Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 24/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BEEF3 R$ 4,15 4,80%
2 SMTO3 R$ 19,95 4,18%
3 MBRF3 R$ 19,62 3,37%
4 PCAR3 R$ 2,23 3,24%
5 BRKM5 R$ 10,97 3,20%
6 CMIN3 R$ 5,03 2,86%
7 PETR4 R$ 47,27 2,69%
8 PRIO3 R$ 67,63 2,53%
9 PETR3 R$ 51,95 2,51%
10 VAMO3 R$ 3,57 2,00%

1º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 4,15 ↑ 4,80%

Descrição: A Minerva (BEEF3) liderou as altas do dia com uma valorização expressiva de 4,80%, fechando cotada a R$ 4,15. Durante a sessão, o ativo demonstrou volatilidade controlada, com mínima de R$ 3,83 e máxima de R$ 4,17, encerrando muito próximo ao seu topo diário. O volume de ações negociadas atingiu 21.823.800 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 90.568.770,00. Em uma perspectiva de 52 semanas, o papel ainda se encontra distante de sua máxima de R$ 7,37, mas mostra recuperação em relação à mínima de R$ 3,63 registrada no último ano. O fechamento anterior havia sido de R$ 3,96, confirmando um avanço nominal de R$ 0,19 por ação. Este movimento sugere um apetite renovado dos investidores pelo setor de exportação de carne bovina, possivelmente impulsionado por novos contratos internacionais ou ajustes de oferta no mercado global de proteínas.

A Minerva S.A. é uma das líderes na América do Sul na produção e venda de carne in natura e seus derivados, com forte atuação no mercado de exportação. Recentemente, a empresa concluiu etapas importantes para a integração de ativos adquiridos da Marfrig, o que gerou otimismo no mercado quanto ao ganho de escala e eficiência operacional para os próximos trimestres.

2º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 19,95 ↑ 4,18%

Descrição: A São Martinho (SMTO3) garantiu a segunda posição no ranking, apresentando uma alta de 4,18% e fechando o dia a R$ 19,95. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 18,93 e a máxima de R$ 20,11, demonstrando força compradora ao longo de todo o pregão. O volume negociado foi de 2.437.400 ações, totalizando um montante de R$ 48.626.130,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 19,15, o ganho nominal foi de R$ 0,80. É importante notar que a ação está próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 21,91), sinalizando uma tendência de alta consistente no médio prazo, muito acima da mínima anual de R$ 12,91. O desempenho reflete a expectativa positiva para o setor sucroenergético, especialmente com a valorização do açúcar e a demanda por etanol no mercado doméstico e internacional.

A São Martinho S.A. é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com foco na produção de açúcar, etanol e bioenergia. Recentemente, a empresa anunciou investimentos em sua planta de processamento de milho, visando diversificar sua receita e reduzir a dependência exclusiva da safra de cana-de-açúcar, o que foi bem recebido por analistas do setor.

3º – Marfrig Global Foods S.A. (MRFB3) | R$ 19,62 ↑ 3,37%

Descrição: A Marfrig (MRFB3) apresentou um desempenho robusto, com valorização de 3,37%, encerrando a R$ 19,62. A variação nominal foi de R$ 0,64 em relação ao fechamento de R$ 18,98. O papel movimentou um volume expressivo de R$ 271.585.926,00, com 13.842.300 ações trocando de mãos, o que indica alta liquidez e forte interesse institucional. A variação intradiária ficou entre R$ 18,18 e R$ 19,99. Observando o histórico de um ano, a empresa transita em uma faixa intermediária, tendo alcançado R$ 26,83 no pico e R$ 14,59 no piso das últimas 52 semanas. Este avanço consolida a tendência de recuperação das empresas de proteína animal neste pregão, beneficiadas possivelmente pelo câmbio ou custos de insumos mais favoráveis para a produção.

A Marfrig é uma multinacional brasileira de alimentos, reconhecida como a segunda maior empresa de carne bovina do mundo. Uma notícia recente de grande impacto foi a elevação de sua participação acionária na BRF, consolidando ainda mais sua influência estratégica e buscando sinergias operacionais entre as duas gigantes do setor de alimentos processados e carnes.

4º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,23 ↑ 3,24%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou uma alta de 3,24%, com o preço da ação fixado em R$ 2,23 no encerramento. A variação positiva de R$ 0,07 veio acompanhada de um volume de 6.127.000 ações e um montante financeiro de R$ 13.663.210,00. O ativo operou em uma margem estreita durante o dia, entre R$ 2,11 e R$ 2,24. Apesar da alta percentual relevante, a ação ainda luta para recuperar patamares históricos, considerando que sua máxima em 52 semanas é de R$ 4,95 e a mínima de R$ 1,89. O fechamento anterior foi de R$ 2,16. O setor de varejo alimentar continua sensível aos dados de inflação e poder de compra da população, e este movimento pontual pode refletir um ajuste técnico ou otimismo com os processos de reestruturação interna do grupo.

A Companhia Brasileira de Distribuição, operando sob a marca Pão de Açúcar, é uma das maiores redes de varejo do país. A empresa tem focado na venda de ativos não estratégicos e na redução de sua alavancagem financeira, com notícias recentes destacando o plano de venda de postos de combustíveis para otimizar o caixa da companhia.

5º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 10,97 ↑ 3,20%

Descrição: A Braskem (BRKM5) fechou o dia em alta de 3,20%, cotada a R$ 10,97, representando um ganho nominal de R$ 0,34 sobre o preço anterior de R$ 10,63. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 10,17 e a máxima de R$ 11,00. Foram negociadas 4.678.100 ações, somando um volume financeiro de R$ 51.318.757,00. A petroquímica enfrenta um cenário desafiador, com suas ações oscilando entre R$ 6,11 e R$ 13,78 nas últimas 52 semanas. O desempenho de hoje sugere uma recuperação técnica, possivelmente ligada a preços globais de resinas ou expectativas sobre mudanças na governança e estrutura acionária da empresa, que frequentemente está no radar de fusões e aquisições (M&A).

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Recentemente, a empresa esteve sob os holofotes devido às negociações envolvendo a fatia da Novonor (ex-Odebrecht) na companhia, mantendo os investidores em alerta sobre quem assumirá o controle da petroquímica.

6º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,03 ↑ 2,86%

Descrição: A CSN Mineração (CMIN3) apresentou uma valorização de 2,86%, encerrando a sessão a R$ 5,03. Com uma variação de R$ 0,14 em relação ao fechamento de R$ 4,89, o papel teve uma dinâmica estável, variando entre R$ 4,85 e R$ 5,05. O volume de negociação foi de 12.437.400 ações, totalizando R$ 62.560.122,00. A empresa mantém uma posição sólida em relação à sua mínima de 52 semanas (R$ 4,55), embora ainda esteja abaixo da máxima anual de R$ 6,56. O setor de mineração foi impulsionado pela estabilidade nos preços do minério de ferro no mercado internacional, refletindo positivamente no fluxo de caixa projetado para a companhia nos próximos balanços.

A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil. Notícias recentes indicam que a empresa segue avançando em seus projetos de expansão da capacidade de produção, focando em produtos de alta qualidade (Pellet Feed) para atender à demanda de descarbonização da indústria siderúrgica global.

7º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 47,27 ↑ 2,69%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) registraram alta de 2,69%, fechando a R$ 47,27. Este ativo foi o grande destaque em termos de liquidez, com um volume financeiro massivo de R$ 2.684.524.751,00 e 56.791.300 ações negociadas. A variação nominal foi de R$ 1,24. O papel operou entre R$ 46,37 e R$ 47,95, aproximando-se de sua máxima histórica de 52 semanas, que é de R$ 48,13. O desempenho é um reflexo direto da valorização do petróleo tipo Brent no mercado externo e da percepção de resiliência nos dividendos da estatal. Com um fechamento anterior de R$ 46,03, a Petrobras reafirma seu papel central na B3, atraindo fluxo estrangeiro e local.

A Petrobras é uma empresa de energia integrada, com foco em exploração e produção de petróleo e gás em águas profundas e ultraprofundas. Uma notícia recente relevante foi o anúncio de um novo plano estratégico focado na transição energética, mantendo o investimento robusto no pré-sal para garantir a rentabilidade da companhia.

8º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 67,63 ↑ 2,53%

Descrição: A PRIO (PRIO3) acompanhou o rali do setor de petróleo, fechando com alta de 2,53% a R$ 67,63. O papel teve um ganho de R$ 1,67 em relação aos R$ 65,96 anteriores. O volume negociado somou R$ 810.829.596,00, com 11.989.200 ações circulando no mercado. A cotação diária variou entre R$ 66,14 e R$ 68,07. A PRIO3 demonstra uma performance excepcional no longo prazo, operando muito perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 68,94) e bem distante da mínima de R$ 32,68. A eficiência operacional da empresa na revitalização de campos maduros continua sendo o principal driver para os investidores que buscam exposição ao petróleo sem o risco político das estatais.

A PRIO é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás do Brasil. Recentemente, a companhia divulgou dados de produção operacional recorde no campo de Frade, reforçando sua capacidade de execução e otimização de ativos, o que elevou o preço-alvo de diversas casas de análise.

9º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 51,95 ↑ 2,51%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) subiram 2,51%, fechando cotadas a R$ 51,95. O incremento nominal foi de R$ 1,27 sobre o fechamento de R$ 50,68. O volume de negócios atingiu R$ 739.414.740,00, com 14.233.200 ações negociadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 50,60 e a máxima de R$ 52,65. Curiosamente, PETR3 está operando em patamares ligeiramente abaixo de sua máxima de 52 semanas (R$ 53,21), mas com um prêmio significativo sobre a mínima de R$ 29,34. A alta acompanha o movimento das ações preferenciais (PETR4), impulsionada pelo cenário macroeconômico global favorável às commodities energéticas e pela manutenção de margens operacionais elevadas na extração.

As ações ordinárias (PETR3) dão direito a voto nas assembleias da Petrobras e costumam ser acompanhadas de perto por investidores institucionais de longo prazo. Notícias indicam que a gestão atual tem priorizado o fortalecimento do refino nacional, o que pode impactar a estratégia de preços de combustíveis nos próximos meses.

10º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. (VAMO3) | R$ 3,57 ↑ 2,00%

Descrição: Fechando o top 10, a Vamos (VAMO3) registrou alta de 2,00%, encerrando a R$ 3,57. A variação nominal foi de R$ 0,07 em comparação aos R$ 3,50 anteriores. Foram negociadas 14.626.900 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 52.218.033,00. O ativo operou entre R$ 3,43 e R$ 3,57 durante o dia. No acumulado das últimas 52 semanas, a ação apresenta um histórico desafiador, com máxima de R$ 5,27 e mínima de R$ 2,74. O desempenho de hoje sugere uma tentativa de estabilização do preço em um patamar baixo, possivelmente refletindo o ajuste do mercado às taxas de juros, que impactam diretamente o custo de financiamento da frota da companhia.

A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil, atuando fortemente nos setores de agronegócio e logística. Recentemente, a empresa reportou uma renovação em sua estratégia de venda de ativos usados, visando manter a frota jovem e eficiente, o que é crucial para manter suas margens operacionais em períodos de crédito mais restrito.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,54 -3,57%
2 AZZA3 R$ 26,80 -2,83%
3 LWSA3 R$ 3,76 -2,08%
4 RAIL3 R$ 16,52 -1,96%
5 EMBJ3 R$ 75,94 -1,84%
6 NATU3 R$ 9,72 -1,82%
7 AURE3 R$ 11,66 -1,44%
8 IGTI11 R$ 27,02 -1,35%
9 BBAS3 R$ 23,65 -1,29%
10 RENT3 R$ 46,44 -1,28%

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,54 ↓ 3,57%

Descrição: A Raízen lidera as baixas deste relatório, apresentando um fechamento em R$ 0,54, o que representa uma queda acentuada de 3,57% em relação ao fechamento anterior de R$ 0,56. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 0,54 e a máxima de R$ 0,56. O volume de ações movimentadas foi de 10.012.000, gerando um volume financeiro negociado de R$ 5.406.480,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está operando muito próximo de sua mínima anual (R$ 0,43), distanciando-se drasticamente da máxima de R$ 2,23 registrada no período. Essa desvalorização nominal de R$ 0,02 reflete um momento de cautela dos investidores em relação à companhia. O rank 1 na tabela de quedas acentua a volatilidade enfrentada pelo setor sucroenergético ou questões específicas de liquidez e precificação de mercado que afetam diretamente o papel no curto prazo.

A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, atuando de forma integrada na produção de açúcar e etanol, além da distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), consolidando-se como protagonista na transição energética global.

2º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 26,80 ↓ 2,83%

Descrição: A Azzas 2154 registrou um fechamento de R$ 26,80, recuando 2,83% frente ao valor anterior de R$ 27,58. O ativo teve uma variação nominal negativa de R$ 0,78 por cota. Ao longo do dia, as ações transitaram entre a mínima de R$ 26,37 e a máxima de R$ 27,36. Com um volume expressivo de 1.913.600 ações negociadas, o montante financeiro movimentado totalizou R$ 51.284.480,00. No acumulado das últimas 52 semanas, o papel demonstra resiliência ao manter-se acima da mínima de R$ 21,17, embora ainda esteja longe do teto de R$ 41,49. A pressão vendedora observada hoje coloca o papel na segunda posição entre as maiores variações negativas do grupo analisado. O volume negociado sugere uma liquidez saudável, porém insuficiente para sustentar o preço diante das ordens de venda que prevaleceram durante a sessão de mercado, refletindo o sentimento atual do setor de consumo e varejo.

A Azzas 2154 é o grupo resultante da fusão histórica entre a Arezzo&Co e o Grupo Soma, criando uma gigante do varejo de moda na América Latina com marcas como Arezzo, Schutz, Hering e Farm. A última notícia relevante envolve a integração operacional das marcas para capturar sinergias logísticas e administrativas após a consolidação da fusão.

3º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,76 ↓ 2,08%

Descrição: As ações da LWSA encerraram o dia cotadas a R$ 3,76, uma retração de 2,08% ou R$ 0,08 em termos nominais. O papel abriu em um cenário desafiador, atingindo a mínima de R$ 3,68 e uma máxima de R$ 3,82, não conseguindo retomar o patamar do fechamento anterior de R$ 3,84. O volume de ações transacionadas foi de 4.344.700, resultando em um giro financeiro de R$ 16.336.072,00. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, observa-se que a ação flutua entre R$ 2,30 e R$ 4,80. O desempenho de hoje reforça a volatilidade intrínseca às empresas de tecnologia no cenário macroeconômico atual. Mesmo com um volume de negociação relevante, o mercado penalizou o ativo, mantendo-o na terceira posição do ranking de desvalorização. O fechamento próximo à máxima do dia indica que houve uma leve tentativa de recuperação no final da sessão, mas sem força para reverter o campo negativo.

A LWSA, anteriormente conhecida como Locaweb, é uma empresa brasileira de tecnologia que oferece um ecossistema completo de soluções digitais para empresas, abrangendo desde hospedagem de sites até plataformas de e-commerce e gestão. Recentemente, a empresa reportou esforços em otimização de custos e foco na rentabilidade de suas subsidiárias de logística e pagamentos.

4º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 16,52 ↓ 1,96%

Descrição: A Rumo encerrou a sessão com suas ações avaliadas em R$ 16,52, o que representa uma queda de 1,96% em relação aos R$ 16,85 do pregão anterior. A variação negativa foi de R$ 0,33 por ação. O comportamento intradiário mostrou uma mínima de R$ 16,42 e uma máxima de R$ 16,86, evidenciando que o papel chegou a operar brevemente acima do fechamento anterior, mas perdeu fôlego. O volume de ações foi robusto, com 10.930.500 papéis trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 180.571.860,00. No horizonte de um ano, a Rumo apresenta uma máxima de R$ 19,68 e uma mínima de R$ 13,31. O volume financeiro negociado hoje é um dos maiores da lista, o que demonstra que a queda ocorreu sob forte convicção do mercado, possivelmente influenciada por perspectivas do setor de logística ferroviária ou custos operacionais.

A Rumo é a maior operadora de ferrovias do Brasil, oferecendo serviços logísticos de transporte ferroviário, elevação portuária e armazenagem, sendo vital para o escoamento de commodities agrícolas. A notícia mais recente do setor aponta para o avanço das obras da ferrovia em Mato Grosso, visando ampliar a capacidade de carga da companhia.

5º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 75,94 ↓ 1,84%

Descrição: A Embraer registrou um recuo de 1,84% no pregão, com o preço por ação fechando em R$ 75,94. O decréscimo nominal foi de R$ 1,42 comparado ao fechamento anterior de R$ 77,36. Durante o dia, o ativo alcançou a mínima de R$ 74,28 e a máxima de R$ 77,01. O interesse dos investidores foi alto, com 4.558.000 ações negociadas, movimentando um montante financeiro de R$ 346.134.520,00. Cabe destacar que, apesar da queda no dia, a Embraer opera em um patamar elevado em relação à sua mínima de 52 semanas (R$ 57,59), embora esteja distante da sua máxima de R$ 105,50. O alto volume financeiro negociado indica que o papel é um dos protagonistas do dia, refletindo ajustes de portfólio em um setor sensível ao câmbio e a contratos internacionais. A queda de hoje parece ser um movimento técnico de realização após períodos de valorização.

A Embraer é uma empresa aeroespacial global, líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e com forte atuação em defesa e aviação executiva. Recentemente, a empresa anunciou novos pedidos firmes para sua família de jatos E2, reforçando sua carteira de pedidos (backlog) para os próximos anos.

6º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,72 ↓ 1,82%

Descrição: As ações da Natura fecharam em R$ 9,72, apresentando uma desvalorização de 1,82%, ou R$ 0,18 em valores absolutos. O fechamento anterior havia sido de R$ 9,90. No decorrer da jornada de negociação, os preços oscilaram entre R$ 9,47 e R$ 9,79. Foram negociadas 6.591.200 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 64.066.464,00. No acumulado das últimas 52 semanas, o ativo registra uma mínima de R$ 7,13 e uma máxima de R$ 11,30. O desempenho atual coloca a Natura em uma posição intermediária de queda no ranking. O volume de negociação indica uma atividade moderada dos investidores, que seguem acompanhando de perto os processos de reestruturação da companhia. A incapacidade de manter o patamar próximo aos R$ 10,00 sugere uma resistência técnica importante que o mercado não conseguiu superar nesta sessão.

A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos, conhecida por seu modelo de venda direta e foco em sustentabilidade. Após a venda da Aesop e da The Body Shop, a empresa foca agora na integração da Avon na América Latina e na simplificação de sua estrutura corporativa global.

7º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,66 ↓ 1,44%

Descrição: A Auren Energia apresentou uma queda de 1,44%, encerrando o dia em R$ 11,66. A redução nominal foi de R$ 0,17 em relação ao fechamento anterior de R$ 11,83. O papel tocou a mínima de R$ 11,52 e a máxima de R$ 11,76 durante as negociações. O volume de ações movimentadas foi de 2.050.100, o que resultou em um valor financeiro de R$ 23.904.166,00. Comparando com o histórico anual, a ação está consideravelmente acima da sua mínima de 52 semanas (R$ 7,29) e próxima da sua máxima (R$ 12,99). Esse recuo diário pode ser interpretado como um ajuste marginal dentro de uma tendência mais estável de longo prazo para o setor elétrico. O volume negociado, embora menor que o de grandes bancos ou empresas de logística, demonstra que há liquidez suficiente para as operações institucionais no ativo.

A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável do Brasil, com foco em geração hidrelétrica e eólica, fruto da reorganização societária entre Votorantim S.A. e CPPIB. A última notícia relevante é a conclusão da aquisição da operação brasileira da AES, consolidando a Auren como uma gigante do setor.

8º – JEREISSATI PARTICIPACOES UNT (IGTI11) | R$ 27,02 ↓ 1,35%

Descrição: As units do grupo Iguatemi (IGTI11) fecharam em R$ 27,02, registrando um recuo de 1,35% (R$ 0,37 nominais) em comparação ao fechamento de R$ 27,39. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 26,63 e a máxima de R$ 27,26. O volume de ações negociadas foi de 1.986.500, gerando um giro de R$ 53.675.230,00. No período de 52 semanas, o ativo demonstra uma amplitude entre R$ 17,48 e R$ 30,13. O comportamento de hoje coloca o papel no oitavo lugar das maiores quedas, sinalizando uma retração leve se comparada aos líderes da lista. O setor de shopping centers costuma reagir às expectativas de juros, e a variação negativa de hoje pode refletir ajustes macroeconômicos globais que impactam o custo de capital e a avaliação de fundos imobiliários e participações.

A Jereissati Participações é a holding que controla o Iguatemi S.A., uma das maiores empresas de shopping centers de luxo no Brasil. Notícias recentes destacam o crescimento contínuo das vendas nas mesmas lojas e a resiliência do consumo de alta renda nos empreendimentos da marca.

9º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 23,65 ↓ 1,29%

Descrição: O Banco do Brasil apresentou uma desvalorização de 1,29%, com o papel fechando em R$ 23,65 após um fechamento anterior de R$ 23,96. A variação negativa foi de R$ 0,31. No intradiário, as ações atingiram a mínima de R$ 23,40 e a máxima de R$ 23,96. Este ativo registrou o maior volume de ações negociadas da lista, com 14.810.600 papéis, resultando em um impressionante volume financeiro de R$ 350.270.690,00. Em termos anuais, o BBAS3 navega entre a mínima de R$ 17,83 e a máxima de R$ 29,02. O fato de ser o maior volume financeiro da amostra indica que a queda foi acompanhada por um grande fluxo de capital, possivelmente devido a movimentos de fundos estrangeiros ou institucionais locais. Apesar da queda, o banco mantém indicadores de valuation que atraem investidores focados em dividendos.

O Banco do Brasil é uma instituição financeira de economia mista, sendo um dos maiores bancos do país com forte atuação no agronegócio e crédito consignado. Recentemente, o banco anunciou a distribuição de proventos aos acionistas (dividendos e JCP) e reportou lucros sólidos no último balanço trimestral.

10º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 46,44 ↓ 1,28%

Descrição: Fechando o nosso relatório, a Localiza encerrou o dia em R$ 46,44, uma queda de 1,28% ou R$ 0,60 nominais. O valor anterior de fechamento era de R$ 47,04. O ativo teve uma mínima de R$ 45,65 e uma máxima de R$ 46,90 durante o pregão. Foram negociadas 5.873.500 ações, totalizando um volume negociado de R$ 272.765.340,00. Nas últimas 52 semanas, a ação atingiu o pico de R$ 53,00 e o vale de R$ 29,79. A Localiza figura como a menor queda percentual deste grupo selecionado, ocupando o 10º lugar. O volume financeiro negociado é expressivo, o que demonstra a importância da ação no índice Ibovespa e o interesse contínuo do mercado, mesmo em dias de correção. A proximidade da máxima de 52 semanas indica que, apesar do recuo de hoje, o papel mantém uma trajetória de recuperação ou estabilidade superior a outros ativos da lista.

A Localiza é a maior rede de aluguel de carros da América Latina, atuando também na gestão de frotas e venda de seminovos. A última notícia relevante da companhia menciona a renovação estratégica de sua frota para veículos com maior eficiência energética e parcerias para expansão de pontos de atendimento em aeroportos.

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