Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 19/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 AXIA6 R$ 66,40 0,07%
2 HAPV3 R$ 10,77 0,06%
3 AXIA3 R$ 61,13 0,04%
4 RDOR3 R$ 44,53 0,04%
5 BRAV3 R$ 18,74 0,03%
6 VIVA3 R$ 31,36 0,03%
7 MGLU3 R$ 10,60 0,03%
8 AZZA3 R$ 25,40 0,03%
9 IRBR3 R$ 59,04 0,03%
10 MULT3 R$ 33,97 0,03%

1º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA6) | R$ 66,40 ↑6,72%

Descrição: A Eletrobras, operando sob o ticker AXIA6 para suas ações preferenciais de classe B, liderou as altas do pregão com um desempenho expressivo de 6,72%. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 66,40, atingindo sua máxima histórica de 52 semanas durante a sessão. Com um volume financeiro robusto de R$ 221,96 milhões, a ação demonstrou forte liquidez e apetite por parte dos investidores institucionais. O movimento de valorização de R$ 4,18 por ação em relação ao fechamento anterior de R$ 62,22 reflete um otimismo acentuado do mercado. O papel variou entre a mínima de R$ 63,10 e a máxima de R$ 66,48, consolidando-se no topo do ranking de performance do dia.

A Eletrobras é a maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica da América Latina, tendo passado por um processo de privatização que transformou sua estrutura de governança. Recentemente, a companhia anunciou que está estudando a migração para o Novo Mercado da B3, o mais alto nível de governança corporativa, o que inclui a proposta de conversão de ações preferenciais em ordinárias para simplificar sua estrutura acionária.

2º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,77 ↑6,42%

Descrição: As ações ordinárias da Hapvida (HAPV3) registraram uma valorização robusta de 6,42%, fechando o dia a R$ 10,77. O papel iniciou a sessão próximo ao fechamento anterior de R$ 10,12 e alcançou uma máxima de R$ 11,05, demonstrando fôlego comprador ao longo do pregão. O volume negociado somou R$ 165,77 milhões, com a circulação de 15,39 milhões de ações. Este desempenho posiciona a empresa de saúde como o segundo destaque positivo do dia, recuperando-se de níveis próximos à sua mínima de 52 semanas (R$ 10,06). A variação nominal foi de R$ 0,65 por ação, indicando uma recomposição de valor importante para o setor de saúde suplementar, que vem enfrentando desafios de sinistralidade.

A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, com um modelo de negócios verticalizado que integra hospitais, clínicas e laboratórios próprios. Recentemente, a companhia informou ao mercado a rescisão do contrato de compra de um hospital da Oncoclínicas no Rio de Janeiro e anunciou uma troca estratégica em seu comando, com Adib Jatene assumindo a presidência em 2026 para focar na eficiência operacional.

3º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 61,13 ↑4,35%

Descrição: As ações ordinárias da Eletrobras (AXIA3) acompanharam o movimento de alta das preferenciais, fechando o dia com avanço de 4,35% ao preço de R$ 61,13. O volume financeiro foi o maior entre as ações analisadas, totalizando R$ 770,70 milhões, o que reforça a relevância do ativo no índice. A variação positiva de R$ 2,55 por papel ocorreu em um dia de forte oscilação, onde a mínima tocou R$ 58,25 e a máxima atingiu R$ 61,17, também estabelecendo um novo pico em 52 semanas. O interesse vendedor foi superado pelo fluxo comprador, sustentando a posição da empresa no setor de utilities como uma das favoritas para a composição de portfólios de longo prazo.

A Eletrobras atua em segmentos estratégicos de energia, possuindo uma vasta matriz de fontes renováveis, principalmente hidrelétricas. A última notícia relevante da empresa envolve a convocação de assembleias para abril de 2026, com o objetivo de deliberar sobre a unificação de classes de ações e a migração definitiva para o Novo Mercado, visando atrair mais investidores estrangeiros.

4º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 44,53 ↑3,97%

Descrição: A Rede D’Or (RDOR3) apresentou uma alta de 3,97%, encerrando a R$ 44,53. O papel oscilou entre a mínima de R$ 42,58 e a máxima de R$ 44,59, muito próximo do seu teto anual de R$ 45,10. Com um volume de negócios de R$ 176,39 milhões e 3,96 milhões de ações trocando de mãos, o mercado sinalizou confiança na resiliência da maior rede hospitalar privada do país. A variação positiva de R$ 1,70 em relação ao fechamento de R$ 42,83 reflete a percepção de valor na estratégia de expansão e consolidação da companhia, que mantém uma posição dominante no atendimento de alta complexidade em diversas capitais brasileiras.

A Rede D’Or opera uma vasta rede de hospitais próprios e clínicas oncológicas, além de possuir participação na Bradesco Saúde através de uma joint venture. Recentemente, a empresa aprovou um novo programa de recompra de ações de até R$ 1 bilhão, sinalizando que a administração considera o preço atual atrativo e acredita no potencial de valorização futura do negócio.

5º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,74 ↑3,31%

Descrição: Brava Energia (BRAV3), anteriormente conhecida como 3R Petroleum após fusão com a Enauta, registrou alta de 3,31%, fechando a R$ 18,74. O ativo teve uma variação positiva de R$ 0,60, movendo-se entre a mínima de R$ 18,20 e a máxima de R$ 19,04. O volume negociado alcançou R$ 164,86 milhões, com 8,79 milhões de ações. Apesar do bom desempenho no dia, o papel ainda se encontra distante de sua máxima de 52 semanas (R$ 23,70), sugerindo um movimento de recuperação técnica. O fechamento anterior foi de R$ 18,14, e o impulso de hoje reflete dados operacionais que agradaram os investidores do setor de óleo e gás.

A Brava Energia é uma petroleira independente focada na revitalização de campos maduros em terra e águas rasas, além de ativos offshore. A companhia divulgou recentemente seus dados de produção de janeiro de 2026, reportando uma produção líquida total de 67,6 mil barris de óleo equivalente por dia, um salto de 77% em relação ao mês anterior devido à retomada da produção no campo de Papa-Terra.

6º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 31,36 ↑3,16%

Descrição: A joalheria Vivara (VIVA3) viu suas ações subirem 3,16%, atingindo a marca de R$ 31,36 no fechamento. O volume financeiro foi expressivo para o varejo de luxo, somando R$ 191,24 milhões. O papel variou de R$ 30,51 a R$ 31,63 durante a sessão, mantendo-se em uma zona intermediária de seu histórico anual (mínima de R$ 15,44 e máxima de R$ 35,89). O acréscimo de R$ 0,96 por ação reforça a tese de que a empresa consegue repassar custos e manter margens saudáveis mesmo em cenários de volatilidade nos preços das commodities metálicas como o ouro e a prata, que compõem sua base de estoque.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, detendo as marcas Vivara, Life by Vivara e marcas próprias de relógios. Em notícias recentes, analistas do BTG Pactual e Santander reafirmaram a recomendação de compra para a ação, destacando que a empresa está estruturalmente bem posicionada para navegar por picos de preços de insumos devido ao seu forte poder de marca e flexibilidade fabril.

7º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,60 ↑3,11%

Descrição: O Magazine Luiza (MGLU3) fechou em alta de 3,11%, cotado a R$ 10,60. Com um volume de 15,53 milhões de ações e giro financeiro de R$ 164,70 milhões, o ativo mostrou força compradora em um setor tradicionalmente sensível às oscilações dos juros. A ação teve mínima de R$ 10,25 e máxima de R$ 10,83, aproximando-se da sua máxima de 52 semanas de R$ 11,55. A valorização de R$ 0,32 por papel em relação ao fechamento de R$ 10,28 indica uma percepção positiva sobre os últimos esforços de rentabilidade e geração de caixa da varejista em meio à competição acirrada com plataformas internacionais de e-commerce.

O Magazine Luiza é um dos maiores ecossistemas de varejo do país, integrando lojas físicas e uma plataforma digital robusta. Notícias recentes indicam que o interesse de investidores estrangeiros pelo varejo latino-americano está retornando por conta do valuation atrativo, e o Magalu tem se destacado pela melhoria sequencial em suas margens operacionais reportadas nos últimos trimestres de 2025.

8º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 25,40 ↑2,67%

Descrição: As ações da Azzas 2154 (AZZA3), fruto da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, encerraram o pregão com alta de 2,67%, valendo R$ 25,40. O volume negociado foi de R$ 70,51 milhões, com uma variação nominal de R$ 0,66. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 24,74 e a máxima de R$ 25,49. A ação tenta se recuperar de uma trajetória descendente, estando ainda 38,7% abaixo de sua máxima de 52 semanas (R$ 41,49). O fechamento anterior foi de R$ 24,74, e o movimento de hoje sugere que investidores podem estar buscando oportunidades em nomes de consumo de alta renda que ficaram para trás no rali recente.

A Azzas 2154 é uma potência do setor de moda e vestuário, detendo marcas icônicas como Arezzo, Schutz, Farm e Hering. Embora o Citi tenha recentemente rebaixado a recomendação da ação citando uma recuperação lenta de algumas divisões, a empresa segue focada em extrair sinergias da fusão e otimizar sua logística, que encerrou 2025 em um ponto de equilíbrio entre oferta e demanda.

9º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 59,04 ↑2,64%

Descrição: O IRB(Re) (IRBR3) registrou um avanço de 2,64%, fechando a R$ 59,04. Com um volume financeiro de R$ 34,90 milhões, o ativo teve uma oscilação contida entre R$ 57,63 e R$ 59,40. A valorização de R$ 1,52 por ação ocorre em um momento crucial de recuperação da imagem institucional da resseguradora. O papel se aproxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 61,45), distanciando-se consideravelmente da mínima de R$ 42,58. O fechamento anterior foi de R$ 57,52, e a manutenção do viés de alta reflete a confiança dos investidores na nova gestão e nos resultados operacionais que demonstram saneamento da carteira de riscos.

O IRB-Brasil é a principal resseguradora do país, atuando na aceitação de riscos de outras seguradoras. A grande notícia que impulsionou o otimismo recente foi o anúncio da retomada do pagamento de dividendos após cinco anos, com uma proposta que será submetida à assembleia em março de 2026, sinalizando um novo ciclo de geração de valor para o acionista.

10º – Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (MULT3) | R$ 33,97 ↑2,50%

Descrição: A Multiplan (MULT3) fecha o ranking com alta de 2,50%, cotada a R$ 33,97. O papel quase tocou sua máxima anual de R$ 34,04, estabelecendo a máxima do dia em R$ 33,97 e mínima em R$ 33,06. O volume financeiro atingiu R$ 114,36 milhões. A variação de R$ 0,83 em relação ao fechamento de R$ 33,14 demonstra a força dos ativos imobiliários de alta qualidade (AAA). A empresa, que opera alguns dos shoppings mais rentáveis do Brasil, continua a ser vista como um porto seguro no setor de Real Estate, beneficiando-se da resiliência do consumo das classes A e B e da gestão eficiente de seu portfólio.

A Multiplan é uma das maiores empresas de shoppings centers do país, com 20 unidades em operação. Recentemente, o presidente da companhia, Eduardo Peres, afirmou estar otimista com o varejo em 2026, impulsionado pelo aumento na isenção do Imposto de Renda, e anunciou planos para iniciar um novo ciclo de investimentos em expansões de shoppings, condicionado à estabilidade do cenário macroeconômico brasileiro.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PCAR3 R$ 3,07 -0,09%
2 RAIZ4 R$ 0,62 -0,07%
3 WEGE3 R$ 51,26 -0,04%
4 ASAI3 R$ 9,39 -0,03%
5 LWSA3 R$ 3,57 -0,02%
6 USIM5 R$ 6,23 -0,01%
7 CSNA3 R$ 8,52 -0,01%
8 GGBR4 R$ 21,50 -0,01%
9 BRAP4 R$ 23,27 -0,00%
10 VBBR3 R$ 31,39 -0,00%

1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,07 ↓ 8,63%

Descrição: A Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar) liderou as movimentações do dia com uma desvalorização acentuada de 8,63%, fechando a R$ 3,07. O ativo apresentou uma volatilidade significativa, operando entre a mínima de R$ 2,94 e a máxima de R$ 3,38. O volume de ações negociadas foi expressivo, totalizando 31.483.800 papéis, o que gerou um volume financeiro de R$ 96.655.266,00. No comparativo anual, o papel encontra-se em um patamar delicado, considerando que sua máxima em 52 semanas foi de R$ 4,95 e a mínima de R$ 2,35. O recuo de R$ 0,29 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,36 sinaliza um aumento na pressão vendedora. Este movimento reflete um ajuste severo nas expectativas do mercado para o setor de varejo alimentar de alta renda. Investidores acompanham de perto os níveis de suporte próximos à mínima histórica para entender se há espaço para recuperação técnica.

A empresa é uma das maiores varejistas do setor alimentar no Brasil, operando bandeiras icônicas como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Recentemente, a companhia tem focado em seu plano de desalavancagem financeira, incluindo a venda de ativos e participações estratégicas para fortalecer o balanço.


2º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,62 ↓ 7,46%

Descrição: A Raízen registrou uma queda expressiva de 7,46%, encerrando o pregão cotada a R$ 0,62. O ativo teve uma variação nominal negativa de R$ 0,05 em relação ao fechamento anterior de R$ 0,67. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 0,61 e a máxima de R$ 0,67, demonstrando uma forte resistência em manter os níveis de preço anteriores. O volume de negociação foi o maior do grupo analisado em termos de quantidade de papéis, com 70.364.700 ações trocando de mãos, resultando em um giro financeiro de R$ 43.626.114,00. Analisando o histórico de 52 semanas, a queda aproxima o papel de sua mínima de R$ 0,60, ficando muito distante da máxima de R$ 2,23 registrada no período. Esse comportamento sugere um momento de alta aversão ao risco por parte dos acionistas, possivelmente impactados por variáveis macroeconômicas ou projeções setoriais de curto prazo no segmento de energia e combustíveis.

A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, consolidando-se como uma gigante na produção de açúcar, etanol e na distribuição de combustíveis. Uma notícia relevante recente envolve o avanço da empresa na produção de Etanol de Segunda Geração (E2G), reforçando sua estratégia de transição energética global.


3º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 51,26 ↓ 3,99%

Descrição: A WEG, conhecida por sua resiliência, enfrentou um dia de correção negativa de 3,99%, com o preço da ação fechando em R$ 51,26. A variação em Reais foi de -R$ 2,13, partindo de um fechamento anterior de R$ 53,39. O ativo alcançou a máxima de R$ 54,00 no dia, mas não sustentou o fôlego, recuando até a mínima de R$ 50,85. O volume financeiro movimentado foi o mais alto desta lista, atingindo impressionantes R$ 514.691.408,00, com 10.040.800 ações negociadas. Apesar da queda diária, a WEGE3 demonstra robustez no longo prazo, operando relativamente perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 54,53) e bem acima da mínima de R$ 33,92. O recuo atual pode ser interpretado como uma realização de lucros natural após períodos de valorização, dada a alta liquidez e o interesse institucional no papel.

A WEG é uma multinacional brasileira líder global na fabricação de equipamentos eletroeletrônicos, motores e tecnologias para energia e automação industrial. Recentemente, a empresa anunciou investimentos significativos na expansão de sua capacidade produtiva de baterias no Brasil, visando atender a crescente demanda por mobilidade elétrica.


4º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,39 ↓ 2,59%

Descrição: As ações do Assaí (Sendas Distribuidora) recuaram 2,59% no último pregão, atingindo o valor de R$ 9,39. O ativo teve um decréscimo de R$ 0,25 comparado ao fechamento de R$ 9,64. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 9,30 e a máxima de R$ 9,72. O mercado movimentou um total de 12.222.600 ações, gerando um volume financeiro de R$ 114.770.214,00. No histórico das últimas 52 semanas, o ativo apresenta uma amplitude entre R$ 6,19 e R$ 11,88. O fechamento atual posiciona a empresa em uma zona intermediária de preços. O volume negociado indica que o papel mantém uma liquidez saudável, embora o sentimento do mercado no setor de atacarejo esteja sendo testado por pressões inflacionárias e custos de carregamento de dívida, fatores que influenciam diretamente o fluxo de caixa e a percepção de valor dos investidores institucionais.

O Assaí Atacadista é uma das maiores redes de atacado de autosserviço do Brasil, atendendo desde pequenos empreendedores até o consumidor final. A última notícia de destaque sobre a companhia refere-se à conclusão da conversão de diversas lojas do antigo Extra Hiper, processo fundamental para sua estratégia de expansão acelerada.


5º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,57 ↓ 1,65%

Descrição: A LWSA (antiga Locaweb) apresentou uma variação negativa de 1,65%, com o preço por ação encerrando o dia em R$ 3,57. Houve uma redução nominal de R$ 0,06 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,63. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 3,56 e a máxima de R$ 3,66, revelando uma oscilação contida. O volume de negociação foi de 3.618.200 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 12.916.974,00. Ao observar a janela de 52 semanas, nota-se que o papel está operando mais próximo de sua mínima (R$ 2,30) do que de sua máxima (R$ 4,80). Este cenário reflete o desafio enfrentado pelas empresas de tecnologia e crescimento (Growth) em ambientes de juros elevados, onde o desconto do fluxo de caixa futuro impacta o valuation. A baixa volatilidade intradiária sugere uma fase de consolidação de preços antes de novos direcionamentos macroeconômicos.

A LWSA S/A é um ecossistema de soluções digitais para empresas, oferecendo desde hospedagem de sites até plataformas completas de e-commerce e ferramentas de marketing. Recentemente, a companhia tem focado na integração de suas aquisições e no aumento da rentabilidade através de Cross-selling em sua base de clientes.


6º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,23 ↓ 1,42%

Descrição: As ações preferenciais da Usiminas encerraram o dia com queda de 1,42%, cotadas a R$ 6,23. O movimento representou uma perda de R$ 0,09 frente ao fechamento anterior de R$ 6,32. A ação oscilou entre R$ 6,17 e R$ 6,35 durante o pregão. Com 7.726.300 papéis negociados, o volume financeiro atingiu R$ 48.134.849,00. No panorama anual, a USIM5 está posicionada entre a mínima de R$ 3,90 e a máxima de R$ 7,15. O desempenho da siderúrgica no dia foi influenciado pela dinâmica global das commodities metálicas e pela demanda interna de aço. O setor siderúrgico costuma apresentar alta sensibilidade aos custos de insumos e às taxas de câmbio. O fechamento atual indica uma cautela dos investidores, que aguardam sinais mais claros sobre a recuperação industrial e o consumo de bens duráveis no mercado brasileiro, fatores essenciais para a sustentabilidade das margens operacionais da companhia.

A Usiminas é uma das líderes na produção de aços planos na América Latina, com forte atuação nos setores automotivo e de construção civil. Uma notícia recente importante foi a conclusão da reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, um investimento bilionário visando aumentar a eficiência operacional da planta.


7º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 8,52 ↓ 0,81%

Descrição: A CSN registrou uma leve queda de 0,81%, finalizando o dia a R$ 8,52 por ação. A desvalorização nominal foi de R$ 0,07 em comparação ao fechamento de R$ 8,59. A cotação variou entre R$ 8,39 e R$ 8,64 ao longo da jornada financeira. O volume de negociação foi robusto, com 13.116.600 ações movimentando R$ 111.753.432,00. Em 52 semanas, o ativo transitou entre R$ 6,72 e R$ 11,32. A leve queda diária sinaliza uma relativa estabilidade em comparação aos seus pares de outros setores, embora ainda reflita o cenário desafiador para o minério de ferro e o aço. O nível de endividamento da companhia e sua diversificação em logística e cimento também entram no radar dos analistas para compor o valuation. O volume financeiro acima de R$ 100 milhões demonstra que o ativo continua sendo um dos preferidos para operações de giro rápido e hedge no setor de materiais básicos.

A CSN é um conglomerado que atua em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, a empresa tem estado nos holofotes devido a negociações estratégicas para a venda de participações em sua subsidiária CSN Cimentos, visando otimizar sua estrutura de capital.


8º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 21,50 ↓ 0,56%

Descrição: A Gerdau apresentou uma variação negativa marginal de 0,56%, encerrando a R$ 21,50. O recuo foi de apenas R$ 0,12 em relação aos R$ 21,62 do fechamento anterior. Durante o dia, os preços oscilaram entre a mínima de R$ 21,34 e a máxima de R$ 21,67, mostrando uma baixa volatilidade e um equilíbrio entre compradores e vendedores. Foram negociadas 7.969.600 ações, somando um volume financeiro de R$ 171.346.400,00. O papel mantém uma posição sólida dentro do intervalo de 52 semanas, cuja mínima foi de R$ 13,33 e a máxima de R$ 24,08. O desempenho mais estável da Gerdau em relação a outras siderúrgicas pode ser atribuído à sua forte presença geográfica diversificada, especialmente no mercado norte-americano, que serve como um colchão natural contra oscilações específicas da economia brasileira. O investidor de valor tende a observar esses momentos de leve baixa como janelas de manutenção de posição.

A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Uma notícia recente de impacto foi o anúncio de seu programa de recompra de ações, demonstrando confiança da gestão no valor intrínseco da companhia.


9º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 23,27 ↓ 0,43%

Descrição: A Bradespar encerrou a sessão com uma queda de 0,43%, cotada a R$ 23,27. A variação em Reais foi de -R$ 0,10, partindo de um fechamento anterior de R$ 23,37. O ativo teve uma oscilação diária entre a mínima de R$ 22,62 e a máxima de R$ 23,29. O volume negociado foi de 3.994.300 ações, totalizando R$ 92.947.361,00 em transações financeiras. Analisando o período de um ano, o preço atual está bem acima da mínima de R$ 13,28 e próximo da máxima de R$ 25,46, o que indica uma tendência de manutenção de valor no médio prazo. Como a Bradespar é uma holding com forte participação na Vale S.A., sua performance está intrinsecamente ligada ao desempenho da mineradora e aos preços internacionais do minério de ferro. A leve retração do dia reflete ajustes técnicos e a expectativa por dividendos, característica marcante deste ativo que atrai investidores focados em renda variável de baixo giro.

A Bradespar é uma companhia de investimentos que detém uma participação estratégica relevante na mineradora Vale S.A. Recentemente, a empresa distribuiu proventos significativos aos seus acionistas, reafirmando sua política de repasse dos dividendos recebidos de sua principal investida.


10º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 31,39 ↓ 0,35%

Descrição: A Vibra Energia fechou o pregão com uma leve queda de 0,35%, sendo negociada a R$ 31,39. A variação nominal foi de apenas R$ 0,11 abaixo do fechamento anterior de R$ 31,50. Durante o dia, a ação apresentou mínima de R$ 31,27 e máxima de R$ 31,80. O volume de papéis negociados foi de 5.339.900, resultando em um volume financeiro de R$ 167.619.461,00. Destaca-se que o papel está operando em níveis próximos à sua máxima de 52 semanas (R$ 32,23), muito distante da mínima de R$ 14,00 registrada no mesmo período. Esse comportamento reflete o forte otimismo do mercado com a gestão da companhia e sua eficiência operacional após a privatização. A pequena queda do dia é vista como um movimento de respiro dentro de uma tendência de alta consistente, sustentada pela geração de caixa robusta e pela posição de liderança no mercado de distribuição de combustíveis no Brasil.

A Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, é a maior empresa de distribuição de combustíveis e lubrificantes do Brasil. Uma notícia recente de grande relevância foi a renovação da parceria estratégica com o Bradesco para a oferta de produtos financeiros em seus postos, visando aumentar a fidelização da base de clientes.

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