Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 29/04/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 8,94 5,55%
2 HYPE3 R$ 22,73 3,27%
3 PETR3 R$ 54,47 3,16%
4 PRIO3 R$ 66,38 3,07%
5 PETR4 R$ 48,96 3,03%
6 FLRY3 R$ 16,03 0,69%
7 SMTO3 R$ 16,15 0,62%
8 VIVA3 R$ 24,95 0,20%
9 PETZ3 R$ 4,39 0,00%
10 CPLE6 R$ 14,26 0,00%

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,94 ↑ 5,55% 

Descrição: A Braskem liderou as movimentações do dia com uma valorização expressiva de 5,55%. O ativo encerrou a sessão cotado a R$ 8,94, apresentando uma variação nominal positiva de R$ 0,47 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,47. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 8,41 e a máxima de R$ 9,04. O volume de ações negociadas atingiu a marca de 5.520.000 unidades, totalizando um volume financeiro de R$ 49.348.800,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, o papel demonstra estar em um patamar de recuperação, visto que sua mínima no período foi de R$ 6,11 e a máxima atingiu R$ 13,78. A performance de hoje coloca a empresa no topo do ranking de valorização deste grupo selecionado, atraindo o olhar de investidores que buscam ativos com forte momentum de alta e liquidez relevante no setor petroquímico nacional.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das maiores do mundo, com foco principal em polietileno, polipropileno e PVC. Recentemente, a empresa tem estado nos holofotes devido às negociações sobre sua estrutura societária e os desdobramentos geológicos em Maceió; a notícia mais recente envolve a continuidade das discussões sobre a venda da participação da Novonor na companhia.

2º – HYPERA S.A. (HYPE3) | R$ 22,73 ↑ 3,27% 

Descrição: A Hypera S.A. registrou um desempenho robusto no pregão, consolidando-se na segunda posição com uma alta de 3,27%. O valor de fechamento foi fixado em R$ 22,73, o que representa um acréscimo de R$ 0,72 frente ao fechamento anterior de R$ 22,01. A volatilidade intradiária foi observada entre o piso de R$ 22,09 e o teto de R$ 23,28. Com um volume de 7.269.600 ações transacionadas, o giro financeiro foi substancial, somando R$ 165.238.008,00. Comparando com os extremos das últimas 52 semanas, onde a ação variou entre R$ 19,97 e R$ 27,25, o preço atual mostra que o papel está operando em uma zona intermediária. A movimentação indica um fluxo comprador sólido, possivelmente impulsionado por expectativas operacionais do setor farmacêutico ou ajustes técnicos de carteira por investidores institucionais que buscam resiliência e dividendos no longo prazo.

A Hypera Pharma é a maior empresa farmacêutica do Brasil em termos de receita líquida, detendo marcas líderes em diversos segmentos de medicamentos isentos de prescrição e genéricos. Recentemente, a empresa rejeitou uma proposta de fusão da EMS, preferindo focar em sua estratégia de crescimento orgânico e otimização de capital.

3º – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETR3) | R$ 54,47 ↑ 3,16% 

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) apresentaram um desempenho notável, fechando o dia a R$ 54,47, uma elevação de 3,16%. Este aumento corresponde a um ganho nominal de R$ 1,67 sobre o fechamento de ontem, que foi de R$ 52,80. O ativo demonstrou força ao longo do dia, atingindo a máxima de R$ 55,01, muito próxima de sua máxima histórica de 52 semanas de R$ 55,44. O volume negociado foi extremamente alto, com 15.596.300 papéis trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 849.530.461,00. A mínima do dia foi de R$ 53,21, mostrando que o mercado sustentou o preço bem acima do suporte anterior. Este movimento reflete a confiança dos investidores na geração de caixa da estatal e na política de preços de combustíveis, mantendo o papel como um dos pilares de liquidez da B3.

A Petrobras é uma empresa de capital aberto que atua de forma integrada no setor de energia, com foco em exploração e produção de petróleo e gás em águas ultraprofundas. A última notícia relevante da companhia refere-se ao anúncio de novos investimentos em refinarias para ampliar a capacidade de produção de diesel renovável.

4º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 66,38 ↑ 3,07% 

Descrição: A PRIO S.A. manteve seu viés de alta, encerrando a sessão com uma valorização de 3,07% a R$ 66,38. O papel avançou R$ 1,98 em relação ao fechamento anterior de R$ 64,40. A movimentação diária foi marcada por uma mínima de R$ 65,00 e uma máxima de R$ 66,93, evidenciando uma pressão compradora constante. Foram negociadas 11.185.600 ações, resultando em um montante financeiro expressivo de R$ 742.500.128,00. Em uma perspectiva anual (52 semanas), a ação transita entre R$ 33,46 e R$ 72,98, indicando que o valor atual está mais próximo das máximas do que das mínimas. Esse desempenho sugere que os investidores continuam otimistas com a eficiência operacional da companhia na revitalização de campos maduros de petróleo, fator que tem diferenciado a PRIO no setor de energia privada no Brasil.

A PRIO (antiga PetroRio) é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás natural do país. Uma notícia recente de destaque foi a aprovação, por parte da diretoria, de novos estudos para a integração do Campo de Wahoo ao Cluster de Frade, visando aumentar a produção diária.

5º – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETR4) | R$ 48,96 ↑ 3,03% 

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) acompanharam o otimismo do mercado, registrando alta de 3,03% e fechando a R$ 48,96. Houve uma variação positiva de R$ 1,44 em comparação ao último fechamento de R$ 47,52. O dia foi de alta volatilidade e alto giro, com o papel atingindo a máxima de R$ 49,30 e mínima de R$ 48,00. Este ativo foi o grande destaque em termos de liquidez do relatório, com incríveis 47.512.000 ações negociadas e um volume financeiro astronômico de R$ 2.326.187.520,00. A cotação atual está muito próxima do limite superior de 52 semanas (R$ 50,00), distanciando-se significativamente da mínima de R$ 26,93 registrada no mesmo período. A forte demanda pelas PN da Petrobras reflete o apetite por dividendos e a relevância sistêmica do ativo no Índice Bovespa.

A Petrobras, como maior empresa do Brasil, lidera o mercado de energia através da exploração do pré-sal. Recentemente, a companhia divulgou que atingiu recordes de produção trimestral, o que reforçou o otimismo dos analistas quanto à manutenção do pagamento de dividendos extraordinários.

6º – FLEURY S.A. (FLRY3) | R$ 16,03 ↑ 0,69% 

Descrição: A Fleury S.A. apresentou uma valorização moderada de 0,69%, fechando o dia cotada a R$ 16,03. O incremento nominal foi de R$ 0,11 sobre o valor anterior de R$ 15,92. Durante a sessão, os preços oscilaram entre R$ 15,82 e R$ 16,16, demonstrando estabilidade. O volume de negociação foi de 1.815.900 ações, totalizando um giro de R$ 29.108.877,00. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, observa-se que o papel variou entre a mínima de R$ 11,33 e a máxima de R$ 18,10. O desempenho de hoje sugere uma consolidação de preços no setor de saúde e diagnósticos, onde a Fleury se mantém como uma das principais referências em qualidade e governança. O investidor de FLRY3 parece manter uma postura cautelosa, aguardando novos dados sobre a integração de operações após recentes fusões no setor.

O Grupo Fleury é uma das maiores e mais respeitadas organizações de medicina e saúde do Brasil, operando laboratórios de diagnóstico e clínicas de alta especialidade. A notícia mais recente refere-se à expansão de suas unidades de “novos elos”, focadas em especialidades como oftalmologia e infusões, para diversificar as fontes de receita além dos exames laboratoriais.

7º – SÃO MARTINHO S.A. (SMTO3) | R$ 16,15 ↑ 0,62% 

Descrição: As ações da São Martinho (SMTO3) encerraram a jornada com uma leve alta de 0,62%, sendo negociadas a R$ 16,15. A valorização nominal foi de apenas R$ 0,10 comparada ao fechamento de R$ 16,05. O papel oscilou entre R$ 16,08 e R$ 16,50 ao longo do dia, com um volume de ações de 2.471.900 e movimentação financeira de R$ 39.921.185,00. No contexto anual, a ação está operando em um patamar próximo ao valor mediano, com mínima de 52 semanas em R$ 12,91 e máxima em R$ 21,70. Este resultado reflete a dinâmica do setor sucroenergético, que no momento lida com as variações dos preços globais do açúcar e do etanol. A estabilidade no preço das ações demonstra um equilíbrio entre oferta e demanda por parte dos investidores focados em agronegócio.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com grande foco na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da cana-de-açúcar. Uma notícia recente importante foi o investimento da companhia na ampliação de sua planta de etanol de milho, visando garantir produção durante todo o ano, independentemente da safra de cana.

8º – VIVARA PARTICIPAÇÕES S.A. (VIVA3) | R$ 24,95 ↑ 0,20% 

Descrição: A Vivara (VIVA3) registrou uma variação positiva tímida de 0,20%, fechando o pregão a R$ 24,95. O ganho nominal foi de R$ 0,05 em relação ao preço anterior de R$ 24,90. O ativo teve uma oscilação contida durante o dia, transitando entre a mínima de R$ 24,65 e a máxima de R$ 25,10. Foram negociadas 1.649.800 ações, o que gerou um volume financeiro de R$ 41.162.510,00. Considerando os últimos 12 meses, a ação teve seu pico em R$ 35,89 e seu piso em R$ 20,13. O comportamento atual sugere que a empresa está em uma fase de estabilização de preços após volatilidades passadas relacionadas à sucessão de liderança. A manutenção do valor acima da média do setor varejista de luxo indica que o mercado ainda mantém confiança na resiliência da marca e em sua capacidade de expansão de lojas físicas.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, oferecendo uma vasta gama de joias, relógios e acessórios através de diversas marcas. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado a retomada de seu plano agressivo de abertura de lojas da marca Life, visando capturar o crescimento no segmento de joias de prata.

9º – PET CENTER COMÉRCIO E PARTICIPAÇÕES S.A. (PETZ3) | R$ 4,39 – 0,00%

Descrição: As ações da Petz (PETZ3) encerraram o dia sem alteração percentual, mantendo o valor de R$ 4,39. Apesar da variação nula, o papel teve movimentação interna, variando entre a mínima de R$ 4,35 e a máxima de R$ 4,54. O fechamento anterior foi de R$ 4,34 (ajustado ligeiramente no intradia para estabilidade). O volume de ações transacionadas foi de 5.310.700, movimentando financeiramente R$ 23.313.973,00. Olhando para o histórico de 52 semanas, a PETZ3 encontra-se em um patamar baixo, com mínima de R$ 3,56 e máxima de R$ 5,12. A estabilidade de hoje pode ser interpretada como uma pausa técnica dos investidores, que monitoram de perto o cenário de consumo das famílias e as taxas de juros, fatores que impactam diretamente o setor pet. O mercado aguarda gatilhos de crescimento ou notícias sobre consolidação no setor para definir uma nova direção para o ativo.

A Petz é a maior rede de pet shops do Brasil em número de lojas, oferecendo serviços e produtos para animais de estimação. A última notícia de grande impacto para a empresa foi a formalização do acordo definitivo de fusão com a Cobasi, uma operação que promete criar a maior gigante do setor pet na América Latina.

10º – COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA – COPEL (CPLE6) | R$ 14,26 – 0,00% 

Descrição: A Copel (CPLE6) também fechou o dia com estabilidade, mantendo a cotação de R$ 14,26, o que representa uma variação de 0,00%. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 14,09 e a máxima de R$ 14,31 ao longo do pregão. O fechamento anterior registrou R$ 14,22, indicando uma variação nominal nula no consolidado do mercado. O volume de negociações foi relevante para uma ação de utilidade pública, com 8.519.600 ações negociadas e um giro de R$ 121.489.496,00. No acumulado das últimas 52 semanas, a Copel variou entre R$ 8,39 e R$ 14,52, o que coloca a cotação atual muito próxima das máximas anuais. A manutenção do preço no topo da banda reflete a percepção positiva do mercado sobre a eficiência da empresa após seu processo de privatização (transformação em Corporation), atraindo investidores focados em dividendos e estabilidade operacional.

A Copel é uma das maiores empresas de energia do Brasil, atuando na geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia. Recentemente, a companhia anunciou que concluiu a venda de ativos não estratégicos para focar em seus negócios principais, o que foi bem recebido pelos analistas financeiros.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 WEGE3 R$ 44,10 -6,75%
2 VALE3 R$ 79,44 -5,87%
3 PCAR3 R$ 2,28 -5,79%
4 MGLU3 R$ 8,08 -5,39%
5 COGN3 R$ 2,74 -5,19%
6 AMOB3 R$ 13,46 -5,14%
7 BRAP4 R$ 22,61 -4,64%
8 RENT3 R$ 45,20 -4,46%
9 CSAN3 R$ 4,95 -4,44%
10 LREN3 R$ 13,42 -4,21%

1º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 44,10 ↓6,75%

Descrição: A WEG S.A. apresentou uma das quedas mais expressivas do dia, fechando cotada a R$ 44,10. O ativo abriu o pregão sob pressão vendedora, atingindo a mínima de R$ 43,90 e não conseguindo sustentar a máxima diária de R$ 46,79. A variação nominal negativa foi de R$ 3,19 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,29. O volume de ações negociadas foi robusto, totalizando 18.511.300 papéis, o que resultou em um volume financeiro expressivo de R$ 816.348.330,00. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação ainda se encontra em um patamar intermediário, distante da mínima de R$ 33,85 e abaixo da máxima de R$ 54,41. Esse movimento de correção acentuado chama a atenção dos investidores para a volatilidade recente do papel, que ocupa a primeira posição no ranking de relevância deste relatório devido ao alto giro financeiro e variação percentual.

A WEG é uma multinacional brasileira, sediada em Jaraguá do Sul, reconhecida globalmente como uma das maiores fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos, atuando principalmente nos setores de bens de capital e energia. Recentemente, a empresa anunciou a aquisição da operação de motores elétricos industriais e geradores da Regal Rexnord por US$ 400 milhões, reforçando sua expansão internacional.

2º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 79,44 ↓5,87%

Descrição: A mineradora Vale S.A. registrou um recuo significativo de 5,87% no pregão, com suas ações encerrando o dia em R$ 79,44. A variação negativa foi de R$ 4,95 por ação, partindo de um fechamento anterior de R$ 84,39. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 79,25 e a máxima de R$ 82,91. O volume financeiro movimentado pela Vale foi o maior do grupo analisado, atingindo impressionantes R$ 3.429.679.008,00, com 43.173.200 ações trocando de mãos. O ativo mantém uma distância considerável de sua mínima de 52 semanas (R$ 45,64), mas operou bem abaixo da máxima de R$ 91,62 registrada no último ano. A magnitude do volume negociado reflete o peso da companhia no índice Bovespa e a reação do mercado a fatores externos, como a cotação do minério de ferro e expectativas macroeconômicas na China.

A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo e a maior produtora global de minério de ferro e pelotas, além de ser relevante na produção de níquel. Uma notícia de destaque recente envolve a definição de sua nova lista de liderança e os desdobramentos sobre o acordo de reparação relacionado ao desastre de Mariana, que continua no radar dos investidores.

3º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,28 ↓5,79%

Descrição: As ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) enfrentaram uma desvalorização de 5,79%, fechando o dia a R$ 2,28. O ativo, que possui um valor nominal baixo, variou R$ 0,14 negativamente em relação ao fechamento anterior de R$ 2,42. A máxima alcançada no dia foi de R$ 2,41, enquanto a mínima tocou os R$ 2,25. O volume de negociação foi de 2.541.100 ações, gerando um montante financeiro de R$ 5.793.708,00. É importante destacar que o ativo opera muito próximo de sua mínima de 52 semanas, que é de R$ 1,89, evidenciando o momento desafiador para o setor de varejo alimentar de alta renda. A máxima de R$ 4,95 no último ano demonstra que o papel sofreu uma desidratação severa de valor ao longo dos meses.

A Companhia Brasileira de Distribuição (GPA) é um dos maiores grupos de varejo alimentar do Brasil, operando bandeiras como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Recentemente, o mercado repercutiu o processo de desalavancagem da companhia, que incluiu a venda de sua participação remanescente na rede Éxito, visando reduzir seu endividamento líquido.

4º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 8,08 ↓5,39%

Descrição: O Magazine Luiza encerrou o pregão cotado a R$ 8,08, representando uma queda de 5,39%. O recuo nominal foi de R$ 0,46 frente ao fechamento anterior de R$ 8,54. Durante a sessão, o papel registrou máxima de R$ 8,58 e mínima de R$ 8,08, fechando exatamente em seu ponto mais baixo do dia. O volume de ações negociadas foi de 13.846.100, movimentando financeiramente R$ 111.876.488,00. No acumulado de 52 semanas, o ativo apresenta uma oscilação entre R$ 6,15 e R$ 11,44. A pressão sobre as ações da varejista reflete a sensibilidade do setor às curvas de juros futuros e ao consumo das famílias brasileiras, mantendo o investidor em estado de cautela quanto à recuperação das margens operacionais da empresa.

O Magazine Luiza, ou Magalu, é uma das maiores plataformas multicanal do varejo brasileiro, com forte presença no e-commerce. Uma notícia relevante para a empresa foi a recente parceria estratégica com o AliExpress (grupo Alibaba), que permitirá a venda de produtos de ambas as plataformas em seus respectivos marketplaces, visando aumentar a variedade de estoque.

5º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,74 ↓5,19%

Descrição: A Cogna Educação registrou uma retração de 5,19%, com o preço da ação fechando em R$ 2,74. A variação nominal negativa foi de R$ 0,15 comparado ao valor de R$ 2,89 do último fechamento. O ativo apresentou alta liquidez em termos de quantidade de papéis, com 36.746.000 ações negociadas, totalizando um volume de R$ 100.684.040,00. No dia, a máxima chegou a R$ 2,89 e a mínima foi de R$ 2,71. No intervalo de 52 semanas, a ação transitou entre a mínima de R$ 2,13 e a máxima de R$ 4,73. O desempenho diário reforça a volatilidade do setor educacional, que tem buscado reestruturação de custos e foco no ensino digital para retomar a rentabilidade em um cenário de crédito ainda restrito.

A Cogna Educação é a maior holding do setor educacional no Brasil, controlando marcas como Kroton e Saber. Recentemente, a empresa reportou um aumento na geração de caixa operacional e foco na redução de inadimplência, notícias que têm sido acompanhadas de perto pelos analistas do setor de serviços.

6º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,46 ↓5,14%

Descrição: A Automob Participações encerrou o dia com queda de 5,14%, cotada a R$ 13,46. O ativo sofreu uma redução nominal de R$ 0,73 em relação ao fechamento anterior de R$ 14,19. Com um volume de negócios consideravelmente menor em comparação aos outros ativos do ranking (47.700 ações), o volume financeiro totalizou R$ 642.042,00. A ação atingiu sua mínima do dia justamente no fechamento (R$ 13,46), enquanto a máxima foi de R$ 14,10. Nas últimas 52 semanas, o papel oscilou entre a mínima de R$ 10,00 e a máxima de R$ 15,39. A baixa liquidez do ativo pode explicar a variação percentual acentuada com um volume financeiro reduzido, exigindo atenção redobrada do investidor em relação ao “spread” de negociação.

A Automob é uma subsidiária do Grupo Simpar, focada no setor de concessionárias de veículos leves e pesados, atuando com diversas marcas. Recentemente, a empresa concluiu a aquisição de grupos de concessionárias para expandir sua capilaridade geográfica, consolidando-se como um dos maiores players do varejo automotivo no país.

7º – Bradespar S.A. (BRAP4) | R$ 22,61 ↓4,64%

Descrição: As ações preferenciais da Bradespar recuaram 4,64%, fechando o pregão a R$ 22,61. A desvalorização nominal foi de R$ 1,10 frente ao fechamento anterior de R$ 23,71. Durante o dia, o papel oscilou entre R$ 22,51 e R$ 23,45. Foram negociadas 3.217.700 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 72.752.197,00. O desempenho da Bradespar é historicamente atrelado ao desempenho da Vale, dado que sua principal função é a participação acionária na mineradora. Nas últimas 52 semanas, a ação registrou mínima de R$ 13,29 e máxima de R$ 25,63. O movimento de queda de hoje seguiu o fluxo de correção observado no setor de mineração e siderurgia na bolsa brasileira.

A Bradespar é uma companhia de investimentos controlada pelo Grupo Bradesco, possuindo como principal ativo uma participação relevante na Vale S.A. A última notícia de impacto para a holding foi o anúncio do pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) referentes ao exercício de 2024, mantendo sua política de remuneração aos acionistas.

8º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 45,20 ↓4,46%

Descrição: A Localiza fechou o dia em R$ 45,20, apresentando uma queda de 4,46%. A variação nominal negativa foi de R$ 2,11 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,31. O ativo registrou máxima de R$ 47,15 e mínima de R$ 45,19. O giro financeiro foi significativo, totalizando R$ 434.774.280,00, com 9.618.900 ações negociadas. No histórico anual, o papel atingiu a máxima de R$ 53,35 e a mínima de R$ 30,36. A desvalorização diária pode estar associada a ajustes de portfólio e preocupações com a depreciação da frota frente à dinâmica de preços de veículos usados, fator que impacta diretamente os resultados operacionais de locadoras de veículos.

A Localiza é a maior rede de aluguel de carros da América Latina, com uma vasta frota e operação de seminovos. Recentemente, a empresa captou recursos via debêntures para reforçar seu caixa e financiar a renovação de frota, em meio a um cenário de juros que ainda pressiona as despesas financeiras das empresas intensivas em capital.

9º – Cosan S.A. (CSAN3) | R$ 4,95 ↓4,44%

Descrição: A Cosan registrou uma queda de 4,44% no pregão de hoje, encerrando cotada a R$ 4,95. A redução nominal foi de R$ 0,23 comparada ao fechamento anterior de R$ 5,18. O volume de ações foi bastante elevado, com 44.748.300 papéis negociados, gerando um volume financeiro de R$ 221.504.085,00. Durante a sessão, a mínima registrada foi de R$ 4,93 e a máxima de R$ 5,20. Ao olhar para as 52 semanas, observa-se que o papel está operando muito próximo de sua mínima de R$ 4,92, estando consideravelmente distante da máxima de R$ 8,78. Essa proximidade com a mínima histórica anual sinaliza um momento de forte pessimismo ou reavaliação de valor por parte do mercado institucional sobre o conglomerado.

A Cosan é um dos maiores conglomerados econômicos do Brasil, com investimentos em energia, logística (Rumo), lubrificantes (Moove) e gás (Compass). Uma notícia recente que impactou a percepção do mercado foi a suspensão temporária do IPO da Moove nos Estados Unidos devido às condições de mercado, o que frustrou expectativas de entrada imediata de caixa.

10º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 13,42 ↓4,21%

Descrição: As ações da Lojas Renner fecharam a R$ 13,42, apresentando uma desvalorização de 4,21%. O recuo nominal foi de R$ 0,59 em comparação ao fechamento de R$ 14,01 do dia anterior. O papel variou entre a mínima de R$ 13,32 e a máxima de R$ 13,94. Foram movimentados R$ 213.349.818,00 através de 15.897.900 ações. No acumulado das últimas 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 12,25 e a máxima de R$ 18,80. O varejo de vestuário continua enfrentando ventos contrários, como a competição com plataformas internacionais de e-commerce e o clima instável que afeta a sazonalidade das coleções, refletindo-se na queda observada hoje.

A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando também as marcas Camicado e Youcom. Recentemente, a empresa reportou um foco agressivo em sua transformação digital e logística, além de melhorias no braço financeiro (Realize), visando reduzir o risco de crédito e aumentar a fidelidade do cliente.

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