Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | WHGR11 | R$ 9,54 | 2,58% |
| 2 | KORE11 | R$ 76,20 | 1,60% |
| 3 | LIFE11 | R$ 8,98 | 1,47% |
| 4 | GZIT11 | R$ 45,96 | 1,46% |
| 5 | XPML11 | R$ 108,17 | 1,28% |
| 6 | PORD11 | R$ 8,49 | 1,07% |
| 7 | BTAL11 | R$ 90,20 | 0,78% |
| 8 | BCRI11 | R$ 63,43 | 0,63% |
| 9 | KIVO11 | R$ 63,93 | 0,57% |
| 10 | PVBI11 | R$ 79,75 | 0,50% |
1º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,54 ↑ 2,58%
Descrição: O fundo liderou as movimentações do dia com uma valorização expressiva de 2,58%, fechando cotado a R$ 9,54. Durante o pregão, o ativo demonstrou estabilidade ao operar entre a mínima de R$ 9,54 e a máxima de R$ 9,55, evidenciando uma pressão compradora que sustentou o preço no topo da variação diária. O volume de negociação foi de 11.861 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 113.153,94. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 9,30, o ganho nominal foi de R$ 0,24 por cota. É importante notar que, por ser um fundo relativamente novo ou com base de dados recente na plataforma, os dados de mínima e máxima de 52 semanas ainda constam como não disponíveis, o que exige cautela adicional na análise de tendência de longo prazo. No entanto, o desempenho do dia coloca o ativo em destaque frente aos seus pares no setor imobiliário.
O WHGR11 é um fundo de investimento imobiliário focado em ativos de renda urbana e desenvolvimento, gerido pela WHG (Wealth High Governance). Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos aos cotistas.
2º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 76,20 ↑ 1,60%
Descrição: O KORE11 apresentou um desempenho sólido, ocupando a segunda posição no ranking com uma alta de 1,60%, o que representa um acréscimo de R$ 1,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 75,00. O ativo encerrou o dia em sua máxima diária de R$ 76,20, após ter tocado a mínima de R$ 74,71. O volume de ações negociadas atingiu 29.500 unidades, movimentando um montante financeiro considerável de R$ 2.247.900,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo está operando muito próximo de sua máxima histórica no período (R$ 77,89), sinalizando um momento de forte otimismo do mercado. A distância considerável em relação à mínima das últimas 52 semanas (R$ 60,29) reforça a trajetória de recuperação e consolidação do valor patrimonial e de mercado do fundo ao longo do último ano.
O KORE11 é gerido pela Kinea Investimentos e atua de forma híbrida, buscando oportunidades tanto em tijolo quanto em títulos de dívida imobiliária. A última notícia relevante envolve a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão de capital e aquisição de novos ativos estratégicos.
3º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,98 ↑ 1,47%
Descrição: Ocupando o terceiro lugar, o LIFE11 registrou uma valorização de 1,47%, encerrando o dia a R$ 8,98, o que coincide com sua máxima de 52 semanas, indicando um rompimento de resistência importante. O volume operacional foi robusto, com 160.887 cotas trocando de mãos e gerando um volume financeiro de R$ 1.444.765,26. O fundo abriu a sessão próximo ao fechamento anterior de R$ 8,85 e manteve uma trajetória ascendente, tocando a mínima de R$ 8,79 antes de consolidar o ganho de R$ 0,13 por cota. Com uma mínima anual registrada em R$ 7,11, o ativo acumula uma valorização substancial no ano, atraindo investidores interessados em ativos de menor valor nominal (abaixo de R$ 10,00), mas com liquidez diária relevante e tendência de alta confirmada pelos indicadores técnicos de preço.
O LIFE11 é um fundo que busca investir em uma carteira diversificada de recebíveis imobiliários e outros fundos. Recentemente, o fundo anunciou um aumento na sua projeção de distribuição de dividendos devido ao encerramento favorável de negociações de sua carteira de CRIs.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,96 ↑ 1,46%
Descrição: O GZIT11 figurou entre as maiores altas com um avanço de 1,46%, fechando o pregão a R$ 45,96. Um dado curioso da sessão foi a baixa volatilidade intradia, com os valores de mínima, máxima e fechamento convergindo para o mesmo ponto de R$ 45,96, sugerindo um ajuste pontual de preço com baixa dispersão. O volume financeiro movimentado foi de R$ 547.659,36, com a negociação de 11.916 cotas. O ganho em relação ao dia anterior foi de R$ 0,66. Assim como o líder do ranking, este fundo não apresenta dados consolidados de 52 semanas no relatório, focando a análise na performance imediata. A estabilidade no preço de fechamento, ligeiramente acima do fechamento anterior de R$ 45,30, demonstra uma manutenção de valor em um setor que costuma sofrer com a oscilação dos índices de consumo e inflação.
O GZIT11 é focado no segmento de shoppings centers, detendo participações em empreendimentos administrados pela Gazit Brasil. A última notícia do setor destaca o aumento no fluxo de visitantes nos shoppings da rede, o que impacta diretamente na receita de aluguéis e variáveis.
5º – XP MALLS FDO INV IMOB FII ETF (XPML11) | R$ 108,17 ↑ 1,28%
Descrição: Um dos fundos mais líquidos do mercado, o XPML11, registrou uma alta de 1,28%, fechando a R$ 108,17. A variação nominal foi de R$ 1,37 sobre o preço anterior de R$ 106,80. O fundo apresentou uma das maiores liquidezes do relatório, com um volume negociado de expressivos R$ 15.817.807,27 e 146.231 cotas movimentadas. Durante o dia, o ativo oscilou entre R$ 106,29 e R$ 108,25. No panorama anual, o XPML11 demonstra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 88,59 e operando próximo da máxima de 52 semanas de R$ 112,20. Esse desempenho reflete a confiança do investidor institucional e varejo na gestão do portfólio de shoppings da XP, especialmente em um cenário de recuperação econômica e melhora nos indicadores de vendas do varejo físico brasileiro.
O XPML11 é gerido pela XP Vista Asset Management e possui participação em shoppings de alta qualidade em diversas regiões do Brasil. Recentemente, o fundo concluiu a aquisição de fatias adicionais em complexos comerciais de grande porte, visando aumentar o yield mensal.
6º – POLO FDO INV IMOB RECEBIVEIS ETF (PORD11) | R$ 8,49 ↑ 1,07%
Descrição: O PORD11 obteve uma valorização de 1,07%, encerrando o dia cotado a R$ 8,49. O volume de negociação foi intenso, com 159.143 cotas transacionadas, totalizando R$ 1.351.124,07. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 8,33 e a máxima de R$ 8,57, indicando uma volatilidade saudável para o período. Em relação ao fechamento anterior de R$ 8,40, houve um ganho de R$ 0,09. No histórico de um ano, o fundo mostra uma recuperação consistente, saindo de uma mínima de R$ 6,73 para atingir patamares próximos à máxima de 52 semanas (R$ 8,57). A proximidade com o teto anual sugere uma forte pressão técnica de compra, possivelmente impulsionada pela busca de investidores por dividendos estáveis provenientes de sua carteira de recebíveis, que compõe a base estratégica deste fundo de papel.
O PORD11 é um fundo de recebíveis imobiliários (papel) gerido pela Polo Capital. A última notícia do fundo refere-se ao relatório gerencial que apontou uma deflação controlada nos índices que remuneram seus ativos, mantendo a rentabilidade acima do CDI.
7º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 90,20 ↑ 0,78%
Descrição: O BTAL11 fechou o pregão com alta de 0,78%, sendo negociado a R$ 90,20. O ganho nominal foi de R$ 0,70 frente ao fechamento anterior de R$ 89,50. O volume negociado foi mais discreto em comparação aos líderes de volume, com 9.220 cotas e um giro de R$ 831.644,00. O ativo operou em uma faixa estreita entre R$ 89,55 e R$ 90,50. Ao observar o horizonte de 52 semanas, o fundo apresenta um comportamento de valorização sustentada, operando bem acima da mínima de R$ 63,37 e aproximando-se da máxima de R$ 92,53. O setor agro-logístico tem se mostrado um porto seguro para muitos investidores, e os dados do BTAL11 reforçam essa percepção, com uma variação positiva consistente mesmo em dias de maior volatilidade no mercado financeiro geral.
O BTAL11 foca em ativos logísticos voltados ao agronegócio, como armazéns e centros de distribuição, sob gestão do BTG Pactual. Recentemente, o fundo anunciou a expansão de um contrato de locação atípico, garantindo previsibilidade de receita por longo prazo.
8º – BANESTES RECEBIVEIS IMOB FII OF (BCRI11) | R$ 63,43 ↑ 0,63%
Descrição: O BCRI11 registrou uma elevação de 0,63%, terminando o dia a R$ 63,43. A variação positiva foi de R$ 0,40 em relação ao preço anterior de R$ 63,03. Com um volume de 8.125 ações e movimentação financeira de R$ 515.368,75, o fundo teve um dia de negociações dentro da média para o ativo. A oscilação diária ficou entre R$ 62,80 e R$ 63,52. No acumulado de 52 semanas, o fundo transita em uma zona intermediária, acima da mínima de R$ 55,63 e abaixo da máxima de R$ 70,44. Esse posicionamento sugere que há espaço para valorização caso o cenário de juros e crédito imobiliário continue a favorecer os fundos de papel, categoria na qual este ativo se enquadra predominantemente devido à sua natureza de recebíveis.
O BCRI11 é administrado pelo Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) e investe em títulos de dívida imobiliária. A última notícia relevante indica uma reestruturação em algumas séries de CRIs do portfólio para mitigar riscos de crédito.
9º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 63,93 ↑ 0,57%
Descrição: O KIVO11 apresentou uma valorização moderada de 0,57%, fechando a R$ 63,93. O incremento nominal foi de R$ 0,36 sobre o fechamento de R$ 63,57. O volume de cotas negociadas foi de 10.509, gerando um valor financeiro de R$ 671.840,37. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 62,32 e a máxima de R$ 63,98. Avaliando o histórico anual, o fundo demonstra uma performance estável, com mínima de R$ 52,22 e máxima de R$ 68,13 nas últimas 52 semanas. O resultado do dia reforça a tendência de manutenção de preço para este ativo, que busca oferecer proteção contra a inflação através de sua carteira de crédito imobiliário, atraindo um perfil de investidor focado em renda passiva e menor exposição à volatilidade do mercado de tijolo.
O KIVO11 é gerido pela Kilima Asset e foca em uma estratégia de “High Yield” no segmento de recebíveis. A última atualização da gestora destacou a resiliência do fundo frente às oscilações do IPCA, mantendo o patamar de distribuição estável.
10º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 79,75 ↑ 0,50%
Descrição: Fechando a lista dos dez ativos analisados, o PVBI11 registrou alta de 0,50%, com as cotas valendo R$ 79,75 ao final do dia. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 4.439.602,75 com 55.669 cotas negociadas, o que demonstra a alta liquidez e o interesse institucional pelo ativo. O fundo variou entre a mínima de R$ 78,77 e a máxima de R$ 79,80 ao longo da sessão, mantendo-se firme acima do fechamento anterior de R$ 79,35. No quadro de 52 semanas, o PVBI11 mostra-se sólido, operando acima da mínima de R$ 69,00, embora ainda distante da máxima de R$ 84,50. Como um fundo focado em lajes corporativas de alto padrão, sua performance é um termômetro importante para o mercado de escritórios em regiões premium, refletindo as taxas de vacância e os valores de locação por metro quadrado.
O PVBI11 é gerido pela VBI Real Estate e foca em ativos corporativos classe A em São Paulo. Recentemente, o fundo concluiu a aquisição de novas unidades no Edifício Union Faria Lima, consolidando sua presença em um dos eixos comerciais mais valorizados do país.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | OUJP11 | R$ 84,99 | -4,60% |
| 2 | TGAR11 | R$ 71,34 | -2,73% |
| 3 | URPR11 | R$ 35,50 | -2,18% |
| 4 | KISU11 | R$ 7,00 | -1,96% |
| 5 | VINO11 | R$ 5,06 | -1,94% |
| 6 | CPTS11 | R$ 7,91 | -1,74% |
| 7 | ICRI11 | R$ 97,50 | -1,41% |
| 8 | PCIP11 | R$ 84,30 | -1,40% |
| 9 | RBRX11 | R$ 8,54 | -1,39% |
| 10 | RZTR11 | R$ 94,00 | -1,32% |
1º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 84,99 ↓ 4,60%
Descrição: O fundo OUJP11 registrou a maior queda percentual do pregão analisado, encerrando o dia cotado a R$ 84,99. Durante a sessão, o ativo apresentou uma volatilidade considerável, tocando a mínima de R$ 84,99 e a máxima de R$ 89,17, o que demonstra uma pressão vendedora acentuada desde a abertura, visto que o fechamento anterior foi de R$ 89,09. O volume de cotas negociadas foi de 11.274, gerando um volume financeiro total de R$ 958.177,26. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo ainda opera acima de sua mínima (R$ 62,14), mas se distanciou do seu pico de R$ 89,47. A variação nominal negativa foi de R$ 4,10 por cota. Este movimento acentuado acende um alerta para investidores de renda mensal, que devem observar se houve alguma alteração nos fundamentos ou se trata-se de um ajuste técnico de mercado.
A Ourinvest Asset é a gestora por trás deste FII, que foca primordialmente em títulos de dívida imobiliária (CRIs). Recentemente, a gestão vem trabalhando na reciclagem da carteira para manter o carrego de dividendos em patamares competitivos frente à Selic.
2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 71,34 ↓ 2,73%
Descrição: O TGAR11 ocupou a segunda posição em termos de relevância de queda, fechando o dia a R$ 71,34. O ativo movimentou um montante financeiro expressivo de R$ 13.609.103,76, fruto da negociação de 190.764 cotas, o que indica alta liquidez mesmo em um dia de desvalorização. A variação negativa foi de R$ 2,00 em relação ao fechamento anterior de R$ 73,34. Curiosamente, o valor de fechamento ficou muito próximo da mínima registrada no dia (R$ 71,01) e também da mínima das últimas 52 semanas (R$ 71,01), sugerindo que o fundo está testando suportes históricos importantes. A máxima do dia foi de R$ 73,01. Com uma queda de 2,73%, o mercado parece precificar riscos específicos ou ajustes no setor de desenvolvimento imobiliário, onde o fundo atua com maior intensidade, exigindo cautela e análise de fluxo de caixa para os próximos meses.
O TG Ativo Real é um fundo de desenvolvimento gerido pela TG Core Asset, focado em empreendimentos residenciais e loteamentos. A última notícia relevante da empresa envolve a expansão de seu portfólio em cidades do interior, visando capturar o crescimento do agronegócio e a demanda por habitação regional.
3º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 35,50 ↓ 2,18%
Descrição: O URPR11 encerrou o dia com uma desvalorização de 2,18%, sendo negociado a R$ 35,50. O fundo apresentou uma variação nominal negativa de R$ 0,79 em comparação ao fechamento anterior de R$ 36,29. Durante o pregão, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 35,50 e a máxima de R$ 36,28. O volume de cotas negociadas foi de 15.933, resultando em um giro financeiro de R$ 565.621,50. Comparando com o desempenho anual, o fundo está operando em um nível médio, distante da sua máxima de 52 semanas que foi de R$ 54,48, mas ainda acima da mínima de R$ 30,13. O recuo de hoje reflete um movimento de retração que pode estar ligado à sensibilidade do fundo aos índices de inflação, dado que seu portfólio é majoritariamente composto por CRIs de alto rendimento (High Yield).
Gerido pela Urca Capital Partners, o URPR11 é conhecido por sua estratégia agressiva em crédito imobiliário. Notícias recentes destacam o esforço da gestão em monitorar o LTV de suas garantias para assegurar a continuidade do pagamento de proventos robustos aos cotistas.
4º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 7,00 ↓ 1,96%
Descrição: O KISU11, fundo de fundos (FoF) que segue o índice Suno 30, fechou o dia cotado a R$ 7,00, apresentando uma queda de 1,96%. O recuo nominal foi de R$ 0,14 por cota frente ao fechamento anterior de R$ 7,14. O volume negociado foi de 98.168 cotas, totalizando R$ 687.176,00 em volume financeiro. Durante o dia, o ativo não ultrapassou a marca de R$ 7,14 e tocou a mínima de R$ 7,00, exatamente o preço de fechamento, o que indica que não houve recuperação de fôlego ao final do pregão. Este fundo é frequentemente utilizado como termômetro para o setor de FIIs, pois investe em uma cesta diversificada de outros fundos. Sua proximidade com a máxima de 52 semanas (R$ 7,34) mostra que, apesar da queda diária, o ativo mantém uma trajetória de relativa resiliência no longo prazo.
O KISU11 é gerido pela Kilima Gestão de Recursos e tem como estratégia replicar a carteira teórica do índice Suno 30. A última atualização da gestora reforçou a manutenção da estratégia de baixo custo de administração para maximizar o retorno do investidor de varejo.
5º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,06 ↓ 1,94%
Descrição: O fundo focado em lajes corporativas VINO11 encerrou a sessão a R$ 5,06, representando uma variação negativa de 1,94%. A desvalorização em Reais foi de R$ 0,10. O ativo registrou um volume de ações (cotas) de 93.440 e um volume financeiro de R$ 472.806,40. A oscilação diária foi pequena, entre R$ 5,05 e R$ 5,18, mostrando uma estabilização em patamares baixos. O fechamento anterior havia sido de R$ 5,16. Ao olhar para o horizonte de um ano, o fundo está perigosamente próximo da sua mínima de R$ 4,33, refletindo os desafios estruturais que o setor de escritórios enfrenta em termos de vacância e renovação de contratos em grandes centros. Para o investidor focado em valor, a queda acentuada em relação à máxima de 52 semanas (R$ 5,56) pode representar tanto um risco quanto uma oportunidade de entrada.
A Vinci Real Estate é a gestora deste fundo, que possui imóveis de alto padrão locados para empresas como Globo e Vitacon. A última notícia do fundo menciona a estratégia de desinvestimento em ativos específicos para reduzir a alavancagem financeira do portfólio.
6º – CAPITANIA SECURITIES II FII CF (CPTS11) | R$ 7,91 ↓ 1,74%
Descrição: O CPTS11 apresentou uma das maiores liquidezes do dia, com 1.423.564 cotas negociadas e um volume financeiro robusto de R$ 11.260.391,24. Apesar do alto giro, o fundo fechou em queda de 1,74%, cotado a R$ 7,91. A variação negativa foi de R$ 0,14 em relação ao fechamento anterior (R$ 8,05). O ativo operou dentro de um intervalo estreito, com mínima de R$ 7,91 e máxima de R$ 8,08. Considerando o histórico anual, o preço atual está distante da mínima de R$ 6,02, mas também abaixo da máxima de R$ 8,14. Por ser um fundo de papel com gestão ativa de giro de carteira, esse movimento de baixa pode estar associado a ajustes na curva de juros futura, que impacta diretamente a precificação dos ativos de crédito que compõem o fundo.
Gerido pela Capitania Investimentos, o CPTS11 foca em CRIs de alta qualidade (Investment Grade). Recentemente, a empresa comunicou ao mercado a realização de lucros em algumas posições de crédito, visando otimizar a distribuição de dividendos futuros.
7º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 97,50 ↓ 1,41%
Descrição: O ICRI11 registrou um fechamento de R$ 97,50, o que equivale a uma queda de 1,41% no dia. O recuo nominal foi de R$ 1,39 frente ao fechamento de ontem de R$ 98,89. O volume financeiro movimentado foi de R$ 2.947.522,50, com a negociação de 30.231 cotas. O ativo demonstrou volatilidade moderada, com mínima de R$ 96,40 e máxima de R$ 99,70. O desempenho atual coloca o fundo em uma posição intermediária em relação ao seu histórico de 52 semanas (mínima de R$ 80,00 e máxima de R$ 100,60). Por ser um fundo indexado ao IPCA, sua performance é sensível aos dados de inflação e às expectativas macroeconômicas, o que explica a variação negativa em um cenário de possíveis revisões nos índices de preços ao consumidor.
O ICRI11 é gerido pelo Itaú Asset Management e investe em ativos de crédito imobiliário com foco em correção pelo IPCA. A notícia mais recente da gestora aponta para a manutenção de uma carteira defensiva com foco em emissores de baixo risco de crédito.
8º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 84,30 ↓ 1,40%
Descrição: O PCIP11 encerrou o pregão com uma desvalorização de 1,40%, sendo cotado a R$ 84,30. A perda nominal foi de R$ 1,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 85,50. Foram negociadas 37.250 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 3.140.175,00. O comportamento do ativo durante o dia foi contido, com a mínima atingindo R$ 83,53 e a máxima chegando a R$ 85,73. No acumulado das últimas 52 semanas, o fundo mantém uma performance sólida, operando bem acima da mínima de R$ 71,24 e próximo da máxima de R$ 88,16. A queda de hoje pode ser lida como um ajuste técnico, comum em fundos que possuem uma base de ativos de crédito estável, mas que sofrem com a marcação a mercado dos títulos de renda fixa.
A VBI Real Estate é a gestora responsável pelo PCIP11, focando em uma carteira diversificada de CRIs. A última movimentação divulgada pela empresa foi a aquisição de novos ativos de crédito para aumentar a diversificação geográfica e setorial do fundo.
9º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,54 ↓ 1,39%
Descrição: O RBRX11 fechou o dia em R$ 8,54, o que representa uma queda percentual de 1,39%. O valor da variação foi de R$ 0,12 para baixo. O volume de cotas negociadas atingiu 359.743, gerando um volume financeiro de R$ 3.072.205,22. A mínima do dia foi registrada em R$ 8,49 e a máxima em R$ 8,55, demonstrando que o ativo passou a maior parte do tempo em território negativo, sem conseguir superar o preço médio de abertura. Na tabela, os dados de mínima e máxima de 52 semanas constam como indisponíveis, o que pode sugerir uma emissão recente ou atualização de dados pendente na base consultada. Entretanto, a liquidez apresentada mostra que há um interesse ativo do mercado no papel, apesar da desvalorização momentânea registrada nesta sessão específica de mercado.
A RBR Asset Management gere o RBRX11, um fundo com estratégia multiestratégia (crédito, tijolo e outros FIIs). Notícias recentes indicam que a gestora está aumentando sua exposição a ativos de tijolo com desconto patrimonial para capturar ganhos de capital no médio prazo.
10º – FDO DE INV IMOB RIZA TERRAX CF (RZTR11) | R$ 94,00 ↓ 1,32%
Descrição: O RZTR11 encerrou a lista dos ativos analisados com uma queda de 1,32%, terminando o dia a R$ 94,00. A variação nominal negativa foi de R$ 1,26 em comparação ao fechamento anterior de R$ 95,26. O fundo movimentou R$ 5.300.190,00 através da negociação de 56.385 cotas. Durante a jornada, o valor mínimo chegou a R$ 93,66 e o máximo a R$ 95,36. Ao observar a janela de 52 semanas, o fundo demonstra robustez, estando mais próximo da máxima (R$ 97,28) do que da mínima (R$ 76,64). Por ser um fundo focado em terras agrícolas, sua dinâmica é distinta dos FIIs urbanos, sendo influenciado pelo ciclo das commodities e pelo valor da terra no agronegócio brasileiro, setores que apresentam fundamentos sólidos apesar da volatilidade de curto prazo.
Gerido pela Riza Asset, o RZTR11 investe em propriedades rurais produtivas. A última notícia relevante da empresa destaca a conclusão da compra de uma nova fazenda no Mato Grosso, ampliando sua área de atuação e potencial de geração de renda via arrendamento.