Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 27/01/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 TRBL11 R$ 69,14 3,95%
2 KCRE11 R$ 8,80 3,17%
3 ITRI11 R$ 88,43 3,10%
4 GZIT11 R$ 48,35 2,87%
5 CLIN11 R$ 90,45 2,78%
6 WHGR11 R$ 9,48 2,49%
7 OUJP11 R$ 85,45 2,21%
8 RCRB11 R$ 145,47 2,21%
9 BCRI11 R$ 71,24 1,99%
10 VINO11 R$ 5,52 1,66%

1º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 69,14 ↑3,95%

Descrição: O fundo TRBL11 lidera o ranking com uma performance robusta no pregão, apresentando uma valorização de R$ 2,63 por cota. Durante o dia, o ativo demonstrou volatilidade controlada, atingindo a mínima de R$ 66,70 e alcançando sua máxima histórica das últimas 52 semanas em R$ 70,25, o que indica um forte movimento de compra. O volume de ações negociadas somou 33.589 unidades, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 2.322.343,46, o maior entre os dez ativos listados. O fechamento anterior havia sido de R$ 66,51, confirmando a tendência de alta. Este fundo foca em ativos logísticos, e sua posição próxima à máxima anual sugere confiança dos investidores na gestão de seus galpões. A liquidez apresentada garante uma saída suave para grandes posições, consolidando-o como o principal destaque do dia neste levantamento.

O SDI Logística Rio é um fundo focado no setor de galpões logísticos e industriais, com ativos estrategicamente localizados para atender o fluxo de mercadorias no estado do Rio de Janeiro. Recentemente, o fundo anunciou a assinatura de novos contratos de locação que visam reduzir a vacância de seus imóveis e garantir a previsibilidade na distribuição de dividendos.


2º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,80 ↑3,17%

Descrição: O KCRE11 ocupa a segunda posição, registrando uma alta de R$ 0,27 sobre o fechamento anterior de R$ 8,53. Interessante notar que o ativo operou de forma estável durante todo o pregão, com a mínima e a máxima travadas em R$ 8,80, o que pode indicar uma forte barreira de preço ou baixa oscilação intradiária após o ajuste inicial. O volume negociado foi de 33.491 cotas, movimentando um total de R$ 294.720,80. Apesar de não possuir dados registrados de mínima e máxima das últimas 52 semanas no relatório, o crescimento percentual de 3,17% coloca o fundo em evidência perante o mercado de papel. O giro financeiro, embora menor que o do líder do ranking, reflete uma movimentação saudável para o perfil do fundo, atraindo investidores que buscam ganho de capital em curto prazo em fundos de crédito privado.

Este fundo é gerido pela Kinea e atua primordialmente no segmento de recebíveis imobiliários (CRIs), com uma parceria estratégica com a fintech Creditas. Em notícias recentes, a gestão destacou que o fundo mantém uma carteira defensiva com indexadores que protegem o capital do investidor contra oscilações severas na taxa de juros básica da economia brasileira.


3º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 88,43 ↑3,10%

Descrição: O ITRI11 apresenta-se na terceira colocação com uma valorização de R$ 2,66 em relação ao fechamento anterior de R$ 85,77. O fundo movimentou 20.945 cotas, atingindo um volume negociado de R$ 1.852.166,35, evidenciando uma liquidez relevante para o setor. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 85,77 e a máxima de R$ 89,69, valor este que também representa o teto alcançado nas últimas 52 semanas, sinalizando um momento de valorização patrimonial importante. A variação percentual de 3,10% reflete o apetite por ativos que compõem o portfólio de “total return”, buscando equilibrar dividendos e valorização de ativos. O distanciamento da mínima anual (R$ 57,29) demonstra uma recuperação acentuada ao longo dos meses, posicionando o fundo como uma opção de crescimento dentro da carteira dos cotistas.

O Itau Total Return é um fundo de fundos (FoF) gerido pelo Itaú, que busca investir em outros FIIs e ativos do mercado imobiliário para maximizar o retorno total ao investidor. A última notícia relevante do fundo aponta para uma reestruturação de sua carteira, focando em ativos de tijolo que estão sendo negociados abaixo do valor patrimonial.


4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑2,87%

Descrição: O fundo GZIT11, focado no setor de shopping centers, registrou uma alta de R$ 1,35 por cota, representando um avanço de 2,87%. O valor de fechamento foi de R$ 48,35, o mesmo valor registrado tanto para a mínima quanto para a máxima do dia, sugerindo uma pressão compradora constante que sustentou o preço no patamar elevado até o encerramento das negociações. Foram negociadas 21.664 cotas, gerando um montante financeiro de R$ 1.047.454,40. O fechamento anterior estava situado em R$ 47,00. Por ser um fundo que atua em um setor de renda urbana e consumo, este crescimento reflete o otimismo com a recuperação do fluxo de caixa dos shoppings. A ausência de dados históricos de 52 semanas não ofusca o desempenho diário sólido, colocando o ativo no quartil superior de rentabilidade do dia.

O Gazit Malls é controlado pela multinacional Gazit-Globe e detém participações em shoppings de alto padrão, como o Shopping Cidade Jardim e o Morumbi Town. Notícias recentes indicam que o grupo está expandindo suas operações de conveniência dentro dos shoppings para aumentar a receita de locação por metro quadrado.


5º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 90,45 ↑2,78%

Descrição: O CLIN11 obteve um desempenho positivo de 2,78% no pregão, com um acréscimo de R$ 2,45 no valor de sua cota, fechando em R$ 90,45. O volume de ações negociadas foi de 9.218 unidades, o menor volume quantitativo entre o top 5, mas ainda assim movimentando R$ 833.768,10 devido ao alto valor nominal da cota. O comportamento do ativo foi de estabilidade máxima, operando no mesmo valor de abertura e fechamento sem registrar variações entre mínima e máxima intradiária. O fechamento do dia anterior em R$ 88,00 serviu de base para esta escalada. Por se tratar de um fundo de índices de preços, o resultado está intrinsecamente ligado às expectativas inflacionárias e aos spreads de crédito, demonstrando ser um porto seguro para investidores que buscam proteção do poder de compra com um rendimento real atrativo.

Este fundo é gerido pela Clave Capital e foca em ativos financeiros do setor imobiliário atrelados a índices de inflação (como o IPCA). Recentemente, a Clave Capital divulgou um relatório mensal reafirmando a qualidade do crédito dos emissores em sua carteira, destacando a ausência de inadimplência nos últimos trimestres.


6º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑2,49%

Descrição: Ocupando a sexta posição, o WHGR11 apresentou uma variação de R$ 0,23, o que equivale a uma alta de 2,49%. O fechamento em R$ 9,48 ocorreu no limite da máxima do dia, partindo de uma mínima de R$ 9,42. O volume de negociação foi de 27.804 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 263.581,92. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,25, o fundo demonstrou uma recuperação consistente ao longo das horas de pregão. Este ativo, que opera na casa dos “single digits” em preço de cota, atrai um grande número de pequenos investidores pela facilidade de aporte. A dinâmica de preços observada mostra que o mercado encontrou suporte nos R$ 9,40, impulsionando o papel para fechar no topo da faixa diária, aguardando agora novos drivers para testar resistências superiores nas próximas sessões.

O WHG Real Estate é um fundo gerido pela Wealth High Governance, focado em uma estratégia híbrida que combina renda e ganho de capital através de imóveis comerciais. A última notícia sobre o fundo envolve a conclusão de uma nova rodada de captação, visando a aquisição de novos ativos para diversificar seu portfólio geográfico.


7º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 85,45 ↑2,21%

Descrição: O OUJP11 registrou um fechamento de R$ 85,45, com uma alta absoluta de R$ 1,85, representando uma valorização percentual de 2,21%. Durante o dia, o fundo apresentou volatilidade, com mínima de R$ 82,85 e máxima de R$ 86,00. Este valor máximo de R$ 86,00 é o maior registrado nas últimas 52 semanas, evidenciando que o ativo está em um momento de “bull run”. O volume de negociação atingiu 11.146 cotas, totalizando R$ 952.425,70 em negócios. O fechamento anterior foi de R$ 83,60. O spread entre a mínima e a máxima de 52 semanas (R$ 55,90 a R$ 86,00) mostra uma recuperação de quase 53% no ano, um dos melhores desempenhos históricos do grupo analisado. A consistência no volume financeiro diário reforça a entrada de novos investidores atraídos pelo rendimento constante distribuído pelo fundo.

O fundo Ourinvest JPP é um FII de papel que investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Em seu último comunicado ao mercado, a gestão informou a liquidação antecipada de algumas séries de CRIs, o que resultou em um pagamento extraordinário de dividendos aos cotistas no último mês.


8º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 145,47 ↑2,21%

Descrição: O RCRB11 fechou o dia em R$ 145,47, uma alta de R$ 3,14 ou 2,21%. É o ativo com o maior valor nominal por cota desta lista, o que reflete em um volume financeiro robusto de R$ 1.902.311,19, gerado pela troca de 13.077 cotas. O fundo flutuou entre a mínima de R$ 142,38 e a máxima de R$ 145,47 durante a sessão. O fechamento anterior foi de R$ 142,33. É importante notar que, embora o preço atual seja elevado, ele ainda está abaixo da máxima de 52 semanas registrada em R$ 146,27, sugerindo que há espaço para novas valorizações caso o cenário macroeconômico continue favorável aos ativos de tijolo corporativo. A recuperação em relação à mínima anual de R$ 103,54 é notável, demonstrando a resiliência do fundo diante das oscilações do mercado de lajes corporativas premium em São Paulo.

O Rio Bravo Renda Corporativa é um dos fundos de lajes corporativas mais tradicionais do mercado, com foco em edifícios de alto padrão (Triple A). Recentemente, o fundo ganhou destaque nas notícias devido à renovação do contrato de um de seus maiores inquilinos na região da Faria Lima, garantindo fluxo de caixa para os próximos anos.


9º – BANESTES RECEBIVEIS IMOB FII OF (BCRI11) | R$ 71,24 ↑1,99%

Descrição: O BCRI11 registrou uma valorização de 1,99%, fechando o dia a R$ 71,24. A variação em Reais foi de R$ 1,39 em comparação ao fechamento anterior de R$ 69,85. O fundo apresentou uma oscilação intradiária entre R$ 70,00 e R$ 71,79, sendo que esta máxima coincide com a máxima das últimas 52 semanas, indicando que o fundo está operando em seu pico histórico recente. O volume de cotas negociadas foi de 11.976, com um volume financeiro de R$ 853.170,24. O fundo de recebíveis do Banestes tem se mostrado uma opção consistente para investidores que buscam exposição ao crédito imobiliário com o lastro de uma instituição bancária sólida. A proximidade com o teto anual reflete a compressão de yields no mercado e a busca por papéis de maior qualidade de crédito (high grade).

O BCRI11 é um fundo gerido pelo Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) e foca em uma carteira diversificada de CRIs. A última notícia do fundo destaca o aumento da exposição em ativos indexados ao CDI, visando aproveitar o período de taxas de juros elevadas para turbinar as distribuições mensais.


10º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 5,52 ↑1,66%

Descrição: O VINO11 fecha o nosso ranking na décima posição com uma alta de 1,66%, o que representa um aumento de R$ 0,09 no preço da cota. O fechamento em R$ 5,52 é significativo por ser o ativo com maior volume quantitativo de negociação: 166.758 cotas mudaram de mãos. Isso gerou um volume financeiro de R$ 920.504,16. O ativo variou entre R$ 5,45 e R$ 5,53 durante o dia, fechando muito próximo da sua máxima de 52 semanas, que é exatamente R$ 5,53. O fechamento anterior foi de R$ 5,43. A alta liquidez e o baixo valor de entrada tornam o VINO11 um fundo extremamente popular entre investidores iniciantes. A performance do dia consolida o movimento de recuperação do setor de escritórios, que vem sofrendo com a readequação do trabalho híbrido, mas mostra sinais claros de estabilização de preços.

O Vinci Offices (VINO11) é um fundo de tijolo gerido pela Vinci Real Estate, especializado em lajes corporativas. Recentemente, a empresa esteve nas notícias por concluir a venda de uma participação minoritária em um de seus imóveis de alto padrão, visando reduzir a alavancagem financeira do fundo e melhorar a distribuição de dividendos.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 TGAR11 R$ 81,75 -12,29%
2 URPR11 R$ 40,60 -6,43%
3 SPXS11 R$ 8,84 -4,12%
4 GARE11 R$ 8,82 -1,78%
5 VGIP11 R$ 83,65 -1,57%
6 KORE11 R$ 75,81 -1,39%
7 HGRU11 R$ 127,96 -1,04%
8 PVBI11 R$ 81,61 -0,95%
9 SNFF11 R$ 77,11 -0,89%
10 PORD11 R$ 8,23 -0,84%

1º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 81,75 ↓12,29%

Descrição: O fundo TGAR11 apresentou a maior volatilidade do dia, encerrando a sessão cotado a R$ 81,75. Este valor representa uma desvalorização acentuada de 12,29% em relação ao fechamento anterior de R$ 93,20. Durante o pregão, o ativo atingiu a mínima de R$ 81,60 e a máxima de R$ 92,22. O volume de ações negociadas foi de 484.788 unidades, resultando em um montante financeiro expressivo de R$ 39.631.419,00. No acumulado de 52 semanas, o fundo transita entre a mínima de R$ 65,64 e a máxima de R$ 94,50. A variação nominal negativa foi de R$ 11,45 por cota. O TG Ativo Real é um fundo de desenvolvimento que foca em equity no setor imobiliário, buscando valorização através de empreendimentos residenciais e loteamentos. Sobre a empresa: O fundo é gerido pela TG Core Asset e foca em ativos fora do eixo Rio-São Paulo. Recentemente, o TGAR11 anunciou a nona emissão de cotas para expansão de seu portfólio.

2º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 40,60 ↓6,43%

Descrição: O URPR11 fechou o dia negociado a R$ 40,60, uma queda de 6,43% comparado ao fechamento anterior de R$ 43,39. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 40,31 e a máxima de R$ 43,45 durante o dia. Com um volume de 30.050 ações, o volume negociado totalizou R$ 1.220.030,00. A variação negativa em reais foi de R$ 2,79. Observando o histórico de 52 semanas, o preço atual aproxima-se da mínima do período (R$ 30,68), estando distante da máxima de R$ 55,47. Este fundo é classificado como um FII de “papel” (CRI), focado em ativos de maior risco e retorno (high yield). Sobre a empresa: Gerido pela Urca Capital Partners, o fundo investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários. Recentemente, a gestão tem trabalhado na reciclagem da carteira para mitigar riscos de crédito no setor de loteamentos.

3º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,84 ↓4,12%

Descrição: O SPXS11 encerrou o pregão em R$ 8,84, registrando uma variação negativa de 4,12%, ou R$ 0,38 por cota, frente ao fechamento anterior de R$ 9,22. Curiosamente, o ativo manteve-se estável entre sua mínima e máxima do dia no valor de R$ 8,84, com um volume de 91.758 ações e giro financeiro de R$ 811.140,72. Não constam dados sobre o histórico de 52 semanas no relatório. O fundo possui uma estratégia multiestratégia, permitindo alocações híbridas entre tijolo e papel. Sobre a empresa: Trata-se de uma parceria entre a SPX Capital e a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties). A última notícia relevante envolve a estratégia de desinvestimento em alguns ativos para geração de ganho de capital aos cotistas.

4º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,82 ↓1,78%

Descrição: O GARE11 registrou fechamento a R$ 8,82, uma queda de 1,78% em relação aos R$ 8,98 anteriores. A variação nominal foi de R$ 0,16. Durante o dia, o fundo registrou uma mínima de R$ 8,79 e máxima de R$ 8,82. Destaca-se pelo alto volume de ações negociadas, atingindo 1.875.140 papéis, o que gerou um volume financeiro de R$ 16.538.734,80. Assim como o anterior, o relatório não apresenta dados de 52 semanas para este ativo. O foco do fundo é o segmento logístico e de renda urbana. Sobre a empresa: Gerido pela Guardian Gestora, o GARE11 (antigo GALG11) passou recentemente por uma mudança de nome e estratégia para ampliar seu espectro de atuação em imóveis de renda.

5º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 83,65 ↓1,57%

Descrição: O VGIP11 encerrou o dia em R$ 83,65, apresentando uma desvalorização de 1,57% (R$ 1,33 por cota) comparado ao fechamento anterior de R$ 84,98. A máxima do dia foi de R$ 85,54 e a mínima de R$ 83,55. O volume de negociação foi de 34.353 ações, totalizando R$ 2.873.628,45. No intervalo de um ano, o fundo variou entre R$ 61,87 e R$ 85,54, indicando que o preço atual ainda está próximo do topo anual. O VGIP11 é um fundo de papel indexado ao IPCA. Sobre a empresa: Gerido pela Valora Investimentos, o fundo foca em CRIs de alta qualidade creditícia. A notícia mais recente destaca a manutenção de dividendos em patamares estáveis devido à inflação resiliente.

6º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 75,81 ↓1,39%

Descrição: O KORE11 fechou a R$ 75,81, recuo de 1,39% ou R$ 1,07 sobre o fechamento de R$ 76,88. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 75,33 e a máxima de R$ 77,17. Foram negociadas 48.499 cotas, somando R$ 3.676.709,19 em volume financeiro. Em 52 semanas, o ativo teve mínima de R$ 59,11 e máxima de R$ 78,85. Este fundo busca oportunidades em diversos setores do mercado imobiliário. Sobre a empresa: Gerido pela Kinea Investimentos (Itaú), o fundo é conhecido por sua gestão ativa. Recentemente, o KORE11 concluiu a aquisição de novos ativos corporativos para diversificar sua renda.

7º – CSHG RENDA URBANA FII CF (HGRU11) | R$ 127,96 ↓1,04%

Descrição: O HGRU11 teve fechamento em R$ 127,96, queda de 1,04% (R$ 1,34) perante os R$ 129,30 anteriores. A mínima do dia foi de R$ 127,91 e a máxima de R$ 129,64. Com 58.113 ações negociadas, o volume financeiro foi de R$ 7.436.139,48. Nas últimas 52 semanas, os valores ficaram entre R$ 100,14 e R$ 132,23. O fundo é focado em varejo e educação (renda urbana). Sobre a empresa: Atualmente sob gestão do Pátria Investimentos (após aquisição da área de FIIs do Credit Suisse), o HGRU11 anunciou recentemente a venda bem-sucedida de ativos educacionais com lucro imobiliário.

8º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 81,61 ↓0,95%

Descrição: O PVBI11 encerrou em R$ 81,61, baixa de 0,95% ou R$ 0,78 sobre o fechamento de R$ 82,39. Registrou mínima de R$ 81,52 e máxima de R$ 82,50. Foram negociadas 61.168 cotas, gerando R$ 4.991.920,48. O histórico de 52 semanas mostra mínima de R$ 63,81 e máxima de R$ 83,29. O PVBI11 investe em lajes corporativas premium (AAA) em São Paulo. Sobre a empresa: Gerido pela VBI Real Estate, o fundo possui ativos em localizações nobres como Faria Lima e Itaim Bibi. A última notícia relevante foi a assinatura de novos contratos de locação reduzindo a vacância do portfólio.

9º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 77,11 ↓0,89%

Descrição: O SNFF11 fechou a R$ 77,11, queda de 0,89% (R$ 0,69) em relação ao fechamento de R$ 77,80. A mínima diária foi de R$ 76,87 e a máxima de R$ 77,78. O volume de ações foi de 10.221, com giro de R$ 788.141,31. Em 52 semanas, oscilou entre R$ 58,22 e R$ 82,15. É um Fundo de Fundos (FoF), que investe em cotas de outros FIIs. Sobre a empresa: Gerido pela Suno Asset, o fundo busca superar o IFIX no longo prazo. Recentemente, a gestão divulgou relatório focando na resiliência do portfólio diante da alta dos juros.

10º – POLO FDO INV IMOB RECEBIVEIS ETF (PORD11) | R$ 8,23 ↓0,84%

Descrição: O PORD11 finalizou o dia a R$ 8,23, queda de 0,84% ou R$ 0,07 ante o fechamento de R$ 8,30. A mínima foi de R$ 8,17 e a máxima de R$ 8,31. Com 180.304 ações negociadas, o volume financeiro somou R$ 1.483.901,92. No intervalo de um ano, o fundo variou de R$ 6,39 a R$ 8,31, estando em seu patamar máximo anual. O fundo foca em recebíveis imobiliários. Sobre a empresa: Gerido pela Polo Capital, o PORD11 foca em uma carteira de CRIs pulverizada. A última atualização destaca o aumento do dividend yield mensal do fundo.

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