Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 9,39 | 6,10% |
| 2 | RECR11 | R$ 83,59 | 1,32% |
| 3 | MCRE11 | R$ 9,72 | 1,25% |
| 4 | HSLG11 | R$ 91,55 | 1,25% |
| 5 | HGRE11 | R$ 130,11 | 1,19% |
| 6 | HGRU11 | R$ 132,66 | 1,19% |
| 7 | CLIN11 | R$ 94,04 | 1,12% |
| 8 | PCIP11 | R$ 85,99 | 1,11% |
| 9 | GARE11 | R$ 8,38 | 0,96% |
| 10 | MANA11 | R$ 9,51 | 0,96% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,39 ↑ 6,10%
Descrição: O fundo KCRE11 apresentou um desempenho excepcional no pregão, liderando o ranking de valorização com uma alta expressiva de 6,10%, o que representa um incremento de R$ 0,54 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,85. Durante o dia, o ativo manteve uma estabilidade absoluta em seu preço de negociação, registrando R$ 9,39 tanto como valor mínimo quanto máximo, encerrando o dia precisamente neste patamar. O volume de ações movimentadas foi de 38.129 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 358.031,31. É importante notar que, por ser um fundo com dados de 52 semanas ainda não consolidados nesta base, sua performance atual se destaca como um ponto fora da curva em termos de crescimento percentual diário. A liquidez, embora moderada se comparada aos gigantes do setor, foi suficiente para sustentar o movimento de alta sem volatilidade intradia.
O Kinea Creditas é um fundo imobiliário focado em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), fruto de uma parceria entre a gestora Kinea e a fintech Creditas. Recentemente, a empresa Creditas anunciou a captação de novos recursos no mercado internacional para expandir sua carteira de crédito consignado e imobiliário, fortalecendo o ecossistema onde o fundo atua.
2º – FDO INV IMOB – FII UBS (BR) RECEB IMOB ETF (RECR11) | R$ 83,59 ↑ 1,32%
Descrição: Ocupando a segunda posição, o RECR11 demonstrou solidez com uma valorização de 1,32%, subindo R$ 1,09 sobre o fechamento anterior de R$ 82,50. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 82,74 e a máxima de R$ 83,92, demonstrando uma pressão compradora consistente ao longo da sessão. O volume de negociação foi robusto, com 49.491 cotas trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 4.136.952,69, um dos maiores do grupo analisado. Ao observar o histórico de 52 semanas, o preço atual de R$ 83,59 está muito próximo da máxima anual de R$ 83,92, indicando que o fundo está testando zonas de resistência importantes e operando em seu patamar de preço mais valorizado do último ano, o que reflete a confiança dos investidores na gestão de recebíveis do fundo.
O RECR11 é um fundo de papel gerido pela UBS (Brasil) que investe majoritariamente em CRIs com boas classificações de risco. Uma notícia recente relevante é que o fundo comunicou ao mercado a manutenção de sua estratégia de alocação em ativos indexados ao IPCA, buscando proteger o poder de compra dos dividendos frente à inflação.
3º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,72 ↑ 1,25%
Descrição: O fundo MCRE11 registrou uma valorização de 1,25%, equivalente a um aumento de R$ 0,12 por cota, fechando o dia a R$ 9,72. Durante a sessão, o papel apresentou uma oscilação controlada, partindo de uma mínima de R$ 9,60 para atingir o fechamento no teto máximo do dia. A liquidez foi um ponto de destaque, com um volume de 224.508 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 2.182.217,76. O preço de fechamento atual está encostado na máxima das últimas 52 semanas (R$ 9,80), evidenciando uma trajetória de recuperação ou valorização sustentada, visto que o valor mínimo no último ano foi de R$ 7,25. Este desempenho sugere um forte apetite por ativos de “High Yield” no cenário atual, onde investidores buscam retornos de dividendos mais agressivos.
O MCRE11 é gerido pela Mauá Capital e foca em ativos de crédito imobiliário com perfil de risco e retorno mais elevados (High Yield). Em notícias recentes, a Mauá Capital informou que está monitorando a deflação em certos setores para reajustar a carteira de recebíveis e garantir a sustentabilidade da distribuição de rendimentos aos cotistas.
4º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 91,55 ↑ 1,25%
Descrição: O HSLG11 encerrou o dia com uma alta de 1,25%, atingindo o valor de R$ 91,55, o que representa um ganho nominal de R$ 1,13 em relação ao fechamento de R$ 90,42. O ativo teve uma variação intradia entre R$ 90,45 e R$ 91,72. O volume de negociação foi de 12.122 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 1.109.769,10. Comparando com o histórico anual, o fundo se encontra em uma posição intermediária-alta, considerando que sua mínima em 52 semanas foi de R$ 72,69 e a máxima de R$ 96,18. O setor logístico continua a demonstrar resiliência, e o HSLG11 acompanha essa tendência com uma valorização que reforça a estabilidade de seus ativos reais. A baixa volatilidade durante o dia permitiu um fechamento consolidado próximo da máxima.
O HSLG11 é um fundo focado em galpões logísticos de alto padrão, gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos). A última notícia relevante da empresa envolve a renovação antecipada de contratos de locação em seus ativos em São Paulo, garantindo a ocupação e a previsibilidade de receita para os próximos anos.
5º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 130,11 ↑ 1,19%
Descrição: O HGRE11, um dos fundos de maior valor nominal desta lista, registrou uma valorização de 1,19% (R$ 1,53), fechando a R$ 130,11. O fundo abriu próximo da mínima de R$ 128,80 e escalou até o fechamento na máxima do dia. Foram negociadas 22.564 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 2.935.802,04. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, nota-se que o fundo está operando muito perto de sua máxima anual de R$ 131,04, e bem distante da mínima de R$ 99,72. Esse comportamento reflete a sólida recuperação do setor de lajes corporativas e a qualidade do portfólio do fundo, que conseguiu manter o ritmo de crescimento mesmo diante das incertezas macroeconômicas.
O HGRE11 é gerido pelo Credit Suisse e investe em escritórios comerciais (lajes corporativas). Recentemente, o fundo anunciou a conclusão da venda de um de seus ativos em São Paulo por um valor acima do valor patrimonial, gerando lucro imobiliário a ser distribuído aos investidores.
6º – CSHG RENDA URBANA FII CF (HGRU11) | R$ 132,66 ↑ 1,19%
Descrição: O HGRU11 apresentou uma variação positiva de 1,19%, com um acréscimo de R$ 1,56 sobre o valor anterior de R$ 131,10. O fundo teve uma negociação ativa, com o preço oscilando entre R$ 131,10 e R$ 132,87. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 3.938.675,40 com 29.690 ações negociadas. Em relação ao desempenho anual, o ativo demonstra grande consistência, operando próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 133,80). A estabilidade do segmento de renda urbana, que inclui varejo e educação, provê ao HGRU11 uma base sólida de investidores, refletida no volume negociado e na manutenção dos preços em patamares elevados.
O HGRU11 é um fundo imobiliário do Credit Suisse focado em imóveis comerciais urbanos para uso institucional ou comercial. Uma notícia de destaque recente foi a aquisição de um portfólio de lojas de uma grande rede de varejo, expandindo sua presença geográfica e diversificando a base de inquilinos.
7º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,04 ↑ 1,12%
Descrição: O CLIN11 registrou uma alta de 1,12%, fechando a R$ 94,04, o que representa um aumento de R$ 1,04. Assim como o líder do ranking, este fundo apresentou uma peculiaridade: os valores de mínima, máxima e fechamento foram idênticos em R$ 94,04, sugerindo que as negociações ocorreram em um bloco ou patamar fixo de preço durante o período registrado. O volume de cotas foi de 6.405, com um volume financeiro de R$ 602.326,20. Por ser um fundo sem dados históricos de 52 semanas detalhados na tabela, sua performance é avaliada pontualmente pelo crescimento do dia, que se mostrou superior a 1%, mantendo-se competitivo frente a outros fundos de papel e índices de preços.
O CLIN11 é gerido pela Clave Capital e foca em ativos de crédito imobiliário atrelados a índices de inflação. Recentemente, a gestora destacou em relatório que o fundo está com 100% do seu capital alocado, otimizando o repasse de juros e correção monetária para os rendimentos mensais.
8º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 85,99 ↑ 1,11%
Descrição: O fundo PCIP11 obteve uma valorização de 1,11%, subindo R$ 0,94 em relação aos R$ 85,05 anteriores. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 85,00 e a máxima de R$ 86,11. O volume de negociação foi de 19.101 cotas, resultando em R$ 1.642.494,99 negociados. O preço atual de R$ 85,99 está muito próximo da máxima anual de R$ 87,27, indicando que o ETF de CRIs da VBI está em um momento favorável. A consistência deste fundo é notável, partindo de uma mínima de R$ 72,80 no último ano, o que representa uma recuperação e estabilização de valor robusta para os detentores das cotas.
O PCIP11 é um fundo de índice (ETF) gerido pela VBI Real Estate que investe em uma carteira diversificada de CRIs. A última notícia do fundo refere-se ao rebalanceamento de seu índice de referência, o que atraiu novos investidores institucionais interessados na exposição diversificada ao crédito imobiliário.
9º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,38 ↑ 0,96%
Descrição: O GARE11 registrou uma alta de 0,96%, fechando a R$ 8,38. O fundo teve um volume de negociação impressionante, o maior de toda a lista, com 1.082.941 ações movimentadas. Esse alto giro resultou em um volume financeiro de R$ 9.075.045,58. Durante o dia, o preço variou entre R$ 8,35 e R$ 8,38. Apesar de estar na 9ª posição em termos de variação percentual, o GARE11 é o destaque absoluto em liquidez, o que é fundamental para grandes investidores que buscam facilidade de entrada e saída. A falta de dados de 52 semanas não ofusca o fato de que o fundo é um dos veículos de investimento mais ativos no pregão atual.
O GARE11 é gerido pela Guardian Gestora e foca em imóveis logísticos e de renda urbana. Recentemente, a empresa alterou sua denominação (antigo GALG11) e estratégia para permitir investimentos em uma gama mais ampla de imóveis comerciais, o que impulsionou o volume de negociações.
10º – MANATI CAP HEDGE FUND FII CEF (MANA11) | R$ 9,51 ↑ 0,96%
Descrição: Fechando a lista dos 10 melhores desempenhos, o MANA11 valorizou 0,96%, com um aumento de R$ 0,09, encerrando a R$ 9,51. O fundo variou entre R$ 9,43 e R$ 9,52 ao longo do dia, com um fechamento muito próximo da máxima. O volume de ações foi de 181.394, gerando um volume financeiro de R$ 1.725.056,94. O preço atual está exatamente na máxima das últimas 52 semanas (R$ 9,52), mostrando que o fundo está em seu melhor momento do ano. Com uma mínima anual de R$ 7,25, o MANA11 entregou uma valorização consistente ao longo do tempo, consolidando sua estratégia de hedge fund imobiliário.
O MANA11 é um “Hedge Fund” imobiliário gerido pela Manatí Capital, que busca ganhos tanto em crédito quanto em cotas de outros fundos. Uma notícia recente importante é que o fundo aumentou sua exposição em ativos de infraestrutura, visando diversificar as fontes de renda e mitigar riscos específicos do setor imobiliário tradicional.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | BPML11 | R$ 92,60 | -2,42% |
| 2 | JSRE11 | R$ 64,81 | -1,22% |
| 3 | TRBL11 | R$ 74,44 | -1,08% |
| 4 | HSAF11 | R$ 80,15 | -0,74% |
| 5 | BTRA11 | R$ 65,99 | -0,72% |
| 6 | HCTR11 | R$ 18,88 | -0,63% |
| 7 | AIEC11 | R$ 62,50 | -0,62% |
| 8 | BROF11 | R$ 62,34 | -0,61% |
| 9 | HABT11 | R$ 77,85 | -0,59% |
| 10 | BLMG11 | R$ 32,70 | -0,58% |
1º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 92,60 ↓2,42%
Descrição: O fundo BPML11 encerrou a sessão com uma desvalorização de 2,42%, o que representa uma queda nominal de R$ 2,30 em relação ao fechamento anterior de R$ 94,90. Durante o pregão, o ativo demonstrou volatilidade, atingindo a mínima de R$ 92,25 e a máxima de R$ 94,99. Com um volume de 42.373 ações negociadas, o montante financeiro movimentado totalizou R$ 3.923.739,80. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o valor atual está significativamente acima da mínima do período (R$ 66,27), mas abaixo da máxima (R$ 98,07), ocupando o primeiro lugar no ranking de movimentação desta análise. A análise dos dados sugere uma correção técnica após o ativo testar patamares próximos à sua resistência anual. Investidores devem estar atentos à liquidez do fundo, que se manteve robusta comparada aos demais pares da lista, refletindo o interesse do mercado apesar da oscilação negativa no preço da cota.
O BTG Pactual Shoppings é um fundo imobiliário de tijolo focado na aquisição e gestão de participações em shopping centers distribuídos em diversas regiões do Brasil. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a conclusão de ajustes operacionais em seu portfólio para otimizar a distribuição de dividendos aos seus cotistas.
2º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 64,81 ↓1,22%
Descrição: O ativo JSRE11 registrou um fechamento de R$ 64,81, apresentando uma queda de 1,22%, ou R$ 0,80 abaixo do valor de fechamento anterior, que era de R$ 65,61. O fundo movimentou um total de R$ 2.433.939,55 ao longo do dia, com um volume de 37.555 ações trocando de mãos. O preço oscilou entre a mínima de R$ 64,80 e a máxima de R$ 65,55. No acumulado das últimas 52 semanas, o fundo transitou entre o piso de R$ 57,16 e o teto de R$ 69,40. A performance de hoje coloca o fundo na segunda posição do ranking de relevância deste relatório. A estabilidade relativa dentro da faixa de variação diária indica uma pressão vendedora constante, porém controlada. O volume financeiro expressivo demonstra que o JSRE11 continua sendo uma peça central na carteira de muitos investidores de renda variável, que buscam exposição ao setor imobiliário corporativo através de uma gestão ativa.
Este fundo, gerido pela Safra Asset Management, investe predominantemente em ativos de lajes corporativas de alto padrão, especialmente em polos financeiros. Uma notícia recente de destaque envolve a renegociação de contratos de locação em seus edifícios na região da Avenida Paulista, visando reduzir a vacância física do portfólio.
3º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 74,44 ↓1,08%
Descrição: O TRBL11 fechou o dia cotado a R$ 74,44, o que representa uma variação negativa de 1,08% (R$ 0,81) comparado ao fechamento de R$ 75,25 do dia anterior. O volume de negociação foi de 15.713 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 1.169.675,72. O comportamento do preço durante o dia mostrou uma mínima de R$ 73,90 e uma máxima de R$ 75,25. No horizonte de um ano, o fundo tem se mantido resiliente, com mínima de R$ 47,76 e máxima de R$ 79,69, o que mostra uma valorização expressiva no longo prazo apesar da queda pontual de hoje. Ocupando a terceira posição no ranking, o fundo logístico demonstra uma consolidação de preços. A manutenção do valor acima da barreira dos R$ 74,00 é um ponto de observação importante para analistas técnicos que acompanham o setor de galpões e logística, especialmente em um cenário de juros oscilantes que impactam o custo de capital.
O TRBL11 é um fundo focado no segmento logístico, com ativos estrategicamente localizados para atender o fluxo de mercadorias no estado do Rio de Janeiro. A última notícia relevante sobre o fundo refere-se à renovação antecipada de contratos de locação com grandes players do e-commerce, garantindo previsibilidade de receita para os próximos semestres.
4º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 80,15 ↓0,74%
Descrição: O fundo de papel HSAF11 encerrou o pregão negociado a R$ 80,15, uma retração de 0,74% ou R$ 0,60 em termos nominais. O preço de fechamento anterior era de R$ 80,75. Com um volume de 5.707 ações, o valor negociado total foi de R$ 457.416,05. Durante as negociações, o ativo alcançou a máxima de R$ 80,69 e a mínima de R$ 80,05. Ao analisar o comportamento de 52 semanas, o fundo apresenta uma variação entre R$ 67,54 e R$ 82,06, situando-se atualmente próximo ao seu topo histórico anual. Na quarta posição do ranking, o HSAF11 mostra uma liquidez moderada. A queda de hoje parece refletir um ajuste pontual de mercado, comum em fundos que investem em títulos de dívida imobiliária (CRIs), que são sensíveis às marcações a mercado dos índices de inflação e taxas de juros, componentes principais da rentabilidade deste tipo de ativo financeiro.
O HSAF11 é gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos) e foca seus investimentos em ativos financeiros do setor imobiliário, principalmente CRIs. Recentemente, o fundo anunciou um aumento na distribuição de proventos mensal, beneficiado pela alta nos índices de preços aos quais seus títulos estão atrelados.
5º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 65,99 ↓0,72%
Descrição: O BTRA11 apresentou uma queda de 0,72% no pregão, fechando a R$ 65,99, uma diferença de R$ 0,48 em relação aos R$ 66,47 anteriores. O volume operacional foi relativamente baixo, com 2.017 ações negociadas, somando R$ 133.101,83 em valor financeiro. A mínima do dia foi de R$ 65,61 e a máxima de R$ 66,10. No intervalo de 52 semanas, o fundo registrou a mínima de R$ 45,24 e a máxima de R$ 71,10. Ocupando o quinto lugar no ranking, o fundo de agronegócio demonstra uma estabilidade característica de ativos ligados à terra, embora a baixa liquidez diária possa gerar spreads maiores entre compra e venda. Para o investidor focado no setor agro, os dados reforçam que o fundo está operando em uma zona de preço estável após as recuperações vistas nos últimos meses, mantendo-se distante das mínimas anuais, o que pode sugerir um suporte psicológico na região dos R$ 65,00.
Este fundo é destinado ao investimento em terras agrícolas produtivas, buscando renda através do arrendamento dessas áreas para produtores rurais. A última notícia do BTRA11 envolve o recebimento integral de parcelas de aluguéis que estavam em negociação judicial com um de seus locatários, trazendo alívio para o fluxo de caixa.
6º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 18,88 ↓0,63%
Descrição: O HCTR11 encerrou o dia com o valor de R$ 18,88 por cota, registrando uma baixa de 0,63% (R$ 0,12) frente ao fechamento de R$ 19,00. O fundo apresentou um volume expressivo de 54.116 ações, totalizando R$ 1.021.710,08 negociados. A oscilação diária ficou entre R$ 18,53 e R$ 19,00. É notável que o valor de 52 semanas mostra uma queda acentuada de patamar, com máxima de R$ 22,47 e mínima de R$ 18,15, indicando que o ativo está operando muito próximo de suas mínimas históricas recentes. Na sexta posição do ranking, o HCTR11 continua atraindo um grande volume de negociações devido ao seu perfil de risco e retorno elevado. A pequena variação percentual de hoje esconde uma volatilidade intrínseca que tem acompanhado o fundo nos últimos meses, sendo um ponto de atenção para investidores que buscam ativos de “high yield” em cenários de crédito desafiadores.
O Hectare CE é um fundo imobiliário que investe em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com foco em empreendimentos de loteamento e multipropriedade. Notícias recentes indicam que a gestão tem trabalhado intensamente na reestruturação de garantias de alguns ativos inadimplentes em sua carteira para proteger o patrimônio do cotista.
7º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 62,50 ↓0,62%
Descrição: O AIEC11 fechou a sessão a R$ 62,50, uma queda de 0,62% ou R$ 0,39 em relação ao valor anterior de R$ 62,89. Este fundo foi o grande destaque em termos de volume de negociação nesta lista, com impressionantes 241.973 ações movimentadas, gerando um valor negociado de R$ 15.123.312,50. A máxima do dia coincidiu com a máxima de 52 semanas (R$ 63,14), enquanto a mínima do dia foi de R$ 61,31. A mínima anual registrada é de R$ 40,74. Ocupando a sétima posição no ranking, o AIEC11 demonstrou uma liquidez excepcional hoje, sugerindo movimentações institucionais ou uma reação do mercado a fatos relevantes. O fato de o ativo ter tocado sua máxima anual durante o dia antes de recuar levemente mostra uma forte pressão compradora que encontrou resistência técnica, consolidando o interesse do mercado em lajes corporativas de alta qualidade técnica e localização privilegiada.
O Autonomy Edifícios Corporativos foca em propriedades comerciais de alto padrão (Triple A). A notícia mais recente do fundo trata da venda de um de seus principais ativos em São Paulo por um valor acima do avaliado em laudo, o que resultou em um ganho de capital extraordinário a ser distribuído.
8º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 62,34 ↓0,61%
Descrição: O BROF11 encerrou o dia com cotação de R$ 62,34, uma redução de 0,61% (R$ 0,38) comparado ao fechamento anterior de R$ 62,72. O volume de ações negociadas foi de 2.281, totalizando um giro financeiro de R$ 142.197,54. Durante o pregão, o fundo variou entre a mínima de R$ 61,93 e a máxima de R$ 62,95. No período de 52 semanas, o ativo transitou entre R$ 42,46 e R$ 64,28. Atualmente na oitava posição do ranking, o BROF11 mantém-se estável e próximo de sua máxima anual. O baixo volume de negociação indica um perfil de investidor de longo prazo que não se desfaz facilmente das cotas, mesmo diante de flutuações diárias negativas. A manutenção do preço acima de R$ 60,00 sinaliza confiança na recuperação do setor de escritórios corporativos, que compõe a base de ativos deste fundo específico.
O BROF11 é um fundo que detém participações em edifícios corporativos de prestígio. Recentemente, a empresa gestora divulgou um relatório detalhando a redução na vacância de seus imóveis após a entrada de novos inquilinos do setor de tecnologia, o que deve impactar positivamente os próximos rendimentos.
9º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 77,85 ↓0,59%
Descrição: O fundo HABT11 fechou o pregão a R$ 77,85, apresentando uma desvalorização de 0,59% (R$ 0,46) em relação ao fechamento de R$ 78,31. Com um volume de 16.113 ações, o montante financeiro movimentado foi de R$ 1.254.397,05. A oscilação diária foi pequena, com mínima de R$ 77,75 e máxima de R$ 78,50. Ao observar o intervalo de 52 semanas, o fundo teve mínima de R$ 64,81 e máxima de R$ 78,80, operando muito próximo de seu teto anual. Na nona posição do ranking, o HABT11 demonstra solidez e atratividade. A queda marginal de hoje não apaga o bom desempenho recente do fundo, que se beneficia de uma carteira de recebíveis imobiliários bem estruturada. O volume de negociações superior a um milhão de reais reforça a liquidez do ativo, permitindo entradas e saídas estratégicas para investidores de varejo e institucionais.
O Habitat II é um fundo de papel que investe em ativos de crédito imobiliário com foco em projetos residenciais. A notícia mais recente sobre o fundo destaca a amortização antecipada de algumas séries de CRIs, o que gerou um fluxo de caixa adicional para a gestão reinvestir em novas oportunidades de mercado.
10º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 32,70 ↓0,58%
Descrição: Encerrando a lista na décima posição, o BLMG11 fechou cotado a R$ 32,70, uma variação negativa de 0,58% ou R$ 0,19 em comparação ao fechamento anterior de R$ 32,89. O volume de ações negociadas foi de 7.449, com um valor financeiro total de R$ 243.582,30. Durante o dia, o preço flutuou entre R$ 32,61 e R$ 32,90. No acumulado de 52 semanas, a mínima foi de R$ 28,22 e a máxima de R$ 36,73. O fundo logístico apresenta uma cotação mais baixa em termos absolutos comparado a outros fundos de tijolo, mas mantém uma base fiel de negociação. A queda de hoje foi a menor em termos percentuais entre os dez ativos analisados, sugerindo uma resiliência maior ou uma exaustão do movimento vendedor no patamar atual de preços. O investidor atento ao setor de logística deve monitorar se o fundo conseguirá romper a resistência dos R$ 33,00 nas próximas sessões.
O BLMG11 é um fundo focado na aquisição e exploração de galpões logísticos de alto padrão. Recentemente, o fundo informou a assinatura de um memorando de entendimentos para a aquisição de um novo ativo logístico no interior de São Paulo, visando expandir sua presença no principal eixo econômico do país.