Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 20/05/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CMIN3 R$ 4,50 10,29%
2 LREN3 R$ 14,70 7,77%
3 MBRF3 R$ 17,67 7,09%
4 B3SA3 R$ 16,79 5,66%
5 RENT3 R$ 44,47 5,65%
6 ASAI3 R$ 8,61 5,51%
7 MRVE3 R$ 6,44 5,40%
8 BRAV3 R$ 19,75 5,28%
9 USIM5 R$ 9,61 5,26%
10 VAMO3 R$ 3,41 5,25%

1º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,50 ↑10,29%

Descrição: A CSN Mineração S.A. liderou os ganhos da sessão com uma expressiva valorização de 10,29% em suas ações ordinárias (CMIN3), que fecharam cotadas a R$ 4,50, acumulando uma variação nominal positiva de R$ 0,42. O ativo apresentou forte volatilidade e liquidez ao longo do dia, registrando uma cotação mínima de R$ 4,13 e atingindo a máxima de R$ 4,51, praticamente o valor do fechamento. O volume de ações negociadas atingiu a marca de 21.968.800 papéis, gerando um volume financeiro total de R$ 98.859.600,00. No pregão anterior, o papel havia fechado a R$ 4,08, valor que também coincide com a mínima registrada nas últimas 52 semanas, enquanto a máxima desse mesmo período de um ano está fixada em R$ 6,37.

A CSN Mineração S.A. é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, operando de forma integrada complexos minerários de alta escala no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, além de deter infraestrutura logística e portuária própria. Em sua última notícia de grande relevância ao mercado, a companhia reportou o avanço na implementação de suas novas plantas de filtragem de rejeitos e projetos de expansão da mina de Casa de Pedra, visando elevar a qualidade do minério e a sustentabilidade operacional.

2º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,70 ↑7,77%

Descrição: As ações ordinárias da Lojas Renner S.A. (LREN3) ocuparam a segunda posição entre as maiores altas, registrando um avanço de 7,77%, com encerramento de pregão precificado a R$ 14,70 e ganho nominal de R$ 1,06 em relação ao fechamento anterior de R$ 13,64. Durante a sessão diária, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 13,78 e a máxima de R$ 14,79. O volume de ações transacionadas foi expressivo, somando 16.943.500 papéis e resultando em um robusto volume financeiro movimentado de R$ 249.069.450,00. Sob a perspectiva do histórico de um ano, o papel LREN3 demonstra estar em recuperação, visto que sua mínima de 52 semanas é de R$ 12,25 e a máxima chega a R$ 18,80.

A Lojas Renner S.A. é a maior varejista de moda omnicanal do ecossistema brasileiro, operando redes de lojas de vestuário, além de marcas focadas em produtos de beleza, casa e decoração, e uma divisão de serviços financeiros. A última notícia corporativa de impacto mostra que a Renner conseguiu otimizar significativamente suas margens operacionais brutas através de um novo modelo automatizado de gestão de estoques e inteligência logística em seus centros de distribuição regionais.

3º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 17,67 ↑7,09%

Descrição: A Marfrig Global Foods S.A. obteve desempenho destacado com valorização de 7,09% em suas ações ordinárias (MBRF3), terminando o dia cotada a R$ 17,67, o que representa um incremento de R$ 1,17 frente ao fechamento anterior de R$ 16,50. A flutuação dos preços na sessão registrou a mínima de R$ 16,51 e a máxima de R$ 17,83. O volume de ações negociadas alcançou 8.871.200 unidades, totalizando um giro financeiro de R$ 156.754.104,00 no mercado secundário. Ao analisar o comportamento de longo prazo do ativo, constata-se que a ação opera substancialmente acima de sua mínima de 52 semanas, estabelecida em R$ 14,59, porém ainda distante de sua máxima anual, que atingiu o patamar de R$ 26,83.

A Marfrig Global Foods S.A. é uma das maiores empresas de proteína animal do mundo, com forte liderança global na produção de hambúrgueres e carne bovina, operando unidades industriais em pontos estratégicos das Américas e exportando para mais de cem países. Recentemente, a empresa ocupou o noticiário financeiro ao consolidar o aumento de sua participação acionária e controle na BRF S.A., gerando sinergias operacionais que agradaram analistas de mercado e investidores.

4º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 16,79 ↑5,66%

Descrição: As ações ordinárias da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) fecharam em alta de 5,66%, estabelecendo-se no valor de R$ 16,79, com ganho de R$ 0,90 comparado ao fechamento anterior de R$ 15,89. O ativo demonstrou alta liquidez e foi um dos mais movimentados da jornada, alcançando um volume de ações de 57.488.100 papéis e um expressivo volume financeiro negociado de R$ 965.225.199,00. A amplitude de preços do dia oscilou entre a mínima de R$ 15,97 e a máxima de R$ 17,08. Nos últimos doze meses, o papel registrou sua mínima de 52 semanas em R$ 11,67, enquanto o teto de valorização máxima no período foi quantificado em R$ 20,33.

A B3 S.A. é a bolsa de valores oficial do Brasil, figurando como uma das maiores empresas de infraestrutura de mercado financeiro global, prestando serviços de negociação, compensação, registro e depósito de títulos de renda variável e fixa. Em termos de notícias recentes, a B3 anunciou a expansão de seus produtos voltados a derivativos e balcão, além da homologação de novos sistemas tecnológicos de liquidação que visam baratear e acelerar operações estruturadas para investidores institucionais.

5º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 44,47 ↑5,65%

Descrição: A LOCALIZA RENT A CAR S.A. obteve desempenho positivo em suas ações ordinárias (RENT3), fechando a sessão cotada a R$ 44,47, o que reflete um avanço porcentual de 5,65% e acréscimo de R$ 2,38 sobre o fechamento anterior de R$ 42,09. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 41,95 e a máxima de R$ 44,68. O giro operacional contou com um volume de ações de 15.075.300 unidades transacionadas, o que resultou em um expressivo montante financeiro negociado de R$ 670.398.591,00. No histórico das últimas 52 semanas, os papéis da companhia de locação registraram seu piso de negociação em R$ 30,36, ao passo que o teto máximo atingido foi de R$ 53,35.

A Localiza Rent a Car S.A. é a maior rede de locação de veículos e gestão de frotas da América Latina, operando uma plataforma integrada que engloba o aluguel de carros, terceirização de frotas corporativas e a venda de veículos seminovos. A última notícia corporativa de relevância aponta que a companhia concluiu com sucesso uma robusta captação de recursos via emissão de debêntures, com o objetivo de renovar sua frota ativa e amortizar dívidas de curto prazo.

6º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,61 ↑5,51%

Descrição: As ações ordinárias da Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3), operando sob a marca Assaí Atacadista, encerraram o pregão com alta de 5,51%, cotadas a R$ 8,61, somando uma variação nominal de R$ 0,45 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,16. A cotação mínima do dia fixou-se em R$ 8,21, enquanto a máxima atingiu R$ 8,72. O volume de ações transacionadas totalizou 10.033.700 papéis, gerando um volume financeiro negociado de R$ 86.390.157,00 no mercado secundário da B3. Diante dos parâmetros anuais de mercado, a empresa registrou sua mínima de 52 semanas em R$ 6,91 e o teto máximo de preço na casa dos R$ 11,88.

A Sendas Distribuidora S.A. (Assaí Atacadista) é uma das maiores redes de atacado de autosserviço (comércio de “atacarejo”) do Brasil, atendendo tanto o consumidor final quanto clientes corporativos e pequenos comerciantes com uma ampla malha de lojas. A última notícia de mercado da companhia destaca que o Assaí manteve seu agressivo plano de conversão de pontos comerciais e aberturas orgânicas de novas lojas, conseguindo desalavancar gradativamente seu balanço financeiro institucional.

7º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 6,44 ↑5,40%

Descrição: A construtora e incorporadora MRV Engenharia e Participações S.A. (MRVE3) fechou o pregão com valorização de 5,40%, tendo suas ações ordinárias cotadas a R$ 6,44, o que representa um ganho nominal de R$ 0,33 perante o fechamento anterior de R$ 6,11. O ativo apresentou oscilação diária com mínima de R$ 6,16 e máxima de R$ 6,57. O volume de ações movimentadas na sessão atingiu o total de 10.057.400 papéis, correspondendo a um volume financeiro negociado de R$ 64.769.656,00. No intervalo de 52 semanas, o papel operou em patamares bastante distintos, marcando sua cotação mínima em R$ 4,86 e registrando o seu pico máximo de valor em R$ 10,53.

A MRV Engenharia é a maior construtora do país no segmento de imóveis residenciais voltados para a baixa renda, destacando-se historicamente por sua atuação capilarizada e liderança em projetos associados a programas habitacionais do governo federal. Conforme as notícias mais recentes do mercado setorial, a MRV registrou melhora em suas margens de novas vendas líquidas e readequação de preços, impulsionada por novos subsídios governamentais no programa Minha Casa Minha Vida.

8º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 19,75 ↑5,28%

Descrição: As ações ordinárias da Brava Energia S.A. (BRAV3) conquistaram a oitava posição no ranking de altas, registrando valorização de 5,28% e encerrando cotadas a R$ 19,75. O avanço nominal foi de R$ 0,99 em relação ao fechamento anterior, que estava situado em R$ 18,76. A flutuação de preço durante o dia mostrou resiliência, tocando a mínima de R$ 18,65 e alcançando a máxima de R$ 19,90. O mercado negociou um volume de ações de 13.115.600 papéis da petroleira, movimentando um montante financeiro total de R$ 259.033.100,00. Analisando as métricas anuais do ativo, a companhia apresenta uma mínima de 52 semanas estabelecida em R$ 13,21 e uma máxima que alcançou R$ 22,15.

A Brava Energia S.A. é uma produtora independente de petróleo e gás natural de capital nacional, focada na exploração, desenvolvimento e produção eficiente de campos maduros terrestres e em águas rasas e profundas do território brasileiro. Uma última notícia corporativa de relevo relata que a petroleira vem elevando significativamente sua curva diária de produção de barris equivalentes de óleo por meio da revitalização de poços e novos investimentos em infraestrutura de escoamento.

9º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 9,61 ↑5,26%

Descrição: A Usiminas registrou alta de 5,26% em suas ações preferenciais classe A (USIM5), fechando a sessão de negócios cotada ao valor de R$ 9,61, com evolução nominal de R$ 0,48 frente ao fechamento anterior de R$ 9,13. O ativo obteve oscilação intradia contida, marcando sua mínima diária em R$ 9,19 e atingindo a máxima de R$ 9,68, patamar muito próximo do fechamento. O volume de ações transacionadas totalizou 12.323.900 papéis, o que se traduziu em um volume financeiro negociado de R$ 118.432.679,00. Avaliando o desempenho histórico de 52 semanas, o papel USIM5 demonstra forte recuperação recente, operando bem acima de sua mínima anual de R$ 3,90 e aproximando-se de sua máxima de R$ 9,93.

A Usiminas é um dos maiores complexos siderúrgicos do Brasil, atuando de maneira integrada em toda a cadeia de valor do aço, desde a extração de minério de ferro até a fabricação e transformação de produtos siderúrgicos planos de alta tecnologia. Em sua última notícia divulgada ao mercado, a siderúrgica comunicou a conclusão da reforma e o religamento bem-sucedido de seu Alto-Forno 3 na usina de Ipatinga, estabilizando sua capacidade nominal de produção metalúrgica de longo prazo.

10º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. (VAMO3) | R$ 3,41 ↑5,25%

Descrição: A Vamos Locação (VAMO3) fechou a lista das dez maiores altas registrando valorização de 5,25%, com suas ações ordinárias cotadas a R$ 3,41 no encerramento do pregão, acumulando alta nominal de R$ 0,17 em comparação com o fechamento anterior de R$ 3,24. O ativo movimentou um volume de ações equivalente a 16.477.700 unidades, convertendo-se em um volume financeiro negociado de R$ 56.188.957,00. A amplitude de oscilação do preço fixou a mínima do dia em R$ 3,22 e a máxima diária em R$ 3,42. Sob a ótica do desempenho de 52 semanas, as ações da companhia operam pressionadas, situando-se próximas de sua mínima anual de R$ 2,74 e distantes de sua máxima de R$ 4,92.

A Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A., empresa controlada pela Simpar, é líder absoluta no mercado brasileiro de locação e venda de veículos pesados, máquinas agrícolas e equipamentos industriais, detendo uma ampla rede de concessionárias. A notícia mais recente ligada à empresa aponta que a Vamos expandiu seus contratos de locação de frotas de longo prazo junto ao setor do agronegócio e grandes operadoras logísticas, garantindo resiliência para suas receitas futuras de aluguel.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 PETR3 R$ 49,68 -3,85%
2 PETR4 R$ 44,60 -3,23%
3 SMTO3 R$ 18,07 -1,53%
4 PRIO3 R$ 68,63 -1,00%
5 AZUL54 R$ 72,50 0,00%
6 STBP3 R$ 14,42 0,00%
7 BRFS3 R$ 17,95 0,00%
8 CRFB3 R$ 8,48 0,00%
9 JBSS3 R$ 39,03 0,00%
10 CPLE6 R$ 14,26 0,00%

1º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 49,68 ↓3,85%

Descrição: As ações ordinárias da estatal petrolífera registraram uma retração expressiva no pregão analisado, fechando cotadas a R$ 49,68, o que representou a exata cotação mínima do dia, enquanto a máxima atingiu R$ 52,16. O movimento de desvalorização financeira resultou em uma perda nominal de R$ 1,99 por ativo em relação ao fechamento anterior, que havia sido fixado em R$ 51,67. O volume de ações negociadas alcançou a marca de 12.373.000 papéis, movimentando um volume financeiro total de R$ 614.690.640,00, posicionando o ativo no topo do ranking de relevância do relatório. Em uma perspectiva de longo prazo, os investidores observam que o preço atual encontra-se confortavelmente acima da mínima das últimas 52 semanas, estabelecida em R$ 28,98, porém demonstra um recuo técnico em direção à máxima do mesmo período anual, que foi de R$ 55,46. O recuo pontual reflete os ajustes do mercado financeiro e a volatilidade internacional das commodities energéticas globais.

A Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) é uma sociedade anônima de capital aberto que atua de forma integrada na indústria de óleo, gás e energia, sendo uma das maiores produtoras de petróleo em águas profundas do mundo. Recentemente, a companhia anunciou ao mercado a expansão de seus investimentos na Margem Equatorial e o avanço no plano estratégico de transição energética, buscando equilibrar a produção de combustíveis fósseis com novas fontes renováveis.

2º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 44,60 ↓3,23%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras também apresentaram um desempenho de desvalorização no pregão, encerrando o dia cotadas a R$ 44,60. Ao longo da sessão operacional, os papéis oscilaram entre a mínima de R$ 44,54 e a máxima de R$ 46,41, evidenciando uma perda líquida de R$ 1,49 frente ao fechamento anterior estabelecido em R$ 46,09. Este ativo registrou a maior liquidez do mercado entre as empresas listadas no documento, acumulando um expressivo volume de ações negociadas de 52.680.000 unidades, o que se traduziu em um giro financeiro monumental de R$ 2.349.528.000,00, ocupando o segundo lugar no ranking de movimentação. No histórico das últimas 52 semanas, o ativo transitou entre a mínima de R$ 27,00 e a máxima de R$ 50,01. A forte movimentação nas ações preferenciais reitera a preferência dos investidores institucionais por liquidez em momentos de maior volatilidade corporativa interna.

A Petrobras foca suas principais atividades de extração em campos petrolíferos localizados na camada do Pré-Sal, garantindo alta produtividade e eficiência de extração. Em suas últimas comunicações corporativas, a administração da estatal reforçou a solidez de sua política de distribuição de dividendos e confirmou a entrada em operação de novas plataformas de produção destinadas à Bacia de Santos no decorrer deste ano.

3º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 18,07 ↓1,53%

Descrição: Os papéis ordinários da companhia do setor sucroenergético fecharam o dia em tendência de baixa, precificados a R$ 18,07, patamar que coincidiu exatamente com a cotação mínima registrada durante a sessão. A máxima do dia chegou a atingir R$ 18,56, mas a pressão vendedora resultou em uma perda nominal de R$ 0,28 por ação, comparado ao fechamento anterior de R$ 18,35. O volume de transações totalizou 1.540.100 ações negociadas, gerando um volume financeiro consolidado de R$ 27.829.607,00, o que conferiu à empresa a terceira posição no ranking de liquidez do relatório. Avaliando os extremos das últimas 52 semanas, as ações da empresa variaram entre a mínima de R$ 12,91 e o teto máximo de R$ 21,70. Os investidores monitoram de perto os impactos das variáveis climáticas sobre a produtividade agrícola para precificar os múltiplos do ativo no curto prazo.

A São Martinho S.A. é considerada uma das maiores empresas sucroenergéticas do Brasil, destacando-se no processamento de cana-de-açúcar para a fabricação de açúcar, etanol e cogeração de energia elétrica. Em fato relevante recente, a companhia destacou a consolidação de suas operações na sua nova planta de etanol de milho, medida estratégica que visa diversificar sua receita e mitigar riscos associados à sazonalidade da safra da cana.

4º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 68,63 ↓1,00%

Descrição: As ações ordinárias da petroleira privada registraram um recuo moderado de 1,00% no encerramento da sessão diária, com a cotação final fixada em R$ 68,63. Durante o período de negociações, o ativo registrou a mínima de R$ 67,20 e alcançou a máxima de R$ 69,44, representando um decréscimo de R$ 0,69 em relação ao preço de fechamento anterior, que havia sido de R$ 69,32. A liquidez do ativo manteve-se bastante robusta na B3, computando um volume de 12.258.000 ações negociadas e movimentando um montante financeiro expressivo de R$ 841.266.540,00, assegurando o quarto lugar no ranking setorial. No acumulado das últimas 52 semanas, os papéis demonstraram forte amplitude de mercado, transitando da mínima de R$ 34,18 até a máxima de R$ 72,98. A proximidade com o topo histórico anual sinaliza a resiliência operacional da tese de investimentos da companhia.

A PRIO S.A. é a maior empresa independente de produção de petróleo e gás natural do Brasil, especializada na gestão eficiente e na revitalização de campos maduros de exploração. Recentemente, a petrolífera informou ao mercado novos dados operacionais que indicam um aumento na produção diária em seus campos principais na Bacia de Campos, sustentando sua estratégia de baixo custo de extração.

5º – Azul S.A. (AZUL54) | R$ 72,50 0,00%

Descrição: Os ativos da companhia aérea apresentaram estabilidade absoluta de preço no fechamento, permanecendo cotados a R$ 72,50, o que equivale a uma variação percentual nula. Apesar da estabilidade no fechamento, o pregão foi marcado por intensa volatilidade intradia, com os papéis despencando até a mínima de R$ 55,00 e disparando até a máxima de R$ 78,50. A ausência de variação nominal em relação ao fechamento anterior de R$ 75,00 (conforme distorções técnicas da grade) resultou em um volume negociado de 3.051.230 ações. O volume financeiro movimentado na sessão somou R$ 221.214.175,00, posicionando a empresa no quinto lugar do ranking. No acompanhamento das últimas 52 semanas, o ativo registrou uma máxima histórica expressiva de R$ 6.500,00, enquanto o campo de cotação mínima anual permaneceu sem dados preenchidos na base.

A Azul S.A. é uma das principais empresas de transporte aéreo do Brasil, operando uma vasta malha de voos domésticos e internacionais com uma frota diversificada de aeronaves. Em suas últimas divulgações financeiras, a diretoria da companhia aérea ressaltou as negociações avançadas para a reestruturação de suas obrigações financeiras de longo prazo com arrendadores de aeronaves, visando otimizar sua estrutura de capital e fluxo de caixa.

6º – SANTOS BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. (STBP3) | R$ 14,42 0,00%

Descrição: As ações ordinárias da operadora logística portuária demonstraram estabilidade ao final do pregão, consolidando o preço de fechamento em R$ 14,42. A oscilação diária do ativo foi extremamente estreita e controlada, registrando a mínima de R$ 14,41 e a máxima de R$ 14,46, o que confirma a variação de 0,00% em relação ao preço de fechamento anterior, que também havia sido de R$ 14,42. A constância de preços foi acompanhada por um volume de ações movimentadas de 6.918.900 unidades. Esse fluxo de ordens gerou um valor financeiro negociado de R$ 99.770.538,00, garantindo à companhia a sexta posição no ranking geral de movimentação do relatório. No intervalo das últimas 52 semanas, o ativo demonstrou solidez ao oscilar entre a cotação mínima de R$ 12,10 e a cotação máxima de R$ 15,60, denotando baixa volatilidade estrutural.

A Santos Brasil Participações S.A. é uma empresa referência na prestação de serviços logísticos portuários integrados, operando o Tecon Santos, um dos maiores terminais de contêineres da América Latina. Recentemente, o mercado repercutiu o avanço nas negociações societárias envolvendo a aquisição do controle da empresa por grandes players globais do setor de infraestrutura, consolidando o interesse estrangeiro nos ativos logísticos nacionais.

7º – BRF S.A. (BRFS3) | R$ 17,95 0,00%

Descrição: Os papéis da gigante do setor de alimentos processados encerraram as negociações diárias sem alteração percentual, fixados no valor de R$ 17,95. Durante a sessão, o comportamento dos preços oscilou de forma relevante entre a mínima de R$ 17,95 e a máxima de R$ 18,77, terminando o dia pressionado no patamar mais baixo alcançado no pregão. O fechamento anterior indicava R$ 18,97, apontando uma distorção técnica de variação nula na tabela fornecida. A liquidez do ativo se destacou com 20.737.500 ações trocando de mãos, o que gerou um volume financeiro robusto de R$ 372.238.125,00, fixando o ativo na sétima colocação do ranking de relevância. No histórico de mercado correspondente às últimas 52 semanas, as ações da companhia transitaram entre a mínima de R$ 15,63 e a máxima de R$ 26,06.

A BRF S.A. é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, detentora de marcas icônicas como Sadia e Perdigão, com forte atuação na exportação de proteína animal para diversos continentes. Em comunicado recente ao mercado, a administração da BRF celebrou a abertura de novos mercados internacionais e a habilitação de novas plantas fabris nacionais para exportar produtos avícolas diretamente para o mercado asiático.

8º – ATACADÃO S.A. (CRFB3) | R$ 8,48 0,00%

Descrição: As ações da rede varejista alimentícia registraram estabilidade e fecharam cotadas a R$ 8,48 na sessão de negócios. O ativo demonstrou uma dinâmica intradia com poucas oscilações, tocando a mínima de R$ 8,44 e alcançando a máxima de R$ 8,54, mantendo-se em linha com o fechamento da sessão anterior, estipulado em R$ 8,45. O volume total de ações negociadas alcançou 14.418.400 papéis, demonstrando um interesse comercial contínuo que se reverteu em um volume financeiro de R$ 122.268.032,00, posicionando a empresa na oitava colocação do ranking do portal de notícias. No monitoramento anual referente às últimas 52 semanas, o papel registrou sua cotação mínima em R$ 5,11, enquanto o teto máximo atingiu o valor de R$ 10,92. O preço atual reflete um equilíbrio intermediário na recuperação das margens do setor varejista.

O Atacadão S.A., operando sob a marca do Grupo Carrefour Brasil, é a maior rede de comércio atacadista de alimentos do país, possuindo centenas de lojas distribuídas em todos os estados brasileiros. A companhia reportou em seus últimos balanços financeiros o foco estratégico na integração digital de seus canais de vendas e na otimização das sinergias operacionais decorrentes da aquisição do Grupo Big.

9º – JBS S.A. (JBSS3) | R$ 39,03 0,00%

Descrição: Os papéis da maior produtora de proteínas do mundo fecharam o dia negociados a R$ 39,03, operando com variação percentual nula. Ao longo do pregão, as ações demonstraram volatilidade interna considerável, registrando a mínima de R$ 38,40 e tocando a máxima diária de R$ 40,06, com o fechamento anterior posicionado em R$ 38,29. O mercado financeiro registrou uma liquidez massiva para este ativo, totalizando o volume de 94.391.100 ações movimentadas, o que impulsionou o maior volume financeiro entre todos os ativos do relatório, somando expressivos R$ 3.684.084.633,00, embora a listagem o classifique na nona posição do ranking. No acumulado das últimas 52 semanas, as ações da companhia transitaram da mínima de R$ 23,88 até atingirem a máxima de R$ 45,18. O desempenho reflete o posicionamento global consolidado da empresa perante os ciclos das commodities de proteína animal.

A JBS S.A. é uma empresa multinacional brasileira reconhecida como líder global no processamento de carnes bovina, suína, ovina e de frango, além de atuar fortemente na produção de alimentos preparados. Recentemente, a companhia divulgou ao mercado o andamento do seu processo de dupla listagem de ações nas bolsas de Nova York, movimento estratégico desenhado para ampliar seu acesso ao capital global.

10º – Companhia Paranaense de Energia – Copel (CPLE6) | R$ 14,26 0,00%

Descrição: As ações preferenciais da classe B da concessionária de energia paranaense fecharam o pregão cotadas a R$ 14,26, mantendo estabilidade e variação de 0,00%. Durante a sessão de mercado, os ativos oscilaram de forma sutil entre a mínima de R$ 14,09 e a máxima de R$ 14,31, mantendo uma correlação próxima com o fechamento anterior, estabelecido em R$ 14,22. O volume de negociação alcançou o patamar de 8.519.600 ações, resultando em um volume financeiro transacionado de R$ 121.489.496,00, o que posicionou a concessionária de utilidade pública no décimo lugar do ranking. Ao avaliar o desempenho histórico das últimas 52 semanas, constata-se que o ativo se valorizou de maneira consistente a partir de sua mínima anual de R$ 8,39, operando atualmente muito próximo de sua máxima histórica de R$ 14,52, sinalizando forte percepção de valor defensivo.

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) atua nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, tendo concluído com sucesso seu processo de transformação corporativa em corporação privada. Em suas comunicações de mercado mais recentes, a Copel anunciou investimentos robustos voltados à modernização de suas redes de distribuição de energia e melhoria dos indicadores de qualidade do serviço no estado do Paraná.

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Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 20/05/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 20/05/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 HSML11 R$ 88,95 3,11% 2

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 20/05/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 20/05/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: Rank Código Preço 24h % 1 BTC $77.658,43 + 1,01%

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 19/05/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 19/05/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 USIM5 R$ 9,13 1,11%

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 19/05/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 19/05/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 BLMG11 R$ 31,27 1,39% 2