Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 10/03/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 8,79 3,05%
2 WHGR11 R$ 9,53 2,47%
3 KORE11 R$ 75,65 2,44%
4 ICRI11 R$ 96,59 1,14%
5 HFOF11 R$ 6,90 1,02%
6 SNFF11 R$ 73,98 0,85%
7 RBRX11 R$ 8,75 0,81%
8 HGPO11 R$ 150,97 0,72%
9 RCRB11 R$ 141,99 0,63%
10 VGRI11 R$ 8,10 0,62%

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,79 ↑ 3,05%

Descrição: O fundo KCRE11 liderou as valorizações do dia com um fechamento de R$ 8,79, apresentando uma variação positiva de R$ 0,26 por cota. Durante o pregão, o ativo demonstrou resiliência, mantendo sua mínima em R$ 8,74 e atingindo a máxima no valor de fechamento, o que sinaliza uma forte pressão compradora ao final do dia. O volume de negociação foi expressivo, somando R$ 885.733,14, com a movimentação de 100.766 cotas. Este desempenho é notável frente ao fechamento anterior de R$ 8,53. O investidor deve notar que, embora os dados de 52 semanas não estejam detalhados nesta amostragem, o volume financeiro indica liquidez saudável para o perfil do fundo. A estabilidade operacional e o fechamento no teto do dia sugerem um otimismo pontual dos cotistas em relação à gestão de recebíveis imobiliários do portfólio, consolidando-o na primeira posição do nosso ranking atual de performance.

O KCRE11 é um fundo de papel gerido pela Kinea, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com uma parceria estratégica com a fintech Creditas para originação de lastro. Recentemente, a Kinea anunciou a conclusão de uma nova emissão de cotas, visando expandir o portfólio em ativos de crédito pulverizado com garantias imobiliárias robustas.

2º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,53 ↑ 2,47%

Descrição: Na segunda posição, o WHGR11 encerrou a sessão cotado a R$ 9,53, o que representa um incremento de R$ 0,23 em relação ao preço anterior de R$ 9,30. O comportamento do ativo foi de extrema estabilidade intradiária, operando estritamente entre a mínima e a máxima de R$ 9,53, indicando que todas as negociações ocorreram em um patamar de preço consolidado. O volume financeiro movimentado superou a casa de R$ 1,16 milhão, refletindo uma liquidez robusta com 122.421 cotas trocando de mãos. Esse volume de ações negociadas mostra um interesse institucional e de varejo equilibrado. A variação percentual de 2,47% posiciona o fundo como um dos destaques de rendimento de capital no curto prazo. Sem dados de 52 semanas presentes, a análise foca no fluxo imediato, onde o fundo conseguiu sustentar o valor de fechamento sem volatilidade negativa durante as horas de mercado aberto, um sinal de confiança técnica.

O WHGR11 é um fundo híbrido gerido pela Wealth High Governance (WHG), que busca ganhos tanto em crédito imobiliário quanto em participações em ativos reais. Uma notícia relevante recente é a movimentação do fundo para aumentar sua exposição em ativos de logística de alto padrão, aproveitando a compressão de yields em setores mais tradicionais.

3º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 75,65 ↑ 2,44%

Descrição: O KORE11 ocupa o terceiro lugar com um fechamento em R$ 75,65, após uma variação nominal de R$ 1,80. Este ativo apresentou uma volatilidade saudável durante o dia, transitando entre a mínima de R$ 74,20 e a máxima de R$ 75,87. O volume financeiro foi um dos maiores do grupo, totalizando R$ 3.830.310,80, com 50.632 cotas negociadas. Ao compararmos com a mínima de 52 semanas (R$ 60,29) e a máxima (R$ 77,89), percebemos que o fundo está operando próximo ao seu topo histórico anual, indicando um momento de valorização consistente (bullish). O fechamento anterior de R$ 73,85 foi superado com folga, validando a tendência de alta. O volume financeiro elevado corrobora a tese de que há uma entrada de capital institucional buscando as oportunidades de ganho de capital oferecidas pela estratégia de “Oportunidades” da gestão Kinea, que foca em ativos com potencial de retrofit ou valorização acelerada.

Este fundo tem como objetivo o investimento em ativos imobiliários de diversos segmentos com foco em valorização de longo prazo. Em notícia recente, a gestão destacou a reciclagem de portfólio com a venda de ativos amadurecidos, o que deve impactar positivamente a distribuição de dividendos extraordinários nos próximos meses.

4º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 96,59 ↑ 1,14%

Descrição: O ICRI11 registrou um fechamento de R$ 96,59, com uma valorização percentual de 1,14%, correspondente a um aumento de R$ 1,09 por cota. Durante o dia, o fundo oscilou entre R$ 94,70 e R$ 96,90, demonstrando uma amplitude de negociação comum para fundos de papel de alta qualidade. O volume financeiro negociado foi de R$ 2.102.571,12, com um giro de 21.768 cotas. É importante notar que o ativo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 99,00, e bem distante da mínima de R$ 77,11. Isso reflete a proteção que o indexador IPCA oferece em momentos de inflação persistente, atraindo investidores que buscam manutenção do poder de compra. O fechamento anterior de R$ 95,50 serviu como um suporte rompido com sucesso, consolidando a quarta posição no ranking de valorização deste relatório, mantendo uma liquidez diária satisfatória para o investidor.

Gerido pelo Itaú Asset Management, o ICRI11 foca em CRIs indexados ao IPCA. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a manutenção de seu guidance de dividendos, apoiado na deflação de custos de estruturação e na qualidade de crédito (high grade) dos emissores em carteira.

5º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,90 ↑ 1,02%

Descrição: Ocupando a quinta posição, o HFOF11 apresentou um fechamento de R$ 6,90, uma alta de 1,02% (R$ 0,07). O ativo teve uma mínima diária de R$ 6,83 e máxima de R$ 6,90, repetindo o padrão de fechamento no topo do dia. Com um volume de 122.585 ações e movimentação financeira de R$ 845.836,50, o fundo demonstra liquidez capilarizada. Analisando o histórico de 52 semanas, o preço atual está mais próximo da máxima (R$ 7,07) do que da mínima (R$ 4,78), sugerindo que o mercado está precificando positivamente a carteira de fundos detida pelo HFOF. Por ser um “Fundo de Fundos” (FoF), seu desempenho reflete a média ponderada de seus ativos subjacentes. O fechamento anterior foi de R$ 6,83, e a manutenção da trajetória ascendente indica que o desconto sobre o Valor Patrimonial (VP) pode estar diminuindo conforme o setor de tijolo melhora sua performance no mercado secundário.

O HFOF11 é um fundo gerido pela Hedge Investments que investe primordialmente em cotas de outros FIIs. Uma notícia de destaque recente foi a aprovação de uma assembleia para discutir a fusão ou incorporação de ativos menores, visando otimizar a taxa de administração e aumentar a eficiência tributária para o cotista.

6º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 73,98 ↑ 0,85%

Descrição: O SNFF11 encerrou o dia cotado a R$ 73,98, o que representa uma valorização de 0,85% ou R$ 0,62 nominais. O fundo apresentou uma baixa volatilidade intradiária, com mínima de R$ 73,36 e máxima de R$ 74,09. O volume de negociação foi de 5.752 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 425.532,96. Ao observar a janela de 52 semanas, vemos que o ativo já atingiu a máxima de R$ 81,38, estando atualmente em um patamar intermediário de recuperação, visto que a mínima do período foi de R$ 60,35. O fechamento anterior de R$ 73,36 foi superado, indicando uma modesta, mas constante, recuperação de preços. O volume negociado é inferior a outros nomes da lista, sugerindo uma base de cotistas mais focada em “buy and hold”, o que reduz a pressão de venda mas também exige cautela para montagem de posições muito vultosas em um único pregão.

Este é o fundo de fundos da Suno Asset, que busca selecionar ativos baseando-se em análise fundamentalista rígida. Notícias recentes indicam que a gestão tem aumentado a exposição em fundos de shopping e logística, acreditando na retomada do consumo e no crescimento do e-commerce nacional.

7º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,75 ↑ 0,81%

Descrição: O RBRX11 garantiu a sétima posição com um valor de fechamento de R$ 8,75, subindo 0,81% (R$ 0,07). O volume de cotas foi o mais alto entre os dez analisados, com 306.269 ativos negociados, gerando um volume financeiro de R$ 2.679.853,75. Essa alta liquidez é um fator positivo para investidores que buscam facilidade de entrada e saída. O preço oscilou pouco, entre R$ 8,73 e R$ 8,75, mostrando uma forte zona de suporte no patamar atual. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,68, o desempenho foi sólido. Embora a planilha não apresente os dados de 52 semanas, o volume financeiro diário por si só já demonstra que o mercado possui grande interesse na estratégia multiestratégia da RBR, que combina diferentes classes de ativos imobiliários para diversificar riscos e otimizar o retorno médio da carteira, mantendo a volatilidade sob controle.

O RBRX11 é um fundo multiestratégia gerido pela RBR Asset Management. Recentemente, o fundo foi notícia ao anunciar a aquisição estratégica de debêntures imobiliárias de grandes players do setor, buscando captar spreads de crédito mais atrativos em um cenário de juros estáveis.

8º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 150,97 ↑ 0,72%

Descrição: O fundo HGPO11, focado em lajes corporativas premium, fechou o pregão a R$ 150,97, com uma alta de 0,72% (R$ 1,08). Apesar do valor nominal alto por cota, o volume de ações foi baixo, com apenas 312 cotas negociadas, totalizando R$ 47.102,64. Isso indica um ativo de baixa liquidez diária, mas de alto valor agregado. A máxima de 52 semanas é de R$ 152,98 e a mínima de R$ 127,50, mostrando que o fundo está operando em seu nível de resistência superior. A oscilação diária foi entre R$ 149,33 e R$ 150,97. O fechamento anterior foi de R$ 149,89. A escassez de ofertas de venda contribui para manter o preço elevado, refletindo a qualidade dos ativos (Prime Offices) que compõem o portfólio, geralmente localizados em regiões nobres como a Faria Lima em São Paulo, o que garante vacância baixa e aluguéis resilientes.

Gerido pelo Credit Suisse Hedging-Griffo, o HGPO11 possui um portfólio concentrado em edifícios de altíssimo padrão. Uma notícia que movimentou o fundo recentemente foi a proposta de venda da totalidade de seus ativos para outro fundo da casa, o que gerou discussões sobre o prêmio de saída para os atuais cotistas.

9º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 141,99 ↑ 0,63%

Descrição: Na nona posição, o RCRB11 registrou um fechamento de R$ 141,99, com variação positiva de 0,63% (R$ 0,89). O fundo teve uma mínima de R$ 140,56 e máxima de R$ 141,99. Com 12.780 cotas movimentadas, o volume financeiro atingiu R$ 1.814.632,20. Ao analisarmos o intervalo de 52 semanas, o preço atual está extremamente próximo da máxima de R$ 144,97, distanciando-se consideravelmente da mínima de R$ 107,42. Esse crescimento sustentado ao longo do ano reflete a recuperação do setor de escritórios corporativos e a competência da gestão em repactuar contratos de aluguel. O fechamento anterior foi de R$ 141,10. O desempenho de hoje reforça a tendência de valorização para ativos de renda corporativa que possuem boa localização e inquilinos de baixo risco de crédito, mantendo o interesse de investidores que buscam renda mensal estável combinada com ganho de capital.

O Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) é um dos fundos mais tradicionais do mercado, gerido pela Rio Bravo. Recentemente, o fundo anunciou a renovação antecipada de contratos de locação importantes, reduzindo o risco de vacância para os próximos anos e garantindo previsibilidade de fluxo de caixa.

10º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 8,10 ↑ 0,62%

Descrição: Fechando o nosso ranking, o VGRI11 apresentou um fechamento de R$ 8,10, uma leve alta de 0,62% (R$ 0,05). O ativo operou entre a mínima de R$ 8,06 e a máxima de R$ 8,13 durante a sessão. O volume de negociação foi de 74.270 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 601.587,00. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra uma máxima de R$ 8,56 e mínima de R$ 5,98, indicando que, embora esteja em alta no dia, ainda possui espaço para recuperação até o seu topo anual. O fechamento anterior de R$ 8,05 foi superado, demonstrando uma busca por ativos de menor preço nominal que oferecem yields percentuais atrativos. A consistência no volume diário sugere que o fundo mantém uma base fiel de investidores de varejo que utilizam o ativo como ferramenta de diversificação em crédito imobiliário residencial e comercial.

O VGRI11 é gerido pela Valora Investimentos e atua majoritariamente no mercado de crédito. Recentemente, a gestora divulgou um relatório de impacto social e ambiental, reforçando seu compromisso com investimentos responsáveis, o que tem atraído uma nova classe de investidores focados em critérios ESG.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SPXS11 R$ 8,53 -3,51%
2 GARE11 R$ 8,30 -3,15%
3 ITRI11 R$ 85,40 -2,27%
4 CLIN11 R$ 91,76 -2,21%
5 VINO11 R$ 5,25 -2,05%
6 GZIT11 R$ 46,25 -1,60%
7 RBFM11 R$ 11,11 -1,51%
8 AJFI11 R$ 8,10 -1,10%
9 VIUR11 R$ 5,65 -1,05%
10 XPIN11 R$ 68,75 -0,97%

1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,53 ↓3,51%

Descrição: O fundo SPXS11 liderou as quedas do ranking, encerrando o pregão cotado a R$ 8,53, o que representa uma retração acentuada de 3,51% (ou -R$ 0,31 por cota). O ativo abriu e fechou no mesmo patamar de preço, indicando que não houve força de recuperação compradora durante a sessão. O volume de negociação registrou 37.571 cotas, gerando um giro financeiro de R$ 320.480,63. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,84, a pressão vendedora foi evidente. Não há dados disponíveis para as mínimas e máximas de 52 semanas nesta base, sugerindo uma listagem recente ou reestruturação. O comportamento do ativo hoje reflete uma aversão ao risco específica, possivelmente ligada à sua estratégia multiestratégia em um cenário de juros voláteis.

O SPXS11 é um fundo imobiliário gerido pela SPX Capital em parceria com a Syn (ex-Cyrela Commercial Properties), focado em uma estratégia híbrida que permite investir tanto em CRIs quanto em participações diretas em imóveis. Em notícias recentes, o fundo tem sido monitorado pelo mercado devido à sua estratégia de alocação de caixa em ativos de crédito de alta qualidade para sustentar a distribuição de dividendos em patamares competitivos.

2º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,30 ↓3,15%

Descrição: O GARE11 apresentou uma das maiores liquidezes do dia, com um volume expressivo de 1.909.519 cotas negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 15.849.007,70. O papel sofreu uma desvalorização de 3,15%, fechando a R$ 8,30 após ter atingido a mínima de R$ 8,28 durante o dia. A variação nominal negativa foi de R$ 0,27 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,57. A intensa movimentação financeira indica uma rotação de carteira por parte de investidores institucionais, possivelmente reagindo a indicadores macroeconômicos que afetam o setor logístico. O fechamento próximo à máxima do dia (R$ 8,30) mostra que o ativo encontrou um suporte psicológico importante ao final da sessão, embora o sentimento geral tenha permanecido pessimista.

O GARE11 (antigo GALG11) é um fundo focado em galpões logísticos e ativos de renda urbana, com contratos de locação majoritariamente na modalidade “atípica” (longo prazo). Recentemente, a gestão do fundo concluiu a conversão de sua tese de investimento para abranger imóveis de renda urbana, buscando diversificar a base de inquilinos e aumentar a resiliência do portfólio diante de vacâncias setoriais.

3º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 85,40 ↓2,27%

Descrição: O ITRI11 fechou o dia cotado a R$ 85,40, registrando uma queda de 2,27% ou R$ 1,98 nominais. O fundo operou em uma banda larga de preços, com mínima de R$ 85,10 e máxima de R$ 87,98, demonstrando alta volatilidade intradiária. O volume de cotas negociadas foi de 33.451, resultando em um montante financeiro de R$ 2.856.715,40. Ao observar o histórico de 52 semanas, o ativo ainda se mantém distante da mínima de R$ 63,11, mas mostra sinais de correção após se aproximar da máxima anual de R$ 89,38. O recuo de hoje afasta o preço do fechamento anterior de R$ 87,38, sinalizando um ajuste técnico que acompanha a curva de juros futuros.

O ITRI11 é um “fundo de fundos” (FOF) gerido pelo Itaú Asset Management, cujo objetivo é auferir ganhos de capital e rendimentos através da aquisição de cotas de outros FIIs. Uma notícia relevante sobre o fundo é a sua recente movimentação para aumentar a exposição em fundos de “papel” (CRI), visando captar o carrego de taxas de juros mais elevadas e proteger o patrimônio contra a inflação.

4º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 91,76 ↓2,21%

Descrição: O fundo CLIN11 encerrou a sessão com uma desvalorização de 2,21%, estabelecendo o preço de fechamento em R$ 91,76. O volume de negociação foi relativamente baixo, com apenas 7.629 cotas trocando de mãos, o que gerou um volume financeiro de R$ 700.037,04. Curiosamente, o ativo não apresentou oscilação durante o pregão, mantendo a mínima e a máxima no mesmo valor do fechamento (R$ 91,76), o que sugere uma liquidez pontual ou operações em bloco. A queda nominal foi de R$ 2,07 comparado ao fechamento anterior de R$ 93,83. A ausência de dados de 52 semanas dificulta uma análise de tendência de longo prazo, mas o recuo atual acompanha o movimento de correção do setor de fundos de papel indexados à inflação.

O CLIN11 é um fundo imobiliário de recebíveis (papel) gerido pela Clave Capital, que investe predominantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com lastro em diversos segmentos. Recentemente, a Clave Capital destacou em relatório que o fundo mantém uma carteira defensiva, com foco em ativos indexados ao IPCA, buscando mitigar riscos de crédito em períodos de maior incerteza econômica.

5º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,25 ↓2,05%

Descrição: O VINO11, um dos fundos de escritórios mais populares do mercado, registrou queda de 2,05%, fechando a R$ 5,25. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 5,22 e a máxima de R$ 5,35. Com um volume expressivo de 239.610 cotas, o giro financeiro totalizou R$ 1.257.952,50. O valor atual está perigosamente próximo da mínima de 52 semanas (R$ 4,30) e bem distante da máxima de R$ 5,56, evidenciando o momento desafiador para o segmento de lajes corporativas. A variação negativa de R$ 0,11 em relação aos R$ 5,36 anteriores reforça a tendência de baixa que tem perseguido ativos com alta alavancagem ou exposição a vacâncias em centros comerciais.

O VINO11 é gerido pela Vinci Real Estate e possui em seu portfólio ativos icônicos, como a sede da Globo em São Paulo. Em notícias recentes, o fundo anunciou esforços para a venda parcial de ativos e renegociação de dívidas, visando reduzir sua alavancagem financeira e melhorar o fluxo de caixa para a distribuição de dividendos aos cotistas.

6º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 46,25 ↓1,60%

Descrição: O fundo de shopping centers GZIT11 encerrou o dia com queda de 1,60%, sendo negociado a R$ 46,25. O montante financeiro movimentado foi de R$ 1.361.831,25, com um volume de 29.445 cotas. Assim como outros ativos da lista, o GZIT11 teve sua mínima, máxima e fechamento travados no mesmo valor de R$ 46,25, indicando baixa dispersão de preços durante o horário de negociação. A queda nominal foi de R$ 0,75 frente ao fechamento anterior de R$ 47,00. O setor de shoppings costuma ser resiliente, mas a queda de hoje reflete uma correção generalizada do IFIX, impactando mesmo fundos com ativos físicos de alta qualidade e fluxos de caixa estáveis.

O GZIT11 é um fundo que detém participações em shoppings centers desenvolvidos e administrados pela Gazit Brasil, subsidiária da multinacional Gazit-Globe. Notícias recentes apontam que o fundo tem focado na otimização operacional de seus empreendimentos, como o Morumbi Town Shopping, visando elevar as taxas de ocupação e a receita de locação variável (aluguel percentual sobre vendas).

7º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 11,11 ↓1,51%

Descrição: O RBFM11, que funciona como um ETF de fundos imobiliários, registrou uma desvalorização de 1,51%, fechando a R$ 11,11. O ativo teve uma variação de preço entre R$ 11,11 e R$ 11,42 durante a sessão. O volume de negociação foi de 22.602 cotas, totalizando R$ 251.108,22 em volume financeiro. Este fundo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 11,70) e consideravelmente acima da mínima de R$ 8,07, o que sugere que, apesar da queda de R$ 0,17 hoje, o ativo mantém uma trajetória de recuperação sólida no longo prazo. O recuo frente ao fechamento anterior de R$ 11,28 é visto como um ajuste de mercado que espelha a queda do índice IFIX como um todo.

O RBFM11 é um fundo de índice que busca replicar a performance do IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários). Por ser um ETF, ele oferece diversificação automática em uma cesta de FIIs. A última notícia relevante sobre a gestão da Rio Bravo envolve a atualização periódica da carteira teórica, visando manter a aderência aos ativos de maior liquidez e relevância do mercado imobiliário brasileiro.

8º – AJ MALLS FDO INVEST IMOB CEF (AJFI11) | R$ 8,10 ↓1,10%

Descrição: O AJFI11 apresentou uma queda de 1,10%, encerrando o dia cotado a R$ 8,10. A mínima do dia foi de R$ 8,05 e a máxima de R$ 8,19, mostrando que o ativo conseguiu se recuperar levemente de sua mínima intradiária. Foram negociadas 46.686 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 378.156,60. O fechamento anterior foi de R$ 8,19, resultando em uma perda nominal de R$ 0,09. O ativo está posicionado entre sua mínima de 52 semanas de R$ 6,22 e a máxima de R$ 8,70, o que indica que, apesar do recuo diário, o fundo ainda preserva boa parte dos ganhos acumulados no último ano, mantendo-se em uma zona de consolidação de preços.

O AJFI11 é um fundo imobiliário focado no segmento de shoppings centers, com ativos estrategicamente localizados. Recentemente, o fundo ganhou destaque no noticiário especializado por sua estratégia de expansão e melhoria do mix de lojas em seus empreendimentos, buscando atrair marcas de maior valor agregado para impulsionar o fluxo de consumidores e as vendas totais.

9º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 5,65 ↓1,05%

Descrição: O fundo VIUR11 encerrou o pregão a R$ 5,65, uma queda de 1,05% em relação ao fechamento de R$ 5,71. O papel oscilou entre R$ 5,60 e R$ 5,69 durante o dia, com um volume de 84.610 cotas negociadas e giro de R$ 478.046,50. A variação nominal negativa foi de apenas R$ 0,06, sendo uma das quedas menos expressivas do grupo analisado. Com uma máxima de 52 semanas de R$ 6,19 e mínima de R$ 4,46, o fundo demonstra uma volatilidade controlada. O volume negociado hoje indica uma manutenção de interesse por parte dos investidores de varejo, que buscam ativos de renda urbana devido à previsibilidade dos contratos de aluguel.

O VIUR11 é gerido pela Vinci Real Estate e focado em ativos de renda urbana, como escolas, faculdades e lojas de varejo de rua. Uma notícia recente que impactou o fundo foi a renovação de contratos de locação com importantes instituições de ensino, garantindo a estabilidade da distribuição de rendimentos para os próximos períodos, apesar das oscilações de preço na bolsa.

10º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 68,75 ↓0,97%

Descrição: O XPIN11 foi o ativo que apresentou a menor variação negativa do ranking, recuando 0,97% para fechar em R$ 68,75. Durante o pregão, o fundo atingiu a máxima de R$ 69,50 e a mínima de R$ 68,59. O volume financeiro foi expressivo, alcançando R$ 961.743,75 com a negociação de 13.989 cotas. O fechamento anterior foi de R$ 69,42, uma diferença nominal de R$ 0,67. O fundo está operando em um patamar intermediário em relação ao seu histórico de 52 semanas (mínima de R$ 58,36 e máxima de R$ 81,26). A resiliência demonstrada hoje, com uma queda abaixo de 1%, sugere que o mercado vê valor defensivo em seus ativos industriais e logísticos.

O XPIN11 é um fundo gerido pela XP Asset Management, composto por galpões industriais e logísticos localizados principalmente em hubs de infraestrutura. Em notícias recentes, o fundo informou ao mercado sobre a conclusão de benfeitorias em alguns de seus condomínios logísticos, visando a retenção de inquilinos e a possibilidade de revisão contratual para cima nos próximos ciclos.

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