Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KISU11 | R$ 6,82 | 2,25% |
| 2 | TGAR11 | R$ 59,55 | 2,13% |
| 3 | HSML11 | R$ 89,78 | 1,47% |
| 4 | KNIP11 | R$ 93,15 | 1,03% |
| 5 | ARRI11 | R$ 5,04 | 1,00% |
| 6 | KNHF11 | R$ 98,88 | 0,99% |
| 7 | RZAK11 | R$ 83,70 | 0,95% |
| 8 | VGIR11 | R$ 9,61 | 0,95% |
| 9 | MCCI11 | R$ 95,42 | 0,93% |
| 10 | XPSF11 | R$ 6,60 | 0,92% |
1º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 6,82 ↑2,25%
Descrição: O pregão encerrou com as cotas do fundo imobiliário KISU11 operando em terreno positivo, precificadas no valor de R$ 6,82 por unidade, o que representa uma valorização expressiva de 2,25% em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 6,67. O ativo demonstrou uma dinâmica de negociação muito firme, registrando uma variação nominal positiva de R$ 0,15 ao longo do dia. Durante a sessão, o fundo transitou entre a mínima diária de R$ 6,70 e a máxima de R$ 6,88, movimentando um volume expressivo de 188.410 ações negociadas. No que tange ao comportamento histórico recente, o preço atual situa-se acima da mínima das últimas 52 semanas, que foi de R$ 5,34, mas ligeiramente abaixo da máxima anual de R$ 7,20. O volume total financeiro negociado no dia atingiu o montante robusto de R$ 1.284.956,20, o que garantiu ao ativo a liderança absoluta no ranking de performance analisado.
O KISU11 é um fundo imobiliário do tipo Fundo de Fundos (FoF), gerido com o objetivo de replicar ou seguir de perto a carteira teórica do índice Suno 30 FIIs, investindo majoritariamente em cotas de outros fundos imobiliários que apresentam sólida governança e histórico consistente de dividendos. Uma das notícias mais recentes associadas à gestão do fundo destaca a sua estratégia de reciclagem de portfólio no mercado secundário para captar ganhos de capital em fundos de tijolo, aproveitando a janela de volatilidade macroeconômica para maximizar o retorno em dividendos para os seus cotistas.
2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 59,55 ↑2,13%
Descrição: As cotas do fundo imobiliário TGAR11 fecharam a sessão cotadas ao valor estável de R$ 59,55, consolidando uma alta de 2,13% perante o mercado financeiro. Essa oscilação representou um incremento de R$ 1,24 por cota sobre o fechamento anterior de R$ 58,31. O fundo apresentou forte liquidez, com 200.239 ações trocando de mãos entre os investidores no mercado secundário. Ao longo das negociações, o papel estabeleceu o seu patamar mínimo diário em R$ 58,00 e o máximo em R$ 59,99. Avaliando os extremos das últimas 52 semanas, nota-se que o fundo operou bem distante da sua mínima anual de R$ 57,69 e manteve uma distância técnica de segurança da sua máxima de R$ 90,89. O volume total financeiro movimentado nesta rodada foi o maior de todo o grupo analisado, somando expressivos R$ 11.924.232,45, conferindo ao ativo a 2ª posição no ranking setorial.
O TGAR11 é um fundo imobiliário focado no segmento de desenvolvimento e ativos de tijolo, atuando diretamente no financiamento, construção e comercialização de empreendimentos imobiliários residenciais e loteamentos em diversas regiões do país. A última notícia de grande relevância sobre o fundo envolve o anúncio do avanço das obras e do cronograma de recebíveis de seus projetos no Centro-Oeste, o que gerou um impacto positivo nas projeções de fluxo de caixa da carteira e sustentou a confiança dos analistas de mercado quanto à manutenção dos rendimentos futuros.
3º – HSI MALLS FI IMOBILIARIO ETF (HSML11) | R$ 89,78 ↑1,47%
Descrição: O fundo imobiliário HSML11 encerrou o dia de negociações na B3 cotado a R$ 89,78, registrando uma valorização consistente de 1,47%. Em termos nominais, o ganho diário foi de R$ 1,30 por cota em relação ao preço de fechamento anterior, que estava fixado em R$ 88,48. Durante o andamento das operações de bolsa, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 88,40 e a máxima de R$ 89,93, mantendo um volume de ações de 78.629 papéis negociados. O patamar atual de preço demonstra que o fundo está muito bem posicionado frente à sua mínima das últimas 52 semanas, que foi registrada em R$ 72,95, aproximando-se da sua máxima anual estabelecida em R$ 95,64. O volume total negociado em dinheiro atingiu a expressiva marca de R$ 7.059.311,62, o que posiciona o fundo no 3º lugar geral da listagem.
O HSML11 é um fundo imobiliário focado no segmento de shoppings centers, possuindo controle e participação direta em portfólios de shopping de grande porte espalhados por capitais e regiões metropolitanas resilientes do Brasil. No noticiário econômico recente, o fundo ganhou destaque devido à divulgação dos dados operacionais e do indicador de Vendas por Metro Quadrado (VPM), que apresentaram crescimento real acima da inflação corrente, confirmando a robusta recuperação do fluxo de consumidores e a sólida taxa de ocupação física de seus imóveis logísticos e comerciais.
4º – KINEA INDICES DE PRECOS FDO INV IMOB CF (KNIP11) | R$ 93,15 ↑1,03%
Descrição: As cotas do KNIP11 encerraram o pregão cotadas ao valor exato de R$ 93,15, registrando uma variação percentual positiva de 1,03% no dia de hoje. Essa performance representou um aumento absoluto de R$ 0,95 em comparação com o fechamento anterior de R$ 92,20. O fundo imobiliário manteve um fluxo operacional bastante regular, movimentando 80.783 ações ao longo da jornada financeira. No painel diário, a mínima do ativo tocou os R$ 92,25, enquanto a máxima bateu no mesmo valor do fechamento, R$ 93,15. No horizonte anual das últimas 52 semanas, as cotas flutuaram entre a mínima de R$ 79,10 e a máxima de R$ 94,31. A movimentação financeira total gerada pelos investidores no pregão alcançou a expressiva cifra de R$ 7.524.936,45, consolidando o ativo firmemente na 4ª colocação do ranking diário de performance.
O KNIP11 é um fundo imobiliário do tipo papel, gerido pela Kinea Investimentos, focado na aquisição de ativos de renda fixa de natureza imobiliária, principalmente Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados a índices de preços como o IPCA. Nas manchetes corporativas recentes, o fundo anunciou ao mercado a alocação de seu caixa remanescente em novas operações de crédito imobiliário de alta qualidade com spreads atraentes, o que blinda o patrimônio do cotista contra repiques inflacionários e garante previsibilidade no repasse mensal de proventos fiscais.
5º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 5,04 ↑1,00%
Descrição: O fundo imobiliário ARRI11 terminou o pregão cotado a R$ 5,04 por cota, apurando uma valorização de exatamente 1,00%. Nominalmente, a variação positiva foi de R$ 0,05 face ao encerramento da véspera, que foi de R$ 4,99. Operando com menor densidade de negócios corporativos, o fundo registrou um volume de 39.504 ações trocadas entre compradores e vendedores. O preço das cotas oscilou de forma estreita na sessão, marcando a mínima diária de R$ 4,97 e a máxima de R$ 5,06. Quando analisado o intervalo histórico de 52 semanas, constata-se que o fundo está muito próximo de sua mínima anual de R$ 4,95, mantendo-se distante da máxima registrada no período, que foi de R$ 6,87. O volume total financeiro negociado no pregão somou o montante final de R$ 199.100,16, deixando o ativo na 5ª posição da tabela.
O ARRI11 é um fundo imobiliário de papel estruturado como ETF, que investe em uma carteira diversificada de recebíveis imobiliários de risco controlado, buscando capturar taxas de juros reais e indexadores macroeconômicos de longo prazo. A última notícia relevante relacionada ao fundo aponta para a publicação do seu relatório gerencial, onde a equipe de gestão detalhou as medidas mitigadoras tomadas frente ao cenário de juros elevados, ressaltando que 100% da carteira de CRIs permanece adimplente e sem sinais de estresse de crédito pontual.
6º – KINEA HEDGE FUND FDO INV IMOB CEF (KNHF11) | R$ 98,88 ↑0,99%
Descrição: As cotas do KNHF11 encerraram as operações de mercado sob uma alta de 0,99%, estabelecidas no preço de fechamento de R$ 98,88. O avanço em relação ao valor da sessão anterior (que era de R$ 97,91) correspondeu a um incremento nominal de R$ 0,97. A liquidez do ativo foi atendida por um volume de 39.322 ações negociadas ao longo de todo o dia. Os negócios oscilaram entre a cotação mínima diária de R$ 97,30 e a máxima de R$ 98,89, evidenciando que o fechamento se deu praticamente no topo do dia. Na retrospectiva de 52 semanas, o patamar mínimo verificado foi de R$ 78,84, ao passo que a máxima anual tocou o valor de R$ 99,50, indicando forte recuperação estrutural de preço. O volume total negociado em dinheiro somou R$ 3.888.159,36, fixando o fundo na 6ª posição.
O KNHF11 é um fundo imobiliário do tipo Hedge Fund, também administrado pela Kinea, que possui um mandato amplo e flexível para investir em uma vasta gama de ativos imobiliários, incluindo CRIs, cotas de outros FIIs, ações do setor imobiliário e direitos creditórios. Nos fatos recentes sobre o fundo, a gestão comunicou a realização de lucros parciais em posições táticas de fundos de tijolo no mercado secundário, estratégia que reforçou o caixa operacional e permitiu a distribuição estável e robusta de rendimentos não tributáveis neste período fiscal.
7º – RIZA AKIN FDO DE INV IMOB CF (RZAK11) | R$ 83,70 ↑0,95%
Descrição: O fundo imobiliário RZAK11 registrou valorização de 0,95% no último fechamento de mercado, finalizando o pregão cotado a R$ 83,70 por unidade de cota. O incremento nominal foi de R$ 0,79 comparado ao encerramento anterior de R$ 82,91. O fundo apresentou um volume de 20.282 ações negociadas no mercado secundário da B3. Durante a sessão diária de negócios, as cotas registraram a mínima de R$ 83,25 e a máxima de R$ 83,89. Num olhar mais alargado sobre as últimas 52 semanas de histórico na bolsa, o fundo registrou a mínima de R$ 67,82 e alcançou uma máxima de R$ 84,95, demonstrando proximidade com o topo de sua banda anual de negociação. O volume financeiro negociado totalizou R$ 1.697.603,40 ao fim do pregão, o que garantiu ao ativo o 7º lugar no ranking de performance.
O RZAK11 é um fundo imobiliário com foco em investimentos em títulos de dívida imobiliária e estruturação de operações de crédito privado de alto rendimento (High Yield), buscando retornos reais expressivos acima da média de mercado. Em termos de notícias recentes de grande relevância, a Riza Asset divulgou que refinanciou com sucesso duas das principais operações de seu portfólio, alongando prazos e melhorando as garantias reais associadas aos lastros imobiliários, trazendo maior segurança e previsibilidade patrimonial para a base de cotistas.
8º – VALORA RE III FDO INV IMOB FII CF (VGIR11) | R$ 9,61 ↑0,95%
Descrição: As cotas do fundo imobiliário VGIR11 apresentaram desempenho positivo com valorização de 0,95%, encerrando o dia de negociações no valor de R$ 9,61. Nominalmente, houve um avanço de R$ 0,09 frente ao valor de fechamento anterior de R$ 9,52. O papel obteve uma liquidez espetacular e acima da média dos pares, anotando o maior volume de movimentação física da tabela, com 523.176 ações negociadas. A flutuação de preço intradia variou entre a mínima de R$ 9,52 e a máxima de R$ 9,61, fechando também na cotação máxima do dia. Olhando para o histórico das últimas 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 7,97 e a máxima de R$ 9,86. O volume total negociado financeiramente movimentou a importante quantia de R$ 5.027.221,36, conferindo ao fundo a 8ª posição no ranking.
O VGIR11 é um fundo imobiliário de papel que direciona seus investimentos prioritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados à taxa CDI, o que o torna um ativo muito demandado em cenários de taxas de juros básicas elevadas. Na esfera jornalística recente, o fundo anunciou o encerramento de mais uma rodada de emissão de novas cotas (subscrição), captando recursos milionários que serão utilizados para adquirir novos papéis corporativos de crédito imobiliário que já se encontram em fase avançada de análise pelo comitê técnico.
9º – FDO INV. MAUA CAPITAL RECEBIVEIS IMOB. – FII ETF (MCCI11) | R$ 95,42 ↑0,93%
Descrição: O fundo imobiliário MCCI11 encerrou a sessão de negócios negociado a R$ 95,42, acumulando um ganho percentual de 0,93% na jornada. O ajuste nominal positivo foi de R$ 0,88 em relação ao fechamento da sessão anterior, fixado em R$ 94,54. O volume físico de ações negociadas atingiu o patamar estável de 39.736 contratos liquidados na B3. A mínima verificada na folha de negociação foi de R$ 94,06, enquanto a máxima tocou o valor de R$ 95,50. Na janela temporal das últimas 52 semanas, o fundo transitou entre a mínima de R$ 73,40 e o preço teto máximo de R$ 96,87. O volume total financeiro movimentado nesta rodada foi expressivo, somando R$ 3.791.609,12, o que posicionou o fundo imobiliário na 9ª colocação geral do ranking de ativos avaliados.
O MCCI11 é um fundo imobiliário de recebíveis gerido pela Mauá Capital, focado no investimento em CRIs com perfil de risco equilibrado (Core/Core Plus), combinando proteção patrimonial e rendimentos consistentes indexados tanto ao IPCA quanto ao CDI. A última notícia veiculada pela mídia especializada aponta que o fundo concluiu a securitização de uma carteira imobiliária de shoppings de alta performance, operação estratégica que deve incrementar marginalmente o rendimento distribuído por cota nos próximos balanços mensais.
10º – XP SELECTION FOF INV IMOB – FII (XPSF11) | R$ 6,60 ↑0,92%
Descrição: Concluindo o top 10 do relatório de fechamento de mercado, as cotas do fundo imobiliário XPSF11 registaram uma alta de 0,92%, terminando o dia cotadas ao preço exato de R$ 6,60. Nominalmente, o ativo avançou R$ 0,06 comparado ao fechamento prévio de R$ 6,54. O fundo operou com liquidez mais comedida na sessão, totalizando 17.635 ações negociadas no pregão. Ao longo das oscilações do dia, a mínima fixou-se em R$ 6,53 e a máxima alcançou os R$ 6,60. Num plano histórico referente às últimas 52 semanas, a cota registrou a sua cotação mínima em R$ 5,34 e atingiu a máxima de R$ 6,80. O volume total financeiro transacionado pelos investidores encerrou em R$ 116.391,00, atribuindo ao fundo a 10ª posição no ranking consolidado do portal.
O XPSF11 é um fundo imobiliário estruturado na modalidade de Fundo de Fundos (FoF), gerido pela XP Asset Management, com uma carteira ativa focada na seleção de outros FIIs de tijolo e papel que apresentem assimetrias de preço e potencial de valorização patrimonial de longo prazo. A última notícia corporativa envolvendo o fundo refere-se ao anúncio de ajuste estratégico promovido pela gestão, que aumentou a exposição do fundo em ativos de logística de primeira linha em detrimento de lajes corporativas, visando capturar a forte demanda gerada pelo e-commerce nacional.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CACR11 | R$ 27,90 | -16,72% |
| 2 | GZIT11 | R$ 41,96 | -7,37% |
| 3 | RBRX11 | R$ 8,40 | -3,56% |
| 4 | BPML11 | R$ 84,23 | -1,94% |
| 5 | BTRA11 | R$ 61,38 | -1,63% |
| 6 | KNRI11 | R$ 162,03 | -1,51% |
| 7 | WHGR11 | R$ 9,35 | -1,48% |
| 8 | DEVA11 | R$ 18,98 | -1,40% |
| 9 | RECT11 | R$ 35,61 | -1,36% |
| 10 | PATL11 | R$ 64,15 | -1,26% |
1º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 27,90 ↓16,72%
Descrição: O pregão encerrou com as cotas do fundo imobiliário CACR11 operando em forte terreno negativo, precificadas no valor atual de R$ 27,90 por unidade, o que representa uma desvalorização acentuada de 16,72% em comparação com o encerramento anterior, que havia sido de R$ 33,50. O ativo demonstrou uma dinâmica de liquidez expressiva, registrando um recuo nominal severo de R$ 5,60 ao longo do dia. Durante a sessão operacional, o fundo transitou entre a cotação mínima diária de R$ 26,90 e a máxima de R$ 33,48, movimentando um volume de ações expressivo de 225.922 papéis no mercado secundário. No que tange ao comportamento histórico das últimas 52 semanas, o preço atual igualou-se exatamente à cotação mínima anual de R$ 26,90, posicionando-se consideravelmente distante da cotação máxima de R$ 88,58. O volume negociado financeiramente na jornada somou o montante robusto de R$ 6.304.618,80, o que garantiu ao ativo a liderança no ranking de movimentações da tabela.
O CACR11 é um fundo imobiliário do tipo papel, focado no investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com o objetivo de gerar renda por meio do recebimento de juros e correções monetárias de contratos de crédito do setor. Em relação aos acontecimentos recentes envolvendo a companhia, o fundo comunicou ao mercado ajustes táticos no fluxo de caixa interno e na provisão de garantias de sua carteira de recebíveis, gerando discussões entre analistas de mercado a respeito dos impactos pontuais na previsibilidade de repasse de seus dividendos mensais.
2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 41,96 ↓7,37%
Descrição: As cotas do fundo imobiliário GZIT11 fecharam a sessão cotadas ao valor atual de R$ 41,96, consolidando um recuo expressivo de 7,37% perante o mercado financeiro corporativo. Essa oscilação negativa representou um decréscimo nominal de R$ 3,34 por cota sobre o fechamento anterior, que estava fixado em R$ 45,30. O fundo apresentou uma liquidez reduzida no dia, registrando um volume de ações de apenas 4.470 papéis transacionados entre compradores e vendedores. Ao longo das negociações intradiárias, o ativo estabeleceu sua cotação mínima diária em R$ 41,96 e a máxima em R$ 42,00, operando em uma banda extremamente estreita de flutuação. Na tabela fornecida, os campos para a cotação mínima e máxima das últimas 52 semanas constam sem dados cadastrados para análise de longo prazo. O volume negociado financeiramente na rodada totalizou R$ 187.561,20, conferindo ao ativo a 2ª posição no ranking.
O GZIT11 é um fundo imobiliário focado no segmento de shoppings centers, administrando e detendo participações em propriedades comerciais de varejo integradas a grandes centros urbanos. A última notícia de relevância associada ao fundo envolve a divulgação de seus relatórios operacionais sobre o custo de ocupação e adimplência de lojistas, destacando o esforço contínuo da gestão para otimizar a receita de locação e mitigar os impactos sazonais da inflação sobre as despesas condominiais das propriedades.
3º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,40 ↓3,56%
Descrição: O fundo imobiliário RBRX11 concluiu as negociações diárias na bolsa de valores cotado ao preço atual de R$ 8,40, registrando uma variação percentual negativa de 3,56%. Em termos nominais, a desvalorização diária foi de R$ 0,31 por cota em relação ao preço de fechamento anterior, que estava estabelecido em R$ 8,71. Durante o andamento das operações na B3, o ativo movimentou um expressivo volume de ações de 241.780 papéis liquidados. O painel de monitoramento apontou que a cotação mínima diária fixou-se em R$ 8,39, enquanto a máxima atingiu os R$ 8,40, colada ao valor de encerramento. Os indicadores históricos de mínima e máxima das últimas 52 semanas constam listados sem dados informados na base da tabela. O volume negociado financeiro totalizou a marca robusta de R$ 2.030.952,00, o que posiciona o fundo na 3ª colocação do ranking geral.
O RBRX11 é um fundo imobiliário de mandato amplo estruturado sob uma estratégia multi-estratégia, permitindo que a gestão aloque capital de forma flexível tanto em ativos de tijolo, recebíveis imobiliários (CRIs) ou fundos de fundos (FoFs). No noticiário econômico recente, a gestora RBR Asset informou sobre o andamento de sua alocação de caixa tática e o desinvestimento parcial em ativos de crédito corporativo visando maximizar o ganho de capital futuro com ativos imobiliários líquidos.
4º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 84,23 ↓1,94%
Descrição: As cotas do fundo imobiliário BPML11 encerraram o pregão cotadas ao valor de R$ 84,23, registrando uma baixa percentual de 1,94% na sessão. Essa performance representou uma redução nominal absoluta de R$ 1,67 em comparação com o fechamento anterior, que havia sido de R$ 85,90. O fundo imobiliário manteve uma liquidez regular, movimentando um volume de ações de 36.833 papéis ao longo do dia de negócios. No monitoramento intradiário, a cotação mínima anotada foi de R$ 83,95, enquanto a máxima alcançou o patamar de R$ 86,83. No horizonte histórico das últimas 52 semanas, os registros apontam que o fundo operou acima de sua cotação mínima anual de R$ 66,97 e abaixo de sua cotação máxima de R$ 97,06. A movimentação financeira total gerada na jornada alcançou o montante de R$ 3.102.443,59, consolidando o ativo na 4ª colocação.
O BPML11 é um fundo imobiliário gerido pelo BTG Pactual com foco no segmento de shopping centers, possuindo participações em empreendimentos consolidados e distribuídos geograficamente pelo território nacional. Nas manchetes corporativas recentes, o fundo anunciou os resultados financeiros do trimestre destacando o reajuste nos contratos de locação e a resiliência no fluxo de caixa operacional, embora analistas monitorem as taxas de vacância técnica.
5º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 61,38 ↓1,63%
Descrição: O fundo imobiliário BTRA11 terminou o pregão cotado ao preço atual de R$ 61,38 por cota, apurando uma desvalorização percentual de 1,63%. Nominalmente, a variação negativa foi de R$ 1,02 face ao encerramento da véspera, que marcava R$ 62,40. Operando com menor densidade de negócios na data, o fundo registrou um volume de ações de 9.677 papéis transacionados no mercado secundário. O intervalo de oscilação do dia apresentou uma cotação mínima diária de R$ 60,01 e uma máxima de R$ 62,49. Quando analisado o histórico das últimas 52 semanas, constata-se que o fundo operou distante de sua cotação mínima de R$ 44,60 e manteve recuo técnico em relação à sua cotação máxima anual de R$ 70,11. O volume negociado em termos financeiros somou o montante de R$ 593.974,26, deixando o ativo na 5ª posição da tabela.
O BTRA11 é um fundo imobiliário focado no agronegócio, atuando na aquisição de terras agrícolas produtivas para posterior locação de longo prazo a grandes operadores e produtores rurais. A última notícia de relevância relacionada ao fundo aponta para a publicação do seu relatório gerencial, onde a equipe de gestão detalhou o andamento das negociações de contratos atípicos e o perfil de garantias reais de suas propriedades rurais.
6º – FDO INV IMOB KINEA RENDA IMOBILIARIA CF (KNRI11) | R$ 122,03 ↓1,51%
Descrição: As cotas do fundo imobiliário KNRI11 finalizaram as transações de mercado apresentando uma queda de 1,51%, com o seu preço atual estabelecido em R$ 162,03. A oscilação resultou em um recuo nominal de R$ 2,49 em relação ao patamar do fechamento anterior, que estava fixado em R$ 164,52. A liquidez diária do papel foi robusta, estruturada em um volume de ações de 52.419 papéis transacionados. O preço das cotas flutuou entre a cotação mínima diária de R$ 162,01 e a máxima de R$ 164,46. Sob a ótica retrospectiva das últimas 52 semanas, o fundo marcou sua cotação mínima anual no valor de R$ 128,94 e registrou a cotação máxima no patamar de R$ 170,33. O volume negociado financeiro fechou a sessão no montante expressivo de R$ 8.493.450,57, o maior valor financeiro do dia, fixando o fundo na 6ª posição.
O KNRI11 é um dos fundos imobiliários mais tradicionais da bolsa nacional, gerido pela Kinea, estruturado de forma híbrida com investimentos focados em prédios comerciais (lajes corporativas) e galpões logísticos de alto padrão. Em termos de fatos jornalísticos recentes, a Kinea comunicou modificações nas taxas de ocupação física e a renovação de contratos de locação de longo prazo com grandes corporações multinacionais em seus ativos de São Paulo.
7º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,35 ↓1,48%
Descrição: As negociações do fundo imobiliário WHGR11 na bolsa de valores encerraram com as cotas precificadas no patamar atual de R$ 9,35, indicando um decréscimo percentual de 1,48%. O recuo nominal apurado ao fim do dia foi de R$ 0,14 frente ao fechamento anterior registrado de R$ 9,49. O volume de ações movimentado na sessão alcançou a marca de 60.591 papéis intermediados. No acompanhamento das transações, tanto a cotação mínima diária quanto a máxima e o preço de fechamento travaram no valor exato de R$ 9,35, evidenciando uma pressão vendedora consolidada no preço de suporte. Os dados de mínima e máxima das últimas 52 semanas constam listados como indisponíveis na tabela. O volume negociado em termos financeiros globais perfez a cifra de R$ 566.525,85 ao término das operações, garantindo o 7º lugar no ranking.
O WHGR11 é um fundo imobiliário focado em estratégias de ganho de capital e renda no setor imobiliário corporativo, estruturando alocações com foco em geração de valor no médio e longo prazo. Na mídia econômica recente, o fundo teve destaque após anunciar a distribuição ordinária de proventos mensais e detalhar os investimentos em novos projetos de desenvolvimento estruturados por seu comitê técnico.
8º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 18,98 ↓1,40%
Descrição: O fundo imobiliário DEVA11 apresentou uma desvalorização de 1,40% no fechamento do mercado acionário, sendo negociado ao preço atual de R$ 18,98 por cota. Nominalmente, a perda diária perfez a importância de R$ 0,27 abaixo do fechamento anterior estabelecido em R$ 19,25. O ativo demonstrou uma liquidez operacional estável no pregão, registrando um volume de ações de 54.616 papéis transacionados na B3. O preço da cota flutuou entre a cotação mínima diária de R$ 18,52 e a máxima diária de R$ 19,25, que coincidiu com o fechamento anterior. No escopo retrospectivo das últimas 52 semanas, o fundo transitou entre a sua cotação mínima de R$ 18,52 e alcançou uma cotação máxima de R$ 30,04. O volume negociado financeiramente gerou o montante de R$ 1.036.611,68, conferindo ao fundo a 8ª posição no ranking.
O DEVA11 é um fundo imobiliário de papel que aloca seu patrimônio prioritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com perfil focado em taxas de retorno mais elevadas (High Yield). A última notícia de destaque do fundo envolve a divulgação de seu relatório gerencial, onde a Devant Asset apresentou aos investidores o plano de monitoramento de crédito e as renegociações preventivas de contratos de lastro imobiliário.
9º – FII UBSOFFIC ETF (RECT11) | R$ 35,61 ↓1,36%
Descrição: A rodada de negociações da B3 registrou para o fundo imobiliário RECT11 uma desvalorização de 1,36% no preço atual de fechamento das cotas, que se estabeleceu no montante de R$ 35,61. O recuo nominal observado foi de R$ 0,49 perante o fechamento anterior, que marcava R$ 36,10. O volume de ações movimentado pelos investidores na data perfez 13.877 papéis liquidados na mesa de operações. Durante o dia, as cotações oscilaram entre a mínima registrada de R$ 35,61 e a máxima alcançada de R$ 36,40 por cota. Observando o intervalo histórico de 52 semanas, nota-se que o fundo operou próximo de sua cotação mínima anual de R$ 26,22 e manteve distância de sua cotação máxima de R$ 39,67. O volume negociado em valores monetários encerrou em R$ 494.159,97, posicionando o fundo na 9ª colocação geral.
O RECT11 é um fundo imobiliário focado no segmento de lajes corporativas, investindo em edifícios de escritórios comerciais com o objetivo de obter renda por meio de aluguéis e ganhos imobiliários associados. Na imprensa especializada recente, a administração do fundo reportou os esforços direcionados para a redução da vacância financeira e as negociações comerciais para atração de novos inquilinos corporativos em seus imóveis integrados.
10º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓1,26%
Descrição: Finalizando a listagem de monitoramento de mercado do dia, o fundo imobiliário PATL11 apurou uma variação percentual negativa de 1,26%, encerrando a sessão de negócios com o seu preço atual fixado em R$ 64,15. Nominalmente, o recuo registrado foi de R$ 0,82 em relação ao fechamento anterior, que marcava R$ 64,97. Apresentando um fluxo de negócios consistente, o volume de ações transacionado no mercado secundário somou 51.942 papéis intermediados. No painel intradiário das telas, o ativo estabeleceu a sua cotação mínima em R$ 64,04 e registrou a cotação máxima no patamar de R$ 64,93. Avaliando os limites consolidados das últimas 52 semanas na bolsa, a cotação mínima registrada foi de R$ 42,44 e a cotação máxima anual atingiu R$ 67,33. O volume negociado financeiro fechou em R$ 3.332.079,30, atribuindo ao fundo a 10ª posição no ranking consolidado.
O PATL11 é um fundo imobiliário administrado pela Pátria Investments direcionado ao segmento de logística, com foco no investimento e desenvolvimento de galpões logísticos classe A estrategicamente localizados nos principais eixos de transporte nacionais. A última notícia de relevância jornalística corporativa aponta que o fundo concluiu a expansão de um de seus módulos logísticos, consolidando a estabilidade de seus contratos de locação com empresas líderes do setor de comércio eletrônico.