Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 19/03/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 WHGR11 R$ 9,54 2,58%
2 KORE11 R$ 76,20 1,60%
3 LIFE11 R$ 8,98 1,47%
4 GZIT11 R$ 45,96 1,46%
5 XPML11 R$ 108,17 1,28%
6 PORD11 R$ 8,49 1,07%
7 BTAL11 R$ 90,20 0,78%
8 BCRI11 R$ 63,43 0,63%
9 KIVO11 R$ 63,93 0,57%
10 PVBI11 R$ 79,75 0,50%

1º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,54 ↑ 2,58%

Descrição: O fundo liderou as movimentações do dia com uma valorização expressiva de 2,58%, fechando cotado a R$ 9,54. Durante o pregão, o ativo demonstrou estabilidade ao operar entre a mínima de R$ 9,54 e a máxima de R$ 9,55, evidenciando uma pressão compradora que sustentou o preço no topo da variação diária. O volume de negociação foi de 11.861 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 113.153,94. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 9,30, o ganho nominal foi de R$ 0,24 por cota. É importante notar que, por ser um fundo relativamente novo ou com base de dados recente na plataforma, os dados de mínima e máxima de 52 semanas ainda constam como não disponíveis, o que exige cautela adicional na análise de tendência de longo prazo. No entanto, o desempenho do dia coloca o ativo em destaque frente aos seus pares no setor imobiliário.

O WHGR11 é um fundo de investimento imobiliário focado em ativos de renda urbana e desenvolvimento, gerido pela WHG (Wealth High Governance). Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos aos cotistas.

2º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 76,20 ↑ 1,60%

Descrição: O KORE11 apresentou um desempenho sólido, ocupando a segunda posição no ranking com uma alta de 1,60%, o que representa um acréscimo de R$ 1,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 75,00. O ativo encerrou o dia em sua máxima diária de R$ 76,20, após ter tocado a mínima de R$ 74,71. O volume de ações negociadas atingiu 29.500 unidades, movimentando um montante financeiro considerável de R$ 2.247.900,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo está operando muito próximo de sua máxima histórica no período (R$ 77,89), sinalizando um momento de forte otimismo do mercado. A distância considerável em relação à mínima das últimas 52 semanas (R$ 60,29) reforça a trajetória de recuperação e consolidação do valor patrimonial e de mercado do fundo ao longo do último ano.

O KORE11 é gerido pela Kinea Investimentos e atua de forma híbrida, buscando oportunidades tanto em tijolo quanto em títulos de dívida imobiliária. A última notícia relevante envolve a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão de capital e aquisição de novos ativos estratégicos.

3º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,98 ↑ 1,47%

Descrição: Ocupando o terceiro lugar, o LIFE11 registrou uma valorização de 1,47%, encerrando o dia a R$ 8,98, o que coincide com sua máxima de 52 semanas, indicando um rompimento de resistência importante. O volume operacional foi robusto, com 160.887 cotas trocando de mãos e gerando um volume financeiro de R$ 1.444.765,26. O fundo abriu a sessão próximo ao fechamento anterior de R$ 8,85 e manteve uma trajetória ascendente, tocando a mínima de R$ 8,79 antes de consolidar o ganho de R$ 0,13 por cota. Com uma mínima anual registrada em R$ 7,11, o ativo acumula uma valorização substancial no ano, atraindo investidores interessados em ativos de menor valor nominal (abaixo de R$ 10,00), mas com liquidez diária relevante e tendência de alta confirmada pelos indicadores técnicos de preço.

O LIFE11 é um fundo que busca investir em uma carteira diversificada de recebíveis imobiliários e outros fundos. Recentemente, o fundo anunciou um aumento na sua projeção de distribuição de dividendos devido ao encerramento favorável de negociações de sua carteira de CRIs.

4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,96 ↑ 1,46%

Descrição: O GZIT11 figurou entre as maiores altas com um avanço de 1,46%, fechando o pregão a R$ 45,96. Um dado curioso da sessão foi a baixa volatilidade intradia, com os valores de mínima, máxima e fechamento convergindo para o mesmo ponto de R$ 45,96, sugerindo um ajuste pontual de preço com baixa dispersão. O volume financeiro movimentado foi de R$ 547.659,36, com a negociação de 11.916 cotas. O ganho em relação ao dia anterior foi de R$ 0,66. Assim como o líder do ranking, este fundo não apresenta dados consolidados de 52 semanas no relatório, focando a análise na performance imediata. A estabilidade no preço de fechamento, ligeiramente acima do fechamento anterior de R$ 45,30, demonstra uma manutenção de valor em um setor que costuma sofrer com a oscilação dos índices de consumo e inflação.

O GZIT11 é focado no segmento de shoppings centers, detendo participações em empreendimentos administrados pela Gazit Brasil. A última notícia do setor destaca o aumento no fluxo de visitantes nos shoppings da rede, o que impacta diretamente na receita de aluguéis e variáveis.

5º – XP MALLS FDO INV IMOB FII ETF (XPML11) | R$ 108,17 ↑ 1,28%

Descrição: Um dos fundos mais líquidos do mercado, o XPML11, registrou uma alta de 1,28%, fechando a R$ 108,17. A variação nominal foi de R$ 1,37 sobre o preço anterior de R$ 106,80. O fundo apresentou uma das maiores liquidezes do relatório, com um volume negociado de expressivos R$ 15.817.807,27 e 146.231 cotas movimentadas. Durante o dia, o ativo oscilou entre R$ 106,29 e R$ 108,25. No panorama anual, o XPML11 demonstra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 88,59 e operando próximo da máxima de 52 semanas de R$ 112,20. Esse desempenho reflete a confiança do investidor institucional e varejo na gestão do portfólio de shoppings da XP, especialmente em um cenário de recuperação econômica e melhora nos indicadores de vendas do varejo físico brasileiro.

O XPML11 é gerido pela XP Vista Asset Management e possui participação em shoppings de alta qualidade em diversas regiões do Brasil. Recentemente, o fundo concluiu a aquisição de fatias adicionais em complexos comerciais de grande porte, visando aumentar o yield mensal.

6º – POLO FDO INV IMOB RECEBIVEIS ETF (PORD11) | R$ 8,49 ↑ 1,07%

Descrição: O PORD11 obteve uma valorização de 1,07%, encerrando o dia cotado a R$ 8,49. O volume de negociação foi intenso, com 159.143 cotas transacionadas, totalizando R$ 1.351.124,07. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 8,33 e a máxima de R$ 8,57, indicando uma volatilidade saudável para o período. Em relação ao fechamento anterior de R$ 8,40, houve um ganho de R$ 0,09. No histórico de um ano, o fundo mostra uma recuperação consistente, saindo de uma mínima de R$ 6,73 para atingir patamares próximos à máxima de 52 semanas (R$ 8,57). A proximidade com o teto anual sugere uma forte pressão técnica de compra, possivelmente impulsionada pela busca de investidores por dividendos estáveis provenientes de sua carteira de recebíveis, que compõe a base estratégica deste fundo de papel.

O PORD11 é um fundo de recebíveis imobiliários (papel) gerido pela Polo Capital. A última notícia do fundo refere-se ao relatório gerencial que apontou uma deflação controlada nos índices que remuneram seus ativos, mantendo a rentabilidade acima do CDI.

7º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 90,20 ↑ 0,78%

Descrição: O BTAL11 fechou o pregão com alta de 0,78%, sendo negociado a R$ 90,20. O ganho nominal foi de R$ 0,70 frente ao fechamento anterior de R$ 89,50. O volume negociado foi mais discreto em comparação aos líderes de volume, com 9.220 cotas e um giro de R$ 831.644,00. O ativo operou em uma faixa estreita entre R$ 89,55 e R$ 90,50. Ao observar o horizonte de 52 semanas, o fundo apresenta um comportamento de valorização sustentada, operando bem acima da mínima de R$ 63,37 e aproximando-se da máxima de R$ 92,53. O setor agro-logístico tem se mostrado um porto seguro para muitos investidores, e os dados do BTAL11 reforçam essa percepção, com uma variação positiva consistente mesmo em dias de maior volatilidade no mercado financeiro geral.

O BTAL11 foca em ativos logísticos voltados ao agronegócio, como armazéns e centros de distribuição, sob gestão do BTG Pactual. Recentemente, o fundo anunciou a expansão de um contrato de locação atípico, garantindo previsibilidade de receita por longo prazo.

8º – BANESTES RECEBIVEIS IMOB FII OF (BCRI11) | R$ 63,43 ↑ 0,63%

Descrição: O BCRI11 registrou uma elevação de 0,63%, terminando o dia a R$ 63,43. A variação positiva foi de R$ 0,40 em relação ao preço anterior de R$ 63,03. Com um volume de 8.125 ações e movimentação financeira de R$ 515.368,75, o fundo teve um dia de negociações dentro da média para o ativo. A oscilação diária ficou entre R$ 62,80 e R$ 63,52. No acumulado de 52 semanas, o fundo transita em uma zona intermediária, acima da mínima de R$ 55,63 e abaixo da máxima de R$ 70,44. Esse posicionamento sugere que há espaço para valorização caso o cenário de juros e crédito imobiliário continue a favorecer os fundos de papel, categoria na qual este ativo se enquadra predominantemente devido à sua natureza de recebíveis.

O BCRI11 é administrado pelo Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) e investe em títulos de dívida imobiliária. A última notícia relevante indica uma reestruturação em algumas séries de CRIs do portfólio para mitigar riscos de crédito.

9º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 63,93 ↑ 0,57%

Descrição: O KIVO11 apresentou uma valorização moderada de 0,57%, fechando a R$ 63,93. O incremento nominal foi de R$ 0,36 sobre o fechamento de R$ 63,57. O volume de cotas negociadas foi de 10.509, gerando um valor financeiro de R$ 671.840,37. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 62,32 e a máxima de R$ 63,98. Avaliando o histórico anual, o fundo demonstra uma performance estável, com mínima de R$ 52,22 e máxima de R$ 68,13 nas últimas 52 semanas. O resultado do dia reforça a tendência de manutenção de preço para este ativo, que busca oferecer proteção contra a inflação através de sua carteira de crédito imobiliário, atraindo um perfil de investidor focado em renda passiva e menor exposição à volatilidade do mercado de tijolo.

O KIVO11 é gerido pela Kilima Asset e foca em uma estratégia de “High Yield” no segmento de recebíveis. A última atualização da gestora destacou a resiliência do fundo frente às oscilações do IPCA, mantendo o patamar de distribuição estável.

10º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 79,75 ↑ 0,50%

Descrição: Fechando a lista dos dez ativos analisados, o PVBI11 registrou alta de 0,50%, com as cotas valendo R$ 79,75 ao final do dia. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 4.439.602,75 com 55.669 cotas negociadas, o que demonstra a alta liquidez e o interesse institucional pelo ativo. O fundo variou entre a mínima de R$ 78,77 e a máxima de R$ 79,80 ao longo da sessão, mantendo-se firme acima do fechamento anterior de R$ 79,35. No quadro de 52 semanas, o PVBI11 mostra-se sólido, operando acima da mínima de R$ 69,00, embora ainda distante da máxima de R$ 84,50. Como um fundo focado em lajes corporativas de alto padrão, sua performance é um termômetro importante para o mercado de escritórios em regiões premium, refletindo as taxas de vacância e os valores de locação por metro quadrado.

O PVBI11 é gerido pela VBI Real Estate e foca em ativos corporativos classe A em São Paulo. Recentemente, o fundo concluiu a aquisição de novas unidades no Edifício Union Faria Lima, consolidando sua presença em um dos eixos comerciais mais valorizados do país.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 OUJP11 R$ 84,99 -4,60%
2 TGAR11 R$ 71,34 -2,73%
3 URPR11 R$ 35,50 -2,18%
4 KISU11 R$ 7,00 -1,96%
5 VINO11 R$ 5,06 -1,94%
6 CPTS11 R$ 7,91 -1,74%
7 ICRI11 R$ 97,50 -1,41%
8 PCIP11 R$ 84,30 -1,40%
9 RBRX11 R$ 8,54 -1,39%
10 RZTR11 R$ 94,00 -1,32%

1º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 84,99 ↓ 4,60%

Descrição: O fundo OUJP11 registrou a maior queda percentual do pregão analisado, encerrando o dia cotado a R$ 84,99. Durante a sessão, o ativo apresentou uma volatilidade considerável, tocando a mínima de R$ 84,99 e a máxima de R$ 89,17, o que demonstra uma pressão vendedora acentuada desde a abertura, visto que o fechamento anterior foi de R$ 89,09. O volume de cotas negociadas foi de 11.274, gerando um volume financeiro total de R$ 958.177,26. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo ainda opera acima de sua mínima (R$ 62,14), mas se distanciou do seu pico de R$ 89,47. A variação nominal negativa foi de R$ 4,10 por cota. Este movimento acentuado acende um alerta para investidores de renda mensal, que devem observar se houve alguma alteração nos fundamentos ou se trata-se de um ajuste técnico de mercado.

A Ourinvest Asset é a gestora por trás deste FII, que foca primordialmente em títulos de dívida imobiliária (CRIs). Recentemente, a gestão vem trabalhando na reciclagem da carteira para manter o carrego de dividendos em patamares competitivos frente à Selic.

2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 71,34 ↓ 2,73%

Descrição: O TGAR11 ocupou a segunda posição em termos de relevância de queda, fechando o dia a R$ 71,34. O ativo movimentou um montante financeiro expressivo de R$ 13.609.103,76, fruto da negociação de 190.764 cotas, o que indica alta liquidez mesmo em um dia de desvalorização. A variação negativa foi de R$ 2,00 em relação ao fechamento anterior de R$ 73,34. Curiosamente, o valor de fechamento ficou muito próximo da mínima registrada no dia (R$ 71,01) e também da mínima das últimas 52 semanas (R$ 71,01), sugerindo que o fundo está testando suportes históricos importantes. A máxima do dia foi de R$ 73,01. Com uma queda de 2,73%, o mercado parece precificar riscos específicos ou ajustes no setor de desenvolvimento imobiliário, onde o fundo atua com maior intensidade, exigindo cautela e análise de fluxo de caixa para os próximos meses.

O TG Ativo Real é um fundo de desenvolvimento gerido pela TG Core Asset, focado em empreendimentos residenciais e loteamentos. A última notícia relevante da empresa envolve a expansão de seu portfólio em cidades do interior, visando capturar o crescimento do agronegócio e a demanda por habitação regional.

3º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 35,50 ↓ 2,18%

Descrição: O URPR11 encerrou o dia com uma desvalorização de 2,18%, sendo negociado a R$ 35,50. O fundo apresentou uma variação nominal negativa de R$ 0,79 em comparação ao fechamento anterior de R$ 36,29. Durante o pregão, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 35,50 e a máxima de R$ 36,28. O volume de cotas negociadas foi de 15.933, resultando em um giro financeiro de R$ 565.621,50. Comparando com o desempenho anual, o fundo está operando em um nível médio, distante da sua máxima de 52 semanas que foi de R$ 54,48, mas ainda acima da mínima de R$ 30,13. O recuo de hoje reflete um movimento de retração que pode estar ligado à sensibilidade do fundo aos índices de inflação, dado que seu portfólio é majoritariamente composto por CRIs de alto rendimento (High Yield).

Gerido pela Urca Capital Partners, o URPR11 é conhecido por sua estratégia agressiva em crédito imobiliário. Notícias recentes destacam o esforço da gestão em monitorar o LTV de suas garantias para assegurar a continuidade do pagamento de proventos robustos aos cotistas.

4º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 7,00 ↓ 1,96%

Descrição: O KISU11, fundo de fundos (FoF) que segue o índice Suno 30, fechou o dia cotado a R$ 7,00, apresentando uma queda de 1,96%. O recuo nominal foi de R$ 0,14 por cota frente ao fechamento anterior de R$ 7,14. O volume negociado foi de 98.168 cotas, totalizando R$ 687.176,00 em volume financeiro. Durante o dia, o ativo não ultrapassou a marca de R$ 7,14 e tocou a mínima de R$ 7,00, exatamente o preço de fechamento, o que indica que não houve recuperação de fôlego ao final do pregão. Este fundo é frequentemente utilizado como termômetro para o setor de FIIs, pois investe em uma cesta diversificada de outros fundos. Sua proximidade com a máxima de 52 semanas (R$ 7,34) mostra que, apesar da queda diária, o ativo mantém uma trajetória de relativa resiliência no longo prazo.

O KISU11 é gerido pela Kilima Gestão de Recursos e tem como estratégia replicar a carteira teórica do índice Suno 30. A última atualização da gestora reforçou a manutenção da estratégia de baixo custo de administração para maximizar o retorno do investidor de varejo.

5º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,06 ↓ 1,94%

Descrição: O fundo focado em lajes corporativas VINO11 encerrou a sessão a R$ 5,06, representando uma variação negativa de 1,94%. A desvalorização em Reais foi de R$ 0,10. O ativo registrou um volume de ações (cotas) de 93.440 e um volume financeiro de R$ 472.806,40. A oscilação diária foi pequena, entre R$ 5,05 e R$ 5,18, mostrando uma estabilização em patamares baixos. O fechamento anterior havia sido de R$ 5,16. Ao olhar para o horizonte de um ano, o fundo está perigosamente próximo da sua mínima de R$ 4,33, refletindo os desafios estruturais que o setor de escritórios enfrenta em termos de vacância e renovação de contratos em grandes centros. Para o investidor focado em valor, a queda acentuada em relação à máxima de 52 semanas (R$ 5,56) pode representar tanto um risco quanto uma oportunidade de entrada.

A Vinci Real Estate é a gestora deste fundo, que possui imóveis de alto padrão locados para empresas como Globo e Vitacon. A última notícia do fundo menciona a estratégia de desinvestimento em ativos específicos para reduzir a alavancagem financeira do portfólio.

6º – CAPITANIA SECURITIES II FII CF (CPTS11) | R$ 7,91 ↓ 1,74%

Descrição: O CPTS11 apresentou uma das maiores liquidezes do dia, com 1.423.564 cotas negociadas e um volume financeiro robusto de R$ 11.260.391,24. Apesar do alto giro, o fundo fechou em queda de 1,74%, cotado a R$ 7,91. A variação negativa foi de R$ 0,14 em relação ao fechamento anterior (R$ 8,05). O ativo operou dentro de um intervalo estreito, com mínima de R$ 7,91 e máxima de R$ 8,08. Considerando o histórico anual, o preço atual está distante da mínima de R$ 6,02, mas também abaixo da máxima de R$ 8,14. Por ser um fundo de papel com gestão ativa de giro de carteira, esse movimento de baixa pode estar associado a ajustes na curva de juros futura, que impacta diretamente a precificação dos ativos de crédito que compõem o fundo.

Gerido pela Capitania Investimentos, o CPTS11 foca em CRIs de alta qualidade (Investment Grade). Recentemente, a empresa comunicou ao mercado a realização de lucros em algumas posições de crédito, visando otimizar a distribuição de dividendos futuros.

7º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 97,50 ↓ 1,41%

Descrição: O ICRI11 registrou um fechamento de R$ 97,50, o que equivale a uma queda de 1,41% no dia. O recuo nominal foi de R$ 1,39 frente ao fechamento de ontem de R$ 98,89. O volume financeiro movimentado foi de R$ 2.947.522,50, com a negociação de 30.231 cotas. O ativo demonstrou volatilidade moderada, com mínima de R$ 96,40 e máxima de R$ 99,70. O desempenho atual coloca o fundo em uma posição intermediária em relação ao seu histórico de 52 semanas (mínima de R$ 80,00 e máxima de R$ 100,60). Por ser um fundo indexado ao IPCA, sua performance é sensível aos dados de inflação e às expectativas macroeconômicas, o que explica a variação negativa em um cenário de possíveis revisões nos índices de preços ao consumidor.

O ICRI11 é gerido pelo Itaú Asset Management e investe em ativos de crédito imobiliário com foco em correção pelo IPCA. A notícia mais recente da gestora aponta para a manutenção de uma carteira defensiva com foco em emissores de baixo risco de crédito.

8º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 84,30 ↓ 1,40%

Descrição: O PCIP11 encerrou o pregão com uma desvalorização de 1,40%, sendo cotado a R$ 84,30. A perda nominal foi de R$ 1,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 85,50. Foram negociadas 37.250 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 3.140.175,00. O comportamento do ativo durante o dia foi contido, com a mínima atingindo R$ 83,53 e a máxima chegando a R$ 85,73. No acumulado das últimas 52 semanas, o fundo mantém uma performance sólida, operando bem acima da mínima de R$ 71,24 e próximo da máxima de R$ 88,16. A queda de hoje pode ser lida como um ajuste técnico, comum em fundos que possuem uma base de ativos de crédito estável, mas que sofrem com a marcação a mercado dos títulos de renda fixa.

A VBI Real Estate é a gestora responsável pelo PCIP11, focando em uma carteira diversificada de CRIs. A última movimentação divulgada pela empresa foi a aquisição de novos ativos de crédito para aumentar a diversificação geográfica e setorial do fundo.

9º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,54 ↓ 1,39%

Descrição: O RBRX11 fechou o dia em R$ 8,54, o que representa uma queda percentual de 1,39%. O valor da variação foi de R$ 0,12 para baixo. O volume de cotas negociadas atingiu 359.743, gerando um volume financeiro de R$ 3.072.205,22. A mínima do dia foi registrada em R$ 8,49 e a máxima em R$ 8,55, demonstrando que o ativo passou a maior parte do tempo em território negativo, sem conseguir superar o preço médio de abertura. Na tabela, os dados de mínima e máxima de 52 semanas constam como indisponíveis, o que pode sugerir uma emissão recente ou atualização de dados pendente na base consultada. Entretanto, a liquidez apresentada mostra que há um interesse ativo do mercado no papel, apesar da desvalorização momentânea registrada nesta sessão específica de mercado.

A RBR Asset Management gere o RBRX11, um fundo com estratégia multiestratégia (crédito, tijolo e outros FIIs). Notícias recentes indicam que a gestora está aumentando sua exposição a ativos de tijolo com desconto patrimonial para capturar ganhos de capital no médio prazo.

10º – FDO DE INV IMOB RIZA TERRAX CF (RZTR11) | R$ 94,00 ↓ 1,32%

Descrição: O RZTR11 encerrou a lista dos ativos analisados com uma queda de 1,32%, terminando o dia a R$ 94,00. A variação nominal negativa foi de R$ 1,26 em comparação ao fechamento anterior de R$ 95,26. O fundo movimentou R$ 5.300.190,00 através da negociação de 56.385 cotas. Durante a jornada, o valor mínimo chegou a R$ 93,66 e o máximo a R$ 95,36. Ao observar a janela de 52 semanas, o fundo demonstra robustez, estando mais próximo da máxima (R$ 97,28) do que da mínima (R$ 76,64). Por ser um fundo focado em terras agrícolas, sua dinâmica é distinta dos FIIs urbanos, sendo influenciado pelo ciclo das commodities e pelo valor da terra no agronegócio brasileiro, setores que apresentam fundamentos sólidos apesar da volatilidade de curto prazo.

Gerido pela Riza Asset, o RZTR11 investe em propriedades rurais produtivas. A última notícia relevante da empresa destaca a conclusão da compra de uma nova fazenda no Mato Grosso, ampliando sua área de atuação e potencial de geração de renda via arrendamento.

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