As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CYRE3 | R$ 29,90 | 3,14% |
| 2 | PETZ3 | R$ 4,38 | 2,82% |
| 3 | LWSA3 | R$ 4,23 | 2,67% |
| 4 | RAIZ4 | R$ 0,82 | 2,50% |
| 5 | AZZA3 | R$ 25,41 | 2,38% |
| 6 | NATU3 | R$ 7,40 | 2,35% |
| 7 | TAEE11 | R$ 42,33 | 2,02% |
| 8 | EGIE3 | R$ 31,51 | 1,91% |
| 9 | PSSA3 | R$ 48,41 | 1,83% |
| 10 | MRVE3 | R$ 7,83 | 1,82% |
1º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 29,90 ↑ 3,14%
Descrição: A Cyrela liderou as altas do dia com um desempenho robusto, fechando a R$ 29,90 após uma valorização de R$ 0,91 por ação. Durante o pregão, o papel demonstrou resiliência, atingindo a máxima de R$ 29,96, partindo de uma mínima de R$ 29,07. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 4.677.600 papéis, o que gerou um volume financeiro de R$ 139.860.240,00. No acumulado de 52 semanas, a empresa mostra uma recuperação sólida, distanciando-se significativamente da mínima de R$ 14,23 e aproximando-se da máxima de R$ 36,02. Este movimento reflete a confiança do investidor na capacidade de entrega da incorporadora e na manutenção de suas margens operacionais. Com o fechamento anterior em R$ 28,99, a variação percentual de 3,14% consolida a posição de destaque da companhia no setor imobiliário, especialmente em um cenário de busca por ativos de qualidade (blue chips) dentro do segmento de construção civil de alto padrão.
A Cyrela é uma das maiores e mais tradicionais incorporadoras do Brasil, focada nos segmentos de médio e alto padrão, além de atuar no segmento econômico através de suas marcas associadas. A última notícia relevante para a companhia envolve a proposta de bonificação de ações aprovada para o início de 2026, onde a empresa visa premiar seus acionistas mediante uma capitalização bilionária.
2º – Pet Center Comércio e Participações S.A. (PETZ3) | R$ 4,38 ↑ 2,82%
Descrição: A Petz apresentou uma valorização de 2,82% nesta sessão, encerrando o dia cotada a R$ 4,38. A ação oscilou entre a mínima de R$ 4,28 e a máxima de R$ 4,38, mostrando força compradora ao fechar no topo da variação diária. O volume transacionado foi de 2.350.400 ações, totalizando R$ 10.294.752,00 em negócios. Comparado ao fechamento anterior de R$ 4,26, o ganho nominal foi de R$ 0,12 por papel. A empresa ainda opera em patamares inferiores à sua máxima de 52 semanas (R$ 5,12), mas apresenta uma recuperação consistente frente à mínima de R$ 3,56 registrada no último ano. O mercado parece precificar positivamente os movimentos estratégicos de consolidação no setor de varejo pet, mantendo a liquidez do ativo em níveis saudáveis para investidores de varejo e institucionais. O rank 2 reflete o otimismo momentâneo com a tese de crescimento e eficiência operacional da rede.
A Petz é líder no varejo de produtos e serviços para animais de estimação no Brasil, operando uma vasta rede de lojas físicas e um ecossistema digital robusto. Recentemente, o mercado acompanha a conclusão da fusão com a Cobasi, prevista para ser formalizada logo nos primeiros dias de janeiro de 2026, criando a maior gigante do setor pet no país.
3º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,23 ↑ 2,67%
Descrição: A LWSA (anteriormente Locaweb) encerrou o dia com uma alta de 2,67%, atingindo o valor de R$ 4,23. O movimento diário foi caracterizado por uma variação nominal de R$ 0,11, com os papéis oscilando entre R$ 4,14 (mínima) e R$ 4,23 (máxima). O volume de ações negociadas atingiu 1.240.000 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 5.245.200,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está em um processo de recuperação, distanciando-se da mínima de R$ 2,44, embora ainda distante da máxima de R$ 4,82. O fechamento anterior de R$ 4,12 serviu como suporte para a subida de hoje. O interesse dos investidores na LWSA reflete a busca por ativos de tecnologia que apresentam melhorias operacionais e foco em rentabilidade após períodos de intensa expansão por aquisições, consolidando sua base de clientes no e-commerce brasileiro.
A LWSA S/A é uma empresa brasileira de tecnologia focada em soluções B2B para transformação digital, oferecendo desde hospedagem de sites até plataformas completas de e-commerce e marketing digital. A última notícia de destaque para a empresa foi a elevação de recomendação pelo Itaú BBA para “Outperform”, fundamentada na aceleração do crescimento e na estratégia de desinvestimentos em ativos não-core.
4º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,82 ↑ 2,50%
Descrição: A Raízen registrou uma alta de 2,50% na sessão, com o preço por ação fechando em R$ 0,82. Apesar da variação percentual positiva, o papel continua em um patamar crítico de preço (penny stock), operando em sua mínima de 52 semanas (R$ 0,80), enquanto a máxima do período foi de R$ 2,23. Durante o dia, a cotação variou entre R$ 0,80 e R$ 0,82, com um volume de ações expressivo de 7.975.400 papéis negociados, gerando um volume financeiro de R$ 6.539.828,00. A variação nominal foi de apenas R$ 0,02 em relação ao fechamento anterior de R$ 0,80. O mercado mantém cautela sobre o ativo devido aos desafios de alavancagem financeira da companhia, embora o volume de negociação indique que ainda há liquidez e especulação em torno de uma possível recuperação operacional ou reestruturação de capital nos próximos trimestres.
A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, sendo referência global em bioenergia e uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. Notícias recentes informam que os acionistas aprovaram uma reorganização societária com a incorporação de quatro empresas de bioenergia, buscando otimizar a estrutura do grupo para enfrentar o alto endividamento até 2026.
5º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 25,41 ↑ 2,38%
Descrição: As ações da Azzas 2154 (grupo resultante da fusão entre Arezzo&Co e Soma) subiram 2,38%, fechando a R$ 25,41. O ganho nominal por ação foi de R$ 0,59, com o papel transitando entre a mínima de R$ 24,85 e a máxima de R$ 25,59 ao longo do dia. O volume de negociação foi robusto, com 3.240.800 ações trocando de mãos, o que totalizou R$ 82.348.728,00. O fechamento anterior estava em R$ 24,82. No intervalo de 52 semanas, a ação apresenta volatilidade significativa, com mínima de R$ 19,30 e máxima de R$ 41,49. A performance atual indica uma tentativa de estabilização de preço após os ajustes pós-fusão, com investidores monitorando as sinergias capturadas e a performance das marcas principais do grupo no varejo de moda.
A Azzas 2154 é a maior plataforma de moda e lifestyle da América Latina, detentora de marcas icônicas como Arezzo, Hering, Schutz e Farm. A última notícia relevante indica que analistas do Itaú BBA elevaram o preço-alvo da ação para R$ 36,00 ao fim de 2026, destacando que a empresa está “barata”, mas depende da execução das sinergias para uma reprecificação definitiva.
6º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 7,40 ↑ 2,35%
Descrição: A Natura registrou valorização de 2,35%, encerrando a R$ 7,40. A variação nominal foi de R$ 0,17 em relação ao fechamento de R$ 7,23 da sessão anterior. O ativo apresentou oscilação entre R$ 7,26 e R$ 7,54 no intradia, com um volume de negociação de 6.120.800 ações e giro financeiro de R$ 45.293.920,00. Em termos de histórico anual, o papel encontra-se em um patamar muito próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 7,13), demonstrando que a alta de hoje pode ser interpretada como um repique técnico ou reação a notícias específicas de reestruturação. A máxima do período de um ano foi de R$ 14,34. O foco do mercado continua sendo o plano de simplificação da estrutura corporativa da companhia e a redução de sua dívida líquida global.
A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos, conhecida por seu modelo de venda direta e forte apelo sustentável. Em notícia divulgada hoje, 2 de janeiro de 2026, a companhia confirmou a conclusão da venda da Avon International para a Regent LP, um passo crucial para focar em suas operações principais na América Latina.
7º – TRANSMISSORA ALIANCA UNT (TAEE11) | R$ 42,33 ↑ 2,02%
Descrição: As units da Taesa fecharam em alta de 2,02%, cotadas a R$ 42,33. O papel avançou R$ 0,84 nominalmente em comparação ao fechamento anterior de R$ 41,49. Durante o dia, a mínima registrada coincidiu com o fechamento anterior (R$ 41,49), enquanto a máxima atingiu R$ 42,73. O volume de negociação foi de 2.450.500 units, movimentando R$ 103.729.665,00. A Taesa é reconhecida por sua baixa volatilidade e previsibilidade, o que é refletido no intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 29,14 e máxima de R$ 45,45). O desempenho de hoje reforça a atratividade do ativo para investidores focados em dividendos e proteção de capital, especialmente em períodos de incerteza macroeconômica, dada a natureza regulada e resiliente de suas receitas de transmissão de energia.
A Taesa é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, operando milhares de quilômetros de linhas em todas as regiões do país. Relatórios recentes do mercado mantêm uma visão neutra para o papel visando o fim de 2026, equilibrando o alto rendimento de dividendos com os desafios de alavancagem para novos projetos de transmissão.
8º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 31,51 ↑ 1,91%
Descrição: A Engie Brasil apresentou alta de 1,91%, encerrando o pregão a R$ 31,51. Com uma variação positiva de R$ 0,59, o papel oscilou entre a mínima de R$ 30,93 e a máxima de R$ 31,66. O volume negociado foi de 1.153.300 ações, totalizando R$ 36.340.483,00 em volume financeiro. No acumulado de 52 semanas, a ação demonstra estabilidade, com mínima de R$ 23,44 e máxima de R$ 34,27. O fechamento anterior foi de R$ 30,92. A Engie continua sendo uma escolha frequente para investidores institucionais devido à sua sólida gestão de ativos de geração e transmissão, além de sua transição energética bem-sucedida para fontes renováveis, mantendo um payout atrativo mesmo em fases de investimento intenso.
A Engie Brasil é a maior produtora privada de energia elétrica do país, com forte atuação em usinas hidrelétricas, eólicas e solares. A última notícia relevante envolve o anúncio de bonificação de ações e o avanço nos estudos para a transferência de sua participação na Usina de Jirau, visando otimizar o portfólio de ativos da companhia.
9º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 48,41 ↑ 1,83%
Descrição: A Porto Seguro registrou uma valorização de 1,83% hoje, fechando a R$ 48,41. O ganho por ação foi de R$ 0,87, com os papéis variando entre R$ 47,73 e R$ 48,60. Apesar de um volume de ações menor em comparação aos líderes do ranking (942.500 papéis), o giro financeiro foi substancial, atingindo R$ 45.626.425,00. O fechamento anterior ocorreu a R$ 47,54. Em um horizonte de 52 semanas, a Porto Seguro mostra solidez, operando mais próxima de sua máxima de R$ 55,97 do que de sua mínima de R$ 32,86. A empresa tem se beneficiado da diversificação de seus serviços financeiros e de saúde, reduzindo a dependência exclusiva do seguro automotivo e mantendo índices de sinistralidade controlados, o que agrada ao mercado financeiro.
A Porto Seguro é uma seguradora líder no Brasil, com atuação diversificada em seguros, serviços financeiros, saúde e serviços residenciais. Analistas do mercado, como os do BTG Pactual, reiteraram recentemente a recomendação de compra para o ativo, citando perspectivas positivas após a absorção de impactos climáticos atípicos e melhora operacional esperada para 2026.
10º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,83 ↑ 1,82%
Descrição: A MRV encerrou o top 10 com uma alta de 1,82%, cotada a R$ 7,83. A valorização nominal foi de R$ 0,14 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,69. A ação teve uma mínima de R$ 7,72 e máxima de R$ 7,86 durante o dia, com um volume de negociação de 4.277.800 papéis, totalizando R$ 33.495.174,00 em negócios. A empresa enfrenta um cenário desafiador no acumulado de 52 semanas, com o preço atual ainda distante da máxima de R$ 9,50, mas sustentando-se acima da mínima de R$ 4,43. A performance de hoje reflete o otimismo cauteloso com o setor de construção civil voltado para a baixa renda, à medida que novos incentivos governamentais e ajustes na operação da subsidiária americana Resia começam a mostrar resultados no balanço consolidado.
A MRV&Co é a maior construtora da América Latina, focada principalmente no segmento de habitação popular através do programa Minha Casa, Minha Vida. A notícia mais recente destaca o forte avanço no lucro operacional no terceiro trimestre e a expectativa de benefícios fiscais (isenção de IR) que devem impulsionar os resultados da companhia ao longo de 2026.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | AZUL54 | R$ 1.840,00 | -23,33% |
| 2 | EMBJ3 | R$ 88,81 | -1,21% |
| 3 | TIMS3 | R$ 21,38 | -1,20% |
| 4 | BRKM5 | R$ 7,90 | -0,63% |
| 5 | BRAP4 | R$ 19,90 | -0,50% |
| 6 | WEGE3 | R$ 48,49 | -0,45% |
| 7 | USIM5 | R$ 5,91 | -0,34% |
| 8 | POMO4 | R$ 5,99 | -0,33% |
| 9 | SUZB3 | R$ 51,45 | -0,19% |
| 10 | BRAV3 | R$ 16,75 | -0,18% |
1º – Azul S.A. (AZUL54) | R$ 1.840,00 ↓23,33%
Descrição: A Azul S.A. apresentou a variação negativa mais expressiva do dia, com um recuo acentuado de 23,33%, fechando a R$ 1.840,00. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 1.800,00 e a máxima de R$ 2.403,00, demonstrando uma volatilidade extrema. O volume de ações movimentadas foi de 71.380 unidades, totalizando um volume financeiro negociado de R$ 131.339.200,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 2.399,99, a perda nominal foi de R$ 559,99. Vale ressaltar que a ação possui uma amplitude anual impressionante, variando entre a mínima de R$ 0,55 e a máxima de R$ 6.500,00 em 52 semanas, o que reflete o processo de reestruturação de capital pelo qual a companhia atravessa. A liquidez e o interesse do mercado permanecem altos, colocando-a no topo do ranking de movimentações desta análise.
A Azul é uma das principais companhias aéreas do Brasil, operando uma malha abrangente que conecta diversas cidades do interior aos grandes centros. Recentemente, a empresa tem focado em renegociações de dívidas e acordos com arrendadores de aeronaves. Notícia recente: Em janeiro de 2026, a Azul segue em foco devido ao encerramento do período de subscrição de bônus de ações, parte de seu plano de fortalecimento de capital após a repactuação de encomendas com a Embraer.
2º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 88,81 ↓1,21%
Descrição: A Embraer encerrou a sessão com uma queda moderada de 1,21%, sendo cotada a R$ 88,81. O papel registrou uma variação negativa de R$ 1,09 em relação ao fechamento anterior de R$ 89,90. Ao longo do dia, o ativo alcançou a máxima de R$ 90,69 e a mínima de R$ 88,75, mantendo-se próximo de seu teto anual de R$ 91,14. O volume de negociação foi robusto, com 1.233.300 ações trocando de mãos, gerando um giro financeiro de R$ 109.529.373,00. A empresa demonstra solidez ao operar perto de suas máximas de 52 semanas, contrastando com a mínima do período de R$ 55,29. A manutenção de um volume financeiro superior a R$ 100 milhões indica uma forte presença de investidores institucionais e alta liquidez para o ativo no mercado secundário.
A Embraer é uma conglomerado aeroespacial global, líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e com forte atuação nos setores de defesa e aviação executiva. Notícia recente: A companhia confirmou o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) suplementares para o dia 14 de janeiro de 2026, reafirmando sua política de remuneração aos acionistas após um ano de entregas recordes.
3º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 21,38 ↓1,20%
Descrição: As ações da TIM S.A. fecharam o dia em R$ 21,38, registrando uma desvalorização de 1,20%. O recuo financeiro foi de R$ 0,26 por ação em comparação ao último fechamento de R$ 21,64. O ativo apresentou estabilidade intra-diária, com mínima de R$ 21,36 e máxima de R$ 21,86. Destaca-se o elevadíssimo volume de ações negociadas, totalizando 9.079.200 unidades, o que resultou no maior volume financeiro desta lista: R$ 194.113.296,00. No acumulado de 52 semanas, o papel transita entre R$ 12,11 e R$ 24,44. O interesse massivo no ativo reforça sua posição como uma das “blue chips” do setor de telecomunicações, sendo procurada tanto por investidores que buscam dividendos quanto por aqueles que visam a estabilidade operacional de uma empresa com fluxo de caixa resiliente.
A TIM S.A. é uma das maiores operadoras de telefonia móvel e serviços de internet do Brasil, controlada pela Telecom Italia. A empresa tem investido agressivamente na expansão da tecnologia 5G. Notícia recente: A TIM anunciou a distribuição de cerca de R$ 2,21 bilhões em proventos, com pagamentos de JCP programados para ocorrer até junho de 2026.
4º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 7,90 ↓0,63%
Descrição: A Braskem registrou uma leve queda de 0,63%, encerrando o pregão cotada a R$ 7,90. A variação nominal foi de apenas R$ 0,05 em relação ao fechamento de R$ 7,95. Durante o dia, o papel oscilou entre R$ 7,87 e R$ 8,04. O volume de ações negociadas foi de 2.720.600, gerando um montante financeiro de R$ 21.492.740,00. O ativo encontra-se em um patamar de preços desafiador, considerando que sua máxima em 52 semanas foi de R$ 15,12, enquanto a mínima tocou os R$ 6,11. O relatório diário aponta para uma manutenção de cautela por parte dos investidores, refletida em um volume financeiro mais tímido em comparação aos líderes do setor de energia e aviação, mas ainda mantendo liquidez suficiente para operações de médio porte no mercado à vista.
A Braskem é a maior petroquímica das Américas, produzindo resinas termoplásticas e outros produtos químicos básicos. Notícia recente: A agência Fitch rebaixou o rating da companhia para ‘CC’ no final de dezembro de 2025, citando preocupações com o fluxo de caixa para o pagamento de cupons de dívida programados para janeiro de 2026.
5º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 19,90 ↓0,50%
Descrição: A Bradespar encerrou o dia com uma variação negativa de 0,50%, estabelecendo seu preço em R$ 19,90. O recuo de R$ 0,10 acompanhou um volume de 2.638.500 ações negociadas. O giro financeiro totalizou R$ 52.506.150,00. O comportamento do papel foi contido, com a mínima do dia em R$ 19,89 e a máxima em R$ 20,22, mantendo-se muito próximo do valor de fechamento anterior de R$ 20,00. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, observa-se que o papel está operando próximo de sua máxima histórica do período (R$ 20,85) e bem acima da mínima de R$ 13,05. A Bradespar, por ser uma holding com forte exposição ao setor de mineração via Vale, reflete diretamente as expectativas do mercado para commodities metálicas e a política de distribuição de dividendos.
A Bradespar é uma companhia de investimentos que detém uma participação relevante no capital da Vale S.A., sendo este seu principal ativo. Notícia recente: Em janeiro de 2026, a Bradespar foi destaque em carteiras recomendadas de dividendos de diversas corretoras, devido ao seu histórico de repasse dos proventos recebidos da mineradora Vale.
6º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 48,49 ↓0,45%
Descrição: As ações da WEG S.A. apresentaram uma desvalorização de 0,45%, fechando a R$ 48,49. A variação foi de R$ 0,22 negativos frente ao preço de R$ 48,71 do dia anterior. Durante a sessão, o ativo registrou mínima de R$ 48,28 e máxima de R$ 49,05. Foram negociadas 2.832.100 ações, o que gerou um volume financeiro expressivo de R$ 137.328.529,00. A WEGE3 é conhecida por sua baixa volatilidade e consistência, negociando atualmente em um intervalo intermediário entre sua mínima anual de R$ 33,92 e a máxima de R$ 54,89. O volume financeiro superior a R$ 137 milhões demonstra que, mesmo em dias de leve baixa, a empresa mantém um alto grau de confiabilidade e liquidez entre os grandes gestores de fundos de investimento.
A WEG é uma multinacional brasileira fabricante de equipamentos eletroeletrônicos, motores e geradores de energia. Notícia recente: A partir de 1º de janeiro de 2026, entrou em vigor a nova composição da diretoria executiva da companhia, aprovada no final do ano anterior para conduzir o novo ciclo de expansão global.
7º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 5,91 ↓0,34%
Descrição: A Usiminas fechou a sessão com uma leve retração de 0,34%, cotada a R$ 5,91. A queda nominal foi de apenas R$ 0,02 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,93. O papel exibiu pouca oscilação, com a máxima do dia chegando a R$ 6,04 e a mínima tocando o valor de fechamento, R$ 5,91. O volume de ações foi relevante, com 4.024.600 unidades negociadas, resultando em um giro de R$ 23.785.386,00. No acumulado de um ano, o ativo variou entre R$ 3,90 e R$ 6,29, o que indica que a ação está sendo negociada próxima ao seu limite superior de 52 semanas. O desempenho sugere um momento de consolidação de preços, aguardando novos gatilhos operacionais ou mudanças na demanda por aço no mercado interno.
A Usiminas é uma das maiores produtoras de aços planos da América Latina, com operações integradas que vão da mineração à siderurgia. Notícia recente: A companhia anunciou uma troca estratégica no seu comando financeiro para 2026, visando otimizar a alocação de capital e focar na demanda positiva esperada para os setores automotivo e industrial.
8º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 5,99 ↓0,33%
Descrição: A Marcopolo encerrou o dia negociada a R$ 5,99, uma variação negativa de 0,33%. O valor nominal da queda foi de R$ 0,02 comparado ao fechamento anterior de R$ 6,01. O papel demonstrou estabilidade ao longo do dia, oscilando entre a mínima de R$ 5,98 e a máxima de R$ 6,07. O volume de negociação foi de 3.875.000 ações, totalizando R$ 23.211.250,00 em transações financeiras. Com uma mínima em 52 semanas de R$ 4,56 e máxima de R$ 8,05, a POMO4 apresenta um desempenho equilibrado. A manutenção do preço próximo aos R$ 6,00 reflete a resiliência operacional da fabricante diante dos desafios da cadeia de suprimentos e as expectativas de renovação de frotas de transporte público no Brasil e no exterior.
A Marcopolo é líder mundial na fabricação de carrocerias de ônibus, com fábricas em diversos países e forte presença em projetos de mobilidade urbana. Notícia recente: A empresa concluiu recentemente um processo de aumento de capital com bonificação de ações, o que movimentou significativamente o papel no final de dezembro de 2025.
9º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 51,45 ↓0,19%
Descrição: A Suzano apresentou uma variação negativa marginal de 0,19%, fechando o dia a R$ 51,45. A redução foi de R$ 0,10 em relação ao valor anterior de R$ 51,55. O ativo teve uma variação diária estreita, entre R$ 51,24 e R$ 51,67. O volume financeiro, entretanto, foi um dos mais altos da lista, atingindo R$ 151.715.760,00 com 2.948.800 ações negociadas. Este volume evidencia a importância do papel no Ibovespa e a constante movimentação por investidores globais. No intervalo de 52 semanas, a ação oscilou entre a mínima de R$ 45,48 e a máxima de R$ 62,19. O fechamento atual indica uma postura defensiva do mercado, possivelmente atrelada à flutuação do preço da celulose no mercado internacional e à taxa de câmbio.
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina. Notícia recente: Para o ano de 2026, a Suzano projetou um plano de investimentos (Capex) de R$ 10,9 bilhões, focando em manutenção e modernização florestal após a conclusão de grandes projetos de expansão.
10º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 16,75 ↓0,18%
Descrição: A Brava Energia fechou o ranking com a menor variação negativa do grupo, recuando apenas 0,18% para encerrar a R$ 16,75. A queda de R$ 0,03 frente ao fechamento de R$ 16,78 ocorreu em um pregão onde a máxima foi de R$ 17,21 e a mínima de R$ 16,67. O volume de ações movimentadas foi expressivo, somando 8.465.600 papéis, o que gerou um volume financeiro de R$ 141.798.800,00. A ação transita entre a mínima anual de R$ 13,29 e a máxima de R$ 25,98. O alto volume financeiro negociado, mesmo com variação percentual baixa, sinaliza uma intensa disputa entre compradores e vendedores, mantendo o papel em evidência no setor de óleo e gás devido aos seus planos de expansão produtiva.
A Brava Energia (fruto da fusão entre 3R Petroleum e Enauta) é uma operadora independente de petróleo e gás com foco em revitalização de campos maduros e desenvolvimento de novos ativos. Notícia recente: A companhia anunciou planos de investir US$ 550 milhões ao longo de 2026 para perfuração de novos poços e manutenção de sua infraestrutura produtiva.