As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | PRIO3 | R$ 67,77 | 5,68% |
| 2 | AURE3 | R$ 12,57 | 4,49% |
| 3 | BRAV3 | R$ 20,47 | 3,28% |
| 4 | SMTO3 | R$ 20,35 | 3,25% |
| 5 | PETR3 | R$ 53,10 | 2,25% |
| 6 | RAIZ4 | R$ 0,54 | 1,89% |
| 7 | PETR4 | R$ 48,15 | 1,65% |
| 8 | CPFE3 | R$ 49,25 | 1,53% |
| 9 | PSSA3 | R$ 50,54 | 1,38% |
| 10 | HAPV3 | R$ 10,62 | 1,34% |
1º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 67,77 ↑ 5,68%
Descrição: A PRIO3 liderou as altas do dia com um desempenho expressivo de 5,68%, encerrando a sessão cotada a R$ 67,77. O ativo demonstrou forte pressão compradora, com uma variação nominal positiva de R$ 3,64 em relação ao fechamento anterior de R$ 64,13. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 66,05 e a máxima de R$ 69,14, aproximando-se do seu teto histórico das últimas 52 semanas, que é de R$ 72,98. O volume de negociação foi robusto, totalizando R$ 1,35 bilhão, movimentado por meio de 20.007.400 ações. Este volume financeiro confirma a liquidez acentuada do papel no setor de petróleo e gás. Comparando com a mínima das últimas 52 semanas (R$ 32,68), o ativo acumula uma valorização sólida, consolidando-se como o “Rank 1” desta listagem. A estabilidade operacional e o foco em campos maduros continuam atraindo o fluxo institucional para o papel.
A PRIO (antiga PetroRio) é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás do Brasil, focada na gestão de reservatórios e no desenvolvimento de campos maduros. Recentemente, o mercado repercutiu o anúncio da produção diária da companhia referente ao último mês, que apresentou números operacionais consistentes mesmo diante da volatilidade do preço do barril tipo Brent.
2º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 12,57 ↑ 4,49%
Descrição: A Auren Energia ocupou a segunda posição no ranking de valorização, registrando uma alta de 4,49%. O papel fechou o dia a R$ 12,57, muito próximo de sua máxima diária, que também foi de R$ 12,57, indicando um fechamento em “topo”. A valorização nominal foi de R$ 0,54 sobre o fechamento anterior de R$ 12,03. O volume financeiro movimentado somou R$ 69,3 milhões, com um total de 5.516.800 ações negociadas. Observa-se que a ação está operando muito próxima de sua máxima anual de R$ 12,99, o que sugere um momento técnico otimista para o setor elétrico. A mínima do dia ficou em R$ 11,78. Com uma mínima de 52 semanas registrada em R$ 7,29, a empresa mostra uma recuperação resiliente ao longo do ano, mantendo-se como uma opção relevante para investidores que buscam dividendos e exposição ao setor de energia renovável com gestão privada eficiente.
A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do Brasil, resultante da consolidação dos ativos de energia da Votorantim e da CPP Investments. Uma notícia recente de grande impacto foi a aprovação da aquisição da AES Brasil pela Auren, movimento que a posiciona como a terceira maior geradora de energia do país.
3º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 20,47 ↑ 3,28%
Descrição: A Brava Energia apresentou um desempenho sólido de 3,28% de alta, finalizando o dia a R$ 20,47. O incremento financeiro foi de R$ 0,65 por ação. O volume de negociação foi significativo, atingindo R$ 253,1 milhões, refletindo o interesse do mercado após a fusão que originou a companhia. Durante as negociações, o papel tocou a mínima de R$ 19,97 e a máxima de R$ 20,80. Comparado ao fechamento anterior de R$ 19,82, o movimento indica uma consolidação de preço em patamares superiores. O histórico de 52 semanas mostra uma volatilidade considerável, com mínima de R$ 13,29 e máxima de R$ 23,63. O volume de 12.368.600 ações transacionadas demonstra que o papel possui liquidez suficiente para grandes alocações, mantendo-se no top 3 de valorização desta análise. A estrutura de custos e as sinergias esperadas da nova operação são os principais drivers observados pelos analistas.
A Brava Energia é o resultado da fusão estratégica entre a 3R Petroleum e a Enauta, criando uma gigante independente no setor de óleo e gás. Recentemente, a empresa reportou dados sobre a retomada da produção em ativos estratégicos, o que trouxe otimismo aos investidores quanto à geração de caixa para os próximos trimestres.
4º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 20,35 ↑ 3,25%
Descrição: As ações da São Martinho registraram valorização de 3,25%, encerrando a sessão a R$ 20,35. O papel oscilou entre a mínima de R$ 19,83 e a máxima de R$ 20,57, demonstrando uma variação positiva nominal de R$ 0,64 em relação ao fechamento prévio de R$ 19,71. O volume financeiro negociado foi de R$ 66,7 milhões, com 3.278.600 papéis trocando de mãos. Ao analisar o histórico de 52 semanas, nota-se que a ação está em um patamar intermediário, com máxima de R$ 21,70 e mínima de R$ 12,91. O setor de agronegócio, especificamente sucroenergético, tem se beneficiado de preços favoráveis no mercado internacional. O volume transacionado hoje reforça a estabilidade do ativo no portfólio de investidores que buscam exposição ao ciclo de commodities agrícolas com eficiência operacional comprovada pela gestão da companhia.
A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, processando cana-de-açúcar para a produção de açúcar, etanol e energia elétrica. Recentemente, a empresa anunciou investimentos na expansão de sua produção de etanol de milho, visando diversificar a matéria-prima e aumentar a utilização de suas usinas durante a entressafra da cana.
5º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR3) | R$ 53,10 ↑ 2,25%
Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam em alta de 2,25%, cotadas a R$ 53,10. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 1,17 sobre o fechamento de R$ 51,93. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 787,2 milhões, com 14.825.700 ações negociadas. A máxima do dia atingiu R$ 54,41, enquanto a mínima foi de R$ 52,72. No horizonte de 52 semanas, o papel mostra uma valorização robusta, partindo de R$ 29,34 até a máxima de R$ 56,14, evidenciando que o papel opera próximo de seus picos históricos. A liquidez de PETR3 permanece como uma das maiores da B3, refletindo a importância da estatal no índice Ibovespa. Investidores monitoram de perto a política de preços e os anúncios de dividendos, que historicamente sustentam o interesse por estas ações.
A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua de forma integrada na indústria de petróleo, gás natural e energia. A última notícia relevante envolve a decisão do Conselho de Administração sobre a distribuição de dividendos extraordinários, o que gerou forte movimentação no mercado e revisões de preço-alvo por parte de corretoras.
6º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,54 ↑ 1,89%
Descrição: A Raízen apresentou uma alta de 1,89%, encerrando o dia a R$ 0,54. Trata-se de um ativo que opera em patamares nominais baixos (“penny stock”), o que amplifica a volatilidade percentual em pequenas variações de centavos. A variação nominal foi de apenas R$ 0,01. O volume de ações negociadas foi alto, com 16.190.400 papéis, mas o volume financeiro totalizou R$ 8,7 milhões devido ao baixo preço unitário. A máxima do dia foi de R$ 0,55 e a mínima de R$ 0,51. O cenário de 52 semanas é desafiador para o ativo, que já tocou a máxima de R$ 2,23 e agora opera próximo da mínima de R$ 0,43. O fechamento anterior foi de R$ 0,53. O investidor deve estar atento à liquidez e aos riscos inerentes a ativos com esse perfil de preço, monitorando a recuperação das margens operacionais da companhia.
A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, sendo referência global em bioenergia e distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Recentemente, a companhia destacou o avanço na construção de suas novas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), reforçando seu compromisso com a transição energética e inovação tecnológica no setor.
7º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR4) | R$ 48,15 ↑ 1,65%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) registraram elevação de 1,65%, finalizando a R$ 48,15. Este ativo foi o que apresentou o maior volume financeiro da lista, com impressionantes R$ 1,85 bilhão negociados através de 38.483.400 ações. A variação nominal foi de R$ 0,78 frente ao fechamento anterior de R$ 47,37. Durante a sessão, o papel variou entre R$ 47,94 e R$ 49,46. O histórico anual demonstra uma trajetória ascendente consistente, com mínima de R$ 27,30 e máxima de R$ 50,69. A preferência por PETR4 em relação a PETR3 em termos de volume reflete a escolha de muitos investidores pessoa física e fundos pela liquidez superior e prioridade no recebimento de dividendos. O desempenho do dia acompanhou a tendência positiva do setor de óleo e gás global.
Sendo a principal classe de ações da petroleira estatal em termos de liquidez, a Petrobras continua focada no seu Plano Estratégico de expansão no Pré-sal. Notícias recentes indicam que a empresa está intensificando investimentos em descarbonização e em novas fronteiras exploratórias, como a Margem Equatorial brasileira.
8º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 49,25 ↑ 1,53%
Descrição: A CPFL Energia registrou um ganho de 1,53%, com as ações encerrando a R$ 49,25. A variação nominal positiva foi de R$ 0,74 em comparação ao fechamento de R$ 48,51. O volume financeiro atingiu R$ 86,5 milhões, com a negociação de 1.757.100 ações. O ativo manteve-se estável durante o dia, com mínima de R$ 47,12 e máxima de R$ 49,25 (fechamento na máxima). No acumulado de 52 semanas, a CPFE3 tem oscilado entre R$ 34,43 e R$ 56,35. O papel é frequentemente buscado por investidores com perfil defensivo devido à previsibilidade de fluxo de caixa do setor de distribuição e geração de energia. O volume de negociação moderado garante uma execução eficiente para ordens de médio porte, mantendo a ação no oitavo lugar do ranking de valorização desta amostra.
A CPFL Energia é um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro, atuando nos segmentos de distribuição, geração, transmissão e comercialização. Uma notícia de destaque recente foi a divulgação de seu plano de investimentos bilionário para os próximos anos, focado na modernização das redes de distribuição e reforço na infraestrutura energética.
9º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 50,54 ↑ 1,38%
Descrição: A Porto Seguro (Porto) apresentou alta de 1,38%, fechando a R$ 50,54. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,69 sobre o preço anterior de R$ 49,85. O volume financeiro transacionado foi de R$ 86,1 milhões, resultante da negociação de 1.705.000 ações. Durante o dia, a cotação flutuou entre R$ 47,84 e R$ 50,77. A análise das últimas 52 semanas mostra uma valorização sustentada, com o papel saindo de R$ 36,21 para uma máxima de R$ 54,38. A Porto Seguro continua a mostrar resiliência em seu core business de seguros automotivos, enquanto expande suas verticais de saúde e serviços bancários. O desempenho de hoje reflete a confiança do investidor na capacidade de subscrição da companhia e na gestão do seu portfólio de investimentos financeiros em um cenário de juros elevados.
A Porto Seguro é uma holding brasileira com atuação nos segmentos de Seguros, Saúde, Negócios Financeiros e Serviços. Recentemente, a empresa reportou um crescimento significativo em sua vertical de Seguro Saúde e Cartões de Crédito, consolidando a estratégia de diversificação de receitas para além do seguro de automóveis.
10º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,62 ↑ 1,34%
Descrição: Fechando a lista das dez maiores valorizações, a Hapvida registrou alta de 1,34%, com cotação final de R$ 10,62. A variação nominal foi de R$ 0,14 em relação ao fechamento de R$ 10,48. O volume de ações foi expressivo, com 12.262.200 papéis negociados, totalizando um volume financeiro de R$ 130,2 milhões. O papel teve uma amplitude considerável no dia, variando de R$ 10,05 a R$ 11,15. No histórico de 52 semanas, a ação apresenta uma volatilidade elevada, com mínima de R$ 7,00 e máxima de R$ 44,85. Embora o preço atual esteja distante da máxima histórica, o movimento de hoje sinaliza uma tentativa de sustentação acima do patamar dos dez reais. O setor de saúde suplementar enfrenta desafios de custos, e os investidores acompanham atentamente os resultados de sinistralidade e integração após fusões.
A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, com um modelo de negócio verticalizado que inclui hospitais, clínicas e laboratórios próprios. Uma notícia recente que impactou o papel foi a atualização sobre o plano de venda de ativos não-estratégicos para redução da alavancagem financeira e foco na rentabilidade operacional.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RADL3 | R$ 21,86 | -3,95% |
| 2 | CYRE3 | R$ 27,52 | -3,51% |
| 3 | YDUQ3 | R$ 11,72 | -2,58% |
| 4 | IGTI11 | R$ 27,77 | -2,39% |
| 5 | SUZB3 | R$ 50,85 | -2,38% |
| 6 | VAMO3 | R$ 3,69 | -2,12% |
| 7 | ITSA4 | R$ 13,92 | -1,83% |
| 8 | ASAI3 | R$ 9,13 | -1,83% |
| 9 | TIMS3 | R$ 27,14 | -1,60% |
| 10 | MULT3 | R$ 32,00 | -1,51% |
1º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 21,86 ↓ 3,95%
Descrição: A Raia Drogasil encerrou o pregão com uma queda acentuada de 3,95%, o que representa um decréscimo nominal de R$ 0,90 em relação ao fechamento anterior de R$ 22,76. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 21,59 e a máxima de R$ 22,50, demonstrando uma pressão vendedora constante. O volume de ações negociadas foi expressivo, atingindo 15.508.400 papéis, o que resultou em um volume financeiro total de R$ 339.013.624,00. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observa-se que a ação ainda se mantém distante de sua mínima (R$ 12,67) e abaixo do pico registrado no período (R$ 27,42). A liderança no ranking de volume financeiro deste grupo reforça a liquidez do ativo, mesmo em dias de forte desvalorização.
A Raia Drogasil S/A, operando sob a marca RD Saúde, é a maior rede de farmácias do Brasil, com presença em todos os estados brasileiros e um robusto ecossistema de saúde e bem-estar. Em notícia recente de abril de 2026, a companhia anunciou o pagamento de R$ 150,4 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), reforçando sua política de remuneração aos acionistas.
2º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 27,52 ↓ 3,51%
Descrição: A Cyrela registrou uma desvalorização de 3,51% no último pregão, com o preço por ação recuando R$ 1,00 para fechar em R$ 27,52. O papel teve um desempenho volátil, tocando a mínima de R$ 26,65 e a máxima de R$ 27,86. O fechamento anterior estava situado em R$ 28,52. Com 4.404.800 ações trocando de mãos, o volume financeiro movimentado foi de R$ 121.220.096,00. No intervalo de 52 semanas, a CYRE3 apresenta uma amplitude considerável, variando entre R$ 17,48 e R$ 32,17. O resultado do dia coloca a empresa na segunda posição deste ranking de movimentação, refletindo o sentimento de cautela do setor imobiliário diante de possíveis ajustes macroeconômicos que impactam o custo de capital e o poder de compra.
A Cyrela é uma das maiores e mais tradicionais incorporadoras e construtoras de imóveis residenciais de alto padrão no Brasil, reconhecida pela solidez financeira. Recentemente, a empresa tem sido destaque por sua política agressiva de dividendos e bonificações, com analistas do BTG Pactual reiterando otimismo devido ao forte lucro de R$ 682 milhões reportado no 4T25.
3º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 11,72 ↓ 2,58%
Descrição: As ações da YDUQS fecharam cotadas a R$ 11,72, após uma queda de 2,58% ou R$ 0,31 em valor nominal. O ativo iniciou o dia pressionado, operando entre a mínima de R$ 11,55 e a máxima de R$ 12,02, vindo de um fechamento anterior de R$ 12,03. O volume de negociação foi de 3.965.300 ações, totalizando R$ 46.473.316,00 em transações financeiras. No acumulado das últimas 52 semanas, a ação demonstra estar mais próxima de seu piso (R$ 9,47) do que de seu teto (R$ 16,99), sugerindo um momento de recuperação desafiador para o setor educacional. A posição no ranking reflete uma liquidez intermediária, mas com volatilidade percentual relevante para o investidor de curto prazo.
A YDUQS é um dos maiores grupos de ensino superior do país, detentora de marcas como Estácio e Ibmec, com forte foco em expansão no ensino digital e medicina. Recentemente, em março de 2026, o conselho da companhia aprovou um novo programa de recompra de até R$ 100 milhões em ações, visando gerar valor aos acionistas diante do atual valuation.
4º – JEREISSATI PARTICIPACOES UNT (IGTI11) | R$ 27,77 ↓ 2,39%
Descrição: A Iguatemi (IGTI11) encerrou o dia com uma variação negativa de 2,39%, fechando a R$ 27,77. O recuo nominal foi de R$ 0,68 em relação ao fechamento de R$ 28,45 do dia anterior. Durante a sessão, o preço oscilou entre R$ 27,25 e R$ 28,20. Foram negociadas 2.779.300 Units, gerando um volume financeiro de R$ 77.181.161,00. Observando os extremos de 52 semanas, a ação apresenta estabilidade relativa, com mínima de R$ 17,48 e máxima de R$ 30,13. O volume negociado mostra que o ativo mantém o interesse institucional, ocupando a quarta posição em movimentação financeira nesta amostra, apesar da pressão setorial enfrentada por administradoras de shopping centers.
A Iguatemi S.A. é uma das principais empresas de shopping centers de luxo no Brasil, focada em um público de alta renda. Em fato relevante recente, a companhia confirmou o calendário de dividendos para 2026, com uma parcela importante prevista para pagamento no final de abril de 2026, após reportar lucro crescente de R$ 610 milhões em 2025.
5º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 50,85 ↓ 2,38%
Descrição: A Suzano apresentou uma queda de 2,38% no pregão, com o preço ajustado para R$ 50,85, uma redução de R$ 1,24 por papel. A ação teve como mínima do dia R$ 50,50 e máxima de R$ 51,70, partindo de um fechamento anterior de R$ 52,09. O volume de ações negociadas foi robusto, com 4.363.600 unidades movimentando R$ 221.889.060,00, o segundo maior valor financeiro absoluto desta lista. Nas últimas 52 semanas, o papel operou entre R$ 45,48 e R$ 59,65. Como exportadora de commodities, a Suzano é sensível ao câmbio e ao preço da celulose no mercado internacional, fatores que justificam a alta movimentação financeira mesmo em dias de queda.
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina. A empresa projetou recentemente um aumento na demanda global por celulose para 2026, focando em eficiência operacional e redução de custos logísticos para manter sua liderança competitiva no setor.
6º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,69 ↓ 2,12%
Descrição: O ativo VAMO3 fechou em R$ 3,69, registrando uma queda de 2,12% ou R$ 0,08 nominais. O papel teve a maior movimentação em quantidade de ações deste relatório, com 23.396.400 papéis negociados, resultando em um volume financeiro de R$ 86.332.716,00. A amplitude do dia ficou entre R$ 3,53 e R$ 3,75, comparado ao fechamento anterior de R$ 3,77. No horizonte de 52 semanas, o ativo apresenta uma desvalorização acentuada desde sua máxima de R$ 5,27, aproximando-se da mínima histórica de R$ 2,74. Esse alto volume de ações sugere uma troca de posições intensa entre investidores em um patamar de preço considerado baixo.
A Vamos é líder no mercado brasileiro de locação de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas, operando com uma vasta rede de concessionárias. Recentemente, analistas técnicos observaram que, após uma forte alta no início de 2026, a ação enfrenta resistências gráficas importantes próximas de R$ 4,25, tentando consolidar um movimento de recuperação.
7º – ITAÚSA S.A. (ITSA4) | R$ 13,92 ↓ 1,83%
Descrição: A holding Itaúsa encerrou o dia em R$ 13,92, apresentando uma desvalorização de 1,83% (R$ 0,26). O papel oscilou entre a mínima de R$ 13,75 e a máxima de R$ 14,23, vindo de um fechamento de R$ 14,18. O volume de negociação foi expressivo, com 20.655.500 ações movimentadas, gerando R$ 287.524.560,00 em valor financeiro, o que a coloca como o terceiro ativo mais negociado da lista. No acumulado de um ano, a ação mostra resiliência, operando próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 14,96) e bem acima da mínima de R$ 8,08. A Itaúsa é frequentemente utilizada como porto seguro por investidores focados em dividendos.
A Itaúsa é uma das maiores holdings puras do Brasil, controladora do Itaú Unibanco e com participações em empresas como Dexco, Alpargatas e CCR. Notícias recentes de março de 2026 destacam o potencial de valorização da holding após o anúncio de um aporte bilionário em suas controladas, superando o desempenho do Ibovespa no trimestre.
8º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,13 ↓ 1,83%
Descrição: As ações do Assaí (ASAI3) fecharam a R$ 9,13, com uma queda idêntica à da Itaúsa em termos percentuais (1,83%), o que representou um recuo de R$ 0,17. O ativo transitou entre R$ 8,78 e R$ 9,38 ao longo da sessão, partindo de R$ 9,30. Foram negociadas 6.807.200 ações, totalizando R$ 62.149.736,00. No período de 52 semanas, o papel registra uma mínima de R$ 6,91 e máxima de R$ 11,88. A posição de número 8 no ranking de volume reflete um interesse moderado, enquanto o setor de varejo alimentar continua a enfrentar desafios relacionados à inflação de alimentos e ao endividamento das famílias.
O Assaí Atacadista é uma das maiores redes de atacarejo do Brasil, atendendo desde pequenos empreendedores até o consumidor final. Recentemente, em março de 2026, o Banco Safra revisou o preço-alvo para a ação devido a um cenário macroeconômico mais desafiador, prevendo uma expansão de lojas mais cautelosa para o próximo biênio.
9º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 27,14 ↓ 1,60%
Descrição: A TIM encerrou o pregão com uma queda moderada de 1,60%, cotada a R$ 27,14, uma redução de R$ 0,44. A ação oscilou entre a mínima de R$ 26,96 e a máxima de R$ 27,52, após fechar a R$ 27,58 no dia anterior. O volume negociado foi de 2.225.800 papéis, com movimentação financeira de R$ 60.408.212,00. Nas últimas 52 semanas, o ativo mostrou força, mantendo-se próximo de seu topo de R$ 28,57 e distante da mínima de R$ 15,19. O setor de telecomunicações costuma apresentar menor volatilidade em dias de estresse de mercado, o que se refletiu na queda menos acentuada em comparação aos líderes do ranking.
A TIM S.A. é uma das gigantes da telefonia móvel no Brasil, liderando a cobertura 5G no país. Em março de 2026, a companhia aprovou a distribuição de R$ 390 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), com pagamentos programados para ocorrer até o final de abril de 2026, reforçando seu compromisso com a remuneração de capital.
10º – Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (MULT3) | R$ 32,00 ↓ 1,51%
Descrição: A Multiplan registrou a menor queda percentual do grupo, com recuo de 1,51%, fechando em R$ 32,00 (queda de R$ 0,49). O papel operou na faixa entre R$ 31,40 e R$ 32,35, tendo o fechamento anterior em R$ 32,49. Foram negociadas 2.170.900 ações, somando um volume de R$ 69.468.800,00. No intervalo de 52 semanas, a MULT3 variou de R$ 21,33 a R$ 35,63. A resiliência demonstrada hoje, ao fechar na 10ª posição de desvalorização, reafirma a qualidade defensiva do portfólio da companhia, que foca em ativos imobiliários de alto desempenho e shoppings dominantes em suas regiões.
A Multiplan é uma das maiores empresas de shoppings centers do país, gerindo ativos icônicos como o MorumbiShopping e o BarraShopping. Recentemente, a empresa divulgou resultados sólidos referentes ao fechamento de 2025, com um lucro líquido de R$ 421,6 milhões no 4T25, superando as expectativas do mercado e mantendo uma perspectiva positiva para 2026.