As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | AZZA3 | R$ 19.40 | 10.48% |
| 2 | YDUQ3 | R$ 8.45 | 5.23% |
| 3 | TIMS3 | R$ 22.14 | 5.08% |
| 4 | CSAN3 | R$ 3.65 | 4.58% |
| 5 | SBSP3 | R$ 27.91 | 3.52% |
| 6 | VIVT3 | R$ 33.54 | 3.33% |
| 7 | RADL3 | R$ 16.79 | 3.32% |
| 8 | CVCB3 | R$ 1.26 | 3.28% |
| 9 | BPAC11 | R$ 52.21 | 3.10% |
| 10 | HAPV3 | R$ 10.61 | 2.91% |
1º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 19,40 ↑10,48%
Descrição: A ação da Azzas 2154 S.A. demonstrou um desempenho expressivo na sessão, liderando o ranking de valorização com um avanço de 10,48%. O ativo abriu o dia em R$ 18,11, atingindo sua máxima em R$ 19,76, partindo de um fechamento anterior de R$ 17,56. Com um volume de 9.900.200 ações negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 192.063.880, o mercado reagiu positivamente à volatilidade do ativo. Observa-se que o preço atual ainda está significativamente abaixo da máxima registrada nas últimas 52 semanas, que foi de R$ 39,71, enquanto a mínima do mesmo período foi de R$ 16,10. Este comportamento sugere uma tentativa de recuperação do papel, que atraiu o interesse dos investidores pela forte variação percentual positiva, indicando um possível movimento de reversão ou ajuste técnico relevante no curto prazo para os ativos da companhia.
A Azzas 2154 S.A. é uma holding resultante da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, consolidando-se como uma das maiores empresas de varejo de moda no Brasil. Notícias recentes destacam o processo de integração das operações e a busca por sinergias entre as marcas do portfólio para otimizar custos.
2º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 8,45 ↑5,23%
Descrição: A YDUQS apresentou um desempenho sólido com uma valorização de 5,23% no dia. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,16 e a máxima de R$ 8,61, fechando o pregão em R$ 8,45, superando o fechamento anterior de R$ 8,03. O volume de negociação foi de 5.065.000 ações, resultando em R$ 42.799.250 movimentados no período. Este movimento reflete um otimismo moderado dos investidores em relação à empresa, considerando que o patamar atual de R$ 8,45 situa-se entre a mínima (R$ 7,85) e a máxima (R$ 16,03) observadas ao longo das últimas 52 semanas. O desempenho do dia sugere uma sustentação de preço acima da base mínima, o que pode atrair investidores que monitoram a recuperação da companhia dentro do setor educacional, embora a volatilidade histórica continue sendo um ponto de atenção para a análise de risco e retorno.
A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, operando instituições de ensino superior presencial e digital (EAD). Recentemente, a empresa tem focado em estratégias de rentabilidade e qualidade no ensino digital.
3º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 22,14 ↑5,08%
Descrição: A ação da TIM S.A. registrou uma performance robusta, fechando o dia com alta de 5,08%, cotada a R$ 22,14. O papel teve uma variação positiva de R$ 1,07 sobre o fechamento anterior de R$ 21,07. A amplitude do dia mostrou uma mínima de R$ 21,10 e uma máxima atingida exatamente no preço de fechamento, R$ 22,14, indicando uma pressão compradora sustentada até o final do pregão. Com um volume expressivo de 10.961.200 ações transacionadas e um volume financeiro de R$ 242.680.968, a liquidez do ativo permanece elevada. O preço atual está bem posicionado em relação à sua trajetória de 52 semanas, que variou de R$ 18,49 a R$ 28,57. Este movimento reflete a confiança dos investidores na consistência operacional da companhia frente aos desafios do setor de telecomunicações.
A TIM S.A. atua no setor de telecomunicações, sendo uma das principais operadoras de telefonia móvel e serviços de dados no país. A empresa tem focado na expansão de sua infraestrutura de fibra óptica e na consolidação do 5G.
4º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 3,65 ↑4,58%
Descrição: A Cosan apresentou uma valorização de 4,58% na sessão, fechando em R$ 3,65 frente ao fechamento anterior de R$ 3,49. O ativo operou em uma faixa estreita, com mínima de R$ 3,48 e máxima de R$ 3,70, demonstrando uma tendência de alta consistente. O volume de negociação foi bastante expressivo, alcançando 39.634.200 ações e um montante financeiro de R$ 144.664.830. A análise histórica de 52 semanas mostra um range entre R$ 3,20 e R$ 8,03, situando o preço atual mais próximo da extremidade inferior do intervalo. Este cenário sugere que, apesar da alta do dia, o papel ainda se encontra pressionado em um contexto de longo prazo, atraindo especuladores e investidores que buscam pontos de entrada em ativos com forte liquidez e histórico de volatilidade, na expectativa de uma eventual retomada estrutural de valor.
A Cosan é um conglomerado com investimentos em diversos setores, incluindo energia (Raízen), logística (Rumo) e lubrificantes (Moove). A companhia tem passado por um processo de simplificação de sua estrutura de capital e desalavancagem.
5º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 27,91 ↑3,52%
Descrição: A Sabesp registrou um avanço de 3,52% no pregão, finalizando o dia a R$ 27,91, acima dos R$ 26,96 do fechamento anterior. O papel oscilou entre R$ 27,06 (mínima) e R$ 28,05 (máxima), com um volume de 19.051.300 ações negociadas, resultando em um volume financeiro total de R$ 531.721.783, o maior entre as ações listadas neste relatório, evidenciando o forte apetite institucional pelo ativo. Nas últimas 52 semanas, a ação variou entre R$ 20,01 e R$ 35,32. A performance de hoje reafirma a resiliência da companhia, que continua a ser um dos papéis de maior interesse no setor de utilidade pública, mantendo-se como referência de liquidez e visibilidade no mercado financeiro nacional, fundamentada por sua posição estratégica de mercado.
A Sabesp é uma das maiores empresas de saneamento do mundo, responsável pelo abastecimento de água e coleta de esgoto no estado de São Paulo. A empresa avançou recentemente em seu processo de privatização.
6º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 33,54 ↑3,33%
Descrição: A Telefônica Brasil encerrou o dia cotada a R$ 33,54, uma valorização de 3,33% em comparação ao fechamento anterior de R$ 32,46. O ativo apresentou um comportamento de alta firme, com mínima de R$ 32,45 e máxima de R$ 33,61. O volume de transações foi de 4.306.800 ações, totalizando R$ 144.450.072 em volume financeiro. Comparando com o intervalo de 52 semanas, onde a ação oscilou entre R$ 27,85 e R$ 41,49, o preço atual demonstra uma recuperação constante, situando-se confortavelmente acima da média do período. Esse resultado aponta para uma percepção de valor por parte do investidor, que valoriza a robustez financeira da empresa, mesmo em um cenário macroeconômico de incertezas que afeta o setor de telecomunicações de forma geral, mantendo-se atraente tanto pela estabilidade quanto pelo desempenho recente.
A Telefônica Brasil (Vivo) é líder no mercado de telecomunicações brasileiro, oferecendo serviços móveis e fixos. A empresa tem investido na digitalização de seus serviços e em novos modelos de receita digital.
7º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 16,79 ↑3,32%
Descrição: Com alta de 3,32%, a Raia Drogasil encerrou o pregão em R$ 16,79. O ativo partiu de um fechamento anterior de R$ 16,25, registrando mínima de R$ 16,21 e máxima de R$ 16,90 ao longo da sessão. Foram negociadas 12.570.400 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 211.057.016. O histórico de 52 semanas revela uma variação entre R$ 12,62 e R$ 27,31, indicando que o preço atual ainda tem espaço para buscar patamares superiores alcançados anteriormente no período. Este desempenho denota confiança na execução da estratégia da empresa no setor de varejo farmacêutico, que continua a ser um segmento de consumo resiliente. O volume negociado reforça o papel do ativo como uma escolha preferencial para investidores que buscam diversificação em setores essenciais.
A Raia Drogasil é a maior rede de farmácias do Brasil. A empresa tem focado na expansão de lojas físicas em novas regiões e no fortalecimento de seu ecossistema de saúde digital.
8º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,26 ↑3,28%
Descrição: A CVC Brasil apresentou uma leve, porém positiva, variação de 3,28%, fechando a R$ 1,26. O ativo abriu em R$ 1,22, oscilando entre a mínima de R$ 1,21 e a máxima de R$ 1,27. Com 9.785.100 ações negociadas, o volume financeiro foi de R$ 12.329.226. O preço atual está extremamente próximo da mínima das últimas 52 semanas, que foi de R$ 1,20, enquanto a máxima do período chegou a R$ 2,79. Esse patamar de preço indica uma situação de estresse persistente para o ativo, onde qualquer movimentação positiva é monitorada de perto por investidores dispostos a assumir riscos elevados, na esperança de uma reversão estrutural que possa trazer o papel para patamares historicamente mais condizentes com a capacidade operacional da empresa no setor de turismo.
A CVC Brasil é uma das maiores operadoras de turismo do país, enfrentando desafios operacionais e financeiros nos últimos anos. A empresa tem buscado renegociar dívidas e melhorar sua eficiência operacional.
9º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 52,21 ↑3,10%
Descrição: O BTG Pactual encerrou o pregão com alta de 3,10%, cotado a R$ 52,21, frente ao fechamento anterior de R$ 50,64. A variação intradiária mostrou uma mínima de R$ 51,34 e uma máxima de R$ 52,60. O volume negociado foi de 9.627.700 units, com um volume financeiro expressivo de R$ 502.662.217. Este resultado destaca a força do ativo, que se encontra mais próximo da sua máxima de 52 semanas (R$ 65,50) do que da sua mínima (R$ 37,07), demonstrando uma clara tendência de valorização no período. A liquidez e o volume financeiro confirmam o papel como protagonista entre os investidores institucionais que acompanham o setor financeiro e bancário, reforçando a confiança na gestão e na estratégia de crescimento do banco.
O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, oferecendo uma gama completa de serviços financeiros. A empresa tem mantido crescimento consistente em suas áreas de gestão de fortunas e crédito.
10º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,61 ↑2,91%
Descrição: A Hapvida finalizou o pregão com alta de 2,91%, sendo negociada a R$ 10,61. O papel partiu de R$ 10,31, oscilando entre R$ 10,33 e R$ 10,79 ao longo da sessão. O volume de negociação foi de 5.381.500 ações, resultando em R$ 57.097.715 de volume financeiro. Em relação às últimas 52 semanas, a ação teve uma trajetória notável com mínima de R$ 7,00 e máxima de R$ 42,66. O preço atual reflete uma tentativa de estabilização em um patamar superior à mínima do período, embora ainda distante de seus topos históricos. A volatilidade observada sugere que o mercado segue digerindo o processo de fusão e os novos desafios operacionais do grupo, sendo um ativo de interesse para investidores que apostam no longo prazo do setor de saúde.
A Hapvida é uma das principais operadoras de saúde do Brasil, focada em um modelo verticalizado de atendimento. A empresa tem trabalhado na integração após a aquisição de outras operadoras do setor.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SUZB3 | R$ 42.04 | -2.75% |
| 2 | SMTO3 | R$ 14.60 | -2.21% |
| 3 | POMO4 | R$ 5.91 | -1.34% |
| 4 | BRAV3 | R$ 18.76 | -1.21% |
| 5 | KLBN11 | R$ 16.93 | -1.17% |
| 6 | EMBJ3 | R$ 78.34 | -1.09% |
| 7 | CXSE3 | R$ 19.44 | -1.02% |
| 8 | BRKM5 | R$ 7.43 | -0.93% |
| 9 | PRIO3 | R$ 56.68 | -0.91% |
| 10 | CYRE3 | R$ 21.66 | -0.78% |
1º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 42,04 ↓2,75%
Descrição: A ação da Suzano S.A. (SUZB3) encerrou o pregão cotada a R$ 42,04, registrando uma queda significativa de 2,75% em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 43,23. Durante a sessão, o ativo operou entre a mínima de R$ 42,04 e a máxima de R$ 43,35. O volume de ações transacionadas totalizou 4.936.900 unidades, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 207.547.276,00. Analisando o histórico de 52 semanas, observamos que o papel oscilou entre uma mínima de R$ 40,17 e uma máxima de R$ 59,64, indicando que a cotação atual se encontra mais próxima do piso do seu intervalo anual, refletindo uma pressão vendedora acentuada neste período de análise, condizente com a volatilidade observada no setor de papel e celulose.
A Suzano é uma das maiores produtoras de celulose de eucalipto do mundo, focada em soluções sustentáveis a partir de fontes renováveis. Recentemente, a empresa tem avançado em projetos de expansão e otimização operacional, como o Projeto Cerrado, buscando aumentar sua capacidade produtiva e eficiência logística global.
2º – SÃO MARTINHO S.A. (SMTO3) | R$ 14,60 ↓2,21%
Descrição: O ativo SMTO3 apresentou um desempenho negativo, fechando o dia a R$ 14,60, o que representa uma desvalorização de 2,21% comparado ao fechamento anterior de R$ 14,93. A variação intradiária mostrou um piso de R$ 14,43 e um teto de R$ 14,96. Com um volume de 1.415.600 ações negociadas, a liquidez financeira da empresa atingiu R$ 20.667.760,00 no dia. Em uma janela de 52 semanas, a ação atingiu uma mínima de R$ 12,91 e uma máxima de R$ 21,70, demonstrando que o preço atual está posicionado em uma faixa intermediária-baixa do seu espectro anual, refletindo os desafios enfrentados pelo setor sucroenergético, que é fortemente impactado pelas condições climáticas e pela volatilidade dos preços das commodities, notadamente o açúcar e o etanol, no mercado doméstico e internacional.
A São Martinho é uma das maiores empresas do setor sucroenergético brasileiro, operando em toda a cadeia produtiva de açúcar, etanol e bioenergia, utilizando tecnologias avançadas para maximizar o rendimento das safras. Recentemente, a empresa reportou resultados focados na gestão da eficiência agrícola em meio a variações climáticas.
3º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 5,91 ↓1,34%
Descrição: A Marcopolo (POMO4) encerrou as negociações com baixa de 1,34%, sendo cotada a R$ 5,91 frente aos R$ 5,99 do fechamento anterior. O papel registrou uma variação dentro do dia entre R$ 5,90 e R$ 6,04. O volume de ações movimentou 5.287.000 unidades, totalizando R$ 31.246.170,00 em valor financeiro. Quando olhamos para o horizonte de 52 semanas, a ação teve uma amplitude que variou de R$ 5,39 até R$ 7,95, indicando que, apesar da queda recente, o preço se mantém em um patamar condizente com a tendência observada no último ano. Esse comportamento reflete a dinâmica do setor de bens de capital e transporte, sensível à demanda por renovação de frotas e ao cenário econômico geral.
A Marcopolo é líder no segmento de carrocerias de ônibus no Brasil e possui uma presença global relevante, oferecendo soluções de mobilidade para transporte urbano, rodoviário e especial. A empresa tem focado na diversificação de seus produtos, incluindo o desenvolvimento de ônibus elétricos.
4º – BRAVA ENERGIA S.A. (BRAV3) | R$ 18,76 ↓1,21%
Descrição: Com um recuo de 1,21% em relação ao fechamento anterior de R$ 18,99, a Brava Energia (BRAV3) finalizou o dia a R$ 18,76. A oscilação durante o pregão foi contida entre R$ 18,70 e R$ 19,01. O volume total de ações negociadas alcançou 4.190.600, gerando um volume financeiro de R$ 78.615.656,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, a ação teve uma variação considerável, partindo de R$ 13,21 na mínima até R$ 22,15 na máxima. A cotação atual mostra que o papel mantém um nível de valorização satisfatório dentro da tendência anual, apesar da correção diária observada no momento, o que é comum em empresas do setor de exploração e produção de energia e petróleo, que são altamente impactadas pelo preço do barril no mercado internacional.
A Brava Energia é uma empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, focada no desenvolvimento de ativos maduros e na busca por eficiência operacional. A empresa tem buscado consolidar sua posição através de parcerias estratégicas e otimização de campo.
5º – KLABIN UNT (KLBN11) | R$ 16,93 ↓1,17%
Descrição: A Klabin (KLBN11) encerrou o pregão em queda de 1,17%, atingindo R$ 16,93, após ter fechado o dia anterior em R$ 17,13. A movimentação do ativo no dia variou de R$ 16,84 a R$ 17,14, com um volume considerável de 7.288.500 ações, resultando em R$ 123.394.305,00 em volume financeiro negociado. No histórico de 52 semanas, observamos uma variação entre a mínima de R$ 16,01 e a máxima de R$ 21,25, indicando que o preço atual encontra-se próximo do suporte anual. Esse desempenho está alinhado às pressões de custo e de preço dos produtos finais enfrentadas pelo setor de celulose e embalagens, que é cíclico e bastante dependente das condições do comércio exterior e demanda industrial global.
A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, sendo referência em soluções sustentáveis e manejo florestal, com foco em integrar a cadeia produtiva desde a base florestal até o produto final. A empresa segue investindo na expansão de suas unidades produtivas.
6º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 78,34 ↓1,09%
Descrição: A ação da Embraer (EMBJ3) apresentou variação negativa de 1,09%, fechando o dia a R$ 78,34, após um fechamento anterior de R$ 79,20. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 77,60 e a máxima de R$ 79,49. O volume negociado foi de 4.959.500 ações, totalizando R$ 388.527.230,00 de volume financeiro, destacando-se como uma das maiores liquidações do dia. Em uma perspectiva de 52 semanas, a ação demonstrou uma forte valorização, partindo de R$ 64,52 até atingir o patamar de R$ 105,48. O preço atual, embora em queda na sessão, ainda reflete um momento de otimismo histórico para o papel, condizente com a retomada das entregas e novos contratos no setor aeronáutico global.
A Embraer é uma empresa aeroespacial global com sede no Brasil, focada em aviação comercial, executiva, defesa e segurança. É reconhecida pela inovação tecnológica e eficiência de suas aeronaves, sendo um dos maiores players do mercado mundial de jatos regionais.
7º – CAIXA SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A (CXSE3) | R$ 19,44 ↓1,02%
Descrição: A Caixa Seguridade (CXSE3) fechou cotada a R$ 19,44, registrando uma queda de 1,02% em comparação aos R$ 19,64 do fechamento anterior. O papel transacionou em uma banda estreita, com mínima de R$ 19,37 e máxima de R$ 19,66. O volume de ações foi de 4.165.900, consolidando um volume financeiro de R$ 80.985.096,00. Analisando o intervalo das últimas 52 semanas, a ação teve uma trajetória notável, variando de R$ 12,39 a R$ 19,76, o que demonstra que o ativo está operando próximo de suas máximas anuais, refletindo o crescimento consistente do setor de seguros, previdência e capitalização, que apresenta grande resiliência e geração de caixa, atraindo investidores focados em dividendos e estabilidade.
A Caixa Seguridade é uma holding que atua no mercado de seguros, previdência complementar, capitalização e corretagem, aproveitando a vasta base de clientes e a capilaridade da rede de agências da Caixa Econômica Federal.
8º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 7,43 ↓0,93%
Descrição: A Braskem (BRKM5) encerrou o pregão com uma queda de 0,93%, cotada a R$ 7,43, frente ao fechamento anterior de R$ 7,50. Durante a sessão, o papel atingiu a mínima de R$ 7,12 e a máxima de R$ 7,72. O volume de negociação foi elevado, atingindo 8.767.500 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 65.142.525,00. No contexto de 52 semanas, a ação teve uma oscilação significativa entre R$ 6,11 e R$ 13,78, indicando que a cotação atual está posicionada mais próxima ao piso do seu intervalo anual, refletindo os desafios estruturais e setoriais enfrentados pela petroquímica, que lida com custos elevados e variação na demanda por resinas termoplásticas em um cenário econômico desafiador.
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas nas Américas, com foco em química sustentável e economia circular. A empresa busca constantemente otimizar seu portfólio e reduzir seu passivo ambiental e financeiro.
9º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 56,68 ↓0,91%
Descrição: O ativo PRIO3 registrou uma variação negativa de 0,91%, fechando o dia a R$ 56,68, em relação ao fechamento anterior de R$ 57,20. A amplitude de negociação no dia foi de R$ 56,25 na mínima até R$ 57,29 na máxima. O volume de ações negociadas foi de 6.400.500, alcançando um montante financeiro expressivo de R$ 362.780.340,00. No histórico de 52 semanas, a ação apresentou uma das maiores variações do grupo, indo de R$ 34,18 até R$ 72,98, o que evidencia uma volatilidade característica, mas também uma tendência de valorização expressiva ao longo do último ano, impulsionada pelo sucesso na estratégia de eficiência operacional e aumento da produção nos campos de petróleo que opera.
A PRIO (antiga PetroRio) é uma das principais empresas independentes de óleo e gás no Brasil, focada na revitalização de campos maduros com tecnologia e eficiência operacional, gerando valor significativo para seus acionistas.
10º – CYRELA BRAZIL REALTY S.A. (CYRE3) | R$ 21,66 ↓0,78%
Descrição: A Cyrela (CYRE3) finalizou o pregão a R$ 21,66, apresentando uma queda de 0,78% ante o fechamento anterior de R$ 21,83. O papel operou entre R$ 21,56 e R$ 22,11 durante o dia, com um volume de 7.416.900 ações, totalizando R$ 160.650.054,00 em valor financeiro movimentado. Em uma análise de 52 semanas, a ação demonstrou um intervalo de R$ 18,35 na mínima até R$ 32,17 na máxima, indicando que o preço atual encontra-se em um patamar intermediário. Esse comportamento é típico do setor imobiliário, que é fortemente influenciado pela política de juros do Banco Central, pois o custo do crédito impacta diretamente tanto o poder de compra dos consumidores quanto o custo de financiamento das obras das incorporadoras.
A Cyrela é uma das maiores incorporadoras residenciais do Brasil, atuando em diversos segmentos de mercado e conhecida pela qualidade e solidez de seus empreendimentos. A empresa tem buscado manter uma margem operacional consistente em um ambiente de mercado competitivo.