado no investimento e exploração comercial de participações em shopping centers consolidados regionalmente. Em comunicado oficial direcionado ao mercado financeiro, a gestão informou que os indicadores de vendas das lojas e o fluxo de veículos nos estacionamentos mantiveram trajetória positiva, o que sustenta a resiliência dos aluguéis variáveis coletados no trimestre corrente.

8º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 19,25 ↓ 1,79%

Descrição: O fundo imobiliário de papel encerrou os negócios do dia posicionado no oitavo lugar do ranking, anotando uma retração percentual de 1,79%. O impacto nominal dessa variação representou um decréscimo de R$ 0,35 por papel, comparado ao preço de fechamento anterior de R$ 19,60. Durante o período de mercado aberto, as transações variaram dentro de limites técnicos que estabeleceram uma cotação mínima diária de R$ 19,06 e alcançaram a máxima diária de R$ 19,68. No que se refere à liquidez física na bolsa, o fundo anotou um volume de ações movimentadas de 35.152 cotas operadas. Essa atividade gerou um volume financeiro total negociado de R$ 676.676,00. Analisando os extremos de preços referentes ao histórico das últimas 52 semanas, constata-se que o valor atual de fechamento de R$ 19,25 encontra-se operando de forma muito perigosa na vizinhança direta de sua mínima anual de R$ 19,06, e consideravelmente distante de sua máxima anual cotada em R$ 30,04.

O DEVA11 é um fundo imobiliário administrado pela Vórtx e gerido pela Devant Asset, com foco na geração de renda por meio do investimento em títulos de crédito imobiliário, principalmente CRIs com estruturas corporativas corporativas diversas. A última notícia divulgada pela equipe de gestão reportou o recebimento integral de todas as obrigações financeiras da carteira e destacou o fortalecimento dos mecanismos de monitoramento de crédito para prevenir potenciais eventos de inadimplência no cenário atual.

9º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,49 ↓ 1,78%

Descrição: O fundo de índice negociado em bolsa terminou o último pregão na nona posição da nossa listagem ao registrar uma variação negativa de 1,78%. A desvalorização nominal apurada foi de R$ 0,19 frente ao preço aferido no fechamento anterior, que havia sido de R$ 10,68. As negociações do ativo no decorrer do dia ocorreram dentro de uma banda de flutuação estreita, com a cotação mínima diária fixada em R$ 10,48 e a máxima diária registrando R$ 10,69. No campo da liquidez de balcão, o fundo apurou um volume de ações movimentadas de 45.783 papéis negociados pelos investidores no pregão da B3. Consequentemente, esse volume gerou um volume financeiro total negociado de R$ 480.263,67. Quando confrontamos o preço de fechamento atual de R$ 10,49 com as referências das últimas 52 semanas, nota-se que o ativo opera em patamar intermediário elevado, posicionado próximo de sua máxima anual de R$ 11,47 e mantendo boa distância de sua cotação mínima anual de R$ 8,43.

O RBFM11 é um fundo imobiliário classificado como ETF (Exchange Traded Fund) gerido pela Rio Bravo Investimentos, que possui o objetivo explícito de replicar a performance do Índice FIX (IFIX), oferecendo aos investidores uma forma simples de diversificação regulada no mercado de fundos imobiliários. No último relatório de desempenho publicado pela gestora, foi ratificado que o fundo manteve aderência estatística perfeita ao índice de referência, cumprindo integralmente o seu mandato de replicar as oscilações médias do setor imobiliário.

10º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 4,87 ↓ 1,62%

Descrição: O fundo de lajes corporativas encerrou a sessão de negócios ocupando o décimo lugar do ranking setorial ao contabilizar uma baixa de 1,62% em sua cotação. Em termos nominais, o ajuste negativo representou uma retração de R$ 0,08 por papel, tomando como base o preço do fechamento anterior cotado em R$ 4,95. Durante a sessão, o ativo flutuou dentro de parâmetros operacionais que registraram a cotação mínima diária em R$ 4,86 e alcançaram a máxima diária de R$ 4,94. O mercado demonstrou um engajamento físico robusto para o papel, resultando em um volume de ações movimentadas de 107.779 cotas negociadas pelos agentes financeiros. Essa intensa atividade gerou um volume financeiro total negociado de R$ 524.883,73. Ao avaliarmos os extremos históricos das últimas 52 semanas, o preço atualizado de R$ 4,87 situa-se em patamar mediano baixo, operando mais próximo de sua cotação mínima anual de R$ 4,48 do que de sua cotação máxima anual registrada em R$ 5,47.

O VINO11 é um fundo imobiliário de tijolo focado no segmento de escritórios corporativos e gerido pela Vinci Real Estate, possuindo participações em edifícios corporativos modernos e bem localizados, com locatários de alta relevância no mercado nacional. Em fato relevante recente liberado pela Vinci, foi informada a conclusão bem-sucedida de benfeitorias estruturais em uma das principais propriedades do fundo, visando aumentar a eficiência energética do imóvel e consolidar a atratividade comercial do portfólio para futuras locações.

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