Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 18/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 ENEV3 R$ 24,35 15,08%
2 PRIO3 R$ 66,03 5,33%
3 AMOB3 R$ 11,25 3,12%
4 MBRF3 R$ 17,03 2,47%
5 PETR3 R$ 51,63 1,77%
6 PETR4 R$ 47,00 1,34%
7 BRAV3 R$ 18,26 1,33%
8 SMTO3 R$ 18,18 0,66%
9 RECV3 R$ 13,74 0,66%
10 HYPE3 R$ 22,10 0,45%

1º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 24,35 ↑ 15,08%

Descrição: A Eneva (ENEV3) encerrou o dia com uma performance excepcional, liderando o ranking com uma valorização de 15,08%, o que representa um aumento nominal de R$ 3,19 por cota. O papel abriu o dia próximo à mínima de R$ 20,91 e escalou até atingir a máxima de R$ 24,85, que coincide com sua máxima das últimas 52 semanas, sinalizando um forte movimento de rompimento. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 65.047.400 unidades, resultando em um giro financeiro robusto de R$ 1.583.904.190,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 21,16, a pressão compradora foi dominante durante toda a sessão. Este movimento coloca a empresa em um patamar de preço significativamente superior à sua mínima anual de R$ 11,48, consolidando uma trajetória de recuperação e otimismo por parte dos investidores institucionais e de varejo, que acompanharam de perto a liquidez elevada do ativo neste pregão.

A Eneva é uma empresa integrada de energia, atuando desde a exploração e produção de gás natural até a geração de energia elétrica em complexos termelétricos. Recentemente, o mercado repercutiu a notícia de que a empresa concluiu com sucesso o processo de fusão/incorporação de ativos da BTG Pactual Holding Financeira, visando otimizar sua estrutura de capital e expandir sua capacidade operacional no setor de óleo e gás.

2º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 66,03 ↑ 5,33%

Descrição: A PRIO (PRIO3) apresentou um desempenho sólido na segunda posição, registrando uma alta de 5,33% e fechando cotada a R$ 66,03. A variação positiva em termos monetários foi de R$ 3,34. Durante a jornada, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 62,99 e a máxima de R$ 66,11, esta última representando também o topo das últimas 52 semanas para a companhia. Com 20.885.000 ações trocando de mãos, o volume negociado totalizou R$ 1.379.036.550,00, evidenciando uma liquidez saudável. O preço de fechamento superou com folga o valor anterior de R$ 62,69, mantendo a ação bem distante da sua mínima anual registrada de R$ 32,68. O interesse comprador reflete a confiança no operacional da petroleira, que tem demonstrado eficiência na gestão de custos e na revitalização de campos maduros, fatores que contribuem para a manutenção do otimismo do mercado financeiro em relação ao papel.

A PRIO (antiga Petro Rio) é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás natural do Brasil, focada na gestão de reservatórios e no aumento da vida útil de campos já em produção. Uma notícia de destaque recente envolve a divulgação de seus dados de produção mensal, que mostraram níveis recordes de extração no Campo de Frade, impulsionando a revisão positiva de preço-alvo por diversas casas de análise.

3º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 11,25 ↑ 3,12%

Descrição: A Automob Participações (AMOB3) ocupa o terceiro lugar no relatório, com uma valorização de 3,12%, fechando o dia a R$ 11,25. O incremento no valor da ação foi de R$ 0,34 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,91. O ativo demonstrou uma volatilidade contida, com a mínima do dia em R$ 10,90 e a máxima alcançando R$ 11,29. Entretanto, chama a atenção o volume negociado, que foi consideravelmente menor que os líderes do ranking, com apenas 88.900 ações transacionadas e um volume financeiro de R$ 1.000.125,00. Apesar da baixa liquidez relativa, a ação se manteve resiliente, operando acima da mínima de 52 semanas de R$ 10,00, mas ainda distante da máxima anual de R$ 15,50. O desempenho positivo de hoje sugere uma manutenção de valor após o ajuste do dia anterior, embora o baixo volume exija cautela por parte de investidores que buscam entradas ou saídas rápidas de posições relevantes.

A Automob Participações é um dos maiores grupos de concessionárias de veículos do Brasil, operando multimarcas e serviços relacionados ao setor automotivo. No cenário corporativo, a empresa tem focado na consolidação de sua rede através de aquisições estratégicas, sendo a notícia mais recente a integração operacional de novas unidades no interior de São Paulo, visando ganhos de escala e sinergia logística.

4º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 17,03 ↑ 2,47%

Descrição: As ações da Marfrig (MBRF3) registraram uma alta de 2,47% nesta sessão, encerrando o dia a R$ 17,03. A variação positiva foi de R$ 0,41 por papel. Durante o pregão, os preços flutuaram entre a mínima de R$ 16,26 e a máxima de R$ 17,41. O volume de ações negociadas atingiu 12.010.300 unidades, gerando um movimento financeiro de R$ 204.535.409,00. O fechamento anterior havia sido de R$ 16,62, mostrando que o mercado absorveu bem as ofertas de venda e empurrou o preço para cima. Atualmente, a MBRF3 opera em uma faixa intermediária em relação ao seu histórico anual, estando acima da mínima de R$ 12,84, mas abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 26,83. O volume financeiro transacionado demonstra que o ativo continua no radar de grandes fundos, mantendo uma liquidez importante para o setor de proteína animal na B3.

A Marfrig é uma das líderes mundiais na produção de carne bovina e uma das maiores empresas de alimentos do mundo, com forte presença nos Estados Unidos e na América do Sul. A última notícia relevante da companhia refere-se ao aumento de sua participação acionária na BRF, consolidando ainda mais sua influência estratégica no setor de proteínas diversificadas e alimentos processados.

5º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 51,63 ↑ 1,77%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam em alta de 1,77%, atingindo o valor de R$ 51,63. O aumento nominal foi de R$ 0,90 em comparação ao fechamento anterior de R$ 50,73. Ao longo do dia, o papel registrou a mínima de R$ 50,98 e a máxima de R$ 51,94, que é exatamente o valor máximo alcançado pelo ativo nas últimas 52 semanas. Foram negociadas 16.851.600 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 870.048.108,00. A força do papel é evidente quando observamos a distância para a mínima anual de R$ 29,34. O apetite dos investidores pelas ações ordinárias reflete a busca por proventos e a estabilidade operacional da estatal em meio às oscilações do preço do barril de petróleo no mercado internacional. A liquidez de quase um bilhão de reais reafirma a PETR3 como um dos pilares do índice Bovespa.

A Petrobras é uma empresa de capital aberto cujo acionista majoritário é o governo do Brasil, atuando de forma integrada na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural. Recentemente, a empresa ganhou destaque nos noticiários devido ao anúncio de novos investimentos no pré-sal e à confirmação do pagamento de dividendos extraordinários, o que movimentou o mercado e atraiu investidores focados em renda.

6º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 47,00 ↑ 1,34%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) acompanharam o movimento de alta do setor, subindo 1,34% e encerrando a R$ 47,00. A valorização foi de R$ 0,62 em relação ao preço de fechamento de ontem, que foi de R$ 46,38. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 46,55 e a máxima de R$ 47,15. O volume negociado foi o maior do ranking em termos financeiros, totalizando impressionantes R$ 2.577.414.200,00, provenientes da troca de 54.838.600 ações. O fechamento atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 47,26), demonstrando uma tendência de alta consistente. Comparado à mínima anual de R$ 27,30, o papel apresenta uma valorização expressiva no longo prazo. A alta liquidez da PETR4 a torna o veículo preferencial para investidores estrangeiros e institucionais que buscam exposição ao mercado brasileiro de commodities e energia.

A Petrobras (PETR4) foca na produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas. Diferente das ordinárias, as ações preferenciais possuem prioridade no recebimento de dividendos. Uma notícia recente importante foi o início da operação de uma nova unidade flutuante de produção (FPSO) no campo de Mero, o que deve elevar a capacidade de extração da companhia nos próximos trimestres.

7º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,26 ↑ 1,33%

Descrição: A Brava Energia (BRAV3) registrou uma valorização de 1,33% no pregão de hoje, com o preço por ação finalizando em R$ 18,26. O ganho por papel foi de R$ 0,24. Durante as negociações, o preço variou entre a mínima de R$ 18,01 e a máxima de R$ 18,50. O volume de ações negociadas foi de 6.810.500, o que gerou um giro financeiro de R$ 124.359.730,00. O papel havia fechado a sessão anterior a R$ 18,02. Atualmente, a BRAV3 se encontra em uma posição confortável acima de sua mínima anual de R$ 13,29, embora ainda precise recuperar terreno para alcançar sua máxima de 52 semanas de R$ 23,70. O volume negociado indica uma participação ativa do mercado, sugerindo que os investidores estão reagindo positivamente às movimentações estratégicas da empresa no setor de energia e infraestrutura, mantendo o papel em uma trajetória de estabilidade com viés de alta.

A Brava Energia é uma empresa que atua no setor de energia, com foco em ativos de geração e exploração. Recentemente, a companhia esteve sob os holofotes do mercado devido à notícia de que obteve a renovação de licenças ambientais cruciais para a expansão de seus projetos de energia renovável, o que reduz incertezas regulatórias e abre caminho para novos aportes de capital.

8º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 18,18 ↑ 0,66%

Descrição: A São Martinho (SMTO3) teve uma valorização moderada de 0,66%, encerrando o dia cotada a R$ 18,18. O avanço nominal foi de apenas R$ 0,12 por ação em relação ao fechamento de R$ 18,06. O papel operou dentro de um intervalo estreito, com mínima de R$ 18,01 e máxima de R$ 18,58. Foram negociadas 1.598.200 ações, somando um volume financeiro de R$ 29.055.276,00. Em termos de histórico anual, o preço de fechamento atual está mais próximo da mínima de 52 semanas (R$ 12,91) do que da máxima (R$ 22,23). A performance contida de hoje pode sinalizar um momento de consolidação de preços no setor sucroenergético, enquanto o mercado aguarda novas definições sobre a safra e os preços internacionais do açúcar e etanol, que impactam diretamente as margens operacionais da companhia.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, produzindo açúcar, etanol e energia elétrica a partir do bagaço da cana. A notícia mais recente sobre a empresa envolve a divulgação de sua atualização operacional, onde foi reportado um aumento na moagem de cana-de-açúcar, superando as expectativas iniciais do mercado para o período.

9º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 13,74 ↑ 0,66%

Descrição: A PetroRecôncavo (RECV3) também fechou com alta de 0,66%, finalizando o pregão a R$ 13,74. O aumento foi de R$ 0,09 em comparação ao valor de fechamento anterior de R$ 13,65. O ativo teve uma variação diária entre a mínima de R$ 13,48 e a máxima de R$ 13,95. O volume negociado totalizou 4.455.400 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 61.217.196,00. O papel apresenta um desempenho anual que ainda demonstra espaço para recuperação, visto que a máxima de 52 semanas está em R$ 14,63, enquanto o preço atual se sustenta acima da mínima de R$ 9,43 registrada no período. O volume financeiro transacionado hoje reflete uma liquidez moderada, típica de empresas “junior oils”, que atraem investidores focados em crescimento de produção e eficiência operacional em campos terrestres.

A PetroRecôncavo é uma das principais operadoras independentes de petróleo e gás em campos onshore (terra) no Brasil. No campo noticioso, a empresa recentemente anunciou a assinatura de um novo contrato de venda de gás natural com distribuidoras estaduais, garantindo uma receita recorrente e fortalecendo sua posição no mercado livre de gás.

10º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 22,10 ↑ 0,45%

Descrição: Fechando a lista de destaques, a Hypera (HYPE3) apresentou uma leve alta de 0,45%, com o papel cotado a R$ 22,10 no encerramento do mercado. A valorização foi de R$ 0,10 em relação aos R$ 22,00 do fechamento anterior. A ação registrou mínima de R$ 21,78 e máxima de R$ 22,50 durante o dia. Com 6.496.100 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 143.563.810,00. O ativo encontra-se atualmente em um patamar de preço inferior à sua média anual, estando significativamente abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 27,56, mas ainda acima da mínima de R$ 17,58. O movimento de hoje indica uma tentativa de estabilização do setor farmacêutico, que enfrenta desafios de custos de insumos e competição, mas mantém o interesse de investidores devido à sua natureza defensiva e à força das marcas do portfólio da empresa.

A Hypera Pharma é a maior empresa farmacêutica do Brasil, detentora de marcas consagradas em medicamentos isentos de prescrição, prescrição médica e similares. Recentemente, a companhia foi notícia devido à aprovação de um novo programa de recompra de ações, sinalizando que a diretoria considera o valor atual dos papéis descontado em relação ao seu potencial de geração de caixa.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,55 -9,84%
2 PCAR3 R$ 2,06 -9,25%
3 HAPV3 R$ 8,21 -4,76%
4 YDUQ3 R$ 9,90 -4,62%
5 CSNA3 R$ 6,06 -4,42%
6 AZZA3 R$ 27,11 -3,18%
7 B3SA3 R$ 17,12 -2,73%
8 TOTS3 R$ 33,78 -2,60%
9 ASAI3 R$ 7,75 -2,52%
10 BRKM5 R$ 11,89 -2,46%

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,55 ↓9,84%

Descrição: A Raízen lidera o volume de quedas percentuais no pregão de hoje, encerrando cotada a R$ 0,55. O ativo demonstrou uma volatilidade agressiva, atingindo sua mínima do dia exatamente no valor de fechamento, enquanto a máxima não ultrapassou os R$ 0,64. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando mais de 80 milhões de papéis, o que resultou em um volume financeiro de R$ 44.124.080,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 0,61, a desvalorização de R$ 0,06 por cota reflete um sentimento pessimista do mercado no curto prazo. Vale notar que o papel opera perigosamente próximo à sua mínima de 52 semanas (R$ 0,43), distanciando-se drasticamente da máxima anual de R$ 2,23. Este movimento acentua a pressão vendedora sobre a gigante do setor de energia e combustíveis. A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, atuando de forma integrada na produção de açúcar e etanol, além de distribuição de combustíveis. Última notícia: Recentemente, a empresa anunciou a conclusão da aquisição de ativos de geração solar, reforçando sua estratégia de transição energética.

2º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,06 ↓9,25%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou uma queda acentuada de 9,25%, fechando o dia a R$ 2,06. O ativo tocou sua mínima de 52 semanas durante o pregão, sinalizando um suporte técnico fragilizado. Com um volume financeiro de R$ 19.428.478,00 e mais de 9,4 milhões de ações trocando de mãos, a variação nominal foi de -R$ 0,21 em relação ao fechamento anterior de R$ 2,27. A máxima do dia ficou em R$ 2,29, mas a pressão vendedora dominou as negociações. A distância para a máxima de 52 semanas (R$ 4,95) é superior a 50%, evidenciando o momento desafiador para o setor de varejo alimentar de alta renda. A empresa opera marcas icônicas como Pão de Açúcar e Mercado Extra, mantendo uma presença robusta no e-commerce e varejo físico nacional. Última notícia: O grupo comunicou recentemente o mercado sobre seu plano de desalavancagem através da venda de ativos não essenciais e participação na rede Cnova.

3º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 8,21 ↓4,76%

Descrição: As ações da Hapvida recuaram 4,76%, encerrando o pregão em R$ 8,21. Apesar da queda, o papel registrou um dos maiores volumes financeiros da lista, movimentando R$ 116.424.368,00. O fechamento anterior era de R$ 8,62, representando uma perda nominal de R$ 0,41 por ação. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 8,11 e a máxima de R$ 8,54. Embora o valor atual esteja distante da mínima de 52 semanas (R$ 8,11), ele permanece muito aquém do pico anual de R$ 44,85, refletindo o ajuste estrutural que o setor de saúde suplementar vem enfrentando no cenário pós-pandemia com o aumento da sinistralidade. A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, com forte presença nas regiões Norte e Nordeste, e vem expandindo sua atuação nacional após a fusão com a NotreDame Intermédica. Última notícia: A companhia reportou dados operacionais que indicam uma tentativa de recuperação das margens através do reajuste de contratos e controle de custos hospitalares.

4º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 9,90 ↓4,62%

Descrição: A gigante do setor educacional YDUQS fechou o dia em R$ 9,90, uma queda de 4,62%. O volume financeiro movimentado foi de R$ 62.009.640,00, com 6,2 milhões de ações negociadas. O ativo abriu o dia com viés negativo, vindo de um fechamento anterior de R$ 10,38, e não conseguiu recuperar patamares acima da máxima diária de R$ 10,33. A mínima do dia coincidiu com a mínima de 52 semanas em R$ 9,86, o que acende um alerta para investidores de análise técnica. Com a máxima anual fixada em R$ 16,99, o papel acumula perdas significativas no acumulado de médio prazo, pressionado pelas incertezas macroeconômicas que afetam o financiamento estudantil. A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do país, detentora de marcas como Estácio e Ibmec, focando em ensino presencial e à distância. Última notícia: A empresa tem focado na expansão de seus cursos de Medicina, que possuem as maiores margens de lucro do grupo.

5º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 6,06 ↓4,42%

Descrição: A CSN apresentou uma desvalorização de 4,42%, encerrando a R$ 6,06. O volume financeiro foi expressivo, totalizando R$ 150.813.402,00, o segundo maior do ranking apresentado. O preço variou entre R$ 6,06 e R$ 6,27 ao longo do dia, com uma queda nominal de R$ 0,28 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,34. O ativo está operando próximo à sua mínima de 52 semanas (R$ 5,66), refletindo a volatilidade dos preços das commodities metálicas no mercado internacional. O volume de ações negociadas ultrapassou 24,8 milhões de unidades. A CSN é um complexo siderúrgico integrado que atua em toda a cadeia produtiva, do minério de ferro à fabricação de aços planos e longos, além de cimento e logística. Última notícia: Recentemente, a CSN Mineração, sua subsidiária, aprovou o pagamento de dividendos intercalares, o que costuma gerar fluxo para a holding controladora.

6º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 27,11 ↓3,18%

Descrição: A recém-formada Azzas 2154 (fusão entre Arezzo e Soma) fechou o dia em R$ 27,11, apresentando recuo de 3,18%. O giro financeiro foi de R$ 76.081.504,00, com mais de 2,8 milhões de papéis transacionados. A mínima diária foi de R$ 27,01, enquanto a máxima chegou a R$ 28,06. O valor atual encontra-se bem acima da mínima de 52 semanas (R$ 19,30), mas ainda distante da máxima de R$ 41,49. A variação nominal negativa foi de R$ 0,89 frente ao fechamento anterior de R$ 28,00. O mercado ainda calibra as expectativas sobre as sinergias da fusão e o cenário de consumo de moda no Brasil. A Azzas 2154 é a maior plataforma de moda da América Latina, reunindo marcas de luxo e vestuário premium como Arezzo, Schutz e Hering. Última notícia: O grupo concluiu recentemente as etapas burocráticas da fusão, iniciando a integração operacional das redes de suprimentos.

7º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 17,12 ↓2,73%

Descrição: A própria operadora da bolsa brasileira, B3, registrou queda de 2,73%, fechando a R$ 17,12. Foi o ativo com maior liquidez financeira da lista, movimentando R$ 395.706.544,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 17,11 e a máxima de R$ 17,58, demonstrando que o mercado operou vendido durante a maior parte do pregão. Comparado ao fechamento anterior de R$ 17,60, houve uma redução de R$ 0,48 por ação. Embora o volume seja alto, o papel está confortavelmente acima da mínima de 52 semanas (R$ 11,16) e próximo da máxima de R$ 18,63, indicando uma resiliência maior que seus pares nesta lista. A B3 é a única bolsa de valores em operação no Brasil, oferecendo serviços de infraestrutura para o mercado financeiro e de capitais. Última notícia: A B3 anunciou recentemente novos horários de negociação para acompanhar o mercado americano e facilitar a arbitragem de ativos.

8º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 33,78 ↓2,60%

Descrição: No setor de tecnologia, a Totvs apresentou recuo de 2,60%, cotada a R$ 33,78 ao fim do pregão. O volume financeiro atingiu R$ 177.828.054,00, com 5,2 milhões de ações negociadas. A oscilação diária foi de R$ 33,67 a R$ 34,73, perdendo R$ 0,90 nominalmente em relação aos R$ 34,68 do fechamento anterior. O ativo demonstra estabilidade em relação ao seu histórico anual, mantendo-se próximo à mínima de 52 semanas de R$ 32,20 e com teto em R$ 48,22. Por ser um ativo de crescimento, sofre impactos diretos das variações na curva de juros futura (DIs). A Totvs é a maior empresa de tecnologia do Brasil, líder absoluta em sistemas de gestão (ERP) e soluções de business intelligence. Última notícia: A companhia reforçou sua divisão de Totvs Techfin, buscando ampliar a oferta de crédito e serviços financeiros para sua base de clientes corporativos.

9º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 7,75 ↓2,52%

Descrição: O Assaí Atacadista fechou em queda de 2,52%, custando R$ 7,75. O volume financeiro somou R$ 81.340.125,00, com 10,4 milhões de ações movimentadas. O papel teve mínima de R$ 7,72 e máxima de R$ 7,98, vindo de um fechamento anterior de R$ 7,95. A variação nominal foi de -R$ 0,20. O ativo está em um patamar de preços próximo à sua mínima anual de R$ 6,91, refletindo os desafios de margem em um setor altamente competitivo e com deflação em algumas categorias de alimentos. A empresa é uma das líderes no segmento de “atacarejo” no Brasil, operando centenas de lojas sob o modelo de autosserviço para consumidores finais e pequenos empreendedores. Última notícia: O Assaí negou recentemente rumores de oferta pública de aquisição, reiterando o foco na maturação de suas novas lojas convertidas.

10º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 11,89 ↓2,46%

Descrição: Encerrando a lista, a Braskem registrou desvalorização de 2,46%, com o papel fechando a R$ 11,89. O volume negociado foi de R$ 42.824.213,00, totalizando 3,6 milhões de ações. A máxima do dia chegou a R$ 12,35, mas o ativo recuou até a mínima de R$ 11,89 (que coincide com o fechamento). Comparado ao valor de R$ 12,19 do dia anterior, a perda nominal foi de R$ 0,30. O papel apresenta alta volatilidade devido ao cenário de imbróglios jurídicos e negociações de venda de controle acionário, operando na faixa intermediária entre a mínima de R$ 6,11 e a máxima de R$ 13,78 nas últimas 52 semanas. A Braskem é a maior petroquímica das Américas, produzindo resinas termoplásticas e insumos químicos básicos. Última notícia: A empresa segue em negociações complexas relacionadas às indenizações em Maceió, fator que continua pesando sobre o valor de mercado da companhia.

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