Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 9,28 | 4,86% |
| 2 | VGRI11 | R$ 6,93 | 4,21% |
| 3 | VIUR11 | R$ 2,19 | 2,34% |
| 4 | RBRL11 | R$ 85,61 | 2,18% |
| 5 | GARE11 | R$ 8,44 | 1,69% |
| 6 | HGRU11 | R$ 132,90 | 1,54% |
| 7 | SPXS11 | R$ 8,60 | 1,53% |
| 8 | OUJP11 | R$ 88,25 | 1,32% |
| 9 | CACR11 | R$ 81,24 | 1,07% |
| 10 | HGCR11 | R$ 97,73 | 1,02% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,28 ↑ 4,86%
Descrição: O fundo Kinea Creditas liderou as valorizações do dia com um desempenho expressivo de 4,86%. O ativo encerrou a sessão cotado a R$ 9,28, que também foi a máxima atingida no pregão, após ter aberto próximo ao fechamento anterior de R$ 8,85. A variação nominal positiva foi de R$ 0,43 por cota. O volume de negociação registrou 63.883 cotas, resultando em um montante financeiro movimentado de R$ 592.834,24. Vale destacar que, para este ativo, não constam dados consolidados de mínimas e máximas de 52 semanas na base apresentada, indicando uma análise focada na volatilidade intradiária recente. A estabilidade entre a mínima e a máxima do dia (ambas em R$ 9,28) sugere uma pressão compradora constante que sustentou o preço no topo durante as negociações, consolidando sua posição no topo do ranking de rentabilidade diária entre os pares analisados.
A Kinea Investimentos é uma das maiores gestoras do país, ligada ao grupo Itaú, focada em produtos de crédito privado e imobiliário. Recentemente, a Kinea anunciou a distribuição de rendimentos mensais em linha com as expectativas do mercado para seus fundos de papel, mantendo o KCRE11 como uma opção estratégica para investidores que buscam exposição ao crédito estruturado.
2º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,93 ↑ 4,21%
Descrição: O VGRI11 apresentou uma sólida performance, garantindo o segundo lugar com uma alta de 4,21%. Cotado a R$ 6,93 ao fim do dia, o fundo demonstrou uma recuperação consistente frente ao fechamento anterior de R$ 6,65. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,65 e a máxima de R$ 6,95, mostrando que encerrou o dia próximo ao seu pico de valorização. O volume de cotas negociadas foi de 84.522, gerando um giro financeiro de R$ 585.737,46. Ao observar o histórico de 52 semanas, o valor atual de R$ 6,93 situa-se em um patamar intermediário, considerando a mínima anual de R$ 6,34 e a máxima de R$ 8,48. Esta variação positiva de R$ 0,28 por cota reflete um otimismo pontual dos investidores quanto à carteira de recebíveis ou ativos de renda do fundo no curto prazo.
A Valora Investimentos é uma gestora independente especializada em crédito estruturado e gestão de recursos. Uma notícia relevante para a casa é a contínua expansão de sua base de cotistas, impulsionada pela diversificação de seus fundos imobiliários que buscam mitigar riscos em cenários de juros voláteis.
3º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,19 ↑ 2,34%
Descrição: Ocupando a terceira posição, o fundo VIUR11 registrou uma alta de 2,34%, com as cotas finalizando o pregão em R$ 2,19. O movimento representou um acréscimo nominal de R$ 0,05 em relação ao fechamento anterior de R$ 2,14. O ativo apresentou uma liquidez relevante, com 319.583 cotas trocando de mãos e um volume financeiro negociado de R$ 699.886,77. A amplitude do dia variou entre R$ 2,11 e R$ 2,34. Analisando o horizonte de um ano, o fundo encontra-se em uma zona de preço mais baixa, visto que sua máxima de 52 semanas atingiu R$ 5,91, enquanto a mínima foi de R$ 1,91. O desempenho atual sinaliza uma tentativa de distanciamento das mínimas históricas, atraindo investidores focados em ativos com valor de cota nominal reduzido e potencial de recuperação em setores de imóveis urbanos.
A Vinci Partners é uma plataforma líder em investimentos alternativos no Brasil, gerindo uma vasta gama de ativos imobiliários, de infraestrutura e participações. Recentemente, a gestora destacou em relatório o foco na reciclagem de portfólio para otimizar os ganhos de capital de seus fundos imobiliários.
4º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 85,61 ↑ 2,18%
Descrição: O RBRL11, focado no segmento logístico, apresentou uma valorização de 2,18%, encerrando o dia a R$ 85,61. O aumento nominal foi de R$ 1,83 por cota, partindo de um fechamento anterior de R$ 83,78. O fundo teve uma oscilação diária entre R$ 83,00 e R$ 85,64, demonstrando força compradora ao fechar muito perto da máxima do dia. Apesar de um volume de ações menor em comparação aos anteriores (16.848 cotas), o alto valor unitário resultou em um expressivo volume financeiro de R$ 1.442.357,28. No acumulado de 52 semanas, o ativo mostra resiliência, operando acima da mínima de R$ 65,78 e aproximando-se da máxima anual de R$ 92,67. Este desempenho reforça a tese de investimento em logística de alta qualidade, que segue demandada mesmo em ambientes macroeconômicos desafiadores para o mercado imobiliário.
A RBR Asset Management é uma gestora focada exclusivamente no mercado imobiliário, com estratégias que englobam desde crédito até incorporação. Notícias recentes indicam que a gestora tem buscado novas aquisições de galpões logísticos “last mile” para fortalecer a geração de renda do RBRL11.
5º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,44 ↑ 1,69%
Descrição: O fundo GARE11 registrou a maior liquidez em termos de volume de cotas entre os dez analisados, com impressionantes 1.149.442 cotas negociadas. A valorização foi de 1,69%, elevando o preço para R$ 8,44, um acréscimo de R$ 0,14 sobre o fechamento de R$ 8,30. O volume financeiro totalizou R$ 9.701.290,48, o maior da lista, evidenciando o alto interesse do mercado neste ativo. Durante o dia, o preço manteve-se estável, oscilando apenas entre R$ 8,44 e R$ 8,45. Embora os dados de 52 semanas não tenham sido fornecidos, o volume financeiro diário robusto sugere que o fundo possui uma base de investidores ativa e alta negociabilidade. O fechamento exatamente no valor da mínima do dia (R$ 8,44) indica que o ativo encontrou suporte imediato nesse patamar após a abertura.
A Guardian Gestora é especializada em ativos imobiliários com foco em renda urbana e logística. A última grande notícia envolvendo a empresa foi a mudança de nome e estratégia do antigo GALG11 para GARE11, visando ampliar o mandato de investimento para imóveis de renda urbana e híbridos.
6º – CSHG RENDA URBANA FII CF (HGRU11) | R$ 132,90 ↑ 1,54%
Descrição: Um dos gigantes do setor, o HGRU11 teve alta de 1,54%, alcançando o valor de R$ 132,90. O ganho nominal foi de R$ 2,01 por cota. O fundo operou entre a mínima de R$ 130,69 e a máxima de R$ 132,95, praticamente encerrando o pregão em seu pico diário. Com 41.277 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 5.485.713,30. Um dado fundamental é que a máxima do dia (R$ 132,95) coincidiu exatamente com a máxima das últimas 52 semanas, sinalizando que o fundo está em seu melhor momento de valorização no último ano. Comparado à mínima de 52 semanas (R$ 107,94), o ativo acumula uma recuperação robusta, consolidando sua atratividade para investidores que buscam segurança em ativos de renda urbana consolidados, como varejo e educação.
O CSHG (Credit Suisse Hedging-Griffo) é uma das gestoras de fundos imobiliários mais tradicionais do Brasil. Recentemente, a notícia de que o Pátria Investimentos concluiu a aquisição da operação de Real Estate do Credit Suisse no Brasil trouxe novos holofotes para a gestão de fundos como o HGRU11.
7º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,60 ↑ 1,53%
Descrição: O fundo SPXS11 apresentou uma valorização de 1,53%, com a cota fixada em R$ 8,60 ao final do dia. O ajuste positivo foi de R$ 0,13 em relação aos R$ 8,47 anteriores. Curiosamente, o ativo operou sem volatilidade intradiária, com a mínima e a máxima registradas exatamente em R$ 8,60, sugerindo negociações em blocos ou uma estabilidade rígida de preço durante o período. Foram negociadas 40.664 cotas, resultando em um montante de R$ 349.710,40. Não foram disponibilizados dados de 52 semanas para este fundo no conjunto de dados. O desempenho moderado, porém positivo, mantém o fundo em uma trajetória de crescimento estável dentro do ranking, ocupando a sétima posição em termos de variação percentual diária.
A SPX Capital é uma das maiores gestoras independentes de recursos do país, conhecida por sua atuação macro global. A empresa tem expandido sua atuação no mercado imobiliário através de parcerias estratégicas, como a realizada com a Syn (ex-Cyrela Commercial Properties) para a gestão deste fundo específico.
8º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 88,25 ↑ 1,32%
Descrição: O OUJP11 registrou uma alta de 1,32%, encerrando a R$ 88,25, com uma variação positiva de R$ 1,15. O fundo teve uma oscilação diária entre R$ 87,05 e R$ 88,34. Com um volume de apenas 4.460 cotas, o ativo movimentou R$ 393.595,00, demonstrando uma liquidez mais restrita em comparação aos demais componentes da lista. No entanto, sua performance de longo prazo é notável: o fechamento atual de R$ 88,25 está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 88,34), e significativamente acima da mínima anual de R$ 65,16. Este comportamento sugere que o fundo está em uma tendência de alta consistente, sendo capaz de sustentar valores elevados mesmo com menor volume de giro diário, possivelmente devido à retenção de cotas por investidores de longo prazo.
O Banco Ourinvest possui tradição em câmbio e investimentos estruturados, enquanto a JPP Capital é focada em gestão de crédito imobiliário. A última notícia relevante sobre o fundo OUJP11 destaca a manutenção de uma carteira de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) com indexadores que protegem o investidor contra a inflação.
9º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 81,24 ↑ 1,07%
Descrição: O fundo CACR11 obteve uma valorização de 1,07% na sessão, terminando cotado a R$ 81,24. A variação nominal foi de R$ 0,86 por cota, tendo como base o fechamento anterior de R$ 80,38. Durante o dia, o ativo apresentou estabilidade na mínima (R$ 80,38) e buscou a máxima de R$ 81,24. Foram negociadas 19.553 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 1.588.485,72. Em relação ao histórico anual, o valor atual reflete uma posição confortável, afastada da mínima de R$ 56,60 e abaixo da máxima de R$ 88,58. O volume financeiro superior a 1,5 milhão de reais indica uma boa aceitação do mercado para este fundo de recebíveis, que figura na penúltima posição deste ranking de altas, mas ainda assim com desempenho positivo.
A Supernova Capital é uma gestora focada em oportunidades no setor imobiliário e de crédito. O CACR11 tem se destacado em relatórios de análise por sua estratégia agressiva na alocação de recebíveis imobiliários de alto rendimento, buscando entregar dividendos acima da média do mercado.
10º – FDO INV IMOB CSHG RECEBIVEIS CF (HGCR11) | R$ 97,73 ↑ 1,02%
Descrição: Fechando a lista dos dez destaques, o HGCR11 registrou alta de 1,02%, com preço de fechamento em R$ 97,73. O ganho por cota foi de R$ 0,99 em relação ao valor anterior de R$ 96,74. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 96,71 e a máxima de R$ 97,74 ao longo do dia. Com um volume de 32.173 cotas, o giro financeiro foi de R$ 3.144.267,29, demonstrando robustez e confiança dos investidores. O ativo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 98,04) e bem acima da mínima anual de R$ 81,37. Por ser um fundo de “papel” de uma gestora renomada, esse desempenho reflete a busca por proteção e renda recorrente em ativos de crédito imobiliário de alta qualidade (High Grade), mesmo sendo a menor variação percentual deste grupo selecionado.
Este fundo também é gerido pela CSHG (Credit Suisse Hedging-Griffo), focando primordialmente em ativos de renda fixa lastreados no setor imobiliário. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado a manutenção de sua estratégia de diversificação de indexadores, buscando equilibrar a rentabilidade entre CDI e IPCA conforme a conjuntura econômica.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | XPIN11 | R$ 68,37 | -4,39% |
| 2 | GZIT11 | R$ 44,53 | -1,70% |
| 3 | URPR11 | R$ 33,78 | -1,63% |
| 4 | ARRI11 | R$ 6,07 | -1,30% |
| 5 | BROF11 | R$ 60,87 | -0,83% |
| 6 | BTAL11 | R$ 92,00 | -0,81% |
| 7 | VINO11 | R$ 5,10 | -0,78% |
| 8 | PORD11 | R$ 8,42 | -0,71% |
| 9 | KORE11 | R$ 73,03 | -0,69% |
| 10 | BCIA11 | R$ 94,35 | -0,68% |
1º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 68,37 ↓ 4,39%
Descrição: O ativo XPIN11 apresentou a queda mais acentuada do levantamento, encerrando o dia cotado a R$ 68,37. Durante a sessão, o fundo registrou uma mínima de R$ 67,52 e uma máxima de R$ 71,25, evidenciando uma volatilidade intraday considerável. O volume de negociação foi robusto, totalizando R$ 5.457.156,66, o maior entre os ativos analisados, com 79.818 cotas trocando de mãos. Comparado ao fechamento anterior de R$ 71,51, a desvalorização nominal foi de R$ 3,14. O papel encontra-se em um patamar intermediário em relação à sua mínima de 52 semanas (R$ 59,56) e máxima de 52 semanas (R$ 79,32). Este movimento sugere uma pressão vendedora pontual que distanciou o preço de sua média histórica recente.
O XP Industrial é um fundo imobiliário de gestão ativa focado no segmento de galpões logísticos e industriais, visando renda e ganho de capital através da exploração de imóveis para fins industriais. Recentemente, a gestão do fundo comunicou ao mercado ajustes na carteira de locatários e a busca por redução na vacância física de seus ativos em condomínios logísticos.
2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,53 ↓ 1,70%
Descrição: O GZIT11 fechou o pregão em R$ 44,53, o que representou uma queda de 1,70% ou R$ 0,77 em termos nominais. Um ponto curioso observado nos dados é que o ativo operou de forma extremamente estável durante o dia, com a mínima e a máxima registradas no mesmo valor do fechamento (R$ 44,53). O volume financeiro movimentado foi de R$ 411.635,32, correspondente a 9.244 ações negociadas. O fechamento anterior estava na casa dos R$ 45,30. Não foram disponibilizados dados sobre as máximas e mínimas de 52 semanas no relatório atual, indicando uma possível ausência de histórico consolidado ou base de dados incompleta para este período específico.
O Gazit Malls é um fundo que investe em shopping centers, sendo controlado pela gigante internacional Gazit-Globe. O fundo detém participações em ativos premium no setor de varejo. Em notícias recentes, o grupo Gazit tem focado na reciclagem de capital e otimização de seu portfólio de shoppings no Brasil para enfrentar o cenário de juros.
3º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 33,78 ↓ 1,63%
Descrição: O fundo URPR11 registrou um fechamento de R$ 33,78, recuando 1,63% em relação ao dia anterior, quando encerrou em R$ 34,34. A oscilação do dia ficou entre a mínima de R$ 33,75 e a máxima de R$ 34,32. O volume de ações movimentadas foi de 16.805, gerando um volume financeiro de R$ 567.672,90. Analisando o horizonte de um ano, o preço atual está mais próximo da mínima de 52 semanas (R$ 29,82) do que da máxima (R$ 50,15), o que pode sinalizar um momento de correção prolongada ou um ajuste no valor das distribuições de dividendos, que costumam ditar o preço de tela deste ativo de crédito.
O Urca Prime Renda é um fundo imobiliário do tipo “papel”, que investe primordialmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de maior risco e retorno (High Yield). Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de rendimentos referentes ao último mês, mantendo a estratégia de focar em operações de crédito estruturadas para o setor imobiliário residencial e comercial.
4º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,07 ↓ 1,30%
Descrição: Cotado a R$ 6,07, o ARRI11 teve uma variação negativa de 1,30%, representando uma queda de R$ 0,08. O ativo teve 55.720 cotas negociadas, gerando um giro financeiro de R$ 338.220,40. A mínima do dia encostou no valor de fechamento (R$ 6,07), enquanto a máxima atingiu R$ 6,20. No acumulado de 52 semanas, o fundo demonstra baixa amplitude de oscilação, variando entre R$ 5,91 e R$ 6,95, o que é característico de fundos com preços de cota mais baixos (as chamadas “cotas de dez reais”). O fechamento anterior foi de R$ 6,15, mantendo o papel em uma tendência lateralizada.
O ARRI11 é um fundo de recebíveis imobiliários que busca investir em títulos de dívida para gerar renda mensal aos seus cotistas. A última notícia relevante sobre o fundo trata do relatório gerencial onde a gestão detalhou a resiliência da carteira de CRIs diante das variações do IPCA e da taxa Selic.
5º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 60,87 ↓ 0,83%
Descrição: O BROF11 encerrou o dia em R$ 60,87, registrando uma queda leve de 0,83%. O volume financeiro foi de R$ 256.567,05, com apenas 4.215 ações negociadas, demonstrando uma liquidez menor em comparação aos líderes do ranking. A oscilação diária variou entre R$ 60,15 e R$ 61,40. Ao olhar para o histórico de 52 semanas, o ativo está operando próximo de sua máxima histórica do período (R$ 63,35), bem distante da mínima de R$ 42,29. Isso sugere que, apesar da queda diária de R$ 0,51, o fundo mantém uma trajetória de recuperação ou manutenção de valor no longo prazo.
Este fundo é focado em lajes corporativas (escritórios) de alto padrão, predominantemente localizadas em eixos comerciais de São Paulo e Rio de Janeiro. A última notícia sobre a BR Properties, gestora ligada ao ativo, envolveu a reestruturação de seu portfólio após grandes vendas de ativos para grupos internacionais.
6º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 92,00 ↓ 0,81%
Descrição: O BTAL11 fechou a R$ 92,00, uma queda de 0,81% ou R$ 0,75 nominais. O ativo movimentou R$ 915.492,00 através de 9.951 cotas. Durante o dia, o papel chegou a bater R$ 92,87 na máxima, mas recuou para a mínima de R$ 92,00 no fechamento. Curiosamente, o valor de R$ 92,00 está próximo da máxima de 52 semanas (R$ 92,89), indicando que o fundo está em um momento de valorização consistente no último ano, saindo de uma mínima de R$ 65,51. O volume de negócios mostra uma aceitação relevante do mercado para este nível de preço.
O BTAL11 é um fundo do agronegócio focado em ativos logísticos, como terminais de transbordo e armazéns. Recentemente, o fundo destacou em seu relatório mensal a conclusão de novas aquisições e a estabilidade dos contratos de locação atípicos, que garantem previsibilidade de receita.
7º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 5,10 ↓ 0,78%
Descrição: O VINO11 encerrou a sessão a R$ 5,10, com um recuo de 0,78% (R$ 0,04). Foi o ativo com o maior volume de ações negociadas da lista, totalizando 162.247 papéis, o que gerou um volume financeiro de R$ 827.459,70. A mínima do dia foi de R$ 5,06 e a máxima de R$ 5,12. O fechamento anterior foi de R$ 5,14. O fundo tem sofrido com a desvalorização no último ano, operando perto de sua mínima de 52 semanas (R$ 4,45), longe do pico de R$ 5,52 registrado no mesmo período. A alta liquidez demonstra que, apesar da queda, o ativo segue sendo um dos preferidos para giro rápido entre os investidores de varejo.
O VINO11 é gerido pela Vinci Real Estate e foca em lajes corporativas. O fundo é conhecido por ter imóveis locados para empresas de renome, como a Globo e a Vitacon. A notícia mais recente do fundo refere-se aos esforços de alavancagem e venda parcial de ativos para reduzir o endividamento do fundo.
8º – POLO FDO INV IMOB RECEBIVEIS ETF (PORD11) | R$ 8,42 ↓ 0,71%
Descrição: O PORD11 registrou fechamento de R$ 8,42, com queda de 0,71% (R$ 0,06). O volume financeiro atingiu R$ 612.748,66 com 72.773 cotas movimentadas. O papel oscilou em uma faixa estreita, entre R$ 8,39 e R$ 8,45. No histórico de 52 semanas, o ativo mostra estabilidade, com mínima de R$ 6,91 e máxima de R$ 8,51, estando atualmente muito próximo do seu teto anual. O fechamento anterior de R$ 8,48 reforça que o movimento de hoje foi apenas um ajuste leve dentro de uma zona de consolidação de preços.
O PORD11 é um fundo de recebíveis imobiliários (papel) gerido pela Polo Capital. O foco do fundo é a originação própria de CRIs. Recentemente, o fundo informou ao mercado a atualização do seu Guidance de dividendos, refletindo a nova realidade da curva de juros no Brasil.
9º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 73,03 ↓ 0,69%
Descrição: O fundo KORE11 fechou cotado a R$ 73,03, queda de 0,69% em relação aos R$ 73,54 do dia anterior. Foram negociadas 26.154 cotas, resultando em um volume de R$ 1.910.026,62, o segundo maior volume financeiro desta lista. Durante o pregão, o ativo registrou mínima de R$ 72,50 e máxima de R$ 73,60. O preço atual está bem posicionado dentro do range anual, que tem mínima de R$ 59,80 e máxima de R$ 77,26. A queda de R$ 0,51 no dia sugere um movimento de realização de lucros por parte dos investidores após um período de estabilidade.
O KORE11 é um fundo da Kinea (gestora ligada ao Itaú) que investe em diversos segmentos imobiliários, buscando oportunidades de ganho de capital e renda. A Kinea recentemente reportou que o fundo continua com caixa robusto para aproveitar novas oportunidades de aquisição em ativos distress ou de alto potencial de valorização.
10º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 94,35 ↓ 0,68%
Descrição: Encerrando a lista, o BCIA11 fechou a R$ 94,35, com recuo de 0,68% ou R$ 0,65. O volume financeiro foi de R$ 446.558,55 com 4.733 ações negociadas. O fundo teve uma máxima de R$ 95,00 (mesmo valor do fechamento anterior) e mínima de R$ 93,04. Em 52 semanas, o fundo variou entre R$ 73,34 e R$ 97,16, estando atualmente no quartil superior de preços do ano. A baixa variação percentual indica que o ativo conseguiu segurar melhor o valor de face em comparação com os fundos que abriram este ranking, mantendo uma postura mais defensiva no dia de hoje.
O BCIA11 é um Fundo de Fundos (FoF), ou seja, ele investe em cotas de outros fundos imobiliários com o objetivo de diversificação. Gerido pela Bradesco Asset Management, o fundo foca em selecionar os melhores ativos do IFIX. A última notícia do fundo destaca a estratégia de rotação de portfólio para aumentar o dividend yield médio da carteira.