Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 30/01/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 VIUR11 R$ 6,15 0,03%
2 KCRE11 R$ 8,80 0,03%
3 GZIT11 R$ 48,35 0,03%
4 CLIN11 R$ 90,45 0,03%
5 KIVO11 R$ 68,75 0,03%
6 WHGR11 R$ 9,48 0,02%
7 BTAL11 R$ 86,98 0,02%
8 HABT11 R$ 79,60 0,02%
9 BROF11 R$ 60,30 0,02%
10 CPTS11 R$ 8,14 0,02%

1º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 6,15 ↑3,19%

Descrição: O fundo VIUR11 liderou as valorizações do dia, encerrando a sessão cotado a R$ 6,15. Durante o pregão, o ativo demonstrou resiliência ao oscilar entre a mínima de R$ 5,94 e a máxima de R$ 6,19, aproximando-se do seu topo histórico de 52 semanas, que é de R$ 6,41. Com um volume de 117.619 ações negociadas, o fundo movimentou um montante financeiro de R$ 723.356,85. A variação nominal positiva foi de R$ 0,19 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,96. Este desempenho reforça a trajetória de recuperação do ativo, que tem como mínima anual o valor de R$ 4,35. O volume de negociações indica uma liquidez saudável para o perfil do fundo, atraindo investidores que buscam exposição em imóveis urbanos com gestão ativa. A estabilidade operacional refletida nos números de hoje sugere um otimismo moderado do mercado quanto à vacância e renovação de contratos em sua carteira de ativos.

O VIUR11 é um fundo imobiliário de gestão ativa focado em imóveis de renda urbana, como varejo e serviços. Recentemente, a gestão da Vinci Real Estate destacou em relatório que continua monitorando oportunidades para reciclagem de portfólio e otimização de fluxos de caixa.


2º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,80 ↑3,17%

Descrição: Na segunda posição, o KCRE11 apresentou uma valorização expressiva de 3,17%, fechando rigorosamente em sua máxima do dia de R$ 8,80. O ativo iniciou o pregão em alta comparado ao fechamento anterior de R$ 8,53, mantendo uma variação absoluta de R$ 0,27. O volume de ações transacionadas foi de 33.491 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 294.720,80. É importante notar que, para este ativo, os dados de máxima e mínima de 52 semanas não constam na base, o que pode indicar uma listagem recente ou reestruturação. O comportamento do preço hoje foi linear, sem flutuação entre mínima e máxima dentro da sessão (R$ 8,80 em ambos os extremos), sugerindo uma pressão de compra concentrada que sustentou o preço no patamar mais alto até o encerramento. A performance reflete a confiança dos investidores nos ativos de crédito imobiliário sob gestão da Kinea em parceria com a Creditas.

Este fundo é fruto de uma parceria entre a Kinea e a fintech Creditas, focando majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A notícia mais recente do fundo envolve a distribuição periódica de rendimentos, que tem se mantido competitiva frente ao CDI.


3º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑2,87%

Descrição: O GZIT11 figurou entre os maiores ganhos com uma alta de 2,87%, encerrando o dia a R$ 48,35. O movimento representou um acréscimo de R$ 1,35 por cota em relação ao fechamento anterior de R$ 47,00. O volume financeiro movimentado foi robusto, atingindo R$ 1.047.454,40, através da negociação de 21.664 ações. Assim como o destaque anterior, o ativo operou sem volatilidade intradia registrada, mantendo o preço fixo entre abertura e fechamento nos dados reportados. Este fundo, especializado no setor de shopping centers, demonstra uma recuperação de valor de mercado importante. A ausência de dados históricos de 52 semanas sugere um foco do investidor no curto prazo e nos fundamentos atuais de consumo e fluxo de pessoas nos shoppings da Gazit. A liquidez superior a um milhão de reais reforça a relevância do fundo para investidores institucionais e de varejo que buscam renda passiva através do setor comercial.

O GZIT11 investe em participações de shopping centers controlados pela multinacional Gazit-Globe. Recentemente, o grupo Gazit anunciou investimentos na modernização de seus principais empreendimentos para aumentar a taxa de ocupação e o faturamento por metro quadrado.


4º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 90,45 ↑2,78%

Descrição: O CLIN11 registrou um fechamento de R$ 90,45, consolidando uma alta de 2,78%. A variação nominal foi de R$ 2,45 em relação ao preço de fechamento da sessão anterior, que era de R$ 88,00. O fundo movimentou R$ 833.768,10 com um volume de 9.218 ações trocadas entre os investidores. O comportamento do ativo foi estável durante o dia, sem registrar variações entre a mínima e a máxima intradia, permanecendo estacionado no valor de fechamento. O CLIN11 é um fundo que busca proteção contra a inflação, e a alta de hoje pode ser interpretada como um movimento de alocação defensiva por parte do mercado, buscando ganho real acima dos índices de preços. O volume negociado demonstra uma participação ativa dos cotistas, mesmo com um número menor de ações transacionadas em comparação a ativos de valor nominal mais baixo, dada a sua cotação próxima de R$ 90,00.

O CLIN11 é gerido pela Clave Capital e foca em ativos de crédito privado indexados à inflação (IPCA+). A última notícia do fundo destaca a diversificação de sua carteira de CRIs para mitigar riscos de crédito em setores específicos da economia.


5º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 68,75 ↑2,60%

Descrição: Ocupando o quinto lugar, o KIVO11 fechou a R$ 68,75, apresentando uma valorização de 2,60%. O ativo teve uma variação positiva de R$ 1,74 no dia. Durante o pregão, o fundo demonstrou volatilidade, com a mínima atingindo R$ 66,39 e a máxima chegando a R$ 69,00. É interessante observar que o fechamento atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 69,00), indicando que o fundo atravessa seu melhor momento no último ano. O volume financeiro foi de R$ 551.306,25, com 8.019 ações negociadas. Considerando que a mínima de 52 semanas foi de R$ 46,93, o investidor que acreditou no ativo no longo prazo colhe agora uma valorização acumulada significativa. O volume negociado mostra um interesse contínuo em papéis de recebíveis imobiliários, especialmente em momentos de manutenção de taxas de juros elevadas, que favorecem os rendimentos deste tipo de fundo de “papel”.

O KIVO11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela Kilima Asset. Recentemente, a gestão reportou a aquisição de novos ativos para o portfólio visando aumentar o dividend yield mensal distribuído aos seus cotistas.


6º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑2,49%

Descrição: O WHGR11 encerrou o dia cotado a R$ 9,48, o que representa uma alta de 2,49% em comparação ao fechamento anterior de R$ 9,25. A variação em reais foi de R$ 0,23. O ativo oscilou ligeiramente entre R$ 9,42 (mínima) e R$ 9,48 (máxima) durante o pregão. Com um volume de 27.804 ações, o fundo movimentou R$ 263.581,92 financeiros. Este fundo mantém uma performance sólida, embora os dados históricos de 52 semanas não estejam disponíveis para comparação de longo prazo. O preço de fechamento na máxima do dia sugere um fechamento de mercado comprador, onde a demanda superou a oferta nas horas finais de negociação. Para um fundo com valor de cota abaixo de R$ 10,00, a variação de quase 2,5% é expressiva e atrai investidores de varejo pela facilidade de entrada (fracionamento). O volume transacionado é condizente com a estratégia de crescimento do fundo no cenário imobiliário atual.

O WHGR11 é gerido pela Wealth High Governance (WHG) e investe em uma carteira híbrida de ativos imobiliários. A última notícia relevante menciona a estratégia da WHG em focar em ativos de alta qualidade (AAA) para garantir resiliência frente a ciclos econômicos.


7º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 86,98 ↑2,35%

Descrição: O BTAL11, fundo focado no setor agro-logístico, fechou a sessão em R$ 86,98, uma valorização de 2,35%. O ganho nominal por cota foi de R$ 2,00 em relação aos R$ 84,98 do fechamento anterior. O ativo apresentou uma volatilidade considerável, partindo de uma mínima de R$ 85,10 até atingir o fechamento em sua máxima do dia de R$ 86,98. O volume negociado foi de 8.182 ações, resultando em R$ 711.670,36 movimentados. Ao analisar a janela de 52 semanas, o fundo ainda opera abaixo de sua máxima de R$ 90,43, mas bem acima da mínima de R$ 58,21. Este movimento sugere uma recuperação consistente, apoiada pela força do agronegócio brasileiro e a demanda por infraestrutura logística. A alta de hoje confirma o apetite do investidor por ativos reais que conectam a produção agrícola aos canais de exportação e consumo interno.

O BTAL11 é gerido pelo BTG Pactual e investe em ativos como armazéns e terminais logísticos voltados ao agronegócio. Notícias recentes indicam que o fundo concluiu a expansão de uma de suas unidades de armazenamento no Centro-Oeste, visando aumentar a receita de aluguel.


8º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 79,60 ↑2,18%

Descrição: O fundo HABT11 fechou o dia em R$ 79,60, registrando uma alta de 2,18%. A variação nominal foi de R$ 1,70 sobre o preço anterior de R$ 77,90. Durante a sessão, o ativo transitou entre a mínima de R$ 78,03 e a máxima de R$ 79,61, encerrando praticamente no topo do dia. O volume financeiro foi um dos maiores da lista, somando R$ 1.504.280,80, com 18.898 ações trocadas. O HABT11 está muito próximo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 80,06, o que demonstra uma tendência de alta consistente (a mínima do ano foi R$ 59,39). O alto volume financeiro corrobora a tese de que investidores estão vendo valor no portfólio de crédito do fundo, que foca em ativos de maior rendimento (High Yield). A proximidade com a máxima anual pode atrair traders de rompimento ou investidores institucionais que buscam ativos com forte momentum de mercado.

O HABT11 é gerido pela Habitat Capital e investe em CRIs, com foco em empreendimentos residenciais e loteamentos. A última notícia do fundo destaca o pagamento de dividendos acima da média do setor, impulsionado pela inflação e juros incidentes sobre sua carteira de crédito.


9º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 60,30 ↑1,84%

Descrição: O BROF11 encerrou cotado a R$ 60,30, com valorização de 1,84% (R$ 1,09 de variação nominal). O ativo oscilou entre a mínima de R$ 59,03 e a máxima de R$ 60,69. Com 12.540 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 756.162,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo tocou hoje em sua máxima anual (R$ 60,69) durante o pregão, consolidando uma recuperação impressionante desde sua mínima de R$ 39,17. O setor de lajes corporativas, onde o fundo atua, tem mostrado sinais de retomada com a redução da vacância em grandes centros como São Paulo. O fechamento a R$ 60,30 mostra que o mercado está precificando positivamente a qualidade dos imóveis de alto padrão que compõem o portfólio do BROF11, apesar dos desafios macroeconômicos enfrentados pelo setor de escritórios nos últimos anos.

O BROF11 investe em edifícios de escritórios de alto padrão e é gerido pela BR Properties. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado novas locações em seus ativos premium, reduzindo a vacância física global do portfólio.


10º – CAPITANIA SECURITIES II FII CF (CPTS11) | R$ 8,14 ↑1,75%

Descrição: Fechando o ranking, o CPTS11 apresentou uma valorização de 1,75%, terminando o dia a R$ 8,14. O ativo variou R$ 0,14 em relação ao fechamento de R$ 8,00. O fundo foi o campeão absoluto em liquidez nesta lista, com um volume impressionante de 967.544 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 7.875.808,16. Durante o dia, o preço flutuou entre R$ 8,00 e R$ 8,16 (máxima de 52 semanas). O fato de o fundo estar operando em seu teto anual reforça a percepção de segurança e qualidade que a Capitania Asset transmite ao mercado. A mínima de 52 semanas é de R$ 5,30, mostrando uma valorização acumulada muito expressiva no período. Por ser um fundo de papel com grande base de cotistas, a movimentação de quase 8 milhões de reais em um único dia demonstra sua importância sistêmica no IFIX e a facilidade de entrada e saída para investidores de todos os portes.

O CPTS11 é um dos maiores fundos de recebíveis imobiliários (papel) do mercado, focado em crédito de alta qualidade (High Grade). A notícia mais recente envolve a estratégia da gestão em manter uma carteira defensiva, priorizando ativos com garantias sólidas e devedores com baixo risco de crédito.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SPXS11 R$ 8,84 -0,04%
2 TGAR11 R$ 78,50 -0,03%
3 HGRE11 R$ 124,24 -0,02%
4 GARE11 R$ 8,82 -0,02%
5 BCRI11 R$ 69,39 -0,02%
6 BTRA11 R$ 68,05 -0,02%
7 SNFF11 R$ 76,68 -0,01%
8 URPR11 R$ 39,11 -0,01%
9 HFOF11 R$ 6,93 -0,01%
10 PORD11 R$ 8,17 -0,01%

1º – SPX SYN MULTIESTRATEGIA (SPXS11) | R$ 8,84 ↓ 4,12%

Descrição: O fundo SPXS11 lidera as perdas do levantamento com uma queda acentuada de 4,12%, o que representa uma desvalorização nominal de R$ 0,38 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,22. Durante a sessão, o ativo apresentou uma dinâmica de preço estagnada, operando estritamente entre a mínima e a máxima de R$ 8,84, indicando uma pressão vendedora que travou o papel em seu piso diário. O volume de negociação registrou 91.758 cotas movimentadas, resultando em um giro financeiro de R$ 811.140,72. É importante notar que os dados de mínima e máxima de 52 semanas não foram fornecidos para este ativo específico, o que limita a análise de suporte histórico de longo prazo. Contudo, a variação percentual negativa é a mais expressiva do ranking, colocando o fundo sob atenção dos analistas para entender se há fatores macroeconômicos ou eventos específicos de gestão influenciando este movimento de saída de capital.

O SPXS11 é um fundo imobiliário do tipo “papel” ou multiestratégia, focado em investir em uma carteira diversificada de ativos do setor imobiliário, incluindo CRIs e outros FIIs. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de rendimentos referente ao último mês, mantendo a consistência em seus proventos, apesar da volatilidade do valor da cota no mercado secundário.


2º – TG ATIVO REAL (TGAR11) | R$ 78,50 ↓ 2,51%

Descrição: O TGAR11 ocupa a segunda posição em volume de queda, recuando 2,51% e fechando o dia cotado a R$ 78,50. A variação nominal negativa foi de R$ 2,02. O ativo demonstrou volatilidade intradiária, com máxima de R$ 82,29 e mínima de R$ 78,02, fechando muito próximo de sua mínima diária. Com um volume expressivo de 319.577 cotas negociadas, o fundo movimentou R$ 25.086.794,50, o maior volume financeiro desta lista, o que demonstra alta liquidez mesmo em um dia de desvalorização. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo transita em um canal entre R$ 65,64 e R$ 94,50, situando o preço atual em uma zona intermediária. O recuo acentuado hoje pode refletir ajustes de carteira por grandes investidores institucionais dado o volume transacionado acima da média.

O TGAR11 é um fundo de desenvolvimento imobiliário que busca ganho de capital e renda através de investimentos em empreendimentos em diversas fases. A última notícia relevante sobre a TG CORE, gestora do fundo, destaca a expansão de seu portfólio de loteamentos e multipropriedades em regiões de forte crescimento urbano no Brasil.


3º – HG REAL ESTATE (HGRE11) | R$ 124,24 ↓ 1,96%

Descrição: O HGRE11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,96%, com o preço da cota ajustado para R$ 124,24, uma redução de R$ 2,48 frente ao fechamento anterior de R$ 126,72. O fundo teve uma oscilação entre a mínima de R$ 124,11 e a máxima de R$ 127,50. Foram negociadas 63.687 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 7.912.472,88. Ao analisar a janela de 52 semanas, o fundo tocou recentemente níveis próximos à sua máxima histórica de R$ 129,79, o que sugere que o movimento atual pode ser uma realização de lucros técnica. A mínima do ano de R$ 83,59 mostra que o ativo acumulou ganhos sólidos nos últimos meses, e a retração de hoje, embora relevante em termos nominais (por ser a cota de maior valor unitário desta lista), ainda mantém o fundo em um patamar de preço elevado.

O HGRE11 é gerido pelo Credit Suisse e foca no segmento de lajes corporativas, detendo imóveis de alto padrão em centros executivos como São Paulo. Recentemente, o mercado repercutiu a venda de ativos do portfólio do fundo como parte de uma estratégia de reciclagem de capital para redução de alavancagem.


4º – GUARDIAN LOGISTICA (GARE11) | R$ 8,82 ↓ 1,78%

Descrição: O fundo GARE11 registrou uma queda de 1,78% no pregão, fechando a R$ 8,82. A variação negativa foi de R$ 0,16 em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,98. O ativo apresentou uma liquidez extremamente alta, com 1.875.140 ações/cotas negociadas, gerando um volume financeiro substancial de R$ 16.538.734,80. Durante o dia, o preço flutuou pouco, com mínima de R$ 8,79 e máxima de R$ 8,82, o que indica que o ativo passou boa parte da sessão sob pressão, sem força para buscar a recuperação até o preço de abertura. Assim como o líder do ranking, este ativo não possui dados de 52 semanas preenchidos na tabela, dificultando uma análise de tendência de longo prazo, mas o volume negociado hoje sugere uma forte movimentação de players institucionais reequilibrando posições no setor logístico.

O GARE11 (antigo GALG11) é um fundo focado em galpões logísticos e imóveis de renda urbana, buscando contratos atípicos de longo prazo. A notícia mais recente envolve a mudança de nome e estratégia da Guardian Gestora para ampliar a atuação do fundo no varejo e logística.


5º – BANESTES RECEIVEIS (BCRI11) | R$ 69,39 ↓ 1,57%

Descrição: O BCRI11 fechou a sessão com queda de 1,57%, custando R$ 69,39 por cota, uma redução nominal de R$ 1,11. O fundo abriu o dia com expectativa de estabilidade, mas oscilou entre a máxima de R$ 71,60 e a mínima de R$ 69,00. O volume de negociação foi baixo comparado aos pares, com apenas 17.916 cotas trocando de mãos, somando um volume financeiro de R$ 1.243.191,24. No horizonte de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 48,99 e R$ 71,92. O fechamento atual está muito próximo da máxima do ano, o que indica que, apesar da queda de hoje, o fundo ainda mantém uma tendência de valorização no médio prazo. A baixa liquidez pode ter contribuído para a volatilidade intradiária, já que poucas ordens de venda de maior porte conseguem deslocar o preço com mais facilidade.

O BCRI11 é um fundo de papel gerido pelo Banestes, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Recentemente, o Banestes informou ao mercado que a carteira do fundo segue com baixos índices de inadimplência, mantendo o carrego de taxa real atrativo para o investidor.


6º – BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS (BTRA11) | R$ 68,05 ↓ 1,52%

Descrição: O BTRA11 apresentou uma retração de 1,52% no dia de hoje, encerrando cotado a R$ 68,05. A queda nominal foi de R$ 1,05. Este ativo chamou a atenção pela baixíssima liquidez, com apenas 1.950 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 132.697,50. O preço de fechamento coincidiu com a mínima do dia (R$ 68,05), enquanto a máxima não ultrapassou R$ 69,49. Analisando o histórico de um ano, o fundo tem uma mínima de R$ 39,92 e máxima de R$ 73,98. O valor atual sinaliza que o fundo está consolidado em um patamar superior, mas a falta de liquidez no pregão de hoje pode ter exacerbado o sentimento negativo, já que não houve força compradora suficiente para sustentar o preço acima dos R$ 69,00.

O BTRA11 é um fundo imobiliário focado em terras agrícolas (FII Agro), investindo na aquisição e arrendamento de propriedades rurais. Notícias recentes indicam que o fundo está em processo de renegociação de alguns contratos de arrendamento para otimizar o fluxo de caixa para 2026.


7º – SUNO FUNDO DE FII (SNFF11) | R$ 76,68 ↓ 1,17%

Descrição: O SNFF11, fundo de fundos da Suno Asset, registrou queda de 1,17%, fechando a R$ 76,68. A perda nominal foi de R$ 0,91 em relação aos R$ 77,59 do fechamento anterior. Durante o pregão, o fundo atingiu a máxima de R$ 77,59, mas perdeu fôlego, tocando a mínima de R$ 76,50. O volume de negociação foi reduzido, com 7.603 cotas e giro de R$ 582.998,04. No intervalo de 52 semanas, o ativo flutuou entre R$ 58,22 e R$ 82,15. O desempenho de hoje reflete o movimento de queda dos fundos que compõem sua carteira (o índice IFIX como um todo), já que, como um Fundo de Fundos (FoF), seu valor patrimonial e de mercado é sensível à performance geral do setor imobiliário listado na B3.

O SNFF11 é um FoF que busca superar o IFIX através de uma gestão ativa de uma carteira composta por outros FIIs. A Suno Asset publicou recentemente um relatório gerencial detalhando o aumento da exposição do fundo em CRIs para aproveitar as taxas de juros elevadas.


8º – URCA PRIME RENDA (URPR11) | R$ 39,11 ↓ 1,01%

Descrição: O URPR11 fechou o pregão com uma desvalorização de 1,01%, cotado a R$ 39,11. O recuo nominal foi de R$ 0,40. O fundo operou entre a máxima de R$ 40,11 e a mínima de R$ 39,11, fechando exatamente no seu ponto mais baixo do dia. O volume negociado foi de 19.819 cotas, resultando em um movimento financeiro de R$ 775.121,09. Em termos de histórico anual, o fundo apresenta uma máxima de R$ 55,47 e mínima de R$ 30,68. O preço atual indica que o fundo está mais próximo de sua média histórica recente, mas ainda distante dos picos de valorização. A queda de hoje parece acompanhar a tendência de aversão ao risco em fundos de recebíveis com maior exposição a risco (high yield), comuns na estratégia da Urca.

O URPR11 é um fundo de papel focado em CRIs de projetos de loteamento e incorporação com taxas de retorno mais elevadas. A última notícia do fundo menciona a manutenção da taxa de dividendos acima da média do mercado, apesar da deflação pontual em alguns índices de preços.


9º – HEDGE TOP FOFII 3 (HFOF11) | R$ 6,93 ↓ 1,00%

Descrição: O HFOF11 apresentou uma queda de 1,00%, fechando a R$ 6,93, com variação nominal de R$ 0,07. O ativo teve uma movimentação intensa de negociações, com 673.652 cotas transacionadas, gerando um volume financeiro de R$ 4.668.408,36. A mínima do dia foi de R$ 6,89 e a máxima de R$ 7,05. Um dado relevante é que o fechamento atual de R$ 6,93 está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 7,05), o que demonstra que o fundo está em um momento de pico de valorização anual, apesar da correção marginal de hoje. A mínima do ano foi de R$ 4,59, evidenciando uma recuperação expressiva ao longo dos últimos meses. A alta liquidez e a proximidade com o teto anual sugerem um otimismo resiliente dos investidores quanto à gestão do fundo.

O HFOF11 é um dos maiores Fundos de Fundos do mercado brasileiro, gerido pela Hedge Investments. A notícia mais recente sobre o fundo destaca a aprovação de uma nova emissão de cotas para reforçar o caixa e buscar novas oportunidades em FIIs de tijolo.


10º – POLO RECEIVEIS (PORD11) | R$ 8,17 ↓ 0,85%

Descrição: O PORD11 fecha a lista com a menor queda percentual do ranking, recuando 0,85% e terminando o dia a R$ 8,17. A variação negativa foi de apenas R$ 0,07. O fundo demonstrou boa liquidez, com 507.113 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 4.143.113,21. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,12 e a máxima de R$ 8,22. No acumulado de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 6,39 e R$ 8,31. Assim como o HFOF11, o PORD11 encerra o pregão muito próximo de sua máxima histórica anual, indicando que a queda de hoje é tecnicamente insignificante diante da tendência de alta consolidada. O fechamento anterior foi de R$ 8,24, e o suporte em R$ 8,12 segurou a pressão vendedora de forma eficiente.

O PORD11 é um fundo imobiliário de recebíveis (papel) que investe prioritariamente em ativos de crédito imobiliário de baixo risco (high grade). Recentemente, a Polo Capital informou que a carteira do fundo permanece 100% adimplente e com indexadores protegidos contra a inflação.

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