Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 19/06/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 PCAR3 R$ 2.03 0.127778
2 AZZA3 R$ 17.56 0.083282
3 RAIZ4 R$ 0.42 0.05
4 LWSA3 R$ 3.75 0.035912
5 CYRE3 R$ 21.83 0.032151
6 MGLU3 R$ 4.62 0.026667
7 CSAN3 R$ 3.49 0.026471
8 CMIN3 R$ 4.32 0.026128
9 LREN3 R$ 14.29 0.021444
10 RECV3 R$ 10.18 0.018

1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,03 ↑12,78%

Descrição: A ação PCAR3 registrou um desempenho notável nesta sessão, alcançando uma valorização expressiva de 12,78%, fechando o pregão cotada a R$ 2,03. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 1,76 e a máxima de R$ 2,05 durante o dia, superando significativamente o seu fechamento anterior, que havia sido de R$ 1,80. O volume de ações negociadas atingiu a marca de 8.566.900 papéis, resultando em um volume financeiro total de R$ 17.390.807,00. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação mostra que ainda está distante de sua máxima anual de R$ 4,60, embora se encontre acima da mínima de R$ 1,40 registrada no mesmo período. Este movimento de alta sugere uma reação positiva do mercado aos últimos eventos da companhia, sendo um ponto de atenção para investidores que acompanham a volatilidade do varejo alimentar. O investidor deve considerar que, embora o salto percentual seja alto, a ação permanece em patamares baixos frente ao seu histórico recente.

A Companhia Brasileira de Distribuição, amplamente conhecida como GPA, é um dos maiores grupos de varejo alimentar do Brasil, operando diversas bandeiras renomadas. Recentemente, a empresa tem focado em reestruturar seu portfólio para melhorar a rentabilidade e focar no core business.

2º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 17,56 ↑8,33%

Descrição: O papel AZZA3 apresentou um desempenho robusto, fechando o dia cotado a R$ 17,56, o que representa uma alta de 8,33% frente ao fechamento anterior de R$ 16,21. Durante o pregão, a ação oscilou entre o valor mínimo de R$ 16,12 e o valor máximo de R$ 18,19. O volume de negociação foi de 4.169.600 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 73.218.176,00. É interessante notar que a ação está trabalhando muito próximo da sua mínima de 52 semanas, que é de R$ 16,10, estando muito abaixo da sua máxima de 52 semanas, que atingiu R$ 39,71. Esse cenário indica um período de forte correção e volatilidade para o ativo. Para o investidor, essa alta pode representar uma tentativa de reversão de tendência ou um repique técnico após quedas acentuadas, exigindo cautela na análise fundamentalista para verificar se os fundamentos da companhia justificam essa valorização imediata ou se trata apenas de uma movimentação especulativa de curto prazo.

A Azzas 2154 S.A. é uma empresa que atua no setor de moda e varejo, resultado de recentes movimentações estratégicas de consolidação no mercado. A companhia tem buscado sinergias operacionais entre suas marcas para otimizar custos e melhorar margens em um cenário de consumo desafiador.

3º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,42 ↑5,00%

Descrição: A ação RAIZ4 fechou o dia em R$ 0,42, com uma valorização de 5,00% sobre o fechamento anterior, que foi de R$ 0,40. A oscilação intradia foi estreita, com mínima em R$ 0,40 e máxima de R$ 0,43. O volume de ações movimentadas foi de 8.164.700, gerando um volume financeiro de R$ 3.429.174,00. Observando o contexto de longo prazo (52 semanas), a ação oscilou entre R$ 0,33 e R$ 1,86. O preço atual, embora apresente uma variação positiva, permanece cotado em patamares extremamente baixos, o que caracteriza o papel como uma ação de baixo valor nominal (penny stock). Esse tipo de ativo requer atenção redobrada do investidor, devido à alta volatilidade e aos riscos inerentes a empresas com esse nível de preço. O volume financeiro negociado, comparado aos outros ativos, reforça a necessidade de cautela quanto à liquidez e à continuidade dessa tendência de alta no médio prazo.

A Raízen S.A. é uma referência global em bioenergia e distribuição de combustíveis, com uma forte operação integrada que vai do campo até os postos de combustíveis. A empresa continua focando em sua transição energética e na expansão da produção de etanol de segunda geração.

4º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,75 ↑3,59%

Descrição: Com uma variação positiva de 3,59%, o papel LWSA3 encerrou o pregão cotado a R$ 3,75. O valor de fechamento anterior foi de R$ 3,62. Durante a sessão, o ativo operou entre a mínima de R$ 3,61 e a máxima de R$ 3,75. Foram negociadas 2.261.200 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 8.479.500,00. O histórico de 52 semanas mostra uma variação entre R$ 3,28 e R$ 4,80. Este desempenho demonstra que a ação busca se recuperar, encontrando suporte acima da mínima anual, mas ainda precisando superar resistências importantes para buscar patamares superiores. Para o investidor, o comportamento atual sugere uma tentativa de estabilização do preço. A análise técnica aponta para um volume de negociação que sustenta essa alta tímida, sendo necessário observar se a empresa conseguirá manter essa trajetória diante das condições macroeconômicas que impactam o setor de tecnologia e software.

A LWSA S/A (antiga Locaweb) atua no ecossistema de serviços digitais, oferecendo soluções para empresas que desejam se digitalizar, desde hospedagem de sites até plataformas de e-commerce e pagamentos. A companhia segue investindo em aquisições estratégicas para expandir seu portfólio de soluções.

5º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 21,83 ↑3,22%

Descrição: O ativo CYRE3 encerrou o dia com uma alta de 3,22%, cotado a R$ 21,83. O fechamento anterior foi de R$ 21,15. A ação registrou mínima de R$ 21,11 e máxima de R$ 22,19 ao longo do dia. Com um volume de 8.822.600 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 192.597.358,00, demonstrando boa liquidez. Em relação ao período de 52 semanas, a ação flutuou entre R$ 18,35 e R$ 32,17. Este movimento reflete um otimismo moderado no setor de construção civil, com a ação buscando se distanciar das mínimas do período. O elevado volume financeiro indica forte interesse institucional no papel, o que pode ser interpretado como um sinal de confiança na solidez da companhia frente aos desafios do mercado imobiliário. Investidores devem monitorar a capacidade da empresa em manter o ritmo de vendas e lançamentos nos próximos trimestres.

A Cyrela Brazil Realty é uma das principais empresas do setor de incorporação imobiliária no Brasil, com atuação focada em diferentes segmentos, desde o alto padrão até o médio padrão. A empresa é conhecida por sua disciplina financeira e execução rigorosa de projetos imobiliários.

6º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 4,62 ↑2,67%

Descrição: A ação MGLU3 fechou o pregão em R$ 4,62, apresentando alta de 2,67% frente aos R$ 4,50 do fechamento anterior. O papel oscilou entre R$ 4,47 e R$ 4,65. O volume de negociação foi expressivo, com 20.962.500 ações negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 96.846.750,00. No histórico de 52 semanas, a ação variou entre R$ 4,47 e R$ 11,44. O patamar atual de R$ 4,62 aproxima-se perigosamente da mínima de 52 semanas, evidenciando um longo período de desvalorização e pressão vendedora. Embora o dia tenha sido de alta, o contexto gráfico mostra uma tendência de queda consolidada no longo prazo. Para o investidor, o volume financeiro elevado indica que há muita briga de preços, sendo um ativo de alta volatilidade e risco, exigindo uma análise clara sobre a capacidade de recuperação de margens e redução da alavancagem financeira da companhia.

O Magazine Luiza é uma gigante do varejo brasileiro, com atuação multicanal que envolve lojas físicas e uma plataforma digital em constante evolução. A empresa vem passando por um processo de reestruturação financeira para ajustar sua estrutura de capital e melhorar a performance operacional.

7º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 3,49 ↑2,65%

Descrição: O papel CSAN3 finalizou o pregão com valorização de 2,65%, cotado a R$ 3,49, superior ao fechamento anterior de R$ 3,40. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 3,38 e a máxima de R$ 3,49. O volume de ações movimentadas foi de 38.959.800, resultando em um volume financeiro de R$ 135.969.702,00. No intervalo de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 3,20 e R$ 8,19. O preço atual está bem próximo à mínima de 52 semanas, reforçando um cenário de forte correção histórica para o ativo. O alto volume financeiro e o número elevado de ações negociadas apontam para uma intensa movimentação de investidores no papel. Este é um momento crítico onde o investidor deve avaliar se o preço atual já descontou os riscos operacionais e financeiros da holding, ou se a tendência de queda ainda possui espaço para continuar.

A Cosan S.A. é uma holding com presença diversificada em setores estratégicos como energia, logística, lubrificantes e agricultura. A empresa tem um papel fundamental na infraestrutura do país e suas decisões estratégicas refletem diretamente no desempenho de suas subsidiárias.

8º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,32 ↑2,61%

Descrição: A ação CMIN3 fechou o pregão cotada a R$ 4,32, registrando alta de 2,61% sobre o fechamento anterior, que foi de R$ 4,21. A mínima do dia foi de R$ 4,21 e a máxima atingiu R$ 4,39. Foram negociadas 9.275.500 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 40.070.160,00. Analisando o período de 52 semanas, a ação variou entre R$ 4,08 e R$ 6,37. O papel se encontra em patamares próximos à sua mínima anual, o que reflete a pressão nos preços das commodities e as incertezas globais que afetam o setor de mineração. A alta de hoje representa um movimento de recuperação, mas o investidor deve estar atento à volatilidade dos preços internacionais do minério de ferro, que são os principais drivers de valorização ou desvalorização para esta companhia. A solidez operacional da empresa precisa ser pesada frente ao cenário macroeconômico atual.

A CSN Mineração é uma das principais mineradoras de ferro do Brasil, operando de forma integrada com a Companhia Siderúrgica Nacional. A empresa tem buscado aumentar sua capacidade produtiva e melhorar a qualidade do minério entregue para atender a demanda global.

9º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,29 ↑2,14%

Descrição: Com um ganho de 2,14%, o papel LREN3 encerrou o dia em R$ 14,29. O fechamento anterior foi de R$ 13,99. O ativo oscilou entre R$ 13,94 e R$ 14,37. O volume de negociação foi de 9.882.900 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 141.226.641,00. O histórico de 52 semanas mostra uma variação entre R$ 12,25 e R$ 18,80. O desempenho atual coloca a ação em um nível intermediário dentro do seu histórico anual, indicando uma tentativa de recuperação de patamares superiores após ter testado níveis mais baixos. O volume financeiro elevado mostra que existe interesse comprador e vendedor equilibrado, sendo uma empresa amplamente acompanhada pelo mercado. Para o investidor, o foco deve estar na capacidade da Renner de gerir estoques e manter margens em um ambiente de consumo ainda sensível, sendo uma das referências do setor de vestuário no Brasil.

As Lojas Renner são a maior rede de lojas de departamento de vestuário do Brasil. A empresa foca em moda, estilo de vida e serviços financeiros, mantendo uma estratégia de expansão consistente e gestão eficiente de seus canais digitais e físicos.

10º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 10,18 ↑1,80%

Descrição: O papel RECV3 encerrou a sessão com alta de 1,80%, fechando em R$ 10,18, superando o fechamento anterior de R$ 10,00. A ação operou entre R$ 9,97 e R$ 10,29. O volume negociado foi de 2.343.300 ações, com volume financeiro total de R$ 23.854.794,00. No período de 52 semanas, a ação flutuou entre R$ 9,18 e R$ 14,24. O preço atual está mais próximo da mínima do que da máxima anual, indicando um período de ajuste de valuation para a companhia. Para o investidor, a alta de hoje sugere uma tentativa de estabilização do preço em um patamar de suporte importante. O setor de petróleo e gás é cíclico e bastante dependente das variações dos preços do Brent e das estratégias de produção da empresa em seus campos maduros, fatores que devem ser monitorados de perto para entender a sustentabilidade desta trajetória de alta.

A PetroRecôncavo é uma operadora de campos maduros de petróleo e gás com forte atuação na região Nordeste do Brasil. A empresa tem se destacado pela eficiência na revitalização de campos e pela estratégia de crescimento inorgânico através da aquisição de ativos complementares.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 BEEF3 R$ 3.52 -0.051213
2 AMOB3 R$ 11.92 -0.03871
3 HAPV3 R$ 10.31 -0.02552
4 RADL3 R$ 16.25 -0.018127
5 CVCB3 R$ 1.22 -0.016129
6 WEGE3 R$ 45.16 -0.014189
7 TIMS3 R$ 21.07 -0.014038
8 BBSE3 R$ 38.90 -0.013692
9 BRAV3 R$ 18.99 -0.012994
10 VAMO3 R$ 2.68 -0.01107

1º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 3,52 ↓5,12%

Descrição: A ação da Minerva S.A. apresentou o desempenho mais desfavorável entre o grupo analisado neste pregão, fechando o dia cotada a R$ 3,52, o que representa uma retração expressiva de 5,12% em relação ao fechamento anterior de R$ 3,71. O papel oscilou durante o dia entre a mínima de R$ 3,52 e a máxima de R$ 3,72. O volume de negociação foi significativo, atingindo 14.046.500 ações negociadas, resultando em um volume financeiro total de R$ 49.443.680,00. Analisando o histórico de 52 semanas, observamos que o ativo se encontra próximo ao seu patamar mínimo anual de R$ 3,42, distanciando-se consideravelmente de sua máxima de R$ 7,31, o que demonstra uma pressão vendedora acentuada no médio prazo. Investidores devem monitorar de perto a volatilidade e os suportes técnicos para avaliar se este nível de preço oferece uma oportunidade de entrada ou se indica uma tendência de baixa mais estruturada.

A Minerva S.A. é uma das líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne bovina, exportando para diversos mercados globais. Recentemente, a empresa tem focado em estratégias de expansão e otimização de sua capacidade produtiva internacional.

2º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 11,92 ↓3,87%

Descrição: O ativo AMOB3 encerrou o pregão em terreno negativo, registrando uma variação de -3,87% e finalizando o dia a R$ 11,92. O fechamento anterior havia sido de R$ 12,40, evidenciando uma perda de R$ 0,48 por ação. Durante a sessão, o ativo operou na mínima de R$ 11,92, mesma cotação do fechamento, e atingiu uma máxima de R$ 12,59. O volume de negociação foi bastante restrito, totalizando apenas 18.300 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 218.136,00. Comparativamente às máximas e mínimas dos últimos 52 semanas, o ativo opera em uma região intermediária, entre o piso de R$ 10,00 e o teto de R$ 15,76. A baixa liquidez observada no dia de hoje é um fator de atenção para investidores, pois pode amplificar a volatilidade do preço diante de ordens de compra ou venda menos expressivas, exigindo cautela na execução de operações de maior volume.

A Automob Participações S.A. atua no setor de distribuição e varejo automotivo, com uma estrutura focada na gestão de concessionárias. A empresa tem buscado consolidar sua presença no mercado através de uma rede diversificada de atendimento ao consumidor.

3º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,31 ↓2,55%

Descrição: As ações da Hapvida encerraram o dia com desvalorização de 2,55%, cotadas a R$ 10,31, ante o fechamento anterior de R$ 10,58. O papel oscilou dentro de um intervalo relativamente estreito, tendo a mínima de R$ 10,31 e a máxima de R$ 10,70. O volume de ações movimentadas foi de 5.602.400, gerando um volume financeiro de R$ 57.760.744,00. No horizonte de 52 semanas, o ativo apresenta uma amplitude elevada, com uma mínima de R$ 7,00 e uma máxima expressiva de R$ 42,66. Esta disparidade indica um período de alta volatilidade e reajuste de valor de mercado para a empresa ao longo do ano. O desempenho atual reflete um movimento de cautela por parte dos investidores, mantendo o papel em um patamar que demanda análise fundamentalista aprofundada para entender o suporte atual diante de sua trajetória recente.

A Hapvida é um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil, focada no modelo de verticalização dos serviços, que integra rede própria de hospitais, clínicas e laboratórios com operadoras de planos de saúde.

4º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 16,25 ↓1,81%

Descrição: O pregão para a Raia Drogasil foi marcado por uma queda moderada de 1,81%, finalizando o dia a R$ 16,25. O fechamento anterior foi registrado em R$ 16,55, configurando uma variação negativa de R$ 0,30. A ação teve uma oscilação durante o dia entre a mínima de R$ 16,22 e a máxima de R$ 16,71. O interesse comprador e vendedor resultou em 10.985.200 ações negociadas, com um volume financeiro considerável de R$ 178.509.500,00. Analisando a perspectiva de 52 semanas, a cotação atual de R$ 16,25 encontra-se em um nível mais próximo do patamar inferior do ano (mínima de R$ 12,62) do que do seu topo histórico de R$ 27,31. Este cenário sugere que o mercado está precificando a empresa com maior conservadorismo atualmente, possivelmente refletindo o contexto macroeconômico vigente ou ajustes nas expectativas de crescimento para o setor de varejo farmacêutico.

A Raia Drogasil S/A é a maior rede de farmácias do Brasil, sendo resultado da fusão entre a Droga Raia e a Drogasil, focada em uma estratégia de capilaridade nacional e digitalização de serviços.

5º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,22 ↓1,61%

Descrição: A CVC Brasil apresentou um recuo de 1,61% em sua cotação, fechando o dia a R$ 1,22, valor muito próximo ao seu fechamento anterior de R$ 1,24. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 1,20 e alcançou a máxima de R$ 1,25. O volume de negociação foi expressivo em termos quantitativos, com 9.560.300 ações negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 11.663.566,00. É importante destacar que o papel opera próximo à sua mínima histórica ou de 52 semanas, que é de R$ 1,20, enquanto a máxima no mesmo período chegou a R$ 2,79. A cotação atual sub-R$ 2,00 situa o ativo na categoria de “penny stock”, exigindo que o investidor tenha consciência da alta volatilidade intrínseca a esse patamar de preço e das dificuldades operacionais que a empresa tem enfrentado para recuperar sua rentabilidade no setor de turismo.

A CVC é uma das principais operadoras de turismo do Brasil, com vasta rede de lojas físicas e atuação também no ambiente digital, sendo uma marca amplamente reconhecida pelo consumidor brasileiro.

6º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 45,16 ↓1,42%

Descrição: A WEG S.A. encerrou o dia com uma desvalorização de 1,42%, cotada a R$ 45,16. O papel, que abriu a sessão após um fechamento anterior de R$ 45,81, apresentou um volume financeiro expressivo de R$ 468.711.124,00, com 10.378.900 ações transacionadas. A oscilação diária ocorreu entre a mínima de R$ 44,85 e a máxima de R$ 46,20. Olhando para o gráfico de 52 semanas, a ação demonstra resiliência, com a cotação atual bem posicionada entre sua mínima anual de R$ 33,85 e sua máxima de R$ 54,41. O alto volume financeiro negociado destaca a forte liquidez e o interesse recorrente dos investidores institucionais pelo papel, que é frequentemente visto como uma blue chip do setor industrial brasileiro, sendo que ajustes negativos nesta magnitude costumam ser interpretados como movimentações de curto prazo dentro de uma tendência de longo prazo mais estável.

A WEG S.A. é uma potência global na fabricação de motores elétricos, equipamentos eletroeletrônicos, sistemas de automação e soluções em energia, com forte presença internacional e foco em inovação tecnológica.

7º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 21,07 ↓1,40%

Descrição: A ação da TIM S.A. registrou uma queda de 1,40% no fechamento, cotada a R$ 21,07. O fechamento anterior foi de R$ 21,37, indicando uma variação negativa de R$ 0,30. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 21,07 e a máxima de R$ 21,41. O volume de ações movimentadas totalizou 4.445.700, correspondendo a um volume financeiro de R$ 93.670.899,00. No cenário de 52 semanas, o ativo apresenta uma trajetória estável, situando-se em um patamar intermediário, entre a mínima de R$ 18,49 e a máxima de R$ 28,57. O comportamento do ativo sugere um mercado que busca definir novas resistências e suportes em um ambiente de forte concorrência no setor de telecomunicações. Investidores monitoram a capacidade da empresa de gerar fluxo de caixa constante e expandir sua base de clientes de alto valor, fatores essenciais para a valorização sustentável dos papéis da operadora.

A TIM S.A. é uma das principais operadoras de telefonia e serviços de dados no Brasil, destacando-se pelo pioneirismo na implementação de redes móveis de última geração em larga escala no país.

8º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 38,90 ↓1,37%

Descrição: As ações da BB Seguridade fecharam a sessão com uma queda de 1,37%, atingindo R$ 38,90, frente ao fechamento anterior de R$ 39,44. O volume negociado de 6.670.300 ações gerou um montante financeiro de R$ 259.474.670,00. A oscilação diária foi marcada pela mínima de R$ 38,64 e máxima de R$ 39,54. Analisando o intervalo de 52 semanas, a empresa apresenta um desempenho sólido, mantendo-se mais próxima da sua máxima anual de R$ 40,12 do que da mínima de R$ 28,92. O setor de seguros tende a ser resiliente em diferentes ciclos econômicos, e a BB Seguridade, em particular, beneficia-se da sua forte conexão com a estrutura do Banco do Brasil. Este patamar de preços reflete a confiança do mercado na capacidade da companhia de manter margens robustas e repassar dividendos atrativos, apesar das oscilações naturais de curto prazo do mercado acionário.

A BB Seguridade é uma holding que controla empresas de seguros, previdência complementar e capitalização, possuindo um modelo de negócios fortemente baseado na rede de distribuição do Banco do Brasil.

9º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,99 ↓1,30%

Descrição: O ativo BRAV3 encerrou o dia em queda de 1,30%, cotado a R$ 18,99, sendo que o fechamento anterior foi de R$ 19,24. O volume de ações negociadas foi de 5.473.700, totalizando R$ 103.945.563,00 em volume financeiro. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 18,58 e a máxima de R$ 19,36. No comparativo de 52 semanas, o preço atual de R$ 18,99 encontra-se em um patamar intermediário entre a mínima de R$ 13,21 e a máxima de R$ 22,15. O setor de energia e exploração de petróleo e gás apresenta alta sensibilidade às oscilações das commodities internacionais, o que explica a volatilidade observada. Para os investidores, o monitoramento dos planos de exploração e desenvolvimento de ativos da Brava Energia é crucial para avaliar a viabilidade de longo prazo e a capacidade da empresa em converter recursos em resultados financeiros positivos.

A Brava Energia S.A. atua no setor de exploração e produção de petróleo e gás natural, resultado da consolidação de ativos e empresas do setor em busca de maior eficiência operacional e escala de produção.

10º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 2,68 ↓1,11%

Descrição: Finalizando a lista, a ação VAMO3 apresentou uma variação negativa de 1,11%, encerrando o dia a R$ 2,68. O papel oscilou muito pouco entre a mínima e a máxima do dia (R$ 2,68 e R$ 2,74, respectivamente), refletindo um movimento de baixa liquidez ou consenso sobre o patamar atual. O fechamento anterior foi de R$ 2,71. O volume de ações movimentadas foi de 10.267.600, gerando um volume financeiro de R$ 27.517.168,00. No horizonte de 52 semanas, o papel opera próximo à sua mínima anual de R$ 2,68, estando muito distante da sua máxima de R$ 4,92. Este cenário indica um mercado que tem precificado a empresa com cautela, possivelmente devido aos desafios operacionais ou alavancagem financeira típica do setor de locação, exigindo atenção redobrada do investidor quanto às condições de crédito e à demanda por frota de caminhões no país.

A Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos é a maior empresa de locação de caminhões, máquinas e equipamentos do Brasil, oferecendo soluções de gestão de frotas e serviços de aluguel para diversos segmentos industriais.

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