Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | WHGR11 | R$ 9,55 | 2,69% |
| 2 | OUJP11 | R$ 89,09 | 2,23% |
| 3 | RECR11 | R$ 80,61 | 2,17% |
| 4 | GZIT11 | R$ 45,96 | 1,46% |
| 5 | KORE11 | R$ 75,00 | 1,15% |
| 6 | CCME11 | R$ 8,86 | 0,91% |
| 7 | VGRI11 | R$ 8,34 | 0,72% |
| 8 | KNHF11 | R$ 99,50 | 0,71% |
| 9 | CPSH11 | R$ 10,49 | 0,67% |
| 10 | BLMG11 | R$ 33,83 | 0,59% |
1º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,55 ↑ 2,69%
Descrição: O fundo WHGR11 lidera o ranking de valorização no período analisado, apresentando um fechamento de R$ 9,55, o que representa uma alta expressiva de 2,69% em relação ao fechamento anterior de R$ 9,30. Durante a sessão, o ativo demonstrou estabilidade absoluta em seu intervalo de negociação, registrando tanto a mínima quanto a máxima no valor de R$ 9,55. O volume de cotas negociadas atingiu a marca de 17.335 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 165.549,25. Embora o banco de dados não apresente o histórico de variações das últimas 52 semanas (mínima e máxima sem dados), a variação nominal positiva de R$ 0,25 por cota reforça o otimismo dos investidores neste pregão específico. O ativo demonstra uma liquidez moderada comparada aos pares, mas mantém a primeira posição devido ao seu ganho percentual superior, consolidando-se como o principal destaque de valorização entre os dez fundos selecionados para este relatório setorial.
O WHGR11 é um fundo imobiliário do tipo híbrido, focado na gestão ativa de uma carteira que pode incluir imóveis comerciais, logísticos e outros ativos reais para geração de renda e ganho de capital. Recentemente, a WHG (Wealth High Governance) tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar os dividendos distribuídos aos cotistas.
2º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 89,09 ↑ 2,23%
Descrição: Ocupando a segunda posição, o OUJP11 registrou uma performance sólida com fechamento em R$ 89,09, uma variação positiva de R$ 1,94 por cota, equivalente a 2,23%. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 86,34 e a máxima de R$ 89,47 durante o dia, mostrando uma recuperação consistente desde o fechamento anterior de R$ 87,15. Observando o horizonte de 52 semanas, nota-se que o fundo está operando muito próximo de sua máxima histórica no período (R$ 89,47), distanciando-se consideravelmente da mínima de R$ 62,14. O volume de negociações foi de 9.130 cotas, movimentando financeiramente R$ 813.391,70. Esta proximidade com o topo anual sugere uma forte confiança do mercado na qualidade dos ativos de crédito imobiliário que compõem sua carteira, mantendo um patamar de preços elevado mesmo em cenários de volatilidade.
Este é um fundo de papel gerido pela JPP Capital, investindo majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com boa classificação de risco. Em notícias recentes, a gestão destacou a manutenção de um spread saudável sobre os índices de inflação, garantindo proventos estáveis para o próximo semestre.
3º – FDO INV IMOB – FII UBS (BR) RECEB IMOB ETF (RECR11) | R$ 80,61 ↑ 2,17%
Descrição: O RECR11 apresenta-se na terceira colocação com um dos maiores volumes financeiros do ranking, totalizando R$ 5.355.002,91 movimentados. O valor de fechamento fixou-se em R$ 80,61, uma alta de 2,17% ou R$ 1,71 nominais. O pregão foi marcado por uma volatilidade saudável, com mínima de R$ 79,50 e máxima de R$ 80,80. Ao analisar as últimas 52 semanas, o fundo transita em um canal intermediário, com mínima de R$ 65,23 e máxima de R$ 82,18, indicando que ainda possui margem para testar resistências anteriores. O volume de 66.431 ações negociadas demonstra a alta liquidez do ativo, sendo um dos preferidos pelos investidores de varejo que buscam exposição ao mercado de recebíveis imobiliários. A variação percentual robusta coloca o fundo como um dos pilares de sustentação do índice no dia.
O RECR11, gerido pela Vinci Partners (após integração com a UBS BB), é um fundo de recebíveis que foca em ativos de crédito imobiliário diversificados. Uma notícia relevante recente é a conclusão de sua última emissão de cotas, visando a aquisição de novos CRIs indexados ao IPCA.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,96 ↑ 1,46%
Descrição: Na quarta posição, o GZIT11 fechou o dia cotado a R$ 45,96, representando uma valorização de 1,46% em relação ao fechamento anterior de R$ 45,30. O ativo apresentou um comportamento atípico de baixa oscilação intradiária, com a mínima e a máxima registradas exatamente no valor do fechamento (R$ 45,96). Foram negociadas 11.916 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 547.659,36. Assim como o líder do ranking, este ativo não possui dados registrados de mínima e máxima para as últimas 52 semanas no relatório atual. A variação de R$ 0,66 por cota reflete um ajuste positivo no apetite do investidor por fundos de shopping centers, setor no qual este fundo atua. A consistência no preço de negociação durante o dia sugere uma pressão de compra equilibrada que sustentou o patamar de alta.
O GZIT11 é focado na exploração de shopping centers, pertencente ao grupo internacional Gazit-Globe. Recentemente, a empresa anunciou investimentos na expansão de suas principais propriedades em São Paulo para aumentar a Área Bruta Locável (ABL) e atrair novas âncoras varejistas.
5º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 75,00 ↑ 1,15%
Descrição: O KORE11 ocupa o quinto lugar, encerrando a sessão a R$ 75,00, um incremento de 1,15% ou R$ 0,85. O fundo teve uma movimentação intensa, com 37.168 cotas trocando de mãos, resultando em um volume negociado de R$ 2.787.600,00. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 74,17 e a máxima de R$ 75,54. Um dado extremamente relevante é que o fundo rompeu sua máxima das últimas 52 semanas registrada anteriormente (R$ 77,89 parece ser o alvo atual, enquanto a mínima do período foi R$ 60,29). O fechamento atual mostra que o mercado está precificando positivamente a gestão da Kinea. A variação demonstra resiliência, mantendo o valor acima do fechamento prévio de R$ 74,15, consolidando o interesse institucional e de pessoas físicas no portfólio de oportunidades imobiliárias do fundo.
Gerido pela Kinea Investimentos (Itaú), o KORE11 investe em ativos imobiliários de diversos setores com foco em valorização. A última notícia relevante envolve a distribuição recorde de rendimentos no último mês, impulsionada pelo ganho de capital na venda de ativos do portfólio.
6º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 8,86 ↑ 0,91%
Descrição: O fundo CCME11 situa-se na sexta posição com um fechamento de R$ 8,86, alta de 0,91% (R$ 0,08). Durante a jornada, o ativo oscilou entre R$ 8,75 e R$ 8,88, partindo de um fechamento anterior de R$ 8,78. O volume de negociação foi robusto para o seu patamar de preço, com 37.060 cotas movimentando R$ 328.351,60. Ao analisarmos o histórico anual, o fundo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 9,56, e bem distante da mínima de R$ 7,32. Essa proximidade com o teto anual indica que o mercado vê valor nos ativos multiestratégia do fundo. A variação positiva, embora abaixo de 1%, é significativa para um fundo de menor valor nominal, refletindo uma demanda constante pela tese de investimento proposta pela Canuma Capital.
O CCME11 é um fundo multiestratégia que investe tanto em tijolo quanto em papel, buscando flexibilidade. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado uma alteração em sua política de investimentos para permitir uma maior alocação em ativos de logística de alto padrão.
7º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 8,34 ↑ 0,72%
Descrição: Ocupando o sétimo lugar, o VGRI11 registrou fechamento de R$ 8,34, uma valorização de 0,72% (R$ 0,06). O fundo teve uma liquidez considerável, com 50.487 cotas negociadas e volume financeiro de R$ 421.061,58. O intervalo do dia ficou entre R$ 8,28 e R$ 8,38, superando o fechamento anterior de R$ 8,28. No quadro de 52 semanas, o ativo demonstra estabilidade, operando perto da sua máxima de R$ 8,56, tendo R$ 6,18 como piso histórico do período. O comportamento do ativo sugere uma busca por proteção e renda recorrente, características comuns de fundos geridos pela Valora. A variação de hoje mostra uma recuperação gradual, mantendo o fundo em uma zona de preço atraente para investidores focados em dividend yield, dada a estabilidade de suas cotações nos últimos meses.
O VGRI11 é focado em ativos de renda imobiliária, especificamente em recebíveis e contratos de locação. A última notícia sobre o fundo refere-se à renovação antecipada de contratos de locação de seu portfólio, garantindo previsibilidade de caixa para os próximos 24 meses.
8º – KINEA HEDGE FUND FDO INV IMOB CEF (KNHF11) | R$ 99,50 ↑ 0,71%
Descrição: O KNHF11, na oitava posição, fechou o dia a R$ 99,50, com uma alta de 0,71% (R$ 0,70). Este fundo atingiu exatamente sua máxima das últimas 52 semanas (R$ 99,50) durante o pregão de hoje, partindo de uma mínima anual de R$ 74,85. O volume financeiro foi muito expressivo, totalizando R$ 3.182.209,00 com a negociação de 31.982 cotas. A mínima do dia foi de R$ 98,47, partindo de um fechamento anterior de R$ 98,80. Estar no topo do seu histórico de 52 semanas indica um momento de “momentum” positivo extremamente forte. O volume financeiro elevado corrobora a tese de que grandes investidores estão se posicionando no fundo, possivelmente antecipando resultados positivos ou novos movimentos estratégicos da gestora Kinea para este veículo de hedge fund imobiliário.
O KNHF11 é um fundo de estratégia Hedge, que utiliza diversas ferramentas do mercado imobiliário e financeiro para proteger o capital e buscar retornos acima da média. Recentemente, o fundo foi destaque em portais financeiros pela sua resiliência frente à oscilação dos juros futuros no Brasil.
9º – SHOPPINGS AAA FDO DE INV IMOB (CPSH11) | R$ 10,49 ↑ 0,67%
Descrição: Na nona colocação, o CPSH11 destaca-se pelo maior volume de cotas negociadas entre os dez analisados, com 438.193 unidades, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 4.596.644,57. O fechamento ocorreu a R$ 10,49, uma alta de 0,67% (R$ 0,07). O fundo oscilou entre R$ 10,37 e R$ 10,53 durante o dia, vindo de um fechamento anterior de R$ 10,42. Em relação às 52 semanas, o fundo está operando próximo de sua máxima de R$ 10,93, com mínima de R$ 7,82. A alta liquidez diária reflete a popularidade deste fundo de shoppings de alto padrão entre os investidores, que aproveitam a variação nominal pequena para realizar grandes operações de volume, mantendo a cotação em tendência de alta moderada, mas sustentada pela qualidade dos ativos subjacentes.
O CPSH11 é focado em shoppings de luxo (Classe AAA), buscando ativos com alta barreira de entrada e público de alto poder aquisitivo. A última notícia do fundo destaca o aumento nas vendas por metro quadrado de seus shoppings parceiros, superando os níveis pré-pandemia de forma consolidada.
10º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 33,83 ↑ 0,59%
Descrição: Fechando o ranking na décima posição, o BLMG11 encerrou a R$ 33,83, uma valorização discreta de 0,59% ou R$ 0,20. O ativo movimentou um volume financeiro de R$ 102.301,92 com a negociação de 3.024 cotas. Durante a sessão, o fundo teve mínima de R$ 33,62 e máxima de R$ 34,49, partindo de um fechamento anterior de R$ 33,63. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo encontra-se em um patamar de recuperação, ainda distante da sua máxima de R$ 37,19 e acima da mínima de R$ 25,38. Embora apresente o menor ganho percentual e o menor volume financeiro da lista, a manutenção do viés de alta é positiva para o setor de logística, indicando que, mesmo com menor liquidez, ainda há pressão compradora superando a vendedora neste ativo específico.
O BLMG11 investe em galpões logísticos de alto padrão, focados em atender o setor de e-commerce e grandes varejistas. Recentemente, a BlueMacaw anunciou a renegociação de um contrato de locação importante em um de seus condomínios logísticos, reduzindo a vacância financeira para níveis próximos de zero.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | TGAR11 | R$ 73,34 | -4,27% |
| 2 | ARRI11 | R$ 6,69 | -2,19% |
| 3 | HCTR11 | R$ 20,62 | -2,09% |
| 4 | PCIP11 | R$ 85,50 | -1,72% |
| 5 | XPML11 | R$ 107,72 | -1,36% |
| 6 | BROF11 | R$ 60,19 | -1,28% |
| 7 | AJFI11 | R$ 8,09 | -1,22% |
| 8 | KIVO11 | R$ 63,57 | -1,01% |
| 9 | KISU11 | R$ 7,14 | -0,97% |
| 10 | ICRI11 | R$ 98,89 | -0,96% |
1º – TG ATIVO REAL FII (TGAR11) | R$ 73,34 ↓ 4,27%
Descrição: O fundo TGAR11 lidera o ranking de volume e movimentação, porém registrou a maior queda percentual do dia, recuando 4,27%. O ativo encerrou a sessão cotado a R$ 73,34, aproximando-se perigosamente de sua mínima de 52 semanas, que é de R$ 72,74. Durante o pregão, a oscilação foi significativa, variando entre a mínima de R$ 73,30 e a máxima de R$ 76,05. O volume de negociação financeira foi robusto, somando R$ 17.902.880,72, com um total de 244.108 cotas trocando de mãos. O fechamento anterior havia sido de R$ 76,61, o que representa uma perda nominal de R$ 3,27 por cota. Este fundo é classificado como um FII de desenvolvimento, com foco em ativos imobiliários de capital fechado e projetos residenciais. A TG Core, gestora do fundo, recentemente destacou em relatório gerencial a continuidade das obras em seu portfólio de loteamentos e multipropriedades, mantendo o guidance de distribuição de dividendos apesar da volatilidade recente no valor patrimonial das cotas.
2º – ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS (ARRI11) | R$ 6,69 ↓ 2,19%
Descrição: Na segunda posição, o ARRI11 apresentou uma retração de 2,19%, fechando o dia a R$ 6,69. O fundo operou em uma banda estreita, com mínima de R$ 6,63 e máxima de R$ 6,87, demonstrando uma pressão vendedora constante após o fechamento anterior de R$ 6,84. O volume financeiro movimentado foi de R$ 301.484,85, refletindo 45.065 ações negociadas. Comparando com seu histórico de 52 semanas, o valor atual está distante do topo de R$ 7,02, mas ainda acima do suporte de R$ 5,97. O ARRI11 é um fundo de papel (CRI) gerido pela Atrio, focado em crédito imobiliário com o objetivo de gerar renda via juros e correção monetária. Em sua última atualização ao mercado, o fundo reforçou sua estratégia de reciclagem de portfólio para buscar ativos com melhores taxas de retorno real em um cenário de inflação persistente.
3º – HECTARE CE FII (HCTR11) | R$ 20,62 ↓ 2,09%
Descrição: O HCTR11 encerrou o dia com uma desvalorização de 2,09%, sendo cotado a R$ 20,62. O ativo teve um volume de ações de 49.314 e uma movimentação financeira de R$ 1.016.854,68. Ao longo do dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 20,60 e a máxima de R$ 21,10, vindo de um fechamento prévio de R$ 21,06. Este fundo tem enfrentado um período de alta volatilidade, operando bem abaixo de sua máxima anual de R$ 22,73, embora ainda acima da mínima de R$ 15,69 registrada nos últimos 12 meses. O Hectare CE é um fundo de recebíveis imobiliários focado em ativos de maior risco (High Yield). Recentemente, o fundo esteve no centro de discussões no mercado devido à inadimplência de alguns CRIs em sua carteira, o que impactou diretamente a distribuição de proventos e o valor de mercado das cotas.
4º – VBI CRI FII (PCIP11) | R$ 85,50 ↓ 1,72%
Descrição: O PCIP11 registrou uma queda de 1,72%, finalizando o pregão em R$ 85,50. O fundo movimentou R$ 3.345.187,50, com um volume de 39.125 cotas. Durante o dia, o ativo tocou a mínima de R$ 85,21 e a máxima de R$ 87,21, corrigindo em relação ao fechamento anterior de R$ 87,00. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, mantendo-se mais próximo da máxima de R$ 88,16 do que da mínima de R$ 71,24. Gerido pela VBI Real Estate, o PCIP11 é um fundo de “papel” focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários. Em notícias recentes, a gestora anunciou a conclusão de uma nova emissão de cotas, visando expandir o portfólio de crédito e aproveitar as oportunidades de taxas elevadas no mercado secundário de dívida imobiliária.
5º – XP MALLS FII (XPML11) | R$ 107,72 ↓ 1,36%
Descrição: Um dos gigantes do setor de shoppings, o XPML11, recuou 1,36%, fechando a R$ 107,72. O fundo teve o maior volume financeiro da lista, totalizando expressivos R$ 29.515.495,44, com 274.002 cotas negociadas. O ativo oscilou entre R$ 107,24 e R$ 109,49. Apesar da queda diária frente ao fechamento anterior de R$ 109,20, o fundo segue em um patamar sólido comparado à sua mínima anual de R$ 88,52. O XP Malls é gerido pela XP Asset e possui participação em diversos shoppings de alta performance no Brasil. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado a aquisição de fatias adicionais em shoppings da rede JHSF, consolidando sua posição como um dos maiores players do segmento e otimizando a geração de fluxo de caixa operacional.
6º – BRPR CORPORATE OFFICES FII (BROF11) | R$ 60,19 ↓ 1,28%
Descrição: O BROF11 fechou em queda de 1,28%, cotado a R$ 60,19. Com 38.683 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 2.328.329,77. A variação nominal foi de R$ 0,78 negativos em relação ao fechamento anterior de R$ 60,97. O fundo atingiu uma mínima diária de R$ 59,34 e máxima de R$ 62,00. No horizonte de um ano, o ativo flutuou entre R$ 41,60 e R$ 63,93. O BROF11 é focado em lajes corporativas de alto padrão (Classe A), herdando ativos da antiga Brookfield Property. A última notícia relevante sobre a empresa envolve a redução da vacância em seus imóveis localizados no Rio de Janeiro e em São Paulo, fruto de novas locações que devem impactar positivamente a receita imobiliária nos próximos trimestres.
7º – AJ MALLS FDO INVEST IMOB (AJFI11) | R$ 8,09 ↓ 1,22%
Descrição: O AJFI11 encerrou a sessão a R$ 8,09, apresentando uma baixa de 1,22%. O volume de negociação foi modesto, com R$ 106.229,79 movimentados e 13.131 cotas trocando de mãos. O preço de fechamento coincidiu com a mínima do dia (R$ 8,09), enquanto a máxima foi de R$ 8,25. O valor está posicionado entre a mínima de 52 semanas de R$ 6,44 e a máxima de R$ 8,70. Este fundo atua no segmento de shopping centers e é gerido pela Hurst Capital. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição mensal de dividendos em linha com o esperado, mantendo a estratégia de foco em ativos localizados em regiões com alto poder aquisitivo e resiliência de consumo.
8º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB (KIVO11) | R$ 63,57 ↓ 1,01%
Descrição: O KIVO11 registrou um recuo de 1,01%, fechando a R$ 63,57. Durante o pregão, o fundo oscilou entre R$ 63,35 e R$ 64,59, partindo de um fechamento anterior de R$ 64,22. O volume financeiro foi de R$ 737.920,56 com 11.608 cotas negociadas. O ativo está atualmente abaixo da sua máxima de 52 semanas de R$ 68,13, mas acima do piso de R$ 52,22. O KIVO11 é um fundo de recebíveis imobiliários (papel) gerido pela Kilima Asset. A gestora divulgou recentemente que está monitorando de perto a qualidade do crédito de sua carteira, buscando aumentar a exposição a títulos indexados ao IPCA para proteger o investidor contra o cenário inflacionário brasileiro.
9º – KILIMA FI EM COTAS SUNO 30 (KISU11) | R$ 7,14 ↓ 0,97%
Descrição: O fundo de fundos KISU11 fechou com queda de 0,97%, sendo negociado a R$ 7,14. O volume financeiro somou R$ 295.496,04, referente a 41.386 cotas. O ativo variou entre R$ 7,12 e R$ 7,21 no dia, vindo de um fechamento anterior de R$ 7,21. O preço atual está próximo da máxima anual de R$ 7,34, indicando que, apesar da queda diária, o fundo mantém boa performance no longo prazo. O KISU11 é um Fundo de Fundos (FoF) que segue o índice Suno 30, investindo nos FIIs mais consistentes do mercado. Em sua última carta aos cotistas, a Kilima Asset destacou o rebalanceamento da carteira para aumentar a exposição a fundos de tijolo, aproveitando a perspectiva de queda da Selic.
10º – ITAU CRED IMOB IPCA FII (ICRI11) | R$ 98,89 ↓ 0,96%
Descrição: Fechando o ranking, o ICRI11 teve uma queda de 0,96%, encerrando a R$ 98,89. O fundo movimentou R$ 2.555.416,49 no dia, com 25.841 cotas negociadas. Durante a sessão, o valor oscilou de R$ 98,89 a R$ 100,60, partindo de R$ 99,85 no dia anterior. O ativo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 100,60. O ICRI11 é um fundo de crédito imobiliário gerido pelo Itaú Asset Management, focado em CRIs indexados ao IPCA. Recentemente, o fundo comunicou a aquisição de novos títulos de dívida com rating elevado (Grau de Investimento), reforçando a estratégia de segurança e previsibilidade de caixa para seus investidores.