Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 30/03/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 ITRI11 R$ 88,24 0,031564
2 HGCR11 R$ 97,06 0,013999
3 GTWR11 R$ 85,80 0,012389
4 XPCI11 R$ 85,40 0,012328
5 RZAK11 R$ 84,98 0,011667
6 XPSF11 R$ 6,81 0,010386
7 SPXS11 R$ 8,55 0,009445
8 HABT11 R$ 77,00 0,009439
9 KNSC11 R$ 8,97 0,007865
10 KNUQ11 R$ 105,67 0,007436

1º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 88,24 ↑ 3,16%

Descrição: O fundo ITRI11 apresentou a maior valorização do dia entre os ativos listados, fechando em R$ 88,24. Durante a sessão, o papel demonstrou forte volatilidade positiva, partindo de uma mínima de R$ 85,61 e atingindo a máxima de R$ 88,25, o que indica que o ativo encerrou o dia muito próximo de seu teto diário. O volume de ações negociadas foi de 18.400 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 1.623.616,00. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 85,54, o ganho real por cota foi de R$ 2,70. Observando o histórico de 52 semanas, o fundo transita em um patamar elevado, considerando que sua mínima no período foi de R$ 64,08 e a máxima de R$ 89,38. A proximidade com o topo histórico anual sugere um otimismo do mercado em relação à gestão do portfólio do Itaú.

Este é um fundo imobiliário do tipo “FII de papel” ou híbrido, gerido pelo Itaú, focado em gerar retorno total aos cotistas através de uma carteira diversificada. Recentemente, a gestão comunicou ao mercado a atualização mensal de seu portfólio, destacando a alocação estratégica em ativos de crédito imobiliário para manter o carrego de dividendos acima da média do IFIX.

2º – FDO INV IMOB CSHG RECEBIVEIS CF (HGCR11) | R$ 97,06 ↑ 1,40%

Descrição: O HGCR11 consolidou sua segunda posição com uma alta de 1,40%, fechando o pregão cotado a R$ 97,06. O ativo movimentou um expressivo volume financeiro de R$ 4.197.456,76, um dos maiores do grupo analisado, refletindo sua alta liquidez com 43.246 cotas trocando de mãos. O preço oscilou entre a mínima de R$ 95,74 e a máxima de R$ 97,19. O fechamento anterior foi de R$ 95,72, representando um incremento nominal de R$ 1,34 por cota. No intervalo de um ano, o fundo tem se mantido resiliente, com uma mínima de R$ 82,17 e máxima de R$ 97,38, mostrando que o valor atual está testando resistências importantes. O volume negociado reforça a confiança dos investidores institucionais na estabilidade dos recebíveis que compõem o lastro deste fundo imobiliário de crédito.

O HGCR11 é um fundo de recebíveis imobiliários (CRIs) gerido pela Credit Suisse (CSHG), conhecido por sua carteira de crédito “High Grade”. Uma notícia relevante recente envolve a transição da gestão da CSHG para o Pátria Investimentos, processo que tem sido acompanhado de perto pelo mercado para garantir a continuidade da tese de investimento do fundo.

3º – FDO INV IMOB GREEN TOWERS REIT (GTWR11) | R$ 85,80 ↑ 1,24%

Descrição: O fundo GTWR11 registrou uma valorização de 1,24%, encerrando o dia a R$ 85,80. O movimento foi de alta consistente em relação ao fechamento anterior de R$ 84,75, com uma variação positiva de R$ 1,05. O volume de negociação foi mais tímido em comparação aos líderes, com 5.476 cotas movimentadas e um volume financeiro de R$ 469.840,80. O ativo trabalhou em uma banda estreita entre R$ 84,66 e R$ 85,87. Ao olhar para o horizonte de 52 semanas, nota-se uma recuperação robusta, saindo de uma mínima de R$ 59,65 para o patamar atual, que está encostado na máxima anual de R$ 85,95. Esse comportamento sugere que o mercado está precificando positivamente a vacância e a qualidade dos ativos físicos que compõem o patrimônio do fundo.

Trata-se de um fundo de tijolo focado no segmento de lajes corporativas, detendo participação no icônico Edifício Green Towers em Brasília. A última notícia de destaque para o GTWR11 foi a renovação de contratos de locação com órgãos governamentais, garantindo a estabilidade do fluxo de caixa e a distribuição de dividendos para os próximos períodos.

4º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 85,40 ↑ 1,23%

Descrição: O XPCI11 fechou o dia em R$ 85,40, garantindo uma alta de 1,23%. O fundo teve uma variação nominal de R$ 1,04 frente ao fechamento anterior de R$ 84,36. A liquidez do ativo foi saudável, com 28.969 cotas negociadas e um giro financeiro de R$ 2.473.952,60. Durante o pregão, os preços flutuaram entre R$ 83,34 e R$ 85,67. No acumulado de um ano, o ativo demonstra solidez, com uma mínima de R$ 65,22 e máxima de R$ 86,45. O desempenho atual mostra que o fundo está recuperando valor de mercado, aproximando-se novamente de seu teto anual. A consistência no volume financeiro diário coloca o XPCI11 como uma opção relevante para investidores que buscam exposição ao crédito imobiliário através da plataforma da XP.

O XPCI11 é um fundo de papel gerido pela XP Asset, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Recentemente, a gestora divulgou um relatório mensal detalhando a deflação e o impacto nos indexadores da carteira, ressaltando que a diversificação de indexadores (IPCA e CDI) ajudou a mitigar riscos de volatilidade nos rendimentos.

5º – RIZA AKIN FDO DE INV IMOB CF (RZAK11) | R$ 84,98 ↑ 1,17%

Descrição: O fundo RZAK11 encerrou a sessão com valorização de 1,17%, cotado a R$ 84,98. A variação em Reais foi de R$ 0,98 comparado ao fechamento de R$ 84,00 no dia anterior. Com um volume de 18.263 ações e R$ 1.551.989,74 negociados, o ativo demonstrou um interesse estável por parte do mercado. O intervalo de negociação no dia ficou entre R$ 84,01 e R$ 85,00, operando quase todo o tempo no campo positivo. Historicamente (52 semanas), o fundo variou de R$ 68,91 a R$ 85,90. A performance de hoje coloca o papel em uma posição de teste de sua máxima anual, refletindo possivelmente a estratégia de alocação em ativos de crédito com taxas de retorno atrativas para o atual cenário de juros.

O Riza Akin é um FII de papel que investe majoritariamente em CRIs e outros ativos financeiros do setor imobiliário. Uma notícia recente que impactou o fundo foi a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão da carteira, visando aproveitar oportunidades em operações estruturadas de crédito com prêmios de risco elevados.

6º – XP SELECTION FOF INV IMOB – FII (XPSF11) | R$ 6,81 ↑ 1,04%

Descrição: O XPSF11 apresentou alta de 1,04% no pregão, com a cota fechando em R$ 6,81. Este fundo, que possui um valor nominal por cota mais baixo, teve uma alta liquidez em termos de quantidade, com 117.866 cotas negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 802.667,46. O fechamento anterior foi de R$ 6,74, indicando um aumento de R$ 0,07 por cota. A variação do dia ocorreu entre a mínima de R$ 6,72 e a máxima de R$ 6,83. No histórico de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 5,09 e R$ 6,92. Por ser um “Fundo de Fundos”, essa valorização reflete a melhora generalizada no setor imobiliário, capturando a alta dos ativos que compõem sua carteira de investimentos.

O XPSF11 é um Fundo de Fundos (FoF) da XP Asset, cujo objetivo é investir em cotas de outros FIIs para diversificação. A notícia mais recente do fundo envolve a reestruturação de sua carteira para aumentar a exposição a fundos de tijolo, antecipando uma possível queda na taxa de juros que valorizaria ativos reais.

7º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,55 ↑ 0,94%

Descrição: O SPXS11 fechou o dia em R$ 8,55, registrando uma valorização de 0,94%. O volume de negociação foi um dos maiores do dia em quantidade de cotas, com 123.077 unidades transacionadas, gerando R$ 1.052.308,35 em volume financeiro. O ativo teve uma variação de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior de R$ 8,47. A oscilação diária foi pequena, com mínima de R$ 8,51 e máxima de R$ 8,56. Importante notar que os dados de 52 semanas para este ativo constam como “Sem Dados” na planilha fornecida, o que pode sugerir uma listagem recente ou falta de histórico disponível na base de dados utilizada. Contudo, o volume negociado hoje demonstra que o ativo já possui tração considerável entre os investidores.

Este fundo é uma parceria entre a SPX Capital e a Syn (antiga Cyrela Commercial Properties), focada em uma estratégia multiestratégia. Recentemente, o fundo anunciou a aquisição de novas participações em galpões logísticos, reforçando sua tese de diversificação geográfica e de ativos de alta qualidade.

8º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 77,00 ↑ 0,94%

Descrição: O HABT11 encerrou o pregão em R$ 77,00, com uma alta de 0,94%. A variação nominal foi de R$ 0,72 em relação ao fechamento de R$ 76,28. O volume de ações foi de 10.192, com um volume financeiro de R$ 784.784,00. O papel flutuou entre R$ 76,30 e R$ 77,14 ao longo do dia. No histórico anual, o HABT11 variou entre a mínima de R$ 65,62 e a máxima de R$ 78,13. O preço atual está a menos de 2% de sua máxima de 52 semanas, o que demonstra uma trajetória de recuperação e consolidação de valor, possivelmente impulsionada pelos dividendos distribuídos recentemente que atraem o investidor de renda.

O HABT11 é um fundo de papel gerido pela Habitat Capital, focado em ativos de crédito imobiliário de maior risco e retorno (High Yield). Uma notícia relevante foi a divulgação de seu último relatório gerencial, onde a gestão destacou a baixa inadimplência da carteira mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador.

9º – KINEA SECURITIES FDO DE INV IMOB CF (KNSC11) | R$ 8,97 ↑ 0,79%

Descrição: O fundo KNSC11 fechou a R$ 8,97, com uma valorização de 0,79% ou R$ 0,07 em termos nominais. Este ativo foi o grande destaque em liquidez do relatório, apresentando o maior volume de ações negociadas com 518.710 cotas, o que resultou no maior volume financeiro da lista: R$ 4.652.828,70. O preço de mercado variou entre R$ 8,87 e R$ 9,01. O fechamento anterior foi de R$ 8,90. No período de 52 semanas, o fundo teve mínima de R$ 7,54 e máxima de R$ 9,17. A altíssima liquidez e a proximidade com a máxima anual indicam que o KNSC11 é um dos veículos favoritos dos investidores para exposição ao crédito imobiliário de qualidade.

Gerido pela Kinea Investimentos (ligada ao Itaú), o KNSC11 é um fundo de papel que busca investir em CRIs com boa classificação de risco. A última notícia relevante foi o anúncio de dividendos para o próximo mês, que se mantiveram estáveis, reforçando a previsibilidade do fundo para os cotistas.

10º – KINEA UNIQUE HY CDI FII CF (KNUQ11) | R$ 105,67 ↑ 0,74%

Descrição: Fechando a lista, o KNUQ11 apresentou alta de 0,74%, com a cota valendo R$ 105,67. Foi o ativo com o maior valor nominal por cota da seleção. A variação foi de R$ 0,78 frente aos R$ 104,89 do dia anterior. O volume negociado foi de 32.178 cotas, movimentando R$ 3.400.249,26. A oscilação diária ficou entre R$ 104,40 e R$ 105,78. Vale ressaltar que o fechamento ocorreu quase na máxima do dia (R$ 105,78), que é também a máxima das últimas 52 semanas. Comparado à mínima anual de R$ 88,20, o fundo acumula uma valorização expressiva, consolidando-se como um ativo “Premium” em termos de preço de tela e confiança do mercado.

O KNUQ11 é um fundo da Kinea com estratégia High Yield focada em ativos indexados ao CDI. Recentemente, o fundo chamou a atenção dos noticiários financeiros pela conclusão de uma oferta restrita de cotas que captou recursos significativos para novas aquisições de dívida imobiliária corporativa.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 VIUR11 R$ 5,52 -0,033275
2 GZIT11 R$ 44,28 -0,022517
3 BTAL11 R$ 88,20 -0,016722
4 PCIP11 R$ 84,35 -0,015638
5 VCJR11 R$ 79,35 -0,014286
6 MCCI11 R$ 93,60 -0,013179
7 HCTR11 R$ 20,61 -0,011511
8 VISC11 R$ 109,20 -0,011407
9 TGAR11 R$ 71,15 -0,011119
10 HGLG11 R$ 155,90 -0,010536

1º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 5,52 ↓ 3,33%

Descrição: O fundo VIUR11 apresentou a maior queda percentual do pregão entre os ativos analisados, recuando 3,33%. O valor de fechamento fixou-se em R$ 5,52, aproximando-se da mínima do dia, que foi de R$ 5,51, enquanto a máxima atingiu R$ 5,70. O volume de cotas negociadas somou 369.471 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 2.039.479,92. Comparado ao fechamento anterior de R$ 5,71, o ativo sofreu uma desvalorização nominal de R$ 0,19. Em uma perspectiva de longo prazo, o fundo opera acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 4,46), mas distante da máxima do mesmo período (R$ 6,19). Este movimento reflete uma pressão vendedora acentuada no curto prazo, possivelmente ligada a ajustes de portfólio ou expectativas macroeconômicas que afetam o setor imobiliário de varejo e renda urbana.

O VIUR11 é um fundo de tijolo gerido pela Vinci Real Estate, com foco na aquisição e gestão de imóveis urbanos destinados ao setor de serviços, educação e varejo. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de ativos para otimizar o fluxo de caixa e a distribuição de proventos aos cotistas.

2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,28 ↓ 2,25%

Descrição: O GZIT11 encerrou a sessão cotado a R$ 44,28, o que representa uma retração de 2,25% em relação ao fechamento anterior de R$ 45,30. O ativo demonstrou baixíssima volatilidade intradiária, com a mínima e a máxima registradas exatamente no mesmo valor de fechamento (R$ 44,28). O volume de negociação foi relativamente baixo, com 16.872 cotas trocando de mãos, gerando um montante financeiro de R$ 747.092,16. É importante notar a ausência de dados históricos consolidados para as janelas de 52 semanas na base fornecida, sugerindo uma listagem mais recente ou lacuna informacional. A variação negativa de R$ 1,02 por cota indica um ajuste técnico relevante, mantendo o fundo sob o radar de investidores que buscam exposição ao setor de shopping centers, embora o volume reduzido sugira cautela quanto à liquidez imediata do ativo no mercado secundário.

Este fundo é gerido pela Gazit Brasil e detém participações em shoppings consolidados, como o Shopping Light e o Mais Shopping. Uma notícia recente do setor indica que o grupo controlador tem buscado aumentar a eficiência operacional de seus empreendimentos através da digitalização e integração de serviços.

3º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 88,20 ↓ 1,67%

Descrição: O BTAL11 registrou uma queda de 1,67%, encerrando o dia a R$ 88,20. Durante a sessão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 88,01 e a máxima de R$ 90,30, mostrando que houve tentativa de recuperação durante o pregão que não se sustentou até o fechamento. O volume de ações movimentadas foi de 17.406 cotas, com um volume financeiro negociado de R$ 1.535.209,20. Comparado ao preço de R$ 89,70 da sessão anterior, houve uma perda de R$ 1,50 por cota. O ativo está operando próximo ao topo de sua variação anual, considerando que a máxima de 52 semanas é de R$ 91,51, o que pode indicar um movimento de realização de lucros por parte dos investidores após um período de valorização consistente, visto que a mínima do ano foi de R$ 62,82.

O fundo BTAL11, gerido pelo BTG Pactual, atua no setor logístico focado no agronegócio, investindo em infraestruturas como armazéns e terminais. Notícias recentes apontam que o fundo continua expandindo seu portfólio com aquisições estratégicas em polos agrícolas de alta produtividade no Mato Grosso.

4º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 84,35 ↓ 1,56%

Descrição: O fundo de papel PCIP11 fechou o dia negociado a R$ 84,35, apresentando uma desvalorização de 1,56%. O preço oscilou entre a mínima de R$ 84,16 e a máxima de R$ 85,75 ao longo do pregão. Com 22.037 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 1.858.820,95. A variação nominal negativa foi de R$ 1,34 em comparação ao fechamento anterior de R$ 85,69. Ao analisar o histórico anual, o fundo demonstra resiliência, mantendo-se significativamente acima da mínima de 52 semanas (R$ 71,24), mas abaixo do pico registrado de R$ 88,16. Este ajuste de 1,56% pode ser interpretado como um reflexo das oscilações na curva de juros futuros, que impactam diretamente a precificação de fundos de recebíveis imobiliários (CRIs), componente principal da carteira deste ativo, exigindo atenção do investidor à inflação.

O PCIP11 é um fundo gerido pela VBI Real Estate, focado em ativos de crédito imobiliário com o objetivo de superar o CDI ou índices de inflação. Em relatório recente, a gestão destacou o foco na manutenção da qualidade de crédito dos emissores para mitigar riscos de inadimplência.

5º – VECTIS JUROS REAL FII CF (VCJR11) | R$ 79,35 ↓ 1,43%

Descrição: O fundo VCJR11 encerrou a sessão com uma queda de 1,43%, fixando seu preço em R$ 79,35. A mínima do dia foi de R$ 79,09, enquanto a máxima atingiu R$ 80,82, revelando uma amplitude de negociação moderada. O volume de cotas foi expressivo, com 59.835 unidades negociadas, movimentando um total de R$ 4.747.907,25 em termos financeiros. Em relação ao fechamento anterior de R$ 80,50, o fundo perdeu R$ 1,15 de seu valor de mercado por cota. Analisando o intervalo de 52 semanas, o preço atual situa-se em um patamar intermediário entre a mínima de R$ 71,27 e a máxima de R$ 82,44. O desempenho sugere um ajuste nos prêmios de risco exigidos pelo mercado para ativos atrelados a índices de preços, em um cenário de volatilidade na política monetária nacional.

O VCJR11 é gerido pela Vectis Gestão e investe predominantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com correção pelo IPCA. Notícias do mercado indicam que o fundo tem buscado diversificar sua exposição em diferentes setores da economia real, como hospitalar e logístico.

6º – FDO INV. MAUA CAPITAL RECEBIVEIS IMOB. – FII ETF (MCCI11) | R$ 93,60 ↓ 1,32%

Descrição: O MCCI11 fechou o pregão cotado a R$ 93,60, o que representa uma variação negativa de 1,32%. O ativo registrou uma máxima de R$ 94,49 e uma mínima de R$ 93,23 durante o dia. O volume financeiro foi robusto, totalizando R$ 7.750.828,80, com 82.808 cotas trocando de mãos entre os investidores. O valor nominal da queda foi de R$ 1,25 em relação ao fechamento de ontem (R$ 94,85). O fundo demonstra estabilidade no longo prazo, operando bem acima da mínima anual de R$ 72,11 e não muito distante da máxima de R$ 96,30. A liquidez do MCCI11 permanece como um de seus pontos fortes, permitindo entradas e saídas estratégicas para grandes investidores, mesmo em dias de correção técnica como o atual, influenciado pelo cenário de juros e crédito.

O Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11) é um dos maiores fundos de papel do mercado, com carteira focada em CRIs de alta qualidade (High Grade). Recentemente, a gestora anunciou a conclusão de uma nova emissão de cotas para reforçar o caixa e aproveitar oportunidades em novos títulos de crédito.

7º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 20,61 ↓ 1,15%

Descrição: O HCTR11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,15%, a R$ 20,61. O fundo apresentou uma máxima de R$ 20,99 e uma mínima de R$ 20,52, com um volume de negociação de 37.106 cotas e montante financeiro de R$ 764.754,66. Comparado ao fechamento anterior de R$ 20,85, houve uma redução de R$ 0,24 por cota. O histórico de 52 semanas revela um cenário desafiador para o ativo, que já atingiu a máxima de R$ 22,73, mas opera atualmente mais próximo de sua mínima histórica de R$ 17,23. A queda de hoje, embora menor percentualmente que a de outros ativos, reflete a continuidade da volatilidade que tem marcado este fundo, muito monitorado por investidores devido ao seu perfil de risco e às variações em seus dividendos mensais.

O HCTR11 é gerido pela Hectare Capital e possui uma estratégia “High Yield”, focando em empreendimentos com maiores taxas de retorno e risco. Notícias recentes sobre o fundo envolvem a reestruturação de alguns ativos de sua carteira para garantir o fluxo de pagamentos futuros.

8º – VINCI SHOPPING CENTERS FDO INVEST IMOB CF (VISC11) | R$ 109,20 ↓ 1,14%

Descrição: O VISC11, um dos principais players do setor de shoppings, registrou queda de 1,14%, fechando a R$ 109,20. A movimentação diária variou entre a mínima de R$ 109,20 e a máxima de R$ 110,58. O fundo apresentou um alto volume financeiro de R$ 7.829.749,20, com 71.701 cotas negociadas. A variação nominal negativa foi de R$ 1,26 em relação aos R$ 110,46 da sessão anterior. No acumulado de 52 semanas, o fundo mantém uma performance sólida, estando bem posicionado em relação à mínima de R$ 88,38 e próximo da máxima de R$ 112,80. Este recuo pontual pode ser visto como uma acomodação de preço após atingir patamares elevados, mantendo-se como uma opção de resiliência para investidores que buscam ativos reais com geração constante de caixa através de aluguéis de varejo.

O Vinci Shopping Centers (VISC11) possui participação em mais de 20 shoppings em diversos estados brasileiros. Uma notícia relevante recente foi o anúncio de aumento nas vendas mesmas lojas (SSS) do portfólio, indicando uma recuperação consistente do consumo presencial.

9º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 71,15 ↓ 1,11%

Descrição: O TGAR11 apresentou uma retração de 1,11% no pregão, fechando a R$ 71,15, que também foi sua cotação mínima do dia. A máxima atingida foi de R$ 72,49. O volume de cotas negociadas foi expressivo, somando 83.493 unidades, o que gerou um volume financeiro de R$ 5.940.526,95. Em comparação com o preço de fechamento anterior (R$ 71,95), o ativo sofreu uma queda de R$ 0,80. Ao observar a janela de 52 semanas, o fundo mostra que está operando em um nível de suporte importante, ligeiramente acima da mínima de R$ 70,65 e distante da máxima de R$ 92,80. O movimento de hoje indica uma pressão vendedora persistente, refletindo possivelmente o cenário macroeconômico de juros altos que impacta o setor de desenvolvimento imobiliário, foco principal da estratégia deste fundo.

Gerido pela TG Core Asset, o TGAR11 é um fundo de desenvolvimento que investe em projetos residenciais e loteamentos. Notícias de mercado apontam que o fundo tem focado na entrega de obras e na comercialização de estoques para acelerar o retorno de capital aos seus cotistas.

10º – FDO INV IMOB CSHG LOGISTICA CF (HGLG11) | R$ 155,90 ↓ 1,05%

Descrição: O gigante do setor logístico HGLG11 registrou uma queda de 1,05%, encerrando o dia a R$ 155,90. Durante a sessão, o ativo oscilou entre R$ 155,79 e R$ 157,80. Este foi o fundo com maior liquidez financeira da lista, movimentando expressivos R$ 15.769.596,80 com 101.152 cotas negociadas. Comparado ao fechamento anterior de R$ 157,56, o valor recuou R$ 1,66 nominalmente. No histórico de 52 semanas, o fundo mantém sua robustez, operando confortavelmente acima da mínima de R$ 138,61 e muito próximo da máxima de R$ 159,13. O recuo de pouco mais de 1% em um dia de queda generalizada para estes ativos mostra a força institucional do fundo, que costuma ser utilizado como “porto seguro” dentro do IFIX devido à qualidade de seus ativos e inquilinos.

O HGLG11 é gerido pela Credit Suisse (CSHG) e detém uma vasta carteira de galpões logísticos de alto padrão (AAA). A última notícia relevante do fundo foi a aquisição de um novo complexo logístico em Itupeva, reforçando sua presença no importante eixo industrial do estado de São Paulo.

Outras Publicações
Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 30/03/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 30/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 SMTO3 R$ 21,42 0,051546

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 30/03/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 30/03/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 ITRI11 R$ 88,24 0,031564 2

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 30/03/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 30/03/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: Rank Código Preço 24h % 1 BTC $66,568.64 +0.05% 2

Boletim Focus 30/03/2026: Inflação em alta, Câmbio e Selic estável.

Boletim Focus 30/03/2026: Inflação em alta, Câmbio e Selic estável.

O que o último Boletim Focus Projeta para o Brasil: O Boletim Focus de 30 de março de 2026 reforça

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 29/03/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 29/03/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: Rank Código Preço 24h % 1 BTC $66,663.48 -0.34% 2