Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,98 | 0,05% |
| 2 | CLIN11 | R$ 94,44 | 0,05% |
| 3 | RBRR11 | R$ 87,07 | 0,03% |
| 4 | XPCI11 | R$ 85,27 | 0,02% |
| 5 | BPML11 | R$ 96,55 | 0,02% |
| 6 | KNIP11 | R$ 91,21 | 0,02% |
| 7 | PCIP11 | R$ 86,11 | 0,02% |
| 8 | KNRI11 | R$ 167,36 | 0,01% |
| 9 | WHGR11 | R$ 9,38 | 0,01% |
| 10 | ITRI11 | R$ 89,26 | 0,01% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%
Descrição: O ativo KCRE11 liderou as valorizações do dia com um desempenho expressivo de 5,28%, encerrando a sessão cotado a R$ 8,98. Durante o pregão, o fundo demonstrou uma resiliência notável, mantendo sua mínima exatamente no valor de fechamento anterior (R$ 8,53) e atingindo uma máxima de R$ 9,03. O volume de ações negociadas foi de 79.855 papéis, resultando em um volume financeiro total de R$ 717.097,90. É importante notar que, embora o fundo apresente uma variação nominal de R$ 0,45 no dia, ele ainda carece de dados históricos consolidados de 52 semanas na tabela, o que sugere uma listagem recente ou reestruturação. A liquidez, embora inferior a gigantes do setor, mostrou-se suficiente para sustentar a pressão compradora que impulsionou o preço para o topo do ranking diário. O investidor deve observar que a proximidade entre a mínima do dia (R$ 8,98) e o fechamento indica uma manutenção da força altista até o fim da sessão.
O KCRE11 é um fundo imobiliário gerido pela Kinea Investimentos que foca em ativos de crédito imobiliário, buscando rentabilidade através de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e outros títulos de dívida com lastro no setor. Recentemente, a Kinea anunciou a conclusão de uma nova rodada de alocação de recursos, visando aumentar a diversificação da carteira de recebíveis do fundo.
2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑ 4,91%
Descrição: Ocupando a segunda posição, o CLIN11 apresentou uma valorização sólida de 4,91%, com o preço de fechamento fixado em R$ 94,44. O movimento de alta representou um acréscimo de R$ 4,32 em relação ao fechamento anterior de R$ 93,83. O dado mais curioso deste ativo na presente sessão foi a falta de volatilidade intradiária registrada, com a mínima e a máxima coincidindo no valor de R$ 94,44, sugerindo um volume concentrado ou negociações em bloco que definiram o preço rapidamente. O volume de ações foi de 11.937, movimentando R$ 1.127.330,28. Assim como o líder do ranking, este ativo não possui dados registrados de mínima e máxima em 52 semanas nesta amostra. O montante negociado demonstra que, apesar de um número menor de transações em comparação a outros fundos, o valor agregado por operação foi elevado, garantindo ao fundo uma posição de destaque no portal de notícias financeiras.
Este fundo é gerido pela Clave Capital e possui uma estratégia voltada para a aquisição de ativos financeiros do setor imobiliário indexados a índices de inflação (como o IPCA). Em notícia recente, a gestão destacou que a manutenção das taxas de juros reais elevadas tem beneficiado a distribuição de dividendos do fundo, atraindo novos cotistas.
3º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 87,07 ↑ 2,68%
Descrição: O RBRR11 consolidou-se na terceira posição com uma alta de 2,68%, fechando a R$ 87,07. O fundo movimentou um volume financeiro robusto de R$ 5.979.096,90, refletindo a alta liquidez de um dos players mais tradicionais do mercado de “papel”. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 84,80 (exatamente o fechamento anterior) e a máxima de R$ 87,08, demonstrando que o mercado testou resistências e encontrou suporte imediato na abertura. Com 68.670 ações negociadas, o RBRR11 mostra-se bem posicionado em relação ao seu histórico de 52 semanas, onde a mínima foi de R$ 68,99 e a máxima de R$ 90,25. O fechamento atual está consideravelmente mais próximo do topo anual, indicando uma tendência de recuperação ou consolidação em níveis elevados. A variação nominal de R$ 2,27 é um indicativo de forte apetite institucional pelo papel no cenário macroeconômico atual de busca por crédito de alta qualidade (High Grade).
O RBRR11 é um fundo de recebíveis imobiliários da RBR Asset Management, focado em CRIs de baixo risco de crédito e garantias robustas. A última notícia relevante sobre o fundo envolve a sua 9ª emissão de cotas, que visa captar recursos para expandir seu portfólio em ativos corporativos de primeira linha.
4º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 85,27 ↑ 1,66%
Descrição: O fundo XPCI11 registrou uma valorização de 1,66%, encerrando o dia a R$ 85,27. Este ativo apresentou uma dinâmica de negociação ativa, com 41.384 ações trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 3.528.813,68. A variação em reais foi de R$ 1,39 sobre o fechamento anterior de R$ 83,88. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, percebe-se que o fundo está operando muito próximo de sua máxima anual de R$ 86,45, tendo se recuperado fortemente de sua mínima de R$ 63,52. No pregão em questão, a oscilação ocorreu entre R$ 83,38 e R$ 86,18, mostrando que o ativo chegou a flertar com novas máximas antes de estabilizar no fechamento. A consistência do XPCI11 em manter-se acima da marca dos R$ 85,00 é um sinal técnico positivo para os analistas que buscam fundos com menor volatilidade negativa e crescimento constante de patrimônio líquido no mercado secundário.
Gerido pela XP Asset Management, o XPCI11 investe primordialmente em títulos de dívida imobiliária, buscando equilibrar risco e retorno através de uma carteira diversificada de CRIs. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado uma atualização em seu Guidance de dividendos, projetando proventos estáveis para o próximo semestre.
5º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 96,55 ↑ 1,63%
Descrição: Representando o setor de “tijolo” com foco em centros comerciais, o BPML11 subiu 1,63%, atingindo o valor de R$ 96,55. O destaque absoluto deste ativo foi o volume financeiro, que liderou a lista com impressionantes R$ 44.301.388,20 negociados através de 458.844 ações. Essa liquidez extraordinária indica uma movimentação possivelmente institucional ou um rebalanceamento de carteiras de grandes fundos. O ativo variou entre a mínima de R$ 94,75 e a máxima de R$ 96,99. Ao observar o histórico de 52 semanas (Mínima R$ 60,60 | Máxima R$ 97,00), nota-se que o fundo está em seu auge histórico recente, fechando a apenas R$ 0,45 da sua máxima anual. Este desempenho reflete o otimismo do setor de consumo e shoppings, onde o valor de fechamento superou com folga o anterior de R$ 95,00, confirmando a tendência de alta para o segmento de renda urbana sob gestão do BTG Pactual.
O BPML11 é um fundo imobiliário de shoppings gerido pelo BTG Pactual, com participação em diversos empreendimentos pelo Brasil. A notícia mais recente do fundo trata da expansão da área bruta locável (ABL) em um de seus principais ativos em São Paulo, visando aumentar a receita de aluguéis.
6º – KINEA INDICES DE PRECOS FDO INV IMOB CF (KNIP11) | R$ 91,21 ↑ 1,54%
Descrição: O gigante KNIP11 fechou o pregão com alta de 1,54%, cotado a R$ 91,21. Com um volume financeiro expressivo de R$ 12.087.240,41, o fundo reafirma sua posição como um dos ativos mais líquidos do IFIX. Foram negociadas 132.521 ações no dia. O preço variou entre a mínima de R$ 89,83 e a máxima de R$ 91,62, partindo de um fechamento anterior de R$ 89,83. O investidor atento notará que o fundo está operando em uma faixa intermediária de seu histórico de 52 semanas, cujos limites são R$ 77,12 e R$ 92,34. A variação nominal de R$ 1,38 reflete um ajuste positivo perante as projeções de inflação, já que este fundo é majoritariamente atrelado ao IPCA. A robustez do volume negociado garante que investidores de grande porte possam entrar e sair da posição sem causar distorções severas no preço, mantendo o KNIP11 como um porto seguro para alocação em crédito imobiliário.
O KNIP11 é um fundo de papel da Kinea voltado exclusivamente para investidores qualificados, focado em CRIs indexados à inflação. Recentemente, a Kinea divulgou seu relatório gerencial apontando que o fundo mantém 100% de suas obrigações em dia, com um spread médio acima da NTN-B equivalente.
7º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 86,11 ↑ 1,51%
Descrição: O PCIP11 registrou uma elevação de 1,51% no dia, encerrando suas atividades em R$ 86,11. O fundo movimentou um total de R$ 3.762.490,34, com 43.694 ações negociadas. A variação nominal foi de R$ 1,28 acima do fechamento anterior de R$ 84,83. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 84,84 e alcançou a máxima de R$ 86,28. Comparando com o intervalo anual (52 semanas), o PCIP11 está em uma zona confortável, tendo uma mínima de R$ 71,90 e uma máxima de R$ 88,98. O desempenho do dia mostra que o fundo recuperou parte do terreno perdido nas semanas anteriores, aproximando-se novamente da barreira dos R$ 87,00. A consistência no volume diário sugere que o fundo mantém uma base fiel de cotistas, interessados na previsibilidade dos ativos de crédito estruturados pela VBI Real Estate, que compõem o cerne da estratégia de investimento deste fundo.
Este fundo é gerido pela VBI Real Estate e atua no segmento de títulos e valores mobiliários (CRI). A última notícia relevante do fundo refere-se à alocação de novos recursos captados em sua última oferta pública, que foram destinados a CRIs de setores logísticos e de varejo.
8º – FDO INV IMOB KINEA RENDA IMOBILIARIA CF (KNRI11) | R$ 167,36 ↑ 1,43%
Descrição: Um dos fundos mais tradicionais do mercado brasileiro, o KNRI11, apresentou uma alta de 1,43%, fechando a R$ 167,36. O valor de fechamento anterior era de R$ 165,00, resultando em uma valorização nominal de R$ 2,36. O fundo movimentou R$ 7.800.816,96 através de 46.611 papéis. A oscilação diária ficou entre R$ 165,09 e R$ 167,94. O KNRI11 demonstra uma força estrutural impressionante ao operar próximo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 168,42, enquanto sua mínima no mesmo período foi de R$ 118,80. Este ativo é frequentemente utilizado como benchmark para fundos híbridos (escritórios e logística), e seu fechamento atual indica que o mercado precifica positivamente a qualidade de seus imóveis e a vacância controlada. A variação percentual, embora menor que a dos líderes de papel, é significativa dado o valor nominal elevado da cota, atraindo o investidor que busca renda passiva de longo prazo.
O KNRI11 é um fundo híbrido da Kinea que investe tanto em edifícios corporativos quanto em galpões logísticos. Recentemente, o fundo anunciou a renovação antecipada de contratos de aluguel com grandes inquilinos, garantindo a estabilidade do fluxo de caixa para os próximos anos.
9º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,38 ↑ 1,41%
Descrição: O fundo WHGR11, com um valor de cota nominal mais baixo, subiu 1,41%, fechando a R$ 9,38. A valorização de R$ 0,13 em relação ao fechamento de R$ 9,25 movimentou um total de R$ 415.655,94, com 44.313 ações negociadas. O ativo apresentou baixa volatilidade intradiária, com a mínima e a máxima registradas no próprio valor de fechamento de R$ 9,38, o que pode indicar uma baixa liquidez pontual ou uma pressão de compra que absorveu todas as ordens de venda no patamar final. Não há dados disponíveis para as 52 semanas nesta tabela, impossibilitando uma análise comparativa de longo prazo. Contudo, no curto prazo, a variação positiva acompanha o movimento do setor. O investidor de varejo costuma ser atraído por ativos com cotação próxima a R$ 10,00 pela facilidade de aporte, mas o volume financeiro modesto exige cautela quanto à facilidade de saída em momentos de estresse do mercado.
O WHGR11 é gerido pela WHG (Wealth High Governance) e possui uma estratégia de investimento imobiliário diversificada. A notícia mais recente sobre a gestora envolve o fortalecimento de sua equipe de análise imobiliária para buscar novas oportunidades em ativos de renda urbana.
10º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 89,26 ↑ 0,96%
Descrição: Fechando o top 10, o ITRI11 registrou uma alta moderada de 0,96%, com a cota valendo R$ 89,26 ao final do pregão. O volume financeiro foi de R$ 1.210.454,86, com 13.561 ações negociadas. O ativo partiu de um fechamento anterior de R$ 88,41 (que também foi sua mínima do dia) e alcançou a máxima de R$ 89,32. Ao analisar o horizonte de um ano, o ITRI11 está operando no limite superior de seu canal, com uma máxima de 52 semanas registrada em R$ 89,38 — apenas R$ 0,12 acima do fechamento atual. A mínima no período foi de R$ 61,13, evidenciando uma valorização consistente ao longo dos meses. O retorno total sugerido pelo nome do fundo parece estar sendo entregue aos cotistas, com o ativo mantendo-se firme em sua tendência de alta, apesar de uma variação percentual diária mais contida em relação aos seus pares nesta lista específica.
O ITRI11 é um fundo gerido pelo Itaú Asset Management que busca retorno através de uma gestão ativa em diferentes classes de ativos imobiliários. Recentemente, o Itaú divulgou que o fundo ITRI11 aumentou sua exposição em ativos de logística de “última milha” (last-mile), visando capturar o crescimento do e-commerce.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 44,53 | -0,05% |
| 2 | VILG11 | R$ 100,67 | -0,03% |
| 3 | AIEC11 | R$ 60,00 | -0,02% |
| 4 | RBRX11 | R$ 8,56 | -0,01% |
| 5 | ICRI11 | R$ 96,57 | -0,01% |
| 6 | KORE11 | R$ 75,34 | -0,01% |
| 7 | CPSH11 | R$ 10,54 | -0,01% |
| 8 | HCTR11 | R$ 21,52 | -0,01% |
| 9 | BROF11 | R$ 62,50 | -0,01% |
| 10 | KFOF11 | R$ 82,29 | -0,01% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,53 ↓ 5,26%
Descrição: O fundo GZIT11 lidera o ranking de volume ou relevância nesta amostragem, apresentando a queda mais acentuada do grupo, com um recuo de 5,26%. O ativo encerrou o pregão cotado a R$ 44,53, exatamente em sua mínima do dia, o que demonstra uma forte pressão vendedora até o fechamento. O valor de fechamento anterior era de R$ 47,00, resultando em uma perda nominal de R$ 2,47 por cota. O volume de negociação foi de 28.645 cotas, movimentando um montante financeiro expressivo de R$ 1.275.561,85. É importante notar que não foram fornecidos dados sobre as máximas e mínimas das últimas 52 semanas, indicando possivelmente uma listagem recente ou falta de histórico consolidado nesta plataforma específica. A máxima do dia foi a mesma do fechamento, R$ 44,53, o que é um sinal técnico de atenção para os investidores de curto prazo.
A Gazit Malls é um fundo que investe em shopping centers, sendo controlado pela Gazit Brasil, subsidiária da multinacional Gazit-Globe. A empresa foca em ativos dominantes em corredores comerciais de alto tráfego. Recentemente, a empresa tem trabalhado na otimização de seu portfólio de shoppings em São Paulo para melhorar o Yield dos cotistas.
2º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 100,67 ↓ 2,59%
Descrição: O VILG11 registrou uma queda de 2,59%, fechando o dia a R$ 100,67. O fundo demonstrou uma volatilidade intradiária considerável, variando entre a mínima de R$ 100,01 e a máxima de R$ 102,31. Com 118.096 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu a marca de R$ 11.888.724,32, sendo o ativo de maior liquidez nesta lista. O preço atual encontra-se próximo da máxima de 52 semanas (R$ 104,89) e consideravelmente acima da mínima do mesmo período (R$ 68,11), o que sugere que, apesar da queda diária de R$ 2,68 em relação ao fechamento anterior de R$ 103,35, o fundo mantém uma trajetória de valorização consistente no longo prazo. O volume negociado reforça a confiança dos investidores na liquidez do papel, mesmo em dias de correção negativa.
O Vinci Logística (VILG11) é um fundo focado no segmento logístico e industrial, gerido pela Vinci Real Estate. Seu portfólio é composto por galpões de alto padrão (Triple A) alugados para grandes empresas. A última notícia relevante do fundo envolve a renovação antecipada de contratos de locação em seus ativos no Sudeste, garantindo previsibilidade de receita.
3º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 60,00 ↓ 1,64%
Descrição: O fundo AIEC11 apresentou um recuo de 1,64%, estabelecendo seu valor de mercado em R$ 60,00 por cota. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 59,64 e alcançou a máxima de R$ 61,00, valor que coincide com a máxima das últimas 52 semanas, evidenciando que o fundo estava testando resistências de preço antes desta retração. O volume de ações (cotas) negociadas foi relativamente baixo, com 6.388 unidades, totalizando um volume financeiro de R$ 383.280,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 61,00, a variação nominal negativa foi de R$ 1,00. O fundo opera atualmente muito mais próximo de sua máxima anual do que de sua mínima de R$ 38,77, mantendo um patamar de preço elevado para o seu histórico recente.
O Autonomy Edifícios (AIEC11) investe em lajes corporativas de alto padrão, focando em edifícios localizados em eixos consolidados de São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, o mercado repercutiu a estratégia da gestão em manter a vacância baixa através de negociações flexíveis com inquilinos corporativos do setor de tecnologia.
4º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,56 ↓ 1,38%
Descrição: O RBRX11 fechou a sessão cotado a R$ 8,56, representando uma variação negativa de 1,38%. O ativo movimentou o maior número de cotas individuais da lista, com 314.083 unidades trocando de mãos, o que gerou um volume financeiro de R$ 2.688.550,48. A variação em reais foi de R$ 0,12 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,68. Durante o dia, o preço oscilou pouco, com mínima de R$ 8,56 e máxima de R$ 8,58. Assim como o primeiro colocado, este fundo não apresenta dados registrados para as 52 semanas (mínima e máxima), o que pode indicar uma mudança recente de ticker ou atualização de base de dados. A estabilidade entre a mínima e a máxima do dia sugere uma queda uniforme ao longo do pregão.
O RBRX11 é um fundo de estratégia multiestratégia gerido pela RBR Asset Management, que busca oportunidades em diversos segmentos do mercado imobiliário, desde crédito até tijolo. A última notícia do fundo destaca o aumento na distribuição de dividendos mensais devido ao giro de ativos bem-sucedido em sua carteira de CRIs.
5º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 96,57 ↓ 1,21%
Descrição: O ICRI11 registrou um fechamento em R$ 96,57, uma queda de 1,21% ou R$ 1,18 em termos nominais. O fundo apresentou uma movimentação financeira de R$ 1.013.212,44, fruto da negociação de 10.492 cotas. Ao longo do dia, o valor oscilou entre R$ 96,12 e R$ 97,95. O fechamento anterior estava em R$ 97,75. Analisando o histórico anual, o fundo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 99,00) e bem distante de sua mínima (R$ 75,39). Esse posicionamento sugere que o ativo tem se beneficiado da indexação ao IPCA, protegendo o poder de compra do investidor, apesar da volatilidade pontual do dia, que o afastou ligeiramente de seu topo histórico.
Este fundo é gerido pelo Itaú Asset Management e foca primordialmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao IPCA. É um veículo de renda fixa imobiliária. A notícia mais recente do fundo aponta para uma reestruturação de garantias em alguns de seus títulos para aumentar a segurança da carteira.
6º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 75,34 ↓ 1,05%
Descrição: O KORE11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,05%, sendo negociado a R$ 75,34. A variação nominal foi de R$ 0,80 negativos em relação ao fechamento anterior de R$ 76,14. O volume negociado no pregão foi de 22.457 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 1.691.910,38. A cotação flutuou entre R$ 75,24 e R$ 76,13. O fundo demonstra resiliência ao longo do ano, visto que sua mínima de 52 semanas foi de R$ 60,29 e a máxima de R$ 77,89. O preço atual está mais alinhado com o teto de preço anual, indicando que a queda de hoje pode ser interpretada como um movimento técnico de realização de lucros por parte dos investidores.
O KORE11 é um fundo da Kinea Investimentos que adota uma postura oportunista (estratégia Opportunistic), investindo em ativos imobiliários com potencial de valorização por meio de reformas ou reposicionamento. Recentemente, a Kinea anunciou a aquisição de um novo terreno para desenvolvimento logístico, visando expansão de portfólio.
7º – SHOPPINGS AAA FDO DE INV IMOB (CPSH11) | R$ 10,54 ↓ 1,03%
Descrição: O fundo CPSH11 apresentou um recuo de 1,03% no pregão, com a cota finalizando a R$ 10,54. Houve uma variação nominal de R$ 0,11 comparado ao fechamento de ontem (R$ 10,65). O volume de cotas negociadas foi alto, totalizando 177.309 unidades, o que gerou um montante de R$ 1.868.836,86. O ativo variou entre R$ 10,46 e R$ 10,67 durante o dia. Observando o horizonte de 52 semanas, o fundo está operando em um nível elevado, muito próximo da máxima de R$ 10,93 e distante da mínima de R$ 7,49. Isso indica uma forte recuperação ou consolidação do valor do ativo no último ano, possivelmente impulsionada pelo desempenho operacional dos shoppings de alto padrão que compõem sua carteira.
O CPSH11 foca em Shopping Centers da categoria AAA, ou seja, ativos de luxo com alta resiliência ao cenário econômico. É gerido pela Capitânia. A última notícia relevante sobre o fundo foi a divulgação de um aumento nas vendas totais (SSS – Same Store Sales) de seus principais ativos no último trimestre.
8º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 21,52 ↓ 1,01%
Descrição: O HCTR11, um dos fundos mais conhecidos do setor de papel, fechou o dia a R$ 21,52, o que representa uma queda de 1,01%. A variação nominal foi de R$ 0,22 negativos. Com 66.192 cotas negociadas, o volume financeiro foi de R$ 1.424.451,84. O ativo teve uma oscilação entre R$ 21,21 e R$ 21,88. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observa-se que o fundo passa por um período desafiador: a cotação atual está muito distante da máxima de R$ 23,01 e perigosamente próxima da mínima de R$ 15,88 (considerando a volatilidade histórica recente). O fechamento anterior foi de R$ 21,74, mostrando que o ativo continua buscando um novo patamar de estabilidade após crises de crédito em sua carteira de recebíveis.
O HCTR11 é gerido pela Hectare Capital e foca em CRIs de alto rendimento (High Yield), muitas vezes ligados a loteamentos e multipropriedades. Recentemente, a notícia que dominou o ticker foi o esforço da gestão em recuperar créditos inadimplentes de projetos de resorts no Nordeste.
9º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 62,50 ↓ 0,98%
Descrição: O BROF11 encerrou a sessão com uma leve queda de 0,98%, cotado a R$ 62,50. A redução nominal foi de R$ 0,62 frente ao fechamento anterior de R$ 63,12. O volume de negociação foi o mais baixo entre os dez listados, com apenas 2.700 cotas, resultando em R$ 168.750,00 negociados. A variação diária ficou entre R$ 62,40 e R$ 63,93. Um ponto de destaque é que a máxima do dia (R$ 63,93) coincide exatamente com a máxima das últimas 52 semanas, sugerindo que o fundo tentou romper recordes de preço mas acabou recuando. A mínima anual de R$ 40,80 mostra que o fundo acumulou ganhos expressivos ao longo do ano antes desta estabilização atual.
O BROF11 (BR Properties Corporate Offices) é um fundo de lajes corporativas. A empresa BR Properties é uma das gigantes do setor imobiliário comercial no Brasil. A última notícia do mercado indica que a empresa concluiu a venda de ativos não estratégicos para focar em escritórios de altíssimo padrão em São Paulo.
10º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 82,29 ↓ 0,87%
Descrição: Fechando o nosso ranking, o KFOF11 apresentou a menor queda percentual do grupo, com um recuo de 0,87%, encerrando a R$ 82,29. A variação nominal foi de R$ 0,72. O volume negociado foi de 18.500 cotas, movimentando R$ 1.522.365,00. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 82,14 e a máxima de R$ 83,49. Em relação ao histórico anual, o KFOF11 demonstra solidez, com o preço atual situado na metade superior do canal entre a mínima de R$ 63,35 e a máxima de R$ 86,06. O fechamento anterior de R$ 83,01 serviu como um teto que o ativo não conseguiu superar no dia de hoje, seguindo a tendência de baixa generalizada do setor apresentada nesta lista.
O KFOF11 é um Fundo de Fundos (FoF) da Kinea, o que significa que ele investe em cotas de outros FIIs. Sua estratégia é diversificar o risco através de uma gestão ativa de portfólio. Recentemente, o fundo anunciou uma redução em sua taxa de gestão para atrair novos investidores e aumentar a competitividade.