Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 21/05/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 CSNA3 R$ 6,34 +3,43%
2 BRAV3 R$ 20,15 +2,03%
3 NATU3 R$ 10,20 +2,00%
4 USIM5 R$ 9,80 +1,98%
5 CSAN3 R$ 4,40 +1,85%
6 AZZA3 R$ 19,95 +1,79%
7 B3SA3 R$ 17,02 +1,37%
8 PETR3 R$ 50,30 +1,25%
9 ENEV3 R$ 25,52 +1,23%
10 ITUB4 R$ 40,12 +1,13%

1º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 6,34 ↑3,43%

Descrição: A Companhia Siderúrgica Nacional S. A. liderou as valorizações do pregão atual com um avanço de 3,43%, encerrando cotada a R$ 6,34. Durante a sessão, o ativo demonstrou forte liquidez e oscilou entre a mínima de R$ 6,07 e a máxima de R$ 6,35, demonstrando forte pressão compradora que levou o papel a fechar muito próximo de seu teto diário. O volume de ações movimentado atingiu a marca de 10.193.600 papéis, demonstrando um forte interesse institucional na ponta compradora após o fechamento anterior fixado em R$ 6,13. O giro financeiro totalizado no dia alcançou o montante expressivo de R$ 64.274.424,00 em volume negociado. Quando analisado o histórico de longo prazo, o ativo exibe uma dinâmica volátil, registrando uma mínima em 52 semanas de R$ 5,66 e uma máxima em 52 semanas de R$ 11,32, evidenciando que o preço atual encontra-se em patamares descontados em relação aos picos anuais.

A Companhia Siderúrgica Nacional S.A. (CSN) é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando com destaque na produção de aço, mineração de ferro, fabricação de cimento, logística ferroviária e portuária, além de geração de energia. Uma última notícia de mercado indica que a companhia segue focada na otimização de suas operações de mineração e na busca por desalavancagem financeira, visando mitigar os impactos da volatilidade global dos preços das commodities e fortalecer sua estrutura de capital.

2º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 20,15 ↑2,03%

Descrição: As ações ordinárias da Brava Energia S.A. apresentaram um desempenho sólido na sessão de hoje, registrando uma valorização de 2,03% e alcançando a cotação de fechamento de R$ 20,15. O ativo iniciou os trabalhos superando o fechamento anterior de R$ 19,75, trafegando em um canal técnico entre a mínima de R$ 19,70 e a máxima de R$ 20,44. O apetite do mercado foi chancelado por um volume de ações expressivo, totalizando 8.322.400 papéis negociados ao longo do dia. Essa intensa atividade operacional resultou em um volume financeiro negociado de R$ 167.696.360,00, consolidando a relevância do ativo no pregão. Na perspectiva das últimas 52 semanas, as ações da petroleira independente mantêm uma trajetória de sustentação técnica, oscilando entre a mínima anual de R$ 13,21 e a máxima de R$ 22,15, posicionando a cotação atual na metade superior do canal de negociação de longo prazo.

A Brava Energia S.A. é uma empresa brasileira independente que atua no setor de petróleo e gás natural, com foco estratégico na exploração, desenvolvimento e produção em campos terrestres e marítimos (onshore e offshore). Uma última notícia corporativa aponta que a companhia vem implementando agressivas campanhas de perfuração e investimentos em infraestrutura de escoamento para acelerar a curva de produção de seus ativos e otimizar o custo de extração por barril.

3º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 10,20 ↑2,00%

Descrição: A Natura Cosméticos S.A. registrou uma performance altista substancial de 2,00%, com suas ações ordinárias encerrando o dia precificadas em R$ 10,20, valor que coincidiu exatamente com a máxima alcançada na sessão. O ativo demonstrou comportamento defensivo e consistente a partir de sua mínima diária estabelecida em R$ 9,84, superando de forma linear o patamar de fechamento anterior que era de R$ 10,00. O fluxo operacional foi robusto, com um volume de ações que atingiu 10.877.800 papéis trocando de mãos entre os agentes de mercado. Esse movimento gerou um volume negociado total de R$ 110.953.560,00. Sob a ótica do rastreamento anual, as ações da gigante do setor de beleza e cosméticos acumulam uma variação que transita entre a mínima em 52 semanas de R$ 7,13 e a máxima de R$ 11,30, sinalizando uma importante recuperação macroeconômica recente.

A Natura Cosméticos S.A. é uma multinacional brasileira do setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, reconhecida globalmente por seu modelo de venda por relações, forte posicionamento em sustentabilidade e ampla presença em canais de varejo e e-commerce. Uma última notícia relevante destaca que a empresa tem avançado significativamente na simplificação de sua estrutura societária internacional e na integração digital de suas consultoras para expandir as margens operacionais no mercado latino-americano.

4º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 9,80 ↑1,98%

Descrição: As ações preferenciais da Usiminas registraram uma valorização expressiva de 1,98% no pregão, encerrando a jornada negociadas ao preço de R$ 9,80. O papel demonstrou forte tração ao longo do dia, oscilando entre a mínima de R$ 9,58 e a máxima de R$ 10,02, rompendo momentaneamente a barreira psicológica dos dez reais. O fechamento anterior havia sido fixado em R$ 9,61, o que ressalta o movimento de recomposição de carteiras por parte dos investidores. A liquidez do ativo foi uma das mais elevadas do setor metalúrgico, registrando um volume de ações de 17.907.000 papéis movimentados, o que resultou em um volume financeiro negociado expressivo de R$ 175.488.600,00. No panorama ampliado das últimas 52 semanas, o ativo apresenta uma amplitude acentuada, registrando uma mínima anual de R$ 3,90 e uma máxima de R$ 10,02, indicando que o fechamento atual orbita o topo de seu canal histórico recente.

A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A (Usiminas) é uma das líderes no mercado brasileiro de aços planos, atuando de forma integrada na extração de minério de ferro, transformação siderúrgica, processamento de aço e bens de capital. Uma última notícia de mercado ressalta que a empresa concluiu a reforma estrutural de seus principais altos-fornos, permitindo uma retomada gradual da eficiência produtiva e uma redução projetada nos custos operacionais para os próximos trimestres.

5º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 4,40 ↑1,85%

Descrição: Os papéis ordinários da Cosan S.A. registraram valorização de 1,85%, finalizando o dia cotados a R$ 4,40. A dinâmica intradia mostrou uma oscilação técnica consistente, com o ativo estabelecendo sua mínima em R$ 4,22 e atingindo uma máxima de R$ 4,49. O resultado representa uma evolução positiva em relação ao fechamento anterior de R$ 4,32. A liquidez do papel foi um dos grandes destaques do mercado acionário, registrando um expressivo volume de ações de 26.885.600 unidades negociadas, demonstrando forte rotação de posições entre grandes fundos. Essa intensa atividade operacional culminou em um volume financeiro negociado de R$ 118.296.640,00. Ao analisar a janela histórica de longo prazo, constata-se que a holding opera próxima aos patamares de suporte, com o histórico de 52 semanas delimitado por uma mínima de R$ 4,10 e uma máxima de R$ 8,78.

A Cosan S.A. é um dos maiores conglomerados econômicos do país, operando como uma holding com um portfólio altamente diversificado nos setores de energia, logística, infraestrutura e agronegócio, incluindo participações em empresas de grande porte como Raízen, Compass, Moove e Rumo. Uma última notícia financeira aponta que a Cosan segue focada na disciplina de alocação de capital e no gerenciamento de sua alavancagem financeira, buscando capturar sinergias operacionais entre seus controlados.

6º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 19,95 ↑1,79%

Descrição: A Azzas 2154 S.A. encerrou o pregão em alta de 1,79%, com suas ações cotadas ao valor de R$ 19,95. Durante o período de negociações, o papel apresentou oscilações controladas, registrando a mínima de R$ 19,20 e a máxima de R$ 19,98, encerrando muito próximo de seu teto diário e superando o preço de fechamento anterior avaliado em R$ 19,60. O volume de ações transacionado foi mais moderado em comparação com outros ativos da lista, somando 1.219.100 papéis negociados. Apesar do menor volume de contratos, o giro financeiro totalizou R$ 24.321.045,00 em volume negociado. Em termos de posicionamento de longo prazo, o comportamento das ações nas últimas 52 semanas revela uma forte volatilidade setorial e um severo ajuste técnico, visto que a máxima anual atingiu R$ 41,49, enquanto a mínima do período fixou-se em R$ 18,32.

A Azzas 2154 S.A. é uma das principais companhias do setor de moda, vestuário e estilo de vida de alto padrão no mercado nacional, consolidando marcas e redes de varejo sob uma estrutura de governança integrada. Uma última notícia societária destaca que a administração da varejista está focada na otimização de suas cadeias de suprimentos e na unificação de sistemas logísticos para capturar sinergias de custos e recuperar as margens líquidas deterioradas.

7º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 17,02 ↑1,37%

Descrição: As ações ordinárias da B3 S.A. apresentaram avanço de 1,37% ao fim das negociações, com o preço de fechamento fixado em R$ 17,02. O ativo manteve uma trajetória regular ao longo da sessão, apresentando uma cotação mínima de R$ 16,51 e atingindo a máxima do dia em R$ 17,15, demonstrando reação frente ao fechamento anterior de R$ 16,79. A relevância sistêmica do papel foi refletida em sua alta liquidez, registrando um expressivo volume de ações de 26.348.600 unidades negociadas. No consolidado financeiro, a companhia movimentou um robusto volume negociado de R$ 448.453.172,00, figurando como um dos principais centros de liquidez da sessão na bolsa de valores. Analisando o gráfico de 52 semanas, o papel exibe resiliência estrutural, com o intervalo de preço delimitado por uma mínima anual de R$ 11,67 e uma máxima anual de R$ 20,33.

A B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão é a companhia que administra os mercados de ações, títulos de renda fixa, derivativos e commodities no Brasil, consolidando-se como uma das maiores empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo. Uma última notícia institucional relata que a B3 tem investido na diversificação de suas receitas por meio de plataformas de dados, tecnologia de balcão e produtos voltados para o mercado de crédito, buscando mitigar a volatilidade dos volumes negociados em ações.

8º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 50,30 ↑1,25%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras registram valorização de 1,25%, encerrando o pregão cotadas ao valor substancial de R$ 50,30. A gigante do setor de energia demonstrar estabilidade técnica ao longo da sessão, transitando entre a cotação mínima de R$ 49,82 e a máxima diária de R$ 51,26. O movimento consolidou o ganho frente ao fechamento anterior, que havia sido registrado a R$ 49,68. O volume de ações movimentado na ponta ordinária alcançou 12.654.000 papéis transacionados pelos agentes financeiros. No quesito financeiro, o ativo confirmou seu papel de destaque na geração de liquidez do mercado acionário brasileiro, totalizando um expressivo volume negociado de R$ 636.496.200,00. No intervalo retrospectivo das últimas 52 semanas, as ações ordinárias acumulam forte performance, apresentando uma valorização consistente entre a mínima anual de R$ 28,98 e a máxima de R$ 55,46.

A Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) é uma empresa de capital aberto que atua de forma integrada na indústria de petróleo, gás natural e energia, controlada majoritariamente pela União e reconhecida mundialmente pela sua liderança na exploração de águas profundas. Uma última notícia relevante destaca que a estatal mantém o foco na execução de seu plano estratégico de investimentos de longo prazo, priorizando a expansão da capacidade produtiva na camada do pré-sal e a rentabilidade de seus complexos de refino.

9º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 25,52 ↑1,23%

Descrição: Os papéis da Eneva S.A. encerraram o dia em alta de 1,23%, fixando o seu valor de fechamento em R$ 25,52. O papel demonstrou um comportamento técnico consistente, estabelecendo uma mínima diária de R$ 24,48 e alcançando uma máxima diária de R$ 25,82 ao longo da sessão. Esse desempenho confirmou a superação do preço estabelecido no fechamento anterior, que havia se posicionado em R$ 25,21. A liquidez do ativo foi sólida, registrando um volume de ações de 10.550.600 papéis transacionados no pregão. Em termos de fluxo financeiro, a movimentação resultou em um volume negociado global de R$ 269.251.312,00. Quando avaliado o comportamento histórico do papel sob o escopo das últimas 52 semanas, nota-se que a empresa de energia trafega próxima ao topo do canal de preços, com o intervalo delimitado entre a mínima de R$ 13,00 e a máxima anual de R$ 28,12.

A Eneva S.A. é uma empresa integrada de energia pioneira no modelo Reservoir-to-Wire (R2W) no Brasil, cujas atividades abrangem desde a exploração e produção de gás natural até a geração térmica de energia elétrica e sua comercialização estruturada. Uma última notícia do setor elétrico indica que a companhia tem expandido seus ativos de geração térmica e de gás e energia para garantir alta eficiência e previsibilidade de caixa no atendimento ao Sistema Interconectado Nacional (SIN).

10º – Itaú Unibanco Holding S.A. (ITUB4) | R$ 40,12 ↑1,13%

Descrição: As ações preferenciais do Itaú Unibanco fecharam a sessão com ganho de 1,13%, com o preço fixado no encerramento a R$ 40,12. O ativo bancário demonstrou robustez e previsibilidade ao longo de todo o dia, registrando sua cotação mínima em R$ 39,25 e tocando a máxima diária em R$ 40,45. O papel evoluiu positivamente em comparação com o fechamento anterior, estabelecido em R$ 39,67. Sendo um dos principais papéis de referência do índice acionário doméstico, registrou o maior volume de ações de toda a lista, totalizando a expressiva marca de 40.854.200 papéis negociados. Esse fluxo maciço de ordens gerou o maior volume negociado do pregão, alcançando a cifra histórica de R$ 1.639.070.504,00. Na análise retrospectiva das últimas 52 semanas, o banco apresenta sólida trajetória, oscilando entre a mínima estável de R$ 30,67 e a máxima de R$ 49,20.

O Itaú Unibanco Holding S.A. é a maior instituição bancária privada do Brasil e da América Latina, fornecendo uma gama completa de serviços financeiros que incluem banco comercial, investimentos, gestão de ativos, seguros e operações globais de crédito. Uma última notícia financeira aponta que o Itaú segue colhendo frutos de sua transformação digital interna e do rígido controle de inadimplência, mantendo índices de retorno sobre o patrimônio (ROE) altamente competitivos e liderando a distribuição de proventos ao mercado.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,39 -7,14%
2 HAPV3 R$ 12,34 -7,01%
3 AMOB3 R$ 13,87 -6,41%
4 BEEF3 R$ 4,03 -5,40%
5 MRVE3 R$ 6,23 -3,26%
6 PCAR3 R$ 2,11 -2,77%
7 RADL3 R$ 18,65 -2,51%
8 SMTO3 R$ 17,64 -2,38%
9 RAIL3 R$ 14,67 -2,33%
10 LWSA3 R$ 3,67 -2,13%

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,39 ↓7,14%

Descrição: As ações preferenciais da Raízen S.A. (RAIZ4) lideraram as perdas do dia, registrando uma expressiva desvalorização de 7,14% e encerrando o pregão cotadas a R$ 0,39. O ativo operou em sua mínima do dia, que também coincidiu com a mínima registrada nas últimas 52 semanas (R$ 0,39), demonstrando a forte pressão vendedora que a companhia vem enfrentando no mercado de capitais. Ao longo da sessão, a máxima atingida foi de R$ 0,43, com um volume expressivo de 16.509.600 ações negociadas, resultando em um volume financeiro total de R$ 6.438.744,00. O fechamento anterior havia sido fixado em R$ 0,42. O desempenho reflete o cenário desafiador para as margens operacionais do setor de combustíveis e açúcar e etanol, além de revisões macroeconômicas de curto prazo que afetam diretamente o valuation de companhias de grande porte com alta dependência de capital. A Raízen é uma joint venture de referência global nos setores de açúcar, etanol e distribuição de combustíveis sob a marca Shell no Brasil. Recentemente, a companhia tem sido acompanhada de perto pelos investidores devido às discussões sobre as projeções de moagem da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul e o impacto dos preços internacionais das commodities energéticas em seu fluxo de caixa.

2º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 12,34 ↓7,01%

Descrição: Os papéis ordinários da Hapvida (HAPV3) sofreram uma severa retração de 7,01% no pregão, fechando cotados a R$ 12,34, valor que também representou a mínima do dia. A máxima registrada durante o período de negociações foi de R$ 13,20, evidenciando a forte deterioração do preço em relação ao fechamento anterior de R$ 13,27. A liquidez do ativo foi extremamente robusta, com 12.603.300 ações transacionadas e um expressivo volume financeiro movimentado de R$ 155.524.722,00. Embora o papel esteja bem acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 7,00) e distante da máxima do mesmo período (R$ 44,85), o recuo diário reflete a volatilidade e as preocupações do mercado com a taxa de sinistralidade e os custos médico-hospitalares do setor de saúde suplementar. A Hapvida é uma das maiores operadoras de planos de saúde e redes hospitalares integradas do Brasil, com forte presença nas regiões Norte e Nordeste e em expansão nacional. Em notícias recentes do setor, investidores monitoram os ajustes regulatórios da ANS e as estratégias da empresa para recompor margens operacionais via reajustes de contratos corporativos e individuais.

3º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,87 ↓6,41%

Descrição: As ações da Automob Participações S.A. (AMOB3) encerraram a sessão com uma queda de 6,41%, sendo precificadas a R$ 13,87. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 13,80 e a máxima de R$ 14,80, vindo de um fechamento anterior de R$ 14,82. O volume de ações movimentado foi consideravelmente mais baixo em comparação com outros ativos, somando apenas 105.200 papéis negociados, o que gerou um volume financeiro total de R$ 1.459.124,00. Esse perfil de menor liquidez tende a acentuar variações porcentuais em dias de aversão ao risco. O preço atual situa-se em um patamar intermediário dentro do intervalo das últimas 52 semanas, cujo piso registrado foi de R$ 10,00 e o teto atingiu a marca de R$ 15,76. A Automob Participações é um dos maiores grupos de redes de concessionárias de veículos do país, atuando na comercialização de automóveis leves, pesados e serviços associados. No noticiário econômico recente, o desempenho das holdings do setor automotivo tem sido atrelado aos níveis de confiança do consumidor e às condições de oferta de crédito e financiamento bancário no varejo.

4º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 4,03 ↓5,40%

Descrição: Os papéis da Minerva S.A. (BEEF3) fecharam o dia em terreno negativo, anotando uma desvalorização de 5,40% e estabelecendo o valor de fechamento em R$ 4,03. O ativo registrou um giro financeiro massivo, com 33.298.500 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 134.192.955,00. Ao longo do pregão, o papel tocou a mínima de R$ 3,93 e a máxima de R$ 4,09, recuando frente ao fechamento anterior de R$ 4,26. A forte desvalorização aproxima o ativo de sua mínima de 52 semanas (R$ 3,60), ficando distante da máxima anual de R$ 7,31. Esse movimento vendedor reflete a cautela do mercado acionário com o ciclo da pecuária, flutuações cambiais e as pressões de custos operacionais nas plantas de abate. A Minerva Foods é uma das empresas líderes na América do Sul na produção e venda de carne bovina in natura e seus derivados, além de forte atuação no segmento de exportação. Como última notícia de impacto indireto, o mercado tem avaliado o ritmo das habilitações de plantas frigoríficas e o volume de exportações para os principais parceiros comerciais, como a China.

5º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 6,23 ↓3,26%

Descrição: As ações ordinárias da MRV Engenharia (MRVE3) registraram retração de 3,26% no pregão de hoje, encerrando cotadas a R$ 6,23. A liquidez do ativo permaneceu em patamares elevados, acumulando 9.604.400 ações transacionadas e um volume negociado de R$ 59.835.412,00. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 6,14 e a máxima de R$ 6,39, recuando em relação ao fechamento anterior estabelecido em R$ 6,44. O patamar atual encontra-se pressionado quando comparado à máxima de 52 semanas de R$ 10,53, embora se sustente acima da mínima de R$ 4,86 observada no mesmo intervalo. O resultado diário reflete a sensibilidade do setor imobiliário e de construção civil às expectativas da curva futura de juros domésticos. A MRV Engenharia é a maior construtora do país no segmento de imóveis residenciais voltados para o mercado de incorporação de habitação popular (faixa do programa Minha Casa, Minha Vida). Em termos corporativos, o mercado acompanha a evolução das margens operacionais da companhia e o repasse dos custos de materiais de construção nos novos lançamentos.

6º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,11 ↓2,77%

Descrição: Os papéis da Companhia Brasileira de Distribuição (PCAR3) registraram uma queda de 2,77%, finalizando a sessão cotados a R$ 2,11. O ativo registrou uma oscilação intradia estreita, com mínima de R$ 2,09 e máxima de R$ 2,16, vindo de um fechamento prévio de R$ 2,17. O volume de ações movimentado somou 1.945.700 unidades, gerando um volume negociado financeiro de R$ 4.105.427,00. O papel opera próximo de suas mínimas históricas recentes, tendo como patamar mínimo das últimas 52 semanas o valor de R$ 1,89 e máxima de R$ 4,60. A desvalorização sinaliza a persistente desconfiança e o compasso de espera do mercado em relação à consolidação operacional do grupo e recuperação de suas margens no varejo alimentar. O GPA (Grupo Pão de Açúcar) é uma das maiores empresas de varejo alimentar do Brasil, operando supermercados, hipermercados e postos de combustível. Em notícias corporativas recentes, os acionistas seguem acompanhando os desdobramentos de seus planos de venda de ativos não essenciais e estratégias de desalavancagem financeira para otimização do balanço patrimonial.

7º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 18,65 ↓2,51%

Descrição: As ações ordinárias da Raia Drogasil (RADL3) figuraram no campo negativo com recuo de 2,51%, fechando cotadas a R$ 18,65. O papel oscilou entre a mínima de R$ 18,51 e a máxima de R$ 18,93 na sessão, tendo fechado o dia anterior precificado a R$ 19,13. O volume de negócios foi robusto, com 8.775.000 ações negociadas e expressivo giro financeiro de R$ 163.653.750,00, o segundo maior volume financeiro da lista analisada. No histórico das últimas 52 semanas, o papel demonstra resiliência, com mínima de R$ 12,62 e máxima de R$ 27,31. A variação negativa reflete um movimento pontual de realização de lucros em um ativo tradicionalmente defensivo e de alta qualidade do varejo farmacêutico. A Raia Drogasil é a líder absoluta no mercado brasileiro de farmácias, operando sob as bandeiras Droga Raia e Drogasil em múltiplos estados nacionais. No ambiente informativo, o mercado monitora o plano contínuo de abertura de novas lojas físicas e a forte expansão de seus canais digitais de vendas de medicamentos e produtos de higiene e beleza.

8º – São Martinho S.A. (SMTO03) | R$ 17,64 ↓2,38%

Descrição: As ações da São Martinho S.A. (SMTO3) apresentaram desvalorização de 2,38% no encerramento das atividades do mercado, cotadas ao valor de R$ 17,64. O ativo registrou movimentação de 2.749.900 ações, resultando em um volume negociado de R$ 48.508.236,00. Durante o pregão, os papéis atingiram a mínima de R$ 17,50 e máxima de R$ 18,16, após um fechamento anterior de R$ 18,07. O preço de fechamento atual situa-se acima da mínima de 52 semanas, que foi de R$ 12,91, e distante da máxima de R$ 21,70 do mesmo período. O recuo acompanha as flutuações de curto prazo nos contratos de açúcar nas bolsas internacionais e as dinâmicas de preços do etanol nas usinas. A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com grande capacidade de processamento de cana-de-açúcar para a fabricação de açúcar, etanol e cogeração de energia elétrica. Recentemente, investidores têm analisado os relatórios de orientação (guidance) da companhia sobre a produtividade agrícola e o mix de produção para a safra corrente.

9º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 14,67 ↓2,33%

Descrição: As ações ordinárias da Rumo S.A. (RAIL3) registraram baixa de 2,33% e fecharam precificadas a R$ 14,67. O ativo demonstrou alto giro financeiro, liderando o volume negociado da lista com o montante de R$ 190.454.742,00, proveniente de 12.982.600 ações transacionadas na B3. A cotação flutuou entre a mínima de R$ 14,63 e a máxima de R$ 14,95, vindo de um patamar anterior de R$ 15,02. O papel opera próximo de sua faixa intermediária anual, cuja mínima de 52 semanas é de R$ 13,22 e a máxima de R$ 19,54. O ajuste de preços decorre de acomodações técnicas e do sentimento macroeconômico global, que impacta o fluxo logístico de exportações de grãos. A Rumo S.A. é a maior operadora de ferrovias do Brasil, prestando serviços logísticos de transporte ferroviário, elevação portuária e armazenagem de grãos e produtos industriais. Na esfera de notícias, o mercado segue acompanhando as obras de expansão da malha ferroviária no estado de Mato Grosso e os contratos de concessão de longo prazo da companhia.

10º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,67 ↓2,13%

Descrição: As ações da LWSA S/A (LWSA3) fecharam a lista das principais baixas com um recuo de 2,13%, encerrando o pregão cotadas a R$ 3,67. O ativo movimentou um total de 2.352.600 ações, gerando um volume financeiro de R$ 8.634.042,00. Durante a sessão, o papel registrou mínima de R$ 3,62 e máxima de R$ 3,75, mesmo valor do fechamento anterior. O preço atual encontra-se próximo da mínima de 52 semanas (R$ 3,28), distante da máxima do período de R$ 4,80. A pressão sobre o papel reflete a postura mais conservadora dos investidores com empresas do setor de tecnologia e crescimento (growth) em cenários de taxas de juros elevadas. A LWSA, anteriormente conhecida como Locaweb, é uma empresa brasileira líder em serviços de hospedagem de sites, computação em nuvem e soluções digitais para o comércio eletrônico. No noticiário corporativo recente, o mercado monitora a integração de suas diversas aquisições de plataformas de e-commerce e a busca por maior rentabilidade operacional em suas divisões de software.

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As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 21/05/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 21/05/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: RANK CÓDIGO PREÇO 24H % 1 BTC $77,682.63 0.19% 2

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 20/05/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 20/05/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 CMIN3 R$ 4,50 10,29%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 20/05/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 20/05/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 HSML11 R$ 88,95 3,11% 2