Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 02/07/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PCAR3 R$ 2.39 4.37
2 CMIN3 R$ 4.25 2.66
3 TAEE11 R$ 40.89 2.61
4 MRVE3 R$ 5.30 2.51
5 VIVT3 R$ 34.61 2.46
6 TIMS3 R$ 22.63 2.26
7 UGPA3 R$ 26.60 2.15
8 RAIL3 R$ 13.45 2.13
9 ENGI11 R$ 48.39 2.07
10 FLRY3 R$ 15.78 1.94

1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,39 ↑4,37%

Descrição: A ação da Companhia Brasileira de Distribuição (PCAR3) apresentou um desempenho de destaque no pregão analisado conforme os dados de image_a4aa39.png, ocupando a primeira posição em nosso ranking. Com um preço atual de R$ 2,39, o ativo registrou uma valorização expressiva de 4,37%, o que corresponde a um acréscimo de R$ 0,10 sobre o fechamento anterior, que foi de R$ 2,29. Durante a sessão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 2,29 e a máxima de R$ 2,44, refletindo uma volatilidade controlada dentro da tendência de alta observada. O volume de ações transacionadas totalizou 3.844.100 unidades, movimentando um montante financeiro de R$ 9.187.399,00. Analisando o histórico de médio prazo, o ativo demonstra resiliência ao operar distante de sua mínima de 52 semanas, fixada em R$ 1,40, enquanto busca se aproximar do topo de sua faixa anual, que se encontra em R$ 4,60. Este movimento de alta sugere um otimismo pontual dos investidores com a estrutura de capital e as perspectivas operacionais da empresa.

A Companhia Brasileira de Distribuição, amplamente conhecida pelo seu braço operacional Pão de Açúcar, é uma das maiores empresas de varejo alimentar do Brasil, operando através de diversos formatos de lojas. Recentemente, a empresa tem focado na otimização de sua estrutura de lojas e na melhoria da eficiência operacional, o que tem gerado interesse renovado no mercado.

2º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,25 ↑2,66%

Descrição: Em nossa segunda posição, a CSN Mineração S.A. (CMIN3) demonstrou solidez ao finalizar o dia cotada a R$ 4,25, conforme detalhado em image_a4aa39.png. O ativo obteve uma variação positiva de 2,66%, representando uma alta de R$ 0,11 frente ao valor de fechamento anterior de R$ 4,14. O comportamento intradiário mostrou um mercado comprador, com a cotação variando entre uma mínima de R$ 4,18 e uma máxima de R$ 4,27. O volume de liquidez foi significativo, com 8.471.100 ações negociadas, resultando em um volume financeiro total de R$ 36.002.175,00. Considerando a janela de 52 semanas, a ação demonstra estar trabalhando em patamares próximos ao seu suporte inferior anual de R$ 4,08, mas com força compradora suficiente para buscar o teto de R$ 6,37. A performance reflete o sentimento do setor de mineração, impactado pela demanda de commodities e pela disciplina na alocação de capital que a empresa tem demonstrado em seus recentes resultados financeiros publicados.

A CSN Mineração é uma das principais empresas do setor de mineração no Brasil, focada na extração e processamento de minério de ferro. A companhia tem buscado expandir sua capacidade logística e produtiva para ganhar eficiência e competitividade no mercado global. Em notícias recentes, o setor tem monitorado de perto as variações nos preços internacionais do minério de ferro, que impactam diretamente a margem operacional da companhia.

3º – TRANSMISSORA ALIANÇA UNT (TAEE11) | R$ 40,89 ↑2,61%

Descrição: O terceiro lugar do nosso ranking, segundo os dados de image_a4aa39.png, é ocupado pela Transmissora Aliança, cujo código TAEE11 atingiu a cotação de R$ 40,89 ao final do pregão. Este resultado consolidou uma valorização de 2,61%, ou R$ 1,04 em relação ao fechamento anterior de R$ 39,85. O papel operou com firmeza, estabelecendo sua mínima do dia em R$ 40,03 e atingindo a máxima de R$ 40,89, coincidindo com o valor de fechamento, o que caracteriza um fechamento em “máxima”. O volume de negociação atingiu 2.204.700 ações, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 90.150.183,00. Analisando o espectro de 52 semanas, o ativo apresenta um comportamento consistente, operando acima do seu piso de R$ 30,50 e com potencial para testar o teto de R$ 44,52. Este movimento reforça a atratividade da ação como um ativo de renda variável de perfil defensivo, beneficiado pela previsibilidade de receitas do setor elétrico.

A Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica) é uma das maiores empresas privadas de transmissão de energia do Brasil, possuindo uma extensa rede de linhas de transmissão. A empresa é conhecida por sua política de dividendos robusta e pela perenidade de seus contratos de concessão. Recentemente, a companhia tem focado na expansão e reforço de suas instalações existentes, visando aumentar a eficiência da rede.

4º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRV3) | R$ 5,30 ↑2,51%

Descrição: A MRV Engenharia (MRV3) figura na quarta colocação da nossa análise baseada em image_a4aa39.png, fechando o dia a R$ 5,30. A variação positiva de 2,51% equivale a um ganho de R$ 0,13 em comparação ao fechamento anterior de R$ 5,17. Durante a sessão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 5,18 e a máxima de R$ 5,33, evidenciando uma pressão compradora constante que sustentou o preço ao longo do horário de negociação. O volume de papéis transacionados foi de 7.051.800, totalizando R$ 37.374.540,00 de volume financeiro. Olhando para o gráfico de 52 semanas, o ativo se mantém posicionado acima da mínima anual de R$ 4,83, com um longo caminho a percorrer até a máxima de R$ 10,53. O desempenho do dia pode ser interpretado como um movimento técnico de recuperação dentro de um cenário setorial desafiador, onde os investidores buscam identificar oportunidades de valorização após ciclos de retração no setor de construção civil.

A MRV Engenharia é líder nacional na construção de imóveis residenciais voltados para faixas de renda média e baixa. A empresa tem se adaptado aos novos ciclos do programa habitacional governamental para manter o ritmo de lançamentos e vendas. A companhia tem mantido o mercado atento aos seus níveis de endividamento e à estratégia de expansão da marca no mercado internacional.

5º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 34,61 ↑2,46%

Descrição: A Telefônica Brasil (VIVT3) ocupa a quinta posição em nossa análise técnica, conforme os dados de image_a4aa39.png, encerrando o dia com cotação de R$ 34,61. O ativo apresentou uma variação positiva de 2,46%, refletindo uma alta de R$ 0,83 sobre o valor de R$ 33,78 registrado no fechamento anterior. A oscilação diária do papel ficou entre a mínima de R$ 34,00 e a máxima de R$ 34,62. Com uma negociação líquida de 6.675.400 ações, o volume financeiro movimentado alcançou o patamar expressivo de R$ 231.035.594,00, destacando-se como um dos ativos com maior giro financeiro entre os analisados. Em uma visão de 52 semanas, o ativo mantém sua trajetória acima da mínima anual de R$ 28,12, aproximando-se da resistência de R$ 41,41. O comportamento do ativo sugere confiança do investidor na capacidade de geração de caixa da empresa frente aos desafios competitivos do setor de telecomunicações no Brasil.

A Telefônica Brasil, comercialmente conhecida como Vivo, é a maior empresa de telecomunicações do país, oferecendo serviços de telefonia móvel, fixa e internet de banda larga. A empresa tem investido massivamente na infraestrutura de fibra óptica e na implementação do 5G em diversas cidades. Recentemente, a companhia tem focado na simplificação de sua oferta de serviços para melhorar a experiência do cliente final.

6º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 22,63 ↑2,26%

Descrição: Na sexta posição, a TIM S.A. (TIMS3) apresentou um desempenho positivo conforme os dados de image_a4aa39.png, finalizando o pregão cotada a R$ 22,63. A valorização de 2,26% corresponde a um ganho de R$ 0,50 frente ao fechamento anterior de R$ 22,13. O papel teve sua mínima do dia em R$ 22,29 e atingiu a máxima de R$ 22,80, demonstrando uma estabilidade na manutenção dos preços durante a sessão. O volume de negociação atingiu 4.407.500 ações, totalizando um montante financeiro de R$ 99.741.725,00. Ao analisar o comportamento do ativo nos últimos doze meses, observa-se que a ação opera acima do seu suporte de R$ 18,35 e tem espaço para buscar a sua máxima de 52 semanas, situada em R$ 28,35. O movimento de hoje reforça a estabilidade do ativo e o interesse dos investidores por empresas consolidadas do segmento de telecomunicações que apresentam margens estáveis.

A TIM S.A. é uma das principais operadoras de telecomunicações do país, com atuação relevante nos mercados de telefonia móvel e serviços digitais. A empresa tem consolidado sua posição através da expansão da cobertura de rede móvel de última geração. Notícias recentes indicam que a operadora tem buscado parcerias estratégicas para fortalecer o desenvolvimento de soluções de IoT para empresas.

7º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 26,60 ↑2,15%

Descrição: A Ultrapar Participações (UGPA3) ocupa o sétimo lugar no ranking elaborado com base em image_a4aa39.png, com o preço de fechamento de R$ 26,60. A variação de 2,15% representa uma alta de R$ 0,56 sobre o fechamento anterior, que foi de R$ 26,04. A ação oscilou entre a mínima de R$ 26,20 e a máxima de R$ 26,64. Com um volume de 2.766.900 ações negociadas, a empresa registrou um volume financeiro de R$ 73.599.540,00. No horizonte de 52 semanas, o ativo apresenta um desempenho muito favorável, mantendo-se significativamente acima da sua mínima anual de R$ 14,62 e próximo ao topo de R$ 30,81. Esta trajetória indica uma percepção positiva do mercado quanto às decisões estratégicas de alocação de capital e eficiência operacional da holding, que atua em segmentos essenciais da economia brasileira.

A Ultrapar é uma empresa multinegócios com presença relevante na distribuição de combustíveis, através da marca Ipiranga, e em outros segmentos químicos e logísticos. A companhia vem passando por um processo de reestruturação para focar em seus ativos de maior rentabilidade e eficiência. Notícias recentes destacam os esforços da empresa para aprimorar sua logística de distribuição em nível nacional.

8º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 13,45 ↑2,13%

Descrição: Na oitava posição, a Rumo S.A. (RAIL3) encerrou o dia a R$ 13,45, conforme dados extraídos de image_a4aa39.png. A variação de 2,13% significa um aumento de R$ 0,28 frente ao fechamento anterior, que foi de R$ 13,17. Durante a sessão, o ativo operou entre a mínima de R$ 13,16 e a máxima de R$ 13,55. O volume de negociação foi robusto, com 8.610.800 ações transacionadas, resultando em um volume financeiro de R$ 115.815.260,00. Em uma perspectiva de 52 semanas, a ação demonstra solidez ao operar bem acima de sua mínima anual de R$ 12,16, ainda tendo potencial de valorização caso busque sua máxima de R$ 18,87. O desempenho positivo desta sessão reflete o apetite do investidor por ativos ligados ao setor de logística e transporte, que desempenha um papel estratégico no escoamento da produção nacional.

A Rumo S.A. é a maior operadora ferroviária de carga do Brasil, sendo peça chave na logística de exportação de commodities. A companhia tem investido continuamente na expansão de sua malha ferroviária e na modernização da frota. Informações recentes apontam que a empresa segue focada na ampliação da capacidade de transporte para atender a crescente demanda do agronegócio.

9º – ENERGISA UNT (ENGI11) | R$ 48,39 ↑2,07%

Descrição: A nona colocação em nosso ranking, segundo image_a4aa39.png, é da Energisa, com seu ativo unitário ENGI11 finalizando cotado a R$ 48,39. A variação de 2,07% representa um ganho de R$ 0,98 sobre o fechamento anterior, que foi de R$ 47,41. O papel oscilou entre a mínima do dia de R$ 47,63 e a máxima de R$ 48,50. Foram negociadas 2.812.300 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 136.087.197,00. Analisando a performance nos últimos doze meses, observa-se que a ação mantém um perfil de valorização, operando distante da sua mínima anual de R$ 39,17 e trabalhando próxima ao seu teto histórico de R$ 59,25. Este resultado reforça a estabilidade e a atratividade do setor elétrico para investidores que buscam proteção e constância de resultados no longo prazo.

A Energisa é um dos principais grupos privados do setor elétrico brasileiro, com atuação em distribuição, transmissão e geração de energia. A companhia tem se destacado pela gestão eficiente de suas concessões e pela expansão em energia renovável. Recentemente, a empresa reforçou o seu compromisso com investimentos em tecnologia e digitalização dos serviços de distribuição.

10º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 15,78 ↑1,94%

Descrição: Fechando nosso ranking, a Fleury S.A. (FLRY3) ocupa a décima posição, conforme os dados de image_a4aa39.png, com o preço final de R$ 15,78. A alta de 1,94% equivale a um incremento de R$ 0,30 em relação ao fechamento anterior de R$ 15,48. Durante o pregão, o ativo apresentou uma oscilação entre a mínima de R$ 15,45 e a máxima de R$ 15,78, fechando na ponta compradora. O volume total de ações negociadas foi de 2.130.100, alcançando um montante financeiro de R$ 33.612.978,00. No contexto das últimas 52 semanas, a ação demonstra resiliência ao operar acima de sua mínima anual de R$ 11,63, com potencial para buscar sua máxima de R$ 18,10. O desempenho da sessão reflete a percepção do mercado sobre a solidez e a estratégia de crescimento da companhia no setor de medicina diagnóstica.

O Fleury é uma das marcas mais prestigiadas e respeitadas no setor de medicina diagnóstica e serviços de saúde no Brasil. A companhia tem diversificado seus serviços para oferecer uma experiência de saúde mais integrada ao paciente. Em notícias recentes, o grupo tem focado na expansão de novos canais de atendimento e na aquisição de clínicas especializadas para fortalecer sua rede.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 MBRF3 R$ 16.94 -5.89
2 RAIZ4 R$ 0.38 -5.00
3 CVCB3 R$ 1.31 -4.38
4 NATU3 R$ 8.22 -4.20
5 MGLU3 R$ 4.27 -3.61
6 BRAV3 R$ 17.90 -3.24
7 RECV3 R$ 9.61 -2.44
8 SMTO3 R$ 15.61 -2.01
9 HAPV3 R$ 10.41 -1.33
10 EGIE3 R$ 32.36 -1.01

1º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 16,94 ↓5,89%

Descrição: O ativo MBRF3 apresentou um desempenho de mercado notável na sessão analisada através do arquivo image_a4ad5e.png, registrando uma variação negativa expressiva de 5,89%. Com o preço atual fixado em R$ 16,94, a ação operou pressionada, dado que o fechamento anterior foi de R$ 18,00, resultando em uma perda nominal de R$ 1,06 por papel. O comportamento intradiário mostrou que a cotação oscilou entre a mínima de R$ 16,94 e a máxima de R$ 18,21, indicando um encerramento próximo ao piso do dia. Em termos de liquidez, o volume registrado foi de 7.344.700 ações, totalizando um volume financeiro movimentado de R$ 124.419.218,00. Olhando para o horizonte temporal mais amplo de 52 semanas, observamos que o papel ainda se mantém distante de sua mínima anual de R$ 14,59, mas apresenta uma queda significativa frente à sua máxima de R$ 26,83, reforçando o cenário de volatilidade atual da empresa no setor.

A Marfrig Global Foods S.A. é uma das maiores empresas de proteína animal do mundo, com atuação global significativa no processamento de carne bovina e produção de alimentos prontos para consumo. Recentemente, a companhia tem focado em estratégias de desalavancagem financeira e otimização de suas operações após aquisições estratégicas no setor.

2º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,38 ↓5,00%

Descrição: Analisando os dados presentes em image_a4ad5e.png, a Raízen S.A. (RAIZ4) encerrou o pregão com uma desvalorização de 5,00%, cotada a R$ 0,38. O movimento de queda foi consolidado após o papel partir de um fechamento anterior de R$ 0,40, perdendo R$ 0,02 de valor nominal. Durante o período, a oscilação foi bastante contida, com a mínima do dia atingindo os mesmos R$ 0,38 e a máxima alcançando R$ 0,41. O volume de negociação foi robusto, com 7.890.100 ações trocando de mãos, embora o montante financeiro negociado tenha sido de R$ 2.998.238,00. Ao analisar o contexto de 52 semanas, percebe-se que o ativo opera muito próximo de sua mínima anual de R$ 0,33, estando significativamente abaixo de sua máxima de R$ 1,72, o que reflete um momento de forte pressão vendedora e desvalorização acumulada para este papel específico no mercado de capitais brasileiro.

A Raízen é uma referência integrada no setor de energia, atuando na produção de açúcar, etanol e bioenergia, além de possuir uma extensa rede de postos de combustíveis e conveniência sob a marca Shell. A empresa tem investido pesado na expansão de sua capacidade de produção de etanol de segunda geração (E2G) para liderar a transição energética.

3º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,31 ↓4,38%

Descrição: Conforme os dados consolidados em image_a4ad5e.png, a CVC Brasil (CVCB3) fechou a sessão cotada a R$ 1,31, refletindo uma queda de 4,38% em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 1,37. Essa variação negativa representou uma redução de R$ 0,06 no preço por ação. O ativo apresentou uma amplitude de negociação limitada no dia, com a mínima atingindo R$ 1,31 e a máxima atingindo R$ 1,40. O volume de ações transacionadas totalizou 8.573.100 unidades, movimentando um volume financeiro de R$ 11.230.761,00. Em um contexto anual, a ação se encontra mais próxima de sua mínima em 52 semanas, situada em R$ 1,20, do que de sua máxima de R$ 2,79, evidenciando uma trajetória de desvalorização que impacta o valor de mercado da companhia frente aos seus investidores neste momento de análise.

A CVC Brasil é a maior operadora de viagens da América Latina, oferecendo uma vasta gama de serviços de turismo, incluindo pacotes, passagens aéreas e reservas de hotéis. A empresa busca atualmente uma reestruturação financeira para enfrentar desafios de endividamento e competitividade no setor de viagens.

4º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,22 ↓4,20%

Descrição: De acordo com as informações extraídas de image_a4ad5e.png, o papel da Natura (NATU3) registrou uma queda de 4,20%, fechando o dia a R$ 8,22. Este resultado sucede um fechamento anterior de R$ 8,58, caracterizando uma perda de R$ 0,36 por ação. O comportamento do ativo no decorrer da sessão variou entre a mínima de R$ 8,17 e a máxima de R$ 8,97. O volume de ações movimentadas foi expressivo, somando 15.687.100 unidades, o que resultou em um volume financeiro total de R$ 128.947.962,00. Analisando a série histórica de 52 semanas, verifica-se que o preço atual de R$ 8,22 está posicionado em uma zona intermediária, estando acima da mínima de R$ 7,13 e abaixo da máxima de R$ 11,30, o que demonstra uma volatilidade persistente e uma tendência de ajuste de preços conforme as dinâmicas operacionais da companhia.

A Natura & Co é uma multinacional brasileira do setor de higiene pessoal e cosméticos, reconhecida por seu modelo de vendas diretas e forte compromisso com a sustentabilidade e práticas ESG. Recentemente, a empresa tem passado por um processo de simplificação de estrutura após a venda de marcas internacionais.

5º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 4,27 ↓3,61%

Descrição: Os dados apresentados em image_a4ad5e.png apontam que a Magazine Luiza (MGLU3) encerrou o dia a R$ 4,27, configurando uma variação negativa de 3,61% comparada ao fechamento anterior de R$ 4,43, uma redução de R$ 0,16. Durante o horário de negociação, o ativo registrou uma oscilação que compreendeu a mínima de R$ 4,27 e a máxima de R$ 4,59. A liquidez do papel foi elevada, com 26.823.700 ações negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 114.537.199,00. Quando avaliado o desempenho em 52 semanas, observamos que a cotação atual se aproxima de sua mínima anual de R$ 4,03, permanecendo muito distante da marca de R$ 11,44 registrada como máxima no mesmo período, o que reflete um cenário desafiador para o setor de varejo, impactando diretamente o preço das ações da companhia.

A Magazine Luiza é uma das maiores varejistas do Brasil, com um ecossistema que integra lojas físicas, e-commerce e serviços financeiros. A empresa tem buscado fortalecer sua plataforma digital e logística para aumentar a eficiência operacional e recuperar margens de lucro.

6º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 17,90 ↓3,24%

Descrição: Baseado nos números contidos no documento image_a4ad5e.png, o ativo BRAV3 da Brava Energia S.A. apresentou uma desvalorização de 3,24%, encerrando a cotação a R$ 17,90. Em relação ao fechamento anterior de R$ 18,50, houve uma queda nominal de R$ 0,60 por ação. Ao longo da jornada diária, a ação atingiu uma mínima de R$ 17,77 e uma máxima de R$ 18,69. O volume de ações movimentadas foi de 5.551.200, resultando em um volume financeiro total negociado de R$ 99.366.480,00. Observando o retrospecto de 52 semanas, nota-se que o valor atual de R$ 17,90 está situado entre a mínima anual de R$ 13,21 e a máxima de R$ 22,15, indicando que o papel mantém uma trajetória de oscilação moderada dentro do espectro do setor de energia, refletindo as condições de mercado para a empresa.

A Brava Energia S.A. atua no setor de exploração e produção de petróleo e gás natural, focada na revitalização de campos maduros. A empresa é fruto de movimentos de consolidação no setor e tem projetos de desenvolvimento para aumentar sua produção e eficiência operacional.

7º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 9,61 ↓2,44%

Descrição: Conforme detalhado em image_a4ad5e.png, a PetroRecôncavo (RECV3) apresentou uma variação negativa de 2,44%, fechando o dia no valor de R$ 9,61. Comparando com o fechamento anterior, que foi de R$ 9,85, o ativo sofreu uma queda de R$ 0,24. No decorrer do pregão, o preço oscilou entre a mínima de R$ 9,56 e a máxima de R$ 9,92. O volume negociado na sessão foi de 4.546.000 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 43.687.060,00. Ao analisar o comportamento do ativo no período de 52 semanas, observa-se que o preço atual de R$ 9,61 está posicionado próximo à mínima anual de R$ 9,18, enquanto sua máxima no mesmo período foi de R$ 14,24, demonstrando uma tendência de queda recente que exige atenção dos investidores quanto aos fundamentos da companhia.

A PetroRecôncavo é uma operadora independente de campos terrestres de petróleo e gás, com foco na otimização da recuperação de óleo e gás em ativos maduros. A empresa é conhecida por sua eficiência operacional e estratégia de reduzir custos de extração em seus campos.

8º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,61 ↓2,01%

Descrição: De acordo com os dados dispostos no arquivo image_a4ad5e.png, as ações da São Martinho (SMTO3) encerraram a sessão cotadas a R$ 15,61, o que representa uma retração de 2,01%. Frente ao fechamento anterior de R$ 15,93, a queda nominal foi de R$ 0,32. A dinâmica do ativo no dia apresentou uma amplitude compreendida entre a mínima de R$ 15,53 e a máxima de R$ 16,06. O volume de negociação registrado foi de 1.123.100 ações, perfazendo um total de R$ 17.531.591,00 em volume financeiro. Analisando o intervalo de 52 semanas, o preço atual de R$ 15,61 encontra-se em um patamar bem acima da mínima de R$ 12,91, mas ainda distante da sua máxima de R$ 21,70, o que ilustra um comportamento de mercado com oscilações influenciadas pelas safras e preços das commodities.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, destacando-se na produção de açúcar e etanol, além de cogeração de energia elétrica a partir da biomassa da cana. A companhia é reconhecida por sua alta eficiência agroindustrial e foco em inovação no campo.

9º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,41 ↓1,33%

Descrição: Conforme evidenciado pela imagem image_a4ad5e.png, o papel HAPV3, da Hapvida, encerrou a sessão com uma variação negativa de 1,33%, cotado a R$ 10,41. O fechamento anterior foi de R$ 10,55, resultando em uma diminuição de R$ 0,14 no valor da ação. Durante o pregão, o ativo flutuou entre a mínima de R$ 10,36 e a máxima de R$ 10,86. O volume de papéis negociados totalizou 2.324.000, gerando um volume financeiro de R$ 24.192.840,00. Observando o desempenho no horizonte de 52 semanas, o preço atual de R$ 10,41 está situado significativamente próximo da mínima de R$ 7,00, mantendo uma distância expressiva da sua máxima de R$ 42,66, o que aponta para um período prolongado de desvalorização e ajuste de precificação da empresa no mercado financeiro.

A Hapvida é uma das maiores operadoras de planos de saúde do Brasil, com um modelo de negócio verticalizado que inclui redes próprias de hospitais, clínicas e laboratórios. A empresa tem buscado integrar operações após fusões recentes para aumentar a eficiência de custos e sinergias operacionais.

10º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 32,36 ↓1,01%

Descrição: Os dados extraídos de image_a4ad5e.png mostram que a Engie Brasil (EGIE3) registrou uma leve desvalorização de 1,01% na sessão, finalizando o dia a R$ 32,36. A ação iniciou o dia baseada em um fechamento anterior de R$ 32,69, consolidando uma perda de R$ 0,33. O comportamento intradiário mostrou que o ativo operou entre a mínima de R$ 31,72 e a máxima de R$ 33,00. O volume negociado foi de 3.603.300 ações, resultando em um montante financeiro total de R$ 116.602.788,00. Em uma perspectiva de 52 semanas, o preço atual de R$ 32,36 mostra-se relativamente bem posicionado, estando acima da mínima de R$ 26,72 e abaixo da máxima de R$ 38,81, o que indica uma estabilidade maior em comparação com outros ativos do índice analisado neste relatório diário.

A Engie Brasil é uma das maiores empresas privadas de energia do país, com forte presença na geração de energia renovável, como fontes eólica, solar e hidrelétrica, além de atuar em transmissão de energia. A companhia é conhecida pela sua resiliência e solidez financeira, sendo uma pagadora recorrente de dividendos.

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As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 02/07/2026

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Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: Rank Código Preço 24h % 1 BTC $61.332,38 2,28% 2

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 01/07/2026

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As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 RAIZ4 R$ 0.40 5.26

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 01/07/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 01/07/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 SNEL11 R$ 8.40 2.44 2